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      <video:title>Bruno Barreira estreia-se como Toubkal com &lt;i&gt;Lullaby&lt;/i&gt; e anuncia EP para Outubro</video:title>
      <video:description>Para os amantes do montanhismo, Toubkal não precisa de apresentações: fica em Marrocos e é o pico mais alto da Cordilheira do Atlas e do norte da África. Mas para os amantes da música há um outro Toubkal que se apresenta agora: é o nome atribuído por Bruno Barreira, 27 anos, portuense de raízes transmontanas, ao seu projecto a solo. Para estreia, um single e videoclipe:  Lullaby , que antecipa um EP previsto para Outubro deste ano,  The Great Round , e do qual se anuncia para Setembro, um mês antes da edição do EP, um segundo single,  The wolves . 

 Influenciado por músicos como Sufjan Stevens, José González, Patrick Watson, Ben Howard ou Noiserv, diz-se no comunicado que anuncia  Lullaby  que Toubkal “possui a sua própria linguagem e a sua própria estética”, ambicionando desse modo vir a “ocupar um espaço singular no panorama musical nacional e internacional”. Além disso, acrescenta-se ainda no mesmo texto, Bruno pretende com o projecto Toubkal “guardar e partilhar momentos pessoais de calma, paz e gratidão – momentos estes que o fazem sentir parte de algo maior e que são expostos neste projecto sob a forma de canções. A tela das canções é um indie-folk lento e contemplativo, com ênfase em guitarras acústicas e harmonias de vozes sussurradas.” 

 O EP  The Great Round , com lançamento oficial marcado para 25 de Outubro de 2021, terá, segundo os seus promotores, quatro temas na edição digital mais um tema extra na edição em formato físico. Além de Bruno Barreira, o disco conta com Alcino Canas (bateria), Ana Rita Melo Alves (voz num dos temas,  Nocturne ), João Figueiredo (baixo) e Tiago Lopes (coros).</video:description>
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      <video:title>Um alerta para as tragédias do Mediterrâneo na música de Laura Masotto e Roger Goula</video:title>
      <video:description>A ideia surgiu-lhe em Barcelona, numa residência artística no Centro de Arte Contemporânea Fabra i Coats, quando iniciava o processo de composição do álbum WE, com lançamento marcado para 11 de Junho.  Laura Masotto , violinista e compositora nascida em Itália em 1985, recebeu da ONG catalã Proactiva  Open Arms  (que desde a sua criação, em 2015, promove acções de salvamento de migrantes no Mediterrâneo) um vídeo onde se via a tripulação do navio a escutar a sua música, desafiando-a a tocar ao vivo na embarcação logo que pudesse. Isso foi no início de 2020 e pouco depois a covid-19, bem como a declaração da pandemia, não permitiram que tal projecto avançasse, forçando Laura a regressar a Itália. 

 E foi já em Itália ela pensou numa composição que pudesse servir de alerta para a tragédia contínua vivida pelos migrantes no Mediterrâneo, usando imagens filmadas pelos activistas da Open Arms. E resolveu desafiar, para trabalharem a ideia em conjunto, o compositor e multi-instrumentista espanhol Roger Goula, sediado em Londres e com uma actividade musical que vai desde álbuns a bandas sonoras para filmes, dança, televisão, teatro e instalações de arte. O resultado dessa colaboração, agora divulgado em single e videoclipe, é  Refugees , com (tal como Laura sugerira) imagens captadas em acções de salvamento pela Open Arms. 

 Laura Masotto iniciou-se nos estudos do violino aos 5 anos, licenciando-se no Conservatório de Música de Verona e embrenhando-se depois no jazz, que acabou por conduzi-la a novas experiências sonoras com uma ampla variedade de estilos musicais contemporâneos. O seu primeiro álbum,   Fireflies  , foi editado em 2019. O segundo,  WE , sairá em 11 de Junho.</video:description>
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      <video:title>Alunos do secundário convidados, uma vez mais, a encantar através dos seus filmes. Até 15 de setembro</video:title>
      <video:description>Filmes inéditos, de tema livre, com uma duração máxima de oito minutos e meio e entregues até ao dia 15 de  setembro . Há prémios no valor de 600, 400 e 200 euros. É mais uma edição do  Concurso de Vídeo Escolar 8 e Meio , iniciativa do clube de cinema da Escola Secundária Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim. 

 “Este ano, o clube de cinema 8 e meio espera pelo entusiasmo dos estudantes do ensino secundário português, encantando através dos seus filmes e escrevendo a história de um evento que comemora quinze anos”, sublinha o texto de apresentação do concurso. As informações sobre o regulamento e a ficha de inscrição podem ser consultadas em   www.8emeio.net  , sítio que dá, além disso, a conhecer os filmes vencedores de todas as 14 edições anteriores.  

 Incentivar “a expressão pessoal sobre o mundo, que a escola ajuda a interpretar e a reinventar”, recorrendo ao audiovisual e, mais especificamente, ao vídeo — este um dos contributos do concurso para o reconhecimento da escola “como um espaço de criação e participação”, lembra a organização. 

 Também o   diretor  da Escola Secundária Eça de Queirós, José Eduardo Lemos, realça, numa mensagem divulgada no lançamento desta edição do concurso, a pertinência de clubes como o 8 e meio no contexto  atual : “Com a consciência plena de que estamos integrados num sistema educativo centralizado e bastante competitivo, em que o sucesso académico se confunde por vezes com a exaustiva exploração dos currículos oficiais, afirmamos, ainda assim, não prescindir desta outra forma (complementar) de fazer cumprir a escola, criando dinâmicas alternativas, onde a liberdade e a cidadania possam ser amplamente cultivadas.” 

 A edição anterior do Concurso de Vídeo Escolar 8 e Meio, num ano marcado pelas contingências da pandemia, teve a sua  sessão de encerramento  disponibilizada   online  .   The     Punisher  , de César Santos, aluno da Escola Secundária do Forte da Casa (Vila Franca de Xira), reuniu as preferências do júri, que lhe atribuiu o 1. º     prémio .</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Rua&lt;/i&gt;, um documentário para lembrar que é preciso voltar a ocupá-la com “responsabilidade colectiva”</video:title>
      <video:description>"Todas as razões para fazer a revolução existem. 
Todas as razões estão reunidas, mas não são as razões que fazem as 
revoluções, são os corpos. 
E os corpos estão à frente dos ecrãs."  

 É esta a citação que dá início a  Rua , o novo documentário que os  Left Hand Rotation  realizaram. O  colectivo de espanhóis a viver em Portugal  lançou esta semana o vídeo de cerca de 20 minutos, que mostra imagens de Lisboa deserta, em pleno confinamento, e, em contraste, com milhares de pessoas em manifestação. É, resumem, "um filme sobre a crise de saúde e disputas políticas que explodem na cidade". Não é "exaustivo", ou, por outras palavras, "foram muitas mais as [manifestações] que aconteceram" e não estão todas aqui presentes — mas é o suficiente para mostrar o contraste da ocupação da cidade num momento em que as manifestações no espaço público foram proibidas. 

  O colectivo reuniu imagens  da manifestação organizada pelos colectivos Stop Despejos e Habita, da  manifestação feminista de 8 de Março  e da  Greve Climática  — estas três ainda em 2019 — e do  protesto Black Lives Matter , já em 2020, em plena pandemia. "Mesmo dentro de cada uma delas, dentro de uma ocupação colectiva da rua, há muita coisa a acontecer. Estas filmagens foram feitas a partir do nosso espaço de militância nos movimentos pela habitação, mas com um olhar interseccional", afirmam.  

  Rua  é, acima de tudo, "uma chamada a voltar para as ruas com a consciência política e a responsabilidade social e colectiva". É um alerta para "não perder o espaço público, como já está a acontecer com a massificação de esplanadas" — um desafio para "sair à rua para fazer mais alguma coisa que não seja o consumo", atiram.</video:description>
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      <video:title>Joana Guerra estreia novo vídeo e anuncia concerto na Culturgest</video:title>
      <video:description>No  Chão Vermelho  de Joana Guerra há  Micélio  e este é o single que a violoncelista, cantora e compositora portuguesa escolheu para trazer de novo à ribalta o seu quarto álbum a solo, que vai ser apresentado ao vivo no  Grande Auditório da Culturgest , em Lisboa, no dia 8 de Junho, às 21h. Lançado em Novembro de 2020, em plena pandemia, o álbum  Chão Vermelho  foi assim apresentado: “Pequenas flores azul-metálico, um animal branco prestes a extinguir-se, pedras raríssimas que só existem em duas latitudes, o vermelho como sinal de alerta: som ecológico, mas também como sinal de renovação, como na mulher pelos seus ciclos de sangue, tudo isto compõe o universo de  Chão Vermelho  de Joana Guerra. E enquanto os micélios sentirem a nossa presença talvez haja esperança para esta terra, para esta mulher que nos seus ciclos de morte e renovação é telúrica de mais para ser santa.” 

 Já a Culturgest fala de “um corpo tentacular do qual brotam canções como milagres da natureza em terra fustigada. Nas imagens do seu disco, editado na berlinense Miasmah Recordings, as fotos de André Cepeda mostram o novo cenário de Joana Guerra, onde a argila deixa cicatrizes profundas, mas também extrai a matéria-prima da criação. É nesse contexto, aparentemente inóspito e sangrado, que Joana Guerra cultiva esta música que regenera.” 

 Joana Guerra nasceu e cresceu em Lisboa, em 1983, tendo no horizonte a serra de Sintra, “como musa inspiradora”. Começou a estudar violoncelo na escola do seu bairro, a mesma onde (diz num texto autobiográfico) teve aulas de karaté. Até iniciar o seu  projecto a solo , em 2011, estudou no Conservatório de Música de Lisboa e licenciou-se em Literatura Portuguesa na Nova. Mas a procura por “paisagens musicais que pudessem reflectir o [seu] desejo de experimentação acústica” levou-a à improvisação e a um som que foi construindo como seu,  espelhando-o em discos :  Gralha  (2013),   Cavalos Vapor   (2016),   OsSo   (2018),   Alarming Kids   (2019, este em parceria com o violinista Gil Dionísio) e, por fim,</video:description>
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      <video:title>Um tecido vermelho rasgou Lisboa para nos falar de VIH — e combater o estigma</video:title>
      <video:description>A 1 de Dezembro de 2020, um tecido vermelho de 50 metros cortou as ruas da Baixa lisboeta. Seria “sangue a irromper as artérias da cidade”, uma  passerelle  anti-preconceitos, um símbolo de todas as vidas que foram ceifadas numa outra pandemia? Um tecido vermelho que envolveu vários corpos, todos iguais, mas todos diferentes, todos ligados e também esganados, no “espaço mais democrático que existe”: a rua.  

 A performance  #HIVisible 2gether , que se apresenta neste documentário, estendeu-se além-fronteiras e serve de cartão de visita ao  colectivo Viral , que, através da arte, quer ajudar a “construir” e tornar “visível” uma “comunidade de pessoas que vive com VIH”, explica Teresa Fabião, bailarina, investigadora e co-fundadora deste grupo, ao lado de  Paolo Gorgoni  (mais conhecido no activismo como a  drag queen   Paula Lovely ) e Luca Modesti ( aka  cartoonista  Er Baghetta ).  

 Reclamam “novas narrativas” para destruir o  estigma, o silêncio e o preconceito  que ainda rodeiam os seropositivos, dando poder, e voz,  aos protagonistas , mas convidando também pessoas “seroenvolvidas” (simpatizantes com a causa) a “desmontar opressões” — a porta está aberta a quem se quiser juntar. “A arte ajuda a criar novos imaginários, imagina novos futuros e traz a possibilidade de fazer a reconstrução de uma narrativa mais actual em torno do VIH e sida”, explica a activista. Que mostre a diversidade, beleza e resiliência destas vidas. 

 Foi a 1 de Dezembro de 2020 que o Viral subiu ao palco pela primeira vez, por assim dizer. No Dia Mundial de Luta contra a Sida, termos “bélicos” com que  Teresa Fabião  não se identifica, preferindo encarar a efeméride como uma “celebração dos progressos” feitos em relação a esta outra pandemia  —  médicos, sobretudo, porque, a nível social, “o medo, o silenciamento e a discriminação continuam a deprimir e a matar”. E, como dizem neste filme, que aqui se estreia, “o estigma ao redor do VIH gera mais VIH”. 

 Mais acções virão, nos próximos meses, a nível transnacional e também  </video:description>
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      <video:title>Quando a saída é tentar a morte: o desespero dos migrantes que vagueiam por Ceuta</video:title>
      <video:description>Já com menos migrantes em Ceuta, ainda são muitos os que vagueiam pela rua. Há quem queira regressar a Marrocos e quem desespere ao fim de vários dias sem rumo. Já morreram pelo menos duas pessoas e uma tentou o suicídio. 

  Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>Ceuta: Milhares de chamadas de pais marroquinos à procura de filhos menores</video:title>
      <video:description>Foi criada uma linha telefónica para facilitar o processo. Um segundo centro de apoio a menores foi criado pela Cruz Vermelha. Continuam a formar-se filas de migrantes que voluntariamente querem voltar para Marrocos. 

  Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>Ceuta: O sonho europeu é ter uma vida "tranquila e segura"</video:title>
      <video:description>Acampados em Ceuta, meia centena de migrantes originários da África subsariana pedem uma oportunidade para cumprirem o sonho de uma vida que arriscaram porque acreditam ser essa a única forma de a salvar. Têm finalmente um pé na Europa e, apesar de dormirem em camas de cartão, rodeados de lixo e apenas com a roupa que trazem no corpo, pedem licença para prosseguirem a viagem de uma vida. O objectivo: viver num país onde possam trabalhar e viver sem medo. 

  Leia a reportagem completa aqui .</video:description>
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      <video:title>"A escola só por si não educa. Quem educa é a comunidade"</video:title>
      <video:description>O Ministério da Educação divulgou um novo indicador de equidade que pretende medir o sucesso educativo dos alunos que têm Acção Social Escolar (ASE). A avaliação é feita através da contabilização dos percursos directos de sucesso, ou seja, dos percursos sem reprovações, e, no caso do 3.º ciclo, simultaneamente com avaliação positiva nos exames nacionais. A Escola Básica Fialho de Almeida, a única com este último ciclo de ensino no Agrupamento de Escolas de Cuba, regista menos 28 pontos relativamente à média nacional. Fomos perceber porquê. 

  Leia mais aqui.</video:description>
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      <video:title>A harpa de Angélica Salvi é todo-o-terreno (mesmo a 360º)</video:title>
      <video:description>Não é fácil mover uma harpa, “instrumento um pouco delicado, que desafina muito facilmente”. Mas Angélica Salvi contrai a última corda e descomplica. Sentada dentro da  escultura de Olafur Eliasson, no Parque de Serralves, a  harpista e compositora  espanhola levanta-se e faz deslizar a harpa “não óbvia” pelo jardim no Porto, cidade onde está sediada desde 2011. Depois, volta a sentar-se uns metros mais à frente, endireita as costas e repete tudo outra vez.   

  No passadiço à altura dos pássaros, e a 360º, continuamos a ouvir   a versão acústica de  Cinzolino,   uma das músicas em   Phantone ,  o primeiro álbum a solo da harpista. “Fazer um disco sozinha foi um desafio para mim”, comenta a também professora no Conservatório de Música do Porto, sobre o disco  lançado no final de 2019  .  “A verdade é que a harpa pode ser um pouco solitária.” 

 Depois de meses sem concertos, Angélica Salvi estreia o projecto de realidade anotada do PÚBLICO, desenvolvido em parceria com o  Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência - INESC TEC , e com base na sua plataforma de criação de vídeos 360 interativos  AV360 . 

 Para ouvir, (quase) como se estivesses lá também. Aconselha-se o uso de auscultadores para uma melhor experiência. Se tiveres dificuldades na visualização, utiliza este  link alternativo .</video:description>
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      <video:title>Do Porto à Palestina, para apoiarem de longe a terra onde não podem entrar</video:title>
      <video:description>Com a bandeira que a representa pintada na cara, Nesreem resume a frustração dos  jovens palestinianos  numa frase: “Os sonhos deixaram de existir.”  

 No Porto, cerca de 500 pessoas, maioritariamente jovens portugueses, migrantes e estudantes internacionais, juntaram-se esta segunda-feira à concentração de  “solidariedade pelo povo palestiniano”  convocada pela CGTP, pelo Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) e pelo CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC). Ao mesmo tempo, em Lisboa, gritou-se “Palestina livre”, em coro com as manifestações que decorreram no fim-de-semana em cidades como Paris, Londres, Madrid, Copenhaga ou Tunísia.  

 Enquanto a violência volta a escalar, em  mais um dia marcado por fortes ataques na Faixa de Gaza , Diogo Oliveira, de 21 anos, motivado pela agressão contra civis, veio pressionar o Governo português  “ a ficar do lado certo da História”.  Lokas Cruz, 29 , exigia aos estados-membros da União Europeia  “  medidas concretas de denúncia, de condenação e sanção a Israel, para que não haja hipótese de ser neutro numa questão que é claramente de opressão  ”.  “Não é um conflito, é um genocídio”, lia-se no cartaz da médica e em vários outros escritos em português e inglês.  

 Desde a mais recente escalada de  tensões entre o exército de Israel e o    Hamas ,  o grupo islâmico xiita que controla a Faixa de Gaza, mas também entre cidadãos árabes e judeus, as autoridades palestinianas registam a morte de 212 pessoas, incluíndo 61 menores de idade, acusando Israel de bombardear edifícios não militares, entre os quais uma torre com redacções de orgãos de comunicação internacionais. Os israelitas assinalam dez mortes, entre elas dois menores, no início da segunda semana sem um cessar-fogo. 

 Mariam e  Lujain  vieram juntas da Síria para Guimarães, onde estão a doutorar-se na Universidade do Minho.  “ Mas não esquecemos a nossa origem e por isso é que estou cá hoje ” , diz Lujain Hadba, cuja família se refugiou na Síria em  19</video:description>
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      <video:title>Um Villalobos californiano a vogar por entre os dias num mar de coral</video:title>
      <video:description>Estreou-se em Portugal em Abril de 2018 com o nome House of Wolves, com concertos em Lisboa, Porto e Coimbra. Mas por razões de  copyright , e de conflito com outras bandas que usavam o mesmo nome, passou a usar apenas como projecto o nome  The Coral Sea . E é como The Coral Sea que agora apresenta novo single e videoclipe:  In between the days . 

 Mas antes de ser, por opção artística, House of Wolves ou The Coral Sea, o homem por detrás de tais nomes é o californiano Rey Villalobos, cantor e compositor, oriundo de uma família de Los Angeles com raízes no México e também em Itália. Começou como baterista (e foi isso que o conduziu à composição, ao canto e ao seu álbum de estreia,   Volcano and Heart  , lançado em Junho de 2006), mas antes estudou piano clássico, apaixonando-se pelos  nocturnos  de Chopin, que ainda hoje mantém como referência. 

 Como The Coral Sea (embora mantendo o projecto House of Wolves, que só deixaria cair mais de uma década depois), Villalobos lançou em 2006 o EP   Look At Her Face  ; em 2010 o EP  Play Me ; e em 2020 o single   Yesterday Tomorrow  . Pelo meio, lançou um segundo álbum,   Firelight   (2008).  In between the days , tema do single e videoclipe agora estreado, é a regravação de um dos temas  (o terceiro) do álbum  Volcano and Heart  , mas com o piano em destaque, no lugar antes ocupado pela guitarra acústica.</video:description>
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      <video:title>A festa dos adeptos sportinguistas: "19 anos? Foi muito tempo"</video:title>
      <video:description>Dezanove anos depois, os “leões” voltaram a celebrar o título do campeonato nacional de futebol e as ruas da capital encheram-se de verde e branco. Apesar da pandemia, milhares de adeptos acorreram a Alvalade e à zona do Marquês de Pombal, festejando até de madrugada.  

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      <video:title>Wilson Capitão estreia &lt;i&gt;One hundred comets&lt;/i&gt; e prepara o primeiro EP a solo para 2022</video:title>
      <video:description>Foi há dois anos que Wilson Capitão começou um projecto a solo e tencionava lançar já em 2020 um primeiro EP. Mas acabou por adiá-lo, aproveitando o tempo para fazer novas experiências sonoras, trabalhando com outras bandas ou fazendo orquestrações – e neste lote encontram-se o clássico   Verdes Anos  , de Carlos Paredes;   Povo que cais descalço  , dos Dead Combo; ou   Wanna be Basquiat  , de Surma. Isto além de trabalhar com a  Banda Filarmónica Ilhense , da sua terra natal, Ilha (em Pombal, no distrito de Leiria). 

 Filho de um fã de metal e de bandas como os Slayer, Iron Maiden ou Judas Priest, Wilson passou a infância imerso nesse tipo de música, enquanto se iniciava na aprendizagem do piano, aos 8 anos, e em seguida na guitarra, para mais tarde voltar ao piano, instrumento que usa com maior frequência para compor. Depois de experimentar vários géneros (house, hip hop, electrónica alternativa, chill, trap), aventurou-se a compor para orquestra. “O click para experimentar coisas orquestrais fez-se quando comecei a ouvir música contemporânea com orquestra, nomeadamente Woodkid e Ibrahim Maalouf, entre outros”, explica ele na apresentação que acompanha o lançamento do single One Hundred Comets, em estreia. 

 Influenciado na juventude pelos  Led Zeppelin  (passou “largos meses” a ouvir toda a sua discografia), agora cita com influências para o seu projecto a solo, como compositor e orquestrador, além dos já citados  Ibrahim Maalouf  e  Woodkid , também Rosalia, J Balvin, Hans Zimmer, Flume e The Prodigy. Este ano, agora que a pandemia parece seguir em Portugal um rumo mais brando, espera lançar pelo menos três singles, dos quais  One hundred comets  é o primeiro. O tal EP deverá, segundo os seus cálculos, sair em 2022. 

 O videoclipe de  One hundred comets  foi inteiramente gravado no distrito de Leiria, uma parte perto do Osso da Baleia e outra num terreno junto ao parque de merendas de Ilha. O tema, segundo o seu autor, fala “sobre como não conseguimos mudar o que somos de forma instantânea. O título </video:description>
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      <video:title>Violinista e DJ Inês Meira conta num filme-concerto como se fez Klin Klop</video:title>
      <video:description>Começou muito nova como violinista e depois decidiu procurar outros rumos. Estudou Produção e Tecnologias da Música, aventurou-se como DJ e descobriu novos caminhos a trabalhar com os  Grandpa’s Lab , estúdio de multimédia do Porto especializado em espectáculos em instalações visuais e espectáculos imersivos de vídeo-mapping. Foi assim que Inês Meira se transformou em Klin Klop, nome artístico que, conforme explicou em Outubro de 2020 à publicação  online   A Cabine , foi inspirada em nomes africanos: “Os meus pais vivem em Moçambique, daí escolhi a palavra Klink, que significa som, e Klop, que significa batida em  afrikaans ”. 

 Ao longo do seu percurso, integrou vários projectos até que decidiu condensar essa experiência num concerto exibido como filme. Chamou-lhe  Klin Klop Live - Alt – Shift  e envolveu nele vários músicos e instrumentistas, como João Lima, Pedro Leal, Gonçalo Palmas e Miguel Pinto. A narrativa visual em que o espectáculo assenta foi desenvolvida por ela e por Francisca Siza e integra, segundo o texto que o anuncia, “outras disciplinas artísticas como a dança, o muralismo, a arte digital, fundindo a tradição e a contemporaneidade da cultura portuguesa, uma metáfora para a raiz musical deste projecto, que funde a música orgânica com a electrónica”. 

 Do ponto de vista musical, e segundo os promotores, o concerto é composto por onze músicas originais, “numa união híbrida entre instrumentos orgânicos e digitais, que atravessam o universo da música erudita à misteriosa música étnica, desde o jazz moderno ao funk mais ritmado e desde o pop ao rock mais dançável, reforçada através de uma sonoridade electrónica.” 

 O concerto-filme, com a duração de uma hora e vinte minutos, está disponível entre 5 de Maio e 5 de Junho para visualização em  streaming , por aluguer, na plataforma  Ticketline Live Stage .</video:description>
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      <video:title>Há 35 anos, eles nasciam e Portugal entrava na UE — e isso mudou-lhes a vida</video:title>
      <video:description>Sara Andrade, Miguel Barros e  João Lourenço nasceram no ano da assinatura do tratado de adesão de Portugal à CEE.  Elizabeth Metcalfe e  Diana Guardão  no ano seguinte, o primeiro em que Portugal integrou oficialmente a comunidade europeia. Fazem parte da primeira geração de cidadãos portugueses nascidos na União Europeia (UE).  A propósito do   Dia da Europa  , que se assinala a 9 de Maio, o   P3   foi auscultar a geração UE sobre a Europa em que nasceu, as oportunidades da cidadania europeia e o futuro. Jovens com 35 anos que cresceram durante os 35 anos do Portugal europeu.  

   Lê o artigo completo .</video:description>
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      <video:title>Eunice Muñoz: “Chegou a altura de deixar cair o pano”</video:title>
      <video:description>Aos 92 anos e prestes a celebrar oito décadas de uma carreira recheada de prémios e condecorações, Eunice entra em cena com Lídia. Para se despedir oficialmente dos palcos, a avó partilha o estrelato com a neta, de 30 anos. São duas gerações n’  A Margem do Tempo , peça de Franz-Xaver Kroetz feita de um intenso diálogo entre acção e música, no caso de Nuno Feist. 

 Mas antes de tudo o resto, até mesmo do amor incondicional que ambas nutrem pelo teatro, Eunice e Lídia Muñoz afirmam ser apenas “avó e neta”, apaixonadas uma pela outra. Para o público, este encontro é isso, mas também muito mais. 

 Eunice tem uma carreira marcante na história do teatro nacional e os seus personagens acompanham gerações de portugueses. Uma vida intensa, que nos palcos começou aos 13 anos. Uma estreia profissional, e logo no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa — que será também o palco deste adeus —, sob a bênção de outro ícone nacional, Amélia Rey Colaço. Sem formação na área, mas inspirada pela avó (que Eunice recorda como uma “actriz maravilhosa”), a estreante já contava com um currículo construído em muitos quilómetros de estrada. Afinal, quase desde que nasceu que andava a fazer teatro e sempre em família. 

 Ao longo da sua carreira fez um pouco de tudo, sublinhando a exigência do “muito trabalho” que lhe permitiu desdobrar-se e não cair no facilitismo de viver de uma personagem, Eunice. Contudo, não deixa de lamentar o tanto que foi “roubado” pela censura antes do 25 de Abril, que chegou a ter entre os autores proibidos, por exemplo, o insuspeito, e pelos vistos perigoso, William Shakespeare. Quando por fim a Revolução dos Cravos chegou, Eunice “já não tinha idade” para tantos papéis que sonhara assumir. Isso não significa que não tivesse reservadas grandes personagens, como as duas que afirma estar entre as que mais amou:  Mãe Coragem e os Seus Filhos , que se estreou em 1986, e o imponente monólogo de  Zerlina , de 1993. 

 Casada por três vezes — com Rui Ângelo de Oliveira do Couto, Ernesto Borges e António Barah</video:description>
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      <video:title>Como reconhecer o nosso Frankenstein? Jorge Ferraz explica-nos por música</video:title>
      <video:description>Antecipado no início de Abril com o single   Sinfonietta Kids  , é lançado esta sexta-feira o duplo álbum   Colonial Wars  , de Jorge Ferraz, apresentado há duas décadas no PÚBLICO como “o mais sincrético dos artistas que nos idos de 80 incorporam a designada geração Ama Romanta”. Se nessa altura, em 2000, Jorge Ferraz já somava 17 anos de actividade, passando dos Bye Bye Lolita Girl e Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre! aos Muad’Dib Off Distortion, Ezra Pound &amp; A Loucura ou Fatimah X, entre outros, a partir de 2006 começou a trabalhar em nome próprio, lançando  África Mecânica De Metal  (2007),  Humanos Abençoados  (2010) e   Machines for Don quixote ...et... viva la muerte?   (2018).  Colonial Wars , o seu quarto álbum a solo, é maioritariamente instrumental, com a participação vocal de Ondina Pires na segunda parte, em textos de Artaud, Lorca, Maiakovski e até do Livro do Apocalipse de São João, do Novo Testamento. O segundo single agora lançado, no mesmo dia em que sai o disco, é  How to recognise your own logic Frankenstein  e o seu videoclipe foi criado por Vasco Bação e Carlos Mendes, os autores do documentário   Ama Romanta - Uma utopia que fazia discos  . 

 No texto que serve de apresentação do álbum, Jorge Ferraz explica assim  Colonial Wars : “A melhor forma de pensar neste (duplo) álbum de mais de 75 minutos é olhar para os títulos dos seus 27 temas, quase todos instrumentais, bem como para os títulos das suas duas partes. (1.  Assassins and Prophets  e 2.  Poets and Gods ). É uma espécie de colectânea de poemas musicais sobre a dimensão mágica, caleidoscópica, fascinante e profundamente assustadora que o nosso mundo, os nossos sonhos e a tecnologia nos oferecem. Lá, onde o biológico se intersecta com o tecnológico, as máquinas ganham propriedades demiúrgicas e os vírus se tornam nossos estranhos irmãos-colonos e adquirem capacidade de sonhar.”  Colonial Wars , quarto álbum a solo de Jorge Ferraz, está em exclusivo no  Bandcamp .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Luta de Mulheres</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Aqueles Que Me Desejam a Morte</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Santuário das Sombras</video:title>
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      <video:title>&lt;i&gt;Missing you&lt;/i&gt;, ou o “power blues” de dois manequins separados pela pandemia</video:title>
      <video:description>Os Budda Power Blues e a cantora Maria João gravaram um primeiro disco juntos depois de uma experiência muito gratificante em palco. Isso foi em 2017 e o disco apresentava temas como   Troubled mind  ,   I feel so blessed   (este escrito por Budda Guedes para Maria João),  Ain’t no place like home  ou   Happy days are gone  . Agora que os tais “dias felizes” parecem estar lentamente a regressar, esta inusitada mas bem-sucedida aliança ( “Eles não gostavam de jazz, ela desconfiava do blues. Agora estão a tocar juntos” , como titulava o PÚBLICO em 2017, por altura da apresentação ao vivo do primeiro disco) está de volta com um novo tema que é o primeiro a ser desvendado do novo álbum:  Missing you . 

 Nico Guedes, baterista do grupo e realizador do videoclipe que agora se estreia, criou uma metáfora com a separação de dois manequins devido à pandemia. Uma forma de falar, também, da separação entre artistas e público devido ao confinamento, com tantos espectáculos cancelados ou adiados. No texto de apresentação do novo tema, Nico Guedes explica assim  Missing You : “Fala do luto amoroso, em como nos sentimos depois de uma relação acabar, e nas saudades que restam após a separação. A letra mostra um personagem a viver uma viagem emocional que começa com a saudade da outra pessoa, acabando na constatação de que está finalmente só, e sem espaço para mais ninguém.” Musicalmente, quiseram ir buscar o toque das músicas românticas dos anos 50, com as vozes de Budda e João em confronto “num dueto em que ambos sentem o mesmo, e dizem o mesmo, mas em lados opostos tanto da narrativa, como nos seus timbres super distintos.” 

 Budda Guedes (voz, guitarras), no mesmo comunicado, diz que é preciso “mostrar que o blues está vivo, em mutação e que há muita música para fazer. O blues não é apenas o ‘12 bar Blues’ ou o blues de Chicago, está em constante mutação e renovação.” Quanto ao contacto com o público, mostra-se agora mais optimista: “Estamos muito esperançosos e desejosos por voltar aos palcos. Tem sido um ano muito dif</video:description>
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      <video:title>Paulo Flores lança primeiro videoclipe do seu novo álbum &lt;i&gt;In-dependência&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Anunciado em meados de 2020, está finalmente disponível o disco  In-dependência , com o qual o cantor e compositor angolano  Paulo Flores  quis assinalar o 45.º aniversário da independência de Angola, celebrado em 11 de Novembro do ano passado. “Vai um pouco fazer uma leitura minha destes 45 anos de independência”, disse ele ao PÚBLICO na estreia do projecto  Esperança , que o levou a gravar um álbum com o rapper angolano Prodígio. Esse disco chamou-se  A Bênção e a Maldição  foi lançado a 6 de Novembro, tendo a antecedê-lo dois videoclipes bem significativos,   Nzambi   e   Fome  . 

 Com 11 temas, dois deles aglutinados num só (11 para coincidirem não só com o dia mas também com o mês da independência de Angola, o 11.º do ano), In-dependência ainda ecoa as preocupações de Paulo Flores expressas no seu trabalho com Prodígio: “É nós vermos todas as possibilidades que temos e tudo aquilo que não realizámos, principalmente em relação à inserção social e à oportunidade de vida para todos.” 

 Paulo Flores escolheu para apresentar o álbum um dos seus temas,  Jeito alegre de chorar , agora lançado em single e em videoclipe: “Apesar da tristeza eu só vivo a cantar (...)/ A gente tem um jeito/ tão alegre de chorar”. Os outros temas são:  Heróis da foto ,  Bem-vindo ,  Semba original ,  Si bu sta dianti na luta - Xica feia ,  Amanhã (11 de Novembro) ,  Njila Ia dikanga ,  Independência ,  Esse país  e  Roda despedida de semba . O videoclipe feito a partir da canção (letra e música) de Paulo Flores tem realização, direcção de fotografia e montagem de Sérgio Afonso, a partir de um conceito desenvolvido por Dércio Tomás Ferreira &amp; Johel Almeida. Danilson Francisco é o actor principal. 

 A apresentação ao vivo do novo álbum de Paulo Flores já tem data marcada: será no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no próximo dia 21 de Maio, às 22h.</video:description>
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      <video:title>Passo a passo pela ponte 516 Arouca: um medo que se faz zen</video:title>
      <video:description>Ligando a margem de Canelas à de Alvarenga através de 516 metros de vão, o novo equipamento turístico do distrito de Aveiro tem ligação aos Passadiços do Paiva e situa-se 175 metros acima do rio, proporcionando vistas desimpedidas em todas as direcções da paisagem através do gradil metálico que compõe o piso da ponte e as suas guardas laterais. 

 Os visitantes com comprovativo de morada em Arouca podem usufruir da experiência a título gratuito, se já tiverem o cartão de residente que por cinco euros lhes garante livre-trânsito durante três anos na ponte e nos Passadiços do Paiva, mas utilizadores oriundos de outros territórios terão de pagar dez a 12 euros pelo bilhete de acesso, consoante a sua idade. 

 Nessa escala etária, e atendendo a que o acesso à ponte está interdito a menores de seis anos, crianças e jovens até aos 17 anos pagam dez euros, assim como maiores de 65 anos, enquanto o bilhete para a restante população custa 12. Independentemente da data de nascimento, estudantes com o devido comprovativo pagarão apenas dez euros por uma entrada.  Lusa  

   Saiba mais</video:description>
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