<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns:video="http://www.google.com/schemas/sitemap-video/1.1" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/31/video/carluz-belo-explica-making-of-imaginou-passos-escuro-homofobia-20220131-192123</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Carluz%20Belo%20foto%20video93195.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Carluz Belo explica em &lt;i&gt;making of&lt;/i&gt; como imaginou &lt;i&gt;Passos no escuro&lt;/i&gt; contra a homofobia</video:title>
      <video:description>O álbum,  Menino da Praia , foi já publicado há dois anos e a canção  Passos no escuro  foi feita single e ganhou forma de videoclipe em finais de Novembro de 2021. Mas só em 2022 é que Carluz Belo resolveu explicar, num  making of  desse videoclipe que agora se estreia, a razão de ser de   Passos no escuro  , que apresenta como uma “Oração da Memória LGBTI, um Hino ao Amor e Contra a Homofobia.” Com o videoclipe, esclarece, pretende “prestar tributo às vítimas de crimes homofóbicos, cujas histórias de amor ficaram por viver.” 

 No texto que acompanha a difusão do single e videoclipe, afirma que quis realizar o vídeo que ele próprio “precisava de ter visto quando era adolescente.”: “Ainda hoje, é preciso coragem sempre que dois rapazes dão a mão ou se beijam nas ruas da sua vila ou cidade”, porque, diz, “a homofobia ainda está presente nos vários quadrantes da sociedade, nas escolas, em qualquer classe social e em diversas áreas profissionais. Por exemplo, o balneário desportivo sempre foi um espaço de homofobia. A reeducação é fundamental.” 

 Nascido em 7 de Agosto de 1983 em Vila do Fão, Braga, e a residir actualmente no Porto, Carlos Belo (que adoptou o nome artístico de Carluz Belo) licenciou-se em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes do Porto e após uma passagem pelo Reino Unido (onde se apresentou como solista no coro Gospel Rhythms Society da Coventry University) estudou produção musical na ETIC, em Lisboa, e especialização de voz no JB Clube. Em 2008 foi convidado para a 44.ª edição do Festival RTP da Canção, onde se apresentou com o seu tema   Cavaleiro da manhã  , focado na Lusofonia, obtendo o 8.º lugar na classificação final. A partir de 2017 começou a publicar em single canções do seu álbum de estreia:   O mundo que nos foge   (composta a partir de um poema de Al Berto),   Ao virar de cada esquina   e   Folhas secas  .   Menino da Praia  , o álbum, foi publicado em 2020.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/YtQRMR4j3yc</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/31/video/maioria-surpresa-absoluta-20220131-092854</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/amaioriadasurpresabsoluta93192.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>"A maioria da surpresa absoluta"</video:title>
      <video:description>Uma maioria absoluta que já ninguém esperava, algumas demissões à vista, quedas grandes de dois terços da Geringonça, e os novos partidos de direita em crescendo. Manuel Carvalho, director do PÚBLICO, Helena Pereira, editora executiva, e David Santiago, subeditor de Política, comentam os resultados das eleições legislativas deste ano.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/671860810?h=03d73e5a5b</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/31/video/vencedores-vencidos-frases-ficam-20220131-033325</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/combolusa193191.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Vencedores e vencidos: as frases que ficam</video:title>
      <video:description>António Costa conseguiu a maioria absoluta para o Partido Socialista, a Iniciativa Liberal alcançou o lugar de quarto partido nacional, André Ventura sai reforçado, o fundador do Livre, Rui Tavares, conseguiu entrar no Parlamento. Rui Rio sai derrotado e abre portas à sucessão, “Chicão” conseguiu fazer desaparecer o CDS do Parlamento, Bloco de Esquerda sai penalizado pelo chumbo do Orçamento, tal como a CDU, e o PAN encolhe. 

   Os vencedores e vencidos da noite eleitoral</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/671800132?h=4217130003</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/30/video/primeiras-projeccoes-ps-psd-nao-estao-tao-renhidos-previsto-20220130-212130</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/MC_comentarioeleicoes93190.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Manuel Carvalho sobre primeiras projecções: PS e PSD não estão tão renhidos como previsto</video:title>
      <video:description>Manuel Carvalho, director do PÚBLICO, comenta as primeiras projecções desta noite eleitoral. O cenário de disputa renhida entre PS e PSD não se está a verificar, o Chega parece ser terceira força política, e CDU e Bloco de Esquerda são os grandes perdedores desta eleição.  

 Acompanhe a nossa cobertura das Eleições Legislativas 2022  aqui .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/671741346?h=acb6bbcab2</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/28/video/eleicoes-legislativas-descomplicadas-20220128-145943</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/thumb_PQ_eleicoes_horizontal93188.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>As eleições legislativas descomplicadas</video:title>
      <video:description>Acompanhe  aqui  a cobertura do PÚBLICO das legislativas deste domingo. Saiba mais sobre o tema: 

 
	  Duas semanas na estrada para fazer o que não foi feito antes: caçar votos e desfazer empates  
	  Costa passou de uma campanha pela “maioria absoluta” ao receio da derrota  
	  Rio vestiu a pele do Zé Albino e levou as “conversas centrais” pela rua direita  
	  Alegre critica “herdeiros de Trotsky e Lenine”, diz-se magoado e lembra que 25 de Abril não se fez para Chega ser poder  
	  As mãos moles e a grande encenação: Jerónimo cola PS ao PSD  
	  Oito perguntas a nove líderes | Fica para a próxima (legislatura)​  
	  Com que programa eleitoral sairia para   jantar?  
	  Guia eleitoral para as legislativas​  
	  A campanha confirma tendências e mostra uma corrida aberta. IL destaca-se na luta pelo terceiro lugar</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/671178752</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/27/video/dizme-jura-cantar-amor-dor-amor-anunciar-disco-maio-20220127-190212</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Jura%20foto%20video93187.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;Diz-me&lt;/i&gt; é Jüra a “cantar o amor e a dor do amor” e a anunciar um disco para Maio</video:title>
      <video:description>Chama-se Joana Silva, nasceu há 23 anos em Alcobaça e antes de se iniciar nas canções trabalhou como bailarina, acrobata, actriz e também em dobragens de filmes de animação. Fez o Curso de Dança na Academia de Dança de Alcobaça e, em seguida, mudando-se para Lisboa, estudou na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo (EPAOE), do Chapitô, terminando “com distinção” o curso em 2017. Em 2019 começou a dedicar-se com mais afinco às canções e daí nasceram dois singles, assinados com o nome artístico de Jüra e ambos com videoclipe:   És o amor  , publicado em Abril de 2020 no YouTube e   somozumnãodois  , em Fevereiro de 2021, já com cerca de 73 mil visualizações no YouTube e quase 270 mil acessos na plataforma digital Spotify. 

 Movendo-se, segundo os seus promotores, num universo que vai “da expressão corporal à música, do pop à soul, do R&amp;B ao Hip hop, da raiz ao contemporâneo”, Jüra estreia agora uma nova canção,  Diz-me , também com videoclipe, anunciando para Maio um EP que será  apresentado ao vivo no dia 19 desse mês, em Lisboa, no Estúdio Time Out .  Diz-me , que é uma forma de “cantar o amor e a dor do amor”, é assim descrita por Joana Silva/Jüra no texto que a anuncia: “O amor é confiar no que sentimos e que achamos saber. Mas há dias em que confiar no que sentimos é o pior que podemos fazer. Na noite em que escrevi esta canção estava a precisar de calar todas as perguntas e especulações. De ouvir o que sentia o outro lado. De sentir a certeza do outro. Extinguir o espaço que a vida criou entre nós.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Wmr10yO3rqw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/26/video/ze-manel-lanca-concerto-assinalar-dia-escolar-nao-violencia-paz-20220126-124938</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Z%C3%A9%20Manel%20foto%20video93186.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Zé Manel lança concerto para assinalar o Dia Escolar da Não Violência e da Paz</video:title>
      <video:description>Este domingo, sendo dia de eleições legislativas em Portugal, é também (assim o quis o calendário, por coincidência) o Dia Escolar da Não Violência e da Paz, data instituída em 1964, em Espanha, pelo poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal e celebrada a nível internacional. A escolha do dia 30 de Janeiro deve-se a ter sido esse o dia em que Gandhi, referência mundial do pacifismo, foi assassinado na Índia, aos 78 anos, em 1948. 

 O que tem isto a ver com música? O facto de o  cantor e compositor Zé Manel , conhecido de projectos como os  Fingertips  ou  Darko , ter escolhido este dia para lançar um concerto onde é também abordada a temática do  bullying  e da violência, contrapondo a promoção do respeito, da igualdade, da tolerância, da solidariedade e da não-violência. 

 Com canções como  Foi a mim ,  Não me digas ,  Until the morning comes ,  Para nunca mais ,   Pessoas Reais  ,  Olhos no chão  ou  Existir , o concerto foi gravado nos Campos de Viriato, em Viseu, no dia 11 de Outubro de 2021, com Christian Tavares (guitarra), Giordanno Barbieri (piano), Sara Vidal (harpa), Cire (violino) e Susana Castro Marques (violoncelo).</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/uhOp5etyQbc</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/26/video/tensao-leste-passa-fronteira-ucrania-20220126-121536</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/241781612022126150.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Tensão a Leste: o que se passa na fronteira da Ucrânia?</video:title>
      <video:description>As atenções do mundo estão concentradas há várias semanas na fronteira entre a Rússia e a Ucrânia, mas as sementes por trás daquela que é a maior crise de segurança na Europa nos últimos anos foram lançadas há muito tempo. 

 O regime montado em torno de Vladimir Putin nunca aceitou a correlação de forças na Europa após o colapso da União Soviética; os EUA e os seus aliados rejeitam um regresso à era das esferas de influência. O mundo assiste a um braço-de-ferro entre estas duas concepções e o seu desfecho terá consequências profundas. 

 João Ruela Ribeiro, jornalista da secção Mundo do PÚBLICO, explica as origens do conflito latente.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/670172759?h=3b6e45aef8</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/25/video/pierre-aderne-estreia-videoclipe-rita-redshoes-semana-novo-album-20220125-203326</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Pierre%20e%20Rita%20foto%20video93184.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Pierre Aderne estreia videoclipe com Rita Redshoes uma semana antes do novo álbum</video:title>
      <video:description>Ainda imerso no projecto  Rua das Pretas  (que volta esta quarta-feira ao Coliseu do Porto e dia 2 de Fevereiro ao  Coliseu de Lisboa ), Pierre Aderne anuncia o seu sétimo álbum a solo (a lançar também no dia 2) e estreia agora um dos temas num videoclipe gravado em dueto com Rita Redshoes. Chama-se  Retratos de Inverno  e é, segundo ele, uma canção de amor que sugere através do poema a intenção de um amor testado pelo tempo: “Eu me vesti com esse terno para viver um amor eterno, um retrato em preto e branco do inverno”. 

 O álbum,  Vela Bandeira , com doze temas e gravado em Lisboa nos estúdios Namouche, conta com a participação, em estúdio, dos músicos Nilson Dourado, Walter Areia, João Pita, Thiago Da Serrinha, Marcelo Woloski (Snarky Puppy), Augusto Brito e Jair Oliveira. Das canções, há duas inteiramente da autoria de Pierre Aderne ( Vela bandeira  e  Não fales mal de mim ), enquanto as restantes foram compostas por ele em parceria com Melody Gardot ( Com vista pro mar ,  Tristeza coração de pedra ,  A saudade e o silêncio ), Francis Hime ( A cor dos teus olhos ), Fred Martins ( Retratos de Inverno ), Pedro da Silva Martins ( Cais do Ginjal ), Moacyr Luz ( Sal de outro mar ), Gabriel Moura ( Saudades daquele Brasil ) e Karla Da Silva ( Ponto de quebra  e  Guia de Oxalá : a primeira abre e a segunda fecha o disco). 

 Além de Rita Redshoes, que com ele canta  Retratos de Inverno , o álbum conta com a participação da cantora argentina Delfina Cheb (na canção   Com vista pro mar , já lançada em single e videoclipe ) e também de quatro cantoras brasileiras radicadas em Portugal e na Suíça: Karla da Silva, Nani Medeiros, Camila Masiso e Dandara Modesto. 

 Nascido em Toulouse, França, de mãe brasileira e pai português (Ourém), com a infância passada entre Brasília e o Rio de Janeiro e desde há mais de uma década residente em Portugal, Pierre Aderne já lançara em nome próprio seis álbuns:  Casa de Praia  (2005),  Alto Mar  (2007),  Água Doce  (2010),  Bem Me Quer, Mar Me Quer  (2012),  Caboclo  (2014) e   D</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/wpD_aguwcY0</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/24/video/cobra-assobiou-duas-vezes-manuel-paulo-volta-banda-sonora-filme-realizar-20220124-231518</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/MPaulo%20video%20foto93182.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A cobra assobiou duas vezes ou Manuel Paulo de volta à banda sonora de um filme por realizar</video:title>
      <video:description>O primeiro passo surgiu em 2004, dez anos depois de Manuel Paulo ter fundado, com João Gil, João Monge, Moz Carrapa e Nuno Guerreiro a  Ala Dos Namorados  – grupo do qual só recentemente se desligou. Mas Manuel Paulo, que logo em 1998 lançara um disco em seu nome, com a banda sonora do filme   Ilhéu de Contenda  , de Leão Lopes, aventurou-se noutro projecto em parceria com outro fundador da Ala, João Monge, assinando este as letras e ele as músicas. Chamou-se   O Assobio da Cobra   e contou com as vozes de (por ordem de aparição no disco), Filipa Pais, Zeca Baleiro, Manuela Azevedo, Jorge Palma, Graça Reis, Camané, Sérgio Godinho, Arnaldo Antunes, Carlos Guerreiro, Dany Silva, Vozes Da Rádio, Manel Cruz, Isabel Abreu, Arto Lindsay, Rui Veloso, Tim e Vitorino. Dois anos depois, a partir das canções do disco,  O Assobio da Cobra   chegava ao teatro , estreando-se em Setembro de 2006 no São Luiz, em Lisboa, com texto de Nuno Costa Santos, encenação de Adriano Luz, direcção musical de Manuel Paulo, cenografia e figurinos de Nuno Carinhas e Ana Vaz e coreografia de Marta Lapa 

 Agora, anuncia-se  O Assobio da Cobra 2 , apresentado como “segundo capítulo de uma banda sonora de um filme por realizar”, no qual Manuel Paulo volta a reunir um ilustre naipe de vozes: Nancy Vieira (com quem ele gravou em parceria, em 2009, o álbum   Pássaro Cego  ), A Garota Não, Ana Deus, Paulo de Carvalho, Inês Sousa, Zeca Baleiro (um dos dois “repetentes” da lista, juntamente com Filipa Pais), Zeca Medeiros, Luanda Cozetti, Ana Brandão, Ana Nave, Joana Sousa (filha mais nova de Manuel Paulo), Mônica Salmaso, Maria João, Tito Paris, Filipa Pais e António Durães. As músicas são, como no primeiro, todas elas de Manuel Paulo e as letras de João Monge, excepto  Chôro da vã filosofia , que Zeca Baleiro escreveu e canta. 

 O disco, edição de autor com o apoio da SPA, estará nas plataformas digitais e nas lojas (em CD) a partir do próximo dia 31 de Janeiro. O videoclipe que esta terça-feira se dá a conhecer, em estreia, é o segundo tema dos</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/2Pzqe9p1iuk</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/24/video/gohu-anuncia-novo-album-maio-filme-nao-filmado-referencias-cinefilas-20220124-164304</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Gohu%20foto%20video%20ok93181.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Gohu anuncia novo álbum para Maio com um “filme não filmado” de referências cinéfilas</video:title>
      <video:description>Em Abril do ano passado, como reacção à pandemia, Gohu gravou com Tainá, ele português a viver no Brasil e ela brasileira a viver em Portugal, uma canção que foi apresentada como “um abraço transatlântico”:   Nesga de sol , com figuras animadas deambulando por uma Lisboa quase deserta . Agora, Gohu volta à música e à animação num tema que tem o Rio de Janeiro como pano de fundo e onde, em “ storyboards  animados”, se misturam referências cinéfilas que vão de  Godzilla  e  King Kong  ao clássico da Disney  A Dama e o Vagabundo , passando pelo  E.T.  e o  Tubarão  de Spielberg, por  Le Voyage dans la Lune  de Meliès ou  O Pecado Mora ao Lado , de Billy Wilder com Marilyn Monroe. Isto à mistura “com elementos da cultura pop trash brasileira, como os icónicos Carreta Furacão”, conforme se escreve no texto que anuncia o videoclipe. 

  Contigo como Lontra , assim se chama o tema de onde nasceu este videoclipe, é o mais recente single do segundo álbum de Gohu, com lançamento previsto para Maio, do qual já foram lançados em 2021   Monólogo surdo   (em Junho) e   Maresia   (em Agosto). “Mais que uma música de amor”, escreve-se no texto já citado, “é uma música muito pessoal, tendo sido escrita para a sua esposa que alimenta o sonho de morar no Rio de Janeiro: ‘Estou louco para viver contigo como Lontra/ Dormindo, com uma mão na outra, no Rio’. A música, produzida por Emmo Martins (Bamba Music) “mistura ritmos e sonoridades de MPB com arranjos de indie pop.” A produção e co-criação deste “filme não filmado” é da dupla Angry, formada por Gabe Maruyama e Bruno Silva, realizadores-revelação na edição brasileira do Music Video Festival 2020 e premiados em festivais como o New York Tri-State International Film Festival (EUA). 

 Gohu é o heterónimo artístico de Hugo Veiga, publicitário nascido no Porto, que, depois de viver sete anos em Lisboa, se mudou há quase duas décadas anos para São Paulo, no Brasil. Como publicitário, trabalhou em projectos de comunicação para artistas internacionais como YoYo Ma, Usher, Lady Gaga e</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/PFpkvO_OTHw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/24/video/tiago-jesus-vozes-coro-anjos-estreiase-solo-tanto-quis-crescer-20220124-160204</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Tiago%20Jesus%20foto%20video93180.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Tiago Jesus, uma das vozes do Coro dos Anjos, estreia-se a solo com &lt;i&gt;Tanto quis crescer&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Iniciou-se na música há dez anos e integra o Coro dos Anjos (do bairro dos Anjos, em Lisboa) desde a sua fundação, em Novembro de 2018. Chama-se Tiago Jesus, é de Loures, nasceu há 26 anos (em Lisboa) e escolheu precisamente o dia do seu aniversário (24 de Janeiro) para publicar o primeiro single e videoclipe em nome próprio:  Tanto quis crescer . Mas não o fez sozinho: foi buscar um antigo companheiro de bandas de liceu, André Morais, que além de assegurar a gravação, as misturas e a masterização, tocou também guitarra eléctrica, baixo, adufe e outras percussões. Com letra e música de Tiago Jesus (voz e guitarra acústica),  Tanto quis crescer , que segundo ele fala desse desafio que é “querer crescer e não saber ser crescido”, é a primeira das quatro canções de um EP que Tiago planeia lançar dentro de mês e meio. As outras, já gravadas e também de sua autoria, são:  Onde andam todos ,  Língua das acções  e  Coisas sérias . 

 O impulso para compor e gravar resultou das experiências musicais da juventude, como ele diz ao PÚBLICO: “Fizemos umas bandas que não foram muito longe, depois comecei a tocar na rua e foi aí que ganhei o gosto por compor e por mostrar a minha música. Porque havia muita gente que parava para ouvir e isso deu-me força. Estas canções são as mais recentes, tenho outras, que fui fazendo desde 2016, mas que não vão sair.” Esta escolha também foi feita com a colaboração de André Morais: “Dedicámos imensas horas para fazer isto soar. Foi tudo feito em casa.” 

 O projecto  A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria (MPAGDP) , de Tiago Pereira, já gravara, com o Coro dos Anjos, uma composição de Tiago Jesus e André Morais em 27 de Maio de 2019 e publicada no seu espaço no YouTube no dia 1 de Março de 2020. Título:   Borboleta  .</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/WT3UO42P3Ck</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/24/video/budda-guedes-marenostrum-estreiam-tempo-nao-volta-fechar-portugal-desde-raiz-20220124-144758</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/GONCALODELGADO93179.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Budda Guedes &amp; Marenostrum estreiam &lt;i&gt;O tempo não volta&lt;/i&gt;, a fechar o ciclo de &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Oitavo e último videoclipe resultante das gravações do álbum   Portugal Desde a Raiz  , que levou o guitarrista e compositor Budda Guedes a correr o país, o que se esta sexta-feira se estreia foi gravado com o grupo algarvio Marenostrum. Desde que o álbum foi lançado, a 3 de Dezembro de 2021, tinham já sido publicados sete videoclipes:   Virar o bico ao prego  , com o grupo Galandum Galundaina, de Miranda do Douro;   Há uns que podem  , com Augusto Canário, de Viana do Castelo;   É não ser boa gente  , com Mia Moura;   Roda  , com o grupo Bombos com Alma, de Braga;   Quem tudo quer tudo perde  , com o coral Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga);   Pastorinha menina  , com Pedro Mestre (Alentejo); e   Vira o isco  , com o tocador de cavaquinho Daniel Pereira Cristo. Agora, a fechar, junta-se-lhes  O tempo não volta , com as participações de Budda Guedes (voz e guitarra eléctrica), João Frade (acordeão), João Vieira (bateria e percussões), Paulo Machado (baixo) e Zé Francisco (bandolim e voz). 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club , Budda Guedes gravou com músicos em várias regiões de norte a sul, percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). O resultado foi o disco  Portugal Desde a Raiz , cujo   making of  se estreou com o PÚBLICO . As sessões de gravação foram profusamente fotografadas, a preto e branco, por Gonçalo Delgado.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/FBa-s8wpf6I</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/22/video/manuel-linhares-lanca-marcha-lenta-anunciar-estreia-suspenso-portajazz-20220122-210851</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/MLinhares%20videofoto93170.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Manuel Linhares lança &lt;i&gt;Marcha lenta&lt;/i&gt; para anunciar estreia de &lt;i&gt;Suspenso&lt;/i&gt; no Porta-Jazz</video:title>
      <video:description>Uma das raras vozes masculinas do jazz que se faz em Portugal,  Manuel Linhares  tem um novo álbum,  Suspenso , e vai apresentá-lo no dia 4 de Fevereiro em estreia absoluta na 12.ª edição do festival Porta-Jazz, no Grande Auditório do Teatro Rivoli, no Porto, às 21h30. A título de apresentação deste novo disco, foi agora lançado um single e videoclipe (com direcção de arte do próprio cantor e de Marta Ramos),  Marcha lenta , que Manuel Linhares apresenta deste modo no comunicado que o anunciou: “É uma dança entre o passado e o futuro. É um encontro onde o tempo se dispersa e se resigna numa marcha vaga e contínua. Um primeiro olhar sobre as barreiras do tempo num período pandémico, onde os limites se perderam e os horizontes se dissipam.” Da autoria de Manuel Linhares, é o tema que abre o álbum, com letra em português e um solo do saxofonista José Pedro Coelho (do   Coreto  Porta-Jazz ). 

 Nascido no Faial, nos Açores, no dia 4 de Agosto de 1983, e com actuações na Europa, Estados Unidos e Brasil, Manuel Linhares tinha já dois discos gravados em seu nome,   Traces of Cities   (2013) e   Boundaries   (2019). O novo álbum,  Suspenso , segundo os seus promotores, tem “produção e participação do multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, que juntou à banda que acompanha Manuel Linhares – com Paulo Barros no piano e José Carlos Barbosa no contrabaixo – a participação especial do Coreto Porta-Jazz, do saxofonista americano David Binney ou dos brasileiros Frederico Heliodoro, Rubinho Antunes e Alexandre Andrés.” Além destes, participam também no disco o pianista argentino Guillermo Klein (com um arranjo), a rapper e letrista Capicua (com uma letra).</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/TSatPDz_B0U</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/21/video/elza-soares-simbolo-simbolo-emancipacao-liberdade-musica-brasileira-20220121-100002</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/2021-02-14T152638Z_1489231728_RC2FSL9ULTMY_RTRMADP_3_BRAZIL-SINGER93169.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Elza Soares, símbolo da símbolo de emancipação e liberdade na música brasileira</video:title>
      <video:description>"Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milénio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, força e determinação", escreve a equipa da cantora. 

 "A adorada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e nos nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim", remata o comunicado. 

 Em 2019, visitou Portugal para apresentar o seu penúltimo álbum, Deus é Mulher, editado no ano anterior, e também para o lançamento em Portugal da sua biografia, Elza. Descreveu-a como “uma história muito forte” sobre uma vida “que tinha tudo para não dar certo”:  “Nasci pobre, negra, mulher. É difícil, mas a gente vence” , disse ao Ípsilon.  

   Morreu Elza Soares, rainha insubmissa, ícone do Brasil, voz de liberdade</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/668559224?h=06766c295f</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/19/video/frankie-chavez-peixe-anunciam-miramar-ii-videoclipe-mario-laginha-20220119-205353</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Miramar%20II%20foto93167.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Frankie Chavez e Peixe anunciam &lt;i&gt;Miramar II&lt;/i&gt; num videoclipe com Mário Laginha</video:title>
      <video:description>Miramar  , disco de estreia do projecto que junta a dupla Frankie Chavez e Peixe, editado em 2019, já tem sucessor: Chama-se  Miramar II  e, com distribuição da Universal Music Portugal, chegará às plataformas digitais no próximo dia 28 de Janeiro.   Brower  , lançado em Junho de 2021 em single e num videoclipe realizado por Jorge Quintela, foi o primeiro tema a ser divulgado. Agora, com a mesma assinatura na realização, estreia-se o single e videoclipe de  Recolher , tema no qual participa o pianista e compositor Mário Laginha. 

 "Quando estávamos a criar o arranjo para o tema Recolher”, explica Frankie Chavez ao anunciar o videoclipe, “ocorreu-nos que a introdução de um piano poderia levar o tema para uma dimensão mais poética e profunda. Lembrámo-nos imediatamente de convidar o Mário Laginha e um par de dias depois ele respondeu positivamente ao nosso convite. Combinámos então gravar a sua parte nos estúdios CARA/OJM em Matosinhos, com o João Bessa que já nos tinha gravado anteriormente no seu estúdio em Miramar. O Mário fez alguns  takes  e curiosamente foi o primeiro que ficou na versão final do tema.” 

 Quanto a Miramar II, foi gravado no Miramar Sessions Studio, no local que deu nome ao projecto, a localidade costeira de Miramar, no concelho de Vila Nova de Gaia. As sessões de gravação decorreram em 2020, a primeira em Abril (durante uma semana, ainda em período de confinamento) e a segunda em Dezembro. O registo das sessões foi feito por João Bessa que assina a produção do álbum juntamente com Frankie Chavez e Peixe. 

 No mesmo comunicado, e falando do novo álbum, Peixe diz que “as músicas e os arranjos vieram de lugar nenhum, sem mapa e sem origem palpável, brotam do interior dos nossos corpos musicais que se estimulam mutuamente e desencadeiam no outro a magia da criatividade, a fluidez inexplicável das coisas que contra as probabilidades se tornam simples. Difícil é, portanto, escolher títulos que encerram e aprisionam em conceitos deste mundo de ideias concretas, as ideias sonoras, universais</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/OX9707vQXGM</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/18/video/pior-receio-nao-voltarmos-pessoas-amamos-20220118-112813</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/2413638520221181128.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Tonga: “O pior receio é não voltarmos ver as pessoas que amamos”</video:title>
      <video:description>A violenta erupção do vulcão submarino Hunga Tonga-Hunga Ha'apai ao largo de Tonga, no Pacífico Sul, originou no sábado um  tsunami  que atingiu o país insular e outras regiões em redor. Imagens de satélite captadas pela NASA confirmam que a erupção atingiu 30 quilómetros de altitude e é das maiores alguma vez registadas. 

 Familiares dos habitantes de Tonga que vivem fora do país insular estão sem conseguir estabelecer qualquer tipo de comunicação. “O pior receio é não voltarmos a ver as pessoas que amamos”, disse à Reuters uma artista e activista de Tonga a viver na Austrália.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/667215229?h=27d3589a96</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/17/video/vira-isco-daniel-cristo-setimo-videoclipe-album-portugal-desde-raiz-20220117-193950</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/20210530_GONCALODELGADO_1109893164.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;Vira o Isco&lt;/i&gt; com Daniel Cristo é o sétimo videoclipe do álbum &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É o sétimo videoclipe a ser publicado desde o lançamento do álbum   Portugal Desde a Raiz  , um projecto do guitarrista e compositor Budda Guedes que o levou a correr o país, gravando com músicos e cantores de várias regiões. Desde que o álbum foi lançado, a 3 de Dezembro de 2021, foram sendo publicados os videoclipes que testemunham cada uma das gravações. O primeiro foi   Virar o bico ao prego  , com o grupo Galandum Galundaina, de Miranda do Douro, seguindo-se   Há uns que podem  , com Augusto Canário, de Viana do Castelo;   É não ser boa gente  , com Mia Moura;   Roda  , gravado com o grupo Bombos com Alma, de Braga;   Quem tudo quer tudo perde  , com o coral Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga); e   Pastorinha Menina  , com Pedro Mestre (Alentejo). A série continua agora com o  Vira o Isco , tema gravado por Budda Guedes com o tocador de cavaquinho Daniel Pereira Cristo. 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club , Budda Guedes gravou com músicos em várias regiões de norte a sul, percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). O resultado foi o disco  Portugal Desde a Raiz , cujo   making of  se estreou com o PÚBLICO . As sessões de gravação foram profusamente fotografadas, a preto e branco, por Gonçalo Delgado.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/GcBs_HG97I8</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/17/video/budda-guedes-pedro-mestre-dao-voz-pastorinha-menina-portugal-desde-raiz-20220117-192958</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/20210809_GONCALODELGADO_4087693163.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Budda Guedes e Pedro Mestre dão voz a &lt;i&gt;Pastorinha menina&lt;/i&gt;, em &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Estreia-se esta sexta-feira mais um videoclipe, o sexto, resultante das gravações do álbum   Portugal Desde a Raiz  , um projecto do guitarrista e compositor Budda Guedes lançado no dia 3 de Dezembro de 2021. Desde então, foram publicados já cinco videoclipes, filmados nos locais de gravação e em regiões diversas. O primeiro foi   Virar o bico ao prego  , com o grupo Galandum Galundaina, de Miranda do Douro, seguindo-se   Há uns que podem  , com Augusto Canário, de Viana do Castelo;   É não ser boa gente  , com Mia Moura;   Roda  , com o grupo Bombos com Alma, de Braga; e   Quem tudo quer tudo perde  , com o coral Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga). Agora chegou a vez de  Pastorinha menina , com letra e música de Budda Guedes e Pedro Mestre e gravada por ambos e por outras vozes alentejanas. Pedro Mestre, músico e cantor de Castro Verde, fundador e ensaiador de grupos corais alentejanos,  foi distinguido em 2015 com o Prémio Carlos Paredes  pelo seu disco  Campaniça do Despique , lançando em 2019 um novo álbum,  Mercado dos Amores . 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club , Budda Guedes gravou com músicos em várias regiões de norte a sul, percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). O resultado foi o disco  Portugal Desde a Raiz , cujo   making of  se estreou com o PÚBLICO . As sessões de gravação foram profusamente fotografadas, a preto e branco, por Gonçalo Delgado.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/nNqWxgk2Q8I</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/17/video/kiko-the-blues-refugees-lancam-fake-news-anunciam-digressao-bj-cole-20220117-183836</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Fake%20news%20foto93162.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Kiko &amp; the Blues Refugees lançam &lt;i&gt;Fake news&lt;/i&gt; e anunciam digressão com B.J. Cole</video:title>
      <video:description>O álbum,   Threadbare  , foi lançado há um ano e assinalou a estreia da nova formação de Kiko Pereira, cantor, compositor e professor com uma carreira ligada em grande parte ao jazz: Kiko &amp; the Blues Refugees. Depois de um primeiro álbum a solo,  Raw  (2003), Kiko lançara  L’USA  (2012) com o projecto Kiko &amp; the Jazz Refugees, adaptando em 2021 este nome para o seu mais recente projecto. Agora, Kiko &amp; the Blues Refugees lançam em videoclipe, depois de   Giver  , mais uma canção do seu álbum:  Fake news . 

 Quando o disco foi lançado, Kiko  explicou assim, em entrevista ao PÚBLICO  como nasceu esta canção: “ Fake news  surgiu quando eu estava no aeroporto e ouvi alguém atrás de mim a dizer ‘Do you believe in fake news?’ Achei que tinha uma certa musicalidade e comecei a puxar por esse fio e a canção fez-se ali.” Agora, ao apresentar o videoclipe que se estreia esta terça-feira (com realização de Alberto Almeida), acrescenta: “A canção é uma reflexão sobre os conteúdos que a ‘fake news’ (notícias falsas, desinformação) veicula mas, e talvez mais importante, a própria consciência da existência delas no nosso quotidiano e nas consequências na nossa vida. Creio que essa reflexão é fulcral para a identificação e o entendimento da forma perniciosa e insidiosa com que estes fragmentos de pseudo-realidade se inserem nas nossas vidas.” 

 Ao mesmo tempo, Kiko &amp; the Blues Refugees anunciam para Fevereiro uma digressão com um convidado ilustre: o guitarrista inglês B.J. Cole, um mago da “pedal steel”, que a par de uma carreira a solo tem tocado desde a década de 1970 com dezenas de nomes ilustres: Humble Pie, Elton John, Uriah Heep, Procol Harum, T. Rex, Joan Armatrading, Roy Harper, Gerry Rafferty, Cat Stevens, David Sylvian, The Stranglers, Deacon Blue, John Cale, R.E.M., Björk, Depeche Mode, Sting ou Tom Jones, entre muitos outros. 

 B.J. Cole já participara na gravação de  Threadbare , como convidado, juntamente com Marta Ren, João Andresen e Mila Dores, também eles convidados da banda, que é composta por Kiko Pe</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/I97fqMr-Gcw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/16/video/mario-barreiros-junta-dois-quartetos-disco-alerta-estado-oceanos-20220116-203218</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Mario%20Barreiros%20foto%20ok93160.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Mário Barreiros junta dois quartetos num disco que é um alerta para o estado dos oceanos</video:title>
      <video:description>Chama-se  Dois Quartetos sobre o Mar  e chega esta segunda-feira às plataformas digitais, a que se seguirá quase de imediato a edição física, em CD. Trata-se de um novo álbum de originais do baterista e produtor Mário Barreiros e junta, em oito temas, dois quartetos: no primeiro, com Mário Barreiros (bateria) estão Carlos Barretto (contrabaixo), Ricardo Toscano (sax alto) e o pianista e compositor galego Abe Rábade (piano); no segundo, também com Mário Barreiros (bateria), alinham Demian Cabaud (contrabaixo), Miguel Meirinhos (piano) e José Pedro Coelho (saxofone). O disco abre com  Só ten o corpo memória , de Abe Rábade,  primeiro single e videoclipe a ser divulgado, no passado dia 2 , seguindo-se  Aquática , de Mário Barreiros, hoje também lançado em single e em videoclipe. Os restantes temas são:  Narciso ,  Pacífico ,  Arbol negro ,  Bóia ,  Abissal  e  Rede . Gravado no dia 14 de Julho de 2021 no Atlântico Blue Studios, por André Tavares, o disco tem produção, mistura e masterização de Mário Barreiros e é uma edição de autor. As filmagens (dos videoclipes) são de Samuel Morais e Pedro Miguel Costa. 

 No texto que anuncia o disco, Mário Barreiros explica como nasceu  Dois Quartetos sobre o Mar : “Um documentário, que é um retrato real sobre a vida dos oceanos, tornou-se no ponto de partida para esta criação em colectivo. Assim foi nascendo este trabalho de duas ‘moods’ distintas, ora com o Quarteto Pacífico [o primeiro], com uma toada mais romântica, ora com o Quarteto Abissal [o segundo], mais exploratório de águas densas e profundas.” E conclui deste modo: “Este é um mergulho no misterioso grande azul, e na melhor das companhias.” 

 Quanto a  Aquática , o tema agora divulgado, vem acompanhado de uma síntese da situação dos mares, feita por Mário Barreiros a partir dos dados disponíveis:  “ O mar cobre cerca de 70% da superfície da Terra, alberga 80% de toda a vida terrestre, é o maior produtor de oxigénio e o maior absorvente de dióxido de carbono. Desde meados dos anos 90 que o total de peixe pescado</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/JqPOoLtkKIA</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/15/video/mulheres-minho-budda-guedes-quinto-videoclipe-portugal-desde-raiz-20220115-174353</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Mulheres%20Minho%20ok93159.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Mulheres do Minho com Budda Guedes no quinto videoclipe de &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>E vão cinco: lançado no dia 3 de Dezembro de 2021, o álbum   Portugal Desde a Raiz   foi dando origem a uma série de videoclipes gravados com os vários participantes, de norte a sul do país, registados nos lugares a que estão ligados. Neste projecto de Budda Guedes, guitarrista e compositor, foram até agora publicados os videoclipes de   Virar o bico ao prego  , com o grupo Galandum Galundaina, de Miranda do Douro;   Há uns que podem  , com Augusto Canário, de Viana do Castelo;   É não ser boa gente  , com Mia Moura; e   Roda  , gravado com o grupo Bombos com Alma, de Braga. Agora chega a vez de  Quem tudo quer tudo perde , com o coral Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga). Todas as sessões de gravação, registadas em vídeo, foram também profusamente fotografadas por Gonçalo Delgado. 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club , Budda Guedes gravou com músicos em várias regiões de norte a sul, percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). O resultado foi o disco  Portugal Desde a Raiz , cujo   making of  se estreou com o PÚBLICO .</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/VQS4aBuEkcc</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/15/video/francoangolana-lucia-carvalho-lanca-novo-album-estreia-videoclipe-chico-cesar-20220115-124429</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Lucia%20de%20Carvalho93158.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Franco-angolana Lúcia de Carvalho lança novo álbum e estreia videoclipe com Chico César</video:title>
      <video:description>Nascida em Luanda, mas com um trajecto de vida que passa também por Portugal, França e Brasil, a cantora e compositora franco-angolana Lúcia de Carvalho acaba de lançar o seu terceiro álbum,  Pwanga  (Luz), gravado e misturado em Paris, nos estúdios Ferber, pelo produtor e compositor francês Jean Lamoot (Salif Keïta, Mano Negra, Noir Désir, Bashung, Souad Massi).  Desperta , que Chico César compôs de parceria com ela, foi escolhida para estrear também num feérico videoclipe, cujo lançamento acompanhou o do próprio disco, três meses depois de Lúcia ter actuado na 21.ª Edição da feira de músicas do mundo  Womex , no Porto. 

 Hoje com 41 anos, Lúcia de Carvalho Foesser (é como Lucia Foesser que ela assina as suas composições) nasceu em Luanda, veio para Portugal com a mãe e duas das suas irmãs quando tinha seis anos, ficando com elas num centro de acolhimento. Adoptada, aos 12 anos, por uma família francesa, foi então viver para Meistratzheim, na Alsácia, e é a partir de França que inicia a sua carreira na música, primeiro num grupo brasileiro, Som Brasil, depois a solo, em 2008, lançando em 2011 um primeiro EP,  Ao Descobrir o Mundo . Só depois conheceu Edouard Heilbronn, jovem baixista francês que estivera no Brasil, com quem passou a  partilhar a música e a vida . E foi já com ele, e vários outros músicos, que lançou em 2016 o álbum   Kuzola   (Amar, em Kimbundu), feito entre o Brasil, Angola e França e pretexto para o documentário   Kuzola, Canto das Raízes , de Hugo Bachelet . Abraçando um “universo ecléctico que mistura semba angolano, samba brasileiro, funk, soul, pop, rock e música latina”, Lúcia grava em 2018 um segundo álbum, mais virado para as memórias de infância,   Angola, Rhythmes to Dance and Lullabies  , chegando agora   Pwanga  , onde tem como convidados Chico César, Anna Tréa e Sañaelle, respectivamente nas canções  Desperta  (a do videoclipe),   Yalla   e   Somahaka  .</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/TzdHS1omMuw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/14/video/lgoasalgadosabertura-20220114-143307</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>lagoasalgadosabertura</video:title>
      <video:description>lagoasalgadosabertura</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202201/2022114143314_service_lagoasalgadosabertura_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/14/video/barragemdrone-20220114-141940</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>barragemdrone</video:title>
      <video:description>barragemdrone</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202201/2022114141914_service_barragemdrone_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/14/video/silves-lagoa-salgados-podera-primeira-nova-area-protegida-21-anos-20220114-124304</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/thumbsalgados93155.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Silves: Lagoa dos Salgados poderá ser a primeira nova área protegida em 21 anos</video:title>
      <video:description>A proposta de classificação da Reserva Natural da Lagoa dos Salgados está em consulta pública até ao dia 20 de Janeiro. Os ambientalistas apelam à participação dos cidadãos, para que a protecção de uma área com uma grande diversidade de habitats e espécies, mas sob forte pressão imobiliária, seja uma realidade. Proposta pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, esta deverá ser a primeira nova área protegida do país em 21 anos.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/665982835?h=35b5939fa8</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/14/video/dronebarragem-20220114-121311</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>DroneBarragem</video:title>
      <video:description>DroneBarragem</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202201/2022114121314_service_dronebarragem_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/14/video/migrants-curta-sobre-refugiados-ursos-polares-derrete-coracao-112815</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/migrantsMAIN93153.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;Migrants&lt;/i&gt;: esta curta sobre refugiados (que são ursos polares) derrete o coração</video:title>
      <video:description>A casa de dois ursos polares, protagonistas desta multipremiada curta-metragem de animação 3D, intitulada   Migrants  , tornou-se inabitável devido às alterações climáticas. O degelo das superfícies onde viviam forçou mãe e cria a encontrar um novo habitat. À chegada ao novo destino,  a recepção, porém, não é amigável. Ursos castanhos autóctones impedem, com recurso a força, a permanência dos recém-chegados, expulsando-os do seu território. O que acontece a seguir? 

 No decorrer do filme, torna-se difícil para o espectador não empatizar com os refugiados climáticos, dois adoráveis ursos que procuram apenas um lugar seguro para viver. A narrativa é uma alegoria que remete para as crises climática e de refugiados que já afectam populações humanas. O filme de oito minutos, produzido por cinco alunos ( Hugo    Caby , Antoine  Dupriez , Lucas  Lermytte ,  Zoé Devise ,  and Aubin Kubiak) da escola de cinema de animação  PÔLE   3D,   em Roubaix, França, foi premiado e nomeado mais de 300 vezes em festivais internacionais de cinema de animação.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/ugPJi8kMK8Q</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/14/video/debate-rui-rio-antonio-costa-cinco-momentos-20220114-023008</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/15855W93152.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O debate entre Rui Rio e António Costa em cinco momentos</video:title>
      <video:description>António Costa e Rui Rio protagonizaram na noite desta quinta-feira um frente-a-frente televisivo animado e em que discordaram em praticamente tudo : do IRS ao Salário Mínimo Nacional, do Serviço Nacional de Saúde à TAP.  

 Leia mais sobre o debate: 

 
	  Rio agita fantasma de BE no Governo, Costa afasta “geringonça” e pisca olho ao   PAN  
	  Fantasmas na governação, tabus na saúde e perigos na justiça. Assim foi Costa vs.   Rio​  
	  Costa afasta “geringonça” e admite governar à Guterres ou com o PAN  
	  Costa baixou o peso dos impostos no PIB em um ponto percentual?​  
	  O que o país precisa – melhores salários e leis laborais – não passa pelo debate de Costa e Rio, diz João Ferreira  
	  O Rio que os separa</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/665855089?h=ffadad9891</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/13/video/interrompeu-antonio-costa-protesto-novo-aeroporto-sentase-banco-reus-importante-continuar-desobedecer-20220113-182057</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/fracniscopedro93151.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“É importante desobedecer”. Interrompeu Costa em protesto contra aeroporto, agora senta-se no banco dos réus</video:title>
      <video:description>“É importante desobedecer”. Interrompeu Costa em protesto contra aeroporto, agora senta-se no banco dos réus</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/665723496?h=ac021e86f1</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/13/video/budda-guedes-bombos-alma-dao-vida-quarto-videoclipe-portugal-desde-raiz-20220113-153013</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/_GD_020593147.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Budda Guedes &amp; Bombos com Alma dão vida ao quarto videoclipe de &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Depois de um intervalo ditado pelas festas do Natal e do Ano Novo, o guitarrista e compositor Budda Guedes retoma a publicação regular dos videoclipes produzidos durante a gravação do disco  Portugal Desde a Raiz , lançado no dia 3 de Dezembro de 2021. Depois de   Virar o bico ao prego  , com o grupo Galandum Galundaina, de Miranda do Douro; de   Há uns que podem  , com Augusto Canário; e de   É não ser boa gente  , com Mia Moura, é agora a vez de  Roda , tema com letra de Budda Guedes e música de Budda Guedes e Rui Rodrigues, gravado com o grupo Bombos com Alma, Associação para o estudo de percussão tradicional, de Braga. 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club , Budda Guedes  gravou com músicos em várias regiões de norte a sul , percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). O resultado foi o disco  Portugal Desde a Raiz , cujo   making of   se estreou com o PÚBLICO.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/u1lN4O1fbzk</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/13/video/projecto-bandua-anuncia-album-fevereiro-estreia-novo-videoclipe-cinco-sentidos-20220113-144616</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/Bandua%20foto93146.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Projecto Bandua anuncia álbum para Fevereiro e estreia novo single e videoclipe, &lt;i&gt;Cinco sentidos&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O álbum, homónimo, está anunciado para o dia 11 de Fevereiro. Mas o duo Bandua, formado pelo produtor e músico Bernardo D’Addario (Tempura the Purple Boy) e pelo músico e cantor Edgar Valente (dos  Criatura ) resolveu lançar agora mais um single,  Cinco sentidos , depois de ter estreado   Macelada  , em Outubro do ano passado.  Cinco sentidos , que já tinha sido publicado na colectânea Novos Talentos Fnac 2021 (é o sétimo tema do primeiro CD), surge agora com um videoclipe realizado por Cláudia Batalhão e nele participam Sara Mercier e a dupla Edgar Valente e Bernardo D’Addario. O tema, composto por D’Addario a partir de um poema popular da Beira Baixa re-arranjado por Edgar, respondeu à busca do primeiro por música electrónica orgânica com raízes portuguesas, até aí sem grande sem sucesso. Edgar trouxe  Cinco sentidos  e isso abriu caminho ao projecto de “criar algo baseado na sonoridade electrónica do  downtempo  berlinense, mas com raízes do folclore português da Beira Baixa”, bem como ao duo Bandua. 

 “Bandua é uma reinterpretação das canções tradicionais portuguesas da região, trazendo-as para o mundo moderno”, explica D’Addario no comunicado que anuncia o novo single. “Queríamos criar algo novo, sem esquecer as nossas raízes. Adoraria que as pessoas pensassem que estou aqui a fazer uma declaração e ajudar a definir um padrão do que pode ser alcançado neste tipo de música, cantada em português”. O álbum resultante da colaboração de Bernardo D’Addario com Edgar Valente, de título  Bandua , será lançado pela editora internacional Frente Bolivarista (Holanda/Brasil) que já editou artistas como o franco-equatoriano Nicola Cruz ou o argentino Chancha Via Circuito, sendo esta é a primeira vez que aposta num projecto português.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/n35x4rM_PBo</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/07/video/publico-pais-diverso-cores-20220107-133552</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/vid-thb-1920x1080-893139.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>PÚBLICO, ver o país como ele é: diverso e a cores</video:title>
      <video:description>Como diz o lema da nossa primeira página, é importante “abrir portas onde se erguem muros”. Foi isso que inspirou a equipa multimédia do PÚBLICO que preparou o vídeo que agora lançamos com um apelo claro aos leitores: leiam o jornal que vos oferece esta abertura e estimula esta pluralidade. 

 É importante regressar aos valores matriciais da democracia liberal europeia. A democracia que recusa o mundo a preto e branco. No PÚBLICO sabemos qual é o ponto de partida: a democracia aberta, a Europa, a liberdade individual e a iniciativa privada, a recusa intransigente de todas as discriminações, a preocupação solidária com os mais frágeis e excluídos, a ideia de que o progresso se faz com a tolerância do diálogo e a riqueza da diversidade. 

  
Nesta matriz, só se justifica a intolerância contra a intolerância, contra ameaças aos direitos humanos ou contra a própria democracia. Como diz o lema da nossa primeira página, é importante “abrir portas onde se erguem muros”. Foi isso que inspirou a equipa multimédia do PÚBLICO que preparou o vídeo que agora lançamos com um apelo claro aos leitores: leiam o jornal que vos oferece esta abertura e estimula esta pluralidade.  Manuel Carvalho</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/663337252?h=7a995bd16f</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/06/video/protestos-violentos-cazaquistao-deixam-dezenas-mortos-20220106-095914</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/2022-01-05T191428Z_1613354474_RC2OSR9BSMQU_RTRMADP_3_KAZAKHSTAN-PROTESTS-FUEL93137.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Protestos violentos no Cazaquistão deixam "dezenas" de mortos</video:title>
      <video:description>A terceira noite consecutiva de protestos violentos e motins em Alma-Ata, a antiga capital e a maior cidade do Cazaquistão, terminou com “dezenas” de mortos. A Reuters cita a televisão estatal do país da Ásia Central, que diz que os manifestantes mataram 12 agentes da polícia. 

 Em declarações à Khabar-24, uma televisão local, na madrugada desta quinta-feira, uma porta-voz da polícia cazaque revelou que os seus agentes “eliminaram” membros das “forças extremistas” que se juntaram na maior praça da cidade. 

 O Cazaquistão  atravessa um período de enorme tensão social , provocada pela subida dos preços dos combustíveis. 

 A instabilidade levou o Presidente Kassim-Jomart Tokaiev a assumir a chefia do conselho de segurança estatal – afastando Nursultan Nazarbaiev, o primeiro chefe de Estado do país, considerado “pai da nação” – para responder a uma ameaça que diz estar a ser liderada por “gangues terroristas”. 

 O actual presidente fez um pedido formal de ajuda à Organização do Tratado de Segurança Colectiva (OTSC), que confirmou, na quarta-feira à noite, o envio de uma força de manutenção de paz – que deverá chegar ao território a qualquer momento.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/663004215?h=a7d15dfc80</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/05/video/rebanho-ovelhas-servico-vacinacao-alemanha-20220105-153931</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202201/240736142022151540.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Um rebanho de ovelhas ao serviço da vacinação na Alemanha</video:title>
      <video:description>Hanspeter Etzold, um empresário do norte da Alemanha, inspirou-se no seu trabalho diário como líder de acções de  team   building . No Verão passado, numa acção em que os participantes deviam  guiar um rebanho de ovelhas , reparou que os cordeiros, mais frágeis, estavam a ficar para trás. Surgiu-lhe a ideia de como no contexto actual é importante que não se deixe ninguém para trás e que é importante "guiar" a minoria até um objectivo que beneficie todos. Na A lemanha, as taxas de vacinação são mais baixas do que outras nações da Europa   Ocidental: 67% comparando com os 89,5% de Portugal, por exemplo.   

 Recorrendo a  drones  e a um rebanho local, Etzold usou aproximadamente 700 ovelhas e algumas cabras para formar uma seringa gigante de 100 metros de comprimento, possível de contemplar através da vista aérea. Para o empresário, as ovelhas apelam ao lado emocional das pessoas e isso pode ajudar a transmitir a mensagem de forma mais eficaz. "Talvez algumas pessoas possam ser alcançadas emocionalmente quando a lógica e o raciocínio científico não funcionam", diz ele. 

 As ovelhas foram conduzidas para a forma de seringa pelo alimento que era colocado no solo. "Se eu apenas escrevesse uma mensagem no Facebook, ninguém iria reparar."</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/662655970?h=7bc1de8354</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2022/01/04/video/conhecidas-baleiasdebryde-ja-visitam-costa-portuguesa-20220104-113949</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Baleia-de-Bryde na costa portuguesa, avistada em 2020</video:title>
      <video:description>Equipa da Associação para a Investigação do Meio Marinho registou o primeiro avistamento das baleias-de-Bryde ao largo da costa algarvia em Agosto de 2020. Um outro indivíduo da mesma espécie foi avistado no Verão de 2021. Presença habitual na Madeira e nos Açores, não havia, antes disto, registo destas baleias na costa continental portuguesa</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/662244638?h=0231bcee82</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
</urlset>