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      <video:title>Ao ar livre e com álcool gel no bolso: os cuidados dos jovens quando bebem um copo</video:title>
      <video:description>Desde o início do desconfinamento, os casos de covid-19 entre os jovens até aos 29 anos  quase duplicaram . Com eles, cresceu também uma “ideia de culpabilização dos mais jovens”, à boleia de saídas à noite e festas que obrigaram à intervenção da PSP em vários pontos do país.  Mas eles  não se estão nas tintas para os outros — só se sentem fartos .  Bebem um copo para "trocar ideias para não enferrujar", como escutámos nas ruas do Porto, mas  com cuidados : álcool gel no bolso, o mesmo grupo de amigos, ao ar livre. E  nada de São João . "É o mínimo que podemos fazer, por nós e pelos outros."</video:description>
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      <video:title>Nesta pousada, os clientes são doentes com covid-19 e os gestores são socorristas e assistentes sociais</video:title>
      <video:description>Marta Rosário bate à porta do quarto de Nisha. “Olá! Há um enfermeiro que quer falar consigo.” Põe o telefone em alta-voz, ele apresenta-se e pergunta-lhe como se tem sentido, que sintomas tem. Nisha responde, em inglês, que está bem, mas que ainda não recuperou o olfacto. 

 Nisha é nepalesa e tem 22 anos. Está infectada com o novo coronavírus e temporariamente alojada na Pousada de Juventude da Rua Andrade Corvo, no centro de Lisboa, desde a noite da passada segunda-feira. “São seis noites, cinco dias, incluindo hoje”, ri-se a jovem de aspecto franzino à entrada da porta. 

 Esta estrutura começou a funcionar como centro de realojamento de emergência por iniciativa da Câmara de Lisboa, a 17 de Abril. Quando o Governo criou o Plano de Realojamento de Emergência para a Área Metropolitana de Lisboa (AML), anunciado a 29 de Maio, alargou a sua zona de actividade, tornando-se num dos espaços incluídos no plano. Dele fazem ainda parte a Mesquita de Lisboa, que está a ser gerida pelos bombeiros da Ajuda e de Campo de Ourique, o antigo Hospital Militar de Belém e a Base do Alfeite. 

  Leia aqui a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: José Manuel Martins e Nuno Cirilio - &lt;i&gt;Fado falado&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já tínhamos tudo arrumado, mas o poema era bom, o fado era falado e o Nuno tinha a guitarra. Foi um acaso e foi bonito. Elvas tem sempre estes truques. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer SpongeBob: Esponja em Missão</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer SpongeBob: Esponja em Missão</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Bem-Vindos a África</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Bem-Vindos a África</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Zé Pedro Rock'n'Roll</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Zé Pedro Rock'n'Roll</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Tenet</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Clube dos Divorciados</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Arkansas - Rei do Crime</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Arkansas - Rei do Crime</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Correr Por Um Sonho</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer À Luz da Noite</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Burden - A Redenção</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Faz-me Companhia</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Faz-me Companhia</video:description>
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      <video:title>"Todos deviam ter direito a estudar música"</video:title>
      <video:description>A instituição tinha deixado nesse ano as instalações históricas no Bairro Alto e instalara-se provisoriamente em Belém, nas oficinas da Escola Secundária Marquês de Pombal, uma instituição vocacionada para o ensino profissional. 

 Foi precisamente nesse período, “difícil”, de adaptação, como descreve a directora e pianista Lilian Kopke, que os 56 alunos que realizaram os exames de Português e de Matemática do 9.º ano elevaram a média da escola para os 4,07 valores, colocando-a como a escola pública com melhores resultados — no ranking geral deste nível de ensino, ocupa a 16.ª posição, os primeiros 15 lugares pertencem a estabelecimentos privados. 

 Lilian Kopke não se surpreende com o resultado e aponta as turmas reduzidas, com um máximo de 20 alunos, como uma das razões do sucesso. Outra, e talvez a mais importante, será o próprio estudo da música, por ser exigente, intenso e obrigar os alunos a uma implacável organização. “A música exige uma disciplina muito rígida, um aluno que toca um instrumento ou um cantor não fica um dia sem estudar.” 

  Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>Uma década de Sol num vídeo: NASA divulga &lt;i&gt;timelapse&lt;/i&gt; de dez anos da estrela</video:title>
      <video:description>A NASA compilou dez anos de imagens do Sol e reuniu-as num vídeo em  timelapse  de uma hora que está agora disponível para ser admirado. 

 Neste mês de Junho de 2020,  diz a agência espacial norte-americana , faz dez anos que o Observatório da Dinâmica Solar (SDO, na sigla ingelsa) observa o Sol sem um único minuto de pausa. O SDO reuniu 425 milhões de imagens em alta resolução da estrela, uma fotografia tirada a cada 0,75 segundos e o equivalente a 20 milhões de  gigabytes  de dados na última década. "Esta informação permitiu fazer inúmeras descobertas sobre o funcionamento da estrela mais próxima de nós e sobre como esta influencia o nosso sistema solar", lê-se na nota da agência espacial. 

 E o que nos mostra este retrato de dez anos? Um aumento e diminuição da actividade que ocorre como parte do ciclo solar de 11 anos, mas também outros "eventos notáveis" como a movimentação dos planetas e erupções. 

 "Embora o SDO tenha mantido um olho atento apontado para o Sol, existiram momentos que não captou. As partes escuras no vídeo são causadas ​​pela Terra ou pela Lua a eclipsar o SDO enquanto passam entre a nave espacial e o Sol", refere a NASA. 

 O instrumento continuará a monitorizar o Sol por "muitos anos".</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: &lt;i&gt;Paisagem sonora de Maria Pereira a fazer queijo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Andamos muitos esquecidos de ouvir, não fisicamente, mas socialmente. Mas muitas vezes basta apenas ficar quieto e ouvir, tal como aqui. A Maria faz o queijo, ouve-se a água, o relógio, a vida a pulsar. É um bom exercício, experimentem. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>"É um selo de confiança"</video:title>
      <video:description>A  SABOREAR - Eventos e Mares  é uma empresa de produtos tradicionais portugueses, completamente artesanais, e que se orgulha de estar no mercado com produtos diferenciadores. Entre estes conta-se a geleia de camarinha, um dos produtos mais requisitados. A exigência faz parte do seu ADN, desde a confecção até à apresentação final do produto.  

 Com uma linha de produtos artesanais, a SABOREAR aderiu ao Portugal Sou, o que na perspectiva de Fátima Rodrigues tem sido benéfico.  "O Portugal Sou Eu dá-nos uma grande ajuda, faz-nos chegar onde sozinhos não chegávamos", defende.  

  Explica-nos, ainda, que este selo permite dar uma garantia, uma certificação ao produto, e acredita que ter o selo Portugal Sou Eu é , sem dúvida, uma mais-valia. "É um selo de confiança", afirma.  

  A responsável reconhece que a procura e o interesse por produtos portugueses tem aumentado, as pessoas procuraram: "Cada vez mais se procura o local, o puro, o português, o tradicional. ... o bom ", remata Fátima Rodrigues.</video:description>
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      <video:title>"Comprar português é essencial para a economia nacional"</video:title>
      <video:description>Com 75 anos de história, a  Sival  é uma empresa que sempre apostou na portugalidade. Como explica Pedro Faria, gerente da Sival, aderir ao programa Portugal Sou Eu faz todo o sentido no âmbito da estratégia da empresa: "Grande parte das matérias-primas que usamos, a mão-de-obra e o  know how  é português, daí fazer todo o sentido de aderir ao Portugal Sou Eu".  

 O responsável acredita que é importante apostarmos no que é nacional, essa deve ser a realidade e também o futuro de todos nós.  "(Acredito) que este tipo de programa e esta necessidade de comprar português é que é o caminho. Vamos continuar neste programa e  fazer tudo para demonstrar que comprar português é bom", afirma.  

  Acrescentando, ainda, que:  "Temos consciência de que comprar português é algo essencial para a Economia Nacional".</video:description>
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      <video:title>"Produzimos em Portugal, com matéria-prima nacional"</video:title>
      <video:description>A Gwiker nasceu em 2016 com o objectivo de produzir alimentos saudáveis. "Produzir o que temos de melhor em Portugal, com matérias-primas nacionais", explica o director-geral da Gwiker. 

 Como explica Diogo Maurício, o que levou a empresa a aderir ao Portugal Sou Eu: "Tem a ver com a forma de atestar junto do consumidor final a origem, a localidade em que são produzidos os nossos produtos". Com este selo, o responsável acredita que conseguem transmitir ao consumidor, de forma inequívoca, que a Gwiker produz em Portugal, com matéria-prima nacional. Destaca ser esta a principal vantagem de aderir ao selo. 

 Considera, ainda, que a existência de um selo destes que atesta a forma como é produzida e a origem dos produtos que  o consumidor está a adquirir, dá a certeza ao consumidor que com este selo está a comprar um produto português.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Carlos Paulo, Samaritana e Samuel Maia - &lt;i&gt;Eu fico contigo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Hoje é o Dia Nacional do Cigano. Este vídeo foi feito no auditório da Biblioteca de Marvila - não estávamos à espera de ser assim, mas gravámos. Quando eles começaram a cantar, tudo caiu, não estava mesmo à espera que assim fosse. Eles cantavam para Deus, eram ciganos e eu só pensava na música que não tinham aprendido, nas partituras que nunca leram, nos concursos em que não participaram, na injustiça do universo, em tudo o que os fez chegar ali, ter aquela forma de cantar e só cantarem para Deus. Em saber que nunca teriam as mesmas oportunidades que muitos outros, mas quem enfim, eram naturalmente isto - e as lágrimas escorriam-me dos olhos. Esta cultura, esta música, tudo isto é maior do que se pode imaginar ou crer. Nós gravámos e este é o primeiro vídeo  do projecto A Música Portuguesa Cigana a Gostar Dela Própria  mais produzido, mas foi por acaso, totalmente por acaso. O resto são eles, que são muito grandes. Eu cá por mim, sempre que ouço cantar, assim, seja o que for, com esta entrega e dedicação, acho que há esperança no mundo, muita mesmo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Natália Paulo - &lt;i&gt;Paisagem sonora de amassar o pão&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O Rancho Folclórico da Mendiga levou-nos a gravar a Natália Paulo a amassar o pão, para o comermos depois ao lanche, fechando o ciclo. Enquanto, maravilhado, assistia ao processo de alquimia milenar, pensava que podia dançar horas com aquele som: bastava transformar um bocadinho e até o podia passar numa discoteca. Mas a amassar o pão, o corpo inteiro balança e dança, tal como o rancho que me trouxe a ela ou numa discoteca. Tudo são ciclos, repetições. 

 Foi também aqui, em Porto de Mós, que a Marisa Barroso começou um trabalho incrível de salvaguarda das danças, indo aprender as músicas e os passos, registando-os num processo de notação coreográfica, para depois os ensinar a outras pessoas. As danças a ganhar outras vidas. Num mundo ideal, onde o investimento na cultura é feito de outra forma, todos estes processos eram integrados. Com as minhas gravações criavam-se outras danças para a discoteca, mostrando também as do rancho, que a Marisa ia ensinar a outros públicos. Tudo integrado no mesmo ciclo, tal como o pão que iremos comer depois de sair do forno. E assim fazemos o auto-estudo e o auto-conhecimento necessários para transformar aquilo que é da tradição oral num produto de consumo cultural 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A escola que cabe num ecrã deixou muitas respostas incompletas</video:title>
      <video:description>Se em Março o factor surpresa obrigou a encontrar soluções de recurso, o início do próximo ano lectivo terá de trazer outras respostas que garantam um acesso universal e inclusivo para todos, dizem vários professores ouvidos pelo PÚBLICO. 

 No meio da pandemia, o programa Estudo Em Casa, com conteúdos para os alunos do 1.º ao 9.º anos, fez com que a escola pudesse entrar dentro de casa de todos os portugueses através da televisão, lembra Paulo Almeida, director do Agrupamento de Escolas Fernando Casimiro Pereira, em Rio Maior. 

 "Mas é preciso voltar rapidamente à normalidade", lembra este professor de matemática chamado a dar aulas na televisão, que considera um "massacre" encher os alunos de aulas por videoconferência. 

 Quando começou a dar aulas em 1979, Helena Amaral foi colocada na então telescola, cujo programa era orientado pelas aulas transmitidas pela RTP. Nunca imaginou que, prestes a terminar a carreira, tivesse de voltar a socorrer-se do pequeno ecrã. 

 "Logo que as escolas foram fechadas, eu achei que o melhor era abrir aulas na televisão, porque acho que a televisão chega a todos", argumenta. Sem saber como será o próximo ano lectivo, esta professora primária elogia os professores que, quase sem tempo para se prepararem, se disponibilizaram para construir uma sala de aulas para as câmaras. 

 Mas, no próximo ano, estas aulas terão de ser repensadas. "Não há temas que vão crescendo. Há uma aula sobre um assunto. Acaba-se isso, passa-se à frente. E os pequenitos não aprendem assim. Aprendem quando nós estamos ali a moer", explica. 

 Helena passou as férias da Páscoa a experimentar as ferramentas que iria utilizar nas suas aulas à distância. Todos os dias faz uma videochamada com a turma do 4.º ano que acompanha na Escola Parque Silva Porto, em Lisboa, e todos os dias lhes envia um plano com fichas, questionários, jogos didácticos ou apresentações para eles prepararem. Para o ano irá começar um novo ciclo com uma turma de primeiro ano e este modelo não serve para os mais novos. 

 N</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa da Cabeça Veada - &lt;i&gt;Oh meu amor de algum dia&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Mendiga, Porto de Mós, de dentro da serra. Portugal é uma surpresa constante. Percebemos isso constantemente. Aqui entendemos que há um paraíso perto de tudo, mas ao mesmo tempo cheio de saberes e valores a desaparecer. Um espaço maravilhoso para se criar passeios de memória colectiva e tradição oral. Gravamos muito por aqui e a meio do dia entendi a riqueza sonora: ferreiros, alfaiates, a mulher que amassa o pão, a costureira cantadeira. As narrativas que ficam. Ao fim de um dia, ricos, lá dançaram para nós, com os carros a passar a montanha por trás e sem instrumentos. Só voz. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>O &lt;i&gt;zapping&lt;/i&gt; idiossincrático de Inês está no Multiplex</video:title>
      <video:description>Ver televisão é um dos passatempos mais comuns no dia-a-dia e foi a partir desta actividade quotidiana que nasceu   Idiossincrasia  . Esta obra de Inês de Goios Mina insere-se no Multiplex 2020 e surgiu a partir de um trabalho para o curso de Comunicação Visual e Multimédia (CAM) da Universidade Lusófona do Porto. “Todas as semanas tínhamos de realizar projectos para uma cadeira do  professor João Sousa Cardoso  e este vídeo surge da proposta de criar uma peça a partir da apropriação de conteúdos televisivos que não eram nossos”, explica a estudante finalista ao P3. 

 Desde clipes de músicas até anúncios publicitários,  Idiossincrasia  faz uma viagem pelos consumos televisivos da realizadora. “Comecei a pensar no que eu consumia na televisão, no que era a televisão para mim e no que o que é que eu acabava por ver quando ligava a televisão e criei quase uma colagem”, revela. 

 O dicionário Priberam define idiossincrasia como a “maneira de agir específica de uma pessoa” e a autora admite que a escolha do nome foi a parte mais difícil do trabalho: “Tentei arranjar uma forma de conseguir explicar a partir de uma palavra o que eu queria transmitir com aquilo e  Idiossincrasia  é um bocado a ideia de que cada pessoa é diferente e tem as suas características e a sua forma de ver o mundo. Este filme é a minha forma de ver o mundo.” 

 Organizado pelos alunos finalistas de CAM, o  Multiplex  é uma mostra de cinema da  Universidade Lusófona do Porto  em parceria com o Espaço Mira e  vai já na 11.ª edição . Para além de  Idiossincrasia,  apresenta mais 12 obras de estudantes realizadas com limitações devido ao confinamento. Os filmes estão disponíveis no  Facebook , no  Instagram  e no  YouTube . 

  Texto editado por Amanda Ribeiro</video:description>
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      <video:title>Memória e alquimia dos antepassados em &lt;i&gt;Nós somos&lt;/i&gt;, de Meta_ (Mariana Bragada)</video:title>
      <video:description>Chama-se Mariana Bragada, nasceu em Bragança (em 1997) e foi lá que gravou este videoclipe, o segundo do seu disco de estreia, o  EP  Mónada  , lançado em 2019. Assina-o como Meta_, nome que escolheu para o seu trabalho artístico e com o qual tem vindo a apresentar-se desde 2018 em diversos palcos e festivais, como o TEDxPorto, o Bons Sons, o Um ao Molhe ou o SofarSounds (este em Madrid, Porto e Coimbra). Com cinco temas ( Mónada ,  Saudade ,  Noite e dia ,  Nós somos  e  Parabéns (outro) ), o EP teve como primeiro single e  videoclipe  Saudade  , lançado em Setembro de 2019. 

 O segundo, agora em estreia, tem por base a canção  Nós somos  e integra excertos do documentário  Festa, Trabalho e Pão em Grijó de Parada , de Manuel Costa e Silva, rodado em 1973 e estreado  em 10 de Abril de 1974,  pouco antes do derrube da ditadura. Acerca deste seu trabalho, escreve Mariana, na apresentação do videoclipe: “ceifar o trigo. malhar. moer. peneirar. amassar o pão. cozer. comer. celebrar. dançar. os costumes e as tradições recriam-se agora com a união do feminino na contemporaneidade. (…) celebremos agora o solstício, a lua nova, os ciclos. muito grata por ter a oportunidade de co-criar este vídeo com mulheres que me inspiram constantemente por serem quem são, por poder trazer este arquivo da minha aldeia à superfície e co-criar com as memórias ancestrais também.” Com uma nota final: “foi tudo gravado antes da quarentena!” 

 Mariana Bragada aprendeu a tocar guitarra aos 15 anos, compondo nessa altura as suas primeiras músicas originais. Mudou-se de Bragança para o Porto para estudar Design de Comunicação e foi aí que criou o seu primeiro EP,   A voz, A vós, Avós  , para um projecto da faculdade, com recurso a uma  loopstation , improvisação vocal e gravações dos avós. Em 2019, Mariana foi seleccionada para o Festival RTP da Canção, onde chegou à final interpretando uma canção de sua autoria, letra e música,   Mar Doce   (ficou em 7.º lugar, no ano em que o vencedor foi Conan Osíris com  Telemóveis ). 

 Aqui, em  </video:description>
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      <video:title>Extrema-direita portuguesa usa artes marciais para estender contactos na Europa e Estados Unidos</video:title>
      <video:description>Nos últimos anos, os torneios de artes marciais têm servido para recrutar, confraternizar e criar ligações entre movimentos de extrema-direita, de Portugal à Rússia. Há militantes portugueses a participarem em torneios organizados por figuras e grupos ligados ao ucraniano Movimento Azov, uma organização de extrema-direita criada em 2014, que em Portugal vê no Escudo Identitário um aliado. As autoridades portuguesas olham para estas movimentações com preocupação e risco acrescido para a criação de novas facções violentas. 

   Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>O teletrabalho "torna mais difusas as responsabilidades e menos escrutináveis as decisões"</video:title>
      <video:description>O PÚBLICO começa hoje uma série de entrevistas dedicadas ao Portugal no pós-pandemia. José António Vieira da Silva, o ex-ministro do Trabalho, Solidariedade de Costa, fala sobre que desafios enfrentam as relações entre patrões e trabalhadores e quais as soluções possíveis para os cofres da Segurança Social perante uma crise económica com impacto negativo no emprego. 

 Leia a entrevista completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Né Prata &amp; Pedro Prata - &lt;i&gt;Cantiga&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Sempre me moveu poder ser plural e diverso na escolha musical. Nunca escolher um caminho, mas vários. Devo-o ao meu crescimento, ao que tinha à volta: só mais tarde é que à minha volta se começou a encerrar tudo em caixinhas. Mas este projecto permite-me tudo gravar e não ter um conceito, mas vários, não ter um rumo, mas muitos. Ao gravar o Manuel Prata dos antigos  Cometas Negros , talvez a banda de Castelo Branco mais conhecida de sempre, percebi que jantei anos, em pequeno, ao lado de um dos seus membros mais importantes, o Cristiano Barata, sem nunca lhe saber tal passado. É um prazer poder gravar assim coisas tão diferentes e tão históricas. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Depois da tempestade, para Pedro e os Lobos é hora de dançar ao luar com os amigos</video:title>
      <video:description>Dez anos após a sua fundação em Almada, Pedro e os Lobos, projecto a solo de Pedro Galhoz, chegou em 2020 ao seu quarto álbum,  Depois da Tempestade . Antecipado por um videoclipe em 2019,   Corro com o vento   (o segundo dos nove temas do álbum), tem esta sexta-feira novo single e videoclipe,  Dançar ao luar , que o músico explica como soando a uma balada country-folk, “em que as guitarras têm um toque de blues” e onde, pela sugestão dos coros e do som do órgão Hammond, há também um ambiente gospel. Quanto à letra, de sua autoria (como todas as composições do disco, exceptuando Dias dourados, uma parceria com Nelson Correia), há influências assumidas: “No que refere aos textos, sempre gostei muito da escrita do Jorge Palma e do Sérgio Godinho, a poesia de Carlos Ary dos Santos, Alexandre O’Neill têm provavelmente as coisas mais belas que já li e são uma grande influência, pois são espíritos livres e cheios de inquietação.” 

 O videoclipe que agora se apresenta, gravado durante o período de confinamento, conta com a participação de músicos amigos da banda, como Maria João, Tó Trips ou Viviane, entre outros, dos vários que desde o início têm participado nos discos deste projecto:   Pedro e os Lobos   (2011),   Um Mundo Quase Perfeito   (2014),   Este Chão Que Pisamos   (2016) e agora   Depois da Tempestade   (2020), que se diz “musicalmente inspirado pelos grandes clássicos americanos, que vão de Bruce Springsteen a Bob Dylan, R.E.M. ou Neil Young.” Para além de Pedro Galhoz (guitarras e voz), o disco conta com Nelson Correia (voz), João Monteiro (baixo e voz) Rui Freire (bateria, percussão e voz) Rui Almeida (órgão Hammond, Piano e Fender Rhodes). “Voltámos a acreditar que somos os putos lá da rua e que vamos fazer música para os amigos!”, assim se apresentou o disco  Depois da Tempestade , em Janeiro. Agora,  Dançar ao luar  renova essa euforia.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Rui Poço - &lt;i&gt;Tear&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quero musicar mapas que invento de lugares que nunca existiram, com povos que só existem na minha imaginação ou que por acaso viveram há muito tempo e ninguém se lembra. Desenho os mapas com tinta-da-china. Têm montanhas, porque gosto de montanhas, muitos rios e grutas, sítios com sons únicos, cheios de pinturas e gravuras, porque ali o som convidava a desenhar. Depois, eles falam línguas estranhas, que são mais que apenas palavras ordenadas. Os gestos também contam e tudo junto dá ideia de um som quase impossível de reproduzir. Até lá vou gravando sons que já não se ouvem, fazem parte de um tempo e depois desaparecem. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Antónia Dias de Carvalho - &lt;i&gt;Velhinha&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Aquele momento com a Antónia Carvalho foi especial. Não especial, como os outros, porque todos são. Mas especial como algumas estrelas. Fomos bonitos uns com os outros, havia conforto nas palavras e nos gestos. Era como uma troca bem feita, ela dava-nos aqueles belos presentes e nós queríamos retribuir da mesma maneira. Depois havia aquele facto: tínhamos gravado o filho da Antónia no dia anterior, o Jaime Pimentel a tocar rock, mas era a Antónia que trazia o amigo Manuel como  roadie , que lhe trouxe a guitarra e o  pad,  num mini. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Estrada na duna: "Não é apenas a Fonte da Telha. Esta situação é um marco"</video:title>
      <video:description>Associação Zero está a investigar obras de pavimentação em zona de duna primária na Fonte da Telha e pondera apresentar queixa à Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território. Zero acusa ainda o Governo de ter dado carta-branca às câmaras municipais para obras sem necessitar de parecer prévio da Agência Portuguesa do Ambiente. Veja a   reportagem completa aqui  .</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Valéria (acompanhada por Rui Poço) - &lt;i&gt;Canção de Embalar&lt;/i&gt; de José Afonso</video:title>
      <video:description>Na rua brincam crianças com os avós, elas dançam ao invés de dormirem, ou brincam com o embalo, já não sei e não interessa. O som da guitarra bate nas paredes e ressoa. Às vezes quase grita, outras entra num murmúrio profundo, mais que interior. Já não é um postal, já não é um vídeo sobre uma jovem fadista em ascensão ou não. É um momento documentado, contem várias histórias dentro. Pode-se ver a vida, o tempo a passar. É mais bonito que o ataque e a intolerância. E permanece no tempo muito mais. É desta poesia que precisamos. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A aula de cidadania que se transformou em "dez lições sobre a pandemia"</video:title>
      <video:description>"Olá boa tarde, chamo-me Marcelo Rebelo de Sousa e sou professor."  Marcelo Rebelo de Sousa esteve esta segunda-feira em directo  na RTP Memória durante 28 minutos a dar uma aula de cidadania que se transformou em dez lições sobre a pandemia.  O projeto #EstudoEmCasa é uma parceria entre o Ministério da Educação e a RTP para a produção de conteúdos televisivos dirigidos aos alunos do 1.º ao 9.º anos de escolaridade, que estão sem aulas presenciais neste período de pandemia de covid-19. 

 Leia a reportagem completa   aqui  .</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Alberto Santos - &lt;i&gt;Cesteiro&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Alberto. Cesteiro filósofo e  cigano . Aprendi muito no pouco tempo que estive com ele, os cestos que fazia eram lindos. E disse-me ele: "Na nossa classe, vocês dizem etnia, ou como é que é, eu não acredito nessa etnia; na nossa classe, não é uma raça, porque a raça é toda igual, trabalhos não havia." 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Dos paus e lixo que apanha, Joaquim faz cobras, sardões e “tudo o que lhe dá na cabeça”</video:title>
      <video:description>Quando deixou o mar, depois de quatro décadas dedicadas à pesca de bacalhau, Joaquim Pires começou a apanhar paus "a torto e a direito". Olhava para eles, tortos e direitos, e imaginava uma peça na sua cabeça: cobras, sardões, pássaros, cisnes, ou tudo o que dali pudesse surgir. Nasceu assim, dentro do seu atelier, em Viana do Castelo, um autêntico zoo. A matéria-prima chega-lhe a casa ou é apanhada na rua.  Usa lixo que encontra na rua ,  nas praias  ou nos contentores para criar as peças que têm tanto de bizarro como de inovador. Quem disse que a porta de uma máquina de lavar não pode ser um retrato do inferno? 

 Na casa-atelier, simultaneamente habitação e oficina, não há espaço livre para guardar tantas criações. E o artista de 68 anos garante que gosta de todas elas. "O que me dá na cabeça, eu faço." Talvez seja essa a chave para a satisfação artística.</video:description>
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      <video:title>Sophia de Mello Breyner quis uma baleia em casa. É &lt;i&gt;A História de um Sonho&lt;/i&gt;, por António Jorge Gonçalves</video:title>
      <video:description>Quis um dia  Sophia de Mello Breyner Andresen  que um esqueleto de baleia encontrado na Praia do Paraíso, em Leça da Palmeira, fosse habitar a sua casa. O futuro encarregou-se de transformar a moradia dos Andresen na  Galeria da Biodiversidade da Universidade do Porto  e o famoso esqueleto acabou, de facto, por ir lá parar. É esta a história narrada, e desenhada, no vídeo  A História de Um Sonho , criado por  António Jorge Gonçalves  para o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto. 

 "Pediram-me que contasse a história da viagem do esqueleto da baleia de uma forma performativa", explica o ilustrador, que ao longo da sua carreira fez já "muitos espectáculos de desenho ao vivo". Partindo de "alguma documentação fotográfica" e usando ainda música instrumental portuguesa, o artista alicerçou-se na ilustração digital para contar a história. " A banda desenhada é a minha ostra.  Gosto do convívio entre texto e imagem e de encontrar uma forma desafiante de alimentar a escrita", acrescenta.  

 "Há uma espécie de justiça poética na inclusão do esqueleto na casa porque o sonho de Sophia acaba por concretizar-se", desvenda o artista ao P3.  O filme, que coloca a própria baleia a narrar a história, na voz de Leonel Alegre, representa a combinação da escrita da  poeta portuense  com o ambiente marinho tão característico das suas obras.  

 Mais do que uma história, António Jorge Gonçalves acredita que este é o exemplo perfeito da  conjugação da arte com a ciência , "como uma metáfora ou uma alegoria": "Estamos unidos numa mesma perspectiva: a arte e a ciência são duas formas distintas de explicar o mundo", afirma. "São caminhos diferentes mas paralelos." 

  Texto editado por Amanda Ribeiro</video:description>
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      <video:title>"Senti que estava a arrastar um camião sem rodas no meio do deserto"</video:title>
      <video:description>Maria Coelho viu-se de um dia para o outro com três filhos em casa e um regime de ensino à distância que  a obrigou a reinventar-se como professora . “O que tinha desenvolvido melhor já não valia nada.” Ao mesmo tempo que procurava dar rumo a uma vida que agora acontecia exclusivamente dentro de quatro paredes, Maria tentava gerir o tsunami do ensino à distância. “Montar um sistema de raíz, as escolas não estavam preparadas para isso, e rodeada dos meus 3 filhos. Foi horrível. Mas não fiquei bloqueada.” Avançou. 

 Veja a reportagem completa   aqui .   

 Mais  Retratos da Pandemia .</video:description>
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      <video:title>“O selo é um reconhecimento da qualidade dos produtos”</video:title>
      <video:description>“O selo que identifica os produtos como nacionais é, sem dúvida, um reconhecimento da qualidade dos produtos portugueses, não só no nosso país, como também em todos os países que têm uma comunidade lusófona muito forte”, refere Marco Barros. 

 Com vários anos de existência, a Interaves sempre primou por defender e associar-se a projectos que promovam o que é nacional. 

 Além disso, o responsável reconhece, ainda, que existe um conjunto de acções que ajudam a valorizar não só os produtos, mas também as marcas que aderem a este selo. 

 “Todo o conjunto de acções de publicidade, de reconhecimento da marca, entre outros, que estão associados ao projecto Portugal Sou Eu são, sem dúvida, uma mais-valia para que as pessoas escolham (e prefiram) produtos portugueses”, conclui.</video:description>
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      <video:title>“Portugal somos nós, Portugal é cada um de nós”</video:title>
      <video:description>De acordo com Carlos Coelho, Portugal Sou Eu é uma marca que pretende inverter a forma como nos relacionamos com o país. “Dizendo Portugal somos nos, Portugal é cada um de nós, Portugal sou eu, ou seja, temos a capacidade de votarmos todos os dias com a carteira, elegendo um produto nacional, em detriment de outro”, afirma. 

 Explica que “veste a camisola” do Portugal Sou Eu, pois sente a responsabilidade de promover, valorizar e fazer com que o nosso país seja melhor. Afirmando-se como um “acólito guerreiro desta causa”. 

 Defende, ainda, que um país forte precisa de marcas fortes alinhadas com a sua história, com a sua cultura e com a sua geografia, acredita que só assim se constrói uma economia forte. 

 Para lá chegar, apela a que cada um de nós acredite que “Portugal Sou Eu”.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Liberdade</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Liberdade</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer The Operative - Agente Infiltrada</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer The Operative - Agente Infiltrada</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ramen Shop - Negócio de Família</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ramen Shop - Negócio de Família</video:description>
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      <video:title>Cantora Uxía lança canção em defesa do idioma galego como património</video:title>
      <video:description>A cantora galega Uxía já tinha gravado esta canção, musicada por ela e pelo guitarrista Sergio Tannus a partir de um original do poeta galego Manuel María (1929-2004), mas  A Fala  ganhou nova vida por estes dias de confinamento devido à pandemia da covid-19, num videoclipe a que foi acrescentado baixo eléctrico, harpa e os grupos corais Tanxugueiras e Faia, “voz femininas emergentes da música galega.” O videoclipe, impulsionado pela plataforma cidadã “Queremos Galego”, conta ainda com inúmeros participantes, entre os quais os cantores Chico César, Ugia Pedreira e Ceumar. Nesta canção, estreada ao vivo no auditório da Casa-Museu dedicada ao poeta e gravada no livro-disco   Uxía Canta a Manuel María   (2016), escreveu o autor: “O idioma é un herdo,/ Patrimonio do pobo,/ Maxicamente vello,/ Eternamente novo. (…)/ Renunciar ao idioma/ É ser mudo e morrer/ ¡Precisamos a língua/ Se queremos vencer!” 

 Directora artística do  Festival Internacional da Lusofonía Cantos na Maré , Uxía já publicou em nome próprio dezena e meia de discos, a par de inúmeras colaborações noutros projectos, na Galiza e um pouco pelo mundo. A sua relação com Portugal e a música portuguesa é antiga, actuando em 1992 Festival Inter-Céltico do Porto, ainda integrada num grupo, e no ano seguinte já a solo, em Abril de 1993, as primeiras de muitas actuações que viria a protagonizar em espectáculos e festivais em Portugal.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Maria Inês Valentim- &lt;i&gt;Chica&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi dos momentos mais fortes da minha vida de gravações. Chegámos a casa da Inês e ela preparou-se para cantar, mas mal começava ficava com o coração na boca, a garganta ficava presa. A sua comoção era tanta que se percebia, as palavras não saiam. Tentou duas, três, quatro vezes. Não dava. Mas ela queria tanto que eu disse que deixávamos lá o material a gravar e íamos para a rua. Ainda assim não sou à primeira, mas ela conseguiu. Chama-se a isto cantar com o coração e com o corpo todo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Maria de Jesus Grazina - &lt;i&gt;Saias de Caminho&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Vinha ao longe, já a cantar  Saias . Parados, fomos à fonte, tirou os dentes, cantou e voltou a colocá-los. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Rancho Folclórico Cantarinhas de Nisa e amigas - &lt;i&gt;Amor dá-me a tua mão&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Sou e serei sempre uma pessoa crítica, que gosta de ouvir e de se surpreender, com uma grande veia humanista de amor às pessoas e com uma grande fé na humanidade. Todos os dias aprendo com muita gente, de todas idades, credos, etnias. Há uns dias assinalou-se o Dia Folclore Português e gravei este belo vídeo com o Rancho Cantarinhas de Nisa. A dança no terreiro e as pessoas da rua a cantarem com o rancho ao mesmo tempo. Esta junção é que, para mim, é o folclore. Não é o palco, não é o espectáculo, quando não é visto como um todo. É esta simplicidade e alegria. Este contágio. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Irene Ferreira - &lt;i&gt;Estórias de vida&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O que eu gostava mesmo era de ver turistas por estes montes e vales, guiados pelos seus telemóveis. Quando chegavam a um lugar podiam ouvir as pessoas que lá viviam, mesmo que já não existissem, mas ouviam as suas estórias, o tempo a passar, o sino da igreja. Ouviam com tempo, com fruição, ouviam olhando as casas, o mato, as paredes, sentindo que ali sempre houve vida, sempre houve história. Gostava tanto. Um dia vou conseguir ter essa aplicação, para que todos possam ouvir o que eu gravo e que vai desaparecer 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: José Manuel Santos - &lt;i&gt;Responso às trovoadas&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em Serpins, tenho um pastor vizinho. Vive a poucos quilómetros e o cão  Tradição  enamorou-se das suas cabras um dia. Nesse dia ele também nos contou como era a sua vida no campo e no meio lá falou do responso para as trovoadas. Foram tantas as vezes que percebi que muitos instrumentos começaram assim, porque os pastores estavam no campo e tocavam com palhas e faziam flautas com as canas. Há cantares e cultura por todo o lado. Temos de estar atentos e despertos e com vontade de ouvir. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>O plástico descartável regressou com a covid-19: retrocesso ou necessidade?</video:title>
      <video:description>As medidas contra a covid-19 estão a levar a um aumento do uso de produtos descartáveis, sobretudo em negócios como cabeleireiros ou restaurantes. “Ninguém sugeriu que se usassem descartáveis”, garante o ministro do Ambiente. 

  Sabe mais:  

 
	  Quantas máscaras, batas, luvas e caixas de plástico vão para o lixo?  
	  João Pedro Matos Fernandes: “Ninguém na DGS sugeriu que se usassem descartáveis”</video:description>
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      <video:title>"Somos defensores desta referência"</video:title>
      <video:description>A CACII é aderente do Portugal Sou Eu desde 2012, um selo que Manuel Sobreiro Ferreira, refere usarem com orgulho, pois considera que este selo ajuda a afirmar a identidade portuguesa dos produtos. 

 A CACII comercializa ovos exclusivamente nacionais e por isso são defensores desta referência do Portugal Sou Eu. Manuel Sobreiro Ferreira destaca, ainda, que os clientes preferem produtos produzidos em Portugal e por isso considera o Portugal Sou Eu um contributo inestimável para afirmar a identidade dos produtos. 

 Por fim, destaca ainda o selo como um factor diferenciador quando o consumidor escolhe os seus produtos, pois através do selo sabe que está a comprar um produto português.</video:description>
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      <video:title>Ir ao ginásio é tão seguro como ir a um restaurante ou a um supermercado?</video:title>
      <video:description>Máscara obrigatória à entrada e à saída, mas não durante o exercício físico; treinos não superiores a 60 minutos; uma distância mínima de 3 metros, quer em espaços abertos, quer em espaços fechados, durante o treino; e nada de duches. Os balneários servirão apenas para o uso dos cacifos e casas-de-banho. Estas são as novas regras para quem quer regressar ao ginásio. 

 Mesmo assim, há quem não sinta ainda segurança para voltar. É o caso de Bruna Pico, árbitra de futebol, a quem a subida do número de infectados em Lisboa preocupa, e de Fátima Loureiro, professora de Educação Física do Ensino Básico, que por agora prefere evitar espaços fechados. Virgílio Neto, também professor do Ensino Básico, acredita que, no que diz respeito à higienização dos espaços, "temos de partir da base da confiança", mas o facto de se poder cruzar com algum doente covid-19 assintomático fá-lo recear. Por outro lado, Ana Bernardino, enfermeira, tem total confiança no regresso. "Sinto que os profissionais vão fazer tudo para que seja seguro."</video:description>
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      <video:title>"Nenhuma vida importa até as vidas negras importarem": os protestos contra a morte de George Floyd pela câmara de uma realizadora portuguesa</video:title>
      <video:description>Os Estados Unidos têm saído à rua há uma semana para protestar contra a morte de George Floyd,  asfixiado pelo joelho do polícia Derek Chauvin em Mineápolis . A realizadora e produtora de cinema portuguesa Catarina de Sousa, a viver em Nova Iorque, esteve presente nas  manifestações  pacíficas e gravou as vozes e os rostos dos que marcharam contra o racismo e a  violência policial . 

 Às milhares de pessoas que desfilaram pelas ruas de Brooklyn juntavam-se também pelo caminho gestos e vozes das janelas, das varandas e das entradas dos edifícios por onde passava o protesto, que terminou com a maioria dos presentes a deitarem-se no chão gritando pelo nome de George Floyd e as palavras que proferiu nos minutos em que estava a ser sufocado.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;E Depois de Amanhã&lt;/i&gt;?: programar espectáculos na época das salas semi-vazias</video:title>
      <video:description>Chegados ao mês de Junho, os recintos de espectáculos podem, finalmente, reabrir as portas e retomar a actividade. Mas  para que público ? Pós-confinamento,  perante a lei das máscaras e dos lugares de separação , quem está disposto a viver o tão sonhado reencontro físico com as artes? De que forma os programadores dos mais diversos equipamentos culturais responderão às exigências e aos constrangimentos desta estranha nova realidade, que “apareceu sem manual de instruções”? Foram estas algumas das questões discutidas no segundo episódio da série   E Depois de Amanhã?  , uma parceria entre o  Canal180  e a produtora de conteúdos S.P.O.T. que, em almoços para três pessoas com distâncias de segurança, pretende reflectir sobre os novos desafios dos “profissionais da cultura, da restauração, do turismo e do desporto” neste contexto pandémico. 

 Desta vez, a conversa aconteceu no Coliseu do Porto.  Mónica Guerreiro, a presidente da instituição , foi a anfitriã; João Carvalho e António Guimarães, ou “Becas”, como é conhecido, os convidados. O primeiro, director da Ritmos, produtora que organiza o  Vodafone Paredes de Coura , já não se lembra de um Verão na sua vida sem o festival; Becas, proprietário do Passos Manuel, reabriu a casa a 1 de Junho, mas confessa que os eventos “numa modalidade diferente do habitual” que planeia organizar vão servir mais para “manter viva” a “chama” do espaço do que outra coisa – até porque “40 e tal pessoas não permitem pagar  cachets  normais”. 

 Ao som da saudosa  Grounded , dos  Pavement  – que,  não tivesse o novo coronavírus colocado o mundo em suspenso , estariam em Portugal para o Nos Primavera Sound, em Junho –, João Carvalho anunciou a intenção de, em 2021, dar mais um dia ao festival de Paredes de Coura, dedicado exclusivamente a bandas portuguesas, de meia-noite a meia-noite, para  ajudar artistas e técnicos  num  sector fragilizado . Becas, por sua vez, divulgou “quase em primeira mão” que, em conjunto com a  Lovers &amp; Lollypops , está a organizar um festival de Verão  onl</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Rosário Mourato, Joana Madeira e Maria João Mourato - &lt;i&gt;Descante de casamento&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Promovo e divulgo cultura portuguesa todos os dias, gravo-a, mostro-a, dou a conhecer o país de lés-a-lés e as suas gentes. Não ando no beija-mão, nem peço reconhecimento, mas não faz sentido ter debates na televisão pública que ignorem grande parte do país e do que se faz nele. Até porque luto todos os dias para que essa gigante fatia seja considerada. Muito triste esse apagamento. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Palmira e Alexandre Bizarro - &lt;i&gt;O impostor&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>As pessoas juntam-se e ainda bem, comem, bebem e cantam. Passamos pelas ruas vazias das povoações no domingo à tarde e sabemos que em muitas casas é assim. Sempre foi também muito por isso que escolhi esta vida, pelo que se come, pelo que se bebe e pelo que se passeia. A Palmira já me conhecia, via-me na televisão e gostava das senhoras que cantavam atrás das couves. Em casa do filho, a tertúlia montada permitia a casualidade. Nisa, na fronteira das regiões. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Rosário Mourato - &lt;i&gt;Excelências&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>De um Portugal profundo, também de um Alentejo longínquo. Cantava-se no campo, na Quaresma, umas mulheres de um lado outras do outro. Muito raro de se encontrar ainda e muito bonito. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>EUA. George Floyd morreu há mais de uma semana e os protestos continuam em todo o país</video:title>
      <video:description>Nestas manifestações, pelo menos sete pessoas morreram, duas delas na noite desta segunda-feira, em Chicago, apesar de o número total de mortos não ser exacto. Há ainda milhares de manifestantes e cinco polícias feridos por tiros e pelo menos seis mil detidos. 

  Saiba mais.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Maria Dinis Pereira (Galucho) - &lt;i&gt;Saias que ela escreveu&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Impressionou-me muito esta mulher. Não a conhecia  —  lá está, a complexidade de conhecer o país é passarmos ao lado de referências fundamentais como a Dinis Galucho. Recebeu-nos muito bem, mostrou-nos parte do seu trabalho sem fim, falou-nos do seu trabalho com a Joana Vasconcelos, dos ranchos que ensaiou, dos escritos que faz todos os dias, mas foi quando nos contou a sua vida, como a sua mãe tinha lutado para lhe comprar uma máquina de costura, que ela, Dinis, tinha desmontado toda (porque na verdade queria era ser engenheira electrotécnica), que fiquei deveras impressionado. Uma mulher com prémios, com trabalho até mais não, a dizer aquilo. Fez-me pensar muito. No fim, lá lhe pedi umas  Saias  e ela colocou  o que tinha lido antes, um escrito dos milhares que faz. Tudo impressionante. Grande mulher. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Os centros comerciais já não vão ser lugares para passear</video:title>
      <video:description>"As quedas foram enormes", admite Paulo Gomes, director do centro comercial Colombo. Sem revelar números, o responsável prefere falar numa aposta na segurança para reconquistar a confiança dos consumidores em espaços fechados. O Colombo tem mais de cem mil metros quadrados de lojas e poderá receber cerca de 3500 pessoas ao mesmo tempo. 

 Mas, agora, as métricas são outras, insiste Paulo Gomes. O objectivo não é ter um centro cheio de pessoas, mas garantir as vendas. "Provavelmente será um local mais para fazer compras, menos para passear. É o novo consumidor, é o novo mundo em que vivemos. Mas vivemos muito bem com isso", resume. 

 Sem um número de investimento fechado, pois as normas vão sendo aplicadas e adaptadas com o passar do tempo, o centro admite já ter gasto mais de cem mil euros para garantir todas as medidas de higiene e segurança no combate à propagação do novo coronavírus. Pelo centro estão espalhados mais de 200 dispensadores de gel desinfectante e no chão há setas que apontam por onde devemos andar conforme o sentido que queremos tomar. Junto às lojas, há marcas que assinalam a distância de segurança que se deve guardar enquanto se espera para entrar. 

  Ao contrário do que aconteceu no resto do país , os centros comerciais da região de Lisboa e Vale do Tejo não puderam abrir portas já esta segunda-feira, mas algumas lojas como os restaurantes com espaço de consumo próprio, lojas de café ou de produtos de estética já estão de portas abertas. O resto das lojas, a grande maioria, aguarda nova decisão que será tomada a 4 de Junho. 

  O regresso dos empregados em  layoff   

 A reabertura dos centros comerciais no resto do país fez muitas empresas terminarem as situações de  layoff  em que tinham colocado os seus trabalhadores, disseram vários lojistas à reportagem do PÚBLICO no Colombo. 

 Neste momento, só faltam regressar praticamente os trabalhadores dos centros comerciais de Lisboa, revelou Vicky Sensat, directora de  marketing  da Parfois. A empresa prepara-se para abrir no Colomb</video:description>
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      <video:title>No regresso, Zehra teve a escola só para ela. “Normal não vai ser. Vai ser diferente”</video:title>
      <video:description>Zehra, de cinco anos, costuma partilhar a sua sala do pré-escolar com mais 24 meninos, mas esta segunda-feira tem a escola só para ela. “Isto é o contrário do que eles precisam. Nesta idade, deviam estar a socializar”, comenta  a educadora Maria José Lopes, que esperava pelo menos por mais uma criança. No resto da semana, virá uma outra menina. Serão, no máximo, três. 

 Muitos dos pais “ainda estão em casa”, sobretudo os que têm filhos mais velhos que continuam a precisar de acompanhamento. Há também quem se justifique com o receio de que o contacto com outras crianças possa potenciar infecções pela covid-19. E ainda aqueles para quem não vale a pena alterar agora as rotinas criadas nos últimos três meses: “São só 17 dias úteis” até ao final do ano lectivo. 

  Leia a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Lura grava videoclipe com a filha para assinalar o Dia Mundial da Criança</video:title>
      <video:description>A cantora cabo-verdiana Lura quis assinalar este Dia Mundial da Criança com uma canção a que deu o nome da sua filha,  Nina Santiago , gravando um videoclipe com ela. Já antes colocara no YouTube um  vídeo onde cantava para ela, ainda bebé  (Nina nasceu no dia 12 de Dezembro de 2016) e no EP  Alguem di Alguem  (Lusáfrica, 2018) incluiu um tema chamado   Nina  . Agora, justificando a canção e o videoclipe hoje divulgados, diz: “Nina Santiago é o nome da pessoa mais especial na minha vida, a minha filha. Neste Dia Mundial da Criança quero, com esta canção, celebrar o Amor Incondicional. O Amor que cresce como uma planta que é regada e cuidada diariamente. Quero celebrar esta fonte de inspiração, alegria e motivação que é a minha Nina e que são todas as crianças do mundo. Crianças que, com a força da sua inocência nos motivam dia a dia a sermos melhores pessoas, mães e pais e a superar com distinção cada dificuldade.” A canção, letra e música, é da autoria do cantautor Mário Lúcio Sousa, fundador dos Simentera. 

 Nascida em Lisboa, em 31 de Julho de 1975, Lura já gravou até agora seis álbuns ( Nha Vida , 1996;  In Love , 2002;  Di Korpu Ku Alma , 2005);  M’Bem Di Fora , 2006;  Eclipse , 2009; e  Herança , 2015) e um EP ( Alguem di Alguem , 2018). Em   Herança   prestou tributo ao património musical e cultural cabo-verdiano (“É essa a minha intenção: valorizar o património, a música e as histórias de Cabo Verde”, disse ela então ao PÚBLICO) e em   Alguem di Alguem   deu especial relevo ao funaná.</video:description>
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