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      <video:title>Percebes: maravilhas de um hermafrodita no prato e no mar</video:title>
      <video:description>Teresa Cruz, bióloga e investigadora no Laboratório de Ciências do Mar, dedica-se ao estudo do percebe há 30 anos. Bertílio Gomes, chef da Taberna Albricoque, conhece bem esta iguaria a que basta acrescentar água, sal e uma fervura de dois minutos. 

 Desafiámos os dois para uma conversa e uma prova peculiares: o  chef  inventou um prato com percebes e a investigadora apontou os mistérios impenetráveis por trás daquele sabor único. 

  Veja aqui mais sobre esta "forma diferente de comer percebes".</video:description>
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      <video:title>Receitas de Verão: sopa de tomate coração-de-boi assado</video:title>
      <video:description>Vocês sabem como é: mais um dia à procura daquele conforto no estômago e na alma. Quem não prescinde de uma sopa mesmo nos dias de Verão, encontra nesta receita uma alternativa leve, aromática e reconfortante. Usar bons ingredientes (idealmente da época, como é o caso do tomate coração-de-boi) é imprescindível para aquela colherada que deixa as papilas gustativas em festa. Agora, impõe-se uma questão: servem-na quente ou fria? 

  Sabemos como é chegar a casa e não saber o que cozinhar — e queremos ajudar-te. Juntámo-nos à blogger Ana Chaves — que lançou recentemente o blogue  Puro , onde partilha receitas — e vamos, durante o mês de Agosto, mostrar como preparar algumas receitas fáceis e, claro, deliciosas. Sempre saudáveis e com ingredientes simples.  Já tens água na boca?</video:description>
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      <video:title>Apanhar percebes e arriscar os ossos nas Berlengas é um modo de vida</video:title>
      <video:description>Mariscador nas Berlengas e conhecedor dos mares de Marrocos, Senegal e Cabo Verde, Acácio Rodrigues Grandela (Lelé na comunidade piscatória de Peniche) tem 48 anos e um currículo tão afamado na apanha do percebe como na passagem pelas urgências hospitalares. Em 2005 fracturou a bacia, em 2012 ficou com a tíbia e o perónio da perna direita expostos, em 2019 perfurou o queixo e andou desmaiado pelo fundo do mar e, na passada quinta-feira, uma onda arremessou-o para o outro lado de uma das rochas das Berlengas. “Não rasguei nem parti nada. Foi tão rápido que nem tive tempo para me assustar”, conta. 

 Quem assista ao trabalho destes homens fica com a ideia de que, neles, o medo é uma sensação ténue (ou nem isso). É certo que, perante os rendimentos individuais por dia de captura (de 450€ a 1000€), estes homens nem sempre têm tempo para imaginar cenários dramáticos, mas o dinheiro não é o único móbil. “Sim, isso dá dinheiro, e é por isso que cá andamos, mas o mar exerce em nós uma atracção que nem sabemos explicar bem”, refere Lelé. 

  Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>Uma praia alinha-se para receber Marcelino Sambé, que nela desenhou uma reflexão da escravatura</video:title>
      <video:description>As linhas, as cores, o movimento, a textura: tudo se alinhou quando  Marcelino Sambé , bailarino feito capoeirista, usou como pano de fundo uma praia portuguesa para falar de escravatura sem usar palavras. O  bailarino principal do Royal Ballet , actualmente a viver em Londres, aproveitou uma viagem à terra-natal para filmar uma reflexão do conhecimento que reuniu  durante tempos "incrivelmente importantes" : "Aprendi muito sobre o que ser negro significa realmente para mim e sobre o que os meus antepassados tiveram que passar para que eu pudesse estar aqui hoje", escreveu no  Instagram , onde partilhou o vídeo, filmado por Carlota Bastos Carreira, posteriormente também partilhado no Facebook da Royal Opera House. 

 Quando olhou para trás, Marcelino viu "a escravatura que os portugueses faziam no Oceano Atlântico, tantas vezes esquecida nas escolas portuguesas, quase como um capítulo esquecido", e quis prestar um tributo. Chamou-lhe  It's in our blood  ("Está-nos no sangue", em português) e escolheu uma música que fala "desse momento crucial em que estes homens e mulheres chegavam e se juntavam à 'força de trabalho'" —  Nego vai Juca , do Grupo Kaimbé. Juntou o ballet à capoeira (uma "arte incrível" que, "como o samba", foi criada "sob circunstâncias tão duras") e o resultado final é uma combinação harmoniosa que não deixa nada por dizer. O tronco despido, a luz, a pintura que vai fazendo na areia, a coreografia irrepreensível: tudo mostra o que lhe está no sangue, português e guineense. "Somos resilientes, somos atléticos, somos artísticos. Está-nos no sangue!"</video:description>
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      <video:title>Jair Bolsonaro: “Peguei mofo no pulmão”</video:title>
      <video:description>Jair Bolsonaro revelou na quinta-feira que está a tomar antibióticos devido a uma infecção pulmonar, dias depois de ter anunciado que já está curado da covid-19.  O Presidente brasileiro não deu mais detalhes quanto à infecção, mas ironizou, ao afirmar que tem “mofo no pulmão”. 

 “Acabei de fazer um exame ao sangue porque estava com um pouco de fraqueza ontem [quarta-feira] e eles encontraram uma pequena infecção. Estou a tomar antibióticos porque depois de 20 dias em casa, a gente pega outros problemas. Peguei mofo, mofo no pulmão”, afirmou Bolsonaro, numa transmissão ao vivo no Facebook, a partir do Palácio da Alvorada, em Brasília, acompanhado pelo ministro das Infraestruturas, Tarcísio de Freitas. 

 No mesmo dia em que o Presidente brasileiro revelou estar a tomar antibióticos devido a uma infecção pulmonar, foi anunciado que a sua mulher, Michelle Bolsonaro, está infectada com o novo coronavírus.</video:description>
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      <video:title>A riqueza da Ria Formosa está debaixo dos seus pés</video:title>
      <video:description>Ninhos escondidos na areia, aves ameaçadas, sapais e matas marinhas ameaçadas por barcos velozes e hélices. Há muitos cuidados a ter quando se visita a Ria Formosa.</video:description>
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      <video:title>Ricardo fez-se Meestre e transformou a sua canção de estreia num videoclipe: &lt;i&gt;You&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Cantor, compositor e trompetista, natural da Amora (no Seixal), Ricardo Mestre  deu-se a conhecer no concurso televisivo The Voice Portugal, da RTP , e estreou-se em Maio de 2020 com a canção,  You , já com o nome artístico Meestre. Agora essa canção, que foi o seu primeiro single, deu lugar a um videoclipe, que se estreia esta sexta-feira. Segundo as palavras de Meestre, que acompanham a divulgação de  You , este “é um tema que fala de toda uma reflexão e procura por um amor perdido. A necessidade de procurar algo que nos faça esquecer o passado, ao mesmo tempo que a sua procura é evidente.” 

 Nascido em 16 de Dezembro de 1991, Ricardo começou a cantar aos 15 anos. Estudou música em Lisboa e no Seixal, aprendeu vários instrumentos e ensina música a crianças a partir dos 4 meses. Em 2012 cantou com Mika no Coliseu dos Recreios e em 2014 participou no disco  O Meu Mundo , do cantor e actor Ricardo Carriço. Dos instrumentos que aprendeu, escolheu um, de sopro. “O trompete apareceu na minha vida para me auxiliar no que se denomina por treino auditivo, ou seja, para melhorar a minha capacidade auditiva musical. A partir desse momento, comecei a prestar mais atenção ao seu som e à carga emocional que pode transportar, até me apaixonar por completo. Embora tenha aprendido a base musical de muitos outros instrumentos, como o piano, a guitarra e a bateria, o trompete foi aquele instrumento que mais mexeu comigo, ao ponto de o escolher, instintivamente, como meu companheiro neste percurso.”</video:description>
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      <video:title>O confinamento tornou o Gerês muito mais atractivo</video:title>
      <video:description>Os números não enganam. No ano passado mais de 103 mil pessoas visitaram o   PNPG   e entre 1996 e 2019 os visitantes ultrapassaram os 1,262 milhões. É de longe (muito de longe) a área protegida mais visitada do país e, este ano, as perspectivas são para que os números cresçam.   

  Sandra Sarmento, directora regional do Norte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), mesmo sem ter ainda números concretos, diz que, este ano, e sobretudo desde o   desconfinamento   por causa da pandemia da   covid-19  , “é visível que há uma tendência no acréscimo de visitantes nas áreas protegidas, sobretudo no parque nacional, que sendo o único do país se tornou muito atractivo”.   

  A semana de Junho em que houve dois feriados consecutivos (nos dias 10 e 11) foi “muito especial, muito difícil”, por causa de todos os que rumaram ali, em busca do vasto espaço livre.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam às salas, entre outros,   Zé Pedro Rock'n'Roll  , documentário de Diogo Varela Silva,   Judy e Punch - Amor e Vingança  , comédia negra que marca a estreia na realização de Mirrah Foulkes, e   A Flor da Felicidade  , um drama de Jessica Hausner.</video:description>
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      <video:title>NASA lança robô à procura de vida em Marte</video:title>
      <video:description>A NASA  vai lançar esta quinta-feira  (a partir das 12h50 de Portugal continental) o robô  Perseverance , que irá recolher amostras de sol e rocha da superfície de Marte para depois serem enviadas para a Terra. Esta é a primeira missão da agência dedicada à astrobiologia: a NASA vai procurar sinais (químicos) de vida microbiana em Marte, caracterizar o clima e a geologia do planeta, estando, assim, mais perto de poder enviar astronautas para o planeta.  

 A missão MARS 2020 -  Perseverance  (Perseverança) sairá da Terra do Centro Espacial Kennedy, no Cabo Canaveral, no estado da Florida, a bordo do foguetão Atlas V. A viagem deverá demorar sete meses. 

 Com o robô,  deverão voar 10.932.295 nomes de habitantes do planeta Terra . Como? Gravados com um feixe de electrões em microchips de silício, ao longo de linhas de 75 nanómetros (mais pequeno do que um milésimo de um cabelo) e, posteriormente, afixados e tapados com um vidro na superfície do robô — a melhor alternativa, já que ainda não é possível lá ir fisicamente.</video:description>
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      <video:title>"Há clientes que procuram as cores da nossa bandeira"</video:title>
      <video:description>João Azevedo é o fundador da Azevagro, uma empresa que congrega duas marcas: Dinutri e a  FrutaFormas,  mantendo assim o negócio da família que remonta ao tempo da sua avó. 

 Como explica nesta entrevista, a empresa nasce da tradição, uma tradição que tem como figura principal a avó do responsável que secava fruta ao sol.  A  tradição evoluiu e o negócio cresceu, a Azevagro comercializa hoje vários tipos de produtos, mas o enfoque é dado principalmente à pêra rocha e à maça de Alcobaça.  

  No entanto, são também comercializadas outros frutos como o ananás, a ginja ou o limão.  

 Para João Azevedo, o Portugal Sou Eu surge como uma forma de "diferenciação do produto" e também de "divulgação".  

 "O Portugal Sou Eu é uma forma de ajudar as empresas as divulgarem os seus produtos", afirma, acrescentando, ainda, que o facto do logo do Portugal Sou Eu ter as cores da bandeira nacional é um factor que ajuda a reforçar a identidade dos produtos, dando-lhes o cunho de produto nacional, pois segundo afirma: "Há clientes que procuram as cores da nossa bandeira".</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Adeus à Noite</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Adeus à Noite</video:description>
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      <video:title>Istambul: Orações de sexta-feira voltam à nova mesquita Hagia Sophia</video:title>
      <video:description>Reconversão do museu em mesquita , anunciada há duas semanas pelo Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, teve esta sexta-feira o seu ponto alto. Milhares de fiéis celebram “o fim de uma espera de 86 anos”. Em 1934, Hagia Sophia (Santa Sofia) foi transformada em museu pelo pai da Turquia secular, Kemal Ataturk, como parte dos seus esforços para fundar o Estado laico que ainda hoje governa o país.  

 A decisão do presidente turco Recep Tayyip Erdogan provocou fortes críticas nos meios cristãos, ocidentais e culturais, segundo as quais a conversão para o culto exclusivamente muçulmano pode aprofundar as divisões religiosas. Erdogan  convidou vários líderes mundiais para a cerimónia, entre os quais o Papa Francisco, que já havia reagido  à decisão afirmando que a reconversão em mesquita é um recuo naquilo que era visto como símbolo não só da Turquia secular mas também de um diálogo cristão-muçulmano, com ambas as vertentes presentes.</video:description>
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      <video:title>O apelo de um britânico para o seu governo:  Portugal "é um lugar seguro"</video:title>
      <video:description>Samuel Tilley frequentava o Algarve há mais de dez anos. Há dois decidiu abrir um bar em Vilamoura e está chocado com a decisão do governo britânico de excluir Portugal da lista de países de baixo risco para a covid-19.  "A minha mensagem para as autoridades britânicas é que este é um lugar muito muito seguro" . Tal como Samuel, muitos empresários no Algarve estão a ser  severamente afectados pela falta de turistas britânicos na região.  Há negócios familiares que estão no limite neste momento", explicou Samuel à Reuters.  "Algo tem de ser feito."  

 O Reino Unido reavaliou esta sexta-feira a lista de países que teriam "luz verde" das autoridades britânicas e Portugal continental voltou a ficar de fora. A imprensa britânica avançava esta quinta-feira que Londres iria ceder à "pressão poderosa" do Governo português, que considerou a exclusão de Portugal como "absurda" e errada" e sugeriu um impacto nas relações bilaterais. 

 Os dados de 2019 espelham a importância dos turistas ingleses no Algarve, mas também no resto do país. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, o  Reino Unido manteve-se em 2019 como o principal mercado emissor de turistas para Portugal , representando 19,2% das dormidas de estrangeiros. No Algarve, o peso dos britânicos sobe para 37,3% do total das dormidas de não residentes.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: alunas do Ginasiano Escola de Dança — &lt;i&gt;Maçadeiras do Meu Linho&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>São muitas as vezes em que queremos desistir. Não é fácil erguer um projecto destes, especialmente porque não valorizamos a cultura tradicional e popular em Portugal. Mas depois há dias em que percebes que basta um gesto e tudo está salvo. E isto é muito bonito e por isto vale a pena todos os esforços do mundo. 

 Um professor de música de jovens bailarinos em formação no  Ginasiano Escola de Dança , em Vila Nova de Gaia, decidiu apresentar aos alunos a MPAGDP, durante a quarentena e as aulas online. 

 O resultado final foi a gravação de 14 canções, com versões dos alunos, a partir de 14 canções seleccionadas por eles da MPAGDP. Os alunos criaram livremente algumas sequências rítmicas para acompanhar as canções. 
Esta é uma delas. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . E também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos.</video:description>
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      <video:title>Amália, centenário de uma vida: a vida de uma voz eterna</video:title>
      <video:description>No centenário de Amália Rodrigues, nascida oficialmente no dia 23 de Julho de 1920, recordamos a vida a par da voz eterna, que jamais deixámos de escutar. 

  Veja também:  

 
	  Amália, dez etapas de uma vida  
	   Amália, a voz eterna e uma vida em construção    ​</video:description>
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      <video:title>Earth Speakr: as crianças "são activistas, não filósofos"</video:title>
      <video:description>O artista dinamarquês-islandês Olafur Eliasson criou uma plataforma artística interactiva que convida crianças de todo o mundo a falar pelo planeta. Para que os adultos ouçam o que elas têm a dizer. “As crianças não são o utilizador final, são o co-produtor". 

 Leia a   reportagem completa no P3  .</video:description>
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      <video:title>Golfinho dá à costa na praia do Burgau, banhistas prestaram auxílio</video:title>
      <video:description>Um golfinho deu à costa na praia do Burgau, no Algarve, esta terça-feira. Por volta da 13h os banhistas foram surpreendidos por um golfinho que nadou até à praia. "Estava ferido e tinha vários arranhões. Tentou-se encaminhá-lo para alto mar mas ele voltava sempre para junto das pessoas", relatou Patrícia Carrilho, uma das banhistas que estava na praia, ao PÚBLICO. 

 Ao mesmo tempo que tentavam manter o golfinho na água os banhistas contactaram o Zoomarine na tentativa de que o animal fosse resgatado, mas cerca de 30 minutos depois o animal regressou ao mar. A Polícia Marítima de Lagos confirmou ao PÚBLICO que esteve no local mas nessa altura a situação já estava resolvida, tendo sido notificado o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).</video:description>
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      <video:title>Uma longa negociação para a mais grave crise: 1,8 biliões de euros para recuperar UE</video:title>
      <video:description>O acordo possível chegou já ao quinto dia de uma cimeira europeia cujo desfecho foi saudado como “histórico” por quase todos os líderes, em quase todas as línguas oficiais da UE. Menos em holandês: o primeiro-ministro dos Países Baixos, Mark Rutte, disse que essa não seria a palavra que escolheria para descrever o resultado da reunião, que deixou evidentes as visões distintas do projecto europeu dos vários Estados membros têm do projecto europeu. 

 Os 27 chefes de Estado e governo da União Europeia aprovaram, esta terça-feira, um  pacote global de 1,8 biliões de euros para apoiar a recuperação da actividade, paralisada pela pandemia do novo coronavírus , e promover a transformação da economia num sentido mais verde, inclusivo e digital. 

 Os líderes aprovaram as propostas para a criação de um novo instrumento financeiro para acelerar a recuperação da crise no valor de 750 mil milhões de euros, financiado através da emissão de dívida conjunta da União Europeia e canalizado através dos programas do próximo quadro financeiro plurianual para 2021-27, que terá um volume total de 1,074 biliões de euros. 

 Leia o artigo completo  aqui .</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam às salas, entre outros,   Patrick  , a primeira longa-metragem de Gonçalo Waddington,   Ofélia  , uma história dramática com realização de Claire McCarthy, e   As Maravilhas de Montfermeil  , comédia de Jeanne Balibar.</video:description>
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      <video:title>Greta Thunberg vence Prémio Gulbenkian para a Humanidade: "Há um antes e depois de Greta"</video:title>
      <video:description>A jovem activista sueca Greta Thunberg  venceu o Prémio Gulbenkian para a Humanidade , no valor de um milhão de euros, que quer distinguir projectos inovadores dedicados às alterações climáticas.  Miguel Bastos Araújo, cientista e presidente do comité de especialistas do Prémio, sublinha que além do mérito foram ainda considerados outros critérios como “o impacto e o grau de inovação”. 

  “Há um antes e depois da Greta na mobilização juvenil” , disse, lembrando ainda a importância do manifesto da ambientalista aos líderes europeus. ​Greta Thunberg deverá viajar até Lisboa para a cerimónia oficial de entrega deste prémio que, ao contrário de outros que lhe foram atribuídos antes, aceitou receber.  Num vídeo gravado, a jovem agradeceu o prémio e anunciou que o milhão de euros será doado, através da fundação com o seu nome, a diferentes organizações e projectos que tentam neste momento dar resposta à crise climática e ecológica. São acções, disse ainda, que “lutam por um mundo sustentável e para proteger o mundo natural”. 

 Leia o artigo completo   aqui  .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Posto de Combate</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Posto de Combate</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Capone</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Capone</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Flor da Felicidade</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Flor da Felicidade</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Teu Melhor Amigo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Teu Melhor Amigo</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Nota Perfeita</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Judy &amp; Punch - Amor e Vingança</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Judy &amp; Punch - Amor e Vingança</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Postais Mortíferos</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Postais Mortíferos</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer As Maravilhas de Montfermeil</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer As Maravilhas de Montfermeil</video:description>
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      <video:title>Ivan Krastev: "Os populistas são mais as vítimas da crise do que os beneficiários"</video:title>
      <video:description>Os líderes europeus prometeram solidariedade e cooperação, mas teme-se que a falta de uma resposta a uníssono à crise imposta pela pandemia da covid-19 possa abrir a porta a mais movimentos populistas e nacionalistas na União Europeia.  

 Ao PÚBLICO, o cientista político búlgaro Ivan Krastev, diz que a covid-19 Covid obrigou os líderes europeus a ver o mundo com olhos diferentes e que, até agora, os populistas são mais as vítimas da crise do que os beneficiários. 

 Leia a   entrevista completa aqui.</video:description>
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      <video:title>O PÚBLICO não pára para que você possa parar. Boas férias!</video:title>
      <video:description>A partir desta segunda-feira, dia 20, poderá ler na nossa  edição impressa , diariamente, um especial de Verão com entrevistas, um questionário diário de Proust, uma série de trabalhos sobre os 200 anos da Revolução Liberal, as histórias dos hinos de vários países ou as crónicas de  Ferreira Fernandes , ex-director do  Diário de Notícias . 

 Seguramente que a covid-19 vai continuar a ocupar grande parte da nossa atenção editorial, mas a verdade é que estamos no Verão. No PÚBLICO online vai ter um site que agregará estes trabalhos e que terá outras novidades. A começar por um novo serviço de meteorologia, sistematicamente actualizado e pesquisável, que vai gerar, por inteligência artificial, artigos com as principais variações e previsões da temperatura no país. Além disso, vamos ter um novo jogo, o Bridge, para acrescentar às  palavras cruzadas  e ao  sudoku . 

 Temos ainda outras formas de ir ter consigo. Pode aceder ao nosso canal do Messenger pela página do Verão 2020 (disponível a partir deste domingo), ou através da  nossa conta no Facebook , e falar connosco a qualquer hora. Este serviço de entrega de notícias permite-lhe personalizar o que quer ler e estará consigo sempre que precisar dele.  
  
Esta página foi desenvolvida para ser de leitura simples num telemóvel, porque imaginamos que o vá levar consigo, quer esteja de férias, quer esteja a trabalhar. É o que fazem 70% dos nossos leitores. Por isso, criámos a possibilidade de  subscrição da #verão2020 na nossa aplicação .  

 O Verão é no PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria: Trovador — &lt;i&gt;Valsa da Solidão&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Hoje a Baião Piedade levou-nos ao Alexandre M. Silva, que nos levou ao Bernardo Franco, que se intitula Trovador. Não tem página no Facebook, só deu um concerto e foi pós covid-19 e via  streaming . Não sei por que começou, nem porquê. Mas conheço muitos músicos, cada vez há mais, são todos resilientes valentes, que ser-se músico em Portugal, se era duro, agora com vírus é quase impossível, mas um artista é artista quando não consegue viver sem criar. Eu olhei para o Bernardo hoje e percebi isso. Mas percebi mais, ele não copiava ninguém, cantava para si e para quem o ouvisse como um verdadeiro Trovador, tem a sua linguagem e a sua calma e isso é raro. Espero que nunca desista e que perceba que quem escolhe este caminho não se pode queixar. Tem de o levar contra marés, sabendo que o mar acalma e que o sol nasce todos os dias.  

  O P3 partilha regularmente vídeos do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , de Tiago Pereira, que se dedica a gravar manifestações musicais, rituais, práticas, paisagens sonoras e histórias de vida, sempre na primeira pessoa, pelo país todo.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Becky</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Becky</video:description>
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      <video:title>DD Peartree lança &lt;i&gt;Caveat&lt;/i&gt; a fechar uma trilogia e a antecipar novo álbum em 2021</video:title>
      <video:description>Cantautor luso-irlandês que começou a sua carreira na Madeira, em 2008, DD Peartree foi até 2010, ano em que se mudou para Lisboa, uma presença assídua no circuito de música ao vivo madeirense, abrindo o concerto dos Hands On Approach no Antena 3 On Tour, em Santana, e participando no Kool Fest 2009 no Funchal, com os Terrakota e os Mundo Secreto. Sob a orientação do produtor Paulo Miranda, gravou ainda em 2009 11 canções, entre o Funchal e Viana do Castelo, e já em Lisboa um EP com quatro faixas, uma das quais,   The love I used to love  , foi seleccionada para a colectânea de  Novos Talentos Fnac  em 2010. Em 2012 mudou-se para a Noruega, daí lançando o seu álbum de estreia,   twists &amp; turns  , com as gravações realizadas em Portugal acrescidas de um single,   Big little things  . Vencedor do concurso Don’t Stop Believing, da Radio Nova (Oslo), ali interpretando um clássico dos Journey, foi incluído numa colectânea editada pela Radio Nova Records e actuou, durante dois anos, um pouco por todo o país. 

 DD voltou em 2015 para a Madeira, onde lançou o tema  My song is gone , produzido e gravado em casa e incluído numa colectânea do festival nacional itinerante de  one man bands  Um ao Molhe, no qual também em 2015 e 2017, no Funchal. Fez-se novamente aos palcos da região e em 2017 rumou à Austrália, actuando e fazendo maquetas de dezenas de canções. No regresso a Portugal, em 2018, reencontrou Paulo Miranda no AMP Studio em Viana do Castelo “e registou três dos muitos temas que trazia na bagagem”.   Dreamer disease   e   West coast  , lançados respectivamente em Janeiro e em Junho de 2019, foram bem recebidos nas redes sociais e nas rádios nacionais. 

 Agora, DD Peartree lança  Caveat , tema do presente videoclipe, que fecha a trilogia de canções gravadas no regresso a Portugal. “Em formato curta metragem, o vídeo utiliza uma pequena narrativa, atmosférica e estilizada, em que o protagonista, representado pelo artista António Pascal, batalha como a lacuna provocada pela ausência de alguém”, justifica em com</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Entre outras estreias, chegam às salas   O Espaço Entre Nós  , drama realizado por Alice Winocour,   O Que Arde  , filme de Oliver Laxe, e   Arkansas - Rei do Crime  ,  thriller  co-escrito e realizado por Clark Duke.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Fellini 8 1/2</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Fellini 8 1/2</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Estrada</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Estrada</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer La Dolce Vita</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer La Dolce Vita</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Julieta dos Espíritos</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Julieta dos Espíritos</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Voz da Lua</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Voz da Lua</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Os Inúteis</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Os Inúteis</video:description>
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      <video:title>Um centro cultural com rodas fez-se à estrada para criar união (mantendo o distanciamento)</video:title>
      <video:description>Com A Porta entreaberta por culpa do novo coravírus, Gui Garrido passou "muito tempo à janela", a conversar com programadores e artistas sem palco. "Como é que vamos continuar a fazer o que acreditamos, e que achamos ser necessário, respeitando as normas de segurança?", era a pergunta. A resposta estava parada na garagem há anos e,  entre 1 e 12 de Julho, o Mapas fez-se à estrada . 

  A carrinha Nissan Cabstar F22, a "  mini-transformer,   que     em 25 minutos se converte num centro cultural móvel", percorreu Leiria e foi até quem a quisesse ver passar. Da primeira viagem, ficam documentadas quatro visões sobre os bairros da cidade. No episódio que o P3 partilha  , produzido pela   Casota Collective  ,   Luís Gueve Gomes relembra as festas no Bairro Sá Carneiro , um dos pontos de paragem da viagem  longe dos sítios e públicos do costume .  

 Pelo caminho, "houve muito diálogo", instalações, concertos, um  mapa de rostos de leirienses  e a certeza de que "a segurança é possível de retomar e reconstruir". "As pessoas querem estar perto, dentro da possibilidade do estar perto. Querem voltar a ver, querem voltar a sentir o que é estar em conjunto a testemunhar alguma coisa",   sentiu Gui , que assume a direcção artística do ponto móvel de partilha com António Pedro Lopes.  "Num momento tão delicado, deixarem-nos entrar, deixarem que os ouvíssemos. Era essa vontade que tínhamos, de aproximação às comunidades e de entrega da cultura porta a porta c om todo o devido respeito de quando estás a entrar num território que não é o teu, e que é muito diferente de quando organizas um concerto, uma exposição ou um festival num recinto onde só entra quem quer vir."  

  Porque é "  um projecto antigo que nasce a reflectir sobre as coisas que, já existindo, foram agudizadas pela pandemia", há vontade de levar o  Mapas  a passear por outras ruas. Mesmo quando A Porta voltar a abrir.  "Parece que, depois disto, há uma primeira vez para tudo."</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Fellini 8 1/2</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Fellini 8 1/2</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Que Arde</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Que Arde</video:description>
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      <video:title>Aos 23 anos, Joshua Wong escreveu um livro de memórias e arrisca ser preso pela terceira vez</video:title>
      <video:description>Poucas ou (quase nenhumas) pessoas escrevem e publicam livros de memórias aos 23 anos de idade. Mas poucas pessoas têm o percurso de vida de Joshua Wong, um cidadão de Hong Kong que viveu a infância de braço dado com a crise de identidade do território que o viu nascer, que saiu para a rua de megafone, ainda adolescente, para reclamar uma identidade própria para a sua geração e que, transformado em mobilizador social e figura internacional, foi preso por exigir para a sua cidade um trajecto diferente do que a República Popular da China pretende. 

 Tudo em Joshua Wong remete para um sentido de dever, para uma luta, para uma missão de conseguir um mínimo de democracia para Hong Kong. Seja ao longo das páginas do livro (Da Falta de) Liberdade de Expressão, editado em Portugal pela Bertrand, ou em conversa por Skype com o PÚBLICO, o activista é parco em palavras, incisivo nas críticas à China e determinado nos avisos à comunidade internacional. 

  Leia a entrevista na íntegra.</video:description>
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      <video:title>Golfinhos regressam ao Rio Tejo</video:title>
      <video:description>Desde 24 de Maio que golfinhos-comuns são regularmente avistados no rio Tejo, muito perto da cidade.  A melhoria da qualidade das águas do estuário do Tejo é a razão apontada pela Câmara Municipal de Lisboa (que divulgou as imagens deste vídeo) para o regresso dos golfinhos. 

 Para o biólogo marinho Francisco Martinho, especialista em golfinhos, a razão é o aumento de peixe disponível nestas águas. O biólogo está à frente da empresa ECCO Ocean, que organiza passeios para observação de golfinhos no rio Tejo, e que no último mês também tem partilhado imagens dos golfinhos na página   Lisbon Dolphins  .  

 Há mais cavala e mais sardinha, dizem os pescadores, mas os impactos da pandemia — menor poluição e menos movimento no Tejo — podem ajudar a explicar a presença dos golfinhos.</video:description>
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      <video:title>O período, os bebés e a menopausa: “Nunca é assim tão simples”</video:title>
      <video:description>"Contamos às raparigas uma história simples. Tens o período aos 12 anos. Repete-se a cada 28 dias. Vais ter de lidar com alguma dor. Depois tens bebés. Depois mais períodos. E depois, por volta dos 50, o teu corpo reforma-se. Mas nunca é assim tão simples." O projecto #Wombstories, que surgiu como anúncio da marca de produtos higiénicos Bodyform, quer  contar as histórias reais de "amor e ódio" relacionadas com os ciclos menstruais , para que ninguém tenha de "esconder aquilo que sente".  

 Desde o prazer e a endometriose ("uma dor tão forte que é uma doença") ao desejo ter filhos e também de não os ter, o vídeo acompanha histórias paralelas com um elo de ligação: o útero. "A alegria do nascimento, a dor do nascimento e  o silêncio devastador de um aborto espontâneo  (...), os  começos constrangedores  e  os fins da menopausa, que parecem uma montanha-russa ", todas estas são histórias que "têm de ser ouvidas e partilhadas". 

 E são essas as experiências exploradas no  site da Bodyform , com uma índole informativa que se divide em capítulos diferentes:  o processo do ciclo menstrual , o  aborto espontâneo , a  realidade do parto , a decisão de  não ter filhos , a  endometriose , os  tratamentos de fertilidade  e a  menopausa . O projecto #Wombstories apresenta ainda estatísticas com base em experiências reais e nos dados lançados pelo Serviço Nacional de Saúde britânico.  

 A Bodyform deixou ainda no site um  formulário de partilha , com perguntas que vão desde o "Como descreverias as tuas menstruações?" ao "Se o teu útero fosse um local, como seria? Como uma sala confortável ou como um vulcão?". Na defesa da partilha e da "entreajuda", a iniciativa #Wombstories quer "ouvir histórias". Isto porque “ nunca é simples”. “As histórias não vistas, não contadas e desconhecidas dos nossos períodos, vulvas e úteros são muito mais complexas e profundas.”  

   Texto editado por Ana Maria Henriques</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Surdina  , comédia de Rodrigo Areias,   Wasp Network - Rede de Espiões  , drama histórico assinado por Olivier Assayas, e   Burden - A Redenção  , filme de Andrew Heckler, são alguns dos títulos em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Sem barcos e banhistas, a vida marinha regressou à costa italiana</video:title>
      <video:description>As medidas de confinamento rigorosas impostas pelo governo italiano devido à pandemia da covid-19 interromperam a circulação terrestre e marítima, criando uma oportunidade sem precedentes para avaliar o impacto da atividade humana no mar que circunda Itália.  Em Abril, a Guarda Costeira italiana, em colaboração com outras agências policiais e autoridades ambientais regionais, lançou uma campanha de monitorização para avaliar a saúde do Mar Mediterrâneo e o impacto da atividade humana no mundo aquático.  

 "Conseguimos uma melhoria significativa na transparência das águas”, disse à Reuters o tenente Alessandro Mino, comandante da Unidade de Mergulho da Guarda Costeira italiana. 

 Os resultados do estudo serão divulgados no final de Julho e avaliarão a saúde do mar através da recolha de dados adquiridos através de amostras de água, filmagens subaquáticas filmadas por ROVs (veículos operados remotamente) e pelo censo de avistamentos incomuns de espécies marinhas próximas a áreas densamente povoadas. 

 Mas os resultados já são evidentes:  "Pudemos ver a diminuição do impacto humano e avaliar positivamente o facto de que o ambiente marinho e a vida marinha recuperaram espaços que a actividade humana ocupou" , explicou o tenente da Guarda Costeira. 

 Sem barcos a motor nas águas italianas e com os banhistas longe das praias, um grupo de cachalotes foi recentemente avistado nas águas azuis do mar da Sicília, perto de Milazzo, assim como golfinhos substituíram o tráfego de navios porta-contentores nos portos da Ligúria. Uma baleia-comum, a segunda maior espécie do mundo, foi avistada no mar na costa da Toscana em Abril. 

 Para o porta-voz da Guarda Costeira, Cosimo Nicastro, os resultados que agora estão à vista  permitem uma maior compreensão sobre o quão frágeis são os ecossistemas. "Com a emergência sanitária entendemos melhor o que vemos ao nosso redor, esta herança incomensurável que compõe nosso país é tão rica, mas também é algo frágil, algo que não devemos aceitar como garantido.  Devemos entender </video:description>
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      <video:title>Este ano, o Fazunchar volta a mostrar que “a arte urbana não é só das grandes cidades”</video:title>
      <video:description>O  festival Fazunchar  regressa de 15 a 23 de Agosto a Figueiró dos Vinhos, em Leiria, alargando-se desta vez a todas as freguesias do concelho. Estão planeados concertos, pinturas de murais,  workshops , acções comunitárias e visitas guiadas, pelo que “a expectativa é grande”, conta ao P3 a curadora  Lara Seixo Rodrigues , da plataforma  Mistaker Maker . 

 Uma das novidades desta segunda edição é a realização de quatro residências artísticas: na área da música,  Surma ; no desenho, Francis.co;  na fotografia, Rute Ferraz; e,  no vídeo,  Vasco Mendes , que já em 2019 realizou um filme sobre o festival, que o P3 agora destaca. 

  Este ano, o jovem realizador continuará a “acompanhar” todo o festival, “ passeando pela vila e vendo os pequenos eventos do dia-a-dia”, a verdadeira matéria de inspiração do seu trabalho. O documentário, uma vez mais, tem como objectivo reflectir “a relação entre os artistas e a vila". Ao P3, Vasco adianta ainda que espera que haja "cruzamento de artistas", provocando "contaminação" entre eles. 

 Este ano, em termos de arte urbana, o Fazunchar conta com nomes como Adamastor (Susana Diniz e Pedro Semeano),  Tamara Alves , Mantraste e a britânica Helena Bur. Prova assim que “a arte urbana não é só das grandes cidades”,  realça Vasco , além de levantar a discussão sobre a própria localidade de Figueiró dos Vinhos e as “várias gerações” que a povoam. Por exemplo, através de actividades que apelam quer a mais novos, como a mais velhos (como é o caso do projecto  Lata 65 ).  

 Em tempos atípicos, Lara reforça que foram adoptadas medidas de segurança apertadas e que "tudo está a ser pensado ao pormenor". "Estamos entusiasmados para voltar de forma redobrada", confessa. Já Vasco, demonstra-se curioso quanto ao desenvolvimento do festival ajustado à "nova normalidade" e espera que as pessoas não deixem de aparecer "por medo".  

  Texto editado por Amanda Ribeiro</video:description>
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      <video:title>A tele-existência durante a pandemia retratada por Casuar: em &lt;i&gt;Live on tape&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O nome Casuar: (assim mesmo, com dois-pontos como remate) identifica o projecto do multi-instrumentista e compositor Rui Rodrigues. Nascido em Castelo Branco, é para além de músico também sócio fundador do Clube do Capitão Leitão (estúdio musical nascido em Marvila, em Lisboa) e técnico de som. Em 2014, depois de quatro discos editados e cerca de duas centenas de concertos em Portugal e na Europa com bandas como os Dazkarieh, Rui lançou o projecto Casuar: como  one man band  (tocando todos os instrumentos) e  Live on tape  é o seu videoclipe mais recente. Tema? A pandemia e o confinamento. Sintetizados em versos como estes: “Planos C, D, E/ quantos mais houvesse até,/ ninguém antecipava/ o golpe que flagrava// e o mundo em contrapé.” Ou: fecha o ensino, fecha o retalho/ telescola, teletrabalho/ isolamento: televivências/ tédio: telexperiências/ telesmola, telebandalho// Live on tape, agora é live on tape.” 

 Na sua página de Facebook, Casuar:/Rui Rodrigues indica como influências os LCD Soundsystem, Tune-Yards, Arcade Fire, the Black Keys, Feist, Radiohead ou Animal Collective e como afiliações Dazkarieh, Voodoo Marmalade, LOT e Uxu Kalhus. No YouTube tem vários videoclipes publicados, como   Cruz que eu carrego  ,   Bla bla bla (lyric video)   ou   Beto desalinha   (do LP homónimo de 2019), este assinado por Casuar: e as Aves Raras e gravado ao vivo no CCL, o Clube do Capitão Leitão.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria: Mariana Godinho e Lina Serra - &lt;i&gt;Cantarinhas de Beringel&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Cantar porque sim, porque faz parte cantar. Com a mãe e com a avó, sozinho, no banho ou no carro, a lavar a louça ou no computador. Cantar para adormecer, ou para que o tempo passe mais depressa. Mas cantar, cantar sempre, não interessa de bem ou mal. Cantar sem ser no palco ou maquilhado, cantar por cantar. Como aqui, mãe e filha em Beringel. 

  O P3  partilha regularmente  vídeos do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , de Tiago Pereira, que se dedica a g  ravar manifestações musicais, rituais, práticas, paisagens sonoras e histórias de vida, sempre na primeira pessoa, pelo país todo.</video:description>
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      <video:title>Bolsonaro revela que tem covid-19 e retira a máscara para mostrar que está bem</video:title>
      <video:description>O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira que teve positivo no teste de despistagem da infecção pelo novo coronavírus. Bolsonaro apresentava sintomas de covid-19 e fez o teste na véspera. 

 Em declarações aos jornalistas em Brasília, Bolsonaro garantiu estar “perfeitamente bem” e que a febre já está a descer. “Estou até com vontade de fazer uma caminhada, mas, por recomendação médica, não farei”, afirmou. Com 65 anos, o Presidente integra o grupo de pacientes de risco para quem os efeitos da covid-19 podem ser mais graves. 

  Leia mais aqui.</video:description>
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      <video:title>Chá ou sexo: só com consentimento</video:title>
      <video:description>É difícil compreender a importância do consentimento no que toca ao sexo? Então e se estivermos a falar de chá? O vídeo  Consent: It's Simple as Tea , publicado pela polícia de Thames Valley no YouTube, põe tudo isto em perspectiva. Como? Ao mostrar que, seja para beber uma xícara de chá ou para iniciar um acto sexual, todas as respostas devem ser respeitadas. Tudo isto com bonequinhos bem simples que protagonizam situações simbólicas. Porque há quem não perceba e, como se diz, precisa de um desenho.   

  Se, por exemplo, uma pessoa muda de ideias e já não quer uma xícara de chá, não deve ser forçada a bebê-lo. E se está inconsciente, incapaz de responder à pergunta "Queres chá?", não pode ser obrigada a sorver qualquer tisana. Ou seja, " no means no ". Ou antes, "   yes means yes   ". Seja chá ou sexo, como se conclui no vídeo: "Se podes entender o quão ridículo é forçar as pessoas a beber chá quando não querem chá e és capaz de perceber quando as pessoas não querem chá... então quão difícil é entendê-lo quando se trata de sexo?"   

  O vídeo, que foi lançado na terça-feira pela força de segurança e pelo Thames Valley Sexual Violence Prevention Group, foi   criado originalmente   pelo estúdio Blue Seat e por uma   blogger  . Insere-se na campanha   #ConsentisEverything   dos agentes britânicos que tem como objectivo "apoiar as vítimas de agressão sexual e violação". Para que não tenham receio de denunciar casos à polícia. "Vamos ouvi-las e acreditar nelas",   garante   a Thames Valley Police no seu site. "Juntos podemos prevenir as violações garantindo que toda a gente sabe quando há consentimento sexual — e quando não há."</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz. Trailer Convidado de Honra</video:title>
      <video:description>Cinecartaz. Trailer Convidado de Honra</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz. Trailer Wasp Network - Rede de Espiões</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Cães que Ladram aos Pássaros</video:title>
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      <video:title>No Chile, há uma enfermeira a tocar violino para doentes com covid-19</video:title>
      <video:description>Duas vezes por semana, em vez de regressar a casa depois de um longo turno, a enfermeira chilena Damaris Silva regressa à unidade de internados com covid-19 com o seu violino.  “Quando começo a tocar a reacção dos doentes é imediata. Ficam mais contentes, sorriem e aplaudem” , contou a enfermeira de 26 anos à Reuters. 

 Trabalha no hospital El Pino, na cidade de Santiago, capital do Chile. O país tem sido fortemente atingido pela pandemia, com mais de 6300 mortos registados até à data. 

 No início deste mês de Julho, as autoridades chilenas anunciaram que iriam manter, por pelo menos mais uma semana, o regime de quarentena – que vigora em 63 comunidades  –  afectando cerca de nove milhões de pessoas, que se encontram confinadas.</video:description>
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      <video:title>Sabes fazer um Manhattan? E um Negroni? Pedro Lucas explica</video:title>
      <video:description>São tutoriais de  cocktails  com guitarradas à mistura: parece difícil, mas resulta. A convite da editora Lovers &amp; Lollypops, o músico Pedro Lucas criou uma série que junta estas duas vertentes. Os oito vídeos da  Household Mixology  estão disponíveis no Patreon desde o dia 12 de Maio, na página do  Clube Lovers &amp; Lollypops , para assinantes. Para o público em geral, sai um episódio por mês no YouTube. Este mês,   Negroni ,  o terceiro episódio, estreia-se no P3.  

 "  Eu chamei a isto um disco-youtube    porque basicamente está pensado para uma plataforma de vídeos online. O lançamento foi planeado com uma  estratégia Netflix : quem tem acesso à Netflix, tem acesso à série toda; quem não tem, espera pelos canais generalistas onde dá um episódio por mês, que é o que eu estou a fazer ao lançá-los no YouTube", explica Pedro Lucas ao P3.   

  A temática surgiu naturalmente, no seguimento da própria experiência do músico: "Entre 2010 e 2016, quando emigrei para a  Dinamarca , trabalhava como  bartender .     Tinha por aqui algum equipamento caseiro, usei copos de medição para fazer bolos, usei as colheres que tenho na cozinha em vez das colheres técnicas para mexer os  cocktails ", explica. Quando regressou,  foi construindo a sua própria garrafeira  e até comprou um vermute — "uma garrafa que me vai dar para o resto da vida, provavelmente".  

 De forma a responder ao pedido da editora, de produzir conteúdo, Pedro arranjou maneira de fazer algo "mais confortável" para si e, ao mesmo tempo, usar os vídeos como uma espécie de " suporte visual para a coisa que interessa: as guitarradas". "Eu não tenho assim grande aptidão natural para  estar em frente a uma câmara , então pensei em fazer estes  cocktails  clássicos. Há pessoas que se interessam mais pela música, outras pelos  cocktails. "  

  Para além da carreira a solo, Pedro Lucas é uma das metades do  duo açoriano Medeiros/Lucas , que lançou durante a quarentena uma iniciativa para  vender a sua discografia a "preços mais acessíveis" , face às  dificulda</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Três Realizadoras Portuguesas</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Sobreviver na Noite</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Sobreviver na Noite</video:description>
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      <video:title>Patrícia, Ricardo e Mariana não têm o “luxo de não saber” o que é o racismo</video:title>
      <video:description>Com o país em estado de calamidade,  naquele sábado, 6 de Junho , a emergência foi outra, conta ao P3 Patrícia Alves, tradutora de 28 anos, licenciada em Relações Internacionais. "Tinha que ser", diz, tremendo de nervosismo. O racismo é um tema que não se pode "dar ao luxo" de não conhecer, lembra esta portuguesa a quem estão sempre a perguntar de onde é "verdadeiramente". 

 "Na altura foi uma emergência tão grande, que se fizéssemos um mês depois não ia ser igual." Tinham passado quase duas semanas desde o  assassinato de George Floyd  nas mãos da polícia norte-americana e aquelas imagens pediam uma reacção. "Foi um negro que foi morto à frente de toda a gente", recorda. "Ver uma pessoa a perder a vida ao segundo foi tão visceral que as pessoas disseram: 'Não, temos de fazer alguma coisa.'" 

 Ricardo Ayala, de 40 anos, sentiu a mesma necessidade de sair à rua naquele sábado. Produtor de eventos, DJ e  dono de um tuk-tuk , a pandemia tirou-lhe todas as fontes de rendimento e obrigou-o a reinventar-se em quase tudo menos na luta contra o  racismo . Habituado a marcar presença nas manifestações, ficou surpreendido por ver tantas caras novas na manifestação em Lisboa. "Eu não me lembro de ter visto tantos jovens a manifestarem-se por algo que eles sentem tão bem na pele", salienta. "Esta manifestação era necessária e vai ser mais vezes necessária. Foi só mais uma vírgula num grande texto", argumenta. 

 Ricardo partilhou no Facebook uma imagem da manifestação e desde então que tem tido muitas discussões acessas com amigos e conhecidos naquela rede social. Muitos não compreenderam a necessidade da manifestação em plena pandemia. "Não há um  timing  para manifestações sobre direitos que as pessoas têm", explica, acrescentando que as pessoas tomaram as devidas precauções — usaram máscaras e a organização distribuiu álcool gel pelos participantes. "Hoje faz um mês da manifestação, eu estou aqui e  não tive covid-19 ", remata. 

 No Porto, a estudante Mariana Modesto, de 17 anos,  juntou-se pela primeira vez à </video:description>
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      <video:title>A &lt;i&gt;Luta Livre&lt;/i&gt; de Luís Varatojo aponta agora o punho à gentrificação de Lisboa</video:title>
      <video:description>É o quinto single do projecto  Luta Livre , que o cantor e compositor Luís Varatojo tem vindo a revelar desde Fevereiro, e estreia-se precisamente este domingo.  Sushi era no Japão , este novo tema, lança um olhar crítico sobre o fenómeno de descaracterização e gentrificação na cidade de Lisboa, recordando um tempo (a década de 80) em que isso era ainda uma coisa bem longínqua e inimaginável. Este tema, tal como os anteriores e os que virão, devem dar origem a um disco a editar depois do Verão, em CD e LP. 

 Em Maio passado, Luís Varatojo (Peste &amp; Sida, Despe e Siga, Linha da Frente, A Naifa, Fandango)  explicou assim à imprensa  como lhe surgiu este projecto, com afinidade com as canções de protesto e de intervenção: “De há um ano para cá, comecei a escrever alguns textos sobre notícias que ia lendo no jornal, fui acumulando esses textos e ao mesmo tempo comecei ia fazer uns instrumentais com base em samples que fui fazendo em discos de jazz. Juntei uma coisa à outra para ver o que dava.” E deu uma série de canções, que ele diz que se mantiveram actuais nestes tempos de pandemia: “Os assuntos são os mesmos, iniquidade, as notícias falsas, a falta de interesse das pessoas em questões políticas verdadeiras, da cidadania. Acabo por confirmar que [esses temas] acabaram por ficar mais presentes, mais visíveis”. 

 Luís Varatojo, há muito familiarizado com a canção interventiva (na Linha da Frente ou A Naifa, mas também no projecto  Canções para Revoluções , com que foi celebrado em Lisboa, num concerto na Praça do Comércio, o 25 de Abril de 2017), já lançou, deste seu  Luta Livre , quatro singles e videoclipes:   Política   (com o saxofonista Ricardo Toscano e o Gospel Collective como convidados),   Ninguém quer saber   (com Kika Santos, Magnetic Strings e o Coro Infantil Os Amigos do Vicente),   Iniquidade   (com o saxofonista Edgar Caramelo) e   O problema é o sistema   (com Kika Santos), que abre com sons gravados em Lisboa, em 27 de Setembro de 2019, numa manifestação pelo clima. “Vem aí um futuro de extremo</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>O Paraíso, Provavelmente  , comédia de Elia Suleiman,   A Verdade  , drama familiar com assinatura do aclamado realizador Hirokazu Koreeda, e   Martin Eden  , filme de Pietro Marcello, são algumas das estreias em cartaz nas salas de cinema.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Recepcionista</video:title>
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