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      <video:title>Cidades na região norte da Espanha atingidas por fortes chuvas</video:title>
      <video:description>Quase 4 mil alunos têm as escolas encerradas e muitos moradores estão com acesso cortado às residências. Trabalhadores do pólo industrial de  Marrón tiveram de ser retirados em lanchas pelos bombeiros. Para além das fortes chuvas, as regiões autónomas espanholas de Cantábria, Navarra e País Basco estão em alerta máximo por risco extremo de nevão, devido à passagem da tempestade Arwen.</video:description>
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      <video:title>Budda Guedes foi à tradição e fez &lt;i&gt;Portugal Desde a Raiz&lt;/i&gt;. Este vídeo mostra como</video:title>
      <video:description>A inspiração veio de um cruzamento entre as viagens e recolhas de Giacometti e o que Ry Cooder fez em Cuba com o  Buena Vista Social Club . E foi assim que o músico Budda Guedes, dos  Budda Power Blues , percorreu o país, gravando com outros músicos em várias regiões de norte a sul. O resultado é o álbum  Portugal Desde a Raiz , que chega às lojas em formato físico (CD) e às plataformas digitais na próxima sexta-feira, 3 de Dezembro. Com oito canções, feitas a várias mãos nos locais que foi percorrendo, ecoando vários géneros (fado, cante alentejano, canto polifónico, desgarrada, percussão, corridinho do Algarve, música mirandesa) e envolvendo vários músicos e grupos: Augusto Canário (Viana do Castelo), Bombos com Alma (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho (Braga), Daniel Pereira Cristo (Braga), Mia Moura (quarteto do Porto que toca fado de Lisboa), Pedro Mestre (Alentejo) e Marenostrum (Algarve). 

 Mas, a antecipar o lançamento, estreia-se hoje aqui em exclusivo o videoclipe do  making of , com uma duração de 45 minutos, que Budda Guedes resume ao PÚBLICO desta forma: “É um documentário grande, onde eu explico todo o processo e toda a concepção do disco, e onde aparecem as pessoas nos locais onde gravámos. A piada do disco foi precisamente gravá-lo fora do estúdio. Com os Galandum Glaundaina gravámos numa adega de vinhos em Sendim. Eles tinham uma cubas de 5 mil litros, de inox, que nós usámos como reverb, pondo um microfone lá dentro e captando a reverberação. Tudo o que é espaço e vivência, eu tentei traduzir isso de alguma forma na música. Há ruídos, há pássaros no disco, que são do local onde o tema foi gravado, o tema dos Marenostrum tem um galo que canta numa parte da música e eu acabei por usar esse galo várias vezes antes do refrão. São coisas que eu tentei incluir, de forma a que houvesse uma ligação mais do que musical a cada lugar.” 

 O documentário  Portugal Desde a Raiz  é realizado por Nico Guedes, irmão de Budda e um dos três elemen</video:description>
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      <video:title>A cidade do futuro está no Dubai e pode ser visitada até Março</video:title>
      <video:description>Depois de oito anos, mais de seis mil milhões de euros gastos e 12 meses de atraso devido à pandemia,  a Expo 2020 arrancou nos Emirados Árabes Unidos (EAU) em Outubro  com a ambição de ser a feira global mais sustentável de sempre e um protótipo para aquilo que deve ser uma cidade inteligente.   Os muitos sensores e algoritmos da MindSphere (“esfera inteligente”, em inglês) garantem que nada falha.  

  Há ecopontos que falam, jardins que sobem e descem como elevadores, hortas em tubos de ensaio e muitos robôs. O responsável Oliver Kraft,    responsável pelos sistemas digitais da Expo 2020, que são geridos pela Siemens, falou com o PÚBLICO sobre o funcionamento do MindSphere.  Como parceiro digital da Expo, a tecnológica alemã instalou um programa que recolhe e analisa informação de milhares de câmaras e sensores. Isto permite ver e gerir os níveis de ruído, iluminação e humidade, bem como a qualidade do ar e a segurança em qualquer um dos mais de 130 edifícios da feira de 438 hectares (a equipa da Expo diz que são cerca de 600 campos de futebol). 

   Vídeo editado por Teresa Abecasis</video:description>
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      <video:title>Carolina Costa estreia-se a solo como Alda com um tema vivido de perto: &lt;i&gt;Demência&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já a conhecerão dos Rope Walkers um duo formado em 2019, em Lisboa, onde Carolina Costa (composição, voz e guitarra) se juntou a Rui Ferraz (composição, piano e synths), apresentando-se ao vivo tanto em duo como em quinteto, com os músicos Luís Candeias (baixo eléctrico), João Sousa (bateria) e Bruno Soares (guitarra eléctrica). A sua estreia discográfica deu-se com o tema   She’s like cocaine  , em 2019, a que se seguiram   Stormy eyes  , no mesmo ano,   Meu amor  , em 2020, e um álbum em 2021, lançado no início de Fevereiro, intitulado   Unknown Path  . 

 Agora, Carolina decidiu começar também uma carreira a solo, mas como Alda, nome que escolheu “por ser simples, curto, lido em várias línguas, sem grandes confusões com questões de acentos ou letras que possam não existir”, mas também como homenagem à sua avó paterna, que se chamava Alda. O seu primeiro single,  Demência , a antecipar um EP que será lançado em 2022, tem também origem familiar, como ela explica no texto de apresentação: “Esta música foi-se compondo nos dois últimos anos e é fruto de um ano vivido com uma pessoa vítima desta condição que é minha tia em segundo grau. Ao longo de vários meses, fui anotando algumas frases que ouvia e mesmo quando elas pareciam não fazer sentido, eu achei que algures no tempo, em conjunto, poderiam vir a formar uma música. Assim nasceu a  Demência  e escolhi-a para ser o meu single na tentativa de conseguir levar este tema em forma de música, a mais ouvidos.” A letra, feita a partir de frases que ia ouvindo à sua tia, Maria de Lourdes Pereira (o tema, aliás, é-lhe dedicado), diz: “Eu não me encontro/ Nem sei onde estou/ Se é de noite ou de dia// Não me conheço (…)// Ninguém me é família/ Quem fui ou quem sou/ Quem há-de cuidar de mim.”</video:description>
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      <video:title>Como se faz uma mala Loewe</video:title>
      <video:description>Como se faz uma mala Loewe</video:description>
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      <video:title>Harry e o Pai Natal: uma história de amor para celebrar os 50 anos de liberdade na Noruega</video:title>
      <video:description>Uma vez por ano, um ano de espera depois de cada vez: é assim  o amor entre o Pai Natal e um homem  que todos os anos visita e a quem leva presentes. A publicidade da Posten, a empresa de correio norueguesa, mostra uma história de amor nascida de um encontro fortuito, que se tornou um encontro marcado e, sobretudo, ansiado, entre dois homens que só têm uma oportunidade (célere, não fosse o Pai Natal o homem mais ocupado do mundo nessa noite) por ano para vivê-la. E dá um novo sentido à célebre frase " All I want for Christmas is you ". 

 O vídeo é lançado a propósito do Natal, mas principalmente em jeito de celebração dos "50 anos de permissão para amarmos quem quisermos" (que é como quem diz da  descriminalização da homossexualidade ), data que se assinala em 2022 na Noruega. E claro, para publicitar o serviço de correios, que permitiu ao Pai Natal passar mais tempo com Harry.  When Harry met Santa  tem comovido utilizadores, que já se atrevem a dizer que este é o melhor anúncio do Natal de 2021. E juram(os): " I'm not crying. You're crying ."</video:description>
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      <video:title>Golden Slumbers anunciam álbum para 2022 com a estreia da canção-título, &lt;i&gt;I love you, Crystal&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Têm o mesmo nome de uma das canções do celebrado   Abbey Road  dos Beatles  e cantam em inglês, mas são portuguesas e iniciaram em 2013 um projecto folk a que se atribuem ecos de Simon &amp; Garfunkel, Fleetwood Mac ou Laura Marling. O nome desse projecto é Golden Slumbers e nasceu quando as irmãs Catarina e Margarida Falcão começaram a compor canções no seu quarto.   I Found The Key  , um EP com seis canções, foi a sua estreia discográfica, em 2014, seguindo-se-lhe o álbum   The New Messiah  , em 2016, com canções (dez, no total) como  Foreigner ,  The Hunt ,  New Messiah ,   Love   ou   Mourning song  . Esse foi também o ano que lhes deu passaporte para vários festivais (NOS Alive, Bons Sons, Festas do Mar, Festival para Gente Sentada, Vodafone Mexefest, EDP Vilar de Mouros), antes de se aventurarem no Festival RTP da Canção de 2017, defendendo (em português)  a canção  Para perto , de Samuel Úria , no ano em que Salvador Sobral ganhou com   Amar pelos dois  . 

 Agora, após um período em que se dedicaram mais a outros projectos paralelos (Monday e Vaarwell), as Golden Slumbers anunciam para Março de 2022 um novo álbum, estreando esta sexta-feira a canção que lhe dá título,  I love you, Crystal , com um videoclipe realizado por Martim Braz Teixeira. No texto que anuncia o single, escrevem: “Construímos a  I love you, Crystal  a partir de uma tranche de uma maquete com a qual estávamos insatisfeitas. Estávamos em casa da nossa avó quando a decidimos reescrever e a letra, embora falando de um assunto sério, acabou por seguir um caminho mais satírico, inspirado por histórias que nos são próximas. Sem grandes expectativas, saiu-nos ali o tema que deu nome ao disco e é a primeira canção que quisemos partilhar com as pessoas.” O vídeo, diz por sua vez no comunicado de lançamento Martim Braz Teixeira, foi inspirado “muito livremente num culto chamado ‘freedomites’”, a partir da história que inspirou a feitura da própria canção: “Além da minha interpretação, as Golden contaram-me que se inspiraram numa história verídica </video:description>
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      <video:title>Sonda da NASA vai colidir com asteróide (mas é de propósito). Veja a partida da sonda</video:title>
      <video:description>A  DART  vai  espatifar-se contra um asteróide para provar que é possível , se preciso for, desviá-lo da sua rota. É o primeiro teste de defesa planetária da Terra.</video:description>
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      <video:title>Rui Maia e Giulia Gallina estreiam projecto Storm Factory com &lt;i&gt;Corporeal&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O álbum está previsto para 2022 e terá o mesmo nome do projecto que o músico e produtor Rui Maia ( X-Wife ) formou com a pianista italiana Giulia Gallina ( The Loafing Heroes ): Storm Factory. Em avanço, estreiam esta terça-feira um single com videoclipe,  Corporeal . “Isto começou tudo no final de 2019”, conta Rui Maia ao PÚBLICO. “Eu já conheço a Giulia há uns anos, aqui de Lisboa, do circuito DJ, e começámos a trocar umas ideias sobre produção e sobre música que ela queria começar a fazer em paralelo aos Loafing Heroes. Ouvi as demos dela e lancei-lhe o desafio de criar um projecto com estas características, por um lado com a minha abordagem electrónica mais experimental, mais ambiental, e juntá-la ao piano da Giulia, que a primeira vez que o ouvi apaixonei-me completamente.” 

 Começaram a trocar ficheiros e ideias, durante o confinamento, “meio à distância, meio via internet”, e mais tarde juntaram-se algumas vezes para acertarem alguns detalhes. E acabaram por gravar um disco. “Está feito, vai sair no próximo ano, e a primeira amostra está aqui, o Corporeal. É um tema que retrata o disco, com esses dois lados que mencionei, um disco praticamente instrumental que tem uma passagem em  spoken word . É um disco bastante cinematográfico, com uma estética que nenhum de nós tinha ainda explorado.” 

 Já há anos que Rui Maia andava com a ideia de gravar algo deste género, mais ambiental. “Porque tive algumas experiências de musicar filmes ao vivo. Em 2019, convidaram-me para musicar   O Homem da Câmara de Filmar  , de Dziga Vertov (1929), tive esse prazer e adorei a experiência de combinar elementos mais ambientais com electrónica e fazer música para imagem. A ideia partiu daí e ficou sempre aquele bichinho de tentar alguma coisa nesse domínio. Então quando surgiu esta comunicação com a Giulia, achei que era perfeito.” O álbum, intitulado apenas  Storm Factory , terá dez ou onze temas. Quanto ao vídeo de  Corporeal , resulta de uma pesquisa que Rui Maia fez para exemplificar aquilo que ambos queriam para este p</video:description>
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      <video:title>18 mil pessoas isoladas devido às cheias no Canadá</video:title>
      <video:description>As chuvas torrenciais que caíram em poucas horas desde domingo na Colúmbia Britânica causaram deslizamentos de terras que  destruíram estradas e deixaram cidades inteiras debaixo de água . Uma mulher morreu e as autoridades previam que houvesse mais vítimas. Ainda havia três pessoas desaparecidas. Milhares de pessoas ficaram sem abrigo, outras em casas sem energia quando as temperaturas estão gélidas em alguns dos locais. 

 Lei mais   aqui  .</video:description>
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      <video:title>Activistas tentaram entrar na refinaria de Sines mas foram barrados. "Queríamos entrar para falar com os trabalhadores"</video:title>
      <video:description>Um dos activistas da Climáximo que esta quinta-feira se manifestou na refinaria da Galp de Sines foi identificado pela Guarda Nacional Republicana, tendo ficado retido durante cerca de 20 minutos. À chegada a um dos portões de entrada da refinaria cerca de dez activistas ambientais separaram-se do resto da manifestação e tentaram entrar no interior, sob pretexto de entregar panfletos informativos aos trabalhadores. 

 Não tinham autorização e foram barrados por um elemento da GNR e da segurança da refinaria. Danilo Moreira foi o único retido. “Penso que para o contingente de polícias que se juntou foi uma atitude excessiva”, diz em declarações ao PÚBLICO.  

  
“Tentaram-me agarrar e eu ainda tentei passar por baixo da barreira como outros colegas fizeram, mas não consegui. Achei excessivo terem-me algemado e também ter sido o único identificado”, reitera. Por ser o único negro entre os cerca de cem manifestantes, Danilo Moreira, a par de outros activistas, falam em discriminação por parte das forças de segurança.  

 Os activistas da Climáximo reivindicam a requalificação e formação para os trabalhadores em funções na refinaria. “O Governo tem que garantir que eles [trabalhadores] têm rendimento para garantir o seu sustento durante o período de transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis”, desenvolve Danilo Moreira, acrescentando que essa garantia deve, por outro lado, ser assegurada pela Galp. 

  Leia mais aqui.</video:description>
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      <video:title>Susana Guerra, ex-Suzy e hoje Guera, lança &lt;i&gt;Higher&lt;/i&gt; contra medos e desilusões</video:title>
      <video:description>Já foi conhecida como Susana Mota, Suzy ou Suzy G., mas agora volta às canções como Guera. Uma nova metamorfose onomástica para Susana Guerra, que representou Portugal no Festival da Eurovisão em 2014 e que nesta nova canção,  Higher , diz pretender “criar empatia, identificação com qualquer pessoa que passou ou está a passar por processos de transformação, quer sejam de frustração, medos, luta, desilusões”. Processos pelos quais ela própria passou, conforme escreve no texto de apresentação do single e videoclipe de  Higher , e que quer partilhar, acreditando “que os podemos ultrapassar, superar e vencer”. A canção, que se estreia neste dia 19 de Novembro (Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino), foi escrita por Daren Cartwright, tem produção musical de João Graça e arranjos vocais de Tânia Tavares. 

 Susana Guerra nasceu na Figueira da Foz, no dia 24 de Janeiro de 1980, e aos 6 anos já subia a um palco, o do Teatro do Grupo Caras Direitas. Fez parte, na pré-adolescência, dos Onda Choc, e tornou-se popular com a sua participação no vídeo natalício   Nesta noite branca  , dos Anjos (1999). Lançou um primeiro disco,  Vida , em 2001, e entre 2002 e 2003 integrou o elenco do musical  My Fair Lady , de Filipe La Féria. Nesse período, gravou com os  Mysticos , grupo de canto gregoriano. Depois rumou ao Canadá e aos Estados Unidos, aí participando, segundo a sua biografia, em espectáculos de teatro e música. De regresso a Portugal, em 2009, voltou aos musicais antes de empreender nova viagem, desta vez pelo Dubai, de onde voltaria para participar no Festival RTP da Canção de 2014, saindo vencedora com a canção   Quero ser tua  , da autoria de Emanuel. Isso levou-a à Eurovisão, nesse ano em Copenhaga, realizando concertos em várias cidades europeias. Ainda no âmbito televisivo, integrou em 2021 o júri do concurso o  All Together Now , da TVI.</video:description>
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      <video:title>As imagens da “pior tempestade do último século” em Vancouver</video:title>
      <video:description>Pelo menos uma pessoa morreu e milhares foram retirados das suas casas, na sequência de  chuvas torrenciais, aluimentos de terra e inundações registados nos últimos dias , na província da Colúmbia Britânica, no Canadá.</video:description>
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      <video:title>Cem escolas leram Saramago. Ouça &lt;i&gt;A Maior Flor do Mundo &lt;/i&gt; na voz das crianças</video:title>
      <video:description>A 16 de Novembro de 2021, dia em que José Saramago faria 99 anos, a biblioteca da Escola Básica Elias Garcia, na Sobreda, em Almada, vestiu-se a preceito para a ocasião: recortes de páginas de jornal com artigos sobre o autor, o destaque de vários livros do prémio Nobel português e um grande sinal onde se lia “100 SARAMAGO”. Às 10h em ponto, a professora Isaura Carvalho dava início a um directo de Facebook e Leonor Fernandes, aluna do 4.º ano da escola, começava a leitura de  A maior flor do mundo . 

 Esta foi uma das cem escolas portuguesas escolhidas para participar nas Leituras Centenárias, que assinalaram o início das comemorações do Centenário de José Saramago, uma iniciativa da Fundação José Saramago e da Rede de Bibliotecas Escolares.</video:description>
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      <video:title>Cantor e compositor brasileiro Leo Middea celebra quatro anos em Portugal com &lt;i&gt;Hello Goodbye&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Cantor e compositor, brasileiro (e carioca) residente em Portugal há quatro anos, Leo Middea já tem na bagagem quatro álbuns, dois gravados no Brasil (  Dois  , 2014, e   A Dança do Mundo  , 2016) e dois em Portugal,   Vicentina   (2020), e   Beleza Isolar   (2020), este gravado em plena pandemia, como é visível no achado irónico do título. Agora, quando se anuncia a sua participação no  festival Super Bock em Stock, em Lisboa  (dia 20 na Casa do Alentejo, às 22h), Leo Middea publica esta quarta-feira um novo single e videoclipe, aqui em estreia,   Hello Goodbye .  É, como ele explica ao PÚBLICO, “praticamente um vídeo documental desses quatro anos aqui na Europa, em Portugal”. 

 Sair do Brasil, pensou-o em viagem: “Decidi vir há quatro anos, quando estava na Índia, em Bangalore. Senti uma intuição muito forte, porque sempre tive vontade de correr mundo com a minha música. Até o primeiro concerto que fiz foi fora do Brasil, na Argentina, em Buenos Aires. Vir para Portugal foi um pouco matar essa sede, que eu estava sentindo.” A letra de  Hello Goodbye  (que tem o mesmo título da conhecida  canção dos Beatles ) reflecte esse espírito, essa vontade de correr mundo: “Eu tô na Europa!/ E é chique demais/ Dizer que tá na Europa!/ Aqui tem tudo de bom/ Mas quero ir até o Japão/ Com força no plexo solar”; ou: Imagina nos States tocar/ Dançar na Time Square./ Um festival em Istambul/ E não entender nada em Moscou”. 

 A menção é literal: não foi até aos Estados Unidos nem ao Japão, mas desde que rumou à Europa já tocou em Londres, Paris, Barcelona. Madrid, Galiza, República Checa. E em Portugal, claro, onde tem vindo a relacionar-se com vários músicos locais. Janeiro é um deles. “Quando cheguei aqui, não conhecia absolutamente ninguém. E o primeiro músico que conheci foi o Janeiro. A musicalidade dele me surpreendeu de uma maneira que me fez entender que eu tinha muita coisa para aprender aqui em Portugal, musicalmente também. Quando vim, eu tinha 20 para 21 anos, foi o início da minha vida adulta. Portugal me amadu</video:description>
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      <video:title>A Islândia chama visitantes para o Icelandverse — e os óculos VR podem ficar em casa</video:title>
      <video:description>Somos recebidos por Zack Mossbergsson, um humano de olhos profundamente azuis facilmente confundível com um robot criado por um computador. É ele quem nos apresenta o Icelandverse, num piscar de olho muito denunciado ao vídeo onde Mark Zuckerberg dá a conhecer a nova identidade da empresa que criou. Rodeado por uma impressionante paisagem gelada, o responsável visionário diz que o Icelandverse “é completamente imersivo”, com “água que é molhada”, “musgo real”, “humanos com quem nos podemos conectar” ou “céus que podemos ver com os nossos próprios olhos”.  

 O  vídeo , que intercala a paródia com filmagens reais de alguns dos sítios e fenómenos geológicos mais exuberantes da Islândia, foi criado pela plataforma de comunicação público-privada  Inspired by Iceland , que  promove o turismo no    país insular nórdico , especialmente na América do Norte.   

  Mark Zuckerberg reagiu à partilha do vídeo com um comentário no Facebook: “Fantástico. Tenho de fazer uma viagem ao Icelandverse em breve. Fico contente por também usarem protector solar”, rematou, numa possível  referência a um  meme   antigo que o mostra com a cara coberta por protector solar, numa viagem de  surf , no Havai.   

  Desde a apresentação da Meta que “metaverso” tem entrado em força no dicionário tecnológico. Zuckerberg diz que vai ser possível transportar os utilizadores para uma realidade virtual, com recurso a um par de óculos VR. Pelo menos para visitar o muito real “Icelandverse”, estes podem ficar em casa.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Negro Púrpura&lt;/i&gt;: a história alucinante do esporão-do-centeio</video:title>
      <video:description>Um documentário galego retrata sete décadas de uma quase esquecida corrida ao “ouro negro” na Galiza e no Norte de Portugal. Um relato, por vezes delirante, da febre do fungo do centeio cobiçado pelas farmacêuticas internacionais e de como um grão-de-corvo de Portugal acabaria na fórmula do primeiro LSD fabricado num laboratório suíço.</video:description>
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      <video:title>Milhares de migrantes encurralados à porta da UE, peões da política internacional</video:title>
      <video:description>A chegada de migrantes em grande escala às fronteiras da Bielorrússia com países da União Europeia - na Letónia, na Lituânia e na Polónia - começou a registar-se a partir do Verão, depois de a União Europeia ter imposto sanções ao regime de Minsk.   

  Nos últimos dias, o fluxo de pessoas aumentou, assim como a presença militar de ambos os lados da fronteira. A Bielorrússia pediu ajuda à Rússia para controlar as fronteiras. O primeiro-ministro polaco acusou o Presidente russo, Vladimir Putin, de "orquestrar" esta crise dos migrantes.  

   

  Leia mais:  

  A crise na fronteira externa da UE com a Bielorrússia: como começou e o que está em causa  

  Sírios, iraquianos e iemenitas deixam de poder voar da Turquia para a Bielorrússia  

  Dezenas de migrantes voltam a tentar entrar na Polónia pela fronteira com a Bielorrússia  

  Polónia legaliza expulsão de migrantes nas suas fronteiras</video:description>
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      <video:title>LUMEN Hotel &amp; The Lisbon Light Show</video:title>
      <video:description>LUMEN Hotel &amp; The Lisbon Light Show</video:description>
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      <video:title>Pode uma guerrilha T-Rex salvar o mundo do apocalipse climático?</video:title>
      <video:description>No Verão deste ano, enquanto pesquisavam para este espectáculo, Miguel Fragata e Inês Barahona congelaram perante uma pergunta da filha mais velha, de 10 anos: "Será que eu vou poder ser mãe, ter filhos?" A  crise climática  parecia-lhe demasiado pesada, insolucionável. Os pais, fundadores da companhia teatral  Formiga Atómica , estavam às voltas com a construção do espectáculo e encontraram nas palavras da filha inspiração para a ideia forte de   O Estado do Mundo (Quando Acordas)  : é na tomada de consciência que reside o poder (e a esperança) para mudar. 

 Em palco do    Teatro LU.CA,  o actor Edi Gaspar protagoniza um monólogo acompanhado de uma esfera gigante. Um meteorito, que é também um planeta, da autoria do cenógrafo Eric da Costa. Ao lado, um tela de projecção circular que permite ver em detalhe - através de uma câmara de filmar operada por Edi - todas as miniaturas que darão corpo às grandes catástrofes ambientais:   desmatamento da Amazónia , o  mar de plástico na Malásia , a poluição atmosférica na China, entre outras. É no jogo entre a pequena e a grande escala, entre o individual e o colectivo, que se podem, afinal, pôr em marcha as mudanças.  

  Um T-Rex surge então como símbolo da guerrilha para a qual se convocam as crianças de todo o mundo. Um animal extinto, fascinante para todas elas, independentemente da sua origem. Um símbolo que apela à união.  

 O meteorito de braços articulados vai abrindo pequenas partes para revelar diferentes geografias, protagonizados por crianças, que são o rosto destes problemas. São elas as afectados pela crise climática, mas também podem ser elas a solução.  

 "De que forma é que nós poderíamos trabalhar este tema tão difícil sem fazer o que ele faz, sem retirar uma ideia de futuro e de esperança a esta geração.? Nós não podemos ser como a crise climática, temos de ser outra coisa, e essa coisa tem de assentar numa ideia de poder", explica Inês Barahona, autora do texto, ao PÚBLICO. 

 Num tempo “avariado” é preciso “olhar para o passado para que t</video:description>
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      <video:title>Durante seis semanas, filmou-se um glaciar a derreter na Islândia — e o ritmo é preocupante</video:title>
      <video:description>Uma equipa de realizadores, especialistas em glaciares e em comunicação de ciência, instalou duas câmaras no glaciar  Breidamerkurjokull , na Islândia — que lá ficaram durante seis semanas e captaram o gelo a derreter, durante o Verão,  a uma velocidade considerada surpreendente .  

 Apesar de as imagens mostrarem apenas uma pequena parte do glaciar,  Snævarr Guðmundsson refere que são exemplificativas do quão depressa o    Breidamerkurjokull  está a derreter. O especialista em glaciares no South East Iceland Nature Research Centre explicou à  Vice  que "quando um glaciar está em equilíbrio, a acumulação do Inverno deverá ser  igual ao derretimento do Verão ". "Mas isso não é o que acontece aqui. A ablação [redução em volume] acelerou em relação à recuperação, e nas décadas mais recentes registou-se uma regressão de mais de 250 metros por ano."  

 Para Kieran Baxter, professor de Design de Comunicação da Universidade de Dundee, na Escócia — também envolvido no projecto —, "imagens como esta deveriam ser um alerta". "As alterações climáticas já estão a provocar consequências terríveis em todo o mundo e temos que assumir a responsabilidade por isso", referiu. 

 O vídeo foi divulgado durante a  COP26, que está a acontecer em Glasgow, Escócia, até 12 de Novembro , com um pedido de acção imediata. O volume de gelo que derrete na Islândia, avisou Baxter, é "apenas um dos indicadores que nos mostram a escala dos impactos" das alterações climáticas. "Os caminhos escolhidos, incluindo as decisões tomadas na COP 26, terão grande influência no futuro."</video:description>
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      <video:title>Um discurso com a água pelos joelhos para alertar para a subida do mar</video:title>
      <video:description>De pé no mar, com as calças arregaçadas e a água pelos joelhos: foi assim que o ministro dos Negócios Estrangeiros de Tuvalu fez um discurso para a COP26, que está a decorrer em Glasgow. Tudo para mostrar como a sua nação insular do Pacífico está na linha da frente das alterações climáticas. 

 Leia a  notícia completa  e acompanhe a nossa cobertura da  26.ª Cimeira do Clima .</video:description>
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      <video:title>Eles foram à Polónia representar o &lt;i&gt;breaking&lt;/i&gt; português: “Brilhar é mais importante que ganhar”</video:title>
      <video:description>O  breaking  entrou na vida de  Roman Bedusenko , ou XXL, de forma inesperada. “A minha mãe estava a pôr-me em todos os sítios possíveis. Experimentei tudo, desde o karaté às danças tradicionais”, conta. Mas quando viu um grupo de rapazes a fazer  breaking  num parque, apontou o dedo e vaticinou: “Quero ser como eles.” Na altura tinha 11 anos e vivia na Ucrânia, onde nasceu. Antes de vir para Portugal, passou pela Rússia, onde “já tinha mais informação”  sobre o hip-hop  e ficou inspirado, quase “doente”, por esta cultura. Agora, por cá fixado — e integrado nos Momentum Crew —, leva a bandeira portuguesa às competições por onde passa, como a Red Bull BC One World, em Gdansk, na Polónia, onde esteve no fim-de-semana de 6 e 7 de Novembro, depois de vencer a competição nacional. 

 Consigo, a representar Portugal, foi a também vencedora portuguesa, a  b-girl   Vanessa Marina , e  Max Oliveira , fundador dos Momentum Crew, que além de concorrer com XXL na categoria  Breakdown the Floor , foi também  host  da categoria Bonnie and Clyde (onde os participantes concorrem em pares). Em 2012, Vanessa já “fazia alguns estilos de hip-hop”, como o house, até que pediu a um amigo algumas “dicas de chão” para incorporar no estilo. “Devagar, comecei a experimentar [o  breaking ]. É um estilo muito viciante, o progresso é muito visível”, contou ao P3 em Gdansk, depois de subir ao palco para competir com pessoas que são, para si, “inspirações” — e que, alegra-se, estiveram a uma mesa de distância no pequeno-almoço. 

 Foi a americana  Logistx  e o  b-boy   Amir , natural do Cazaquistão, que levaram o troféu para casa. O que não chateia os representantes de Portugal: “Brilhar, às vezes, é mais importante do que ganhar”, garante Vanessa. E XXL volta a casa “mais inspirado do que chateado” — mas também determinado a treinar e voltar para o ano, para ganhar. 

 “O  breaking  é um estilo de vida. Para mim é tudo. Maneira de pensar, de viver, de ver as coisas”, afirma o  b-boy,  sobre a  modalidade que em 2024 deverá ser disputada</video:description>
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      <video:title>O bisneto de Mandela esteve em Lisboa: “O racismo está no ADN dos países colonizadores”</video:title>
      <video:description>O bisneto de Nelson Mandela assume que herdou do ícone pela luta contra a segregação racial em África do Sul a mesma vontade de defender os direitos humanos, a paz e a reconciliação. Não é uma herança pequena, tal como não o são as actuais batalhas de  Siyabulela Mandela:  enquanto reinvindica um processo que "devolva realmente a dignidade às pessoas negras" de África do Sul, trabalha com a organização Jornalistas pelos Direitos Humanos, onde dirige a operação no continente africano, para capacitar os jornalistas para que eles possam dar voz aos mais vulneráveis. Os seus projectos desenham-se em países que vão desde a Tunísia até à África do Sul, passando pela Libéria, pelo Sudão do Sul, pelo Quénia e por todo o continente africano. 

 Portugal e a Europa não fazem parte do seu dia-a-dia, mas o seu passado colonial está ligado à realidade africana e assim se cruza com o presente de Siyabulela Mandela, hoje com 29 anos.  "Se Portugal foi um colonizador em diferentes partes do continente africano, como em Cabo Verde ou Moçambique, por exemplo, isso significa que o racismo está no ADN do sistema de governação português", diz.  De passagem por Lisboa para participar na  Web Summit , Mandela recorda ao P3 que as linhas orientadoras dos regimes coloniais foram a "supremacia branca e o racismo" e sublinha que é preciso reconhecer este enquadramento e ensiná-lo para se poder, então, ultrapassar quaisquer resquícios que ele possa ter deixado na sociedade.     

 "Se olharmos para o tratamento das comunidades imigrantes em diferentes partes de Portugal e da União Europeia, [percebemos que] ele é influenciado pela ideologia do racismo, do ódio." Siyabulela admite que foi percorrido um longo caminho desde os tempos do seu bisavô, mas encontra no presente um retrocesso. E esse passo atrás é visível no " apartheid  contra as pessoas da Palestina criado por Israel" ou no discurso de Donald Trump, de "construir muros e expulsar os imigrantes". 

 Siyabulela Mandela tem defendido que é preciso uma verdadeira revolução para </video:description>
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      <video:title>Nasceu um &lt;i&gt;ballroom&lt;/i&gt; em Portugal, um espaço seguro para celebrar ”corpos marginalizados e &lt;i&gt;queer&lt;/i&gt;”</video:title>
      <video:description>“Num  ballroom  podes ser aquilo que quiseres.” A frase é ouvida em  Paris is Burning  (1990), documentário que retrata o surgimento da cena  drag  e da dança vogue em Nova Iorque. Ouve-se falar de “ house ”, “ mother ”, “ reading ” ou “ ballroom ”; vêem-se pessoas racializadas, culturas marginalizadas, corpos segregados que, na pista, podem ser quem são. Pessoas que se organizam em “casas” — uma espécie de  gay gang , como é explicado no filme, sendo as lutas travadas a dançar — e é nos  ballrooms  que essas disputas tomam lugar, em forma de desfiles, danças, poses. 

 Esta cultura  underground  juntava sobretudo pessoas afro-americanas e latino-americanas LGBTQ+ que competiam por troféus e glória nos  balls . Eram avaliadas pelas performances de  lip-syncing , desfile e, claro, pelo   voguing , a dança baptizada em homenagem à revista  Vogue  , uma vez que muitos dos movimentos são inspirados em poses que as modelos usavam. Tudo isto fervilhava a todo o gás nos anos 80, nos Estados Unidos. E foi tudo isto que Nala Revlon quis aprender — e viver — para trazer para Portugal. 

 Saiu de Portugal há quatro anos para respirar a " ballroom scene"  de Paris e trazê-la para cá. Para começar uma comunidade, um “ safe space ”, como lhe chama Sebastião Paz Costa, que faz parte dela. Já há treinos, e já houve uma  Vogue Night  — para já tudo no Porto, mas a ideia é “continuar a ter eventos regulares, treinos abertos, aulas,  vogue nights  e  balls ” e levar a comunidade ao resto do país. “O objectivo principal sempre foi ter uma comunidade que se possa expandir e que seja nossa”, explica Nala ao P3. “Cada dia temos mais pessoas a chegar. O foco vai ser sempre quem precisa mais. Corpos marginalizados,  queer .” Depois de um encontro no Passenger Hotel, no Porto, a 9 de Outubro, onde o P3 testemunhou a liberdade celebrada na pista de dança, Nala prepara-se para, a 21 de Novembro, levar a Lisboa, ao Nada Temple, um pouco desta cultura, através de uma  Vogue Night . Os treinos e as aulas são abertas a quem quiser participa</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2021/11/04/video/poluicao-crescente-industria-carvao-africa-sul-deixar-populacao-doente-20211104-174535</loc>
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      <video:title>Na COP26, fala-se no fim do carvão. Até lá, muitos sofrem com o seu uso</video:title>
      <video:description>“O fim do uso do carvão está à vista”, disse esta quinta-feira o presidente da Cimeira do Clima (COP26), Alok Sharma. A suportar esta declaração estavam compromissos, assumidos por países e entidades financeiras, de porem um fim ao uso do carvão até 2030 (os mais ricos) ou 2040 (os mais pobres) - com a salvaguarda, em ambos os casos, de que pode ser “o mais cedo possível” depois daquelas datas - e também de deixarem de financiar investimentos internacionais de combustíveis fósseis, quando estiverem em causa “projectos ininterruptos do sector energia fóssil” até ao final de 2022.  

 Entre os subscritores do acordo encontram-se Canadá, Polónia, Coreia do Sul, Ucrânia, Indonésia e Vietname. De fora ficaram algumas das economias mais dependentes do uso do carvão, como a Austrália, a China, a Índia e os Estados Unidos da América.  

  A África do Sul tem a quinta maior indústria do carvão a nível mundial. Emprega 90 mil mineiros e gera 80% da electricidade do país. Em 2019, alguns cientistas, a pedido do Governo sul-africano, realizaram um estudo sobre o impacto da poluição da crescente indústria de carvão na saúde dos cidadãos. Apesar de a sua publicação ter sido prometida aos cientistas, tal ainda não aconteceu. Mas uma cópia a que a Reuters teve acesso indica que mais de cinco mil sul-africanos morrem anualmente devido à fraca qualidade do ar, e que em quase um quarto dos agregados familiares há crianças com asma persistente.   

  Juan Pablo Osornio, responsável da Greenpeace, já disse que os compromissos sobre os combustíveis fósseis anunciados esta quinta-feira em Glasgow ficam "muito aquém das ambições para o fim do uso de combustíveis fósseis". "Apesar das manchetes optimistas, as letras pequenas [do compromisso] dão aos países uma grande margem para decidirem o seu próprio ritmo no fim do uso do carvão”, alertou.  

 O recurso ao carvão é aquilo que mais contribui para as alterações climáticas. E, apesar de ter havido progressos na redução do seu uso, ainda  é responsável pela produção de cerca de 37</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2021/11/04/video/bartholomew-ryan-vai-lancar-album-solo-anunciao-darkening-flame-20211104-114809</loc>
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      <video:title>Bartholomew Ryan vai lançar um álbum a solo e anuncia-o com &lt;i&gt;Darkening flame&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Do plural passou ao singular: Bartholomew Ryan, irlandês radicado em Lisboa e líder da banda The Loafing Heroes, prepara-se para lançar o seu primeiro álbum a solo como Loafing Hero. O disco chama-se  Jabuti  e o lançamento está marcado para 25 de Fevereiro de 2022. Mas apresenta já um primeiro tema,  Darkening flame , em single e videoclipe, que aqui se estreia. 

 Músico (cantor, guitarrista, compositor) e também professor e investigador (em Filosofia, na Universidade Nova), autor e editor de vários livros de filosofia e literatura, Bartholomew Ryan nasceu em Dublin e vive em Lisboa, liderando a banda The Loafing Heroes, que junta na sua composição músicos de várias nacionalidades: o português João Tordo (contrabaixo), a italiana Giulia Gallina (voz, piano e concertina), a alemã Judith Retzlik (violino) e o norte-americano Jaime McGill (clarinete baixo). Lançaram seis álbuns, o último dos quais é  Meandertales , de 2019. Bartholomew integra ainda um projecto de áudio experimental denominado Headfoot, com a artista Rosie O’Reilly e Colm O’Ciosoig, fundador e baterista dos My Bloody Valentine. 

 Na feitura do álbum  Jabuti , escreve-se no comunicado que anuncia  Darkening flame , ele ia escrevendo e gravando uma música por dia, cantando-as acompanhado de guitarra de  nylon , num cenário nada citadino: “[Um] mosteiro Zen na selva do interior do Brasil […] com a chuva, pássaros, macacos, insectos, lagartos, sapos e tartarugas-de-rio por companhia”. O álbum é, diz-se ainda “uma viagem pelo coração do Brasil”, em busca de “fantasmas de um passado recente e distante, num reino onde os mortos nunca estão realmente mortos”. De volta a Lisboa, Ryan adicionou mais guitarras às gravações que fizera no Brasil, às quais se vieram juntar percussões, outras guitarras, baixo, piano e FX tocados por Tadklimp, que assegurou as misturas.  Darkening flame  é uma das quatro faixas do lado A do álbum, a par de  Vagamundo ,  Subterranean  e  Lusco-fusco . No lado B, há outras quatro:  Sertão ,  Love loves to love love ,  What’s l</video:description>
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      <video:title>O disco de estreia só sai no dia 26 mas os Pimenta Caseira já cantam &lt;i&gt;Dá-me Tudo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Das ruas do Cais do Sodré para o mundo: é assim que os Pimenta Caseira anunciam o lançamento, em single e em videoclipe, do tema  Dá-me tudo , o primeiro a ser divulgado do disco de estreia do grupo, que se anuncia para dia 26 de Novembro. Formado por Fred Martinho, também conhecido por B.E.R.A (HMB), Gui Salgueiro (produtor e director musical de Nenny, Moulinex), Ariel Rosa (baterista de Nenny, Nelson Freitas, Lura) e Zé Maria (mestre de jazz pelo conservatório de Haia), os Pimenta Caseira fixaram-se na rua cor-de-rosa do Cais do Sodré, em Lisboa, e dizem não ser uma banda nem um condimento, mas um movimento. Na sua génese, diz o comunicado que anuncia o single, está Fred Martinho, dos HMB. “Ao fixar morada no Tokyo no Cais do Sodré procurava um som, um novo som. Após muitas e longas noites, tardias, suadas e inesquecíveis, encontrou-o. Uma dose bem balanceada de passado e futuro, raízes e aspirações, orgânico e electrónico em que a missão é levar a audiência numa viagem de primeira classe mas sem rumo pré-definido, onde a improvisação é rainha e os instintos e ofício dos músicos são postos à prova em prol de algo maior.” 

 O single  Dá-me tudo , agora lançado, segundo Fred Martinho (citado no comunicado), reflecte a essência do colectivo: “Será́ que é pedir demais, pedir tudo? Pimenta Caseira está habituada a dar tudo em cada concerto, cada canção em cada solo. Nesta faixa de estreia não é excepção, damos tudo, pedimos tudo, é o mínimo! Com um instrumental que celebra o G-Funk, a faixa é comandada pela voz robótica do Talk Box, ao qual os Daft Punk e Roger and Zapp nos habituaram ao longo das últimas quatro décadas, mas cuja estreia em Portugal fica a cargo desta canção.” Os Pimenta Caseira actuam dia 19 no  Super Bock em Stock , na Avenida da Liberdade, em Lisboa.</video:description>
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      <video:title>Países em desenvolvimento apontam dedo a países mais ricos: "Mais vale bombardearem as nossas ilhas"</video:title>
      <video:description>"Mais vale bombardearem as nossas ilhas em vez de nos fazerem sofrer apenas para depois assistirem à nossa lenta e fatídica morte". Quem o disse foi Surangel Whipps Junior, o presidente da República do Palau. Como ele, outros líderes de países em desenvolvimento teceram duras críticas aos países do G20, nos discursos que proferiram esta tarde em Glasgow,  durante a COP26 . Em causa, a incapacidade demonstrada nos últimos anos de chegarem a um acordo mais amplo para reduzir a utilização de combustíveis fósseis, a principal causa do aquecimento global provocado pela humanidade — apesar de não serem os principais responsáveis, os países mais pobres e mais pequenos poderão sofrer os seus piores efeitos, salientaram vários líderes.  

  Siga a nossa cobertura da 26.ª cimeira do clima.</video:description>
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      <video:title>Cucu! Um papagaio brincou às escondidas com uma câmara de vigilância no Brasil</video:title>
      <video:description>São conhecidos pelas imitações de sons, tão engraçadas como impressionantes, mas um papagaio no Brasil decidiu experimentar outro jogo e brincou às escondidas com uma câmara de trânsito, em Curitiba, estado do Paraná. O vídeo, divulgado pela empresa que detém a concessão da rodovia que a colorida ave sobrevoava antes de pousar na câmara, a Arteris, mostra o papagaio a espreitar várias vezes para a câmara, não mostrando mais do que o bico, antes de voltar a desaparecer do enquadramento da imagem, muito rápido.  

 A ave diurna, cujo nome científico é  Amazona aestiva , é ameaçada pela captura intensiva para comércio ilegal de aves exóticas, mas também por ser perseguida por agricultores que não adoram o facto de estes papagaios também se alimentarem de plantas de cultivo. Vive  maioritariamente em savanas arborizadas  e florestas subtropicais.</video:description>
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      <video:title>"A um minuto do apocalipse" e "a cavar as nossas próprias sepulturas": os discursos dos líderes na COP26</video:title>
      <video:description>No arranque da COP26, o tom foi unânime: urgência. Tanto António Guterres como Boris Johnson ou Joe Biden falaram no arranque da cimeira de líderes da 26.ª Conferência das Partes (COP26) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que se realiza até 12 de Novembro na cidade escocesa de Glasgow. 

 O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, avisou que a  “raiva e impaciência do mundo serão impossíveis de conter”  se não conseguirem entender-se para conter as alterações climáticas, uma “máquina do apocalipse” que é preciso desarmar. 

 Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que é “tempo de dizer basta”, porque  o mundo está a “cavar a própria sepultura” . Guterres pintou um cenário negro da humanidade, com “o planeta a mudar diante dos nossos olhos” devido ao uso dos combustíveis fósseis e ao tratamento “cruel” da natureza. “Este é o momento da verdade e aproximamo-nos rapidamente do ponto crítico”, ou seja, de tornar impossível o objectivo de limitar o aquecimento global a 1,5 graus, em relação a níveis pré-industriais. 

 O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu que seria uma “liderança pelo exemplo” no esforço para reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa. "Queremos demonstrar que EUA não estão apenas de volta à mesa [de negociações], mas vão liderar com o poder do exemplo", numa referência ao  regresso ao Acordo de Paris , do qual o seu antecessor, Donald Trump, se tinha afastado.  

 Fique a par de todas as novidades sobre a COP26  aqui .</video:description>
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