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      <video:title>Cremilda Medina fecha 2021 com novo single recriando a morna &lt;i&gt;Xandinha&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em Dezembro de 2020, a cantora cabo-verdiana Cremilda Medina lançou dois singles,   Amá sem mede   (letra e música de Morgadinho) e   Recordai   (letra e música de Teófilo Chantre), ambos a anunciarem o seu novo álbum, adiado devido à pandemia. Antes destes dois temas, já havia publicado um outro, a morna  Tributo final , de Manuel D’Novas. 

 Agora, a fechar 2021, Cremilda lança mais um single,  Xandinha , com música de Amândio Cabral e letra de Dante Mariano, a partir da história de uma  “ rapariga portuguesa que nos princípios dos anos 50 foi passar férias a São Vicente e que devido à sua beleza deixou todos os rapazes do Liceu Gil Eanes e da época apaixonados por si, principalmente pelos seus lindos olhos, os ‘​Odjos di Xandinha’​.” “É uma morna muito bonita e ao mesmo tempo muito sentimental, daquelas que eu gosto de interpretar”, diz Cremilda Medina no texto que anuncia o single. “Não queria terminar o ano sem deixar uma prenda a todos aqueles que me têm acompanhado nesta caminhada, então surgiu a ideia de  Xandinha , uma composição que fala do amor, de doçura e magia, que também combina com a época que estamos a viver…” 

 Nascida na ilha de São Vicente, em 18 de Março de 1991, Cremilda Medina lançou o seu primeiro álbum em Cabo Verde em 2017 (e em 2018 em Portugal). Chama-se   Folclore   e nele gravou mornas, mas também coladeras e até um fado,  Sou criola , com letra de José Eduardo Agualusa, além de  Sonho dum criola  (de Morgadinho),  Doce guerra  (de Antero Simas),  Um sonho cordode  (de Paulino Vieira),  Divôrce um’ ca ta sená  (de Manuel D’Novas) ou  Mata morte  e  Falta di força  (ambos de Ti Goi).</video:description>
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      <video:title>Está "tudo a ficar a postos" para começar o Dakar 2022</video:title>
      <video:description>Miguel Barbosa é um dos vinte portugueses que vão competir em mais uma edição do rali Dakar. A prova, que arranca a 1 de Janeiro volta a disputar-se na Arábia Saudita. E enquanto houver poeira no ar o Miguel Barbosa vai contar, diariamente e na primeira pessoa, como é competir no mais difícil rali de todo-o-terreno do mundo. 

 Oito vezes campeão nacional de todo-o-terreno, Miguel Barbosa foi eleito estreante do ano do Dakar em 2006 e vai este ano para a sua quarta participação no evento, ao volante de uma Toyota Hilux.</video:description>
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      <video:title>Cantora e multi-instrumentista Kieli despede-se de 2021 com &lt;i&gt;The time&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chama-se Elin Pöllänen e é uma cantora e multi-instrumentista sueca-finlandesa que escolheu para o seu projecto a solo o nome artístico de Kieli. Inscrevendo-se na corrente indie-folk, com raízes na música folk nórdica e fino-úgrica, a que junta uma militância em defesa dos direitos humanos e das minorias, os direitos dos animais e a luta por um mundo mais sustentável, Kieli lançou em 2019 um primeiro EP,   Tick Tick Talk  , com cinco canções:  The time ,  Skin and fur ,  Tromsø ,  Tick tick talk  e  Here, gone . Na altura do lançamento do EP, declarou: “Decidi gravar eu mesma, e foi quando  Tick Tick Talk  realmente começou a tomar forma. Nesses dias, podiam encontrar-me sentada no chão da minha casa, às 4 da manhã, arranhando suavemente o antigo piso de madeira, experimentando e absorvendo cada pequeno detalhe dos sons que nasciam e de alguma forma captam a essência da minha infância, unindo-a com a sensação de crescer.” 

 Desde então, Kieli lançou já outras canções. Durante a pandemia, ofereceu a sua canção   Here, gone  ao projecto Socially Distant Music Video , em Junho de 2020, lançando nesse mesmo ano dois inéditos:   I musiken  , em Setembro; e   September , com Mathias Zachrisson , em Novembro. Agora, despede-se de 2021 com uma gravação, em videoclipe e ao vivo no Studio Lodet, do tema que abria o seu EP de estreia,  The time , enquanto prepara para 2022 o primeiro álbum.</video:description>
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      <video:title>Na Tunísia, as mulheres estão a reclamar os seus direitos com o hip-hop</video:title>
      <video:description>Na Tunísia, as normas sociais ainda consideram o rap e o hip-hop formas inadequadas de expressão para as mulheres. O país muçulmano do norte de África, que  derrubou o autocrata Zine El Abidine Ben Ali em 2011 , e que foi berço de revoltas que alastraram ao mundo árabe, tem um sistema onde as mulheres estão sub-representadas a nível económico e social. Com uma taxa de desemprego jovem de 40%, apenas 28% das mulheres trabalham. 

 No que toca à igualdade de género, a mudança pode ser incentivada por via das artes. É essa a missão do   La Fabrique Art Studio  , que através de projectos ligados à música promove a inclusão para jovens sem excepções, com especial enfoque em artistas femininas na música electrónica e digital, dando acesso à arte e cultura para todos.  

 Apesar de ter uma carreira no rap há 10 anos, a rapper tunisiana Nesrine Mokdad, também conhecida como Anonymous, diz que ainda está a tentar encontrar o seu lugar e a libertar-se das normas sociais. "Até os meus irmãos, quando ouvem a minha música, dizem: 'Há homens que não conseguiram nessa área, achas que tu vais conseguir? Vai cuidar da tua família, do teu filho, do teu trabalho".  Em breve estará pronto o  primeiro álbum feminino de hip-hop, Hip-HopEt , algo inédito no Norte de África e no Médio Oriente e que irá ajudar   as aspirantes a rappers a impulsionar suas carreiras musicais e abrir caminho para novos talentos, disse o co-fundador do estúdio Mohamed Ben   Slam.   

 O hip-hop cresceu na Tunísia na última década, tornando-se um pilar da cena artística tunisina após os protestos em massa de 2011. É particularmente popular entre os jovens que dizem que representa uma alternativa à música convencional. O projecto do La Fabrique Art Studio ajuda artistas a escrever letras, produzir músicas e distribuí-las online e em plataformas como as redes sociais. Está previsto o lançamento de um festival para apresentar as mulheres artistas no próximo ano.</video:description>
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      <video:title>"Os taliban querem eliminar as mulheres"</video:title>
      <video:description>Dezenas de mulheres participaram esta terça-feira em Cabul, capital do Afeganistão, num protesto contra as medidas “discriminatórias” aprovadas pelos taliban desde que chegaram ao poder em Agosto, incluindo a mais recente proibição de as mulheres viajarem sozinhas mais de 72 km. 

 A manifestação percorreu as ruas da capital afegã com as palavras de ordem “Liberdade, trabalho e comida”, de acordo com os vídeos que circulam nas redes sociais e que foram partilhados por media locais. 

 Ler artigo completo   aqui.</video:description>
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      <video:title>Gil do Carmo procurou um &lt;i&gt;Mundo Inteiro&lt;/i&gt; e foi descobri-lo num bairro lisboeta: Arroios</video:title>
      <video:description>Uma semana depois de ter dado a conhecer um inédito do seu próximo disco ( Fado breve ), Gil do Carmo surge com outro tema,  Mundo inteiro , mas desta vez integrado num filme de 18 minutos que retrata a diversidade cultural e étnica de um bairro lisboeta: Arroios. E se  Fado breve  foi escrito em 2018 com a ideia de ser gravado em dueto com o pai, Carlos do Carmo (o que acabou por não ser possível,  gravando-o Gil como homenagem póstuma e divulgando-o no dia em que o pai faria 82 anos, 21 de Dezembro ),  Mundo inteiro  foi feito  juntando a voz e uma letra nova de Gil do Carmo à voz da avó, Lucília do Carmo , em dois dos seus mais célebres fados,  Olhos garotos  (Linhares Barbosa e Jaime Santos) e  Loucura  (Frederico de Brito e Júlio de Sousa). Esse foi o mote para o filme agora estreado, com realização de Diogo Borges a partir de uma ideia de Gil do Carmo, que é também o narrador e autor das músicas nele incluídas. 

 Intitulado   Na Lisboa de Amanhã  , o filme é assim apresentando no comunicado que o anuncia: “Esta obra pretende retratar a vida de Arroios, a freguesia mais multicultural de Lisboa, que, ao longo de dois quilómetros quadrados de área, acolhe cerca de 40 mil pessoas de 92 nacionalidades diferentes. A voz e os passos de Gil do Carmo, conduzem-nos pelas ruas agitadas deste bairro e revelam-nos algumas das suas preciosidades: o mercado de rua do Intendente, o restaurante árabe, as aulas de dança tradicional japonesa, a barbearia indiana ou o templo hindu.” No final do filme, há um agradecimento assinado por Gil do Carmo: “Obrigado à noventa e duas nações que fazem de Arroios o Mundo inteiro.”  Na Lisboa de Amanhã , que é mais uma aproximação ao álbum que Gil do Carmo irá lançar em 2022, é uma co-produção da Junta de Freguesia de Arroios e da Bairro Up! Films.</video:description>
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      <video:title>O ano da máscara</video:title>
      <video:description>Em 2021 esteve quase sempre presente no nosso quotidiano – na escola, no cinema, nos transportes públicos. Mas também marcou muitas das imagens que nos foram chegando do mundo – das grandes crises, das grandes decisões, das despedidas. É com este adereço que nos protege, mas que também nos lembra a liberdade que ainda não temos, que entramos em 2022.  

  Veja o site especial de balanço "2021: ano da máscara"</video:description>
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      <video:title>Uma &lt;i&gt;gen Z&lt;/i&gt; num dia sem Internet</video:title>
      <video:description>Alice Pacheco, estudante de mestrado em Gestão, tem 23 anos e é   gen Z   em todo o seu esplendor. Recorda-se pouco da  vida sem Internet generalizada em casa , mas consegue precisar memórias de quando ainda não a tinha disponível sempre na mão. "Lembro-me de estarmos em casa da minha madrinha e estarmos os cinco primos à vez - só havia um computador fixo - a ir regar as plantinhas ao  Farmville. " 

 Se, durante os primeiros anos, a Internet servia exclusivamente para jogar jogos, tudo mudou no 10.º ano, quando Alice recebeu um iPhone. E mudou ainda mais quando surgiram redes sociais como o Snapchat, Instagram e WhatsApp. Agora, quando pega no telemóvel, é como se os dedos tivessem memória muscular. 

 E se acredita que a Internet veio facilitar a vida das pessoas, acredita também que é muito fácil perder-se nela e que é preciso ponderar a sua utilização. Mas este equilíbrio é mais fácil na teoria do que na prática, especialmente para alguém da geração Z, que sempre esteve a um clique ou toque de qualquer informação. Por isso, quando  o P3 lhe propôs passar 24 horas  offline  , Alice achou que era a oportunidade ideal para "conhecer toda outra vida além da Internet", ou não gostasse ela de um bom desafio. 

 Depois da experiência, lançou o desafio às amigas: "Temos de fazer isto uma vez por mês.  Detox !".</video:description>
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      <video:title>O Natal pode ser difícil para pessoas LGBTI+, mas ninguém tem de o passar sozinho</video:title>
      <video:description>"A família escolhe sempre o amor" é a nova campanha da associação ILGA Portugal (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo), divulgada em vésperas do Natal — uma altura do ano que pode ser "particularmente difícil" para pessoas LGBTI+, "que se  vêem frequentemente privadas de afectos  e de rede de suporte",  aponta a ILGA . 

 A campanha, feita em conjunto com a agência de comunicação Ködö, quer "mudar as narrativas de isolamento tantas vezes associadas às pessoas LGBTI+ e às suas relações familiares", bem como "apresentar uma história e uma mensagem positivas, nas quais o amor é o ponto central da narrativa" e sensibilizar sobre "a  importância da igualdade, da integração e aceitação  da diversidade pelas redes familiares e de amizade". Para isso, mostra-nos a preparação de um jantar que se revelou bem-sucedido, acabando com a mensagem de que " a família, seja ela biológica ou de escolha, é uma parte fundamental para a felicidade , empoderamento e visibilidade da comunidade".  

 A campanha é também assinada por três associações parceiras da ILGA Portugal: a Amplos, a Avó Veio Trabalhar e a  Queer Tropical . Juntas, querem dizer que "urge contrariar estas realidades através de um reforço de valores e experiências positivas, de normalização daquela que deveria ser uma mensagem universal de liberdade, amor e aceitação".</video:description>
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      <video:title>Budda Guedes com Mia Moura no terceiro videoclipe de &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Desde que foi lançado o disco   Portugal Desde a Raiz  , Budda Guedes continua a publicar, como prometera, os videoclipes correspondentes a cada canção. O primeiro, divulgado no mesmo dia em que foi publicado o disco, 3 de Dezembro, foi o da canção   Virar o bico ao prego  , gravada com o grupo Galandum Galundaina, de Miranda do Douro. E no dia 10 estreou-se   Há uns que podem  , canção gravada com Augusto Canário, “uma das maiores vozes da desgarrada e tocador de concertina, de Viana do Castelo”. Agora, o novo videoclipe traz-nos uma terceira canção,  É não ser boa gente , gravada com Mia Moura, um quarteto do Porto que toca fado de Lisboa. 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club , Budda Guedes gravou com músicos em várias regiões de norte a sul, percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). O resultado foi o disco  Portugal Desde a Raiz , cujo   making of   se estreou com o PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Mayfield: "O tornado levou a minha cidade"</video:title>
      <video:description>Mais de 30 tornados, alguns com mais de 320 quilómetros por hora, atingiram desde o Kentucky ao Illinois passando pelo Missouri e Tennessee. A cidade mais afectada foi Mayfield, 10 mil habitantes, no Kentucky, onde os tornados destruíram casas ou levaram os seus telhados, e deitaram por terra uma fábrica de velas, a esquadra de polícia, o posto dos bombeiros, igrejas, e o tribunal. "O tornado levou a minha cidade", disse Alan Williams, um residente em Mayfield. 

 Nas primeiras horas depois de os tornados atingirem o Kentucky, mais de 56 mil pessoas ficaram sem electricidade, tendo o governador declarado o estado de emergência. 80 pessoas perderam a vida. Meteorologista diz que este foi “um dos acontecimentos meteorológicos mais chocantes que vi em 40 anos” de profissão. A época dos tornados acontece de Março a Maio.</video:description>
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      <video:title>Budda Guedes estreia mais um vídeo de &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;, agora com Augusto Canário</video:title>
      <video:description>A viagem que o músico e compositor Budda Guedes fez pelo país e que resultou no álbum  Portugal Desde a Raiz  deu origem a vários videoclipes, um por cada canção, e ele continua a estreá-los após o lançamento do disco, no dia 3 de Dezembro. Depois da  estreia, no PÚBLICO, do  making of  , um documentário onde ele explica todo o processo e concepção do disco e onde aparecem as pessoas nos locais onde foram gravadas, estreou-se dia 3 o vídeo correspondente à canção gravada com os Galandum Galundaina (de Miranda do Douro),   Virar o bico ao prego  , e agora estreia-se  Há uns que podem , gravada com Augusto Canário, “uma das maiores vozes da desgarrada e tocador de concertina, de Viana do Castelo, com uma carreira de 25 anos”. 

 Inspirado nas recolhas de Giacometti e no que Ry Cooder fez em Cuba com o Buena Vista Social Club, Budda Guedes gravou com músicos em várias regiões de norte a sul, percorrendo vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e juntando vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve).</video:description>
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      <video:title>Sines: Outra vida além da Central</video:title>
      <video:description>O fecho da Central Termoeléctrica de Sines, há quase um ano, foi o pontapé de saída para o fim da electricidade produzida a partir do carvão em Portugal. Mas o encerramento, antecipado pela EDP, é descrito como apressado e insensível. Os trabalhadores indirectos foram os principais lesados, muitos continuam no desemprego. Vanessa e Paulo, dois “filhos” da Central, seguiram caminhos diferentes.  Que futuro para os trabalhadores que estão no caminho da transição energética?</video:description>
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      <video:title>Budda Power Blues e Maria João gravaram um videoclipe a lembrar que estamos no Natal</video:title>
      <video:description>A história é conhecida e já foi contada:  eles não gostavam de jazz, ela desconfiava do blues , mas experimentaram tocar juntos e, desde então, não só partilharam muitas vezes o palco como gravaram dois álbuns. O primeiro, lançado em 2017, a juntar os Budda Power Blues e a cantora Maria João chamava-se  The Blues Experience  e tinha canções como  Troubled mind ,  I feel so blessed ,  Ain’t no place like home  ou  Happy days are gone . 

 E o regresso aos palcos, que se seguiu, levou-os a um novo disco, lançado já este ano, em Junho de 2021:  The Blues Experience II , cujo tema de estreia foi, em single e videoclipe,   Missing you  , uma metáfora criada à volta da separação de dois manequins devido à pandemia da covid-19. Que foi uma forma de falar, também, da separação entre artistas e público devido ao confinamento, com tantos espectáculos cancelados ou adiados. E a voz de Maria João voltava assim a juntar-se aos Budda Power Blues: Budda Guedes (voz, guitarras e teclados), Nico Guedes (bateria, percussão e vozes) e Carl Minnemann (baixo, contrabaixo e vozes). O álbum, com onze canções, tinha títulos como  Our love is gone ,  Stop praying ,  You gotta let me loose  ou  It’s Christmas Time . Pois é este último que os Budda Power e Maria João estreiam agora, no tempo certo, em videoclipe, realizado por Nico Guedes na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.</video:description>
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      <video:title>A &lt;i&gt;Intenção&lt;/i&gt; de Evaya despede-se com um último videoclipe, &lt;i&gt;How to dance what is true&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Lançou um primeiro single em Novembro de 2019,   Echoes  , e de um segundo single em Janeiro de 2020,   Breaking  , a cantora, produtora e compositora que se estreou na música como Evaya (nome artístico de Beatriz Bronze) lançou em 2020 o seu primeiro EP,  Intenção , com seis canções, duas das quais deram origem a videoclipes,   ༼ĭ̈n̆̈t̆̈r̆̈ŏ̈༽   e   Doce linguagem  , ambos estreados no final desse mesmo ano, em Dezembro. Agora que 2021 está a chegar ao fim, publica um terceiro e último videoclipe desse seu disco,  How to dance what is true , com realização de Gabriel Siams, um jovem artista brasileiro nascido no Rio de Janeiro e residente em Lisboa. A estreia deste videoclipe coincide com o anúncio de duas apresentações ao vivo de Evaya: já esta terça-feira, 7 de Dezembro, no Festival Termómetro, no Teatro Municipal de Portimão, onde  a partir das 21h  actuarão também lordkez (online), Violeta Luz e a banda PZ; e no Festival Id_No_Limits, que decorrerá a 24, 25 e 26 de Fevereiro de 2022 no Centro Congressos do Estoril, Cascais.</video:description>
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      <video:title>Uma despensa ambulante</video:title>
      <video:description>Duas vizinhas de Medeiros, no concelho galego de Monterrei, decidiram apostar na solução investindo num novo serviço que, com a ajuda de uma carrinha, distribuem os produtos de supermercado pelas aldeias das redondezas. “Os mais idosos precisam disto, porque a maioria não tem carro e vê-se na obrigação de pagar um táxi por causa da falta de transporte”, explica Chus, uma das duas donas da Despensa do Bubal. 

 Eva, a outra sócia do negócio, explica que até abrirem a loja a sua mãe ia fazer as compras a Verín apenas uma vez mês, estavam a 12 quilómetros e uns 18 minutos de distância. “Há aldeias em que já só restam uns seis ou sete moradores e onde não há nenhum tipo de estabelecimento para onde fazer compras”, explicam.  

 Esta reportagem faz parte da série “Fim de Linha”, elaborada em conjunto pelo PÚBLICO (Portugal) e pela Xarda (Galiza). A série contou com o apoio do programa de bolsas da NewsSpectrum.</video:description>
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