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      <video:title>PÚBLICO: seja bem-vindo à nossa nova &lt;i&gt;homepage&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Mais artigos por ecrã numa  homepage  mais curta e compacta. Uma nova barra no topo da página para destacar os temas mais importantes, em função da actualidade ou do dia de semana. Uma hierarquia visual para que a navegação seja mais intuitiva. É verdade. O PÚBLICO tem uma nova  homepage  a partir desta quinta-feira, dia 3 de Novembro. 

 A nova  homepage  vai estar disponível em exclusivo para os 47.500 assinantes do jornal, entre 3 e 10 de Novembro. Depois dessa data, e concluída a fase de apresentação e de testes, a  actual página  será substituída em definitivo pela nova. Uma nova aplicação deverá ser lançada no início do próximo ano. Esperemos que goste.</video:description>
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      <video:title>O discurso de Lula: “É uma vitória de um imenso movimento democrático”</video:title>
      <video:description>Lula da Silva apelou, este domingo, à reconciliação do Brasil e prometeu declarar o combate à pobreza como prioridade nacional. 

 No discurso de vitória, o candidato do PT defendeu que "o Brasil está de volta”. “O Brasil é grande demais para ser relegado a este triste papel de pária", declarou Lula da Silva, que quer Brasília a falar "de igual para igual" com os países mais ricos, retomando o apoio aos países mais pobres. 

 O antigo chefe de Estado venceu a segunda volta das eleições brasileiras com 50,90%, contra os 49,10% do Presidente em funções, Jair Bolsonaro.</video:description>
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      <video:title>Pierre Aderne e Moacyr Luz lançam &lt;i&gt;Um menino chamado Brasil&lt;/i&gt; cantado a várias vozes</video:title>
      <video:description>Os cantores e compositores brasileiros Pierre Aderne e Moacyr Luz, que  têm estado a criar juntos um álbum , acabam de publicar nas plataformas digitais um single com videoclipe a que deram o título de  Um menino chamado Brasil  e que envolveu, na sua gravação, músicos e também escritores de vários países de língua oficial portuguesa. Gravada em Lisboa, nos estúdios Namouche, no dia 10 de Outubro, com mistura e masterização de Carlos Fuchs e realização e direcção de fotografia de Carlos Isaac, a canção, registada em colectivo, conta com as vozes de (pela sequência com que surgem na ficha final do vídeo) Tito Paris, Fafá De Belém, Nancy Vieira, José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Nilson Dourado, Pedro Luís, Pedro Miranda, Valéria Lobão, Mário Marta, Sara Paixão, Maia Balduz, Luiz Caracol, Susana Travassos, Luciano Maia, Léo Bianchini, Walter Areia, Dado Villalobos, Pierre Aderne e Moacyr Luz. 

 No vídeo, podemos ouvir estas palavras na voz do escritor angolano José Eduardo Agualusa: “Brasil, o mundo quer tua liberdade, quer resgatar tua bandeira levada na calada da noite numa quarta-feira nos ministérios de uma esplanada.” A que se seguem estas, na voz do escritor moçambicano Mia Couto: “Brasil, o mundo quer de novo tua alegria no rosto do teu povo tão gentil longe da fome e do fuzil, o mundo quer a tua gente brilhando feito a luz do dia:” Num dos momentos do vídeo, o cantor e compositor brasileiro Pedro Luís exibe uma camisola onde se lê: “Só cultura expulsa coisas ruins das pessoas.” E, na parede, este cartaz: “Arte à mão armada”. Uma canção feita com os olhos postos nas presidenciais brasileiras deste domingo.</video:description>
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      <video:title>Irão. “Estamos perante uma geração jovem que perdeu o medo”</video:title>
      <video:description>Ansiosos, entusiasmados, tristes, expectantes, mobilizados. A contestação à República Islâmica do Irão, a entrar na sétima semana, transformou a vida de milhões de iranianos, dentro e fora do país.  

 Leia a reportagem:  É em Lisboa, Coimbra e Porto que Tina, Babak, Estrela e Sépideh vivem a revolução iraniana</video:description>
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      <video:title>Brasil. Os três momentos que marcam o segundo “turno”</video:title>
      <video:description>Um debate sem vencedores, um Roberto Jefferson e um "clima" polémicos, muito polémicos: a campanha da segunda volta das eleições presidenciais no Brasil passou por estes temas. Mallu Gaspar, jornalista do  Globo , ajuda-nos a perceber como vai o Brasil a votos no dia 30. 

   Tudo sobre as eleições no Brasil</video:description>
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      <video:title>Com &lt;i&gt;Evocations&lt;/i&gt; em digressão pelo país, Marco Santos estreia um novo vídeo, &lt;i&gt;Grace&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Depois de   Lamento de alegria  , estreia-se esta sexta-feira  Grace , segundo videoclipe do mais recente álbum de Marco Santos,  Evocations . Músico, baterista, compositor, dividindo a sua actividade entre a Holanda e Portugal, Marco Santos estreou-se em disco com   Ode Portrait  , em 2014.  Evocations , que foi gravado em 2020, durante a pandemia, envolveu mais 25 artistas de várias áreas, entre músicos, artistas visuais e bailarinos. Todos os oito temas do disco ( Grace ,  Remembrance ,  Empirical ,  Lamento de Alegria ,  Allegory ,  Impetus  e  Reverie ) têm videoclipes associados, cada qual com o seu autor, videoclipes que serão publicados espaçadamente nas plataformas digitais. Aquele que agora se estreia,  Grace , conta com o músico grego Vasilis Stefanopoulos (contrabaixo e electrónica) e foi realizado por Ruben de Kemp. A acompanhá-lo, esta frase: “Movimento rotineiro do tempo sem tempo, abençoado pela gratidão e pela elegância”. No disco, Marco Santos participou apenas com piano, voz e electrónica, convidando para gravarem consigo os portugueses João Frade (acordeão) e Diogo Duque (trompete), o argentino Martín Sued (bandonéon), o grego Vasilis Stefanopoulos (contrabaixo e electrónica), o turco Sinan Arat (voz e ney, uma flauta de junco turca) e a holandesa Rose Nocturne (poesia). 

 Nos concertos, da digressão que começou no passado dia 21 de Outubro, em Leiria (no Teatro Nariz ou Teatro José Lúcio da Silva), a apresentação do disco é feita em trio, juntando-se a Marco Santos (composição, bateria e electrónica) Carlos Garcia (piano) e Catarina Rodrigues (sintetizadores). Esta sexta-feira estarão em Castelo Branco, no  Cine-Teatro Avenida , às 18h, seguindo-se, já em Novembro, Olhão (dia 25, na República 14), Tavira (dia 26, Ria Inquieta) e Faro (dia 27, Clube Farense) e, em Dezembro, Montemor-o-Novo (dia 2), Coimbra (dia 3, Salão Brazil), Lisboa (dia 7, Hot Clube de Portugal) e Pombal (dia 9, Teatro-Cine).</video:description>
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      <video:title>Magina da Silva: “Esquadras a 500 metros umas das outras não faz sentido nenhum”</video:title>
      <video:description>Manuel Magina da Silva, director nacional da PSP desde Fevereiro de 2020, reconhece um grave problema de recrutamento de polícias e revela a proposta que já entregou à tutela para o fecho de várias esquadras nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto de modo que se libertem polícias para as ruas: “É uma equação matemática que não está sujeita a discussão.” 

 Leia a entrevista completa ao programa Hora da Verdade, do PÚBLICO e da Rádio Renascença: 

 
	   PSP põe um agente nas juntas de freguesia de Lisboa e Porto que deixem de ter esquadra</video:description>
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      <video:title>O essencial da entrevista do PÚBLICO com Greta Thunberg</video:title>
      <video:description>Aos 15 anos, Greta Thunberg faltou pela primeira vez às aulas para fazer greve pelo clima e para se sentar em protesto na porta de entrada do parlamento sueco. Na altura, não podia desconfiar que seria essa sua ausência que a faria ser catapultada para a fama em poucos meses. Por todo o mundo, milhões de crianças e adolescentes seguiram-lhe os passos, faltando à escola para lembrar quem está no poder de que o planeta está a mudar por nossa causa – e que as consequências não serão brandas. 

 A activista ambiental acredita que ter sido diagnosticada com autismo foi uma “dádiva” que a impediu de fechar os olhos à crise climática. Quando se apercebeu dos efeitos das alterações climáticas, só lhe restavam duas opções: “O desespero ou a acção”. 

 Desde aí, foi várias vezes nomeada para Prémio Nobel da Paz, foi capa da revista  Time  enquanto personalidade do ano, venceu o Prémio Gulbenkian para a Humanidade. Apesar de já ter participado em muitas conferências climáticas ao longo destes últimos anos, não estará presente na próxima Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas – a COP27, que se realiza em Novembro no Egipto. 

 As críticas são muitas: estas conferências “não estão feitas para criar mudanças profundas nem duradouras” e há activistas que têm de ser mais ouvidos do que ela. Dessa cimeira, a melhor notícia que poderia ter era que “as pessoas se indignassem com a inacção”. Reconhecer que estamos numa situação de emergência por causa das alterações climáticas seria o primeiro passo, diz Greta Thunberg. “E ainda não estamos nesse ponto.” 

  Entrevista completa:  

 
	  Greta Thunberg: “A noção de que estamos em contra-relógio passa-nos completamente ao lado”</video:description>
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      <video:title>Os activistas atletas de &lt;i&gt;parkour&lt;/i&gt; que desligam as luzes de Paris — um truque de cada vez</video:title>
      <video:description>Hadj Benhalima mediu o edifício à sua frente e depois arrancou contra a parede, empurrou-a com um pé, torceu-se no meio do ar e esticou a mão para desligar um interruptor a alguns metros do chão. 

 Um breve segundo depois, o letreiro brilhante da loja de câmbio de dinheiro apagou-se. Foi apenas uma das muitas iluminações exteriores que um grupo de atletas de  parkour  desligou durante uma noite, na semana passada, para combater o desperdício de energia. 

 “Há muitas montras de lojas que ficam iluminadas durante a noite sem nenhuma boa razão. Por isso, dado que consigo desligá-las, tento fazê-lo o mais possível”, disse Benhalima, entre saltos. 

 Os atletas-activistas dão uso aos interruptores colocados regularmente no exterior dos edifícios em França e que permitem aos serviços de emergência cortarem a energia em caso de incêndio. Chamam às suas escapadelas nocturnas operações “​Lights Off”. Dizem que as acções ajudam a fazer cumprir as ordens da Câmara Municipal de Paris para que todos os sinais e luzes de montras fiquem desligados durante a noite. A polícia de patrulha oferece pouca resistência. 

 O colectivo  On The Spot , com sede em Paris, é apenas um dos vários grupos que têm actuado contra a poluição luminosa e o desperdício de energia nas cidades de toda a França nos últimos dois anos. 

 As suas  “ operações ”  chamaram a atenção do público numa altura em que os governos estão a exortar as famílias e empresas a reduzir o consumo de energia antes de uma  crise energética chegar  no Inverno em toda a Europa. 

  “ As pessoas felicitam-nos ” , diz Umud Tekinalt.  “ Alguns até tentam imitar-nos. ”</video:description>
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      <video:title>Estamos cada vez mais perto de saber que paleta usou Nuno Gonçalves nos &lt;i&gt;Painéis de S. Vicente&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Anastasia Rousaki ajusta o braço articulado de um pequeno aparelho, aproximado a sonda que transporta na ponta um laser tanto quanto possível do Painel dos Frades. Quando já não há qualquer ajuste a fazer, é chegada a vez de as colegas que estão atrás de si, ao computador – Eva Vermeersch e Sylvia Lycke – intervirem. 

 “Tentamos focar a superfície, inicialmente de forma aproximada. Depois fixamos o braço e vemos se está tudo bem. Em seguida, começamos a microposicionar a sonda de frente para a pintura e recolhemos o sinal”, explica Rousaki, investigadora da Universidade de Gante, na Bélgica, tal como as técnicas que a acompanham. “A interpretação de tudo o que recolhemos aqui [aponta para o painel e para os dois computadores sobre a mesa] é feita mais tarde no laboratório, quando analisamos meticulosamente todos os dados. É no laboratório que o sinal de transforma na informação que, depois, será partilhada pelos técnicos das mais variadas especialidades que trabalham neste projecto de conservação.” 

 Leia o texto completo: 

 
	   Mais tecnologia para determinar com que cores foram pintados os  Painéis de S. Vicente</video:description>
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      <video:title>Liz Truss demite-se: "Dada esta situação, não posso cumprir o mandato"</video:title>
      <video:description>Elizabeth Truss apresentou, esta quinta-feira, a demissão do cargo de primeira-ministra do Reino Unido, apenas 45 dias depois de sido eleita líder do Partido Conservador e de suceder a Boris Johnson na chefia do Governo britânico. 

 É a mais curta governação de um primeiro-ministro britânico desde os 119 dias em que George Canning governou, até morrer, em 1827. 

 Notícia completa: 

 
	   Quarenta e cinco dias depois, Truss renuncia ao cargo de primeira-ministra do Reino Unido</video:description>
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      <video:title>Duo luso-brasileiro Orfélia estreia-se em álbum com um vídeo homónimo, &lt;i&gt;Tudo o que move&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Conheceram-se em Berlim, ela ida de Portugal e ele do Brasil. E foi em palco: guitarrista, ele participou numa  jam session  do grupo onde ela cantava. Foi assim que Anaïs Thinon​, conhecida por Antera (nascida em Lagos, no Algarve, em 1995), e Filipe Mattos (nascido em Florianópolis, em 1983) começaram a trabalhar juntos até criarem um projecto que viria a chamar-se Orfélia e que se apresenta como um projecto de “MPB (Música Portuguesa Brasileira)”. Com ele lançaram em 2020 um EP que começou a ser divulgado em singles, primeiro com   Esse mistério   (em Janeiro desse ano), depois com   Sábado   (Abril),   Insónia   e   Ofélia do mar   (ambos em Maio). Seguiram-se, ainda em 2020,   Lagos   (canção dedicada à cidade de nascimento de Antera, distinguida nos prémios Inéditos Vodafone desse ano) e   Baba Marta  . Já em 2022, em Maio, publicaram em single e videoclipe   Divina força  , um passo para o álbum que agora lançam, o primeiro da dupla, denominado  Tudo O Que Move , estreando esta sexta-feira a canção-título num videoclipe realizado por Rita Grazina (que assina a pós-produção com Antera, que é também videógrafa, além de cantora). Com letra, composição e arranjos de Antera (voz) e Filipe Mattos (guitarra e teclas), o tema conta com a participação dos músicos Lana Gasparotti (teclas e sintetizador), André Morais (baixo), Juninho Ibituruna (bateria) e Zé Cruz (percussão e flauta). O álbum será apresentado ao vivo no B.Leza, em Lisboa, no próximo dia 2 de Novembro.</video:description>
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      <video:title>Davide Lobão estreia &lt;i&gt;Outubro&lt;/i&gt;, o seu segundo álbum a solo, com uma média metragem documental</video:title>
      <video:description>Músico, produtor e programador, o portuense Davide Lobão (voz e mentor dos Chemical Wire, O Bisonte e Granada) escolheu Outubro para lançar  Outubro , sucessor de   Na Volta   (2015), o seu álbum de estreia, e de dois singles lançados em 2021,   Roma   e   Museu  . Com oito faixas ( Lés ,  Pós-república ,  Bruma ,  Quinta ,  Seis não é seis ,  25 do nove ,  Pró  e  Longo ), o novo disco surge depois de Davide Lobão ter abandonado um projecto artístico efémero,  O Diligente , porque, disse ele a este propósito, “a diligência é uma coisa muito exigente”, sendo mais importante “o valor que a amizade tem durante o processo de criação e na aprendizagem de quase tudo sobre a vida adulta”.  Outubro , o disco, foi gravado em quinteto, com Davide Lobão (voz, guitarra), Gualter Barros (bateria), Andrés Malta (baixo), Miguel Moura (sintetizadores) e José Vale (guitarra). 

 Ensaio sobre o tempo e o seu valor no correr dos dias,  Outubro  é assim descrito por Davide Lobão, no texto que o anuncia: “Contamos o tempo, as horas, os minutos. Calendarizamos a vida. Organizamos os dias, os segundos, os meses. Planeamos, projectamos. Pesamos o melhor, o pior, o possível e o impossível. Reorganizamos a vida a cada passo. E num momento a vida muda e num momento a vida acaba. Enquanto o vemos, junto de nós, repensamos, reajustamos. E quando formos nós? Pensamos num ciclo, na razão, na crença ou na ilusão. É nos opostos que procuramos o equilíbrio e é sem ele que nos equilibramos. Por isto quis descobrir o que quer dizer o tempo. O que quer dizer um ano, um mês, um dia. Porque se chamam assim e o que são. Sabemos bem o que o tempo é para nós. Tempo é a coisa certa que temos e que escolhemos como usar.”  Outubro  conta com uma versão documental, na forma de um concerto ensaiado ao vivo, apresentado como “uma viagem imagética pelo disco”. Filmado em Vila Nova de Foz Côa, pela Pé em Triste, com realização de Ricardo Pesqueira, estreia-se esta sexta-feira, aqui no PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Protestos pelo clima: actos de vandalismo ou disrupção pacífica?</video:title>
      <video:description>Na semana passada, num museu londrino, duas activistas atiraram sopa a um quadro de Van Gogh num protesto contra o petróleo (as jovens acham que protegemos obras de arte mais do que o planeta). Estão ligadas ao movimento Just Stop Oil, que tem passado os últimos dias a cortar o trânsito em Inglaterra. Na Alemanha, quem está a bloquear as ruas são os próprios cientistas. Por cá, a polícia deteve, esta segunda, três activistas do grupo Climáximo que protestaram junto à sede da Galp, em Lisboa. 

 As acções de desobediência civil pelo clima não são de hoje, mas têm acontecido regularmente nos últimos dias. E os vários grupos de activistas prometem ainda mais protestos para as próximas semanas. 

   Leia o artigo completo</video:description>
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    </video:video>
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      <video:title>“Foi um acidente”. Escaladora iraniana que competiu sem &lt;i&gt;hijab&lt;/i&gt; foi recebida por multidão em Teerão</video:title>
      <video:description>De acordo com a imprensa local, a atleta terá sido forçada a regressar ao Irão, para ser detida na prisão de Evin. 

 À chegada ao aeroporto, Rekabi desmentiu os rumores do seu desaparecimento e repetiu uma explicação atabalhoada sobre ter sido chamada “repentinamente” a competir e sobre o lenço ter caído “inadvertidamente". 

 O regresso antecipado da escaladora, de 33 anos, acontece numa altura em que tem sido denunciada uma repressão brutal do regime, em resposta aos protestos. 

 Saiba mais: 

 
	  “Elnaz é uma heroína”, gritaram centenas de iranianos na chegada da escaladora a Teerão</video:description>
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      <video:title>Palankalama lançam o seu terceiro álbum, &lt;i&gt;Lama Pela Anca&lt;/i&gt;, com um single para aquecer: &lt;i&gt;Chulaná&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A sua estreia discográfica foi em 2016, com um disco homónimo:   Palankalama  . Desde então, o quarteto portuense lançou mais um álbum,   Boca De Raia   (em 2108) e esta quinta-feira estreia o seu terceiro disco de originais, intitulado  Lama Pela Anca , com o lançamento simultâneo de um single e videoclipe:  Chulaná , numa sugestiva mistura (até no título) de ritmos, a nortenha chula e o funaná cabo-verdiano. Refira-se que um dos temas do álbum  Boca De Raia , que explorava as sonoridades do cavaquinho, veio a ser integrado em 2019 no disco colectivo   Cavaquinhos.pt  , da Associação Cultural Museu Cavaquinho, fundada por Júlio Pereira:   Pisga-te flamingo  . 

 Formados em 2014 e constituídos por Afonso Passos (bateria e percussão), Aníbal Beirão (contrabaixo), Pedro João (cavaquinho, bandolim, viola braguesa, guitarra eléctrica) e Ricardo Nogueira (guitarra e viola braguesa), os Palankalama têm actuado em diversos festivais, no país (Bons Sons, Paredes de Coura, etc.) e fora dele (Espanha e Hungria). O actual videoclipe, como se explica no texto que acompanha o lançamento, foi construído com base em imagens fixas, captadas no espaço da associação recreativa Luz &amp; Vida e “montadas numa animação de ritmo assimétrico”, retratando “o enredo sem princípio nem fim de uma festa da qual sobram vagas memórias”. A direcção do vídeo foi partilhada pela banda e Sarah Gelinski, que assina a edição.  

 Quanto ao álbum,  Lama Pela Anca , que é editado pela Saliva Diva, o grupo descreve-o como “um esforço colectivo e uma manifestação das influências que povoam o [seu] imaginário musical conjunto”: “É para nós um testemunho da nossa teimosia e dedicação a várias correntes musicais de quadrantes distintos.” Quanto à sua música (o grupo é instrumental), descrevem-na como “um trabalho sobre paisagens sonoras, quase familiares, onde se procura que o lado plástico e abstracto da música funcione como uma janela para lugares de desvio e de ficção”. Voltando ao novo álbum, que agora chega às plataformas digitais, é classificado c</video:description>
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      <video:title>Cinco anos depois dos incêndios, ainda se revive a tragédia e receia-se uma igual à de 2017</video:title>
      <video:description>Quando olha da janela da casa nova, substituta da anterior, que ardeu por completo durante os violentos  incêndios de 15 para 16 de Outubro de 2017 , Albina Araújo vê de novo a paisagem pintada de verde. Árvores e árvores que cobrem as encostas, renascidas do negro que pintou tudo durante meses, após os fogos da maior dimensão a que o país assistiu naquele ano.Em Oliveira do Hospital, o rosa-claro das paredes da nova fábrica da J. Guerra já não deixa lugar a qualquer reminiscência do metal e madeira retorcidos que foram tudo o que sobrou da empresa após a passagem do fogo. E nos campos em redor de Carlos Oliveira, os badalos das ovelhas bordaleiras enchem, de novo, o ar desta música tão familiar, agora tocada por novos animais que substituíram os que morreram naquela noite. 

 Veja a reportagem completa: 

 
	   O que renasceu após 2017 não chega para apagar o medo do futuro</video:description>
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      <video:title>Pintura de Van Gogh leva com sopa de tomate, em protesto contra o petróleo</video:title>
      <video:description>O movimento Just Stop Oil pede que o Governo britânico acabe imediatamente com qualquer novo projecto de petróleo ou gás. Nos últimos dias têm bloqueado pontes e ruas em Londres, numa altura em que o Executivo se prepara para autorizar a exploração de petróleo e gás no Mar do Norte. 

 
	  Lê o artigo completo aqui .</video:description>
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    </video:video>
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      <video:title>&lt;i&gt;Estava escrito&lt;/i&gt; que os Trevo iam lançar novo álbum e este single anuncia-o para Novembro</video:title>
      <video:description>O primeiro single chegou em Abril, com uma promessa que era também uma paródia:   Eu falo alto  . E teve direito a um videoclipe de animação adequado ao tema. Com ele, os Trevo davam o primeiro passo para mostrar o que iria ser o seu novo álbum, depois da sua estreia com um  disco homónimo , em 2016, editado pela Ponto Zurca, onde num total de doze temas havia canções como   Face meu, face meu (quantos likes tens)  ,  Cheguei e disse ,  Dama de carmim ,   Quero-te mais do que uma semana  ,  Casamento  ou  Feira da ladra . Agora mostram um novo single e videoclipe,  Estava escrito , que aqui se estreia e que ficará disponível nas plataformas digitais e no  canal de YouTube da banda  já esta sexta-feira. Além disso, fixaram uma data para o lançamento do novo álbum, 18 de Novembro (o título é mantido ainda em segredo), com uma primeira apresentação ao vivo uns dias depois, em Lisboa, no  Musicbox , no dia 24 de Novembro, às 22h.  

 Trevo é um trio, daí o nome, e dele fazem parte Gonçalo Bilé (que em 2020 foi semifinalista do concurso The Voice Portugal), Ricardo Pires e Ivo Palitos. Depois de lançaram o primeiro álbum, percorreram vários palcos de Norte a Sul, participando em festivais como o Sol da Caparica, Sumol Summer Fest ou o Caparica Surf Fest. E se o primeiro tema do novo álbum assumia a forma de uma crítica irónica (“Não é quem fala mais alto que possui a razão! Mais do que falar é preciso fazer acontecer!”, diziam eles a propósito desse single), este que agora se estreia,  Estava escrito , fala de um fortuito encontro amoroso. No texto que acompanha o lançamento desta canção, escreve Gonçalo Bilé: “Por vezes vem a nós uma sensação de que o destino está já traçado. Principalmente quando as peças dos nossos puzzles se encaixam da mais harmoniosa forma. Tal como o Trevo, que se uniu e muniu de uma química tão espontânea! Parece que estava escrito... É assim na vida e no amor que a compõe e pinta!”</video:description>
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      <video:title>Cotrim de Figueiredo pede que PSD seja mais “claro” na relação com o Chega</video:title>
      <video:description>Numa entrevista ao programa Hora da Verdade, parceria PÚBLICO/Rádio Renascença, o presidente da Iniciativa Liberal disse   estar disponível para alianças com o PSD se este mostrar “vontade reformista” e admite eleições intercalares em Lisboa onde, diz, Carlos Moedas está condicionado pelos “barões locais” do PSD e CDS. 

 Leia a  entrevista transcrita .</video:description>
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      <video:title>Fernando Medina: acordo de subida de salários até 2026 tem “cláusula de salvaguarda”</video:title>
      <video:description>Fernando Medina mostrou mais de 40 slides na apresentação do Orçamento do Estado para 2023, mas há medidas que ainda não estão fechadas, como a windfall tax, a polémica taxa sobre lucros inesperados. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, avança que esta proposta de orçamento ainda não contempla dinheiro para reforçar o número de profissionais de saúde e não exclui uma descida transversal do IRC daqui a dois anos. 

 Leia a  versão transcrita  da entrevista. 

 Mais notícias sobre o Orçamento do Estado para 2023: 

 
	   O que o Orçamento nos diz sobre o passado e o futuro   
	   O Orçamento em 30 números e dois minutos   
	   Bom para o futuro, nem tanto para o presente</video:description>
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      <video:title>Fala-se muito dele. Mas o que é, afinal, o metaverso?</video:title>
      <video:description>A palavra metaverso explodiu em Outubro de 2021 quando Mark Zuckerberg, o líder do Facebook, Whatsapp e Instagram, decidiu mudar o nome da empresa-mãe para Meta. Na verdade, a expressão foi utilizada pela primeira vez, em 1992, pelo autor de ficção científica Neal Stephenson. Com os anos, tem-se vindo a tornar realidade. Mas o que é, afinal, o metaverso?  

 Leia mais sobre o tema: 

 
	  Meta ao metaverso: qual é o plano do Facebook?  
	  Madeira ganha gémea digital no “metaverso” para salvar a natureza  
	  Metaverso, um potencial de biliões que atrai as marcas para o mundo virtual  
	  Supermodelo Bella Hadid junta-se ao metaverso com uma colecção de NFT  
	  China entra na corrida do metaverso, mas a meta é outra</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Ser diferente&lt;/i&gt;, ou os Cassete Pirata num videoclipe de protesto contra o “espírito de rebanho”</video:title>
      <video:description>A  Semente  foi lançada em 2021, sob a forma de álbum (era esse o título) e dele os Cassete Pirata foram publicando singles e videoclipes. Primeiro   A pirâmide  , ainda em Junho desse ano, depois   Só mais uma hora   (em Setembro) e, por fim,   Tudo faz parte  , em Maio de 2022. Agora, chega a vez de  Ser diferente , um tema que João Firmino, ou Pir, designa como “canção de protesto”. Uma canção que, explica ele no texto que acompanha o lançamento do novo single, “surgiu de um olhar reflexivo sobre os processos de corrupção que assolam a nossa vida em sociedade.” Um olhar sobre “quem os perpetua, não só os agentes de corrupção, mas todos nós, se nos vergarmos à aceitação ou ao alheamento”, sendo assim “cúmplices de crimes a que assistimos, permitindo que as palavras sirvam de truques de ilusionismo num mundo de aparências, abdicando do nosso poder de denúncia – daí os versos ‘ouve o que eu digo, não digas o que eu faço’. Por isso, esta canção convida também a gritarmos em conjunto o refrão e a espicaçar os nossos espíritos para que não sejam como ovelhas todas iguais de um mesmo rebanho!” O videoclipe é de Martim Torres que, no mesmo comunicado, diz ter aqui explorado visualmente o “universo do rebanho que é instigado a seguir um mesmo caminho, ordeiro, expectável”. 

 Formados por Pir (João Firmino, voz e guitarra), João Pinheiro (bateria), António Quintino (baixo), Joana Espadinha (teclas e voz) e Margarida Campelo (teclas e voz), os Cassete Pirata deram-se a conhecer em 2017 através de um EP homónimo com as canções   Pó no pé  ,  Outra vez ,  Sem norte  e  Onze mãos . A produção foi de Benjamim (Luís Nunes), que viria também a produzir o primeiro álbum da banda,   A Montra   (2019), onde Gonçalo Frota,  no Ípsilon  do PÚBLICO, viu “a natureza de um rock desapressado – sem prejuízo de erguer enormes canções”. Agora que é publicado mais um single e videoclipe do álbum mais recente,  A Semente  (2021), os Cassete Pirata adicionam à sua digressão nacional (que passou por festivais como Bons Sons, Impulso, Essên</video:description>
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      <video:title>Rússia leva a cabo o maior ataque à Ucrânia dos últimos meses</video:title>
      <video:description>Pelo menos 11 pessoas morreram e 64 ficaram feridas em ataques com mísseis russos na Ucrânia nesta segunda-feira, disse o Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia. Os bombardeamentos aconteceram em cidades como Kiev, Lviv, Dnipro, Vinnitsia, Zaporijjia, Sumy, e Kharkiv e provocaram dezenas de mortos e feridos, bem como cortes de energia.  

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Marco Santos tem um novo álbum, &lt;i&gt;Evocations&lt;/i&gt;, e estreia-o em vídeo com &lt;i&gt;Lamento de Alegria&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Músico, baterista, compositor, dividindo a sua actividade entre a Holanda e Portugal, Marco Santos estreou-se em disco em 2014, com   Ode Portrait  , regressando agora aos discos com um álbum a que chamou  Evocations . Gravado em 2020, durante a pandemia, nele Marco Santos participou apenas com piano, voz e electrónica, convidando outros músicos para gravarem consigo, à distância, consoante cada tema: os portugueses João Frade (acordeão) e Diogo Duque (trompete), o argentino Martín Sued (bandonéon), o grego Vasilis Stefanopoulos (contrabaixo e electrónica), o turco Sinan Arat (voz e ney, uma flauta de junco turca) e a holandesa Rose Nocturne (poesia). Além disso, os oito temas do disco ( Grace ,  Remembrance ,  Empirical ,  Lamento de Alegria ,  Allegory ,  Impetus  e  Reverie ) deram origem a oito videoclipes dos quais se estreia esta segunda-feira, a par da edição do álbum,  Lamento de Alegria . 

 Cada videoclipe foi também entregue a um artista visual diferente e neles participam ainda vários bailarinos, já que Marco Santos é também fundador da  Companhia do Corpo – Pulsar , com base em Lisboa, aí promovendo um diálogo entre música, dança e teatro com um único instrumento, o corpo; e, na Holanda, da  United Art Movement , que desde 2015 promove um encontro anual para “promover a união de várias formas de arte num só palco”. Talvez por isso, Marco define este seu novo disco como “jazz cinematográfico, música que promove o movimento”, nele participando 25 criadores, entre músicos, artistas visuais e bailarinos. 

 No comunicado que acompanha o lançamento de  Evocations , o músico João Lucas escreve, a propósito: “Falamos de uma espécie de imobilidade nómada, algo que se desloca com lentidão, como que em levitação de paisagem em paisagem, que se desequilibra aqui e ali com incidentes não invasivos, como que para manter o fluxo de um fio contemplativo que nunca se enrodilha sobre si próprio. Chegamos a ter cinema, ainda que sem imagem física...” 

 Gravado em Haia, na Holanda, nos estúdios da United Art Mov</video:description>
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      <video:title>António Saraiva diz que racionamento de energia neste Inverno é inevitável</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva, explica como a intenção inicial do Governo de António Costa sempre foi a de reduzir o IRC de 21% para 19% de forma transversal e mostra-se confiante na assinatura do  acordo de competitividade e rendimentos , negociado na concertação social. 

 Leia a entrevista: 

 
	   António Saraiva: “Anúncio extemporâneo” do ministro da Economia “penalizou” baixa do IRC</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2022/10/03/video/ha-mudancas-podem-pior-avisa-bolsonaro-segunda-volta-20221003-044710</loc>
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      <video:title>"Há mudanças que podem vir para pior", avisa Bolsonaro antes da segunda volta</video:title>
      <video:description>Jair Bolsonaro discursou, nesta madrugada, em São Paulo. O actual Presidente diz ver uma "vontade de mudança" no povo brasileiro e sublinha que "há mudanças que podem vir para pior". "Tentamos mostrar esse outro lado durante a campanha, mas parece que não atingiu a camada mais importante da sociedade", disse. 

 "Vencemos a mentira no dia de hoje", referiu, criticando as empresas de sondagem que davam Lula acima dos 50% de votos. "As mudanças que alguns querem podem ser pior", afirmou novamente. 

 Bolsonaro (PL) alcançou 43% dos votos, atrás de Lula da Silva (do PT) que obteve 48%. Os dois candidatos mais votados na primeira volta vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais do Brasil, no próximo dia 30 de Outubro.</video:description>
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      <video:title>"Vamos ganhar estas eleições". Lula da Silva prepara segunda volta</video:title>
      <video:description>Lula da Silva discursou, esta noite, em São Paulo e confessou que sempre acreditou que iria ganhar estas eleições na primeira volta. 

 “Sempre achei que a gente ia ganhar estas eleições e quero dizer a toda a gente que vamos ganhar estas eleições. Isto para nós é apenas uma prorrogação”, disse o candidato do PT. 

 Lula da Silva (do PT) obteve 48% dos votos enquanto Bolsonaro (PL) alcançou 43%.</video:description>
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      <video:title>Milhares de brasileiros votam em Lisboa. “Espero que o Brasil se torne um país melhor”</video:title>
      <video:description>Milhares de brasileiros residentes em Portugal votaram, este domingo, para eleger o próximo Presidente do Brasil. Em Lisboa, Porto e Faro, as urnas abriram às 8h da manhã. 

 A capital portuguesa é o maior colégio eleitoral fora do Brasil, com 45.273 eleitores nas 58 mesas de voto. Em todo o país estão inscritos 80.866 eleitores, aptos para votar nas eleições presidenciais.  

 As urnas fechavam às 17h00, mas a elevada afluência levou as autoridades brasileiras a alargar o prazo de votação, em Lisboa, para as 20h00.  

 Leia todas as notícias sobre as eleições no Brasil  aqui .</video:description>
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