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      <video:title>Marco Santos estreia &lt;i&gt;Empirical&lt;/i&gt; em videoclipe e continua a rodar &lt;i&gt;Evocations&lt;/i&gt; pelo país</video:title>
      <video:description>Na semana em que actua em Montemor-o-Novo (sexta-feira, dia 2), continuando a digressão pelo país do seu mais recente álbum,   Evocations  , Marco Santos estreia mais um videoclipe, o quarto desde que o disco foi anunciado. Desta vez trata-se de  Empirical , depois de   Lamento de alegria   (publicado a 10/10),   Grace   (a 28/10) e   Remembrance   (a 15/11). Gravado em 2020, durante a pandemia, o disco envolveu mais 25 artistas de várias áreas, entre músicos, artistas visuais e bailarinos. E, para criar os videoclipes, Marco Santos entregou cada um dos temas a artistas visuais diferentes. Neste caso, foi ele próprio que tratou do resultado final, como disse ao Ípsilon no início de Novembro: “Mandei-lhes a música gravada para eles fazerem uma improvisação sobre o tema, eles enviaram-me os vídeos e eu fiz a edição e montagem.” 

 Com Marco Santos (piano e voz), participa neste tema o bandoneonista argentino Martín Sued, com o qual Marco Santos tem um projecto em duo intitulado Jangada de Pedra. Além dos bailarinos, que fizeram as suas próprias coreografias, enviando os respectivos registos videográficos (nove, no total) para o músico lhes dar forma final, entrosando as imagens que, captadas em diferentes localidades e países, surgem como se formassem um todo único: Ana Borges (PT), Ana Silva (PT), Catarina Lopes Ribeiro (PT), César Fernandes (PT), Gressive Haki (PT), Hélio Santos (CV), Janice Iandritsky (AR), Miguel Oliveira (PT) e Roger Van der Poel (PT/NL).  Empirical , segundo o seu autor, “retrata e chama a atenção aos impulsos viscerais de uma vida. Todo um conhecimento que existe para além da nossa existência, como uma sabedoria divina que cria um fluxo, um movimento no espaço e no tempo”. 

 Depois do concerto em Montemor-o-Novo, Marco Santos continuará a apresentar  Evocations  noutros palcos, seguindo-se Coimbra (dia 3, Salão Brazil), Lisboa (dia 7, Hot Clube de Portugal) e Pombal (dia 9, Teatro-Cine). Nestes concertos, Marco Santos (composição, bateria e electrónica) é acompanhado por Carlos Garcia (</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Amantes Estilo Escobar&lt;/i&gt;, a homenagem de Félix Gambino a Pedrouços (clandestino)</video:title>
      <video:description>É uma metáfora em jeito de homenagem a Pedrouços, onde David Félix, que assina  Félix Gambino , cresceu. Viu "situações ilegais, com rusgas de polícias", e decidiu transpô-las para o videoclipe do  single   Amantes Estilo Escobar , que se estreia esta segunda-feira no P3. É parte de um EP com um título igualmente sugestivo —  Pedrouços Clandestino (Amor&amp;Narcotráfico)  —, que deverá ser lançado no início de 2023 e é inspirado nas vivências da freguesia da Maia, às portas do Porto. 

 Para já, apresenta-nos três minutos de uma espécie de  Narcos , que é a que acredita "representar melhor o estado de espírito que se viveu há uns anos" na freguesia, refere. "É uma metáfora muito rebuscada de uma relação amorosa trágica, que cria dependência, esse tipo de amor clandestino", explica, referindo-se à animação criada por João Raio. O  single  conta com a participação de Bia Maria — a voz que o produtor e  beatmaker  imaginou "logo que estava a criar a música".  

 Músico dos  David from Scotland  e  Malibu Gas Station , David Félix entrega neste EP uma libertação de "todas as ideias que surgem, mas não podem ser postas em prática por uma questão de género já vincado" nas outras bandas. O EP deverá contar com "músicas com ritmos mais latinos, alguma influência hip-hop e de electrónica também". Mas sempre com Pedrouços na cabeça.</video:description>
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      <video:title>Novo aeroporto de Lisboa no papel há cinco décadas</video:title>
      <video:description>Este trabalho foi publicado a 28 de Novembro de 2022, altura em que foi criada uma Comissão Técnica Independente, pelo Governo, para apoiar a decisão política relativa à escolha da localização do novo aeroporto de Lisboa. Esta terça-feira é apresentado o relatório técnico preliminar com os possíveis novos destinos.  

 Há 80 anos, nos primeiros 12 meses de actividade, o aeroporto da Portela recebeu 2.863 passageiros. No ano seguinte, o valor mais do que triplicou e, desde então, o crescimento tem sido exponencial, com um recorde de 31,2 milhões de passageiros em 2021. 

 O aumento da procura rapidamente fez prever a necessidade de expandir as instalações e em 1969 foi criado o Gabinete do Novo Aeroporto de Lisboa (GNAL).   

 Mais de cinco décadas depois, com 18 localizações estudadas e cinco projectos anunciados, o plano para o novo aeroporto de Lisboa permanece no papel. 

 
	   PÚBLICO e CES promovem conferência “Novo aeroporto: tempo de decidir”</video:description>
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      <video:title>"Libertem o povo". Protestos na China pedem o fim do regime de Xi Jinping</video:title>
      <video:description>Foi em Xangai, a cidade mais populosa da China, que os protestos atingiram um nível pouco comum, quando um grupo de pessoas começou a entoar slogans contra o regime do Partido Comunista Chinês e o seu Presidente, Xi Jinping, exigindo a sua demissão, no sábado à noite. A maioria das manifestações prolongou-se noite dentro até às primeiras horas de domingo.​ 

 Um incêndio num prédio de apartamentos que matou dez pessoas, na quinta-feira, desencadeou manifestações contra a estratégia governamental anticovid-19. Muitos moradores acreditam que os trabalhos de resgate no prédio foram prejudicados pela insistência das autoridades em manter as pessoas encerradas nas suas casas, embora os dirigentes locais neguem que isso seja verdade.​ 

 Saiba mais: 

 
	   ​Protestos contra confinamentos da covid-19 na China transformam-se em contestação ao regime​</video:description>
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      <video:title>Elida Almeida anuncia novo álbum com &lt;i&gt;Dondona&lt;/i&gt;, canção inspirada na relação com as avós</video:title>
      <video:description>Publicado em 2020, o álbum   Gerasonobo   já tem sucessor. Chama-se  Di Lonji  e será o quinto disco a solo da cantora e compositora cabo-verdiana Elida Almeida, com lançamento previsto para 23 de Janeiro de 2023, com selo da Lusáfrica. Dele fora já publicado em Abril um single,   Mau menino  , cantado em português e em crioulo, e agora chega um segundo,   Dondona  . É, conforme se diz no texto que o anuncia, um tema inspirado na relação com as avós: “Da avó paterna, revela o orgulho de com ela ter crescido, os ensinamentos, a aprendizagem desde o 1.º ano de idade. Foca o infindo valor das rugas, hoje com 93 anos, pelo conteúdo do que está por detrás de cada momento vivido. Inspirada nas duas avós, salienta o forte significado de receber a bênção, a que chama de banho de energia.” O título do álbum anunciado,  Di Lonji , retrata de certo modo um percurso que não é só dela, mas da música cabo-verdiana na sua relação com o mundo. “Venho de um país que, há algumas décadas, nem estava no mapa”, diz a cantora no texto a anunciar o single e o álbum: “Venho sobretudo do interior da ilha de Santiago, de uma paisagem tão profunda, tão remota, que a maioria dos seus habitantes nunca a abandona. Visitei 50 países, ganhei muitos prémios e divulguei as minhas criações pelos quatro continentes...” 

 Nascida em 15 de Fevereiro de 1993, na cidade de Pedra Badejo, Santa Cruz, Ilha de Santiago, Elida Almeida lançou até à data  quatro discos . Estreou-se com   Ora Doci Ora Margos   (2014), seguindo-se-lhe   Djunta Kudjer   (2017),   Kebrada   (2017) e   Gerasonobo   (2020). Deste, 13 temas são da própria Elida (letra e música), três são parcerias com outros músicos (dois com Hernâni Almeida e um com Blinky Bill) e dois são da autoria de Manú Reis. Há ainda uma versão, com arranjo de Hernâni Almeida, de um tema dos históricos Bulimundo,   Mundo ka bu kaba  .</video:description>
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      <video:title>Portugal "não tem que ser cúmplice" de regimes autocráticos, diz Poiares Maduro</video:title>
      <video:description>Em entrevista para o programa Hora da Verdade do PÚBLICO e Rádio Renascença, Miguel Poiares Maduro avisa António Costa que as trapalhadas do Governo e a confirmação de que interferiu para não retirar Isabel dos Santos do BIC podem ser razão “suficiente” para que a legislatura seja interrompida. 

 Leia a entrevista: 

 
	   Poiares Maduro: Costa interferir no caso BIC pode ser “razão suficiente” para questionar “a sua continuidade”   
	   Viagem de Marcelo e Costa ao Qatar “é lamentável” e “promove” regime autocrático</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Público na Escola&lt;/i&gt;: "A importância da literacia mediática é cada vez maior"</video:title>
      <video:description>Esta terça-feira, 22 de Novembro, é Dia da Literacia Mediática no PÚBLICO, com a entrega dos prémios do Concurso Nacional de Jornais Escolares 2021-22​. 

 Os vencedores do Concurso Nacional de Jornais Escolares, promovido pelo PÚBLICO através do  Público na Escola , provaram que o jornalismo escolar está vivo e de boa saúde. Alguns existem há décadas, outros surgiram nos últimos anos. Todos mereceram reconhecimento pelo trabalho singular que desenvolveram. Os prémios distinguem os melhores jornais de escola e de agrupamento de escolas, o melhor trabalho de ciência, a melhor reportagem, o melhor design gráfico e o melhor trabalho de cultura, a grande novidade desta edição. Para além de todos estes, há ainda um Prémio Incentivo. 

 O programa tem início às 10h30.  Acompanhe em directo .</video:description>
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      <video:title>Um &lt;i&gt;Fado à portuguesa&lt;/i&gt; com assinatura de O Marta, um dos fundadores dos Bang Avenue</video:title>
      <video:description>Como Guilherme Marta, já o ouvimos nos extintos Blazerdog e nos ainda vivos e activos Bang Avenue. Até que, em 2021, resolveu criar um projecto a solo, intitulado  O Marta , e com ele já lançou dois singles com videoclipes,   Quando o corpo não te convém   (em Outubro de 2021) e   A mulher beirã   (em Fevereiro de 2022). Agora estreia um novo, a que deu o título de  Fado à portuguesa , para “satirizar o quotidiano do povo português em pleno século XXI”. Com letra, música e produção de Guilherme Marta (voz, guitarra eléctrica e guitarra portuguesa), o tema conta ainda com Francisca Tadeu (flauta e coros), Pedro Novo (baixo), Gonçalo Cabral (bateria e percussões) e Leonardo Patrício (sintetizadores). A mistura e gravação é de João Brandão, a masterização de Leonardo Patrício e o videoclipe tem realização e edição de Diogo Pontes. A letra reza assim: “Oioai que dor que é ser português/ Cantar sem sofrer não pode ser fado/ Oioai que dor que é ser português/ Reclamar sem mexer as costas do sofá// Porque é que estás aí a reclamar com a guitarra na mão/ Só dás três acordes e já te achas um campeão/ A minha voz está presente porque quero,/ Quero transmitir/ A minha vontade é mudar a tristeza que há neste país// Se eu quisesse ficar calado,/ Estava bem sentado/ A ver a selecção” 

 Nascido em Viseu, Guilherme Marta iniciou aí os estudos musicais a aprendeu piano no conservatório de música local. Aos 14 anos fundou uma banda de  covers  e depois, já com originais, fundou os Blazerdog, banda que em 2015 correu palcos pelas Beiras e em 2016 lançou um single (  Gentle cry  ) antes de se extinguir. Mais tarde, formou com Leonardo Patrício um duo, Bang Avenue, que desde 2019 tem lançado canções em EP e vários singles, entre os quais   A girl called depression  ,   Forever together   e   Lose to fear  , até se estrear em álbum em 2022, com  Bang Avenue . O mesmo ano em que Guilherme, após dois anos na ESMAE (em Produção e Tecnologias da Música), resolveu lançar o projecto a solo O Marta, procurando, conforme se diz no texto qu</video:description>
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      <video:title>Que perguntas têm as crianças sobre as alterações climáticas?</video:title>
      <video:description>"Ainda há tempo para salvar o mundo na totalidade?", "a região do Algarve poderá tornar-se um deserto?" e "porque é que a situação ainda não melhorou, uma vez que já existiram várias cimeiras sobre o clima?" — são algumas das dúvidas e questões levantadas pelos alunos do Centro de Ciência Viva de Lagos.</video:description>
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      <video:title>Frankie Chavez canta em português acerca “de diálogo e de compreender o outro lado”</video:title>
      <video:description>O primeiro sinal foi dado no início de Julho, com o tema   Cheguei bem  , e o segundo chega esta sexta-feira com  Não saberás . Dois temas que anunciam o primeiro álbum de Frankie Chavez totalmente cantado em português e que deverá estar disponível em Fevereiro de 2023. Guitarrista, cantor e compositor, nascido em Lisboa em 30 de Abril de 1979, Joaquim Francisco Chaves adoptou o nome artístico de Frankie Chavez na altura de lançar  o seu primeiro EP  (editado então pela Optimus, actual NOS). A esse EP, publicado em 2010, seguiram-se os álbuns   Family Tree   (2011),   Heart &amp; Spine   (2014),   Ao Vivo em Coimbra   (lançado com a revista  Blitz , em 2017) e, por último,   Double or Nothing   (2017) que deve o título, com sabor a  western , ao facto de, à época, Frankie ter sido pai de duas meninas, depois de já ter em casa dois rapazes. Depois disso, assinou em parceria com Peixe os álbuns   Miramar   (2019) e   Miramar II   (2022). 

 Com letra e música de Frankie Chavez (guitarra e voz),  Não saberás  conta ainda com João Correia na bateria e António Quintino no baixo e foi produzido por Nuno Rafael, com captação e mistura de Zé Nando Pimenta e masterização de Miguel Pinheiro Marques. Segundo o seu autor, no texto que acompanha o lançamento, “esta música fala de reconciliação. Fala de reencontro e de compromisso. Fala de cedência, de diálogo e de compreender o outro lado, ainda que não apeteça. Fala de liberdade. De liberdade de escolha e de liberdade de expressão. Às vezes temos de arriscar para nos sentirmos vivos. Senão nunca saberemos o que seria se não tivéssemos dado aquele salto”. O videoclipe foi realizado por André Tentúgal, com produção de Tomás Valle.</video:description>
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      <video:title>Xi Jinping critica acção de Justin Trudeau: "Isso não é apropriado"</video:title>
      <video:description>Numa conversa informal durante a cimeira do G20 em Bali, na Indonésia, o Presidente chinês Xi Jiping abordou o primeiro-ministro canadiano Justin Trudeau para criticar as suas acções por ter divulgado uma conversa entre os dois, que teria sido privada. 

 Xi Jiping acrescentou que ​"se houver sinceridade, pode comunicar-se bem com respeito mútuo, caso contrário, o resultado não será fácil", uma frase que não foi traduzia pelo intérprete.  

 Trudeau retornou a crítica e disse ao Presidente chinês que: "No  Canadá, acreditamos no diálogo livre, aberto e franco e é isso que continuaremos a ter".   

   Leia todas as notícias sobre a cimeira do G20  .</video:description>
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      <video:title>E do Expresso Transatlântico saiu &lt;i&gt;Barquinha&lt;/i&gt;, numa aventura marítima com Conan Osíris</video:title>
      <video:description>Depois de lançar quatro videoclipes do seu primeiro EP,   Expresso Transatlântico   (2021), que trazia por título o nome do grupo, o trio composto por composto por Sebastião Varela (guitarra eléctrica e teclados), Gaspar Varela (guitarra portuguesa) e Rafael Matos (bateria) estreia agora um novo tema, até aqui inédito. Assim, aos videoclipes de   Primeira Rodada  ,   Azul Celeste  ,   Alfama, Texas   e   Quando Neptuno deu à Costa   junta-se agora uma música original,  Barquinha , com voz e letra de Conan Osíris. Realizado, tal como os anteriores, por Sebastião Varela, e com participação do trio e de Osíris, este tema conta ainda com dois músicos convidados: Tiago Martins (baixo) e Zé Cruz (teclados). Filmado a preto e branco e a cores, inclui (“gentilmente cedidas pela família e herdeiros”) imagens do filme   Maria do Mar , de Leitão de Barros  (1930), obra-prima do cinema mudo português que a Cinemateca editou este ano em DVD, com música original de Bernardo Sassetti interpretada pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa. 

 A ideia de trabalhar com Conan Osíris é anterior ao EP de estreia, segundo os Expresso Transatlântico: “Desde o início deste projecto que o nosso intuito tem sido juntar diferentes sonoridades, de diferentes realidades e juntá-las numa casa comum.  Barquinha  acaba por ser exactamente isso, um sítio onde nos podemos encontrar musicalmente.” Reuniram-se então os três (Sebastião, Rafael e Gaspar) para “compor as ideias” que iam tendo “E partilhávamos com o Conan as malhas que iam saindo. Sempre sem qualquer complicação e bastante receptivo ao que tínhamos a apresentar, o Conan foi juntando a magia dele. Daí saíram várias horas de criação e boa onda que havemos de levar connosco para o resto da vida como um exemplo de como existe dentro da música esta possibilidade incrível de juntar pessoas. Mais tarde, num processo mais avançado e com o apoio do Tiago Martins e do Zé Cruz, levámos a música até ao Haus [estúdio onde o tema foi gravado, em Outubro] com o Pedro Ferreira e o Makoto e o resto é hist</video:description>
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      <video:title>Guerra na Ucrânia: "PCP continua a ser queimado em lume brando", diz Arménio Carlos</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao programa Hora da Verdade, do PÚBLICO-Rádio Renascença, Arménio Carlos diz que lhe custa ver o PCP “queimar em lume brando” por não ter respondido directamente à questão sobre se houve ou não invasão da Ucrânia pela Rússia. E desafia o partido a “corrigir” a sua posição para conseguir pôr as propostas que respondem à vida dos portugueses no centro do debate. O antigo secretário-geral da CGTP espera que o novo líder comunista, Paulo Raimundo, o faça rapidamente. 

 Leia a versão transcrita: 

 
	   Arménio Carlos desafia PCP a “corrigir” posição sobre Ucrânia. Partido está a ser “queimado em lume brando”</video:description>
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      <video:title>Os momentos do discurso de Lula da Silva na COP27</video:title>
      <video:description>"O Brasil está de volta para reatar os laços com o mundo e ajudar novamente a combater a fome no mundo. Para cooperar outra vez com os países mais pobres, sobretudo de África, com investimento e transferência de tecnologia. O Brasil está pronto para colaborar num mundo mais justo, mais humano e mais solidário"</video:description>
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      <video:title>Biden diz que "é improvável" que míssil  "tenha sido disparado da Rússia"</video:title>
      <video:description>​Num momento inicial, pelas 18h30 desta terça-feira (hora de Portugal continental), a Associated Press avançou que mísseis russos teriam atingido território da Polónia, citando um funcionário dos serviços de informação norte-americanos. Na sequência da explosão, o Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco afirmou que foi um “míssil de fabrico russo” o responsável pela morte de duas pessoas.  

 O Ministério da Defesa da Rússia reagiu esta quarta-feira e afirmou que a explosão em território polaco foi causada por um míssil de defesa aérea ucraniano, mas Dmitri Medvedev​, antigo Presidente russo, acusou o Ocidente de aumentar a possibilidade de uma terceira guerra mundial. A China pediu "calma" a todas as partes na sequência das informações sobre o míssil de fabrico russo. 

   Acompanhe ao minuto  .</video:description>
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      <video:title>E se Putin não tivesse chegado ao poder? A história de Boris Nemtsov</video:title>
      <video:description>Em 1994, Boris Ieltsin, o primeiro Presidente russo, disse à imprensa que estaria na altura de Boris Nemtsov se tornar o seu sucessor. Mas os oligarcas tinham outros planos. Em 1999, Vladimir Putin é nomeado Presidente da Rússia, e Boris Nemtsov relegado para líder da oposição. 

 Em 2014, quando a Rússia anexou a Crimeia, Boris Nemtsov foi das “raras” vozes no país que se opôs à jogada de Putin. Um ano depois, foi assassinado a 200 metros das muralhas do Kremlin. Zhanna Nemtsova, a filha, ainda procura justiça. Vive em Portugal e trabalha para manter vivo o sonho democrático do pai. 

 Leia  a história completa .</video:description>
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      <video:title>Ministra da Defesa destaca retenção de efectivos como questão central</video:title>
      <video:description>Na primeira entrevista desde que é ministra da Defesa Nacional do XXIII Governo, Helena Carreiras promete a meta dos dois por cento do PIB para a Defesa até ao final da década, faz um ponto de situação sobre os militares portugueses na fronteira leste da NATO na guerra da Ucrânia e promete abrir os quartéis e divulgar a condição militar à sociedade. Para cativar jovens e, sobretudo, garantir mecanismos para a sua retenção nas fileiras. 

 Entrevista transcrita: 

 
	   Helena Carreiras: “Aumentos dos militares entre dois por cento a 11 por cento”   
	   "Podem sempre contar com as Forças Armadas em vagas epidémicas”, garante Ministra da Defesa</video:description>
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      <video:title>População ucraniana celebra nas ruas de Kherson depois da retirada russa</video:title>
      <video:description>A região de Kherson “é um assunto da Federação Russa", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela agência francesa AFP. “Não pode haver mudança”, acrescentou Peskov, no primeiro comentário da presidência russa sobre a retirada das suas forças de Kherson, que foi concluída neste dia. 

 “Às 5h, hora de Moscovo [2h em Lisboa], foi concluída a redistribuição das tropas russas para a margem esquerda do rio Dniepre​”, disse o Ministério da Defesa russo, assegurando que a operação decorreu sem registo de vítimas. 

 Saiba mais: 

 
	   Moscovo declara que Kherson continua a fazer parte da Rússia apesar da retirada   
	   Exército ucraniano já entrou em Kherson</video:description>
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      <video:title>Plantada a &lt;i&gt;Raiz&lt;/i&gt;, Rita Onofre anuncia com &lt;i&gt;Perdoei&lt;/i&gt; a sua estreia em álbum para 2023</video:title>
      <video:description>Aos 26 anos, Rita Onofre anuncia um primeiro álbum para 2023, depois de ter lançado a solo um EP a que chamou  Raiz  e que continha quatro canções, “escritas entre 2016 e 2020”, como se dizia no disco:   Haja sempre   (a “lembrar que os dias maus têm o seu lugar no plano maior que é a vida de cada um”) ,  Lugar nenhum   (“a sensação desconfortável de não pertencer”),   Talvez tenhas   (“um crescendo para algo melhor do que fomos ontem”) e   À porta   (com um videoclipe filmado em casa da avó: “onde tenho tantas memórias e que me dá sempre a sensação de segurança que só a casa da avó tem”). Agora, lança um novo single e videoclipe,  Perdoei , anunciando com ele um primeiro álbum, com lançamento previsto para 2023.  

 A canção, diz-se no texto que a anuncia, “é sobre uma dor antiga”, daquelas “que são passadas de geração em geração”: “Agimos a dormir constantemente, até que há alguém no caminho que já anda tão pesado de passado que dá por essa dormência”, diz Rita Onofre. “Para libertar eu escrevo, e para libertar e deixar ir serve esta música”. O tema voltou a ser produzido por Ned Flanger, que já produzira  Raiz , e este transformou um áudio de telemóvel num  riff  de guitarra, criando a base que lhe deu mote. O arranjo “cresceu em banda”, com Miguel Garcia (guitarra), Pedro Almeida (bateria), e o videoclipe simula o de um telemóvel, filmado na vertical por Luís Água e Pedro Ivan, com  artwork  concebido por Luar. 

 Rita Onofre começou a escrever as primeiras canções aos 12 anos, em inglês, idioma que se manteve na banda SEASE, onde Rita fez dupla com Miguel Laureano juntando-se-lhes, mais tarde, Gonçalo Vasconcelos. Lançaram um álbum,  The Way The Waves Hit The Beach  (2017), e dois EP,  When Lost At The Ocean ,  A Fellow Comes Out  (2016) e  Wave Motion  (2018). A escrita em português data desse período (2016): “Uma língua exigente e que muito respeito, só consegui começar a senti-la como minha quando me despi de complexos e filtros.” Antes de lançar  Raiz , Rita já escervera duas canções em português,   </video:description>
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      <video:title>Marco Santos com Sinan Arat &amp; Filipe Pereira no terceiro single do álbuns &lt;i&gt;Evocations&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O álbum foi gravado durante a pandemia e Marco Santos envolveu na sua criação mais de 25 artistas de várias áreas, entre músicos, artistas visuais e bailarinos.   Evocations ,  assim se chama o disco, tem sete temas, todos eles com videoclipes ( Grace ,  Remembrance ,  Empirical ,  Lamento de Alegria ,  Allegory ,  Impetus  e  Reverie ) que têm vindo a ser publicados, enquanto o disco é apresentado ao vivo em vários palcos. Depois de   Lamento de Alegria   (publicado a 10 de Setembro) e   Grace   (em 28 de Outubro), chega agora a vez de  Remembrance , onde Marco Santos, que no disco teve a seu cargo piano, voz e electrónica, toca com Sinan Arat, músico do Curdistão turco que colabora com Marco Santos há vários anos e que aqui canta e toca ney (flauta de junco turca). A arte visual foi entregue ao produtor e editor de vídeo Filipe Pereira. 

 Nos concertos, a digressão começou no dia 21 de Outubro e já passou por Leiria e Castelo Branco, onde a apresentação do disco foi feita em trio, com Marco Santos (composição, bateria e electrónica), Carlos Garcia (piano) e Catarina Rodrigues (sintetizadores).  Seguem-se   Olhão   (dia 25, na República 14),  Tavira (dia 26, Ria Inquieta) e Faro (dia 27, Clube Farense), três concertos onde Catarina será substituída pelo músico algarvio Dinis Costa (sintetizadores); por fim, em Dezembro, o espectáculo será apresentado em Montemor-o-Novo (dia 2), Coimbra (dia 3, Salão Brazil), Lisboa (dia 7, Hot Clube de Portugal) e Pombal (dia 9, Teatro-Cine).</video:description>
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      <video:title>“São só palpites, delírios à solta”, canta Zé Vargas a anunciar o seu primeiro EP</video:title>
      <video:description>Já anda há uns dez anos  pelo espaço virtual , arriscando versões acústicas de temas que vão dos Maroon 5 (  She will be loved  , em 2012) e Rui Veloso (  Porto Sentido  , em 2013) até à dupla Richie Campbell e Slow J (  Water  , 2018). E até publicou uma canção que escreveu, em inglês (  Fallin  , em 2018), apresentando-a como a sua “primeira música original”. Agora, Zé Vargas (é esse o seu nome) decidiu publicar mais um original, mas em português, a que deu o título de  Palpites  e que, segundo os promotores, anda “algures entre a Pop e o Rock, com uma mensagem dos e para os nossos tempos”, assim explicada pelo próprio: “Cansado de ser bombardeado por especialistas do ouvir dizer,  Palpites  é um desabafo para os reis da certeza. O grande pedido que se impõe nestes loucos anos 20, banal mas fulcral: o de termos todos um pouco mais de paciência. Empatia!”   

 O single e videoclipe que agora se estreia, antecipando o seu primeiro EP (ainda sem data de lançamento), far-se-á ouvir, ao vivo, junto com outros temas, numa apresentação em formato acústico marcada para o próximo dia 16 de Novembro, no  Espaço Moche , em Lisboa (21h30).</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis estreia &lt;i&gt;e se eu te disser&lt;/i&gt;, primeiro tema de um álbum a lançar em 2023</video:title>
      <video:description>Em Abril 2022 Mariana Reis lançou um primeiro EP e em 2023 conta lançar o primeiro álbum, estreando agora uma canção desse seu futuro disco. Chama-se  e se eu te disser  (título grafado sem maiúsculas, como tem sido habitual nas suas canções) e, ao contrário da temática do EP,  coisas por dizer , centrado em relações acabadas (retratadas em canções como   engana-me hoje,   eu deixo  ,   coisas por dizer  ,   há brilho na noite   e   ainda ando assim  ), este fala-nos de uma relação que começa. No dizer da autora, no texto que acompanha o single e respectivo videoclipe, “esta é uma canção quase em forma de relato daquilo que estava a acontecer, foi escrita de forma muito natural e simples, com tudo o que estava a viver e a sentir naquele momento.” 

 Isto embora nas canções anteriores tenha feito o oposto. Por uma razão: “Tenho mais facilidade em escrever sobre fins de relações do que sobre o início das mesmas, porque uso as canções e o que escrevo como forma de processar o que acontece na minha vida e como forma de ultrapassar essas mesmas coisas.” Mas quando esta canção lhe surgiu, achou que era “o tema ideal” para abordar o lado mais bonito das relações. Numa perspectiva não menos intensa, mas sim com a leveza e esperança dum começo.” 

 Nascida em Almada, no dia 8 de Setembro de 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, dos 8 aos 19. Pelo meio, aos 14, aprendeu a tocar guitarra sozinha, utilizando depois estes dois instrumentos para compor canções. A par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto vai compondo para si própria e para outras vozes.</video:description>
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      <video:title>João Oliveira defende que Jerónimo não é responsável pela quebra eleitoral do partido</video:title>
      <video:description>Na estratégia de médio prazo que se discute no próximo fim-de-semana na conferência nacional, uma das prioridades do PCP será a aproximação a sectores desiludidos com a maioria absoluta do PS para aumentar o poder nas ruas e forçar uma nova ‘geringonça’ em 2026,   diz João Oliveira em entrevista ao Hora da Verdade, do PÚBLICO em parceria com a Rádio Renascença.  

 O Ex-líder parlamentar, e membro da comissão política do comité central, admite que o foco do PCP será agora na organização da contestação social. 

 Leia as versões transcritas da entrevista: 

 
	   João Oliveira: na escolha do líder do PCP houve “várias opiniões”, mas “não há uma discordância”   
	   João Oliveira: melhorar resultados eleitorais do PCP “não depende” de Paulo Raimundo</video:description>
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      <video:title>António Guterres reage com humor ao ler o discurso errado na COP27</video:title>
      <video:description>No Egipto, o secretário-geral da ONU, António Guterres, apercebe-se, ao fim da primeira frase, que está a ler o discurso errado. A situação deu-se no quarto dia da cimeira do clima, COP27.</video:description>
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      <video:title>Colectores de neblina: uma experiência que "caça" água e ajuda à reflorestação</video:title>
      <video:description>Estamos num vale em Oliveira do Conde, freguesia de Carregal do Sal (Viseu). Abaixo do ponto onde nos encontramos, corre o Mondego. Acima, impossíveis de não ver num sítio que, fora isso, é só pedra e vegetação, erguem-se três “torres” verdes. Usamos aspas porque, embora ajude a ter uma ideia do cenário, “torres” não é a melhor palavra. Em rigor, falamos de malhas metálicas com redes mosquiteiras por cima. Mas estas redes não estão lá para proteger dos mosquitos (estamos num terreno baldio, não havendo, portanto, ninguém a proteger). Estão lá para “caçar” água. 

 Reportagem completa: 

 
	   Há caçadores de água da neblina que querem criar novas florestas em Portugal</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Milk&lt;/i&gt;: a produção de leite pelos olhos de uma vaca que fica sem a cria</video:title>
      <video:description>É o "melhor do melhor" no que toca à produção de lacticínios. Ou não. É a perspectiva de uma mãe, uma vaca que vê os filhos arrancados para se tornarem máquinas de produção e que acaba, também ela, morta para consumo. Uma dura realidade, retratada em animação nesta campanha realizada por Ed Winters e dirigida por Ashley Reed.  

  Milk  é feito "para todos os animais que viram a sua vida, autonomia e dignidade serem-lhes retiradas pela indústria do leite", lê-se no  site  da curta-metragem. "Ao usar animação, fomos capazes de mostrar uma perspectiva única e contar a história de uma mãe de uma forma que não seria possível com recurso a imagens de investigações, apenas." 

 Os autores da curta-metragem alertam também para os rótulos de lacticínios que dizem ser "orgânicos", "responsáveis" ou "criados de forma humanizada": "Não importa o que lhes chamamos, todas as vacas leiteiras são vítimas de uma indústria que as emprenha, lhes retira os bebés, explora os seus corpos e envia-as para matadouros." E acaba com uma reflexão: como seria se a cor do leite representasse a indústria do leite?</video:description>
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      <video:title>António Costa diz que Portugal poderá antecipar data para a neutralidade carbónica</video:title>
      <video:description>O primeiro-ministro António Costa levou a preocupação com as emissões de gases com   efeito de     estufa   causadas pelos incêndios florestais à Cimeira do   Clima   (COP27) em Sharm-el-Sheik, no Egipto, nesta terça-feira. “Estima-se que 6% das emissões mundiais de dióxido de   carbono   (CO2), ou 1,9 mil milhões de toneladas de CO2, resultem de incêndios de causa humana. Em anos mais extremos, pode chegar a representar 20%”, enumerou o primeiro-ministro. 

 Notícia completa: 

 
	   António Costa leva as emissões de CO2 causadas pelos fogos florestais à COP27</video:description>
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      <video:title>A Cimeira do Clima, que começou a 6 de Novembro, no Egipto</video:title>
      <video:description>Muitas vezes disseram a Simon Stiell, o secretário executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas para as   Alterações Climáticas  , que alguma coisa era impossível. “Mas recordo sempre uma frase de Nelson Mandela: ‘tudo é sempre impossível até estar feito'”. Foi esse o espírito que quis incutir na inauguração da Cimeira do   Clima   da ONU (COP27), em Sharm-el-Sheik, no Egipto, que teve a sessão inaugural neste domingo. 

 Uma amostra de que o impossível pode acontecer é que, pela primeira vez numa Cimeira do Clima, foi incluído na agenda oficial o tema das perdas e danos – a questão de saber se os países mais ricos e historicamente responsáveis pela maior quantidade de gases com   efeito de estufa   na atmosfera devem compensar os países mais vulneráveis, normalmente os mais pobres, pelos efeitos das alterações climáticas.</video:description>
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      <video:title>A Cimeira do Clima, a COP27, já começou no Egipto. E nós, o que fazemos pelo clima?</video:title>
      <video:description>Enquanto os líderes mundiais se prepararam para mais uma cimeira anual das Nações Unidas sobre o clima, desta vez no Egipto, activistas e cidadãos esperam que não seja desperdiçada mais uma oportunidade para acelerar a acção climática. Os movimentos pelo clima e os cientistas lembram que é urgente uma mudança sistémica para evitar os piores impactos da crise climática e que as nossas  decisões individuais pesam pouco na balança . Ainda assim, há quem tenha alterado comportamentos e hábitos de consumo a pensar no futuro de todos nós, ou quem procure soluções mais sustentáveis. Aqui ficam alguns exemplos no arranque da  COP27 .</video:description>
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      <video:title>Tiago Sousa anuncia com &lt;i&gt;Sunflowers&lt;/i&gt; o seu segundo álbum de 2022, &lt;i&gt;Ripples On The Surface&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Pianista e compositor,  Tiago Sousa  já conta com um número considerável de álbuns a solo, desde  Crepúsculo  (2006) até   Organic Music Tapes, Vol. 1   (2022), gravando, entre ambos,   Insónia   (2009),   Walden Pond’s   Monk   (2011),   Samsara   (2013),   Um Piano nas Barricadas   (2016),   Oh Sweet Solitude   (2020) e   Angst   (2021). Agora estreia um outro,  Ripples On The Surface , com a publicação de  Sunflowers , num single e videoclipe com quase 20 minutos (19m28s), realizado por Mário J. Negrão e com performance de Patrícia Mushi Almeida. 

  Sunflowers  é o tema de abertura do novo álbum, que tem apenas mais quatro:  Red Pine ,  Interlude ,  Blossoms  e  Time Binder . No texto que acompanha o lançamento, e que pode ser lido na íntegra no YouTube, porque vem apenso ao videoclipe, escreve-se que “ao ouvir esta música no presente, torna-se irresistível olhar para estas cinco peças como um momento chave. Até porque  Sunflowers , a peça de quase vinte minutos que abre este álbum, atravessa a clássica e a contemporânea sem fronteiras óbvias, enquanto fecha Steve Reich –   Music For 18 Musicians   – num processo condensado de harmonias que relacionam música cósmica, com  new age  e minimalismo.” Quanto a  Sunflowers  propriamente dito, garante-se que “há qualquer coisa de triunfante que começa aqui, como se a primeira peça fosse um grito de elevação e, o que se segue, um abraço ao belo e a emoções que o pianista pretende revisitar.”</video:description>
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      <video:title>André Duarte estreia &lt;i&gt;Tu Não Vês&lt;/i&gt;, para afirmar que “partilhamos todos a mesma essência”</video:title>
      <video:description>Primeiro vieram   Promessas   e depois a afirmação de   Meu Lugar  , prometido título de um EP que ainda não viu a luz do dia. Agora, aos dois singles (e videoclipes) lançados em Março e em Julho deste ano, André Duarte vem juntar um terceiro,  Tu Não Vês , onde o tema volta a ser o das relações humanas. E se  Meu Lugar  era por ele apresentado como uma canção para “elevar todas as minorias que são encaradas de forma negativa pela sociedade”, este retrata uma espécie de “atracção fatal” numa relação desfeita, que se torna tóxica. No texto em que é apresentado este seu terceiro single, André explica melhor: “O tema fala-nos do desejo por alguém que nos faz mal. Racionalmente sabemos que nos devemos afastar da outra pessoa, mas emocionalmente somos continuamente atraídos para ela. Esta dualidade de querer sem querer gera uma enorme tensão interna e é aí que assenta o tema.” No seu entender, porém, esse comportamento tende a ser diferente nas novas gerações (ele tem 22 anos): “As novas gerações – escreve André, no texto já citado – estão cada vez mais cientes da necessidade do amor-próprio, de cuidarmos de nós em primeiro lugar para podermos dar o melhor de nós aos outros. Penso que isto oferece uma perspectiva mais saudável do que uma relação deve ser.” 

 Com letra e música de André Duarte, Eva Mina e Diogo Alexandre, o vídeo de  Tu Não Vês  mistura personagens com fisionomias muito diversas, porque, segundo André, “a única forma de representar o toque humano é representar todas as narrativas”. E o seu lançamento, a duas semanas do  Dia Internacional para a Tolerância  (celebrado a 16 de Novembro), aponta nesse mesmo sentido. Ainda que André Duarte diga que “tolerância não é só um dia por ano”, ele acha muito importante que tal dia exista, nem que seja “para iniciar uma conversa saudável sobre o assunto e servir de lembrete aos meios de comunicação de que devem falar sobre o mesmo”. A par disso, sublinha esta ideia: “Devemos respeito a todos os que nos rodeiam. Independentemente de tudo, somos todos Humanos, par</video:description>
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      <video:title>Ano de 2023 será “uma incógnita”, diz coordenadora de Protecção Financeira da Deco</video:title>
      <video:description>Numa altura em que as famílias são confrontadas com uma inflação de 10,2%, a que se juntam as subidas recordes das taxas de juro, a jurista sabe que o pior ainda está para vir. E a situação já está a mudar. Se no primeiro semestre deste ano “eram essencialmente as famílias de menores rendimentos que pediam ajuda” à Deco, “a partir de Setembro/Outubro” tem-se verificado “um aumento do rendimento médio das famílias” que recorrem à associação, alerta a coordenadora. 

 ​Natália Nunes considera ainda “insuficiente” a intenção do Governo de obrigar a banca a renegociar os créditos à habitação quando os juros subam acima dos testes de stress feitos às famílias. No debate do Orçamento do Estado, o primeiro-ministro anunciou que a medida será aprovada no Conselho de Ministros esta quinta-feira. 

 Leia a versão transcrita da entrevista: 

 
	   Natália Nunes: “Vamos ter de nos preparar para um ano de muitas dificuldades”</video:description>
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      <video:title>Jüra estreia uma nova canção, &lt;i&gt;Voltarpramim&lt;/i&gt;, e lança EP de estreia &lt;i&gt;Jüradamor&lt;/i&gt; em vinil</video:title>
      <video:description>Até lançar o seu primeiro EP,  Jüradamor , em Maio, a jovem cantora Jüra (nome artístico de Joana Silva) foi publicando nas plataformas digitais, uma a uma, as seis canções do disco com videoclipes minimalistas (centrados na sua imagem). Começou por   Diz-me  , em Janeiro de 2022, seguindo-se-lhe   Porquê  ,   Aluzétudo   [assim mesmo, sem separação entre as palavras, o que tem sido recorrente nos títulos das suas canções],   Dentro  ,   Avidavoa   e   Nua  . Antes, e desde que começou a dedicar-se com maior empenho às canções, o que sucedeu a partir de 2019, já lançara dois singles, ambos com videoclipe:   És o amor  , publicado em Abril de 2020 no YouTube e   Somozumnãodois  , este estreado em Fevereiro de 2021. 

 Agora, anunciando o fecho de um ciclo, estreia uma nova canção,  Voltarpramim , antecipando num videoclipe a sua chegada na sexta-feira às plataformas digitais. Nela, manteve a parceria, iniciada no EP de estreia, com o produtor e músico DØR (Miguel Ferrador). No texto que acompanha o single, a cantora diz o que a motivou a fazer esta canção: “Fiz uma jura e vou fazer o combinado. Vou sem deixar.  Voltarpramim  é decidir escolher-me de todas as vezes. Calar o mundo. Sentir o peso, ir embora e deixar ficar o amor. É um fim sem ser e um início que não é. É ir a saber que tudo o que cantei senti. E quando jurei não menti.” 

 Nascida em Alcobaça, Joana Silva (agora Jüra) trabalhou como bailarina, acrobata, actriz e também em dobragens de filmes de animação, antes de se iniciar nas canções. Fez o Curso de Dança na Academia de Dança de Alcobaça e, em seguida, já em Lisboa, estudou na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo (EPAOE) do Chapitô, terminando o curso “com distinção”, em 2017. Agora, a par desta nova canção e do lançamento em vinil do seu EP de estreia, anunciado para 15 de Novembro, Jüra apresenta-se ao vivo ainda este mês no  Super Bock em Stock , em Lisboa (no dia 26) e em Dezembro estará em Braga, na primeira edição do  Festival Authentica  (dia 9), e em Aveiro, no  Teatro </video:description>
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      <video:title>Num breve discurso após eleições, Bolsonaro diz que irá cumprir a Constituição brasileira</video:title>
      <video:description>Ao fim de quase 48 horas, o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, quebrou finalmente o silêncio e comprometeu-se a respeitar a Constituição, embora reforçando as críticas ao processo eleitoral. Numa declaração muito curta no Palácio da Alvorada, em Brasília, o chefe de Estado não reconheceu abertamente a derrota nem saudou o seu adversário, Lula da Silva. 

 Já se sabia que Bolsonaro não iria contestar abertamente o resultado das eleições de domingo, mas os moldes em que o faria eram desconhecidos até ao momento em que falou. Pressionado pelas principais instituições democráticas, tribunais, partidos e até alguns aliados a fazer uma declaração que apaziguasse os ânimos dos seus seguidores, Bolsonaro não desejava desmotivar por completo os seus apoiantes. 

 Leia o texto completo: 

 
	  Sem reconhecer derrota, Bolsonaro dá aval à normalização política</video:description>
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