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      <video:title>Eles trouxeram 250 refugiados para Portugal: “O mais difícil é que ficou tudo para trás”</video:title>
      <video:description>Ao todo, 25 viaturas saíram de Portugal, rumo a Cracóvia e Varsóvia, na Polónia. A missão: levar mantimentos e trazer centenas de refugiados ucranianos para Portugal. Foram 6500 quilómetros ao longo de seis dias, a bordo da carrinha número 10. "O mais difícil é que ficou tudo para trás", diz Svetlana Dovhan, uma das passageiras que fugiu da Ucrânia no início da guerra, a 4 de Março. 

  Vê o trabalho especial  "Caravana H umanitária " .</video:description>
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      <video:title>António Vitorino: “Não podemos excluir uma segunda vaga mais significativa de refugiados se o conflito persistir”</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 

 
 “Antes da guerra, a Ucrânia já era um dos cinco países com mais casos de tráfico de seres humanos”, alerta António Vitorino, referindo que “nestas situações caóticas, há sempre quem se queira aproveitar” e que há vários casos reportados. Por outro lado, o ex-comissário europeu defende ainda ser importante “apoiar as famílias de acolhimento para evitar que se criem situações de tensão e de conflito”, devido ao escalar de preços generalizado na Europa. 

   Leia a entrevista completa</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis tem &lt;i&gt;coisas para dizer&lt;/i&gt;, numa canção que será nome de EP a 29 de Abril</video:title>
      <video:description>A sua estreia fez-se em Setembro de 2021, com uma canção:   engana-me hoje, eu deixo  . Assim mesmo, sem maiúsculas. Agora, mantendo a grafia, apresenta  coisas para dizer , single com videoclipe cuja canção dará título ao seu EP de estreia, anunciado para dia 29 de Abril. Nascida em Almada, em 1996, Mariana Reis formou-se em gestão, mas a música esteve sempre presente na sua vida, até em termos de aprendizagem: teve aulas de piano dos 8 anos aos 19 e, pelo meio, aprendeu a tocar guitarra sozinha, utilizando depois os dois instrumentos para compor canções. 

 Se  engana-me hoje, eu deixo  era, conforme ela disse na altura, sobre “recaídas” de amor, construída em torno de “duas pessoas que gostam muito uma da outra, que tiveram momentos muito felizes mas que sabiam logo de início que não haveria grande futuro”,  coisas para dizer  (cujo EP será editado pela Universal) assume uma forma interrogativa: “3 da manhã/ e eu deitada/ mallu magalhães a tocar/ na madrugada/ a ver se ouvia dela/ o que fazer/ será que também ela se deita/ com coisas por dizer?” Com letra e música de Mariana Reis (voz e piano), a produção e guitarras nesta gravação são de Francisco Nilo, que assina com ela os arranjos.</video:description>
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      <video:title>A despedida de Simone de Oliveira: "Termino a carreira nos termos que eu quis e quero"</video:title>
      <video:description>Aos 84 anos de vida, 65 anos de carreira, Simone de Oliveira deu esta terça-feira o seu último concerto. "Isto é muito mais do que um adeus. Termino a minha carreira nos termos que eu quis e quero", disse no início, por entre os muitos aplausos de um Coliseu esgotado. Uns dias antes, a cantora e actriz abrira a porta de sua casa ao PÚBLICO. Em pouco mais de uma hora, conversámos sobre os caminhos que a levaram ao Centro de Preparação de Artistas da Rádio e, daí, à RTP. O Festival da Canção, a Eurovisão, a parceria com os poetas que escreveram algumas das canções mais marcantes da história da música portuguesa. A família, e os acasos que fizeram da sua carreira aquilo que hoje é.  

 O adeus dos palcos pode ser definitivo, mas dela não nos despedimos. O concerto, em pouco mais de uma hora, mostrou porquê.  

  Leia a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Madrid é a nova casa de Alina Volik, uma TikToker com esperança de regressar à Ucrânia</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 

 Alina Volik, refugiada ucraniana de 18 anos, chegou a Madrid no final de Março. Depois de uma viagem de 30 horas, a jovem chegou a Espanha com a mãe, para recomeçar a estudar. “Por causa guerra, aprendi a apreciar as coisas que não são materiais, mas a paz no geral, quando simplesmente sais de casa”, diz Alina que, antes da guerra, publicava sobretudo vídeos de viagens e  lifestyle . Espera conseguir visitar o seu país depois do Verão e no futuro, quando terminar os estudos em Espanha, quer regressar à  Ucrânia : “Contribuir para o meu país com aquilo que vou aprender aqui.”</video:description>
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      <video:title>O momento da noite de Óscares: Chris Rock leva um estalo depois de piada sobre a mulher Will Smith</video:title>
      <video:description>Quando se preparava o anúncio do Óscar de Melhor Documentário na 94.ª edição dos Óscares, o humorista Chris Rock interpelou o casal Will e Jada Pinkett-Smith na plateia e referiu-se à cabeça sem cabelo da actriz. Will Smith levantou-se do seu lugar nas filas da frente, subiu ao palco e, para aparente surpresa de Rock, ter-lhe-á batido no rosto. 

 Em 2016, Chris Rock era o anfitrião dos Óscares quando eclodiu a hashtag #OscarsSoWhite e Jada Pinkett-Smith anunciou que boicotaria a cerimónia em protesto, nomeadamente pela não nomeação do marido nesse ano. Rock visou a actriz no seu monólogo de abertura, dizendo que Pinkett-Smith ameaçar não ir aos Óscares era como ele “boicotar ir à cueca de Rihanna. Não fui convidado!”, exclamou, com a sala a rir. 

 No ano passado, Pinkett-Smith veio a público dizer que tinha decidido rapar o cabelo depois de lutar com alopecia, uma doença auto-imune que causa a perda total ou parcial de cabelo. A piada de Rock sugeria que a actriz entraria no filme "G.I. Jane 2", pela cabeça rapada. 
  

 Leia mais:  Um momento de perplexidade: Will Smith agrediu mesmo Chris Rock em plenos Óscares?</video:description>
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      <video:title>O que é a NATO? Para que serve?</video:title>
      <video:description>Quando surgiu a NATO? Quem faz parte desta organização? E porque é que a Ucrânia não a integra?  

 Quer receber um resumo descomplicado das notícias no e-mail todas as segundas-feiras?  Subscreva a newsletter do PQ  e fique a par de tudo. Sem compliquês. 

 A NATO em notícias: 

 
	  NATO endurece posição contra a Rússia, sem ultrapassar a linha vermelha que levaria à guerra  
	  Por que não aceita a NATO o pedido de Zelenskii para fechar os céus da Ucrânia? “Porque é responsável”  
	  Costa: “O que Zelenskii deseja é aquilo que a NATO não pode fazer”  
	  Aliados da NATO confirmam envio de mais apoio militar para a Ucrânia​</video:description>
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      <video:title>"Portugal... quase". Zelenskii critica alguns países da UE no apoio à adesão da Ucrânia</video:title>
      <video:description>Numa mensagem transmitida ao Conselho Europeu na noite de quinta-feira, o Presidente ucraniano fez a distinção entre os países da União Europeia que têm apoiado a adesão da Ucrânia à União Europeia e os que se mostram mais reticentes, grupo a que Portugal pertence, de acordo com Volodimir Zelenskii. 

 
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia</video:description>
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      <video:title>Gouveia e Melo: "Na Marinha não há espaço para qualquer crueldade ou desprezo pela vida alheia"</video:title>
      <video:description>O Chefe de Estado-maior da Armada fez um duro discurso perante a Marinha esta quinta-feira, dia em que foi enterrado o agente da PSP, Fábio Guerra, agredido à porta de uma discoteca em Lisboa alegadamente por um grupo de fuzileiros, o corpo de elite da Marinha. O PÚBLICO teve acesso a excertos do discurso do almirante Henrique Gouveia e Melo. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Gohu estreia &lt;i&gt;ETs, levem-me daqui&lt;/i&gt; para mostrar como os humanos estão “em falta com o planeta”</video:title>
      <video:description>Dois meses depois de lançar o single e videoclipe   Contigo como Lontra  , Gohu estreia agora  ETs, levem-me daqui , um novo single e videoclipe a antecipar o seu segundo álbum Imbassaí, cuja publicação está anunciada para Maio. Escrito e realizado por Gohu, o videoclipe recorre a várias imagens de arquivo, com a ideia de, conforme se diz no texto que acompanha o lançamento, mostrar “como teimamos em repetir os mesmos erros, fazendo um paralelismo com a II Guerra Mundial. Neste vídeo, ETs invadem o planeta, mas logo desistem ao se aperceberem como os humanos o tratam.” Num pequeno a explicar as razões deste single, Gohu escreve: “Para este single, eu estava indeciso entre duas músicas.  ETs, levem-me daqui  não era uma delas. Como o próximo álbum será mais solar e optimista que o primeiro –   Terra da Faina   – a escolha ia recair numa música mais divertida, contudo a situação na  Ucrânia  está a mexer profundamente comigo. Por isso, escolhi a única que conversa com o momento actual do mundo e da minha alma. O humor deixa as coisas leves, mas tem a capacidade de passar mensagens sérias. E o assunto é sério. Como humanos, estamos em falta com o planeta. Destruímo-lo com poluição, com um capitalismo desenfreado, e agora com a loucura de alguns líderes governamentais.” 

 Gohu é o heterónimo artístico de Hugo Veiga, publicitário nascido no Porto, que, depois de viver sete anos em Lisboa, se mudou há quase duas décadas anos para São Paulo, no Brasil. Como publicitário, trabalhou em projectos de comunicação para artistas internacionais como YoYo Ma, Usher, Lady Gaga e Elton John; e brasileiros como Emicida, Kevin o Chris, Criolo e Milton Nascimento, Ivete Sangalo, Baco Exu do Blues e Baiana System &amp; Tropkillaz. O seu álbum de estreia como cantor e compositor,  Terra da Faina , foi lançado em Novembro de 2020.</video:description>
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      <video:title>As máscaras de Charles Fréger saltam para o palco com poses espectaculares e movimentos tribais</video:title>
      <video:description>"Selvagem", o espectáculo de Marco Martins que esta sexta-feira se estreia na Culturgest, nasceu no momento em que o produtor Renzo Barsotti passou um livro de Charles Fréger para as mãos de Marco Martins, Wilder Mann, série de retratos em que varreu rituais de máscaras de boa parte da Europa (Portugal incluído), desligando-as do seu habitual contexto de utilização, as festas, mais ou menos capturadas pelo turismo e/ou pelos “guardiões do património”, e fixando-as em poses quase sempre solitárias e espectaculares. 

 Entretanto, o fotógrafo francês tornou-se parte da equipa alargada de colaboradores do projecto – na próxima terça-feira, às 18h30, junta-se aliás a Marco Martins, Alexander Gerner e Dieter Mersch para um debate na Culturgest, Hackeando a Máscara. 

   Veja o trabalho completo aqui</video:description>
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      <video:title>Helena Sarmento lança &lt;i&gt;Liberdade, Liberdade&lt;/i&gt; em EP e adia apresentação ao vivo no Porto</video:title>
      <video:description>O projecto foi apresentado pela primeira vez na Antena 1, em Abril de 2019, no programa de Armando Carvalhêda, mas só agora é que  Liberdade, Liberdade , da cantora e fadista Helena Sarmento, surge em EP. Será lançado esta sexta-feira, 25 de Março, um mês antes de o  25 de Abril  completar 48 anos, e para o mesmo dia estava programada uma apresentação ao vivo no  Mira Artes Performativas, no Porto , que foi cancelada, por impossibilidade da artista. 

 Nascida em Lamego, em 23 de Agosto de 1981, Helena Sarmento mudou-se em 2004 para o Porto, onde vive e trabalha como advogada. A sua estreia discográfica deu-se em 2011, com  Fado Azul , seguindo-se-lhe  Fado dos Dias Assim  (2013) e   Lonjura   (2018). No  excerto que pode ser visto no YouTube da apresentação ao vivo de  Liberdade, Liberdade  no programa Viva a Música da Antena 1 , Helena canta dois temas de José Afonso,  Era um redondo vocábulo  (que ela gravara em  Lonjura ) e  Avenida de Angola . Agora, neste EP volta a José Afonso com  Epígrafe para a arte de furtar  (que ele compôs a partir de um poema de Jorge de Sena),   Por trás daquela janela   e   As sete mulheres do Minho  . A par destas canções, Helena interpreta também   Canção com lágrimas   (Manuel Alegre musicado por Adriano Correia de Oliveira) e   Abandono  , escrito por David Mourão-Ferreira com música de Alain Oulman para Amália e que esta eternizou. 

 Nas gravações do disco participaram Yuri Reis (viola), Pedro Martins (guitarra portuguesa), João Martins (cavaquinho e adufe), Carlos Fuchs (piano), Samuel Cabral (guitarra portuguesa), Ana Ribeiro e Patrícia Costa (vozes na canção  As sete mulheres do Minho ).</video:description>
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      <video:title>Violinista Malú Garcia lança &lt;i&gt;Carmim&lt;/i&gt;, um novo tema a anunciar o seu álbum de estreia</video:title>
      <video:description>“Teus beijos, queria-os de tule,/ Transparecendo carmim.” É com este excerto de um poema de Mário de Sá-Carneiro que a violinista Malú Garcia apresenta esta sexta-feira um novo single e videoclipe daquele que será o seu  álbum de estreia, a lançar este ano . O novo tema, inspirado no tango argentino, chama-se  Carmim  e foi escrito pelo pianista Pedro Baião, que acompanha aqui Malú Garcia (no violino) com mais dois músicos: Sebastian Scheriff nas percussões e Ricardo Marques no contrabaixo. Com uma carreira na música clássica, Malú Garcia iniciou em 2020 um projecto que “incorpora estilos como fado, morna, world music, tango e jazz”. O videoclipe de  Carmim  conta ainda com os bailarinos Graciana Romeo e Marc Hussner. 

 Nascida em 16 de Novembro de 1994, em Lisboa,​ Malú Garcia iniciou , segundo   a sua biografia oficial,  os estudos musicais aos 6 anos na Academia de Música de Santa Cecília, onde actualmente é professora, começando a tocar violino aos 8. Participou em  masterclasses  com professores em Portugal, Inglaterra, Alemanha, País de Gales e Espanha. Em 2013, foi seleccionada para a JOP (Jovem Orquestra Portuguesa) e em 2014 para integrar na Young Franco-German-Hungarian Philharmonics com o maestro Nicolaus Richter. Em Junho de 2015, terminou a sua licenciatura na Universidade de Évora em Música, ramo do violino, com o professor Valentin Stefanov. E entre 2016 e 2018 foi bolseira pela Royal Welsh College of Music and Drama em Cardiff, no Reino Unido, onde tirou uma Pós-Graduação em Performance (Violino). Ainda no Reino Unido, foi seleccionada para o ensemble String Soloists, onde trabalhou com maestros como Valery Gergiev. Em 2018, fez parte do Projecto Ibérico Orquestral, com os músicos da Orquestra Sinfónica de Castilla y León (Espanha) e teve uma Menção Honrosa no Festival Verão Clássico, onde participou com o Trio Presságio. Colabora regularmente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra de Câmara Portuguesa, a Sintra Estúdio de Ópera e a Orquestra Sem Fronteiras.  

 Antes de C</video:description>
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      <video:title>“Não queremos saber” da crise climática, dizem eles (para imitar os mais velhos)</video:title>
      <video:description>Se eles não quiserem saber, quem quer? É esta a pergunta que prevalece num vídeo de antecipação da greve climática desta sexta-feira, 25 de Março, lançado pela Fridays for Future dos Estados Unidos. 

 No vídeo de cerca de um minuto, os jovens vão repetindo frases que ouvem das gerações mais velhas: “Não é real”, “É uma conspiração”, “Já aconteceu antes”. Mas, para eles, a crise climática é “um assunto pessoal” — são eles quem vão ter de lidar com um planeta mais quente, mais propenso a fenómenos meteorológicos intensos; são eles que  sofrem de ecoansiedade  quando vêem as notícias de desastres climáticos e pensam que a tendência é piorar. 

 Com uma linha  retro , o vídeo foi  idealizado pelos criativos da Fred&amp;Farid , em Los Angeles, e tem uma linha leve, descontraída,  cool , que contrasta com a mensagem que quer transmitir. Afinal, o que aconteceria se a geração actual se comportasse perante a crise climática como as gerações anteriores? 

 Pelo contrário, os jovens de hoje saem à rua para lutar pelo clima. Uma nova greve mundial climática —  movimento iniciado pela activista sueca Greta Thunberg  — volta a sair à rua esta sexta-feira. Por cá, estão marcados protestos para o Faro, Braga, Coimbra, Lisboa, Odemira e Porto. “Já passaram três anos desde a primeira greve e ainda não vimos mudanças”, refere Filipa Costa, porta-voz da manifestação no Porto, ao P3.  

 As exigências não são novidade: “ Neutralidade carbónica até 2030 , compensações climáticas, transportes públicos mais eficientes” e electrificados e melhorias na ferrovia. No manifesto, os activistas dizem também que “os 1% capitalistas mais ricos devem ser responsabilizados pelas suas acções e ignorância intencional”. 

 E apontam uma ideia que acaba por convergir com a do vídeo: “Não somos os responsáveis, mas somos quem está a pagar.” Por isso, eles querem saber.</video:description>
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      <video:title>Expresso Transatlântico estreiam videoclipe de &lt;i&gt;Quando Neptuno deu à Costa&lt;/i&gt; e actuam em Viseu</video:title>
      <video:description>Filmado num palácio seiscentista de Lisboa, o Palácio Pombal, estreia-se esta terça-feira o quarto videoclipe do disco de estreia do trio Expresso Transatlântico, composto por Sebastião Varela (guitarra eléctrica e teclados), Gaspar Varela (guitarra portuguesa) e Rafael Matos (bateria). Depois de   Primeira Rodada  ,   Azul Celeste   e   Alfama, Texas  , lançados respectivamente em Julho, Outubro e Novembro de 2021, o novo videoclipe chama-se  Quando Neptuno deu à Costa  e foi realizado, tal como os anteriores, por Sebastião Varela, mas desta vez em 16 mm. “Porque é mil vezes mais bonito do que filmar em digital”, como ele disse ao PÚBLICO  durante as filmagens . Agora, no texto que acompanha este lançamento, Sebastião explica tema e videoclipe: “A música propõe um sentimento nostálgico e de libertação que dança à volta de uma respiração marcada. Foi com estes aspectos fundamentais que conduzi o meu olhar para este videoclipe. Fazendo uso de uma temática que nos é recorrente, o Mar como ponto de partida e de regresso. Para além do espaço, que funciona como uma personagem, temos também a Banda a conduzir a narrativa, e as personagens do músico Tiago Martins e da actriz Laura Dutra que representam pontos fundamentais dentro do que é este Universo.” 

 Lançado a poucos dias de o Expresso Transatlântico se apresentar ao vivo em Viseu, no Carmo 81, pelas 22h do dia 25 de Março, o videoclipe de  Quando Neptuno deu à Costa  inclui um poema escrito e lido por Sebastião Varela Aqui fica, na íntegra: “Dia 24 de Setembro morri. Dia 25 continuava morto, 26 e 27 também. Dia 28 pensei que tinha acordado, mas não, continuava morto. Setembro chegou ao fim e eu também. Passa Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro. Em março voltei a abrir os olhos, com a certeza de que os abria. Em Abril vi o Sol como já não via há muito tempo. Mas não o sentia ainda. Isso demorou mais tempo, foi preciso morrer outra vez. A segunda vez que morri, já estava habituado à sensação de não viver. Nunca soube estar vivo, na verdade. E não me i</video:description>
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      <video:title>Bombardeamento em Kiev causa pelo menos oito mortes</video:title>
      <video:description>Um bombardeamento numa zona comercial de Kiev causou pelo menos oito mortes. O ataque, que aconteceu entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira, atingiu um centro comercial e áreas residenciais da capital ucraniana. 

 De acordo com a AFP, os corpos das vítimas encontravam-se junto de um centro comercial, no noroeste da cidade. O bombardeamento atingiu ainda vários veículos num parque de estacionamento e abriu uma cratera de vários metros de largura.</video:description>
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      <video:title>“Nunca nos vamos render”, dizem os que ficam em Odessa</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 

 Odessa acordou com uma temperatura negativa de menos dois graus, atenuada por um sol que brilhou todo o dia num céu sem nuvens. Às 7h30, os velhos eléctricos e autocarros e alguns veículos ligeiros já circulam na larga avenida Preobrahenskia, uma das principais artérias do centro da cidade ucraniana. 

 Algumas dezenas de pessoas também já por ali andam, uma boa parte passeia os seus cães. Numa das suas esquinas, a Casa do Café abriu meia hora depois. Os primeiros que ali vão buscar uma bebida quente são militares vestidos com camuflados e de armas a tiracolo. 

 Pouco depois das 9h chegamos à praça central da cidade. Já se vê mais gente nas ruas, mas são poucas para as largas avenidas que, de tão grandes, ampliam a sensação de vazio. Da cidade, que antes da guerra tinha um milhão de habitantes, já saíram, só pela fronteira da Moldova, a cerca de 80km, mais de 300 mil. 

 Leia  aqui  a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Temos os combustíveis mais caros da Europa? Qual o peso dos impostos no preço?</video:title>
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      <video:title>És homem e viste um comportamento abusivo? “Diz alguma coisa”, pede esta campanha</video:title>
      <video:description>"A violência dos homens contra as mulheres e raparigas começa com palavras. Se vires isso a acontecer, diz alguma coisa": é este o alerta da campanha  #HaveAWord , lançada esta segunda-feira, 14 de Março,  pelo presidente da câmara de Londres, Sadiq Khan . O vídeo de cerca de dois minutos mostra uma situação de assédio em que um jovem pressiona uma rapariga a responder às suas interacções. O grupo de amigos assiste ao momento, mas um deles está num dilema: chamar a atenção do amigo ou ignorar?  

 O objectivo é  lembrar que os homens devem ser aliados . "Neste país — e na nossa cidade — enfrentamos uma epidemia de violência contra mulheres e raparigas. No Reino Unido, um homem violento mata uma mulher a cada três dias. Nós podemos mudar isto. Nós temos de mudar isto", lê-se no site da campanha. "Como homens, podemos começar por reflectir sobre o nosso próprio comportamento e sobre a forma como vemos, tratamos e falamos de mulheres. Todos temos a responsabilidade de nos fazermos ouvir para ajudar a manter as mulheres e as raparigas protegidas." Uma ideia resumida no  slogan  da campanha: "Fala contigo. Depois fala com os teus amigos." 

 Além do vídeo, o site responde a algumas "perguntas comuns":  o que é um comportamento problemático ? O que é a misoginia? Como chamo a atenção para um comportamento problemático e porque é importante fazê-lo? E explica que "o abuso é mais abrangente do que o assédio e a violação e pode incluir outras acções que podem contribuir para uma cultura de abuso", como os piropos, toques inapropriados e o   upskirting   (quando são tiradas fotografias por baixo da saia de uma mulher).  

 Mas como cumprir o propósito da campanha e efectivamente chamar a atenção para este tipo de comportamentos prejudiciais sem humilhar, envergonhar, ou escalar a situação? A campanha sugere tentar encontrar uma oportunidade para falar disso com a pessoa longe de outras pessoas. Durante uma conversa com amigos, não te sintas pressionado a rir de conversas sexistas e, caso comecem comentários misóginos</video:description>
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      <video:title>"Em casa temos sempre medo, mas é difícil sair"</video:title>
      <video:description>Na fronteira da Ucrânia com a Moldova, em Palanca,  Tatiana  Chebac, que pertence a uma organização de advogados a trabalhar nesta fronteira com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), diz que os que agora cruzam a fronteira têm características diferentes das que se viam ainda na semana passada. 

 “Até quinta-feira passada vinham pessoas com mais dinheiro, que tinham um plano. Agora perguntamos às pessoas que chegam quando decidiram vir e respondem ‘hoje de manhã, ontem ao final da tarde’. É uma decisão de última hora e há pessoas mais vulneráveis, idosos e com deficiências. São pessoas que esperaram até ao último minuto que a situação mudasse”, conta. 

  Vera Iljina, de 28 anos, segura o cão Chicho e não contém as lágrimas enquanto recorda a partida de Mykolaiv, sob o olhar atento da filha Maria, de 5 anos. “É muito, muito difícil, estou sempre a chorar. O meu marido está em casa e não sei o que vai acontecer. Tinha medo todos os dias em casa, mas é difícil partir”, diz, entre lágrimas. Além do marido, Vera deixou os pais na cidade que tem estado a ser bombardeada pelas forças russas. Por enquanto, vai para casa dos sogros, em Itália, com a filha e o cão.</video:description>
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      <video:title>“O meu coração pertence a Odessa e Odessa pertence à Ucrânia”</video:title>
      <video:description>“O meu coração pertence a Odessa e Odessa pertence à Ucrânia”</video:description>
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      <video:title>O que são os NFT? Podem valer milhões?</video:title>
      <video:description>Os NFT agitaram o mercado das artes em 2021, tendo figurado até ao primeiro lugar da lista anual da  Art Review  dos mais poderosos da arte contemporânea. Em Março de 2021, a obra  Everydays: The First 5,000 Days , do artista americano Beeple, foi comprada por cerca de 61,1 milhões de euros, pagos na criptomoeda Ethereum. Transformou-se, assim, numa das mais caras peças de arte de um artista vivo. Mas o que são, afinal os NFT? Porque é que valem milhões? E porque são, afinal, criticados? 

 Saiba mais sobre o assunto: 

 
	  A criptoarte das NFT é a entidade mais influente da arte contemporânea  
	  A criptoarte não faz bem ao planeta  
	  Tecnologia alargou mercado da arte em 2021 mas criou novos crimes</video:description>
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      <video:description>Barrosã</video:description>
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      <video:title>Hospital pediátrico bombardeado em Mariupol</video:title>
      <video:description>Um hospital pediátrico na cidade de Mariupol foi destruído por ataques aéreos russos, denunciam as autoridades ucranianas. De acordo com a câmara municipal, "as forças de ocupação russas lançaram várias bombas sobre o hospital infantil" e "a destruição é colossal". 

 Governador da região de Donetsk diz que 17 pessoas ficaram feridas, incluindo mulheres em trabalho de parto. O Presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenskii, partilhou nas redes sociais um vídeo do hospital, classificando o ataque como uma "atrocidade".</video:description>
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      <video:title>No Porto, a marcha feminista relembrou: “Somos mulheres, não mercadoria”</video:title>
      <video:description>A convocatória foi feita pela  Rede 8 de Março : “Por mim, por ti, por todas.” A chamada para que se saísse às ruas de todo o país no Dia da Mulher estava feita e milhares acederam. No Porto, a marcha começou na Praça dos Poveiros e terminou na Praça D. João I. Pelo caminho, as palavras de ordem que se fizeram ouvir: “Somos mulheres e não mercadoria”, “A nossa luta é todo o dia, contra o machismo, o racismo e a homofobia”, “Trabalho sexual é trabalho”. 

 Com cartazes, faixas e bandeiras, exigiu-se o fim do machismo, da agressão contra as mulheres,  contra a transfobia , exigiu-se segurança e respeito. “Mais do que um dia de celebração, que também o é, este é um dia de luta”, começou por dizer Ana Vasquez, uma das participantes da marcha. “Um dia de luta pelos direitos que as mulheres ainda têm por conquistar”, continuou. Um dia de “identificação com outras companheiras”, de “sentimento de união”, de “presença colectiva”. Dia de reivindicar direitos que deviam ser "muito fáceis de conseguir, logo à nascença", defende Ana Margarida Ferreira. A ideia é simples: "Lutar por um mundo mais equitativo e mais igualitário e mais capaz de nos abraçar a todos."</video:description>
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      <video:title>Um artista, com a sua guitarra, na casa onde cresceu: &lt;i&gt;Vira-Lata&lt;/i&gt; é a estreia a solo de Pedro Branco</video:title>
      <video:description>Vira-Lata  é o primeiro  single  do disco de estreia de Pedro Branco, guitarrista dos  You Can’t Win, Charlie Brown . Na primeira faixa do álbum  A Narrativa Épica do Quotidiano , que vai sair em Maio, conta o capítulo inicial da história de  um artista trancado no quarto , sozinho, com a sua primeira guitarra. 

 O nome da música foi inspirado por um episódio da vida do guitarrista, quando adoptou um gato. Ao P3, Pedro Branco conta que foram os animais rafeiros, referidos como “vira-latas”, que serviram de inspiração: “Apesar de ser uma música instrumental e de não ter nenhum tipo de letra que remeta para isso, a ideia levou-me para esse amor pela rafeirice”. 

 Como outras músicas do disco,  Vira-Lata  foi escrita em 2020, durante a primeira vez que ficou confinado, em  casa dos pais . Mas Pedro Branco sublinha que não quer que a sua obra se veja como uma “romantização da pandemia”. Em vez disso, quer mostrar o lado poético do regresso às suas origens, espelhando, simultaneamente, um período conturbado. 

 Também o vídeo, gravado por Salvador Menezes e que se estreia no P3, pinta uma “narrativa paralela” ao processo criativo de Pedro Branco durante a realização da música e do disco. Numa compilação de cenários da sua casa de infância, mostra “momentos fora da caixa” que ilustram aquela “fase estranha” da sua vida: “Estar dentro de casa pode simbolizar um bocadinho estarmos na nossa cabeça, os fantasmas que há na nossa cabeça.” 

  A Narrativa Épica do Quotidiano  é um álbum íntimo que encontra “um Pedro, que agora é um homem de quase 30 anos, no sítio onde cresceu e aprendeu a tocar”. E o guitarrista fez questão que se reflectissem essas circunstâncias (com os respectivos sons ambiente) na identidade sonora. "Eu quero que pareça que foi um gajo fechado em casa a gravar", remata. 

 O músico tem participado em projectos com vários artistas, mas esta é a primeira vez que se lança com nome próprio. Sobre a experiência, conta que lhe deu "muito gozo ser dono do rumo que ia tomar", apesar das dúvidas que s</video:description>
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      <video:title>À boleia com Raquel, a única mulher a conduzir comboios de mercadorias em Portugal</video:title>
      <video:description>Entre os amigos, quando é apresentada a alguém de fora, é "a Raquel, a primeira e única maquinista" de comboios de mercadorias em Portugal. No trabalho, há quem ache que a profissão não é para mulheres, e que julgue as restrições inerentes ao papel de mãe, que Raquel também desempenha. Ao PÚBLICO, Raquel Beldroega deixa claro: "As minhas restrições são as mesmas do meu marido, que também é maquinista, e homem, e pai. E não vão durar para sempre, eles hão-de crescer e eu não me vou reformar tão cedo".  

 Também achava que conduzir comboios era um trabalho masculino, até ter "caído" na profissão. Por estar desempregada, teve de fazer procura activa de trabalho. Enviou currículos para várias empresas e para qualquer função. Foi chamada, com alguma surpresa, para fazer os testes de admissão para maquinista da CP Carga. Agora, quase 15 anos passados, adora o que faz. "Não há dois dias iguais. Os percursos são diferentes, as paragens são diferentes, os colegas são diferentes. E tem outra coisa boa – é uma profissão em que não levamos trabalho para casa!".  

 Leia a reportagem completa  aqui.</video:description>
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      <video:title>O &lt;i&gt;Meio amor&lt;/i&gt; dos seBENTA é um caminho para apresentar a &lt;i&gt;Maior(idade)&lt;/i&gt; que aí vem</video:title>
      <video:description>O número 18 é a chave: os seBENTA completam 18 anos no dia 18 de Maio deste ano e anunciam o lançamento do seu novo álbum, Maior(idade) para o dia 18 de Março. Mas estreiam esta sexta-feira, uma semana antes, o quarto videoclipe a antecipar o disco, depois de   Tempo de quem  ,   Mundo irreal   e   Ao teu lado  . Desta vez trata-se de  Meio amor , canção com letra de Paulecas e música assinada pelo trio que compõe os seBENTA (Paulecas, Fadista e Ricko), num videoclipe realizado por Sebastião Varela, que o descreve desta forma num texto a acompanhar o lançamento: “Parte de uma ideia de transposição da imaterialidade que nos leva ao compromisso dentro de uma relação. O caminho do amor é feito de trocas, damos tanto quanto recebemos, é neste princípio que descansa a metáfora que tentei criar com ‘Meio Amor’ intercalando imagens de um casal que se vai fazendo ciente desse compromisso com imagens da banda a actuar no mesmo espaço.” Além da banda, participam no vídeo, como actores, Inês Matos e Marco Clérigo. 

 Fundados em 2004 por Paulecas (voz e baixo eléctrico), André Fadista (bateria) e Ricardo Gomes (Ricko, guitarra eléctrica e coros), os seBENTA lançaram o primeiro álbum,   O Beijo  , em 2006, seguindo-se-lhe   Efeito Secundário   (2008),   Coração Parte Um   (2012) e   Raio X   (2016), álbum onde  conseguiram juntar Zé Pedro, dos Xutos &amp; Pontapés, e o famoso surfista Garrett McNamara no single  Vive  . Em 2019 assinalaram os 15 anos da banda com um concerto no Lisboa Ao Vivo e em 2020 actuaram na Casa da Música, começando em 2021 a trabalhar no álbum que agora se anuncia, e que é co-produzido (juntamente com os seBENTA) pelo baterista Samuel Palitos (GNR, Censurados, A Naifa e outros). Além das quatro canções estreadas em single e videoclipe, o álbum  Maior(idade)  tem mais cinco:  Nossos dias ,  Cabeça dura ,  Fonte luminosa ,  Runs out  e  Two .</video:description>
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      <video:title>“Quando vi aquilo, foi amor à primeira vista”</video:title>
      <video:description>O maestro e compositor Timothy Brock trocou os EUA pela Europa há mais de 20 anos para resgatar a música dos filmes pré-sonoros e tornar-se uma das maiores referências mundiais do género. Retrato do detective das notas musicais perdidas, das valas comuns da repressão nazi ao fosso das orquestras de Chostakovich e Charlie Chaplin. 

   Saiba mais</video:description>
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      <video:title>O que são as alterações climáticas? O PQ descomplica</video:title>
      <video:description>Aquecimento global e alterações climáticas são a mesma coisa? São de agora ou o planeta foi sempre tendo alterações ao longo da história? Que consequências terão em Portugal?  O PQ explica e descomplica as notícias.  

 Saiba mais sobre o assunto: 

 
	  O ritmo da nossa reacção às alterações climáticas é “incompatível com a situação que vivemos”  
	  Transformar água do mar tem custos, mas este é “o momento certo” para o   fazer  
	  Dessalinização: transformar o mar em água potável​  
	  Alterações climáticas: “Meias medidas já não são uma opção”, alerta   IPCC  
	  “Se pararmos as emissões amanhã, os glaciares não deixam de derreter. Temos de saber como lidar com isso”​</video:description>
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      <video:title>Amélia Muge estreia &lt;i&gt;Meu coração emigrou&lt;/i&gt;, segundo single do seu novo álbum &lt;i&gt;Amélias&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quinze dias após a publicação do primeiro single e videoclipe do novo álbum da cantora e compositora Amélia Muge, com data de lançamento anunciada para 18 de Março, chega agora às plataformas digitais o segundo. Chama-se  Meu coração emigrou  e, tal como o primeiro (  Chove muito, chove tanto  ), assenta no desdobramento da voz de Amélia em variações tímbricas, tonalidades, ambiências ou pulsões rítmicas. O arranjo é de António José Martins, também responsável pela introdução de sons electrónicos a que se junta a percussão de José Salgueiro, mas é a voz a protagonista. Daí o título do álbum:  Amélias . 

 Num texto que anuncia o disco, escreve Amélia: “Sempre tive o canto em coro na minha vida, no meu coração e no meu trabalho, bem espelhado na minha colaboração com as vozes búlgaras do  Pirin Folk Ensemble  na Expo 98, ou em projectos mais alargados, como a criação do grupo:  Outra Voz , ligado à área da Comunidade de Guimarães Capital Europeia da Cultura (grupo este que teve uma participação muito expressiva e particular no CD   Periplus, deambulações luso-gregas   em parceria com o músico grego Michales Loukovikas) bem como a experiência ligada à concepção do concerto com vários grupos:   De Viva Voz, O Canto profundo à Capela  . Artisticamente, a par destas revisitações que vão às raízes de infância e às da música tradicional estão ainda outros desafios de fusão multicultural, a minha participação nas  Terras de canto , com as cantoras italianas Elena Ledda (Sardenha) e Lucilla Galeazzi, a ligação à música grega e às linguagens mais contemporâneas como as de Meredith Monk, Bobby McFerrin ou Laurie Anderson.” 

 O novo single de Amélia Muge estreia-se menos de 48 horas antes de a RTP2 exibir o documentário  Amélias , gravado nos dias 7, 8 e 9 de Janeiro 2022 no Auditório de Espinho e centrado no concepção do novo álbum. Com realização de Igor Martins e produção de Isabel Roma, o documentário (de 50 minutos) será exibido pouco depois da meia-noite de domingo para segunda-feira, às 00:08 de 7 de Março, segun</video:description>
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      <video:title>Mísia estreia primeiro single do novo álbum e desvenda bastidores de &lt;i&gt;Animal Sentimental&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O novo álbum de Mísia, sucessor de   Pura Vida  (2019) , já tem data de saída: 29 de Abril, com edição da Galileo. E será apresentado ao vivo no dia 27 de Maio, no Auditório do Museu do Oriente, em Lisboa. Chama-se  Animal Sentimental  e é acompanhado por um livro inédito onde a cantora passa em revista vários episódios da sua vida, pessoal e musical. A capa (aqui reproduzida em parte) é um novo retrato que dela fez da pintora francesa Anne-Sophie Tschiegg, que já tinha assinado o quadro do cartaz do  espectáculo que Mísia apresentou no CCB,  As Mais Bonitas  . 

 O que será tal disco, conta-o a própria Mísia num EPK agora publicado, ao mesmo tempo que é divulgado, apenas em áudio,  o primeiro single do disco,  Da vida quero os sinais  . No vídeo, com cerca de 25 minutos, onde se intercalam imagens das gravações com declarações de cantora ou do produtor, o alemão Wolf-Dieter Karwatky, Mísia fala das suas duas grandes influências, Amália e Juliette Gréco (“Porque ao mesmo tempo que canto, digo. Sou uma voz-personagem e não uma voz-performance”), e do relevo por ela dado à palavra e ao sentir. “As palavras são essenciais. Por isso eu não podia cantar uma música muito bonita com umas palavras tontas.” E noutra passagem do vídeo: “O que decide, realmente, para mim, é sentir. Por isso é que este disco se chama Animal Sentimental. Porque sentir foi o que me salvou em todas as fases difíceis da minha vida. Por isso realço sempre esta capacidade de me fazer sentir, que eu encontro num poema ou noutro.” 

 Gravado em Lisboa, no Estúdio Namouche, em Dezembro de 2021, o novo álbum de Mísia tem arranjos e direcção musical de Ricardo Dias e produção de Wolf-Dieter Karwatky, que também assegurou a engenharia de som, na gravação, edição, mistura e masterização. Com ela (voz), participaram nas gravações Ricardo Dias (piano), Fabrizio Romano (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Viena (viola de fado), Daniel Pinto (baixo acústico), Bruno Costa (guitarra de Coimbra) e Luís Ferreirinha (viola de fado). 

 Ac</video:description>
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      <video:title>Trinta anos depois de &lt;i&gt;Sarajevo&lt;/i&gt;, UHF lançam &lt;i&gt;Ucrânia Livre&lt;/i&gt; contra a guerra ditada por Putin</video:title>
      <video:description>Foi há três décadas que os UHF lançaram uma canção chamada   Sarajevo  , em resposta à guerra que eclodira na antiga Jugoslávia, reacendendo antigos ódios e semeando a morte às portas da Europa. Começava assim: “Diz-me que este Verão foi mentira/ Nada disto está a acontecer/ Sarajevo, um alvo nas miras/ E os polícias do mundo estão a ver”. Essa canção viria a integrar o álbum  Santa Loucura , editado em 1993. Agora, passados trinta anos, os UHF pegaram nessa música e a partir dela fizeram  Ucrânia Livre , canção em apoio da Ucrânia e condenando a invasão ditada por Putin. Começa assim: “Diz-me que este Inverno é mentira/ A velha ordem quer regressar/ A loucura na ponta das miras/ O invasor não pode passar.” E o refrão diz: “Ucrânia livre/ Que a guerra devora/ De pé resiste/ Na velha Europa/ Ucrânia livre/ Ucrânia livre – vencerá.” O videoclipe, com imagens da resistência e a letra em português e ucraniano (publicada também na íntegra no texto que o acompanha), foi lançado esta sexta-feira e, segundo os autores, os fundos obtidos com a canção “revertem para as acções de apoio à Ucrânia”.  

 A justificar esta iniciativa, na linha de outras que têm movido os UHF, o seu fundador e vocalista, António Manuel Ribeiro, divulgou um texto que reproduzimos na íntegra: “Há 30 anos, reagi à estupidez de uma guerra fratricida, que destruiu os corações e revolveu as cidades dos Balcãs: eram vizinhos contra vizinhos num genocídio étnico-religioso que nos trazia o Holocausto de volta:  Sarajevo (verão de 92)  foi a canção que escrevi. A ideia tomou a minha consciência quando Portugal, e outros países europeus, receberam os órfãos que uma ponte aérea ia retirando da Jugoslávia. Trinta anos passados, a besta regressou à Europa com o seu cortejo de artefactos bélicos, discursos enviesados e semântica burlesca para consumo da idiotia. Para justificar o inaudito, há quem reconfigure ideologias e razões geoestratégicas. Patético, excepto para os refugiados, mulheres e crianças a chorar (outra vez) na TV, porque os homens ficam para </video:description>
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      <video:title>O PÚBLICO tem um novo plano chamado Azul</video:title>
      <video:description>O nome é inspirado no pontinho azul-claro, do tamanho de um grão de areia, que Carl Sagan descreveu um dia para falar sobre a Terra. O projecto que o PÚBLICO lança, com o apoio de mecenas, nasce em plena crise climática para garantir mais e melhor jornalismo sobre o desafio dos nossos tempos: manter este que é o único lar que temos. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Forças russas controlam central nuclear de Zaporizhzhia</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 
 

 As forças militares russas controlaram a central nuclear de Zaporizhzhia – a maior da Europa – no sudeste da Ucrânia, informou a administração regional nesta sexta-feira. O regulador nuclear ucraniano já avançou que não foi detectado um aumento de radiação na central.  

 "Centenas de milhares de pessoas sofreram as consequências [de Chernobyl], dezenas de milhares foram retiradas. A Rússia quer repetir isso e já está a tentar", afirmou Zelesnkii. "A Ucrânia conta 15 reactores nucleares. Se ocorrer uma explosão, é o fim de tudo. O fim da Europa. É a evacuação da Europa", advertiu. 

 Para o Presidente ucraniano, "apenas uma acção europeia imediata pode travar as tropas russas. É preciso impedir a morte da Europa num desastre nuclear".</video:description>
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      <video:title>A destruição causada pela “visita” dos russos a Borodyanka</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 

 
 As tropas russas devastaram esta quarta-feira Borodyanka, uma cidade a 40km de Kiev. As imagens são de completa destruição. “A primeira vez o prédio só abanou. Na segunda começou tudo a cair”, conta Alla. As forças russas têm vindo a bombardear edifícios residenciais na zona desde o dia 1 de Março.  

 Uma semana depois do início da invasão russa à Ucrânia, centenas de pessoas foram feridas ou mortas, e mais de um milhão já abandonou o país. Mas o governo ucraniano resiste.</video:description>
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      <video:title>Lviv resiste, Lviv ajuda: “Vamos ganhar. A verdade está do nosso lado”</video:title>
      <video:description>Leia a reportagem dos enviados do PÚBLICO, João Ruela Ribeiro e Adriano Miranda</video:description>
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      <video:title>"Desobediência civil é desprogramação de toda a nossa vida"</video:title>
      <video:description>Francisco interrompeu o discurso do primeiro-ministro, Maria bloqueou a rotunda do Relógio, João tentou entrar sem aviso na refinaria da Galp em Sines, Mariana dá apoio legal aos activistas. Se a situação é de emergência, é preciso desobedecer, acreditam. O PÚBLICO falou com quatro activistas na linha da frente dos protestos que querem evitar o “colapso climático”. 

 Leia a  reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Carlinhos Brown e outros músicos ocuparam 100 janelas para celebrar o Carnaval na Bahia</video:title>
      <video:description>Ainda em tempo de pandemia e longe da guerra que eclodiu no Leste da Europa, o Carnaval brasileiro viu canceladas muitas das habituais celebrações populares. Em Salvador da Bahia, onde as festas estiveram arredadas das ruas pelo segundo ano consecutivo, vários músicos deitaram mãos à obra para oferecer, em contrapartida, um Carnaval alternativo. Carlinhos Brown, Lia de Itamaracá (histórica cantora e compositora pernambucana, hoje com 78 anos, que foi a anfitriã deste espectáculo), Gaby Amarantos, Xanddy, Larissa Luz e os blocos afro Ilê Aiyê, Cortejo Afro e Didá, ocuparam 100 janelas do célebre Edifício Sulacap, no centro de Salvador, e aí fizeram a festa, que foi transmitida em directo nas plataformas digitais, incluindo o YouTube. Tal celebração teve, como sucede com vários festivais portugueses, o apoio explícito de uma marca de cerveja (a Devassa, da Heineken) e, de acordo com os seus promotores, quis “homenagear a essência negra” da “maior festa popular do país”. Com os músicos à janela, a cantar e a tocar, e a projecção simultânea de imagens de  video mapping , a iniciativa decorreu no domingo, 27 de Fevereiro, e foi baptizada como “Paredão Tropical”. A fotografia do edifício iluminado, aqui publicada, é da autoria de Victor Carvalho. 

 Durante o espectáculo, ouviram-se temas como  Quem me deu folia  (António Baracho),  Maracatu atômico  (Jorge Mautner e Nelson Jacobina),  Amantes cinzas  (Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown),  Meia-lua inteira  (Carlinhos Brown),  Que bloco é esse?  (Carlinhos Camafeu),  Sinhá pureza  (Pinduca) ou  Chão da Praça  (Moraes Moreira e Fausto Nilo). 

 O edifício Sulacap, inaugurado em 1946, foi projectado pelos arquitectos Anton Floderer (austríaco) e Robert Prentice (escocês), autores de várias obras arquitectónicas no Brasil. Localizado em frente à Praça Castro Alves, na esquina da Avenida Sete de Setembro com a Rua Carlos Gomes, é um dos principais exemplos de  Art déco  na capital baiana e tem sido, desde há vários anos, um ponto de encontro  habitual  durante o Carnava</video:description>
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      <video:title>Governos "têm de fazer o que prometeram": jovens que processaram 33 países pelo clima</video:title>
      <video:description>Catarina Mota, André e Sofia Oliveira, acompanhados de três irmãos de Meirinhas, no distrito de Leiria — Cláudia, Martim e Mariana Agostinho —, entregaram no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) um processo contra 33 estados, por causa das alterações climáticas. Os seis jovens portugueses saltaram para as bocas do mundo. Um ano e meio depois, muita coisa mudou, enquanto aguardam pelo desfecho do caso que o tribunal considerou prioritário. Catarina Matos, em representação dos seis, é a directora da edição especial aniversário do PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Esteves anuncia álbum para Abril e estreia-o com uma metáfora a que chamou &lt;i&gt;Floresta&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em 2019 que o vocalista e letrista dos lisboetas  Trêsporcento , Tiago Esteves, se lançou a solo assinando apenas Esteves num álbum homónimo, com canções folk inspiradas numa estadia de dois anos na Austrália. Desse álbum foram publicados dois videoclipes,   Vista de cima   e   Fiji  . Agora, passados pouco mais de dois anos, Esteves prepara-se para lançar um novo álbum,  O Alpinista , que deverá chegar às plataformas digitais e às lojas (em vinil branco) no dia 29 de Abril. A anunciá-lo, vai publicar esta sexta-feira um primeiro single e videoclipe, que se estreia um dia antes no PÚBLICO. Chama-se  Floresta  e nele participam, além de Esteves (voz, guitarra acústica e ambiências), João Gil (piano), David Santos (contrabaixo), David Pires (bateria) e JP Mendes (coros). O videoclipe, da autoria de JP Mendes, que é também responsável pelos materiais gráficos do novo disco, foi feito com base numa série de imagens a preto e branco, retiradas de anúncios clássicos americanos, de 1948 a 1969. 

 Mas a floresta a que nos conduz este tema não é uma floresta física. No texto que anuncia o videoclipe, Esteves explica assim o tema: “Lidar com o peso das nossas acções nem sempre é fácil. A  Floresta  é uma metáfora para o momento em que aceitamos o mal que fizemos.” 

 O álbum  O Alpinista , segundo os seus promotores, é editado pela Azáfama e contou com o apoio do Fundo Cultural da SPA e da República Portuguesa – Cultura. Além do tema que lhe dá título,  O alpinista , e do single agora divulgado,  Floresta , inclui mais sete canções:  Santiago ,  Que o mar leve ,  Caminho plano ,  A garça ,  Esconde-te de mim ,  Ter onde ficar  e  Doce anarquia . Todas as letras e músicas são de Esteves, excepto  A garça , com letra de Pedro Malaquias e música de Flak (Rádio Macau, Micro Audio Waves). Além dos músicos já citados, participou também nas gravações a violoncelista Raquel Merrelho.</video:description>
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      <video:title>Zelenskii aplaudido de pé no Parlamento Europeu: "Provem-nos que estão connosco"</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Especial Guerra na Ucrânia   
 

 
 O hemiciclo do Parlamento Europeu, pintado com as cores da bandeira da Ucrânia, aplaudiu de pé as palavras do Presidente Volodimir Zelenskii, que, numa breve mensagem por videoconferência aos eurodeputados e líderes europeus que participam numa sessão plenária extraordinária para discutir a invasão da Rússia, repetiu o seu apelo para a adesão do seu país à União Europeia. 

 “Todas as cidades do nosso país estão cercadas, mas não vamos quebrar. A nossa população está muito motivada na sua luta pela liberdade”, afirmou Zelenskii, que agradeceu o apoio, inclusive militar, que recebeu dos parceiros europeus. “Estamos a lutar pela nossa sobrevivência. Mas também estamos a lutar para ser membros iguais da Europa. E acredito que estamos a mostrar a todos que somos fortes, e que com a Ucrânia a UE vai ser muito mais forte”, declarou. 

 O Parlamento Europeu aprovou com 637 votos a favor, 13 contra e 26 abstenções, uma resolução a condenar “com a maior firmeza e veemência” a agressão militar não provocada e injustificada da Federação Russa contra a Ucrânia, e manifestar a sua total solidariedade ao povo ucraniano, “que já sofreu oito anos de guerra no seu país” e enfrenta agora uma ameaça existencial, com as tropas russas em marcha para Kiev. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Russos atacam edifício do governo em Kharkiv</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Especial Guerra na Ucrânia   
 

 
 Na cidade de Kharkiv, o exército russo definiu como alvo um edifício de Governo. Às 8h02 locais (menos duas horas em Portugal), foi disparado um míssil que atingiu a rua junto ao edifício da administração regional. Como se vê nas imagens e de acordo com o site noticioso The Kyiv Independent, a explosão aconteceu numa área frequentada por vários carros em movimento. O ataque provocou pelo menos dez mortos e 35 feridos, de acordo com uma publicação do adjunto do Ministério do Interior, Anton Heraschenko, citada pela Sky News.</video:description>
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      <video:title>Lavoisier levam-nos em &lt;i&gt;Passeata&lt;/i&gt; pelo Maio florido de 74 para chegar &lt;i&gt;Aí&lt;/i&gt; o novo álbum</video:title>
      <video:description>O quarto álbum dos Lavoisier, duo formado por Patrícia Relvas e Roberto Afonso, já tem data marcada: 22 de Março. Chama-se  Aí , tem onze canções e uma delas,  Passeata , estreia-se esta quinta-feira em single e num videoclipe com imagens de arquivo das memoráveis manifestações do 1.º de Maio de 1974, poucos dias após o 25 de Abril e o derrube da ditadura, filmadas em super-8 e agora editadas pelo artista plástico João Ferro Martins. 

 Patrícia Relvas e Roberto Afonso, o duo que compõem os Lavoisier, estudaram nas Caldas da Rainha e aventuraram-se musicalmente por Berlim. O contacto com as recolhas de Michel Giacometti abriu-lhes horizontes e, num cruzamento entre raízes tradicionais portuguesas, modernismo brasileiro e electrónica, criaram a sua própria linguagem. O seu álbum de estreia foi   Projecto 675   (em 2014), seguindo-se-lhe   É Teu   (2017) e   Viagem a um Reino Maravilhoso   (2019), um trabalho em torno da obra poética de Miguel Torga. 

 O seu quarto álbum,  Aí , é assim explicado pelos Lavoisier no texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe agora em estreia: “Este álbum surge com a necessidade de agir e fortalecer estes sítios comuns, ter consciência que continuamos a ser livres e responsáveis pelo aparecimento de novos diálogos, novas relações e discursos que nos catapultam para um futuro próspero. O ser independente na arte é uma ambição/condição que nos aproxima de uma verdade, verdade essa que se tem mantido através de ideologias defendidas sob o baluarte  na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se   transforma ; mantendo-nos fiéis a um espírito de que na arte, a partilha, o respeito e a vontade de fazer acontecer um  mundo melhor , fora de preconceitos e propriedades perigosas, seja alcançável e acessível a todos os seres independentemente da sua crença, género ou etnia.” 

 O disco vai ser apresentado ao vivo em Lisboa, no Teatro da Trindade, no dia 29 de Março, num concerto inserido no Ciclo Mundos, um programa que se realiza anualmente, numa parceria entre o Festiva</video:description>
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