<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns:video="http://www.google.com/schemas/sitemap-video/1.1" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/29/video/maria-luiza-jobim-julio-secchin-retomam-velhos-lacos-amor-20210429-230014</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Luiza%20Jobim%20foto92687.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Maria Luiza Jobim e Julio Secchin retomam velhos laços em &lt;i&gt;Meu amor&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>São ambos cantores, brasileiros e com a particularidade de terem lançado os seus álbuns de estreia no mesmo ano. Maria Luiza Jobim, 34 anos, cantora compositora e produtora musical, filha mais nova do maestro e compositor brasileiro Tom Jobim, estreou-se com   Casa Branca  , em 2019. Nesse mesmo ano, Julio Secchin, 33 anos, cantor, compositor e multi-instrumentista, editava, como primeiro álbum,   Festa de Adeus  . Mas foi muito antes disso, em 2013, que ele lhe mostrou parte de uma música a que ela acrescentou os vocais. Nada aconteceu, até porque as suas vidas se afastaram depois, mas em 2018 voltaram a encontrar-se e transformaram a música inacabada num single. Que só agora, em 2021, chega ao público em forma de  single  e de videoclipe, este em estreia esta sexta-feira às 16h do Brasil (20h em Portugal). 

 O seu nome é  Meu amor  e a letra reza assim: Meu amor, eu quero ser seu melhor amigo/ Você desce até o chão e eu desço contigo/ E a gente dança até o dia clarear/ ‘Cê me olhando desse jeito,/ Sei que não é certo/ Eu tento disfarçar,/ Mas cê tá por perto/ E a gente se segura pra não vacilar.” Já o final, em inglês, é bem menos romântico: “I don’t know why I keep telling myself/ When I die I’ll be sent straight down to hell.” Entre o amor e a amizade, direito ao inferno. 

 O tema que junta Julio Secchin e Maria Luiza Jobim chega a todas plataformas digitais esta sexta-feira, 30 de Abril. No anúncio oficial do single, Maria Luiza diz: “É uma música que tem diferentes momentos das nossas vidas, acho que ela veio no seu tempo e na hora certa”. E Julio vê nela uma forma de reviverem a sua antiga amizade, já que não se viam “há muito”: “Fiquei extremamente feliz de ver que ideias antigas soavam como algo espontâneo, actual. Apesar do intervalo longo, o fio da meada ainda estava lá e a música tomou forma rapidamente”.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/7i5kHFOB6TE</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/29/video/ana-moura-lanca-andorinhas-single-novo-album-20210429-222825</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Ana%20Moura%20foto92686.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Ana Moura lança &lt;i&gt;Andorinhas&lt;/i&gt;, o primeiro single do seu novo álbum</video:title>
      <video:description>Depois de   Vinte Vinte (Pranto)  , criação conjunta de Ana Moura, Branko e Conan Osíris, lançado em Março deste ano como “enterro” alegórico de 2020 e dos seus males, lutos e perdas, a cantora estreia agora, também num videoclipe, aquele que é o primeiro single do seu futuro álbum. Nome:  Andorinhas . E é de negro, como elas, que Ana Moura surge no vídeo coberta por um bioco algarvio, espécie de capote de uso popular que quase cobria as mulheres por inteiro. O anúncio do vídeo faz-se a par de um outro: o de que Ana Moura, cantora e fadista, “chegou a um momento especial no seu percurso”, apresentando-se estas andorinhas como símbolo “de liberdade e de emancipação, de criatividade em estado puro, uma recusa das amarras do sucesso, uma declaração de uma vontade de futuro.” No videoclipe participam alguns nomes conhecidos da música, como o angolano Paulo Flores, e o ambiente, como em Vinte Vinte, volta a ser o de uma assumida mestiçagem. 

 Filmado num cenário também algarvio, fiquemo-nos com estas palavras dos seus promotores, usadas para anunciá-lo: “No vídeo, rodado em telhados de um popular bairro de Olhão, Ana partilha espaço com quem dança e sente, mostrando-se com nova imagem e postura, com uma linguagem visual que tem tanto de autêntico quanto de universal, tanto de moderno quanto de intemporal. Sobre cadência de recorte tropical e com balanço de uma África que é tanto ancestral quanto do futuro, a artista propõe uma nova ideia para nos definir a todos, posicionando-nos num lugar que não é geográfico, mas emocional, que não é histórico, mas é, ainda assim, cultural porque não recusa tudo o que o tempo nos trouxe, desembocando num porto de Lisboa que tanto recebeu através dos tempos.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/x3QGODFnM8A</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/28/video/rui-reininho-lanca-animais-errantes-antestreia-novo-album-20210428-194410</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Reininho%20foto%20video92685.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Rui Reininho lança &lt;i&gt;Animais errantes&lt;/i&gt; como antestreia do seu novo álbum</video:title>
      <video:description>Veja aqui o vídeo de  Animais Errantes   
 

 Vêm aí  20.000 Éguas Submarinas , mas os  Animais errantes  chegaram primeiro. Rui Reininho, a voz dos GNR, prepara para Junho o seu segundo álbum a solo e lança esta sexta-feira, 30 de Abril, com antevisão no PÚBLICO, o single  Animais errantes . O seu primeiro álbum,  Companhia das Índias , foi lançado em 2008, com produção de Armando Teixeira (Bizarra Locomotiva, Da Weasel, Balla, Bulllet, Knok Knok) e tinha canções como  El Al ,   Morremos a rir  ,  Yoko Mono ,  Turbina &amp; moça ,  Al faquir  ou até uma versão de um tema de Cazuza,   Faz parte do meu show  . Agora, os mares são outros e a produção de  20.000 Éguas Submarinas  também. “Ao vir à superfície”, escreve Reininho no texto de lançamento, “encontrei o Paulo Borges contido em anos de interpretações alheias e perguntei-lhe, como numa ilha solitária, o que queria criar; saiu-nos um arquipélago provavelmente um dos Açores que já nos sobrevoava com os sons marítimos, o fracasso das ondas nos rochedos e o marulhar crustáceo dos músculos dos  Animais Errantes , que respeitamos.” Aos interessados, Rui Reininho deixou esta nota no final: “Vídeo com restrições de idade (a pedido do remetente).” 

 O primeiro videoclipe desta anunciada “ode marítima” foi realizado por Mimi Sá Coutinho e encenado no Espaço T (Associação para Apoio à Integração Social Comunitária) por Filipa Duarte, ali formadora, com a participação dos seus alunos de teatro e dança: Nuno Félix, Artur Amaro, João Filipe Rodrigues, Illia Oksyota, Edite Pinheiro, Marlene Gonçalves, Paula Coutinho, Soraia Coutinho e Filipa Duarte. Além de Rui Reininho (voz) e Paulo Borges, o videoclipe conta com Eduardo Lála (trombone), Moisés Fernandes (trompete) e Daniel Salomé (saxofone). O local para a rodagem do videoclipe, escreve-se no texto de lançamento, “foi gentilmente cedido pelo Espaço T, dado Rui Reininho ser Membro do Fórum dos Cuidadores há longa data.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/KCWIPQUuQUY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/27/video/video-mostra-tripulantes-submarino-afundado-cantar-musica-adeus-semanas-naufragio-20210427-103958</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Thumb%20(1)92684.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Vídeo mostra tripulantes no submarino afundado a cantar música de adeus</video:title>
      <video:description>São cerca de uma dezena de tripulantes a cantar: foi divulgado um vídeo em que se vêem alguns dos 53 tripulantes do submarino que se afundou na semana passada ( sem sobreviventes ) a cantar uma canção de despedida para um dos comandantes que abandonava a missão na Marinha indonésia. Semanas mais tarde, a letra da canção parece ser um prenúncio da tragédia.  

 “Ainda que não esteja preparado para sentir a tua falta, ainda não estou preparado para viver sem ti” (tradução livre), cantam os tripulantes no vídeo. “Desejo-te o melhor.” A canção é um êxito na Indonésia e chama-se  Adeus .  

 A Marinha da Indonésia confirmou que o submarino se tinha afundado ao largo da ilha de Bali e que os 53 tripulantes a bordo estão sem vida. 

 Os destroços do submarino tinham sido encontrados na véspera da confirmação por parte da Marinha. Desaparecido na quarta-feira passada, a embarcação foi encontrada a 850 metros de profundidade, partido em três partes – e ainda não se sabe qual o motivo do naufrágio; as autoridades pensam que possa ter sido uma avaria que impediu que o submarino voltasse à superfície.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/542047163</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/23/video/silva-carvalho-recebeu-pides-exministros-peniche-preciso-forca-nao-fizeram-20210423-162301</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Coronel_Silva_Carvalho_Ricardo_Lopes92683.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Silva Carvalho e os pides detidos em Peniche. "Tem que se ser muito forte para não fazer aquilo que nos fizeram"</video:title>
      <video:description>Com apenas 31 anos, o então tenente Silva Carvalho viu o 25 de Abril mudar radicalmente a sua vida: estava preso e passou a comandar uma prisão para onde foram levadas figuras destacadas da ditadura, entre elas Silva Pais, último director da PIDE. Ali viveu momentos tensos, "havia gente com espírito de vingança", mas a experiência na Guerra Colonial num dos piores palcos possíveis — a Guiné — ajudou-o a ter sangue frio em Peniche. 

 O agora coronel comandou as operações no Forte de Peniche entre Abril de 1974 e Agosto de 1975 e nunca mais tinha lá voltado.  A convite do PÚBLICO,  46 anos depois, Silva Carvalho voltou a cruzar as muralhas da antiga prisão e a desfiar as memórias daquele período revolucionário muito confuso. Conta que chegou a dizer: "Se é para fazer o que vos fizeram, então eu escuso de estar aqui". 

 Um relatório da  Comissão de Averiguação de Violências sobre Presos Sujeitos às Autoridades Militares , realizado em Julho de 1976 e que tinha sido mantido em segredo até Fevereiro deste ano, denuncia vários abusos cometidos por forças militares e civis entre o 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975 mas sublinha, como "ponto positivo", o funcionamento do Forte de Peniche como "não tendo sido alvo de quaisquer reparos, antes pelo contrário". 

 Silva Carvalho recorda diversos momentos onde teve oportunidade para mostrar que podia ser diferente dos seus antecessores. Como aquela vez em que viu um bebé a beijar o vidro do parlatório numa visita ao pai, preso. Os vidros foram retirados, porque "não tinham nada a ver com questões de segurança", recorda. Mas logo surgiram as vozes indignadas a questionar o gesto. "Chatearam-nos tantos que voltámos a pôr os vidros. E eu nunca mais aqui entrei". 

 "Acaba por ser normal", comenta. "A gente vinha de uma situação muito complicada. E tem que se ser muito forte para não fazer aos outros o que nos fizeram a nós." 

  Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/540708311</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/22/video/fantasmas-lusitanos-cordofones-rocknroll-exotic-quixotic-vista-20210422-203222</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Lusitanian%20foto92682.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Fantasmas lusitanos, cordofones e rock’n’roll com &lt;i&gt;Exotic Quixotic&lt;/i&gt; à vista</video:title>
      <video:description>Trazer sons ancestrais para o século XXI, eis a promessa dos Lusitanian Ghosts, que começaram por ser a junção de dois músicos e hoje são um colectivo de cordofonistas de várias origens. Com um primeiro álbum ( Lusitanian Ghosts ) lançado em 2018, e singles como   Capitularium  ,   Let it soar  ,   For the wicked   ou   All the sounds  , preparam agora um segundo álbum intitulado  Exotic Quixotic . Que é também o nome do seu primeiro single e videoclipe, que agora se estreia, com lançamento em todas as plataformas digitais. O novo álbum deve ser lançado em Setembro. 

 Nas declarações prestadas para a divulgação do novo single, Neil Leyton, músico luso-canadiano e mentor do projecto  Lusitanian Ghosts , conta que tudo começou quando ele comprou uma viola amarantina e a levou para Estocolmo, onde estava radicado, oferendo-a ao seu antigo guitarrista, o sueco Micke Ghost. “Antes disso eu tinha descoberto o universo dos cordofones portugueses através do meu avô Adelino Leitão, de quem herdei dois cordofones muito curiosos que me despertaram esse interesse”. 

 Essa foi a génese do grupo, a que depois se foram juntando músicos como Mikael Lundin, também guitarrista, que acompanhara Neil Leyton por altura das digressões do seu álbum   The Betrayal of the Self   (entre 2004 e 2008); Vasco Ribeiro Casais (OMIRI), na viola braguesa; O Gajo, na viola campaniça; e Abel Beja (Primitive Reason) na viola da Terceira. É, diz Leyton, “um colectivo alargado de tocadores de cordofones que podem entrar e sair do alinhamento de Lusitanian Ghosts assim como acontece com outros grupos... nomeadamente, com Nick Cave &amp; the Bad Seeds, os Bad Seeds não têm que ser sempre os mesmos”. 

 A sonoridade do grupo, ainda segundo Leyton, combina “instrumentos acústicos portugueses, nomeadamente os cordofones populares regionais, num contexto de rock’n’roll”, que ele sempre compôs e tocou. “A questão aqui é que depois do regresso a Portugal não me fez sentido voltar a compor e escrever mais do mesmo, como se estivesse em Londres, ou Toronto</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/FSGJHlHkTBE</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/22/video/atencao-alerta-emergencia-publico-geral-video-greta-thunberg-dia-terra-20210422-122207</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/2050523520214221456.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“Atenção, isto é um alerta de emergência”: o vídeo de Greta Thunberg pelo Dia da Terra</video:title>
      <video:description>"O espaço entre o que temos de fazer e o que estamos a fazer está a aumentar a cada minuto", avisa Greta Thunberg,  num vídeo partilhado esta quinta-feira , 22 de Abril, para assinalar o  Dia da Terra . O vídeo é alarmante e fica claro logo no início: "Atenção, isto é um alerta de emergência para o público geral", lê-se. Após o aviso, surge Greta Thunberg, que menciona a Cimeira do Clima —  que decorre esta quinta e sexta-feira de forma digital a convite de Joe Biden  — e os "compromissos climáticos" que irão ser apresentados, como o alcance das emissões zero de carbono até 2050. "Eles vão chamar a estes alvos hipotéticos 'ambiciosos', mas quando comparamos os nossos alvos insuficientes com a ciência disponível actualmente, claramente vemos que há uma lacuna, há decadas a faltar", defende.  

 No vídeo de cerca de quatro minutos,  a activista sueca  aponta falhas às estratégias dos líderes mundiais para combater a crise climática. "Podemos continuar a fingir que estes objectivos estão alinhados com o que precisamos, mas se nos podemos enganar a nós e aos outros, não podemos enganar a natureza nem a física", atira. Mais ainda, Greta lamenta que, ao apresentar estas "estratégias insuficientes", os líderes se estejam "a render ao alvo de 1,5º Celsius"  [aquele que deverá ser o aumento máximo de temperatura que conseguimos suportar ]. A activista garante que está determinada a não desistir e convida todos a juntarem-se à luta. "Esta lacuna entre consciencialização, acção e tempo é  o maior elefante que já esteve numa sala  — e a menos que o enfretemos, não vamos conseguir mudanças reais."</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/540095272</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/21/video/peca-teatro-marasmo-apropriase-processo-criativo-vida-20210421-190138</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/DSC0510092680.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>As angústias de um casal em confinamento</video:title>
      <video:description>Numa casa de campo, numa ilha isolada, por natureza, do resto do mundo, um casal vive um  confinamento  duplo desencadeado pela crise sanitária de  covid-19.  Fechados entre quatro paredes, tendo a pandemia como pano de fundo, decidem escrever uma peça de teatro a quatro mãos, mas logo se apercebem da dificuldade em fazer frente a uma folha em branco e redigir a primeira linha.  

 À medida que se batem com as tensões do processo criativo, têm de se confrontar simultaneamente com os  desentendimentos da vida doméstica e conjugal,  cujas fragilidades são expostas pelo tempo e amplificadas pelo isolamento. Paralelamente, o radialista Fernando Alves, da TSF, apresenta-se em palco, ao jeito das suas emblemáticas crónicas no programa “Outros Sinais”, para dar conta do andar do quotidiano e da pandemia e das consequências que vão surgindo na sociedade. 

 A realidade não é assim tão distante da ficção em  Eu nunca vi um helicóptero explodir , a mais recente encenação de Luísa Pinto, directora artística da  Narrativensaio,  a partir de um texto de Joel Neto e Catarina Ferreira de Almeida. O espectáculo teve estreia nacional com récita única a 27 de Março, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, nos Açores, ilha onde os dois autores residem e onde a peça foi idealizada e escrita. Agora, sobe ao palco no continente, mais precisamente na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão na quinta-feira e sexta-feira, às 20h15, e sábado, às 11h. 

 Esta é a segunda vez que Luísa Pinto leva a cena um texto de Joel Neto e Catarina Ferreira de Almeida, depois de  A Vida do Campo ( 2019), espectáculo que partia do livro homónimo do escritor e jornalista, que lhe valeu nesse ano o  Grande Prémio de Literatura Biográfica da Associação Portuguesa de Escritores (APE) .  Eu nunca vi um helicóptero explodir  conta com António Durães e Filipa Guedes nos papéis principais e segue para Baião a 15 de Maio, regressando aos Açores, à Praia da Vitória, a 22 de Maio.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/538778255?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/20/video/cinecartaz-trailer-the-reckoning-derradeiro-julgamento-20210420-155546</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer The Reckoning - O Derradeiro Julgamento</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer The Reckoning - O Derradeiro Julgamento</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202105/2021420155520_service_cinecartaz-trailer-the-reckoning-o-derradeiro-julgamento_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/16/video/marco-oliveira-revela-tema-disco-jose-mario-branco-20210416-115341</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Foto%20Marco%20Oliveira92678.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Marco Oliveira revela primeiro tema do seu disco com José Mário Branco</video:title>
      <video:description>Cantautor e fadista, Marco Oliveira estava a trabalhar com  José Mário Branco  (como produtor) no seu novo disco quando, subitamente, ele nos deixou, na noite de 18 para 19 de Novembro de 2019, aos 77 anos. Passado mais de um ano, chega agora a vez de tal disco ver a luz a do dia. Sairá em Maio, editado pela Sony, e o primeiro tema do álbum chega agora às plataformas digitais. 

 Chama-se  Nenhum de nós  e, acerca dele, Marco Oliveira escreveu estas palavras: “As pessoas é que fazem as canções. Quando as partilhamos, elas deixam de ser nossas. Chegou finalmente o momento de deixar ir. Nenhum de nós é um fado que escrevi sobre um longo adeus. Foi um daqueles raros momentos em que a música e a letra nascem na mesma noite. A primeira vez que mostrei este tema ao José Mário Branco, ele disse: ‘Isto é o medo da paixão. O medo de seguir em frente. Aqui estás o tempo todo a dizer: olha o que nos aconteceu...’ Antes de entrar em estúdio, nas minhas notas apontei que seria o medo de enfrentar o futuro e guardar aquilo que nos fica por dizer, as cartas que não chegámos a enviar, as palavras suspensas entre duas pessoas. Este fado acaba por contar a história de um adeus inacabado. Espero que gostem!” 

 Nascido em Lisboa, em 1988, Marco Oliveira estudou guitarra clássica no Conservatório Nacional e frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Até à data, lançou dois álbuns em nome próprio: o primeiro,   Retrato  , gravou-o com 20 anos, em 2008, o mesmo ano em que recebeu o prémio Francisco Carvalhinho, atribuído pela Casa da Imprensa. O segundo,   Amor é Água Que Corre  , foi editado em 2016, já com algumas composições de sua autoria (letra e música) como  Fado à janela ,  Prelúdio da despedida ,  Canção de fé  ou  Valsa da despedida . Com actuações em vários países e festivais, Marco Oliveira participou também em espectáculos com Os Músicos do Tejo (nomeadamente   From Baroque To Fado, A Journey Through Portuguese Music  , em 2016, com Ricardo Ribeiro e Ana Quintans) e tem vários projectos com a actriz A</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/DXlMekL2Ink</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/15/video/dois-anos-incendio-reerguer-catedral-notredame-20210415-192656</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/notredame_thumb92677.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Dois anos depois do incêndio, como se está a reerguer a Catedral de Notre-dame?</video:title>
      <video:description>A 15 de Abril de 2019 um incêndio destruiu boa parte da Catedral de Notre-dame , na capital francesa. Desde então, foram angariados mais de 830 milhões de euros para ajudar na recuperação desta catástrofe, que tomou de surpresa a Europa e o mundo.  A ministra da Cultura francesa,    Roselyne Bachelo,   já prometeu que a reabertura ao público acontecerá em 2024 , cumprindo assim o objectivo estabelecido pelo Presidente francês em 2019.  

 Até ao fim do Verão, os responsáveis pela recuperação deste monumento, símbolo da arquitectura gótica, dizem que ficará concluída a fase de consolidação da estrutura do edifício. Poderão, então, começar os trabalhos de restauração. Veja as imagens.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/537383855</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/15/video/cantora-angolana-jessica-areias-anuncia-novo-album-pranto-vento-20210415-180529</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Jessica%20foto192676.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cantora angolana Jéssica Areias anuncia novo álbum com &lt;i&gt;Pranto do vento&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nasceu em Angola, mas está  radicada no Brasil  desde 2009. Natural de Luanda, Jéssica Areias começou a cantar aos 9 anos, mudando-se aos 17 para Portugal, onde participou no concurso televisivo Operação Triunfo, na RTP1. Licenciada em Educação Musical, lançou um primeiro álbum em 2014,   Olisesa  , onde percorria sonoridades de Angola, Cabo Verde, Portugal e Brasil. 

 Mas os  sons de Angola  permanecem vivos no seu trabalho, e são eles que marcam o seu  novo álbum,  Matura  , com lançamento previsto para o dia 23 de Abril, a partir de São Paulo, onde vive. A antecipá-lo, e depois de ter lançado ainda em 2019 um  videoclipe da canção  Matura  , revela esta sexta-feira um novo single,  Pranto do vento , uma parceria com a cantora brasileira  Thamires Tannous , natural de Campo Grande (Mato Grosso do Sul). 

 Gravado em Fevereiro deste ano, o segundo álbum de Jéssica Areias tem ainda parcerias suas com Leonardo Mendes e Cauê Silva, em  Kikongo  e  Muzonguê , contando esta última também com letra do escritor angolano José Eduardo Agualusa. Há outro escritor angolano citado no disco, Ruy Duarte de Carvalho (1941-2010), já que o cantor e compositor brasileiro Tiganá Santana partiu de um fragmento de um poema dele para compor a canção  Uma árvore, no Zaire . 

 Os outros temas do disco são  Matura , que lhe dá título,  Amê ,  Kimbu liyetu  e  Lemba , versão de um tema do cantor e compositor angolano  Filipe Mukenga . Na gravação do disco participaram os músicos Leonardo Mendes, Cauê Silva, Xuxa Levy, Os Capoeira e o também cantor e compositor  Manecas Costa , um dos nomes mais relevantes da música da Guiné-Bissau. O espectáculo de lançamento do disco ocorrerá no dia no dia 2 de Maio, uma semana depois do lançamento, a 23 de Abril. Na véspera, 22, Ruy Duarte de Carvalho completaria 80 anos – sendo este disco uma forma de homenagem.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/aN-jEPemK9k</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/15/video/noble-regressa-beautiful-inspirado-frustracao-incerteza-pandemia-20210415-125508</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Noble%20foto92675.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Noble regressa com &lt;i&gt;Beautiful&lt;/i&gt;, inspirado pela “frustração e incerteza” da pandemia</video:title>
      <video:description>Chama-se Pedro Fidalgo, nasceu em Amarante há 23 anos, mas foi como Noble que se lançou na música. Noble porque, como tem explicado em entrevistas, era o nome em inglês mais próximo de Fidalgo, como o tratam os amigos. Recebeu a primeira guitarra aos 14 anos, começou a escrever canções e a cantar e durante alguns anos fez parte de bandas de garagem. Embora ouvisse de tudo, da clássica à pop, Bruce Springsteen (já o afirmou) é a sua “maior inspiração de todos os tempos”. Depois de, em 2019, ter lançado um primeiro single (  Honey  ) que atraiu as atenções, estreou temas como   Coming back   e   One more time   (este gravado ao vivo na Casa da Música em 2019) e, nas vésperas do Natal de 2020, lançou, juntamente com Zé Manel, Syro, Meestre &amp; Gabriela Couto,   It’s Christmas Everywhere  . 

 Agora está de regresso aos singles e lança esta quinta-feira o tema   Beautiful   nas plataformas digitais. A justificação para o novo tema é dada pelo seu autor deste modo, ao anunciar o single: “A inspiração surgiu durante o confinamento, numa fase de muita frustração e incerteza. Um momento que acredito ter sido difícil para todos a nível pessoal. Esta música fala sobre pedir a alguém que nos ame nos nossos piores momentos, quando nem nós próprios conseguimos nos amar, porque, na verdade, esse amor pode ser a mão estendida que nos ajuda a levantar e voltar à luz”. Não é, acrescenta, uma continuação de  Honey , o tema que o lançou: “Porque existiu uma evolução, não só no som, como também na minha forma de escrever, mas penso que é uma evolução natural. À medida que vamos vivendo experiências novas, adquirimos também perspectivas novas e essa é uma das diferenças que o público vai sentir neste novo trabalho”. 

 Da guitarra, o seu instrumento-base, Noble passou progressivamente ao piano. “Sempre foi um instrumento que me cativou. Sempre achei que o som do piano era o mais bonito de todos. Hoje em dia é uma grande parte de mim e a maioria das novas canções nasceram ao piano”.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/GtBFVefFnFg</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/14/video/musica-portuguesa-gostar-propria-balito-guadiana-saudades-20210414-162937</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/mpadgp92674.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria: Balito - &lt;i&gt;Guadiana Tem Saudades&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Mértola , Guadiana. Esperamos quase uma hora junto às margens, olhando o homem que no seu barco levanta redes. Temos de ter vagar, um homem não pode ser incomodado a desempenhar tais funções. Quando ele vem a pé, lá conversamos e vamos no barco. Com os remos luta contra a maré e fala, fala da ribeira que vem suja, dos poucos peixes que existem, das ovas de saboga que as enguias cirurgicamente retiram, deixando os peixes vivos e furados. 

 De repente, ali o tempo é outro e fazemos também parte dele. Do rio retira uns peixes da rede que volta a tirar à água: são barbos, estão na desova e não se podem pescar. No regresso, lá cansado, liga o motor para atravessarmos a zona mais forte; depois volta aos remos, informa-nos que vamos à cantoria, muitas foram as modas que eles escreveu para o grupo coral e remando para a costa começa a cantar. O sul entrou em nós com muita força. Este trabalho traz-nos sempre o mais íntimo, o mais profundo das pessoas.  

  O P3 partilha regularmente alguns vídeos do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela , seleccionados pelo autor, Tiago Pereira.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/536504815</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-trailer-pai-20210412-100518</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Pai</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Pai</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202105/202141210512_service_cinecartaz-trailer-minari_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-trailer-tom-jerry-20210412-100215</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Tom e Jerry</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Tom e Jerry</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141210212_service_cinecartaz-trailer-tom-e-jerry_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-trailer-comeco-20210412-095531</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Começo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Começo</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141295512_service_cinecartaz-trailer-o-comeco_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-trailer-httpswwwyoutubecomwatchv4c4qt_8xkxc-20210412-095402</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/trailer92668.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Uma Miúda com Potencial</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Uma Miúda com Potencial</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141295412_service_cinecartaz-trailer-uma-miuda-com-potencial_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-trailer-rodada-20210412-094949</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Trailer92667.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Mais Uma Rodada</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Mais Uma Rodada</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141294912_service_cinecartaz-trailer-mais-uma-rodada_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-traler-be-natural-historia-contada-aliceguy-blache-20210412-094630</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Be Natural - A História Nunca Contada de Alice-Guy Blaché</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Be Natural - A História Nunca Contada de Alice-Guy Blaché</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141294612_service_cinecartaz-trailer-be-natural-a-historia-nunca-contada-de-alice-guy-blache_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-traler-mulheres-fazem-cinema-20210412-094559</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer As Mulheres Fazem Cinema</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer As Mulheres Fazem Cinema</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141294512_service_cinecartaz-trailer-now-ja_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/12/video/cinecartaz-traler-raya-ultimo-dragao-20210412-094359</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Raya e o Último Dragão</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Raya e o Último Dragão</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/202104/202141294312_service_cinecartaz-trailer-raya-e-o-ultimo-dragao_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/11/video/sao-dois-musicos-bicho-carpinteiro-puseram-fado-beirao-videoclipe-20210411-143422</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Bicho%20Carpinteiro%20foto92662.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>São dois músicos, têm Bicho Carpinteiro e puseram &lt;i&gt;Fado Beirão&lt;/i&gt; num videoclipe</video:title>
      <video:description>Bicho-carpinteiro pode ser sinónimo de caruncho mas também de irrequietude, de quem não pára quieto. Mas se lhe tirarmos o hífen, Bicho Carpinteiro mantém a irrequietude, mas sem caruncho que se lhe pegue. Trata-se de um duo formado pelos músicos Vasco Ribeiro Casais (Omiri, Seiva,  Dazkarieh ) e Rui Rodrigues (Casuar, LOT,  Uxu Kalhus , Dazkarieh) e foi há praticamente um ano que, em palco, criaram músicas para um álbum. O nome do grupo explica-o assim Rui Rodrigues: “Queríamos um nome que, além de nos representar, estivesse ligado ao imaginário português”. E Vasco Ribeiro Casais acrescenta: “Como nós passamos a vida a inventar projectos novos e não conseguimos ficar parados, achámos que o nome Bicho Carpinteiro assentava que nem uma luva nas nossas personalidades e que fazia todo o sentido com a música que fazemos.” 

 E a música que fazem é descrita, na apresentação do single e videoclipe  Fado Beirão , que se estreia este domingo, como “um rock instrumental e um folk ‘musculado’ regado a viras, fados, chulas e lenga-lengas servidos numa bandeja de ambientes electrónicos temperados com toda a riqueza que a tradição portuguesa têm para oferecer”. Porque “a tradição é uma coisa viva”. 

  Fado Beirão , explica Vasco, “é um fado instrumental composto por nós e tocado na viola beiroa e na viola braguesa, dois instrumentos tradicionais que não costumam estar ligados ao fado tradicional. Para além de usarmos esses instrumentos, também utilizámos cavaquinho, adufes e electrónica. Demos-lhe o nosso cunho e acaba por ser uma visão nossa do fado, que deu o mote para as composições seguintes do nosso projecto.” Rui: “A música foi composta e produzida entre Lisboa, Setúbal e Castelo Branco. Portanto, para além de ser tocada num instrumento originário da Beira Baixa, também a melodia nasceu em terras beirãs, nas mãos de um nativo beirão!” 

  Fado Beirão  é um instrumental, mas o álbum que há-de vir ainda este ano  terá também canções com letra. Nas gravações e nas apresentações ao vivo (há registos, no YouTube, de a</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/-G_A8jYQq8o</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/09/video/de-31-crimes-para-seis-ivo-rosa-alivia-socrates-e-arrasa-ministerio-publico-20210409-232025</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/226340042021492328.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>De 31 crimes para seis: Ivo Rosa alivia Sócrates e arrasa Ministério Público</video:title>
      <video:description>Ao longo de mais de três horas, o juiz Ivo Rosa comunicou ao país a decisão instrutória da Operação Marquês, que tem como principal arguido o antigo primeiro-ministro José Sócrates.  O ex-primeiro-ministro escapou ao julgamento por três crimes de corrupção  de que estava acusado, mas vai responder por seis dos 31 crimes que lhe são imputados pelo Ministério Público. 

  Leia mais sobre o assunto:  

 
	  Sócrates escapa ao julgamento por corrupção, mas responde por branqueamento e falsificação  
	  Defesa de Sócrates pondera recurso, resta saber se será aceite  
	  Que arguidos da Operação Marquês vão a julgamento e por que crimes?  
	  Uma alegre sexta-feira para André Ventura  
	  Ivo Rosa liberta Granadeiro e Bava das acusações de corrupção por Ricardo Salgado  
	  Depois do  Marquês , Ricardo Salgado ainda tem a queda do BES pela frente</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/535068490</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/09/video/tres-dias-provas-vinho-descobrir-melhor-portugal-20210409-170950</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/224988872021491722.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Três dias de provas de vinho para descobrir o melhor de Portugal</video:title>
      <video:description>Três dias de provas de vinho para descobrir o melhor de Portugal</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/534195809?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/09/video/astrazeneca-nao-dar-idosos-serao-unicos-recebela-20210409-165934</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/226239552021491938.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>AstraZeneca em Portugal. Primeiro, não se podia dar aos idosos. Agora serão os únicos a recebê-la. Porquê?</video:title>
      <video:description>Em Fevereiro deste ano, Portugal desaconselhou a administração da vacina da AstraZeneca a maiores de 65 anos. Esta quinta-feira, anunciou que só maiores de 60 anos a deveriam receber. Confuso? Miguel Prudêncio, investigador do Instituto de Medicina Molecular, explica.  

   Saiba mais:  

 
	  O que mudou na vacinação da AstraZeneca?  
	  DGS recomenda vacina da AstraZeneca apenas para maiores de 60 anos — vacinação dos profissionais da educação adiada uma semana  
	  Agência Europeia de Medicamentos confirma que tromboses são efeitos secundários da vacina da AstraZeneca  
	  Vacina da AstraZeneca é mais segura do que a pílula. O que precisa de saber sobre os efeitos secundários das vacinas contra a covid-19</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/534930455</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/08/video/mudou-vacinacao-astrazeneca-20210408-233945</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/157221292658.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O que mudou na vacinação da AstraZeneca?</video:title>
      <video:description>A partir desta sexta-feira, em Portugal, a vacina da AstraZeneca só será administrada a maiores de 60 anos. Significa esta alteração que há algo de errado com o fármaco? Porquê a restrição de idade? A que sinais deve quem já foi vacinado estar atento? E por que razão não há uma posição universal sobre esta vacina? Miguel Prudêncio, investigador do Instituto de Medicina Molecular, responde a estas perguntas.  

 Leia mais sobre o assunto: 

 
	  DGS recomenda vacina da AstraZeneca apenas para maiores de 60 anos — vacinação dos profissionais da educação adiada uma semana   
	  Agência Europeia de Medicamentos confirma que tromboses são efeitos secundários da vacina da AstraZeneca  
	  Vacina da AstraZeneca é mais segura do que a pílula. O que precisa de saber sobre os efeitos secundários das vacinas contra a covid-19</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/534644973</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/08/video/rao-kyao-presta-homenagem-gandhi-recria-vaishnav-jan-to-tene-kahiye-20210408-225159</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/RKyao%20ok92657.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Rão Kyao presta homenagem a Gandhi e recria &lt;i&gt;Vaishnav Jan to Tene Kahiye&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Começou por ser um convite da embaixada da Índia e acabou por dar origem a um álbum. Rão Kyao foi um dos músicos contactados em 124 países, em 2020, para reinterpretarem um tema que o líder pacifista Mohandas Gandhi (1869-1948) muito ouvia,  Vaishnav Jan to Tene Kahiye , que passou a ser venerado na Índia como um hino. “O desafio foi lançado pelo governo indiano para que um músico por país fizesse um arranjo sobre esse tema, de um poeta-músico do século XV”, diz Rão Kyao ao PÚBLICO. “É um tema com uma mensagem de grande humanidade e espiritualidade, Gandhi identificava-se muito com esse tema, ouvia-o muito e isso tornou-se conhecido dos indianos em geral.” Rão Kyao, que estudou dois anos na Índia e tem na sua música influências indianas, quis imprimir a esse tema uma ligação com a música portuguesa e a sua versão foi bem aceite pelo governo indiano, que a publicou em todas as suas redes sociais. 

 Mas cumprido o desafio de integrar a homenagem internacional ao Mahatma Gandhi, Rão Kyao quis ampliar a experiência e transformá-la num álbum. Foi assim que nasceu  Gandhi - Um Português Homenageia Gandhi , que será lançado em Maio. Dele já foi lançado um single,   Respeito pela natureza  , e agora surge novo single e videoclipe, precisamente o tema que deu origem a esta aventura,  Vaishnav Jan to Tene Kahiye , gravado ao vivo em sexteto.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/F_ru9gYOrK0</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/08/video/vem-ai-disco-carregado-sal-traz-passo-forte-aperitivo-20210408-200832</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/SAL%20Julia%20Lombao92656.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Vem aí um disco carregado de SAL. E traz um &lt;i&gt;Passo forte&lt;/i&gt; como aperitivo</video:title>
      <video:description>Não são o sal da Terra, no sentido bíblico, mas são o SAL da música portuguesa. Quatro vêm dos Diabo na Cruz, onde estiveram mais de dez anos: Sérgio Pires (voz e guitarra), Daniel Mestre (guitarras), João Gil (baixo) e João Pinheiro (bateria). Junte-se-lhes agora Vicente Santos (teclados) e temos os SAL, que preparam um primeiro álbum para lançar ainda este ano. 

 Mas vão adiantando já ao que vêm num single que se estreia esta sexta-feira às 10h:  Passo Forte . “Esta foi a primeira canção, o toque de caixa, a chama necessária para encararmos o futuro com confiança e para finalmente enterrarmos o passado que nos tinha ficado nas mãos”, dizem, ao anunciar este tema. “É, de certa forma, uma canção paradoxal, no sentido em que se apresenta como uma ruptura com o passado sobre o qual ela própria assenta. Um paradoxo aparente, na medida em que o nosso futuro está inevitavelmente ancorado no nosso passado.” Realizado por Richard F. Coelho, o videoclipe pretende fazer “uma analogia entre o jogo de xadrez e a vida: o jogador tem de tomar decisões no tabuleiro (da vida) – avançar, recuar, atacar, defender-se. Mas uma coisa tem sempre que acontecer: mover-se. Por outro, apresenta uma mulher inertemente presa num relacionamento tóxico que a conduz à autodestruição e à sua anulação como pessoa. Parte à procura de liberdade dando um passo forte em frente para vencer este ‘jogo’.” 

 Na gravação de  Passo Forte , com música dos SAL e letra de Lília Esteves, estiveram Sérgio Pires (voz, braguesa), João Gil (baixo, teclados, coros), João Pinheiro (bateria, percussões, coros), Daniel Mestre (guitarra, coros), Vicente Santos (teclados), Manuel Pinheiro (electrónica, coros) e Bernardo Barata (coros). O videoclipe é protagonizado por Nídia Roque.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/JIAwMr9dd9Y</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/07/video/pistola-ana-miguel-ganha-vida-so-para-quando-nascem-tapetes-cheios-cor-20210407-172804</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/DSC0519692655.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A pistola de Ana Miguel “ganha vida” e só pára quando nascem tapetes cheios de cor</video:title>
      <video:description>O novelo vai-se desfazendo mais rápido do que  Ana Miguel Silva  se apercebe. Quando se dá conta, os últimos centímetros de linha já estão a passar-lhe por cima do ombro e a sair disparados pela ponta da pistola, transformando as linhas pretas que desenhou na tela num pedaço de lã colorido. Quando isso acontece, é altura de pousar a pistola, desempacotar mais dois novelos, colocar cada um numa caixa e fazer as pontas de ambos unirem-se e passarem por uma argola pendurada num cabide. De lá, puxa-os até entrarem na pistola, que é encostada a uma tela tão esticada “como um tambor”. Depois, é só seguir as linhas. E se de um lado só vemos os pontos, do outro já vemos um tapete a nascer. 

 No dia em o P3 a visita, em Vila Nova de Famalicão, está a começar um tapete. O desenho já está feito: é criado a partir de referências de pinturas, de cores, de imagens que vai encontrando e gosta. Depois, é projectado numa tela e transposto. A partir daí, é só começar a disparar. 

 Licenciada em Design de Produto, Ana Miguel achava que a sua vocação estava ligada aos interiores, até pela ligação da mãe e da avó à área. A garagem onde agora cria os tapetes foi, outrora, o atelier onde as duas se dedicavam à criação, é uma espécie de incubadora criativa da família. O estágio mostrou-lhe que, afinal, “não era bem aquilo” que se imaginava a fazer. E, em Agosto de 2020, descobriu que era na tapeçaria que queria investir. “O meu namorado queria oferecer-me um tapete. Andámos à procura e percebemos que, se calhar, a solução seria nós  fazermos o tapete , em vez de comprá-lo”, conta ao P3. Tratou de comprar todo o material — a lã, a tela, a pistola —, e começou a aprender como fazer tapetes. 

 Agora, nem um ano depois, já trabalha dois segmentos diferentes: tem a sua própria linha, onde cria tapetes mais abstractos, marcados por cores coloridas; e  uma linha de tapetes personalizados , onde os clientes indicam o desenho que querem ver transposto para um tapete. E as encomendas já lhe ocupam grande parte da vida: “A pistola agora é</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/534073431?color=b93c12&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/07/video/assine-publico-informacao-rigorosa-diversa-plural-garantida-20210407-155622</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/22154228202147169.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Assine o PÚBLICO: informação rigorosa, diversa, plural, garantida</video:title>
      <video:description>O director Manuel Carvalho explica por que deve assinar o PÚBLICO. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/532920729?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/07/video/jorge-ferraz-apresenta-novo-album-colonial-wars-sinfonietta-kids-20210407-145014</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Jorge%20Ferraz%20imagem92653.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Jorge Ferraz apresenta o seu novo álbum, &lt;i&gt;Colonial Wars&lt;/i&gt;, com &lt;i&gt;Sinfonietta Kids&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Há vinte anos, o PÚBLICO apresentava-o como “o mais sincrético dos artistas que nos idos de 80 incorporam a designada geração Ama Romanta”. Nessa altura, estávamos no ano 2000, Jorge Ferraz, guitarrista, compositor e produtor, em actividade desde 1983, apresentava mais um dos seus projectos, os Muad’Dib &amp; The Jinin Orchestra. Isto depois de integrar os  Bye Bye Lolita Girl  (1985-86) e os Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre! (1986-1991), cujo primeiro e único álbum,   Free-Terminator  , foi considerado em 1998 um dos melhores álbuns da música popular portuguesa entre 1960 e 1997, numa lista publicada em livro pelo PÚBLICO e pela Fnac. Estes Muad’Dib vinham de um projecto estreado em álbum em 1998, os  Muad’Dib Off Distortion . 

 Mas Jorge Ferraz não parou e depois vieram os  Ezra Pound &amp; A Loucura , os Fatimah X e um grupo de existência efémera,  João Peste &amp; O AcidoxiBordel , que reuniu, entre outros, músicos dos Pop Dell’Arte, dos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre! e o saxofonista Rodrigo Amado. 

 Considerado pela revista  Blitz , em Novembro de 2014, no número especial comemorativo dos seus 30 anos, como um dos 30 guitarristas portugueses a destacar nessas três décadas, Jorge Ferraz passou a trabalhar em nome próprio a partir de 2006, publicando três álbuns:  África Mecânica De Metal  (2007),  Humanos Abençoados  (2010) e   Machines for Don Quixote ...et... viva la muerte?   (2018), com temas como   There is no second time and I feel fine  ,  Disney empire ,   Pasolini loves sci-fi  ,   Cocteau ne me quitte pas   ou   Jacques Brel in the middle  . 

 Prepara-se para editar agora o seu quarto álbum,   Colonial Wars, assassinos and poets  , cujo lançamento, em edição de autor, está previsto para 7 de Maio.  Sinfonietta Kids , o single que se estreia nas plataformas digitais esta quinta-feira à noite, é o seu single de apresentação.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/P0E6KY2LVEg</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2021/04/01/video/nesga-sol-primavera-pandemia-cantada-gohu-taina-20210401-234620</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202104/Abra%C3%A7o%20ao%20sol92652.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;Nesga de sol&lt;/i&gt;, ou a Primavera para lá da pandemia cantada por Gohu e Tainá</video:title>
      <video:description>“Eu cá, tu lá, sem sombra de dúvida/, mas ainda dá p’ra compartilhar/ cada nesga de sol, toda a nesga de sol”, assim cantam Gohu e Tainá, ele português a viver no Brasil, ela brasileira a viver em Portugal. Apresentada como “um abraço transatlântico”, a canção que une os dois,  Nesga de sol , foi gravada literalmente como se anuncia: ele em São Paulo, ela em Lisboa. E é na Lisboa da pandemia, quase deserta, que no videoclipe revelado esta sexta-feira se passeiam duas figuras animadas, “avatares” das duas vozes que, ao cruzarem ruas e praças, simbólica e repetidamente abraçam estátuas e mutuamente se abraçam (“Não há sol maior que um abraço”, diz a canção). A produção é de Emerson Martins e a realização de Ricardo Nilsson e Artur Carvalho. 

 Nascida no Brasil, no Estado do Pará, e a viver há três anos em Portugal, a jovem cantora e compositora Tainá gravou em Lisboa o seu disco de estreia,   Sonhos  , lançado pela Sons em Trânsito em 2019. Durante o período de confinamento procurou não parar, criando em 2020 um festival a que chamou Compor em Casa, com o objectivo de “explorar e reforçar laços de composição, interpretação e inspiração com os mais diversos artistas” no Instagram, transmitindo as sessões em directo. 

 Quanto a Gohu, é o heterónimo artístico de Hugo Veiga, publicitário nascido no Porto, que, depois de viver sete anos em Lisboa, se mudou há 16 anos para São Paulo, no Brasil. Como publicitário, trabalhou em projectos de comunicação para artistas internacionais como YoYo Ma, Usher, Lady Gaga e Elton John; e brasileiros como Emicida, Kevin o Chris, Criolo e Milton Nascimento, Ivete Sangalo, Baco Exu do Blues e Baiana System &amp; Tropkillaz. O seu álbum de estreia como cantor e compositor,   Terra da Faina  , foi lançado em Novembro de 2020.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/D7axDZewh9g</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
</urlset>