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      <video:title>Trump vs Biden: um debate para ver quem fala mais alto</video:title>
      <video:description>A história do primeiro debate entre Trump e Biden, que decorreu na noite de terça-feira (madrugada desta quarta-feira, hora portuguesa) na Universidade Case Western Reserve, no estado do Ohio, é, acima de tudo, a história dos 90 minutos mais crispados de sempre entre dois candidatos à Casa Branca, e pouco ou nada terá feito para fazer mexer os ponteiros das sondagens. 

  Leia o resumo do debate aqui.</video:description>
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      <video:title>Uma morte a cada 16 segundos. Um milhão de mortos por covid-19 em nove meses</video:title>
      <video:description>A notícia foi dada pelos media internacionais a 11 de Janeiro. “Um homem de 61 anos morreu de pneumonia na cidade de Wuhan, na China, após um surto de um vírus ainda não identificado, enquanto outros sete estão em estado crítico”, escreveu a Reuters nesse dia. 

 Dois meses depois, a 16 de Março, Portugal registava a primeira morte provocada pelo vírus entretanto identificado como SARS-CoV-2. Em Abril, o mundo registava um milhão de infectados, e, em Julho,  100 horas bastaram para infectar outro milhão . 

 Esta terça-feira, os números da pandemia atingiram um  novo e negro marco: um milhão de mortos . Contas feitas pela Reuters indicam que, neste momento, a doença mata mais de 5400 pessoas por dia. Uma morte a cada 16 segundos. 

 
	  Infografia:   Menos um milhão de vidas</video:description>
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      <video:title>Madrid procura equilíbrio entre combater a pandemia e proteger a economia</video:title>
      <video:description>Desde esta segunda-feira que cerca de um milhão de madrilenos vivem sob fortes restrições sanitárias, numa tentativa de travar o crescimento das infecções pelo novo coronavírus. A circulação nestas zonas está condicionada e os seus  moradores só podem sair se apresentarem justificações consideradas aceitáveis . 

 A imposição destas medidas em parte da região não é consensual: o governo recomenda que as restrições sejam alargadas a 200 das 286 zonas sanitárias da Comunidade de Madrid, mas a líder regional, Isabel Díaz Ayuso, recusa aumentar a área condicionada alegando razões económicas. 

 A região de Madrid é uma das mais afectadas pelo novo coronavírus com quase um terço das mortes registadas em todo o território espanhol desde o início da pandemia - 9.213 mortos num total de 31.232 no país.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Mundo Secreto dos Dragões</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Mundo Secreto dos Dragões</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Morte no Nilo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Morte no Nilo</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Mulheres ao Poder</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Mulheres ao Poder</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ava</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ava</video:description>
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      <video:title>Entre &lt;i&gt;Expectativa&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Realidade&lt;/i&gt;, Zé Manel experimenta novos sons em &lt;i&gt;Pressa&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O cantor e compositor Zé Manel, conhecido de projectos como os  Fingertips  ou  Darko , prepara-se para lançar em nome próprio dois EP que, pelo anunciado número de faixas, poderão ser considerados álbuns. A primeira parte,  Expectativa , será lançada em finais de Outubro e tem nove canções. E a segunda,  Realidade , só sairá em 2021. Da primeira, foi já divulgado o single e videoclipe   Pessoas reais   e hoje estreia-se  Pressa , tema com produção de Beatoven e Tekilla e videoclipe de António Medeiros e Afonso Ponto. 

 Numa entrevista que acompanha a divulgação do single, Zé Manel diz: “Pressa foi a primeira experiência que fiz com o [produtor luso-angolano] Beatoven e que me fez apaixonar por um lado da minha música que desconhecia.” Com 32 anos de idade e 17 dedicados à música, Zé Manel diz ainda: “Ao longo da minha vida, profissional e existencial, sempre me inquietei com a importância de nos descobrirmos, aceitarmos e afirmarmos de forma alheia a ideias pré-concebidas e ao  statu quo . Tento explicar esse processo através da minha música de forma a que quem a ouve possa perceber que somos muitas coisas e que essa busca é inerente à nossa condição humana.” Daí os dois títulos, que se completam: “O  Expectativa  é o que penso quererem de mim, é o que eu quero transmitir e talvez quem eu gostaria de ser. O  Realidade  é aquilo de que não consigo fugir, que me é intrínseco, talvez de não tão fácil digestão. É o meu avesso.” 

 Quanto à música que vai resultando destas suas experiências, afirma: “Tento fazer discos que eu compraria e que me emocionem de alguma forma. Hoje há espaço para tudo e para nada em simultâneo, portanto ficará nas mãos dos meios de divulgação e dos ouvintes quererem retribuir-me o abraço que lhes tento dar com a minha música ou não.”</video:description>
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      <video:title>Há cães a farejar o novo coronavírus no aeroporto de Helsínquia</video:title>
      <video:description>Quinze cães farejadores de covid-19 estão a ser usados num projecto-piloto da Universidade de Helsínquia no aeroporto daquela cidade finlandesa. Os resultados chegam em poucos segundos, depois de um possível infectado passar um pano no pescoço. 

 A amostra é colocada num recipiente junto de outros com cheiros diferentes, e o cão começa a farejar. Quando detecta o vírus, o animal assinala a presença de covid-19 com um latido, uma patada ou deitando-se junto da amostra. 

 Este teste ainda não está validado cientificamente, por isso as pessoas com casos identificados pelos cães são aconselhadas a confirmar o resultado  com uma zaragatoa . 

 Anna Hielm-Bjorkman, professora associada na Universidade de Helsínquia e especialista em investigação clínica com animais de companhia, considera que os resultados são, para já, animadores. A investigação que acompanha indica que os cães conseguem detectar o vírus mais cedo do que os testes moleculares, "cinco dias antes de as pessoas desenvolverem sintomas". 

 Os investigadores esperam, desta forma, encontrar uma forma simples, rápida e mais barata para detectar a presença do novo coronavírus. Experiências semelhantes estão a decorrer  também na Alemanha .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Ninho</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Ninho</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Verão de 85  , drama com assinatura de François Ozon,   #AnneFrank - Vidas Paralelas  , documentário de Sabina Fedeli e Anna Migotto, e   Greenland - O Último Refúgio  , filme-catástrofe com realização de Ric Roman Waugh, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Jovem activista em protesto no Árctico: “Tudo isto pode desaparecer quando eu tiver 30 anos”</video:title>
      <video:description>Os movimentos de jovens activistas pelo clima de todo o mundo preparam-se para  o regresso aos protestos a 25 de Setembro  e, com a ajuda da Greenpeace, a jovem inglesa deu o pontapé de saída a uma mobilização que será marcada pelas restrições impostas pela pandemia da covid-19.   

 Aos 18 anos, Mya-Rose Craig, activista também conhecida como  "Birdgirl"  nas redes sociais, faz parte de uma jovem geração que cresceu à sombra da crise climática e diz estar cansada ​​de esperar que os adultos resolvam o problema. Com o protesto no Árctico, quer "mostrar o quão temporária” é esta esta paisagem: “Os nossos líderes têm que tomar uma decisão agora para a poder salvar”.  

 Os dados climáticos mostram que o Árctico é um dos ecossistemas em mudança mais rápida do planeta. O gelo no oceano Árctico atingiu, este Verão, o segundo nível mais baixo desde que há registo, devido ao aquecimento global e ainda a outras causas naturais. O degelo registado este ano fica apenas atrás do de 2012, quando o gelo diminuiu para 3,4 milhões de quilómetros quadrados, segundo o National Snow and Ice Data Center (NSIDC), que mantém registos através de imagens de satélite desde 1979. 

 Estudos recentes demonstram que o aquecimento no Árctico e o degelo marinho mudam o clima mais a sul, alterando as correntes e outras ondas que influenciam os sistemas meteorológicos. 

 A organização ambientalista Greenpeace convidou Mya-Rose Craig para viajar num dos seus navios para ajudar a espalhar a mensagem sobre a crise climática. Chegar ao bloco de gelo envolveu uma quarentena de duas semanas na Alemanha, seguida de uma viagem de três semanas. Para Craig, estão errados aqueles que consideram os protestos juvenis apenas como uma fase de rebelião típica desta geração. Os jovens activistas exigem a quem está no poder que dê prioridade ao combate às alterações climáticas. "É tudo e tem que ser tratado como tal", defendeu.</video:description>
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      <video:title>Joshua Wong: "Não nos podem derrotar, só nos tornam mais fortes"</video:title>
      <video:description>O  activista pró-democracia Joshua Wong  foi detido esta quinta-feira em Hong Kong, acusado de participar numa manifestação ilegal no ano passado e de violar uma lei que proíbe os manifestantes de cobrirem o rosto durante os protestos.  

 Num vídeo enviado ao PÚBLICO, o activista mostrou-se determinado em continuar os protestos: "Mesmo enfrentando as penas máximas - cinco anos de prisão para participação em manifestações não-autorizadas e um ano de prisão por violação da lei anti-máscaras -, não tenho quaisquer arrependimentos.  Não nos podem derrotar, só nos tornam mais fortes" , afirmou.  "Os motivos pelos quais eles adorariam prender-me são o de criar um efeito dissuasor e tentar silenciar a voz da dissidência antes do Dia Nacional Chinês". 

 Em 2014, quando  tinha apenas 17 anos , Joshua Wong tornou-se o rosto da “Revolução dos Guarda-Chuvas”. Dois anos depois, fundou o Demosisto, um partido político que defendia a realização de um referendo sobre a independência de Hong Kong, antiga colónia britânica que desde 1997 está sob domínio da China.</video:description>
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      <video:title>JP Coimbra antecipa o álbum &lt;i&gt;Vibra&lt;/i&gt; com o single e vídeo &lt;i&gt;From Afar&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Fundador do Mesa e integrante ou colaborador de grupos como os Bandemónio de Pedro Abrunhosa, Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso ou Coldfinger, JP Coimbra (João Pedro Coimbra) criou em 2019 um projecto a que chamou  Vibra  e prepara-se para lançar em Novembro, com esse mesmo nome, o seu primeiro álbum a solo. Compositor, multi-instrumentista, produtor e letrista, diz que quis com este projecto “combinar a plasticidade dos espaços públicos e suas inerentes características acústicas, na composição das peças musicais.” O videoclipe do single que serve de apresentação ao álbum, e que se estreia esta sexta-feira, foi gravado em espaços como a Casa da Música  ou a Fundação de Serralves,  no Porto, a Estação de Metro do Marquês, também no Porto, o subterrâneo “Rio de Vila” por baixo da Rua Mouzinho da Silveira e a Câmara Anecóica da FEUP. O seu lançamento será acompanhado de um documentário realizado por Vasco Mendes. 

 Numa  entrevista concedida a Vítor Belanciano , e publicada na edição desta sexta-feira do suplemento Ípsilon, do PÚBLICO, JP Coimbra explica o que o levou a um álbum como  Vibra,  “combinando elementos da clássica e das electrónicas”: “Não me apetecia voltar à pop cantada e cheguei à conclusão que podia fazer algo instrumental que é algo que sempre esteve presente em mim. Mesmo nos discos de Mesa havia sempre uma ou outra faixa instrumental. Este projecto permitiu-me isso, numa linguagem a que cheguei de forma relativamente rápida. Compus entre Outubro e Janeiro, depois fiz os arranjos e as cordas e no final de Fevereiro e início de Março estávamos a gravar. Foi um processo intenso e rápido, mas correu tudo muito bem.”</video:description>
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      <video:title>O desabafo de um médico francês: “O que nos cansa é uma segunda vaga porque as pessoas não respeitam o distanciamento social”</video:title>
      <video:description>David Fleyrat estava quase a libertar a sua ala de cuidados intensivos de doentes de covid-19 em Marselha , França, durante a baixa de novos casos durante o Verão. Agora, a unidade de saúde privada está a encher novamente e Fleyrat mal pode esconder a sua frustração. “Não é o nosso trabalho que nos cansa.  O que nos cansa é a chegada de uma segunda vaga porque as pessoas não respeitam o distanciamento social ”, disse o director-geral da clínica privada Bouchard-Elsan, à Reuters. 

 A cidade de Marselha está no epicentro de uma subida dos novos casos de coronavírus que se alastra por toda a França. As enfermarias dos cuidados intensivos nos hospitais públicos da cidade mediterrânica já estão cheias, aumentando a pressão sobre as instituições de saúde privadas. 

 Algumas das maiores cidades fora de Paris, incluindo Marselha, Lyon e Bordéus, já impuseram novas restrições numa tentativa de travar a propagação do vírus e diminuir o número de pessoas nos cuidados intensivos. Dados oficiais mostram que cerca de 638 doentes com covid-19 foram admitidos em unidades de cuidados intensivos nos últimos sete dias. 

 Os novos casos de coronavírus estão a aumentar não só em França, Espanha, Reino Unido, mas por toda a Europa. O Presidente francês Emmanuel Macron está determinado a evitar uma segunda vaga de confinamento a nível nacional e diz que o país tem de aprender a viver com o vírus. 

 Mas sem certezas sobre o desenvolvimento e a data de chegada de uma vacina, o governo de Macron está a ter dificuldades em encontrar o equilíbrio entre autorizar os cidadãos a viverem as suas vidas e conter o vírus. Esta terça-feira, a França registou mais de 10 mil novos casos – pela sexta vez em 12 dias – e 78 mortes. Desde o início da pandemia, a covid-19 já matou mais de 31 mil pessoas no país. 

 “Durante a primeira vaga, os trabalhadores [do hospital] estavam bastante dispostos a aventurarem-se no desconhecido”, disse à Reuters o médico de cuidados intensivos Jean-Gabriel Castagnedoli. “Desta vez, o ambiente não é o mesmo</video:description>
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      <video:title>Um minuto para imaginar o futuro</video:title>
      <video:description>#ImagineFor1Minute   é uma curta-metragem que chega com uma mensagem de esperança durante tempos incertos da humanidade. "Raramente perdemos tempo a imaginar como poderia ser um futuro melhor. Por isso, pensámos em fazer um filme que ajudasse a começar. Este filme pede a qualquer um, desde crianças a líderes mundiais, que visualize o que precisa de mudar e depois fale sobre isso", lê-se na página de apresentação do filme. 

 Com a participação de nomes como  Greta Thunberg ,  Papa Francisco  ou  António Guterres , a curta-metragem de um minuto mostra numa cadência veloz rostos de pessoas em todo o mundo, mas também de paisagens naturais e de animais, enquanto se ouvem as vozes que projectam esse futuro. "É altura de falarmos sobre o futuro que queremos", ouve-se a encerrar o filme.  

 Realizado durante a quarentena imposta pela pandemia da covid-19 à escala global e financiado através de  crowdfunding,  o filme é feito a partir das gravações de mensagens de voz enviadas por uma série de participantes e as fotografias foram enviadas por cidadãos em todos os continentes. Uma produção da produtora  Gripping Films  (reconhecida pelos seus filmes alinhados com a luta ambientalista e climática), que diz ter feito esta curta-metragem para chegar tanto "a um único indivíduo como a todo o Governo". 

 "Esperamos que motive as pessoas a compartilhar as suas esperanças para o futuro e começar a fazer esse futuro acontecer. Queremos que seja um catalisador para um mundo melhor." Os autores convidam por isso cada pessoa a gravar o seu minuto sobre o futuro que imaginam e a partilhá-lo nas redes sociais com a  hashtag   #ImagineFor1Minute .</video:description>
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      <video:title>Cerca de 270 baleias encalhadas numa área remota da Tasmânia</video:title>
      <video:description>Equipas de resgate da Austrália salvaram esta terça-feira 25 baleias-piloto que ficaram encalhadas em bancos de areia na ilha da Tasmânia, no sul do país. O objectivo é conseguir salvar mais animais nos próximos dias.  

 Cientistas do Governo dizem que cerca de 90 das 270 baleias-piloto morreram desde que foram avistadas do ar, em águas pouco profundas ao largo da costa, na segunda-feira. O resgate decorre nas margens de Macquarie Heads, uma área florestal protegida, informou o Governo regional da Tasmânia. 

  Clique aqui para saber mais.</video:description>
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      <video:title>Há mais 60 mil pessoas que precisam de ajuda para comer e os pedidos de apoio não abrandaram</video:title>
      <video:description>Se, no início da pandemia, muitas pessoas foram surpreendidas com a impossibilidade de ir trabalhar e a perda de rendimentos, neste momento, os pedidos de ajuda que chegam à Rede de Emergência Alimentar, revelam uma antecipação do que aí vem, conta ao PÚBLICO  Isabel Jonet , presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome. 

 A rede liderada por Isabel Jonet alimenta mais de 400 mil pessoas, 60 mil das quais pediram ajuda desde o início da pandemia. E nem o fim do estado de emergência fez baixar estes números. 

 “Em alguns casos, algumas pessoas podem ter deixado de pedir apoio. No entanto, todos os dias surgem outros pedidos. O número de 60 mil está estabilizado desde Junho. Entram umas, saem outras. Todos os dias entram pessoas [no programa de apoio]. Temos uma média de 20/30 pedidos por dia”, explica Jonet.  

 A responsável sublinha que a principal diferença entre os novos pedidos e aqueles que surgiram durante o período de confinamento é a de que “ninguém estava à espera” do que aconteceu em Março e, agora, “as pessoas já sabem que isto lhes vai bater à porta”.  

 “Muitas pessoas já anteciparam que vão ser despedidas, sobretudo na restauração. Já lhes foi dito que no final do mês de Setembro o restaurante ia encerrar. Neste último fim-de-semana, vi que houve mais pedidos do que era habitual durante a semana.”  

 Numa primeira fase, os trabalhadores mais afectados foram os dos serviços que tiveram de fechar portas ou viram a sua actividade bastante reduzida pelos constrangimentos que a nova realidade colocou. Entre eles estão cabeleireiros, personal trainers, taxistas, condutores de Uber, esteticistas. Também entre estes, “muitos continuaram a precisar de ajuda porque acumularam dívidas”.  

 No final de Agosto,  o ministro da economia, Pedro Siza Vieira, afirmou em Coimbra  que“os próximos tempos serão de ressaca” e que “muitas empresas não conseguirão sobreviver e muitos empregos se perderão”. O desemprego, disse, citado pela Lusa, “vai crescer, mas ficará abaixo da cri</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Fantasmas de Guerra</video:title>
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      <video:title>Uma lição para &lt;i&gt;dating&lt;/i&gt; em pandemia, por Dua Lipa e James Corden</video:title>
      <video:description>Já aqui o dissemos : o  dating  vive tempos conturbados com esta pandemia. Felizmente, temos Dua Lipa e James Corden. Para uma rubrica do  The Late Late Show , a cantora e o humorista juntaram-se para dar uma verdadeira lição de como ter encontros em segurança, mesmo com a  covid-19  à porta. Medir a temperatura, usar máscara, lavar e desinfectar as mãos, apostar no distanciamento social e ter atenção à tosse são alguns dos conselhos que se ouvem nas novas versões de  Don't Start Now  e  New Rules . Porque  safety is stimulating .</video:description>
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      <video:title>“É agora ou nunca”: os oceanos pedem-nos ajuda</video:title>
      <video:description>“Conseguem ouvir?”, pergunta a  oceanógrafa Sylvia Earle , enquanto pelos nossos olhos desfilam imagens de baleias, orcas, pinguins, do azul dos nossos oceanos. “O silêncio tomou conta das vilas, das cidades, de todo o mundo. Fomos obrigados a interromper aquilo que pensávamos  que eram as nossas prioridades. Mas foi no silêncio que descobrimos que o mundo é capaz de agir em conjunto em torno de um objectivo comum.” 

 O novo vídeo da campanha  Rise Up – A Blue Call to Action  olha para a batalha contra a covid-19 para exortar: o que antes parecia “impossível”, juntar esforços para “parar a nossa auto-destruição”, é hoje não só praticável, como obrigatório. E “é agora ou nunca” que a humanidade tem de se juntar para salvar a natureza, os  oceanos , o planeta. O repto está lançado. 

 Apresentada em Fevereiro nas Nações Unidas, a campanha   Rise Up – A Blue Call to Action   foi criada em Maio de 2019 pela  Fundação Oceano Azul  que, em conjunto com a Ocean Unite e a Oak Foundation, reuniu algumas das principais fundações e organizações não-governamentais, bem como representantes de comunidades piscatórias e de povos indígenas, para desenvolverem um “acordo ambicioso sobre acções prioritárias e soluções necessárias para enfrentar a crise que o oceano atravessa”. 

 Hoje, contam já com o apoio de mais de 300 organizações que, em conjunto, apelam e pressionam governos e empresas para tomar as acções “necessárias” e “ousadas” para recuperar o oceano. “As escolhas que o mundo fizer em 2020 serão críticas na recuperação do oceano até 2030”,  evidenciam . E pode-se começar já este sábado, 19 de Setembro, Dia Internacional da Limpeza Costeira. Até 27 de Setembro, são muitas as acções de recolha de lixo marinho que vão decorrer de Norte a Sul do país. Encontra a  mais próxima de ti aqui .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Da Eternidade</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Da Eternidade</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam às salas, entre outros,   O Fim do Mundo  , escrito e realizado por Basil da Cunha,   A Vida Extraordinária de David Copperfield  , de Armando Iannucci, baseado no clássico escrito por Charles Dickens, e   Belair  , documentário de Noa Bressane e Bruno Safadi.</video:description>
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      <video:title>Samuel Úria: "Os 40 obrigaram-me a ser o adulto que arregaça as mangas"</video:title>
      <video:description>Não é uma guerra, são várias as guerras que coexistem no novo álbum de Samuel Úria. Conciso e directo, intimista e fervoroso, aponta o dedo a outros, aos seus, a si mesmo. Em  Canções do Pós-Guerra  denuncia e diagnostica, sobrevive e arregaça as mangas. Em entrevista ao PÚBLICO, fala dos constantes conflitos em que vivemos, da chegada aos 40 anos, e de como há um "optimismo sobraceiro" neste novo álbum.</video:description>
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      <video:title>Samuel Úria - o filme das Canções do Pós-Guerra</video:title>
      <video:description>Alguns dos vídeos que acompanham as canções têm sido revelados nos últimos meses. Dessas 'Canções do Pós-Guerra', título do álbum que será editado esta sexta-feira, Samuel Úria falará em entrevista no próximo Ípsilon. Antes, porém, r evelamos em exclusivo no PÚBLICO o filme completo que as canções formam .</video:description>
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      <video:title>Ela dança num &lt;i&gt;longboard&lt;/i&gt; — e dá boleia a quem apanhar</video:title>
      <video:description>Passar por Santa Cruz, em Torres Vedras, significa encontrar, quase de certeza, alguém a fazer manobras em cima de um  longboard . Quem o assegura é Valeriya Gogunskaya — e é também ela uma das grandes responsáveis por isso. Aos 28 anos e a viver em Portugal há quatro, a jovem russa encontrou cá "qualidade de vida" e tranquilidade que a convenceram a ficar. Consigo trouxe a paixão pelo  longboard dancing  — e disseminou-a pela localidade.  

 O  longboard dancing  é "o casamento entre o  freestyle skate  e o  longboard surf ", que acrescenta ainda movimentos que se assemelham a uma dança. Piruetas, jogos de pés e braços e  muitos desafios à gravidade . Tudo em andamento, sem se deixar intimidar pela velocidade. Valeriya conheceu a modalidade através de um vídeo de um praticante da sul-coreano: "Uau, o que é isto? Quero fazer", pensou. Começou a praticar na Finlândia, onde estudava na altura e, quando em 2015 veio a Portugal fazer voluntariado num  surf camp , a vontade cresceu.  

 "As pessoas começaram a pedir-me para dar aulas e começámos a criar uma comunidade", conta. Em 2017, juntou-se a uma associação encarregada de organizar eventos de   surf e deu início aos de  skate . Agora, são feitos encontros mensais, "onde todos podem experimentar" dançar sobre rodas. Além dos encontros mensais, Valeriya organiza também  longboard camps : acampamentos de uma semana, onde os participantes podem fazer aulas de  longboard , surf, entre outras actividades. Os próximos acontecem entre os dias 4 e 11 de Outubro e os dias 11 e 18 do mesmo mês. Para já, o acampamento é em Santa Cruz, mas Valeriya afirma que quer estendê-lo a outros pontos: este ano, estava previsto para Tenerife, mas a pandemia veio mudar-lhe os planos. As informações e inscrições podem ser feitas através da  página de Instagram  ou do  site .  

 Apesar de a modalidade ter começado "mais com homens",  há cada vez mais mulheres interessadas em praticar . Em Santa Cruz, o facto de ser uma mulher à frente do projecto incentiva outras a participar, acred</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria: Rodrigo Aleixo - &lt;i&gt;Dá-me uma gotinha de água&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É indiscutível, o Rodrigo canta muito bem. Infelizmente, isso não garante que o futuro do  cante alentejano  e dele no cante esteja assegurado. E é esse ponto que devemos agarrar, conversar e discutir. Porque infelizmente, para além da vontade dele há muitos outros factores que contribuem para que ele daqui a 10, 15 anos anos cante num grupo coral. Era preciso mais atenção, mais cuidado com o interior do país. Porque se ele decidir estudar e não puder voltar, porque não tem emprego nem condições, não há grupo que o salve. Ou então junta-se com outros, que cantam tão bem como ele, e faz um grupo, e estão dispersos, ensaiam e fazem actuações - mas já não será a mesma coisa. Por isso, a pergunta está em saber qual o futuro para o cante alentejano. O Rodrigo será o que ele quiser e o cantar já está dentro dele. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . E também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos.</video:description>
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      <video:title>Homens com uniforme de soldado assassinam mulher em Cabo Delgado</video:title>
      <video:description>O vídeo que circula nas redes sociais tem menos de dois minutos (aqui publicamos um excerto desse vídeo, editado), mas o seu impacto dura muito mais. Começa com uma mulher nua caminhando à beira da estrada, seguida por vários homens vestidos com fardas das Forças de Defesa e Segurança (FDS) de Moçambique. Um deles, com uma mochila vermelha às costas, aproxima-se e espanca-a violentamente com um pau. A mulher grita de dor, tenta proteger-se, cambaleia, os homens insistem que continue a andar, um deles dispara para a assustar. Poucos passos consegue dar quando é atingida por uma rajada de metralhadora. 

 O vídeo circula pelas redes sociais em Moçambique desde segunda-feira e atraiu muita indignação, levando mesmo as FDS a emitirem um comunicado a condenar o acto cometido por “um grupo de indivíduos trajando uniforme militar”. 

 “As Forças de Defesa e Segurança (FDS) consideram as imagens chocantes, abusivas, repugnantes, horripilantes e acima de tudo condenáveis em todas as suas dimensões”, diz o comunicado, que reafirma o “cometimento em proteger os direitos humanos” das FDS, não pactuando o instituição militar moçambicana “com qualquer acto bárbaro que consubstancie a violação dos direitos humanos”.</video:description>
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      <video:title>Iggy Pop junta-se à PETA para “libertar” macacos dos laboratórios</video:title>
      <video:description>O “padrinho do punk”, como Iggy Pop é conhecido,  ofereceu a música  Free  para um vídeo  que revela as condições dos  macacos enjaulados para experiências científicas , que se tentam libertar em vão. “Toda gente consegue ver o sofrimento e terror nos olhos destes macacos”, contou à  Billboard.  “Ninguém deveria ter de sofrer assim.” 

 A campanha da organização  People for the Ethical Treatment of Animals (PETA)  inclui imagens captadas em investigações feitas às experiências de Elisabeth Murray, do National Institutes of Health (NIH). A organização classifica-as como “dolorosas, invasivas e fatais”, ao  causarem lesões cerebrais permanentes nos primatas . O vídeo inclui também gravações das  experimentações de confinamento solitário conduzidas pela investigadora Melinda Novak  da Universidade de Massachusetts-Amherst; dos  testes da empresa Covance ; e das  experiências de abuso infantil  no laboratório, agora fechado, do NIH em Maryland. 

 “Assim que a PETA ouviu a música  Free  do Iggy Pop soubemos que era perfeita para realçar o sofrimento dos macacos capturados e atormentados em laboratórios”, explicou a porta-voz da organização, Moira Colley, à   Billboard  . “Felizmente, o Iggy é tão bondoso quanto carismático e concordou imediatamente em deixar-nos usar a música, depois de ver as nossas gravações perturbadoras dos macacos traumatizados”, prossegue. 

 “Todos os anos, milhões de animais  são sujeitos  a experiências cruéis e dolorosas. Como tu, os animais querem ser livres”, pode ler-se no fim do vídeo, cuja banda sonora remete exactamente para a questão da liberdade ( Free , do álbum homónimo lançado em 2019). As palavras simples de Iggy Pop, que repete  I want to be free , servem de fundo para as imagens impactantes recolhidas pela organização. 

 Esta não é a primeira colaboração do artista com a PETA: em 2017,  protagonizou um vídeo animado sobre o que pensam os animais de estimação enquanto dormem , em colaboração com Nick Cave; no mesmo ano,  escreveu uma carta ao reitor da Universidade de </video:description>
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      <video:title>Cantora austríaca ena b. apresenta novo EP com o single &lt;i&gt;Make room&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Cantora e compositora, austríaca de nascimento, Verena Bachinger fixou-se há cerca de cinco anos em Lisboa, onde a par da música dá aulas online de alemão. Em Novembro de 2019 editou um primeiro EP com quatro canções originais,  Break The Hush , a que se seguiram outros singles e EP ligados, todos eles, a um projecto denominado cafe ena. A entrada de Verena na Pinuts Music Agency deu início a novo projecto, agora a solo, passando a assinar  ena b.  E foi com esse nome que gravou novo disco, um EP chamado  Locked Spaces , que pode ser ouvido em  streaming  ou  download  nas plataformas digitais.  Make room , o single de avanço, ganhou agora um videoclipe, que se estreia esta segunda-feira e que o PÚBLICO aqui revela. 

 O início do trajecto de Verena como autora remonta a 2014, quando começou a estudar música e composição em Jerusalém, Israel. Aí experimentou durante dois anos, segundo a sua agência, escrever em vários géneros e estilos até se instalar em Lisboa, em 2016, e na capital portuguesa desenvolver e definir o seu próprio estilo, influenciada não só por aquilo que conhecemos como Americana, pelo indie e pela folk, mas também por nomes como Neil Young, Bob Dylan, Cat Power e Aimee Mann. Verena Bachinger, ou ena b., escreveu até hoje algumas dezenas de canções, colaborando com músicos de Israel, Portugal, estados Unidos e Áustria. 

 O videoclipe de  Make Room  vem juntar-se a outros três, do projecto café ena:   Break the hush  ,   Finding our hearts   e   A thousand rocks  . Um primeiro álbum desta cantora deverá surgir no mercado durante Janeiro de 2021.</video:description>
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      <video:title>Incêndios florestais: No Oregon, arderam bairros inteiros</video:title>
      <video:description>Mais de  100 incêndios estão a fustigar 12 estados americanos . Os mais afectados são na costa Oeste: Washington, na fronteira com o Canadá, Oregon e Califórnia. Meio milhão de pessoas teve de abandonar as suas casas no Oregon, com evacuações em massa nos subúrbios de Portland – na quinta-feira os níveis de poluição na cidade ficaram entre os mais altos do mundo, acima de Jacarta, na Indonésia, ou Deli, na Índia. 

  Neste vídeo de drone divulgado pela agência Reuters, é visível a destruição causada pelo incêndio de Almeda no bairro de Medford, Oregon.   A totalidade da população de Medford, 85.000 habitantes, teve de ser retirada do local. 600 casas ficaram destruídas.    

 No estado de Oregon, há quatro mortos confirmados, incluindo um menino de 12 anos e a sua avó, que morreram perto de Lyons, a sul de Portland. Em fuga está praticamente 10% da população de 4,2 milhões. “Quando temos um incêndio que queima casas e estabelecimentos comerciais, temos condutas de gás abertas que estão a jorrar gás natural, e estas também estão a arder”, descreve Rich Tyler, porta-voz do Departamento de Incêndios de Oregon, citado pelo jornal  The New York Times.  

 Ler mais:   Incêndios florestais na Califórnia já consumiram mais de 809 mil hectares, um recorde desde 1987</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Verão de 85</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Greenland - O Último Refúgio</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Ano da Morte de Ricardo Reis</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Summerland</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Galeria dos Corações Partidos</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Galeria dos Corações Partidos</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Ordem Moral  , a história contada por Mário Barroso sobre Maria Adelaide Coelho da Cunha,   Roubaix, Misericórdia  , policial assinado por Arnaud Desplechin, e   Regresso a Itália  , comédia dramática de James D'Arcy, são alguns dos filmes em cartaz.</video:description>
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      <video:title>António Guterres: "Ou nos unimos ou estamos condenados"</video:title>
      <video:description>O secretário-geral da ONU deixa um alerta: o mundo estará “perdido” caso não exista uma união de forças entre os Estados para combater as alterações climáticas, afirmando ainda que a actual pandemia ilustra os danos provocados pela desunião. 

 A crise global causada pela covid-19 pode ter deixado a acção climática em segundo plano,  à medida que as nações promoveram paralisações sem precedentes para tentar reduzir a sua disseminação, mas Guterres afirmou que a necessidade de acção climática é mais urgente do que nunca. 

 Numa entrevista esta terça-feira À NBC News, Noticias Telemundo e Agência France Presse, no âmbito do consórcio  Covering Climate Now  (que o  Público integra ), António Guterres disse que a pandemia deveria intensificar o foco dos governos na redução das emissões, reivindicando que a crise seja usada como um trampolim para lançar políticas "transformadoras" destinadas a livrar as sociedades dos combustíveis fósseis 

  Ler mais :  António Guterres: ameaça climática é “muito mais grave” do que a pandemia</video:description>
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      <video:title>Luzes, câmara, (in)acção: o silêncio dos técnicos de espectáculos fez-se ouvir no Porto</video:title>
      <video:description>Foi um espectáculo mudo que encheu os Aliados, não de pessoas, mas de malas de material técnico. Uma bagagem pesada, que carrega as inquietações e exigências de quem vive na sombra dos espectáculos e eventos culturais. Costumam ficar escondidos por detrás do pano, mas desta vez foram foco das atenções numa instalação visual plantada pela avenida fora, ensurdecendo a cidade com o silêncio de indignação. Na terça-feira, 8 de Setembro, centenas de técnicos de eventos e espectáculos montaram ao final do dia os seus sistemas de som e luz pela primeira vez em muitos meses, numa manifestação em frente à Câmara Municipal do Porto, organizada pela  Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos (APSTE) ,  fundada em Junho deste ano face à falta de representatividade de um sector paralisado pela pandemia.  

 Sentados em cima das suas malas de material espalhadas ao longo da Avenida dos Aliados, os manifestantes adoptaram uma postura pacífica e silenciosa. Não se ouviram gritos reivindicativos ou tambores, nem se ergueram cartazes com mensagens de apelo. Tratou-se de uma manifestação cultural, marcada pelo impacto visual e não pela revolta. Além disso, foi ainda projectada, nas fachadas do edifício da Câmara, uma montagem de imagens, vídeos e frases que reflectem o estado de espírito do sector. 

 Com o avançar da noite e com as luzes dos holofotes a iluminar os prédios dos Aliados, começaram a ouvir-se mensagens da organização, transmitidas da  régie  instalada junto à Câmara, para reforçar o cumprimento das normas de higiene e segurança e a explicar, pausadamente, as intenções da manifestação. 

 Ao P3, alguns técnicos de som e imagem,  freelancers  e trabalhadores de empresas,  muitos dos quais perderam a sua fonte de rendimento devido ao cancelamento de espectáculos , mostraram a sua indignação com o  actual estado do sector da Cultura  e nomearam o que queriam ver mudar. “Queremos trabalhar”, “ que se arranjem alternativas ”, “que haja uma igualdade”, “que a área seja legislada”: eis algumas das muitas </video:description>
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      <video:title>Vicente Jorge Silva "ensinou-nos a defender sempre o lugar da liberdade"</video:title>
      <video:description>Manuel Carvalho, actual director do PÚBLICO, era um estagiário em início de carreira na fundação do jornal. A "semente" que Vicente Jorge Silva lançou há 30 anos na fundação do PÚBLICO mantém-se viva hoje, defende, nos valores de liberdade, espírito crítico, independência e abertura ao mundo que os jornalistas continuam a perseguir.  

 O primeiro director do PÚBLICO, Vicente Jorge Silva,   morreu na madrugada desta terça-feira  . 

   Vicente Jorge Silva e o PÚBLICO: "Foi fantástico fazer isto"</video:description>
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      <video:title>Vicente Jorge Silva e o PÚBLICO: "Foi fantástico fazer isto"</video:title>
      <video:description>O primeiro director do PÚBLICO, Vicente Jorge Silva,  morreu na madrugada desta terça-feira, aos 74 anos . Deixa uma marca na história da imprensa: no Comércio do Funchal, na Revista do Expresso, no PÚBLICO. O seu maior desafio profissional terá sido o PÚBLICO, lançado no dia 5 de Março de 1990. Deixou a direcção do jornal em 1996 e vinte anos depois regressou como cronista. 

 Em 2018, coordenou a edição especial do 28º aniversário do jornal e voltou à redacção do PÚBLICO. “O PÚBLICO nasceu num momento crucial de transição entre dois mundos: o mundo pré-Internet e o mundo pós-Internet, no centro nevrálgico de uma revolução tecnológica, cultural e social que alterou decisivamente o rumo das nossas vidas e hábitos quotidianos”, disse na altura. “Foi fantástico fazer isto”.</video:description>
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      <video:title>Sem direitos laborais ou protecção: a precária realidade dos trabalhadores sexuais</video:title>
      <video:description>Existem poucos países no mundo onde o trabalho sexual seja encarado, pelos governos, como uma profissão; ou seja, poucos lugares onde os trabalhadores do sexo – sejam homens, mulheres ou pessoas não-binárias  –  desfrutem de quaisquer direitos laborais. Em plena pandemia, com a imposição de medidas de confinamento, o  rendimento destes trabalhadores decaiu , empurrando-os para uma situação de "desespero financeiro" e de desprotecção. 

 A rede  Open Society Foundations conta num artigo publicado no seu site que  Amhale (nome fictício), uma trabalhadora sexual que vive na África do Sul, perdeu quase a totalidade do rendimento desde o surgimento da pandemia. "E ao contrário do que aconteceu com milhões de trabalhadores sul-africanos que foram negativamente afectados pelo congelamento da economia, Amhale não recebeu qualquer apoio do Estado pela sua perda de rendimentos." O resultado era expectável. Ahmale, mãe de duas crianças, "não conseguiu pagar a renda de casa". 

 O seu caso não é único e repete-se em todo o mundo, salvo algumas excepções. "Na Nova Zelândia, por exemplo", refere a organização, "que foi o primeiro país do mundo a  descriminalizar o trabalho sexual , os trabalhadores do sexo têm acesso a subsídios de desemprego e a apoios de emergência,  à semelhança de outros trabalhadores do país".  Além disso, "o Governo trabalha em proximidade com organizações não-governamentais que intervêm junto dessa classe profissional para garantir que todos têm acesso aos programas de apoio social; também contribuiu na definição de estratégias para um regresso ao trabalho sexual em segurança, já em fase de desconfinamento."  

 Em Portugal, o trabalho sexual não é criminalizado, mas também não é legal. Embora exista, presentemente,  discussão no Parlamento  relativamente a este tema, os trabalhadores sexuais ainda não são encarados pelo Estado como profissionais. Ou seja, não declaram rendimentos, não pagam impostos, não fazem descontos para a Segurança Social, nem têm direito a baixa médica ou subsídio de desemp</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Um Príncipe em Apuros</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Um Príncipe em Apuros</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Um Príncipe</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Vic o Viking: A Espada Mágica</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Fim do Mundo</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Vida Extraordinária de David Copperfield</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Os Conselhos da Noite</video:title>
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      <video:title>&lt;i&gt;Abraço Assinado&lt;/i&gt;: uma canção em defesa dos direitos dos trabalhadores</video:title>
      <video:description>Desde o final de Abril que  o conflito laboral na Casa da Música, no Porto, tem ganho visibilidade . Um grupo de trabalhadores, em conjunto com educadores da Fundação de Serralves, criou o projecto Fulano B, com o lema "A luta já vem lá de longe mas não vai parar". 

 O movimento lançou esta sexta-feira a canção  Abraço Assinado , "uma flor em cuja semente se inscreve o ADN da luta pelos direitos dos trabalhadores". Manel Cruz, dos Ornatos Violeta, escreveu a letra e a música em parceria com a cantora Sara Yasmine. O vídeo é de André Gil Mata e as projecções de Miguel Januário. 

 "A precariedade não é, nem nunca será, terreno fértil para a criação artística", destaca o colectivo. No entanto "quando o ímpeto criativo se enraíza em valores humanos que não se sujeitam à tirania do mercado, as flores podem nascer onde menos se espera", como é o exemplo desta canção.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Radioactivo  , filme de Marjane Satrapi sobre Marie Curie,   O Caso Collini  , drama de Marco Kreuzpaintner, e   Tão Perto, Tão Longe  , realizado por Cédric Klapisch, são alguns dos filmes em cartaz.</video:description>
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      <video:title>"Quando a Amazónia arde, tudo o que ama arde com ela"</video:title>
      <video:description>Num vídeo com pouco mais de um minuto, narrado por crianças, vemos parques infantis, prédios e sapatos numa loja a arder. A  Associação Articulação dos Povos Indígenas do Brasil  quer passar a mensagem de que os incêndios da Amazónia não são algo distante e pergunta aos cidadãos: "De que lado está: Amazónia ou Bolsonaro?". O presidente brasileiro é apontado como sendo o maior responsável  pelos incêndios que voltaram a atingir a Amazónia : nos primeiros dez dias de Agosto deflagraram mais de dez mil incêndios na floresta amazónica. 

 "A maior floresta do mundo está em chamas de novo. E esse crime — autorizado por Bolsonaro — é patrocinado por dólares, euros e pela ganância global. Nós pedimos que toda entidade consciente e responsável se distancie de Bolsonaro. Ele não é uma piada. Pará-lo é a única esperança da floresta amazónica. A hora é agora." O apelo é da  Associação Articulação dos Povos Indígenas do Brasil na nota que divulgou juntamente com o vídeo nesta quarta-feira.   

 Pressionado por parte de governos internacionais e órgãos de comunicação social para proteger um dos ecossistemas mais essenciais à sustentabilidade da vida na Terra, o líder brasileiro tem vindo a afirmar que o mundo está a apresentar uma falsa narrativa, à semelhança do que acontecera em 2019. No entanto, os dados de satélite revelados no início do mês de Julho pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostraram que no mês anterior se havia registado 2248 focos activos de incêndio na Amazónia, quebrando a barreira dos dois mil fogos pela primeira vez desde 2007 – um dos anos de maior destruição da floresta, em que houve 3519 incêndios só em Junho.  

  Os incêndios na floresta tropical brasileira são o resultado da elevada desflorestação  cujo ciclo de destruição é conhecido e estudado por especialistas de todo o mundo: depois da desflorestação e de a madeira ser recolhida, as áreas são incendiadas para limpar a vegetação, e transformá-las em pasto para o gado e para serem ocupadas de forma ilegal, a chamada “grila</video:description>
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      <video:title>“Precisamos de mais vizinhos assim”: ele pintou uma pista para o pequeno ciclista que lhe animava as tardes</video:title>
      <video:description>Todas as tardes, o aviso da câmara de videovigilância soava a alertar para uma presença na entrada da garagem. O dono da casa, que se mantém anónimo mas pertence à equipa da marca e canal de YouTube  Canyon Chasers , ligada ao motociclismo, preparava-se para confrontar o intruso — até descobrir quem era e o que o fazia voltar lá. Numa bicicleta com rodinhas, uma criança aproveitava a entrada da casa para fugir do passeio rectilíneo e divertir-se numa pista imaginária. “O que se seguiu transformou-se na melhor parte de um Verão pandémico extremamente monótono”, escreveu o dono da casa em Salt Lake City, no Utah, EUA, na descrição do vídeo com mais de 11 milhões de visualizações. 

 Numa noite, a pista imaginária ganhou forma com linhas pintadas  no chão  com giz. Sempre que chovia, pintava-a de novo. E a câmara começou a detectar cada vez mais “intrusos” com capacetes coloridos e trotinetas. A principal reacção ao video viral? “Precisamos de mais vizinhos assim.”</video:description>
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