<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns:video="http://www.google.com/schemas/sitemap-video/1.1" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/30/video/famigerado-quebra-coracoes-forma-garcia-apresentar-cancao-20210630-181117</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/Garcia%20foto%20video92817.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;O famigerado quebra corações&lt;/i&gt;, uma forma de Garcia nos apresentar &lt;i&gt;Canção&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Ele chama-se Garcia e o álbum tem por nome  Canção . Duas palavras curtas, com história por detrás. Garcia, nascido em Lisboa em 23 de Dezembro de 1982, já o conhecemos como João Garcia Barreto de um primeiro álbum a solo,   Refúgio  , lançado em 2016, e também do trabalho que tem desenvolvido com vários projectos e músicos, entre os quais a Phil Mendrix’s Band do  lendário guitarrista Filipe Mendes (1947-2018) . O novo álbum, o seu segundo a solo, será lançado no final do Verão, em Setembro, e deve o nome ( Canção ) à ideia de homenagear, na música e na escrita, os criadores de canções portugueses. Como explica Garcia ao PÚBLICO: “Quando fiz a primeira canção deste novo álbum, comecei a escrever e mencionei uma ou outra influência. De seguida, como estava em maré de escrita, surgiu-me o conceito de ‘canção’ e essa acabou por ser uma palavra repetida em todas as canções, essa e ‘coração’. Depois pensei: de facto, a canção tem de ligar-se ao coração das pessoas.” E no lote de citados estão, entre outros, Carlos Tê e Rui Veloso, Jorge Palma ou Pedro Abrunhosa. “Todas essas canções e esses autores me disseram alguma coisa. Cresci com eles, formei o meu ser através das canções que eles escreveram. O novo álbum é sobretudo um tributo a quem faz e compõe as canções e quem as escuta e sabe escutar. Numa delas, até digo: ‘Para que serve uma canção quando alguém ouve’?” 

 O álbum terá dez canções, de  O amor não se empresta  até  Se formos a Paris , mas foi a sétima do alinhamento,  O famigerado quebra corações , a escolhida para lançar agora como single e videoclipe, que estará nas plataformas digitais a partir de 2 de Julho e que aqui se estreia. Homenagem a Carlos Tê, conta a história de uma personagem, inventada por Garcia, num “feliz reencontro com um dos lados do seu ego, como Fernando Pessoa se (re)encontrava com os seus heterónimos”. Daí que o videoclipe, realizado por Ana Ladislau e Joanna Correia com o actor Mauro Hermínio, recorra a uma citação gráfica do primeiro dos retratos a óleo que Almada Negreiros fez</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/arhEXfPPWyM</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/30/video/um-timelapse-nas-estrelas-20210630-165730</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/thomaspesquet92816.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Um &lt;i&gt;timelapse&lt;/i&gt; nas estrelas</video:title>
      <video:description>Parecem duas pequenas formigas de branco, muito atarefadas no meio de maquinaria (espacial) da pesada. Mas o que estas imagens, captadas a 20 de Junho, mostram é mais uma caminhada espacial do astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA)  Thomas Pesquet  e do colega da NASA Shane Kimbrough na  Estação Espacial Internacional . Desta vez, no âmbito da missão  Alpha . 

 Os dois astronautas fizeram três caminhadas espaciais entre os dias 16 e 25 de Junho para instalar “dois novos painéis solares que vão gerar mais electricidade” para a Estação Espacial Internacional,  conta a ESA no seu site . 

 Nesta caminhada, que durou 6 horas e 28 minutos, finalizaram a instalação do primeiro e começaram a trabalhar no segundo. E neste  timelapse  vemos cenas desse percurso, em que os astronautas tiveram de desdobrar os painéis solares que estavam guardados em tubos, alinhá-los e conectá-los. 

 Estas ligações devem ser feitas quando a Estação Espacial Internacional, em órbita, passa pela noite, para evitar qualquer hipótese de choques eléctricos, mas nem tudo correu bem: enquanto os astronautas esperavam que a noite chegasse, as luzes e a câmara do capacete de Shane soltaram-se. Felizmente, Thomas conseguiu prendê-las temporariamente. 

 Quem captou estas imagens foi o comandante Akihiko Hoshide, da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (Jaxa). “O homem é uma máquina”,  escreveu Thomas  nas suas redes sociais, pois para além de gerir a a Estação Internacional ainda “arranjou tempo” para fazer  timelapses  das “pequenas caminhadas” da dupla lá fora.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/eHACQ8ZWmMo</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/30/video/musica-himalion-ensina-desacelerar-20210630-155838</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1177567873_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A música de himalion ensina a desacelerar</video:title>
      <video:description>Diogo Sarabando, 27 anos, ocupou durante 12 meses para criar BLOOMING, primeiro álbum de himalion, nome do seu projecto a solo. 
Começou a compor em Março de 2020, com o país em confinamento, e terminou as gravações em Março de 2021, com o país em confinamento. Faz sentido, então, que este seja um disco marcado pela pandemia, embora não seja exactamente um disco “sobre” a pandemia; é mais um disco sobre a forma como o isolamento fez o autor reavaliar a sua relação com o tempo e a natureza. BLOOMING, álbum de indie folk pastoral cantado maioritariamente em inglês, tem a ver com desacelerar e, explica o artista natural da antiga freguesia de Santo António de Vagos (distrito de Aveiro), “reparar nos pequenos detalhes”.  

  Leia a reportagem completa  aqui .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/569423320</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/28/video/banda-paulista-burca-lanca-single-protesto-tropikaos-brasileiro-20210628-221250</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/La%20Burca%20-%20Mato%20sem%20cachorro92814.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Banda paulista La Burca lança single em protesto contra o “tropikaos brasileiro”</video:title>
      <video:description>Chama-se  Mato sem cachorro  e é o mais recente single da banda paulista La Burca e o primeiro cantado em português, apresentado como “um grito de revolta em relação à situação do Brasil”. Lançado esta segunda-feira, o texto que o acompanha não deixa dúvidas quanto ao seu motivo e também ao seu principal alvo: “Mais de meio milhão de mortos por covid-19 no Brasil em junho de 2021. Um genocídio institucionalizado, banalizado e perverso do desgoverno federal. É a negação da vida, da vacina, do amor, da cultura, da natureza e das diferenças humanas. Somado a isso, somos o país que mais mata LGBTQIA+ no mundo, uivamos contra essa intolerância, essa negação do amor.  Resistimos em meio ao mato sem cachorro tropikaos brasileiro”. 

 Formada em Bauru, São Paulo, em 2011, La Burca estreou-se nos palcos em 2013. Nessa altura era um duo, constituído por Amanda Rocha (composições, voz, violão) e Lucas Scb (bateria). Mas desde 2019 que se ampliou para trio, juntando-se à fundadora (Amanda Rocha) Ed Paolow, (bateria) e Daniel Guedes (guitarras). Lançaram, até à data, dois álbuns,   La Burc a  (2013) e  Kurious Eyes  (2016), sendo este antecipado em 2015 por um EP,  She Goos To Flowers . E em 2014 lançaram ainda   Diário de uma sombra  , vídeo-arte instrumental inspirado nas imagens do foto-livro  A imagem no museu do Sonho – uma visão imaginária de Sandman . Todos os discos da banda têm lançamento independente, pelo seu próprio selo, !punklorecords!. 

  Mato sem cachorro  é o segundo single do próximo álbum dos La Burca, depois da publicação, em Outubro de 2020, em single e videoclipe, do tema que lhe dará título,   Desaforo  , tido como “um manifesto instrumental anti assédio” (mensagem, sem letra: “Assobio não é elogio”). Quanto a  Mato sem cachorro , fiquemos com as palavras de Amanda: “O trecho ‘mato sem cachorro, fulana quer amar, deixa a gente amar’, conclama uma resistência, uma força que nos conduz a existir, a sermos quem somos, não vamos deixar de amar, de ser quem a gente é. Mas não podemos continuar morrendo,</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/lmsCpB6Fpys</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/28/video/andreas-noe-percorreu-costa-portuguesa-recolher-lixo-deu-filme-20210628-180548</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/206656832021628187.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Andreas Noe percorreu a costa portuguesa a recolher lixo (e isso deu um filme)</video:title>
      <video:description>Durante o Verão de 2020, Andreas Noe caminhou toda a costa portuguesa enquanto recolheu lixo pelos areais.  Uma equipa de filmagens acompanhou o trajecto:  mais de 830 quilómetros, desde a praia da Foz do Minho, em Caminha, até aos areais de Vila Real de Santo António, no Algarve.  Das mais de 300 horas e 90 entrevistas, resultou o documentário   The Plastic Hike  .  

 Anualmente, oito milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos. O objectivo do documentário é alertar para este tipo de poluição e dar voz ao trabalho feito pelas organizações não-governamentais e ambientalistas em Portugal. Vai ser apresentado pela primeira vez esta segunda-feira, nos Arroz Estúdios, no Beato, em Lisboa, e depois  em vários outros eventos em Portugal e no mundo . Em algumas ocasiões, será apoiado por acções de limpeza e  workshops.   

  A jornada de Andreas Noe começou em 2020, quando se despediu   do seu emprego para viajar com um propósito: recolher lixo todos os dias e mudar consciências com uma mensagem positiva.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/icy2OUYXHLE</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/27/video/margarida-vasconcelos-lanca-segundo-single-tentei-prepara-ep-20210627-202726</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/MVasconcelos%20foto92812.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Margarida Vasconcelos lança segundo single, &lt;i&gt;Tentei&lt;/i&gt;, e prepara agora um EP</video:title>
      <video:description>Aprendeu a tocar guitarra e piano, sozinha, ainda pequena, e aos 25 anos prepara-se para lançar um primeiro EP. Nascida em 4 de Março de 1996, Margarida Vasconcelos começou a tornar-se conhecida em 2018, quando ia publicando versões suas, no YouTube, de temas e de artistas que lhe agradavam. A lista é maior, mas ainda podem ouvir-se as versões que ela fez de   Adore You   (Harry Styles),   Everybody wants you   (Johnny Orlando),   Last Christmas   (Wham!),   Falling   (Trevor Daniel) ou   Shallow   (que Lady Gaga canta com Bradley Cooper do filme  Nasce Uma Estrela , 2018). A partir daí, abriu um canal no YouTube, hoje com mais de 2 mil subscritores e um número de visualizações acima dos 250 mil. Mas não tardou a passar das versões a outro patamar. Em 2020, durante a pandemia, participou num concurso digital de canto, que tinha como jurados vários nomes da música feita em Portugal, alcançando então o primeiro lugar. 

 Já com algumas composições escritas, lançou em Novembro de 2020 o seu primeiro tema original,   Se tu sabes  , single e videoclipe. Agora, sairá o segundo,  Tentei , que a partir de 2 de Julho estará nas plataformas digitais e cujo videoclipe aqui se antecipa, em estreia. No texto que anuncia o single, divulgado pela Beware!, Margarida diz que este tema é autobiográfico: “Acho que todos nós já tivemos o coração partido por alguém, o amor é mesmo o sentimento que tem dois extremos, pode deixar-nos super felizes ou completamente destruídos.” Quanto aos seus objectivos, diz-se optimista: “Estou numa fase super interessante de descobrir a minha identidade criativa e saber exactamente aquilo que quero transmitir às pessoas”. 

 Apesar de ter começado por trabalhar em versões, Margarida Vasconcelos insiste que quer seguir o seu próprio caminho: “Não quero copiar ou imitar ninguém, sermos nós próprios é aquilo que nos torna únicos”. A pandemia não a desmotivou. “Não parei de criar, passei muito tempo no estúdio a gravar, compor e produzir material novo. Tenho material suficiente para lançar um EP inte</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/uq6SPrqVo_Q</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/27/video/liberdade-expressao-rascunho-20210627-200508</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/trump_292811.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Os extremismos e a desinformação nunca vão acabar</video:title>
      <video:description>Em 2020, e pelo 15.º ano consecutivo, os níveis de liberdade diminuíram um pouco por todo o mundo, d iz o relatório da Freedom House . A organização não-governamental afirma que atravessamos uma longa "recessão democrática" agravada pela pandemia e aproveitada pelos movimentos populistas para convencer a população mais fragilizada. 

 Raquel Vaz-Pinto, cientista política, considera "preocupante" o diagnóstico feito pela Freedom House. "A grande lição que podemos tirar do século XX é que nunca se pode dar a democracia liberal como adquirida", sublinha. 

 Contribuindo para um clima geral de insatisfação e desconfinça, as redes sociais têm sido plataformas onde facilmente se espalham informações e notícias falsas, mas é um erro olhar para a tecnologia como culpada deste fenómeno, argumenta Gustavo Cardoso, sociólogo especialista em Media e Comunicação. 

 O extremismo e a desinformação sempre existiram, explica o especialista. O que mudou foi a forma de comunicarmos. Passámos de um modelo de comunicação em massa para um modelo de comunicação em rede, onde a informação é passada não só através dos meios de comunicação tradicionais, mas também através de outras plataformas onde a autoridade é negociada. "As pessoas quando estão numa rede social, a conversar umas com as outras, elas negoceiam autenticidade. Eu estou a dizer isto, e tu, como gostas de mim, ou te dás comigo, acreditas naquilo que que eu estou a dizer. Por isso é que eu digo que a nossa comunicação hoje em dia promove normalmente desinformação. E nós temos que compreender isso, em primeiro lugar, se queremos perceber que a desinformação está sempre connosco, e nos acompanha, para depois então podermos decidir como é que lidamos com ela." 

 Acabar com a desinformação limitando a liberdade de expressão é uma solução de que Francisco Teixeira da Mota, advogado especialista na matéria, desconfia. "Não é uma coisa que se possa dizer assim: limpa-se. Alto lá! Você deita fora toda a gente no meio dessa história". 

 Teixeira da Mota reconhece que viv</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/568164550</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/24/video/peter-strange-adeus-single-ola-album-equilibrium-20210624-191914</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/Say%20Goodbye%20foto92801.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Peter Strange “diz adeus” num single e olá no seu primeiro álbum, &lt;i&gt;Equilibrium&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Começou a gravar o primeiro disco de originais em 2020 e dele já deu a conhecer dois singles e videoclipes nesse mesmo ano:   Anita  , em Outubro, e   Sadness  , em Dezembro. Agora, lança num mesmo dia um terceiro single,  Say goodbye , e o prometido álbum,  Equilibrium . Assina-o Peter Strange, nome artístico do cantautor e compositor português Pedro Marques. A escolha de tal nome, diz-se no texto que anuncia o novo single, surgiu logo em 2015, quando ele juntou uma banda e começou a trabalhar intensamente, em reclusão voluntária numa sala de ensaios, para “reunir canções para gravar uma demo e começar a tocar ao vivo”. No processo de gravação das maquetas, foi o rapaz que o ajudava a gravar que, sem o suspeitar, lhe “inventou” o nome: “Disse que o que eu fazia soava estranho, mas fixe. E visto que as canções são cantadas em inglês, achei que o nome Peter Strange soava bem.” Assim concorreu a “todos os concursos de Música Moderna de que teve conhecimento, sendo apurado para a fase final de cinco”. 

 Isso foi em 2016, o que lhe permitiu participar em festivais, mas em 2018 resolveu emigrar para o Reino Unido a fim de estudar música e produção musical. Regressou a Portugal no fim 2019 e em 2020 deu início à gravação do seu primeiro disco a solo, sob a orientação do músico e produtor  António Côrte-Real, que integra os UHF  (e é filho de António Manuel Ribeiro). A maioria das canções de  Equilibrium , que esta sexta-feira estará disponível em todas as plataformas digitais, já tinha sido escrita antes da pandemia. Mas  Say goodbye , single que agora se estreia, foi escrita durante a quarentena, por volta de Setembro de 2020. “A letra retrata tempos que eu vivi meses antes de a escrever. Uma altura em que eu simplesmente colapsei emocionalmente e pensei em tomar medidas drásticas em relação à minha própria vida. Felizmente, todos aqueles que me são mais chegados ajudaram-me a sair daquela situação da qual já não conseguia sair sozinho. Este tema fala sobre eles e é para eles, especialmente para a minha namorada Ra</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/KkV4cgI13cU</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/24/video/musica-cigana-gostar-propria-noe-ramos-momento-1-20210624-103244</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/cigano92800.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A Música Cigana a Gostar Dela Própria: Noé Ramos - &lt;i&gt;Momento 1&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Diz o Noé que o cigano já nasce ensinado a tocar viola. Não sei se é assim ou não, o que sei é que conheço muitas pessoas que aprenderam anos a fio viola e não tocam como o Noé. E sei ainda mais coisas: há uma musicalidade própria, estrutural e inerente no cigano, e se a música tem perdido alguma importância nas comunidades, na  comunidade cigana  continua a ser de uma importância extrema. Essa música é muitas vezes invisível e pouco dela conhecemos. Seja de cariz lúdico ou religioso, temos vindo a gravar essa música há quase dois anos de Norte a Sul. Aprendemos muito e conhecemos muitos jovens que, como o Noé, encantam e surpreendem. No Dia Nacional da Pessoa Cigana, que se assinalou a 24 de Junho,  lançámos o nosso canal no YouTube  dedicado à música cigana, para que seja ouvida e apreciada. 

  O P3 partilha regularmente alguns vídeos do projecto A Música Portuguesa a Gostar Dela, seleccionados pelo autor, Tiago Pereira.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/566037513</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/22/video/portugalfranca-seleccao-portuguesa-preparada-so-depende-passar-20210622-204413</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1170827117_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Portugal-França: A selecção portuguesa está preparada e só depende de si para passar</video:title>
      <video:description>Actualmente em terceiro lugar, depois de uma vitória frente à Hungria e uma derrota com a Alemanha, a equipa portuguesa pode garantir o apuramento para os oitavos-de-final do Europeu com vários resultados. O seleccionador português, Fernando Santos, mostrou-se na conferência de imprensa desta terça-feira, satisfeito com o facto de Portugal depender apenas de si próprio para o apuramento. E  Pepe, jogador da selecção nacional, garantiu que a equipa está preparada e ansiosa por entrar em campo esta quarta-feira, frente à equipa francesa.  

 Leia mais sobre o assunto: 

 
	  Portugal tem os “oitavos” na mão e até pode perder 2-0 com a França  
	  E se Portugal ficar em terceiro no grupo? O ponto de situação dos melhores terceiros classificados</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/566274346</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/22/video/arame-papel-seda-luciano-traz-sao-joao-ponta-dedos-ano-20210622-172557</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/DSC0534292793.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Com arame e papel de seda, Luciano traz o São João na ponta dos dedos (todo o ano)</video:title>
      <video:description>O local é Leça do Balio, no atelier Joaquim Pombal, onde trabalha actualmente, mas  Luciano Britto  tem por hábito construir os seus balões de fogo na mesa da sala, em Custóias, onde vive.  Em 2017, o mestre baloeiro veio do Brasil para Portugal à boleia dos balões  e da arte de ensinar uma tradição que no Rio de Janeiro se vive todo o ano. “A paixão começa na infância – os balões no Brasil são lançados o ano todo, mas principalmente no mês de Junho –, acho que por volta dos cinco anos já conseguia fazer alguns balões e, com a ajuda dos meus irmãos, lançá-los”, conta ao P3. 

 Formado em Educação Física e Desporto, área na qual trabalhou durante cerca de 15 anos, Luciano, de 44, recorda que, “por vocação e habilidade”, sempre esteve envolvido nas artes. “O balão desenvolve muito a criatividade, eu tenho por gosto os desenhos geométricos e também me inspiro muito no azulejo português”, revela o artesão que, tendo já trabalhado em diferentes oficinas, nunca teve formação artística. “Eu vejo as coisas, compro o material e faço”, torna a dizer de sorriso no rosto enquanto constrói um exemplar de cerca de 1,30 metros e decorado com martelos e manjericos. 

 Em Portugal, Luciano faz um esforço por se “adaptar à cultura local” e lançar balões apenas na altura do  São João . Há dois anos sem festejar nas Fontainhas, no Porto, onde se sente “um verdadeiro portuense”, considera “um pouco deprimente ver tudo vazio”, mas afirma ter já construído 150 balões para oferecer a amigos. Na noite de 23 para 24 de Junho, diz querer ficar "pelo menos" com 20 para lançar com a família. Para o mestre baloeiro, a paixão pela arte é tão grande que escolhe não fazer dela fonte de rendimento – não vale a pena “estragar” o que faz por gosto. 

 Reunidos o papel de seda, a cola, o algodão, a parafina e o arame, são infinitas as formas e os padrões que podem nascer das mãos de Luciano. Entre duas horas e um ano, não há limites para a criação: “Balão para mim é amor e amor não se justifica, é amor e ponto final. E é isso que faz superar a</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/566251899?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/20/video/ultima-colonia-peneireirosdastorres-casco-urbano-resiste-mertola-20210620-103556</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1168628618_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A última colónia de peneireiros-das-torres em casco urbano resiste em Mértola</video:title>
      <video:description>Nos anos 80, Mértola tinha a maior colónia de peneireiros-das-torres (ou francelhos-das-torres), com mais de 80 casais. Devido às alterações das práticas agrícolas e do  habitat , esse número tem vindo a diminuir e, agora, existem apenas 16 casais destes pequenos falcões. Este ano, a média por casal foi de três crias, números muito positivos e que podem indicar, segundo Carlos Carrapato, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), sucesso na manutenção da espécie. O PÚBLICO acompanhou os técnicos na anilhagem dos mais recentes peneireiros-das-torres de Mértola, que não tarda aprenderão a voar.  

  Leia a reportagem completa aqui .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/565212892</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/18/video/diarios-otsoga-20210618-120733</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/DiariosdeOtsoga_still_692788.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Veja o &lt;i&gt;trailer&lt;/i&gt; de &lt;i&gt;Diários de Otsoga&lt;/i&gt;, novo filme de Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro</video:title>
      <video:description>Seis anos depois da presença de  As Mil e uma Noites  na Quinzena dos Realizadores de Cannes, onde, depois recusadas para a competição, essas seis horas e um quarto, três volumes e três dias de exibição compuseram um dos acontecimentos do festival, e 13 anos depois da inclusão de  Aquele Querido Mês de Agosto  na mesma secção paralela, Miguel Gomes regressará ao local do crime. Não sozinho, agora com Maureen Fazendeiro, realizadora francesa residente em Lisboa com quem co-realizou  Diários de Otsoga .  

 O filme terá  estreia mundial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes  e chega às salas de cinema portuguesas a 19 de Agosto.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/562833648</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/17/video/ensico-parte-3-20210617-084849</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/Screenshot%202021-06-17%20at%201592787.3992787.4792787.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Parceiros da Ensico em projeto piloto no Porto</video:title>
      <video:description>Parceiros da Ensico em projeto piloto no Porto</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/564048437</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/15/video/musica-portuguesa-gostar-propria-tiago-neta-morenita-dancas-tejo-20210615-112548</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/tiago92786.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria: Tiago da Neta - &lt;i&gt;Morenita (Danças do Tejo)&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O  Tiago da Neta  faz aquilo que eu defendo faz muito tempo. Sem declarações apenas com o intuito de vender, como a inovação da tradição ou o juntar da arte contemporâneo com a tradição. Como se a tradição não fosse sempre inovadora e contemporânea por si mesma. Ele apenas se inspira na sua vivência e estudo do repertório de um rancho folclórico ligado à sua família e compõe a partir daí. Não é uma remistura ou uma roupagem nova, como se a música se vestisse, é algo mais pessoal e íntimo. O resultado é muito forte, muito único. Numa sucessão de acasos acabámos a gravar estas danças num momento em que elas fazem muito sentido no meu trabalho e numa sala lindíssima da Fundação Passos Canavarro, onde o Almeida Garrett escreveu as  Viagens na minha terra . 

  O P3 partilha regularmente alguns vídeos do projecto A Música Portuguesa a Gostar Dela, seleccionados pelo autor, Tiago Pereira.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/561555364</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/14/video/euro2020-oportunidade-cr7-continuar-bater-recordes-20210614-194821</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1163737044_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Euro2020: Mais uma oportunidade para CR7 continuar a bater recordes?</video:title>
      <video:description>Portugal estreia-se esta terça-feira na fase final do Euro2020 com a mais alta das ambições: vencer o campeonato europeu de futebol. Fernando Santos admitiu-o, de  forma prudente e ponderada , e Cristiano Ronaldo confirmou. O jogador madeirense poderá aproveitar esta competição para alongar a sua já longa lista de marcos, mas o recorde  "mais bonito era ganhar o Europeu duas vezes" , confessou, na conferência de imprensa que antecede o jogo entre Portugal e a Hungria. 

  Basta ao capitão da selecção nacional pisar o campo para somar mais um recorde: ser o primeiro jogador a participar em cinco Europeus consecutivos.  Se, para além de pisar o relvado, Cristiano Ronaldo marcar um golo, torna-se também no melhor marcador de sempre em fases finais. Neste momento, divide este pódio com o francês Michel Platini, com nove golos marcados. 

 Outro feito estará mais longe de ser conseguido neste europeu, mas não está ainda fora do seu alcance: o recorde de mais golos marcados ao serviço de uma selecção. Ronaldo já marcou 104 e faltam-lhe seis concretizações para ultrapassar o iraniano Ali Daei, que detém o recorde com 109 golos.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/562912181</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/14/video/you-gotta-be-tem-uma-nova-versao-feita-por-musicos-com-deficiencia-que-nao-querem-ser-invisiveis-20210614-153347</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/VZTL5MLTWRJ2ZJHMOJKFL3H5J492783.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;You Gotta Be &lt;/i&gt; tem uma nova versão feita por músicos com deficiência (que não querem ser invisíveis)</video:title>
      <video:description>Numa nova versão de  You Gotta Be , artistas com deficiência juntam-se para mostrar que há muitas formas de tocar e fazer música. Neste caso, o êxito de 1994 de Des'ree, agora gravado online e com pequenos momentos das vidas dos músicos e bailarinos de nove países. 

 O videoclipe foi publicado como parte do  Festival True Colors , que celebra a diversidade e a inclusão através de eventos de artes performativas. O bailarino britânico surdo Chris Fonseca e o músico brasileiro Johnatha Bastos, guitarrista que toca com os pés, estão entre os  13 participantes  do vídeo, lançado na segunda-feira, 14 de Junho. 

 “Todos partilhámos a mesma dor de talvez sermos invisíveis na vida ” , disse Fonseca, que dança ao sentir as vibrações da música que não consegue ouvir, à Reuters. “ Estamos a aumentar a visibilidade, a fazer as pessoas verem que somos visíveis e, se tivermos a oportunidade, capazes de fazer coisas incríveis. ”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/nRvxvh37yCQ</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/14/video/musica-portuguesa-gostar-propria-jacinta-quiteria-fala-lencos-namorados-20210614-123641</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/lencos92781.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria - Jacinta Quitéria fala dos lenços dos namorados</video:title>
      <video:description>Todos os dias penso: será que mudamos alguma coisa na vida das pessoas? Vamos lá, gravamos, estamos com elas pouco tempo, vamos embora, publicamos os vídeos, tentamos fazer discriminação positiva ou então fazemos processos criativos com elas, mostramos o que sabemos, o que aprendemos, se elas mudam algumas coisa ou não. Depois vamos embora. É a nós que dizem que fizemos um bom trabalho, nunca a elas. O processo faz-nos mais ricos, ganhamos dinheiro assim, a fazermos o que gostamos, e o resto? E elas? O que lhes demos chega? Será que chega? 

 Era preciso sermos muitos e arranjar fórmulas que pudessem deixar mais do que apenas uma experiência. Era preciso mudar muito e este é o verdadeiro desafio: pensar como podemos mesmo acrescentar coisas. Mas, ainda assim, gravamos, damos conhecimento a quem o quer ter. Com 87 anos, Jacinta Quitério,  de    Glória do Ribatejo ,  fala dos lenços, da vida e do que já não há.  

  O P3 partilha regularmente alguns vídeos do projecto A Música Portuguesa a Gostar Dela, seleccionados pelo autor, Tiago Pereira.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/562429571</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/11/video/lume-celebram-15-anos-existencia-novo-album-las-californias-20210611-171802</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/LUME%20catia%20barbosa92773.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>L.U.M.E. celebram 15 anos de existência com um novo álbum, &lt;i&gt;Las Californias&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O álbum tem lançamento previsto para depois do Verão, em Outubro de 2021, mas o tema que lhe dá título,  Las Californias , é agora lançado em single e videoclipe, celebrando desde já os 15 anos de vida do grupo L.U.M.E., como é conhecido o  Lisbon Underground Music Ensemble . Criado em 2006 por Marco Barroso, junta 15 instrumentistas vindos do jazz e da música erudita que procuram – dizem – reconstruir “a carga patrimonial do ‘bigbandismo’”, demarcando-se “dos seus padrões mais convencionais e abrindo novas perspectivas estéticas”. O seu primeiro álbum,  L.U.M.E. , foi lançado em 2010 pela JACC Records, seguindo-se-lhe, em 2016,  Xabregas 10 , editado pela Clean Feed, que editará também  Las Californias  (com apoio da Fundação GDA), cujo lançamento público se prevê para Outubro no CCB, em Lisboa. 

 No anúncio do single que dá título ao álbum, os L.U.M.E. afirmam que a música do seu terceiro disco “conflui para uma paisagem irreal, de memórias e sonhos perdidos que pairam sobre os escombros de uma realidade imaginada”, ao percorrer “estados de alma díspares – entre a utopia hedonista da peça  Las Californias , aos paraísos artificiais de  Schroomdinger , passando pelos delírios dissociativos de  Cleptofonie fantastique  ou a nostalgia surrealista de um mundo pseudo-vintage em  AM fantasies .” Uma abordagem que, sublinham, dá continuidade aos álbuns anteriores do grupo, “dramatizando e ironizando as práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, mas que está, em simultâneo, impregnado com a sua contemporaneidade: uma espécie de antídoto para o mundo em que hoje vivemos.” 

 Os L.U.M.E., na sua formação actual, são compostos por Marco Barroso (composição, direcção, piano), Manuel Luís Cochofel (flauta), Paulo Gaspar (clarinete soprano), João Pedro Silva (saxofone soprano), Tomás Marques (saxofone alto), Mateja Dolsak (saxofone tenor), Elmano Coelho (saxofone barítono), Sérgio Charrinho, Jéssica Pina, Ricardo Carvalho (trompetes), Rúben da Luz, Eduardo Lála, Mário Vicente (tromb</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/pMob0XQPT4M</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/11/video/viagem-interior-trasosmontes-joao-livros-traz-mundo-20210611-165720</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/DSC0919492772.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Viagem ao Interior: por Trás-os-Montes, João dá livros e traz um mundo</video:title>
      <video:description>É uma Viagem ao Interior (dos livros, das pessoas e do país), por João Ferreira Oliveira. Depois de um início nas Aldeias do Xisto, a segunda reportagem leva-nos à Terra Fria de Trás-os-Montes, sempre seguindo uma biblioteca itinerante, as histórias que conta, os livros que dá, as histórias e vidas que recebe em troca. 

 Uma história a não perder: a segunda reportagem pode ser lida este sábado na  Fugas .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/561871636</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/09/video/gravidez-nao-estado-graca-20210609-141637</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1158701104_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A gravidez não é sempre um estado de graça</video:title>
      <video:description>A gravidez não é sempre um estado de graça</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/560542905</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/08/video/uma-pausa-merecida-drone-capta-elefantes-selvagens-a-descansar-na-floresta-20210608-163306</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/elefantes392768.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Uma pausa merecida: &lt;i&gt;drone&lt;/i&gt; capta elefantes selvagens a descansar na floresta</video:title>
      <video:description>Descansaram durante um dia, mas uma manada de 15 elefantes selvagens nativos da China está novamente em movimento, depois de a chuva intensa ter atrasado a viagem. As autoridades chinesas captaram com um  drone  o grupo a dormir numa clareira de uma floresta nos arredores da cidade de Kunming, no sudoeste da China, antes de retomarem a travessia, na terça-feira, 8 de Junho. 

 O grupo de paquidermes, que inclui três crias, já percorreu 500 quilómetros. Passaram por campos, aldeias e cidades com milhões de habitantes desde que deixaram a zona protegida em Xishuangbanna, na fronteira com o Laos e a Birmânia, em Abril de 2020. O motivo da travessia não é claro e, pelo caminho, os elefantes já destruíram campos de cultivo nas redondezas de aldeias. Na segunda-feira, uma equipa com centenas de profissionais tentou usar camiões para os desviar de áreas ocupadas por humanos e prevenir mais estragos materiais. Os esforços anteriores para os obrigar a regressar falharam, mas, ao final de 15 meses, a manada parece estar a voltar a casa, para a Reserva Natural Mengyangzi, em Xishuangbanna. 

 Com as plantações de bananas, chá, borracha e matérias-primas usadas na medicina chinesa a ocuparem o espaço onde antes crescia as florestas tropicais de Xishuangbanna, o  habitat  protegido da última comunidade de elefantes nativos da China tem vindo a diminuir gradualmente. Em sentido contrário, os esforços de conservação na província de Yunnan resultaram num crescimento do número de elefantes asiátios, o que colocou uma maior pressão nos recursos disponíveis.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/560514858</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/07/video/golfinhos-voltaram-subir-tejo-tempo-vao-ficar-20210607-195800</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/frame_golfinhos_tejo_nicolau_botequilha92767.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Os golfinhos voltaram a subir o Tejo, mas por quanto tempo vão lá andar?</video:title>
      <video:description>O projecto "Golfinhos no Tejo", financiado pela Fundação Oceano Azul, junta biólogos e operadores marítimo-turísticos e  pretende saber mais sobre o regresso deste mamífero ao rio Tejo . A pandemia tirou muita actividade do rio - turística e piscatória - e os especialistas temem que o desconfinamento possa voltar a afastar os animais. 

 Uma das explicações em cima da mesa é a de que o estuário do rio esteja a ser usado como "maternidade" para estes animais. Os golfinhos escolhem lugares calmos para dar à luz e ensinar os filhos a nadarem e a alimentarem-se nos primeiros dias de vida. 

 O regresso dos golfinhos é, para já, sinal de que as águas do Tejo estarão mais limpas e de que poderão também ter mais fauna marítima que serve de alimento a este animal que está no topo de uma cadeia alimentar. "É uma 'espécie chapéu" a partir da qual se consegue chegar a muitas espécies de conservação marinha", diz a bióloga Ana Henriques.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/560096093</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/07/video/teste-bs-jamais-publicar-20210607-185525</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1157777017_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“Vou agora passar a emissão à repórter Beatriz, que está na escola a entrevistar alguns dos alunos”</video:title>
      <video:description>Uns “deram a cara”, outros asseguraram a parte técnica. Apresentado como emissão do Jornal Escolar, o trabalho conjunto de alunos dos cursos profissionais de Técnico de Animação Sociocultural e Técnico Multimédia, Turma 2PI, reporta mais um momento do Festival Literário Livros a Oeste: a exibição da curta-metragem  O Peculiar Crime do Estranho Senhor Jacinto , de Bruno Caetano. 

 Na Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado, na Lourinhã, esta foi a maneira escolhida por estes alunos para responder à sugestão do PÚBLICO na Escola, que os desafiou a dar conta, em registo jornalístico, das sessões do festival literário exclusivas para as salas de aula da zona. 

 “O Peculiar Crime do Estranho Senhor Jacinto” ( trailer ),  com argumento de Manuel Ruas Moreira e narração de Sérgio Godinho, teve a sua projeção a 14 de maio. O  Livros a Oeste , organizado pela Câmara Municipal da Lourinhã, decorreu entre os dias 11 e 15. Este ano, contou com o  PÚBLICO na Escola  como parceiro.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/560078031</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/06/video/quinta-bill-revisitam-trilho-sol-25-anos-convidados-20210606-212229</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/25anos%20QB92756.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Quinta do Bill revisitam &lt;i&gt;No Trilho do Sol&lt;/i&gt; 25 anos depois, agora com convidados</video:title>
      <video:description>Começam a ser divulgadas esta segunda-feira as regravações de uma dúzia de temas dos Quinta do Bill, todas elas com convidados e com o objectivo de assinalar os 25 anos de   No Trilho do Sol  , o seu terceiro álbum de estúdio, lançado originalmente em 1996. Com uma fotografia de um nativo norte-americano na capa (cedida por cortesia da Smithsonian, de Washington DC),  No Trilho do Sol  tinha 15 temas, entre os quais  Se te amo ,  Reunir os meus amigos ,  A única das amantes ,   Parar o tempo  ,  A festa dos vencidos  ou  Prece (uma canção) . É esta última que inicia a anunciada série de regravações, que decorrem no estúdio da banda. Katia Guerreiro (voz) e Luís Guerreiro (guitarra portuguesa) são os dois convidados neste tema, juntando-se à actual formação dos Quinta do Bill: Carlos Moisés (voz), Paulo Bizarro (baixo), Cató Calado (guitarra eléctrica), Dalila Marques (violino), André Moinho (bateria) e Pedro Cruz (piano e acordeão). 

 Fundada em 1987, em Tomar, por Carlos Moisés e Paulo Bizarro, a Quinta do Bill gravou até à data oito álbuns de originais:   Sem Rumo   (1992),   Os Filhos da Nação   (1994),  No Trilho do Sol  (1996),   Dias de Cumplicidade   (1998),   Nómadas   (2001),   A Hora das Colmeias   (2006),   Sete   (2011) e   Todas as Estações   (2016). A par destes, lançaram duas colectâneas,  Best of  (1999) e   As Baladas   (2012), e três álbuns ao vivo:  Ao Vivo Tour 2003  (2004),  20 Anos ao Vivo  (2008) e  Sinfónico - ao vivo no Coliseu do Porto  (2015), estes dois últimos em CD duplo com DVD. 

 O actual projecto,  25 anos no Trilho do Sol , é encarado pela banda com entusiasmo. No texto que o anuncia, dizem: “Estamos muito contentes com esta celebração porque o álbum  No Trilho do Sol  foi muito emblemático na nossa história e marcou muito a Quinta do Bill. Foi muito importante para nós porque foi como uma afirmação no panorama musical e definiu a forma de estar do grupo não só nas canções, mas acima de tudo no palco. É um álbum muito tribal, de estrada, que foi disco de ouro e hoje em dia </video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/fdj5-I4XtGk</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/05/video/guri-estreiamse-pedras-rolam-produzido-to-viegas-aspas-20210605-180019</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/Pedras%20que%20rolam%20foto92755.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Guri estreiam-se com &lt;i&gt;Pedras que rolam&lt;/i&gt;, produzido por Tó Viegas (Entre Aspas)</video:title>
      <video:description>O nome Guri é de origem tupi e quer dizer “criança”. No Brasil é usado frequentemente com esse sentido, referindo-se a “criança”, “menino” ou “rapaz” (caso seja menina, usa-se “guria”). Mas o Guri que agora se anuncia não é brasileiro, é português, e designa uma banda que se estreia com o single  Pedras que rolam , produzido por Tó Viegas ( Entre Aspas  e  Viviane ). O videoclipe que se estreia este domingo, realizado por Eduardo Raposo, foi filmado na Associação Cultural Re-Criativa República 14, Olhão, com a participação dos bailarinos Ana Filipa Antunes e Fábio Santana. 

 A banda é composta por Davide Anjos (voz e guitarras), Nuno Campos (teclado), Paulo Franco (percussões) e Luís Leal (baixo) e o nome escolhido deve-se, segundo afirma David no texto que anuncia o single, à “simplicidade e inocência das músicas e a sua referência e inspiração num menino em particular”.  Pedras que rolam , segundo ele, “fala sobre seguir em frente na vida, sobre a determinação e o companheirismo e amor entre duas pessoas – é uma dedicatória para alguém muito especial.” Como influência, as músicas tradicionais, portuguesa e outras. 

 Tó Viegas produziu, além do tema agora revelado, também o restante EP da banda, cujo lançamento se anuncia para breve nas plataformas digitais. Para Davide Anjos, esta experiência de produção “foi a melhor experiência de todas”: “Os temas chegaram-lhe às mãos em formato maquete e demos liberdade total para nos ajudar a montar os arranjos e estruturas. Os temas foram crescendo aos poucos no estúdio e aconteceu tudo de uma forma muito natural; não houve ensaios, cada músico gravou o que cada tema pedia e isto só foi possível porque, além da capacidade técnica, experiência e dedicação, o Tó teve uma capacidade enorme para entender o que se pretendia, a simplicidade que procurávamos e em deixar as músicas fluidas.” No EP dos Guri participam ainda Cláudio Campos, Bruno Vitor, Pedro Gil e Viviane.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Rs2_Y0sKEok</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/04/video/viagem-interior-voltas-joao-aldeias-portugal-livros-bagagem-20210604-180007</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1155518255_3840x2160?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Viagem ao Interior: as voltas de João por aldeias de Portugal com os livros na bagagem</video:title>
      <video:description>Em Maio, João Ferreira Oliveira, jornalista com muitas viagens contadas (caso da grande Volta a Portugal em 80 dias), partiu para uma Viagem ao Interior. Ideia: percorrer o interior do país a contar histórias às crianças, numa espécie de biblioteca itinerante. Uma homenagem assumida àquelas que a Fundação Calouste Gulbenkian teve a circular no país entre 1958 e 2002. 

 Na sua carrinha cheia de livros, contou histórias, ofereceu muitas obras e recebeu de presente muito mais: na bagagem vai trazendo muito para contar. 

 "Toda a gente tem voz, pode é não ter micro. A sua existência é anterior e, tantas vezes, superior à nossa presença. Não dependem de nós, nós é que dependemos delas, até porque sem elas no hay filme. No hay banda", escreveu o jornalista no seu Instagram. 

 Esta grande viagem por fora e por dentro está feita e será contada este sábado na Fugas.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/559125000</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/04/video/estreia-video-fword-single-naturalmente-feliz-maf-123135</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/maf92753.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A estreia do vídeo de &lt;i&gt;F Word&lt;/i&gt;, o single “naturalmente feliz” de M.A.F.</video:title>
      <video:description>Foi do  punk rock  para a electrónica que Pedro Correia pulou nos últimos três anos. O músico natural de Coimbra, que integrou as bandas A Velha Mecânica e The Amazing Flying Pony, assina agora o  projecto a solo M.A.F. (Majestic As Fuck) , representado pela editora independente  Monster Jinx . Em entrevista ao P3, o produtor revela que foi em 2008, quando o uso de sintetizadores se tornou mais comum entre as bandas de  rock , que tomou interesse pelo novo género musical, “o que acabou depois por se tornar numa paixão pelas máquinas e evoluiu para o M.A.F., que é muito baseado em máquinas de  hardware , sintetizadores”. 

 Depois de quatro EP editados, sentiu que já era tempo de “fazer um lançamento marcante” com um álbum de longa duração. Apesar de o título  Home  poder remeter o pensamento para a pandemia e o confinamento, o artista explica que a ideia de fundo passou por “fazer as pazes” com o seu “lado mais sentimental”. Produzido, misturado e masterizado por si, numa perspectiva que envolve o  hip-hop  com a música electrónica,  Home  “é uma espécie de um lugar seguro”. A capa é ilustrada pela artista gráfica  Ana Types Type , que o define como algo “entre um ambiente citadino, mas também de festa e de viagem, aquele momento solitário quase notívago, mas também enérgico, com dança”. 

 Esta sexta-feira, 4 de Junho, M.A.F. lança o  videoclipe  do primeiro single do álbum,  F Word . A faixa “naturalmente feliz, que conhece o peso da infelicidade”, encaixa-se na temática nostálgica do álbum ao “invocar aqueles sentimentos de pista de dança que toda a gente está ansiosa por reviver”. A sonoridade  easy listening  dentro do  neo soul  funde-se com o videoclipe do realizador ucraniano  Valentyn Tupalo , num corta e cose de imagens a preto e branco que, em retalhos, constroem uma história. “Nós achamos que somos todos únicos, que estamos sozinhos, mas na realidade se calhar as nossas histórias são um bocado mais parecidas do que aquilo que julgamos”, explica M.A.F.. 

 Com onze faixas e a participação da arti</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/SV1EwcFi1XA</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/03/video/experiencia-ines-guimaraes-master-teacher-20210603-170233</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/entrevista92752.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Experiência de Inês Guimarães como Master Teacher</video:title>
      <video:description>Experiência de Inês Guimarães como Master Teacher</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/558618705</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/03/video/rita-onofre-lanca-videoclipe-porta-anuncia-breve-ep-solo-raiz-20210603-123536</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/Rita%20foto%20para%20video92751.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Rita Onofre lança videoclipe de &lt;i&gt;À porta&lt;/i&gt; e anuncia para breve um EP a solo, &lt;i&gt;Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em Maio de 2020 (nos primeiros meses da pandemia) que Rita Onofre, cantora e compositora hoje com 25 anos, decidiu concretizar uma ideia que, diz ela, sempre a acompanhou: “Ter um projecto a solo e em português”. Iniciada na guitarra aos 11 anos por influência do ambiente familiar (o pai, guitarrista autodidacta, e a mãe a acompanhá-lo a cantar), Rita começou aos 12 a escrever as primeiras canções, em inglês. Idioma que se manteve na banda  SEASE , onde Rita fez dupla com Miguel Laureano juntando-se-lhes, mais tarde, Gonçalo Vasconcelos. Lançaram um álbum,  The Way The Waves Hit The Beach  (2017), e dois EP,   When Lost At The Ocean, A Fellow Comes Out   (2016) e   Wave Motion   (2018). 

 Ainda nesse período, Rita começou a escrever em português, em 2016. “Uma língua exigente e que muito respeito, só consegui começar a senti-la como minha quando me despi de complexos e filtros. A vontade começou a ser fazer música porque fazer faz bem à alma e ao corpo, que é o que cá anda. Partilhando com músicos amigos, pedindo constante feedback, fui ganhando confiança e já em 2019 sabia quais seriam as primeiras canções a sair em nome próprio.” 

 A pandemia interpôs-se, mas não a bloqueou. Em Maio de 2020 lançou   Haja sempre   (para “lembrar que os dias maus têm o seu lugar no plano maior que é a vida de cada um”), seguindo-se-lhe   Lugar nenhum  , em Setembro (“sobre a sensação desconfortável de não pertencer, com um vídeo que mostra o grupo a fazer algo que não sabe fazer: dançar”) e   Talvez tenhas  , já em Março de 2021 (“um crescendo para algo melhor do que fomos ontem”). Pelo meio, em Julho de 2020, lançou   Ao pé de mim  , “um tema solto” que integrou a colectânea Inéditos Vodafone 2020. 

 Agora, esta sexta-feira lançou um tema que, segundo ela, “vem fechar este primeiro ciclo”. Com ajuda na produção de Ned Flanger, que também a acompanha nos concertos,  À porta , single e videoclipe, foi filmado em casa da avó de Rita Onofre (“onde tenho tantas memórias e que me dá sempre a sensação de segurança que só a</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/7SuX8TtnoqY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/02/video/ian-estreia-videoclipe-again-pedro-oliveira-setima-legiao-20210602-162349</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/IAN%20foto%20video92748.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>IAN estreia videoclipe de &lt;i&gt;Again&lt;/i&gt; com Pedro Oliveira, dos Sétima Legião a apresenta álbum ao vivo</video:title>
      <video:description>É mais um tema do álbum de estreia de IAN, nome escolhido por Ianina Khmelik para o seu projecto a solo. Conhecida pelo seu trabalho como  primeiro violino na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música , IAN tem vindo a publicar como cantora e compositora várias canções e videoclipes desde 2018, participando inclusive no  Festival da Canção de 2021 com o tema  Mundo  . Esta quarta-feira lança  Again , novo single e videoclipe que conta com a participação de Pedro Oliveira (Sétima Legião), cantando ambos em português na segunda metade da canção. Este é o terceiro videoclipe de IAN filmado por Noah Grace, seu amigo de longa data, depois de   Spring or desire  , de 2018, e   What the eyes cannot see  , estreado já em Janeiro de 2021. Outras canções suas já divulgadas e ainda disponíveis no YouTube são   Stop stop never   (2018),   Boarding now   (2019),   Good girl  ,   Temporary perfect   e   Bloody Paradise   (estas três de 2020). 

 Nascida em Moscovo, em 1983, Ianina Khmelik iniciou os estudos musicais na capital russa com cinco anos, ingressando mais tarde na Escola Profissional de Música Gnessin, na classe de L. Shevrekuko, onde aos oito anos fez a primeira tournée com a Gnessin Virtuosos Orchestra. Em 1995 venceu o 2.º prémio no Concurso para Jovens Músicos de Moscovo e em 1996 foi estudar para a Holdstadt Schulle em Schlewig-Holstein, na Alemanha, antes de, aos 15 anos, se instalar em Portugal. 

 O álbum de estreia de IAN chama-se  RaiVera  e tem nove temas originais. Além da já citada participação de Pedro Oliveira, teve a produção a cargo de Nuno Gonçalves (The Gift) e vai ser apresentado ao vivo no Porto e em Lisboa, primeiro na Casa da Música (dia 6 de Junho, na Sala 2, às 18h) e depois no Teatro Maria Matos (dia 8 às 20h).  RaiVera , segundo o comunicado que anuncia o single Again, é um neologismo composto que, em russo, significa “paraíso” (rai) e “fé” (vera). “O título esperançoso pode enganar pelo seu aparente otimismo quando comparado com o que dizem as nove canções do disco. Mas ao mesmo temp</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/lgBom8t4h7Y</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/06/01/video/entre-profissionais-audiovisual-solidariedade-veio-para-ficar-192356</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202106/cativ92747.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Entre os profissionais do audiovisual, a solidariedade veio para ficar</video:title>
      <video:description>Nas primeiras imagens do pequeno filme  Cativeiro , há um momento que nos é familiar. Alguém dentro de sua casa, possivelmente em confinamento, perplexo e preso ao sofá por heras que o amarram. O videoclipe realizado por Bruno Costa, que acompanha um tema instrumental da  banda Irene , parte de um apelo: “Que os tempos difíceis que vivemos hoje não nos tirem a humanidade.” 

 A música e produção do vídeo foram feitas  pro bono , por artistas que mantiveram parte do seu trabalho e não conseguiram ficar presos aos sofás de suas casas, enquanto assistiam às notícias sobre a  crise no sector cultural  e a  falta de apoios para colegas e profissionais do audiovisual . 

 “Numa situação trágica para muita gente, ao ponto de  não existir comida para pôr na mesa , nós éramos uns privilegiados e sentíamos o dever de contribuir”, conta Jorge Lima, músico na banda Irene, criada em 2017 com Marco Veiga. “Tínhamos vontade de fazer algo para ajudar a  União Audiovisual , mas também tentar acordar as pessoas, para que se lembrem que sem os outros não somos nada, não adianta estarmos aqui. Não podemos perder a solidariedade e amor ao próximo.” 

 O tema  Cativeiro , composto por Jorge Lima, nasceu durante o confinamento de 2020, quando teve tempo para se dedicar à música, que sempre foi, para si, “terapêutica”.  Uniu-se, na realização do vídeo, a Bruno Costa, amigo de longa data e fundador do projecto  The Storytellers . “A diferença entre o conforto que uns têm e outros não durante a quarentena é o tópico essencial neste vídeo”, explica o guitarrista de 38 anos. As heras com que o actor António Afonso Parra se debate surgem para nos relembrar da nossa natureza. “Nascemos todos iguais e, gradualmente, seguimos o mesmo caminho, com a ideia de que temos de ser quase máquinas e de nos afastar de um lado natural.” 

 Os únicos objetivos da banda através deste tema, dizem, são espalhar a mensagem e angariar fundos (através de donativos para o IBAN PT50 0035 0402 00054127630) para que a União Audiovisual (UA) continue o trabal</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/D2QcITDPO6Q</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
</urlset>