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      <video:title>"As pessoas pensam que temos doentes internados ao pé dos carros"</video:title>
      <video:description>O Serviço de Observação 4 (SO) do Hospital de Vila Franca de Xira nasceu durante a fase mais crítica da pandemia, perante a grande afluência de doentes covid ao hospital. Antes, era um parque de estacionamento. Numa altura em que a pandemia parece ter acalmado, o espaço mantém-se em funcionamento. E tem dado que falar, após uma  denúncia da Ordem dos Médicos . O PÚBLICO pôde visitar o hospital. 

 Leia a reportagem completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Frankie&lt;/i&gt;, o dinossauro, avisa o mundo para não “escolher a extinção”</video:title>
      <video:description>Um recente orador esteve nas Nações Unidas com uma mensagem que já foi ouvida várias vezes: recusar cortar drasticamente nos combustíveis fósseis pode levar os humanos à extinção. O que tornou o discurso diferente foi o portador do aviso: o dinossauro  Frankie . 

  A dias do arranque da cimeira do clima, conhecida como COP26, em Glasgow , na Escócia, o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas lançou um vídeo do dinossauro criado em computador,  Frankie , apelando ao mundo para não "escolher a extinção". 

 "A extinção é uma coisa má. E serem responsáveis pela própria extinção? Em quase 70 milhões de anos, essa é a coisa mais ridícula que já ouvi", disse  Frankie , na Assembleia Geral das Nações Unidas, na voz do actor e compositor Jack Black. "Estão a avançar em direcção a um desastre climático e, ainda assim, todos os anos  os governos gastam centenas de milhares de milhões de fundos públicos em subsídios de combustíveis fósseis ." 

 O dinossauro falante fechou o discurso apontando a pandemia como uma oportunidade para os países transitarem para energias verdes, o que mereceu um aplauso dos que o ouviam. Antes das conferências em Glasgow, alguns dos maiores emissores de carbono do mundo estão a apelar aos países ricos para ajudarem a financiar e a afastar os países em desenvolvimento dos combustíveis fósseis. 

 A Índia, o terceiro maior emissor de carbono a nível mundial, disse esta quarta-feira que não se comprometeria com o objectivo de alcançar as zero emissões a meio do século. Nova Deli, por sua vez, apelou aos países desenvolvidos para  assumirem "responsabilidade histórica" pelos gases com efeito de estufa  que emitiram ao longo dos séculos. 

 E um responsável chinês disse, no mesmo dia, que a falta de apoio financeiro dos países ricos, bem como a sua promessa nunca cumprida de mobilizar 100 mil milhões de dólares anualmente, a partir de 2020, para países em desenvolvimento, cria um "problema crítico de confiança múltipla" entre os dois. A China é o maior emissor de gases com efeito de </video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Não sou da paz&lt;/i&gt;, uma canção de combate dos Sal com Carlão, a anunciar &lt;i&gt;Passo Forte&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O primeiro álbum dos SAL tem edição marcada para 29 de Outubro e o tema que lhe dá título,   Passo forte , já foi lançado em single e videoclipe  em Abril deste ano. Agora, a uma semana do lançamento do disco, estreiam um novo tema,  Não sou da paz , com participação especial de Carlão. A apresentação ao vivo será no Maria Matos, em Lisboa, no dia 16 de Novembro. 

 SAL, um quinteto, é composto por quatro músicos dos Diabo na Cruz, onde estiveram durante mais de dez anos, Sérgio Pires (voz e guitarra), Daniel Mestre (guitarras), João Gil (baixo) e João Pinheiro (bateria), aos quais se juntou Vicente Santos (teclados). Não sou da paz, a canção, é assim justificada pelo grupo, no texto que a anuncia: “Peter Tosh dizia numa entrevista, em 1978, que ‘a paz é um diploma que se recebe no cemitério’. Foi esse o pensamento que deu o mote para esta canção: Porque parece a paz algo tão inatingível? Quantas guerras se fizeram em nome dessa mesma paz? Quantos espíritos inquietos lutaram e viveram sem nunca terem vivenciado essa tal paz que tanto almejaram?” Daí esta canção, que, acrescentam, “escrita com a intenção clara de fechar o nosso disco de estreia, pretende explorar a ideia de que a paz, em todas as suas formas, não é possível enquanto a sociedade moderna se sustentar no desequilíbrio, na iniquidade. Apenas a luta e a acção podem sossegar essa vontade de progresso, de mudança, de justiça.” 

 Realizado por Marco Oliveira, o videoclipe de  Não sou da paz , ainda segundo os SAL, “retrata metaforicamente esse não lugar utópico, quase como um despojo pós-apocalíptico, onde apesar de nunca se perceber se estamos a chegar ou a partir, se torna claro que apenas continuando a avançar é possível chegar a algum lugar.” E ouvimo-los cantar: Não sou da paz quando dormes na rua/ Não sou da paz quando comes no chão/ Não sou da paz quando para aqueceres/ Fazes da cama caixas de cartão” Ou “Não sou da paz quando alguém trabalha/ Horas a fio p’ra ganhar o pão/ Chega a casa de corpo vazio/ Pra dar aos filhos dedicação”. Uma canção</video:description>
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      <video:title>“Um abraço mortal” à Amazónia: “A floresta já não se consegue regenerar”</video:title>
      <video:description>Os cientistas receiam que a floresta tropical amazónica esteja perto do limite da capacidade de se sustentar, o  chamado  tipping point , o ponto de não retorno.   

 Algo que já é uma realidade para Gertrudes Freire, que há mais de 50 anos se mudou com a família para Ouro Preto do Oeste, procurando na  Amazónia  abundância de água. Mas hoje o cenário é bem diferente, constatado também no terreno por cientistas, ecologistas e engenheiros florestais que monitorizam as árvores, fruto da galopante desflorestação. 

 "A floresta já não se consegue regenerar. E esse efeito vai progredindo floresta dentro. Ano a ano. É um abraço mortal na floresta amazónica", alerta Ben Hur Marimon, ecologista e engenheiro florestal que lidera uma investigação para a univesidade de Mato Grosso. 

 Também a ex-ministra brasileira do Meio Ambiente, Marina Silva, alertou ainda esta semana para a aproximação de uma catástrofe ambiental de proporções planetárias, durante um evento da Universidade Estadual da Califórnia, Santa Bárbara (UCSB). “ A Amazónia já está próxima desse ponto de não retorno ”, avisou a ex-ministra, que fez parte do governo de Lula da Silva, durante o evento organizado pelo Departamento de Estudos Latino-Americanos e Ibéricos da UCSB.  

  “Ela já começa a sequestrar menos carbono do que as emissões. Antes era uma consumidora de carbono, agora já não é – e  é um  stock  de carbono ”, frisou Marina da Silva, sublinhando que a floresta, apelidada de “pulmão do mundo”, já foi destruída em cerca de 20%.   

 Um estudo recente revela que a Amazónia brasileira  emitiu quase 20% mais dióxido de carbono  para a atmosfera, ao longo da última década, do que aquele que conseguiu absorver. O estudo, realizado por uma equipa internacional e divulgado na revista  Nature Climate Change , mostra que a humanidade já não pode depender da maior floresta tropical do mundo para ajudar a absorver a poluição e as emissões de dióxido de carbono causadas pelo ser humano. 

  Um fenómeno alarmante, já que as florestas são um aliado </video:description>
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      <video:title>Socialistas reunidos para discutir crise política. José Luís Carneiro confia na aprovação do OE2022 pelos "parceiros"</video:title>
      <video:description>A iminência de uma crise política, ou "o momento político" actual, será avaliada na reunião da Comissão Política Nacional do Partido Socialista esta sexta-feira pelas 21h. Os deputados socialistas foram convidados para a reunião onde António Costa deverá ouvir as altas figuras do partido sobre a crise que parece instalada com as negociações à esquerda do Orçamento do Estado para 2022. 

 Em  entrevista  a Ana Sá Lopes no programa   Interesse Público  , o secretário-geral adjunto dos socialistas José Luís Carneiro disse confiar numa "saída" e instou os "parceiros" a "aproximarem as suas posições" das do PS, acenando com as consequências de um chumbo ao documento, à cabeça a dificuldade em obter financiamento europeu.</video:description>
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      <video:title>Guitarrista Bruno Chaveiro estreia-se como cantor com o tema &lt;i&gt;Incerteza&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Guitarrista, estreou-se a solo em 2019 com o álbum   #Desatino  , com o qual percorreu diversos palcos, entre eles o do CCB, o do Museu do Fado e o festival Santa Casa Alfama. O tempo de paragem forçada ditado pela pandemia, tentou aproveitá-lo o melhor que pôde, trocando experiências com outros músicos, sempre na busca de novos caminhos e sonoridades. Foi assim que aceitou passar a integrar a banda do pianista Júlio Resende. E foi assim também que, não deixando a guitarra portuguesa, se atreveu a cantar. 

 “Um sonho antigo guardado a sete chaves pelo receio de se expor para além da sua relação com a guitarra portuguesa, mas de um poema de Tiago Correia nasceu uma composição e a vontade de a interpretar, cantando”, escreve-se no comunicado que anuncia a canção e respectivo videoclipe, em estreia nesta sexta-feira. Uma canção cujo refrão começa com estas palavras: “Se me perguntar quem sou/ eu já não sei dizer”. Mas, ao que parece, ele sabe. Com Bruno Chaveiro (voz), gravaram este tema os músicos João Domingos (guitarra acústica), Eduardo Espinho (guitarra eléctrica), André Moreira (baixo), Sertório Calado (bateria) e Carlos Lopes (acordeão). Com produção de Bruno Chaveiro e Eduardo Espinho, as captações foram feitas nos estúdios Pé de Vento de Vale de Lobos. 

 Nascido em 1993 em Morges, uma pequena localidade da Suíça, filho de portugueses que para ali emigraram, o  guitarrista Bruno Chaveiro  começou cedo a aprender viola de fado. Isso foi aos 7 anos, quando veio para Portugal, para a terra natal dos pais, Montemor-o-Novo. Da viola passou à guitarra portuguesa, aos 15 anos, depois de se iniciar nos palcos aos 11. Mas foi aos 17, em 2010, que se assumiu em definitivo como guitarrista, passando a trabalhar com maior assiduidade nas casas de fado. Estudou guitarra portuguesa com Custódio Castelo, terminando a licenciatura com distinção e nota máxima (20 valores) na execução do instrumento. Presente em várias casas de fado, veio a acompanhar vários fadistas (Raquel Tavares, Pedro Moutinho, Mísia, Cuca Roseta, </video:description>
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      <video:title>Estes vinhos esperaram que a pandemia abrandasse para chegarem ao copo</video:title>
      <video:description>Muitas empresas de vinho atravessaram a pior fase da pandemia à espera de dias melhores para lançar as suas novidades. 

 Queriam fazê-lo ao vivo e junto do consumidor final e dos clientes do sector. No  Vinhos &amp; Sabores , que decorreu este fim-de-semana em Lisboa, e foi organizado pelo PÚBLICO e pela Grandes Escolhas, falámos com três produtores que se viram obrigados a adiar novas apresentações.</video:description>
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      <video:title>Aproveitaram a pandemia para diversificar portefólio de vinhos e negócio</video:title>
      <video:description>Soube bem aos produtores que participaram no primeiro dia do  Vinhos &amp; Sabores , evento organizado pelo PÚBLICO e pela Grandes Escolhas, este fim-de-semana, em Lisboa, voltar àquilo que era o seu dia-a-dia, a interagir com clientes e consumidores finais. 

 Alguns aproveitaram o período de pandemia para inovar e mexer nos portefólios com o objectivo de acrescentar valor e reposicionar as suas marcas. É o caso da Abegoaria e da Quinta do Gradil, com quem falámos no evento.</video:description>
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      <video:title>Orçamento do Estado só resultará em "crise política" se o PS quiser. Bloco quer acordo político escrito</video:title>
      <video:description>Em  entrevista  ao programa do PÚBLICO Ao Vivo   Interesse Público  , da jornalista Ana Sá Lopes, a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua diz que as propostas do Bloco, orçamentais mas não só, são "concretas, razoáveis, tem precedentes e toda a gente compreende que são precisas para o país". 

 Para aprovarem o Orçamento do Estado para 2022, não bastará haver convergência nas matérias em causa, os bloquistas querem "redacções legais, escritas, bem definidas, bem desenhadas e com uma data para entrar em vigor".</video:description>
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      <video:title>O "David" Belenenses enfrenta o Sporting com espírito de "Golias"</video:title>
      <video:description>Que Belenenses é este que deixou de aparecer na televisão? Que não está na tabela classificativa da I Liga? “É o mesmo Belenenses de sempre”, reforça Patrick Morais de Carvalho em conversa com o PÚBLICO. “É um histórico, mais rejuvenescido do que nunca, com os adeptos unidos”, resume o presidente. Com mais de dez mil sócios (10187, de acordo com a última contagem), com as finanças controladas e milhares de atletas em dezenas de modalidades, já só falta ao Belenenses ter futebol de primeira. Está no Campeonato de Portugal (quarta divisão) e, em 2024-25, quer estar de volta ao primeiro escalão, onde já esteve 77 temporadas, uma delas (1945-46) com um título de campeão. 

  Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>Greta Thunberg em entrevista: “É preciso uma pressão pública maciça” para resolver a crise climática</video:title>
      <video:description>Numa entrevista ao consórcio de media global Covering Climate Now, de que o PÚBLICO faz parte, na última quarta-feira, Greta Thunberg expressou surpresa perante a ideia de que Joe Biden, ou qualquer líder mundial, possa querer reunir com ela na COP26. Mas disse estar aberta a essa possibilidade, se for convidada. “Acho que vai depender da situação”, disse. “Não vejo razão para essas pessoas se quererem encontrar comigo, mas sim.” 

 
	   Lê a entrevista completa</video:description>
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      <video:title>Vulcão de La Palma expulsa rochas de grandes dimensões</video:title>
      <video:description>Depois do colapso da face norte do cone do vulcão Cumbre Vieja que aconteceu no sábado à noite, um novo rio de lava está a movimentar rochas de grandes dimensões em La Palma. A lava já cobriu 525,77 hectares de terra, danificando pelo menos mil edifícios. Durante a noite de domingo, foram registados mais de 40 terramotos na zona sul da ilha, tendo o mais forte atingido a magnitude de 4,3 na escala de Richter. 

  Os peritos continuam a monitorizar os rios de lava que se formaram a norte do Cumbre Vieja,  em erupção desde 19 de Setembro: especialmente o que está a ameaçar o parque industrial de Los Llanos de Aridane, por identificaram o risco de mudança na sua trajectória, de acordo com o último relatório do Departamento de Segurança Nacional. 

 A mesma instituição explica que a emissão e dióxido de enxofre (SO2) na ilha continua a registar valores muito altos, em consonância com o processo eruptivo e ainda longe, de momento, dos patamares máximos permitidos em relação à qualidade do ar.</video:description>
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      <video:title>Nobel da Paz para jornalistas: "O jornalismo está em perigo"</video:title>
      <video:description>Os jornalistas Maria Ressa e Dmitri Muratov foram  distinguidos esta sexta-feira com o prémio Nobel da Paz.  O prémio foi atribuído de forma conjunta “pelos seus esforços de salvaguarda da liberdade de expressão” que o Comité Nobel Norueguês considera ser uma “condição para a democracia e a paz duradoura”. 

 Christophe Deloire, director-geral dos Repórteres Sem Fronteiras (RSF) congratulou-se com a distinção, alertando para a necessidade de defender o jornalismo que "sofre ameaças em todo o mundo". "O jornalismo está em perigo", afirmou, "esta é uma chamada à mobilização para defender o jornalismo."</video:description>
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      <video:title>O “efeito Greta” na luta climática mundial</video:title>
      <video:description>COP24, Katowice, Polónia, Dezembro de 2018. Nos corredores à margem da cimeira, uma jovem de 15 anos dá uma entrevista à agência Reuters. Tem pendurado um cartão ao pescoço que diz “observadora” e o seu nome completo: Greta Tintin Eleonora Thunberg. No final, a jornalista quer confirmar: “Então, o teu nome é Greta T-h-u-n-b-e-r-g”. 

 A partir daí, o nome e a jovem ganharam escala global. O " efeito Greta " levou milhares de jovens a fazerem greve à escola às sextas-feiras, tal como ela, rumando às ruas e fortalecendo o movimento  Fridays for Future .  

 Foi uma amiga que falou a  Andreia Galvão , 20 anos, de uma "rapariga sueca que estava a fazer greve pelo clima". Rapidamente se juntou à  primeira manifestação em Portugal, em Março de 2019 . Tornou-se activista climática, tocada pelo "efeito Greta". "O maior legado que ela pode ter é não só uma viragem de discurso a nível internacional, mas também ter tido um papel evidente na emancipação de milhares de jovens, que perceberam que a política também podia ser feita por eles", defende Andreia.  

 Há três anos, na cimeira de  Katowice , Greta, que tinha começado a greve às aulas pelo clima há poucos meses, mostrou ao que vinha.  O tom de voz era mais calmo, o volume mais baixo , mas a mensagem incisiva e provocadora já se ouvia. Mantém-se praticamente igual à que hoje continua a espalhar como um megafone: a crise climática está aí, os lideres políticos falham na acção, ouçamos os cientistas, o poder pertence ao povo, o tempo está a esgotar-se. 

 "Precisamos das palavras dela para desmontar muita hipocrisia por parte das empresas e dos governos", diz ao P3 Francisco Ferreira, presidente da Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável. Ricardo Garcia, jornalista especialista em ambiente, nota que embora a mensagem de Greta Thunberg não seja nova, ela foi mobilizadora como nunca. "O paradigma da sociedade tem de mudar. Agora se isso vai acontecer pela mobilização em torno de uma pessoa, dos jovens, é difícil dizer", afirma.</video:description>
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      <video:title>João Ferreira não aceitará pelouros em Lisboa mas aprovará o que for bom para a cidade</video:title>
      <video:description>“Não abdicamos de ser uma força de oposição, exigente, atenta, construtiva também”, disse João Ferreira em  entrevista  à jornalista Ana Sá Lopes, no novo programa do PÚBLICO Ao Vivo   Interesse Público  . 

 Na mesma entrevista, transmitida em directo, o vereador eleito pela CDU para a Câmara de Lisboa e membro da Comissão Política do Comité Central do PCP falou também do Orçamento do Estado para 2022 e da sucessão de Jerónimo de Sousa, actual secretário-geral do partido.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Wash me&lt;/i&gt;, uma curta erótica para dizer que há sexo depois (e durante) o cancro</video:title>
      <video:description>A curta-metragem erótica  Wash me  ( Lava-me , na tradução para português), realizada por Rebecca Stewart, foi lançada esta segunda-feira em Barcelona, a propósito do Dia Internacional contra o Cancro da Mama, que se assinala a 19 de Outubro. 

 Apresentada pelo Hospital del Mar, pela fundação Amics de L'Hospital del Mar e pela  produtora Erika Lust Films , a obra, cujo  trailer  aqui se apresenta, baseia-se na experiência pessoal da realizadora de 31 anos, que redescobriu a sua sexualidade depois de um tratamento que a levou a “quase odiar” o seu corpo, e tenciona promover o debate sobre as repercussões da doença na sexualidade feminina. 

 “Para muitas mulheres, falar sobre sexo durante o tratamento pode ser difícil porque vemos isso como algo que fazemos apenas para nos divertir, mas a realidade é que sexo pode ser algo muito mais importante. Para mim, era uma necessidade psicológica”, frisou Rebecca Stewart durante a conferência de imprensa. 

  Diagnosticada com cancro da mama  em 2019, a realizadora passou dias inteiros com “agulhas, medicamentos e em visitas a hospitais” e teve fases em que não podia tomar banho sozinha, tendo precisado da ajuda do seu parceiro para o fazer, algo que proporcionou momentos de “intimidade” e de “conexão” retratados no filme. 

 “No início do tratamento eu tinha mais libido porque era uma forma de me lembrar que ainda estava viva (...), mas depois de  três ou quatro meses de quimioterapia  comecei a notar diferenças físicas na minha sexualidade, secura vaginal e vaginismo. Os médicos sugeriram que isso era normal, mas ninguém falava sobre isso”, salientou. Recuperada do cancro, a realizadora aproveitou o facto de trabalhar para a Erika Lust Films, produtora que se tem distinguido pelos filmes eróticos feministas, para fazer um filme que ajudasse a reflectir sobre o tema. 

 Já a chefe da secção de oncologia no Hospital del Mar e médica de Rebecca Stewart, Sónia Servitja, afirmou que o “estigma social” relacionado com o sexo faz transparecer que uma paciente de cancr</video:description>
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