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      <video:title>Mário Lúcio celebra Dia da Música com &lt;i&gt;Hino à Gratidão&lt;/i&gt;, filmado no Museu de Peniche</video:title>
      <video:description>O cantor, compositor e escritor cabo-verdiano  Mário Lúcio  lança esta sexta-feira, Dia Mundial da Música, o tema  Hino à Gratidão , um emotivo mantra composto num inspirado final de tarde e cujo vídeo foi filmado no Museu Nacional Resistência e Liberdade, em Peniche, que ocupa a antiga fortaleza que foi lugar de prisão e tortura para numerosos presos políticos da ditadura. No texto que explica como nasceu esta canção, escreve Mário Lúcio: “Estava eu sentado no meu jardim na minha casa de Achada Mato, em Cabo Verde, e escutava o som da água de um repuxo num pequeno tanque, sob uma estatueta de Buda, no fim da tarde. De repente, senti a música, melodia e letra, a descer. Pus o telemóvel a gravar, peguei o violão, comecei a acompanhar a melodia na minha cabeça, e a cantar as palavras que foram caindo das nuvens. Na metade da música, comecei a chorar, surpreendido e agraciado por aquilo que me estava a acontecer”. 

 Apresentada como “uma ode de luz em tempos sombrios”, sublinhando, na escolha de tão simbólico cenário, “a importância da Paz e espiritualidade, num abraço sereno ao passado, e estendendo as mãos na sementeira de um Futuro renovado”,  Hino à Gratidão  foi mostrado por Mário Lúcio a vários profissionais da música, que segundo o referido texto se emocionaram a ouvi-la, e o arranjo final acabou por ser entregue ao  Zululand Gospel Choir , da África do Sul, que, diz ainda o referido texto, “captou e expressou a alma da canção”. Mário Lúcio está por estes dias em Portugal, actuando já esta sexta-feira em  Paredes de Coura, no Centro Cultural , num concerto que abre a programação do ciclo da Polinização, pelas 21h30. Seguir-se-ão Évora, no dia 2, com o concerto  Mário Lúcio &amp; Novos Crioulos , na Fundação Eugénio de Almeida; e três concertos com Teresa Salgueiro, o primeiro no  Fólio, Festival Literário de Óbidos , dia 22 (onde participa dia 17 na conversa  Tantos Outros um em cada Nós  e onde lançará dia 20 o livro  Manifesto a Crioulização ); e os seguintes em Novembro, primeiro na vizinha Galiza, em Ferro</video:description>
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      <video:title>David Justino fala em “deslealdade” de Rangel e diz que o natural é que Rui Rio se recandidate</video:title>
      <video:description>O vice-presidente do PSD afirmou em entrevista ao PÚBLICO que seria “incompreensível” se Rui Rio não se recandidatasse à liderança do partido nas próximas directas. E que Paulo Rangel diz que não está em reflexão e “já é candidato há muito tempo”. 

 As declarações foram feitas numa  entrevista  em directo na estreia do novo programa do PÚBLICO Ao Vivo   Interesse Público  , da jornalista Ana Sá Lopes.</video:description>
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      <video:title>Jogadoras afegãs em Portugal: "Quando jogo futebol, sinto-me livre"</video:title>
      <video:description>Há quase duas semanas, um grupo de 80 pessoas, incluindo 26 raparigas entre os 14 e os 16 anos que jogavam nas selecções de futebol do Afeganistão, receberam notícia de que estava tudo a postos para as retirar de Cabul. Não sabiam que  o destino era Lisboa,  onde começam agora a reconstruir as suas vidas. "Todas as vezes que tentámos escapar de Cabul é uma história, uma jornada", contou ao PÚBLICO Sadaf Sharifzada, uma jovem jogadora de 16 anos. 

  Esta quinta-feira, Sadaf e o restante grupo reencontrou-se junto à Torre de Belém com Farkhunda Muhtaj, a capitã da selecção afegã de futebol feminino que acompanhou à distância toda a operação de resgate levada a cabo pela ONG DeliverFund. Uma surpresa para as jovens e as suas famílias.   

 As raparigas e as suas famílias estavam a tentar sair do Afeganistão desde que os EUA retiraram o seu contingente militar do território, por receio do que lhes podia acontecer num regime que proíbe as mulheres de praticarem desporto.  "Quando jogo futebol, sinto-me livre", diz Sadaf.   

 Depois de muitos contratempos, incluindo tentativas falhadas de resgate e um atentado no aeroporto de Cabul, e semanas em que tiveram de mudar várias vezes de casa por razões de segurança, estas famílias conseguiram chegar em segurança a Portugal.</video:description>
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      <video:title>Lava do vulcão de La Palma chegou ao mar e forma nuvem perigosa para a população</video:title>
      <video:description>A alta temperatura da lava quando  entra em contacto com a água do mar  forma uma nuvem que pode conter ácido clorídico e pequenas partículas de cristais vulcânicos, que podem irritar a pele, os olhos e as vias respiratórias. 

 De acordo com o  El País , a única vítima mortal de um outro vulcão que entrou em actividade na ilha de La Palma, em 1971, o vulcão de Teneguia, faleceu precisamente por causa da inalação de gases. 

 Apesar dos  elevados danos materiais  e de ter já obrigado à retirada de casa de mais de 5700 pessoas, não há, até ao momento, vítimas mortais do vulcão Cumbre Vieja.</video:description>
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      <video:title>Greta Thunberg está a ficar impaciente com o “blá-blá-blá” sobre o clima</video:title>
      <video:description>A activista sueca está em Milão para participar num encontro de jovens de todo o mundo, um mês antes do arranque da COP26. O encontro em Milão integra o evento  Youth4Climate  e junta mais de 400 jovens de todo o mundo. O objectivo é reunir jovens e decisores políticos para juntos apresentarem propostas de combate às alterações climáticas. 

 O último relatório da ONU sobre o clima, publicado a 17 de Setembro,  alerta para um caminho que irá conduzir a um aquecimento global "catastrófico" de subida da temperatura em 2,7°C . 

 Convidada para participar também neste encontro,  Greta Thunberg  mostrou-se céptica em relação aos compromissos assumidos pelos líderes mundiais e sublinhou que é preciso passar à acção. Thunberg acusou os responsáveis de se encherem de "palavras e promessas vazias" que até agora "ainda não se traduziram em acções".</video:description>
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      <video:title>Uma noite em que se sentiu "a democracia a fervilhar"</video:title>
      <video:description>A grande surpresa foi a vitória de Carlos Moedas , em Lisboa, mas  os sobressaltos atravessaram vários concelhos do país . O PCP continua a perder municípios e o PS ganhou, conquistando menos câmaras. Manuel Carvalho, director do PÚBLICO, Sónia Sapage e Helena Pereira, editoras executivas, e David Santiago, subeditor de Política, resumem os destaques das eleições autárquicas deste domingo. 

 Leia mais sobre os resultados das eleições: 

 
	  “Ganhámos contra tudo e contra todos”, clamou Moedas enquanto Medina admitia uma “derrota pessoal e intransmissível”  
	  Vencedores a vencidos: de Carlos Moedas a Jerónimo de Sousa  
	  Costa frustrado com derrota em Lisboa: “Isso é indiscutível”  
	  Rui Rio reforçado com vitória surpresa de Carlos Moedas  
	  A democracia portuguesa está viva</video:description>
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      <video:title>Balanço da noite eleitoral: PS, PSD e CDS felizes; CDU insatisfeita e um Bloco apagado</video:title>
      <video:description>No fim de mais umas eleições autárquicas, António Costa diz que o Partido Socialista "continua a ser o maior partido autárquico nacional"; Rui Rio fala de uma vitória global do PSD. A CDU falhou a recuperação de Almada e ainda perdeu cinco câmaras, de entre as quais Loures.  O BE continuará a não presidir a nenhuma câmara, e sem expressão autárquica ficaram também o PAN, o Chega e a Iniciativa Liberal . Fazemos o balanço da noite eleitoral. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>"PSD começa a noite eleitoral mais confortável do que o PS"</video:title>
      <video:description>Manuel Carvalho, director do PÚBLICO, comenta o início desta noite eleitoral, agora que já se conhecem os resultados das sondagens feitas à boca das urnas.  

 Siga a cobertura da noite eleitoral  aqui . 

 Saiba mais sobre o assunto em: 

 
	  Noite longa em Lisboa. O tecnocrata que quis unir a direita faz tremer delfim de Costa  
	  Taxa de abstenção pode ter ficado entre 45% e 50%, revelam projecções — um dos valores mais altos de sempre  
	  Eleições de proximidade mitigam abstenção nas autárquicas  
	  Marcelo diz que autarcas “foram excepcionais” na resposta à pandemia  
	  Contra os “superpoderes” dos presidentes das câmaras, falta cidadania  
	  Série Autárquicas: 264 horas da campanha em 20 minutos</video:description>
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      <video:title>Violinista Malú Garcia estreia em palco o seu projecto instrumental entre dois mundos</video:title>
      <video:description>O seu território é o da música clássica, mas a violonista Malú Garcia decidiu aventurar-se por outros caminhos, dando vida a um projecto que, segundo se anuncia, “incorpora estilos como fado, morna, world music, tango e jazz”. Vai apresentá-lo ao vivo pela primeira vez em palco, no Teatro-Cine de Torres Vedras, dia 2 de Outubro às 21h30, e prepara-se para lançar um álbum em 2022. Como amostra de tudo isto, e na continuação de outros temas já estreados nas plataformas digitais desde há um ano (como   Paradigmas  , em Outubro de 2020 e   Lágrima d’vinho  , já em Janeiro deste ano) estreia este sábado um novo single e videoclipe, filmado em Sintra, a que deu o nome de  Dois mundos , que na verdade é onde ela musicalmente se encontra. Acompanham regularmente Malú Garcia (violino) Pedro Baião (piano), Bernardo Romão (guitarra portuguesa), Sebastian Scheriff (percussão) e Ricardo Marques (contrabaixo), formação que já se apresentou  num dos concertos em  streaming  d’A Casinha , em Junho. 

 Segundo a sua biografia oficial, Malú Garcia iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos na Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, onde actualmente é professora, começando a tocar violino aos 8. Participou em  masterclasses  com professores em Portugal, Inglaterra, Alemanha, País de Gales e Espanha. Em 2013, foi seleccionada para a JOP (Jovem Orquestra Portuguesa) e em 2014 para integrar na Young Franco-German-Hungarian Philharmonics com o maestro Nicolaus Richter. Em Junho de 2015, terminou a sua licenciatura na Universidade de Évora em Música, ramo do violino, com o professor Valentin Stefanov. E entre 2016 e 2018 foi bolseira pela Royal Welsh College of Music and Drama em Cardiff, no Reino Unido, onde tirou uma Pós-Graduação em Performance (Violino). Ainda no Reino Unido, foi seleccionada para o ensemble String Soloists, onde trabalhou com maestros como Valery Gergiev. Em 2018, fez parte do Projecto Ibérico Orquestral, com os músicos da Orquestra Sinfónica de Castilla y León (Espanha) e teve uma Menção Honrosa no Fest</video:description>
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      <video:title>Abraham Cupeiro: "Os instrumentos musicais são chaves para abrir portas do passado"</video:title>
      <video:description>Entre as bibliotecas, um atelier de fabrico de instrumentos rodeado de bosques e os palcos, o músico e compositor galego Abraham Cupeiro ressuscita instrumentos milenares para voltar a fazê-los soar a um ritmo bem mais contemporâneo, por vezes futurista. O seu último disco,  Pangea , faz dialogar uma corna galega de um pastor ou um  karnyx  celta com a Royal Philharmonic de Londres.</video:description>
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      <video:title>Vulcão de La Palma continua a expelir lava e a desalojar residentes</video:title>
      <video:description>O vulcão Cumbre Vieja, na ilha espanhola de La Palma, nas Ilhas Canárias, permanece activo  e assim poderá continuar até um máximo de 84 dias , de acordo com as estimativas dos especialistas. 

 A prioridade das autoridades, neste momento, é alojar as milhares de pessoas que ficaram sem casa. Esta quinta-feira, o Presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, visitou as vítimas acompanhado do rei Felipe VI e da rainha Letizia.</video:description>
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      <video:title>Na Califórnia, há robôs que querem revolucionar a produção agrícola</video:title>
      <video:description>O mundo precisa de uma produção agrícola mais resiliente. Seremos 9 mil milhões para alimentar em 2050, mas também é imperativo que se reduza o impacto da actividade agrícola nos solos. O panorama que o planeta enfrenta hoje, dia em que as Nações Unidas debatem as questões da agricultura e alimentação na  Cimeira dos Sistemas Alimentares 2021,  em Nova Iorque, exige mudanças profundas dos sistemas alimentares. Nos últimos anos, a grande aposta tem sido a tecnologia.  

 Na Califórnia, que enfrenta  uma seca devastadora , a empresa de Sillicon Valley Iron Ox acredita que recorrendo a robôs pode produzir de forma mais sustentável. Para isso contam o apoio financeiro da Breakthrough Energy de Bill Gates no valor de 45 milhões de euros. Os robôs que já operam na Califórnia estão integrados um sistema hidropónico (cultivo sem recurso a solo) e estão a produzir manjericão. Segundo a empresa, o robô que desenvolveram - o Grover - necessita de 90% menos água e electricidade que os sistemas de cultivo tradicionais. Com recurso a inteligência artificial e robótica, sensores monitorizam os níveis de nitrogénio e acidez da água para um crescimento saudável. Para além do manjericão, a Iron Ox cultiva morangos, coentros salsa e tomate. Em construção está uma nova estufa em Lockhart, Texas. 

 "Para realmente eliminar o desperdício, para chegar ao nível seguinte de sustentabilidade e impacto, temos que repensar todo o processo de cultivo”, defende o CEO da empresa, Brandon Alexander. 

 No entanto,  vários grupos e associações representando os pequenos agricultores e os movimentos indígenas na Ásia, em África, na Europa e no continente americano decidiram boicotar a cimeira , acusando-a de estar totalmente dominada pelos interesses das grandes empresas do sector agro-alimentar, que vêem nela o palco ideal para promover soluções de base científica para uma produção agrícola mais resiliente. 

 O problema destas soluções, segundo os  defensores de um modelo de agro-ecologia e agricultura regenerativa, é que tornam a produ</video:description>
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      <video:title>António Côrte-Real celebra 25 anos de carreira e exorciza a pandemia com &lt;i&gt;Tiro os olhos do chão&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Guitarrista dos  UHF  desde 1996 e também compositor, António Côrte-Real já participou em dezenas de discos, não só da célebre banda de Almada, mas também de projectos que fundou, como as bandas Revolta,  União das Tribos  ou o  Côrte-Real Trio . Agora prepara o primeiro disco a solo, uma forma de assinalar os seus 25 anos de carreira, estreando já esta sexta-feira  Tiro os olhos do chão , a primeira canção (com videoclipe) do álbum que chegará às lojas e às plataformas digitais no dia 4 de Fevereiro de 2022 e que tem já um concerto de apresentação marcado para dia 5 desse mesmo mês na Boutique da Cultura, em Lisboa. O nome pelo qual é conhecido, e isso é já visível nesta canção, também muda: António passa a Cörte-Real. 

 Nascido em Setúbal, a 2 de Fevereiro de 1976, filho do fundador dos UHF António Manuel Ribeiro, Cörte-Real aprendeu a tocar guitarra aos 12 anos e, entre os guitarristas que considera seus “heróis” contam-se João Cabeleira, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Billy Duffy, Eric Clapton ou The Edge. O disco que agora começa a conhecer-se foi gravado durante a pandemia, e  Cörte-Real  teve de vender uma guitarra para financiar os trabalhos, como o próprio reconhece em declarações publicadas no texto que anuncia este single: “Sem concertos e sem saber quanto tempo iria a pandemia perturbar a vida normal de todos ligados à música, optei por vender uma guitarra para minimizar o risco do investimento. Era a guitarra ou o disco, optei pelo disco.” A letra de  Tiro os olhos do chão  é de Bruno Celta (que a canta no single e no videoclipe) e a música, nitidamente rock, é de Cörte-Real (guitarra). Na bateria e no baixo estão, respectivamente, Nico Guedes e Nuno Correia. A canção reflecte os tempos da pandemia: “Contemplo a solidão/ Sinto o sufoco nesta imensidão/ Palavras ao vento/ Vejo o futuro, agarro o momento// Tiro os olhos do chão/ Grito e juro que não/ Sempre pronto a partir/ Sou o último a rir.”</video:description>
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      <video:title>Contornar o trânsito pelo ar? Este drone pode ajudar</video:title>
      <video:description>Estudantes do Instituto Nacional Politécnico do Camboja estão a desenvolver um drone que voa a quatro metros do chão e percorre curtas distâncias. O drone foi construído com uma cadeira da sala de aulas, onde se senta o piloto, e oito hélices. Tem quatro baterias e, para já, uma capacidade de carregar 60 quilos a uma altura de cerca de quatro metros do chão durante dez minutos. 

 Lonn Vannsith, um dos alunos envolvidos no projecto, já experimentou voar neste aparelho e partilha a emoção. "Queríamos tentar resolver alguns problemas da nossa sociedade e por isso construímos este táxi-drone, que também poderá ajudar os bombeiros no combate aos incêndios. Por exemplo, nos edifícios mais altos, poderá transportar água ou a mangueira para os andares mais altos." 

 O aparelho, que até agora teve um custo de 17 mil euros, está ainda em fase de desenvolvimento. Os alunos esperam poder continuar a aperfeiçoá-lo durante os próximos dois anos.</video:description>
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      <video:title>Merkel, 16 anos no poder: estabilidade nas crises, resistência na mudança</video:title>
      <video:description>Num discurso perante alunos da Universidade de Harvard, em 2019, Angela Merkel lembrou como o Muro de Berlim havia limitado os seus movimentos e até as suas oportunidades. Mas nunca os seus pensamentos e sonhos. “Tudo o que parece estar gravado na pedra e inalterável pode, na verdade, mudar”, disse aos alunos. Seria a queda do Muro de Berlim, em 1989, e a reunificação da Alemanha  a abrir-lhe as portas da política.  

 “Ela quer que as pessoas aceitem a mudança, mas ela foi eleita e reeleita porque as pessoas viram nela a mulher que evitava a mudança, garantia estabilidade”, explicou ao PÚBLICO Ralph Bollmann, jornalista e biógrafo de Angela Merkel. “Esse é o grande paradoxo do seu legado”, conclui. 

 Para o autor da biografia  Angela Merkel: a chanceler e o seu tempo  (2021)   e  Angela Merkel e nós  (2013), o pragmatismo e os seus valores marcaram a forma de fazer política da chanceler. Privilegiou sempre a estabilidade e a continuidade, evitando conflitos e procurando compromissos. Ao longo de 16 anos,  esteve ao leme da Europa durante sucessivas crises: crise financeira de 2008, crise da zona euro, crise na Ucrânia, crise dos refugiados, a eleição de Donald Trump e por fim a pandemia da covid-19. 

 E é assim que quererá ser recordada: “Ela quer ser lembrada como a mulher que tentou fazer o seu trabalho o melhor possível, e que foi capaz de compromissos".</video:description>
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      <video:title>Dez anos de P3, por quem o fez e o faz. Venham os próximos</video:title>
      <video:description>São dez anos a contar histórias que estão por contar, a  estender um Megafone  a quem não o tem, a tentar pensar fora da caixa. O P3  nasceu por tua causa , a 22 de Setembro de 2011, pronto para tratar o mundo por tu. E assim nos mantemos, presos na idade dos porquês, sem nunca estarmos sozinhos. Foi e é feito por muitas mãos, que aqui partilham as suas impressões; mas faltam outras, aquelas  que nos acompanham todos os dias . Porque não gostamos de estar sozinhos. Obrigado por estares deste lado. 

 
	  Acompanha a nossa  série de trabalhos especiais de aniversário   
	 Campanha especial: Assina o PÚBLICO por  3 euros durante ​3 meses  (válido apenas para novos assinantes).  Sabe mais aqui .</video:description>
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      <video:title>Non Talkers assinalam com uma canção o Dia Mundial da Doença de Alzheimer</video:title>
      <video:description>Chama-se  You don’t remember anymore  (já não te lembras mais) e é a canção com que os Non Talkers, duo de Caminha composto pelo casal Evita e Marco Brantner, assinalam esta terça-feira o Dia Mundial da  Doença de Alzheimer , que afecta milhões em todo o mundo. A partilha desta canção é, para eles, muito importante: “Se de certa forma pudermos proporcionar algum conforto através desta música, sentiremos que alcançamos algo positivo”, diz Marco no texto de lançamento do single e respectivo videoclipe. Até porque, segundo ele, esta doença é “algo com que a maioria de nós estaremos em contacto de uma forma mais directa ou indirecta ao longo das nossas vidas.” Por isso, apesar de considerar que existe “um grande esforço por parte de várias entidades para providenciar apoio e informação sobre esta doença”, Marco acredita que “nunca é demais continuar a ajudar a uma melhor consciencialização”. Daí esta canção, que vai no sentido dessa ajuda: “É sem dúvida um dos nossos objectivos com esta música”. 

 Não é, aliás, algo a que os Brantner sejam alheios, e a canção parte de um caso real, da sua família. “A minha avó vive na Bélgica e sempre a fui visitar ao longo dos anos passados aqui em Portugal”, diz Evita. “A última vez foi mesmo antes da pandemia e nessa altura foi um choque tremendo, porque já não sabia quem eu era. Vou visitá-la novamente em breve, mas sei que vai ser muito difícil. É como sentir um luto por alguém que ainda está vivo.” É, acrescenta, “uma situação bastante devastadora emocionalmente”. Por decisão dos Non Talkers, a parte dos lucros das vendas e  streaming  deste tema vai ser doada à  Associação Alzheimer Portugal . Foi “uma decisão muito fácil”, justifica Marco. “Queremos ajudar o máximo possível dentro das nossas possibilidades”. Com Evita Branter (voz) e Marco Brantner (guitarras e voz) tocam neste tema Filipe Alturas (piano), João Rangel (baixo), Ricardo Pereira (bateria), Melanie Curto (violino) e Mariana Antunes (violoncelo). A gravação, mistura, masterização e arranjos é de Paulo Baixinho.</video:description>
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      <video:title>Este domingo, os votos não são todos iguais. Um guia para entender as autárquicas</video:title>
      <video:description>Eleger um presidente de câmara ou um vereador não é igual em todos os municípios e freguesias do país. Na hora de contar os votos, o número de eleitores de cada um faz a diferença até no salário dos representantes eleitos. Este domingo, os portugueses vão participar nas eleições autárquicas, que são aquelas que pelo número de lugares disponíveis mobilizam mais pessoas. 

  Acompanhe tudo sobre as eleições autárquicas aqui .</video:description>
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      <video:title>Toubkal estreia o vídeo de &lt;i&gt;The wolves&lt;/i&gt;, tema inspirado num romance de Herman Hess</video:title>
      <video:description>Depois de   Lullaby  , estreada em finais de Maio,  The wolves  é mais canção a desvendar  The Great Round , o primeiro EP de Toubkal, com edição marcada para 25 de Outubro. Toubkal, que se diz influenciado por músicos como Sufjan Stevens, José González, Patrick Watson, Ben Howard ou Noiserv, é o nome escolhido por Bruno Barreira, um jovem portuense de raízes transmontanas, para o seu projecto a solo. O EP  The Great Round , conforme já foi anunciado pelos seus promotores, terá quatro temas na edição digital mais um tema extra na edição em formato físico. Além de Bruno Barreira, o disco conta com Alcino Canas (bateria), Ana Rita Melo Alves (voz num dos temas,  Nocturne ), João Figueiredo (baixo) e Tiago Lopes (coros). 

 A canção  The wolves , inspirada no romance de Hermann Hesse (1877-1962)  O Lobo das Estepes , publicado em 1927, aborda “as incertezas e inseguranças da vida adulta” vistas a partir do olhar de uma criança. Ou, nas palavras de Toubkal: “A vida adulta é muitas vezes marcada pelo conflito interno e a incerteza: todos temos lobos com os quais lutamos eternamente e que são fonte de ansiedade e frustração.  The wolves  serve para nos lembrar de que talvez sejamos capazes de os aceitar e até de viver em harmonia com eles – aliás, já todos o fizemos no passado.” O videoclipe, rodado nos montes e vales de Moimenta da Raia (em Vinhais, Trás-os-Montes), foi realizado por Tiago Lopes, com argumento de Tiago Lopes e Bruno Barreira.</video:description>
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      <video:title>Garcia estreia &lt;i&gt;Cigarra no Outono&lt;/i&gt; e é no Outono que lança o novo álbum, &lt;i&gt;Canção&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O anunciado álbum de Garcia,  Canção , chega às plataformas digitais nos primeiros dias do Outono, na sexta-feira 24 de Setembro. Mas, uma semana antes, ele estreia um novo single e videoclipe, depois do lançamento d’  O famigerado quebra corações  , em Julho:  Cigarra no Outono . Nascido em Lisboa, em 23 de Dezembro de 1982, Garcia já editara em 2016 um primeiro álbum a solo,   Refúgio  , assinando como João Garcia Barreto, o mesmo nome com que tem desenvolvido projectos com outros músicos, entre os quais a Phil Mendrix’s Band, do lendário guitarrista  Filipe Mendes (1947-2018) . Este seu novo álbum deve o nome ( Canção ) à ideia de homenagear, na música e na escrita, os criadores de canções portugueses, entre os quais Carlos Tê e Rui Veloso, Jorge Palma ou Pedro Abrunhosa,  como Garcia explicou ao PÚBLICO na altura do lançamento do primeiro single . 

 Em  Cigarra no Outono , com uma forte introdução de metais, ele canta: “Faço-me, hoje, à estrada/ como quem tem nada/ e ousa cotejar o vento./ A sorte é de quem sonha/ e a desdita é peçonha/ para quem não lê o tempo./ ‘A gente vai continuar’,/ canta o Palma sem cessar/ e dou tréguas à solidão...” Com Garcia (voz), participam na gravação Marco Reis (guitarras eléctricas e acústicas), Marco Reis (Hammond), Xico Santos (baixo eléctrico), João Correia (bateria e percussão), David Ripado (coros), Elmano Coelho (saxofones tenor) Diogo Duque (trompetes) e Vasco Teodoro (loops). A produção é de Marco Reis &amp; Vasco Teodoro e o arranjo de sopros de Elmano Coelho, Diogo Duque e Daniel Lima.</video:description>
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      <video:title>Simone Biles: “Um sistema inteiro permitiu e perpetrou” abusos sexuais contra ela e centenas de ginastas</video:title>
      <video:description>Numa audiência perante o Comité Judicial do Senado dos EUA, a ginasta e campeã olímpica Simone Biles fez um discurso emotivo onde  culpou a federação de ginástica norte-americana e “todo o sistema”  por permitir que Larry Nassar, médico da equipa nacional durante 20 anos, abusasse sexualmente dela e de centenas de outras ginastas. Aos 24 anos, a principal ginasta norte-americana foi clara em alargar as culpas à USA Gymnastics, ao Comité Olímpico e ao Paralímpico do país, que “sabiam que estava a sofrer abusos por parte do médico da equipa”. 

 Em Agosto, Simone Biles surpreendeu o mundo quando desisitiu de disputar várias finais nos Jogos Olímpicos de Tóquio,  justificando a decisão com fragilidade psicológica.   Em 2018, a atleta havia  revelado que também ela tinha sido alvo de abusos sexuais  por parte do antigo médico da selecção de ginástica dos Estados Unidos. 

  Biles é uma dos quatro atletas, juntamente com McKayla Maroney, Aly Raisman e Maggie Nichols, que testemunhou no Comité Judicial do Senado dos EUA, onde decorre uma investigação ao gabinete do FBI de Indianápolis, onde se situa a sede da USA Gymnastics, e à sua resposta inadequada às denúncias contra Nassar. Um relatório interno do Departamento de Justiça relevou, em Julho, erros graves no seio do FBI que levaram a que a investigação ficasse parada mais de oito meses. Quando esse documento de 119 páginas foi tornado público, um grupo de senadores avançou com uma audiência para investigar a resposta do FBI e para corrigir erros institucionais.  

 Na sua intervenção, a ginasta olímpica McKayla Maroney disse que se sentiu traída pelos agentes do FBI, por não investigarem o ex-médico de ginástica dos EUA, apesar dos seus relatos de abuso sexual. 

  "Na verdade, ele revelou ser mais pedófilo do que médico",  afirmou perante o Comité. 

 Larry Nassar usou a sua posição como médico para abusar de pelo menos 330 jovens, incluindo menores e atletas olímpicas. Actualmente  cumpre uma pena  de 40 a 175 anos pelo cúmulo desses crimes e outra de 60</video:description>
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      <video:title>Ventoinhas gigantes que retiram CO2 do ar? As maiores do mundo estão na Islândia</video:title>
      <video:description>Inaugurada no início de Setembro na Islândia, a Orca (palavra islandesa para energia) é a maior fábrica do mundo a retirar dióxido de carbono directamente do ar. Uma parceria com a empresa islandesa de armazenamento de carbono Carbfix permitiu desenvolver uma central com capacidade para absorver até quatro mil toneladas de CO2 por ano – o equivalente às emissões anuais de cerca de 790 carros. Com esta central, a empresa quer provar que esta tecnologia pode fazer a diferença no cumprimento das metas do  Acordo de Paris  no controlo do aquecimento global. 

 De resto, centrais de captura directa de ar como esta têm sido promovidas por líderes mundiais e corporações gigantes  –  nomeadamente a Microsoft  –  que procuram eliminar a sua pegada carbónica. Mas a Climaworks, responsável pela Orca, oferece também o serviço ao cidadão comum.  

 "É um serviço para clientes particulares e empresariais. Por isso, chamamos aos nossos clientes pioneiros. Pioneiros na remoção de dióxido de carbono. Como um indivíduo particular, podem aceder ao nosso site,   climeworks.com  , e removeremos uma certa quantidade de CO2 do ar todos os meses, armazenando-o no subsolo", explicou Jan Wurzbacher, co-fundador da Climeworks.  

 Há reservas,  no entanto, em relação à captura de CO2, por ser um processo dispendioso e que em si mesmo também tem uma pegada carbónica. Mas, sobretudo, porque pode apresentar-se como uma "falsa solução" para o problema na sua essência: a  dependência dos combustíveis fósseis . Em Julho deste ano, nos EUA,  uma coligação de cerca de 500 grupos ambientalistas  divulgou uma carta  em que se opõe à tecnologia de captura de carbono como uma “distracção perigosa” em vez de uma solução climática. 

 "Não é uma solução mágica", admite o  co-fundador da Climeworks, "mas se as soluções baseadas na natureza não são suficientes a outra grande opção são as soluçoes tecnológicas".   

  De acordo com o comunicado divulgado pela empresa, a Orca consiste em oito grandes contentores – semelhantes aos utilizados na ind</video:description>
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      <video:title>“Se o plástico dura anos, para quê criar algo que dura semanas?” Designer limpa a praia e faz móveis</video:title>
      <video:description>“A quantidade de plástico nas praias é brutal”, lança Humberto Less, engenheiro de design da ilha espanhola de Grande Canária, enquanto recolhe meticulosamente pedaços de lixo plástico na costa da praia Barranca. 

 Humberto, de 28 anos, decidiu deixar o seu emprego em Barcelona no início de 2020 e regressar à Grande Canária para desenvolver um projecto de limpeza da costa, transformando resíduos plásticos em móveis. 

 “Percebi que não era possível limpar a costa de forma altruísta. Então encontrei uma forma de dar valor económico aos resíduos encontrados na costa”, diz o fundador da  Yum Design , que tem como objectivo criar peças de mobiliário com  objectos de plástico que o mar trouxe até à costa . 

 O plástico pode permanecer intacto na terra ou na água ao longo de séculos, mas Humberto procura capitalizar essa característica tão negativa para o meio ambiente, transformando-a num aspecto positivo dos seus projectos. “Se o plástico dura anos, para quê fazer algo que vai durar meses ou semanas?”, questiona. "Vou criar um produto que dure anos como o plástico." 

 A Greenpeace estima que 12 milhões de toneladas de plástico são depositadas nos oceanos todos os anos, o equivalente a um camião de lixo de plástico a cada minuto, todos os dias ao longo do ano. Um dos problemas é o uso excessivo do plástico descartável de uso único. Em todo o mundo, um milhão de garrafas de plástico de bebidas são compradas a cada minuto, enquanto são usados  5 biliões de sacos plásticos descartáveis  todos os anos. 

 “No total, metade de todo o plástico produzido é projectado para ser usado apenas uma vez — e depois atirado fora”, alerta as Nações Unidas através do seu Programa para o Meio Ambiente (PNUMA).  Apenas 9% de todos os resíduos de plástico já produzidos foram reciclados, cerca de 12% foram incinerados, enquanto o restante — 79% — se acumulou em aterros, lixeiras ou em ambiente natural.  

 Humberto encontra todo o tipo de resíduos de plástico — de capacetes a tampas de garrafa — nas suas expedições de recolh</video:description>
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      <video:title>A memória do gelo tem uma história para contar</video:title>
      <video:description>Nos glaciares alpinos do maciço de Monte Rosa, na fronteira entre a Itália e a Suíça, há cientistas e investigadores de todo o mundo a r ecolher amostras do gelo profundo, testemunhas  da história climática, da atmosfera e do ADN dos últimos dois mil anos de História. É uma corrida contra o tempo. À medida de que o  aquecimento global  avança, arquivam-se núcleos de gelo e a história que eles contam sobre os ciclos climáticos. E, em alguns casos, já é tarde demais. 

 Quase todas os glaciares do mundo  estão a perder massa . No relatório climático mais abrangente até ao momento, publicado em Agosto, a ONU concluiu "que a influência humana é muito provavelmente o principal impulsionador do recuo quase universal dos glaciares em todo o mundo desde a década de 1990". Sem uma acção imediata e em larga escala, a temperatura média global atingirá ou excederá 1,5 graus Celsius acima da média da temperatura pré-industrial em 20 anos, alertou a organização. Se um glaciar está a derreter e não a acumula neve, significa que também não está a capturar gases atmosféricos de hoje para os cientistas estudarem no futuro. 

 O cientista climático italiano Carlo Barbante, membro da expedição nos Alpes, revelou que a velocidade a que o gelo do maciço alpino derreteu nos últimos anos foi "muito maior do que antes". Encontrar os núcleos húmidos foi um "choque completo", disse ele. Isso levou Barbante e outros cientistas a acelerarar os planos para extrair um núcleo do glaciar Colle Gnifetti no cume do Monte Rosa dos Alpes, algumas centenas de metros mais alto que a montanha Grand Combin.  

 “Planeamos obter muitas informações desses núcleos de gelo sobre a composição da atmosfera no passado, a temperatura do passado. E se analisarmos da perspectiva certa, com o que está a acontecer hoje é cada vez mais importante olhar para o passado. Portanto, queremos olhar para o que aconteceu há anos, décadas e séculos atrás para ver o que está a acontecer hoje", explicou à Reuters o cientista italiano.  

    

  Lonnie Thompson, pale</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Lado B&lt;/i&gt; é o primeiro passo de Cat (ex-Eye) para um álbum a solo, &lt;i&gt;Tatuagem Virtual&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Uns hão-de conhecê-la como vocalista e fundadora dos Eye, outros como a voz feminina que cantava com Pedro Abrunhosa no tema   Momento (uma espécie de céu)  , não apenas no disco homónimo ( Momento , 2002), mas também no videoclipe que a partir dele foi  realizado pelo cineasta Manoel de Oliveira  (1908-2015). Agora, Cat (Catarina Rocha) prepara-se para lançar o seu primeiro álbum a solo,  Tatuagem Virtual , que esta terça-feira “espreita” através de uma canção inédita, estreada em single e videoclipe: Lado B, que ficará disponível a partir de agora nas plataformas digitais. Nascida a partir de uma base de piano e voz,  Lado B  tem letra e música de Sumatra J. (Jorge Sumatra, também ex-Eye) e da própria Cat, assinando ainda a música Jonny Abbey (João Abrantes), que assegurou a produção. Ao piano, está Rui Ribeiro. No comunicado que o anuncia, Cat explica  Lado B  como “o percorrer da cidade, o calcorrear pelos lugares, pelas ruas estreitas, o encontro fortuito com diferentes pessoas, o reencontro com amigos fazem prosperar um sentimento de esperança, ajudando ao encontro do equilíbrio”. A realização do vídeo (câmara, cor e montagem) é de Rita Carmo. 

 Antes de gravar com Pedro Abrunhosa no álbum  Momento  (cantando em três temas,   Sempre: o espaço vazio  ,  Um mágico no peito  e  Momento (uma espécie de céu) )”, Cat seguiu todo o percurso dos viseenses Eye, desde a fundação, em 1999, até ao final, em 2003, participando na gravação dos dois álbuns da banda,   Things Will Change   (2000) e  Mood  (2003), contando este já com uma canção de Pedro Abrunhosa,   A sombra de um abraço  , com arranjo de Bernardo Sassetti (1970-2012), que a acompanhou ao piano.</video:description>
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      <video:title>Miguel Ângelo teve um &lt;i&gt;Déjà vu&lt;/i&gt; e vai lançar o seu novo álbum &lt;i&gt;Noite e Dia&lt;/i&gt; a 1 de Outubro</video:title>
      <video:description>Em Janeiro de 2020, Miguel Ângelo  acabava de lançar um álbum com seis canções,  NOVA (pop)  , que incluía parcerias com D’Alva, Chinaskee, Filipe Sambado e Surma, e preparava-se para uma digressão que acabou por ser interrompida em Março, por força da pandemia da covid-19. Passado quase ano e meio desse interrupção, o cantor que durante anos foi a voz dos Delfins (depois de Fernando Cunha e um ano depois da fundação do grupo) anuncia para 1 de Outubro o seu novo álbum a solo. Vai chamar-se  Noite e Dia . 

 O videoclipe da canção que anuncia o disco,  Déjà vu , replica na capa, com imagem de Edgar Keats e  design  de Sílvio Minnemann, o célebre quadro de René Magritte  La Reproduction Interdite . Falando de réplicas, o vídeo também cita explicitamente (recriando-as) imagens icónicas de videoclipes históricos de artistas como os Beatles, na cena do concerto no telhado na Apple (  Don’t let me down , 1969 ). Aliás, é assim que o videoclipe começa. São também citados Bob Dylan (  Subterranean homesick blues , 1967 , que D.A. Pennebaker incluiu no seu filme  Don’t Look Back ), com Miguel Ângelo a deixar cair, em lugar de cartões com palavras, capas de LP de Dylan; os Mão Morta, na cena da banda no carro (  Budapeste , 1992 ); os Duran Duran, no veleiro (  Rio , 1982 ) e David Bowie, no palhaço rico (  Ashes to ashes , 1980 ). 

 A realização de  Déjà vu  é de Edgar Keats e Miguel Ângelo (autor do argumento) e o vídeo conta com Miguel Ângelo, Mário Andrade, Bernardo Fesch e Jorge Quadros. A letra começa assim: “Há quem queira ter um Verão azul/ Mas não saiba ver o sol/ Ser alguém e dono disto tudo/ E não valha um caracol”. É um bom intróito para a  Noite e Dia  que aí vem, já com concerto marcado para 30 de Novembro no Teatro Maria Matos, em Lisboa, onde estarão como convidados Rui Maia, Co$tanza e Pedro de Tróia, que participam no disco: Rui Maia, assumindo também a produção, no lado  Noite ; Pedro de Tróia num dueto em  A ver o mar ; e Co$tanza numa remistura do tema  Adiei , como faixa extra. 

 A par do seu</video:description>
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      <video:title>Quando o turismo se alia à conservação da natureza</video:title>
      <video:description>Aves de todos os tamanhos e feitios, o lince-ibérico, uma vila que se redescobre permanentemente a cada nova expedição arqueológica e um rio plácido para relaxar. Mértola é um encanto e conta agora com um projecto que quer pôr o turismo a contribuir directamente para a conservação da natureza. 

 Leia a reportagem completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>11 de Setembro, os dias de um jornal em sobressalto</video:title>
      <video:description>Entre a perplexidade perante as imagens transmitidas em directo pela televisão em todo o mundo e a certeza de se estar perante um momento definidor da história, a redacção do PÚBLICO procurou responder, no dia e nas semanas seguintes, a todas as dúvidas com análise detalhada e reportagens em vários lugares do globo. 

 Neste vídeo, espreitamos os bastidores desse trabalho. 

 
	  Veja o dossiê especial sobre os 20 anos do 11 de Setembro  
	  Vinte anos depois, já pouco resta da América que se uniu perante o horror  
	  Nasceram em 2001, quando “tudo mudou”. Como se vê o 11 de Setembro aos 20 anos?</video:description>
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      <video:title>Jorge Sampaio e a arte de construir pontes. "Adorei ter vivido este tempo"</video:title>
      <video:description>Morreu nesta sexta-feira, aos 81 anos, Jorge Fernando Branco Sampaio , que era actualmente presidente da Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013. O também Presidente da República entre 1996 e 2006 estava internado nos cuidados intensivos do Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, por insuficiência respiratória desde 27 de Agosto, altura em que ficou “em observação/vigilância médica”. 

 
	  Morreu Jorge Sampaio, o autor do “25 de Abril, sempre!”  
	  Os anos de Sampaio: tocar piano, praticar boxe, salvar o mundo  
	  O presidente imperfeitamente perfeito — editorial  
	  Reacções à morte de Jorge Sampaio — ao minuto</video:description>
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      <video:title>Cristina Clara, hoje com um terceiro single, amanhã com o primeiro álbum: &lt;i&gt;Lua Adversa&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Anunciado em Maio com uma primeira canção (  Lua  ), o álbum de estreia da cantora Cristina Clara chega finalmente esta sexta-feira ao mercado digital, devendo o formato físico (CD) estar disponível nas lojas no final de Setembro. A antecipá-lo, e depois da publicação em Julho de um segundo single e videoclipe,   Flor Amorosa   (um choro antigo com música de Joaquim Callado e letra de Catulo da Paixão Cearense), estreia-se esta quinta-feira um terceiro single do álbum, também com videoclipe,  Real e abstrato . É um tema da autoria, letra e música, da bailarina, performer e cantautora brasileira Tatiana Cobbett, nascida no Rio de Janeiro em 1960 e actualmente a residir em Portugal. “Eu já a conheci a cantar esse tema”, diz ao PÚBLICO Cristina Clara. “Ela tinha chegado há pouco tempo a Lisboa e compô-lo ao pé da Torre de Belém, inspirada um pouco por esta coisa dos Descobrimentos, tanto que o tema no início se chamava PAC, que significa Pedro Álvares Cabral. Ela brincava com essa ideia, que até é um bocado controversa para os brasileiros, e conseguiu, com um poema muito simples, falar do que é deixar marca e permitir ser marcado, mas sem sentimento negativo, sem mágoa, de uma forma leve. Aceitando as idiossincrasias da vida e seguindo viagem.” Começaram a cantá-lo juntas e acabou por ser Cristina Clara a gravá-lo. 

 Nascida no Minho, em Vila Nova de Famalicão, a 19 de Dezembro de 1983, Cristina Clara rumou a Lisboa depois de concluir o curso de Enfermagem no Porto, dividindo os seus dias entre a música e o trabalho de enfermeira no Hospital de Santa Maria. Até que quis dar mais tempo à música e, não deixando a área da saúde, trocou de funções e instalou-se no Porto. O seu primeiro álbum,  Lua Adversa ,  foi buscar o título a um poema da brasileira Cecília Meireles  (1901-1964), que chegou a ser musicado para o efeito pelo compositor brasileiro Pedro Loch, um dos músicos que participa no disco. Mas por não ter conseguido autorização da família, Cristina acabou por escrever uma canção nova,  Lua , mantendo o títul</video:description>
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      <video:title>Viviane “desliga-se” do mundo digital por um dia para celebrar a natureza com uma canção</video:title>
      <video:description>Talvez muitos não saibam, mas entre os dias dedicados a celebrações mundiais existe o Dia Internacional do Ar Limpo para o Céu Azul. É já esta terça-feira, 7 de Setembro, e foi proclamado pela ONU, em Assembleia Geral, no dia 19 de Setembro de 2019. Para o assinalar, a cantora e compositora Viviane lança o single e videoclipe  Mundo digital , canção que contraria o título, pois é um apelo a um “desligar” das novas tecnologias, do mundo virtual, para aproveitar melhor o que nos dá a natureza. 

 No anúncio desta nova canção, Viviane alerta para essa dependência: “As pessoas passam demasiado tempo dentro de casa, agarradas ao mundo digital e perderam o contacto com a natureza e as actividades ao ar livre. Na minha opinião esse desligamento do mundo que nos rodeia, afecta o nosso equilíbrio emocional e até a nossa saúde a vários níveis.” Por isso, defende que devemos reconectar-nos “com o mundo natural para entendermos a importância de o preservar”. Infelizmente, diz, ainda há um longo caminho a percorrer: “Algumas pessoas tomaram consciência disso durante os períodos de confinamento em que se sentiram tremendamente privadas da sua liberdade de movimento”. Aliás, é esse o apelo de  Mundo digital , que começa assim: “Hoje eu vou desaparecer do mundo virtual/ Não me mandei  e-mails , não me levem a mal / Fugi do digital para o mundo real”. 

 Com Viviane (voz), gravaram este tema João Vitorino (guitarra eléctrica), Bruno Vítor (contrabaixo), Filipe Valentim (teclados) e, como convidados, Bernardo Couto (na guitarra portuguesa) e o Coro Infantil do Conservatório de Olhão. O vídeo, com produção Tó Viegas e Alê Siqueira, foi registado no interior algarvio. “Quis gravar este videoclipe neste Algarve desconhecido, porque ele representa o Algarve que eu encontrei quando cheguei a Portugal no início dos anos 80. Foi a recordação deste período da minha vida em que a natureza foi o meu escape para superar toda uma mudança profunda da minha adolescência, que me inspirou para compor esta canção”. 

 Nascida em França (em N</video:description>
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      <video:title>JP Coimbra estreia remistura de Herbert para &lt;i&gt;From Afar&lt;/i&gt; e apresenta &lt;i&gt;Vibra&lt;/i&gt; ao vivo no Porto e em Lisboa</video:title>
      <video:description>Um ano depois do lançamento do single e  videoclipe  From Afar  , antecipando o  álbum  Vibra , lançado também em 2020 , o músico e compositor JP Coimbra estreia agora uma versão desse mesmo tema com remistura do músico e produtor inglês Matthew Herbert. E, num momento em que  Vibra  ganhou edição internacional (a publicação das músicas de JP Coimbra foi recentemente aceite pela Manners McDade, à qual está ligada a editora Cognitive Shift Recordings), anuncia dois concertos para apresentar o álbum: dia 12 de Setembro no Porto, na Casa do Roseiral (Jardins do Palácio de Cristal), às 19h, com entrada gratuita mas sujeita à lotação do espaço, cumprindo as regras da DGS; e dia 13 em Lisboa,  no Teatro Maria Matos , às 21h, com entradas pagas (preço único: 12,5 euros). 

 Compositor, multi-instrumentista, produtor e letrista, fundador dos Mesa e integrante ou colaborador de grupos como os Bandemónio de Pedro Abrunhosa, Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso ou Coldfinger, foi em 2019 que JP Coimbra (João Pedro Coimbra) criou um projecto a que chamou  Vibra  e que deu origem (e nome) ao seu primeiro álbum a solo, com o qual pretendeu “combinar a plasticidade dos espaços públicos e suas inerentes características acústicas, na composição das peças musicais.” A inspiração para  From Afar , diz JP Coimbra no comunicado que anuncia os concertos e o lançamento do single (que a partir de agora tem edição internacional) surgiu “da própria introdução do tema que foi feita com o silenciador que os pianos verticais trazem. Esse silenciador tem um feltro que abafa o som para podermos tocar em casa sem incomodar os vizinhos. Mas eu gosto muito desse som.” O single foi escolhido como primeira amostra do disco porque, acrescenta, é representativo da sua ideia “de agregar vários géneros musicais num só tema. Foi a partir dele que percebi que tinha encontrado uma linguagem e, que essa linguagem me iria permitir construir todo um disco.”</video:description>
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