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      <video:title>Bob e Doug já chegaram à ISS, no primeiro voo espacial tripulado americano desde 2011</video:title>
      <video:description>Depois de nove anos sem voos espaciais tripulados a partirem de solo americano, a NASA descolou este sábado em direcção à Estação Espacial Internacional (ISS) com dois astronautas a bordo do foguetão da empresa privada SpaceX. 

 Foram 19 horas de viagem, tal como previsto, e ao fim da tarde deste domingo (hora de Portugal Continental) os astronautas Douglas Hurley e Robert Behnken foram recebidos pela tripulação russa e norte-americana a bordo da ISS.  

 Jim Bridenstein, administrador da NASA, diz que se trata de uma nova era para o voo espacial tripulado. “Prevemos um futuro em que a órbita terrestre baixa é totalmente comercializada, em que a NASA é um cliente entre muitos clientes e onde vamos ter muitos fornecedores que podem competir em custo, inovação e segurança”.</video:description>
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      <video:title>Rodrigo Serrão celebra cinco anos a tocar Chapman Stick com uma valsa venezuelana</video:title>
      <video:description>O músico e compositor Rodrigo Serrão celebra na próxima quinta-feira, 4 de Junho, o quinto aniversário com um instrumento que descobriu por acaso, numa digressão pela Áustria: o Chapman Stick, um extenso e largo braço com dez ou doze cordas, eléctrico, que, inventado pelo californiano Emmet Chapman, combina sonoridades de piano, contrabaixo, guitarra, harpa, até cravo. “Encantei-me com o instrumento. Senti que estava ali uma nova forma de exprimir mais qualquer coisa”, disse Rodrigo Serrão ao PÚBLICO em 2017, por ocasião do lançamento do seu disco  Stick To The Music . 

 Nascido em Coimbra, em 1973, com estudos musicais no Conservatório iniciados aos 7 anos, Rodrigo Serrão decidiu agora celebrar a sua ligação ao Chapman Stick gravando uma peça do guitarrista e compositor venezuelano  Antonio Lauro  (1917-1986), considerado um dos melhores compositores para guitarra clássica do século XX. Rodrigo Serrão vai mais longe, considerando-o “o mais incrível compositor de guitarra clássica: partindo da sua Venezuela natal, cruzou as pontes entre a música clássica e a popular, criando com isso algumas das mais exuberantes peças para guitarra do século XX.” Em 2019, Rodrigo Serrão já gravara um dos estudos de Lauro,   Petronilla  . Agora, decidiu tocar no Chapman Stick a peça  Vals Venezolano N.º 3, Natalia .</video:description>
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      <video:title>O primeiro filme de animação sobre romance entre crianças LGBT</video:title>
      <video:description>A curta-metragem de animação "  In a Heartbeat  " contaria apenas mais uma história de um "fraquinho" entre colegas de escola, não fossem os protagonistas duas crianças de sexo masculino. Beth David e Esteban Bravo, finalistas do curso de animação de uma universidade norte-americana, decidiram desenvolver o seu projecto de final de curso debruçados sobre a temática LGBTI por acreditarem ser necessário desafiar a ideia pré-concebida de que os conteúdos com personagens homossexuais não são apropriados para consumo infantil.   

  "O guião original continha uma história entre um rapaz e uma menina", disse David à   NBC News   no dia 1 de Agosto. "Só quando decidimos que a história seria sobre uma atracção entre crianças do mesmo sexo é que a ideia começou a ganhar forma e a desenvolver-se. Percebemos que este filme poderia tornar-se muito especial para nós." Esta é a história que ambos gostariam de ter visto em crianças, acrescentam. Para conseguirem realizar o filme, os estudantes lançaram, em 2016, uma campanha de crowdfunding. O resultado foi surpreendente. Através do   Kickstarter  , obtiveram mais de 14 mil dólares para a produção do filme. O trailer foi lançado em Dezembro do mesmo ano e, até ao presente, foi visto mais de um milhão de vezes.  

  O sucesso da campanha e do  trailer  anteciparam o que viria a acontecer no momento do lançamento do produto final: em apenas um dia, "In a Heartbeat" já foi visto mais de 5.6 milhões de vezes nas plataformas Youtube e Vimeo. O segredo para o sucesso reside na escassez de conteúdos de animação infantil que representem crianças LGBTI, segundo Esteban. "Tem havido alguma expressão da comunidade LGBTI sobre a programação infantil — mas continua a ser muito raro que uma personagem LGBTI seja protagonista. Especialmente num meio como o da animação, que é predominantemente direccionado a crianças e famílias", disse Bravo à NBC News.   

  "Esta é uma história inocente e ligeira sobre um rapaz que desenvolve um fraquinho por outro rapaz que nós esperamos que seja do a</video:description>
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      <video:title>Susana Travassos volta a &lt;i&gt;Pássaro Palavra&lt;/i&gt; com videoclipe criado na quarentena</video:title>
      <video:description>Chama-se  Mi gitanito  é um dos temas do último álbum da cantora e compositora algarvia Susana Travassos, lançado em 2019 e gravado integralmente em Buenos Aires, na Argentina.   Pássaro Palavra  , o disco, tem canções assinadas por ela e por Ana Terra, Déa Trancoso,  Luísa Sobral , Melody Gardot, Mili Vizcaíno, Chico César ou Fred Martins, tendo participado nas sessões de gravação alguns dos melhores instrumentistas da actualidade na Argentina: Alan Plachta (guitarras e produção), Tiki Cantero (percussão), Mariano Malamud (viola), Nacho Amil (piano), Gonzalo Fuertes (contrabaixo), Guilherme Rubino (violino), Santiago Arias (bandoneon), Paula Pomeraniec (violoncelo) e, como convidado especial, o arranjador e pianista Diego Schissi. 

 Agora, Susana resolveu voltou a um dos temas do disco,  Mi gitanito , com letra e música da cantora e compositora espanhola Mili Vizcaíno, e a partir da gravação original resolveu lançar um videoclipe, idealizado em plena pandemia pelo músico e fotógrafo alemão Matthias Toews, onde a imagem da videoconferência (usada nestes tempos de luta contra a covid-19) surge justaposta a um cenário de frondosas árvores. “Foi a ideia também de conectar esse tipo de comunicação com a sensação de estar na natureza. O contraste entre natureza e tecnologia inspirou-me”, diz Matthias. Houve ainda, acrescenta-se no comunicado que anuncia o lançamento do videoclipe, “a intenção de assumir alguma precariedade, integrando as reais imperfeições inerentes à situação real: o delay entre a mensagem enviada e a recebida, a textura com pouca definição, assim como a falta de maquilhagem própria de quem está em casa num dos seus dias na quarentena.”</video:description>
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      <video:title>Cantor André Viamonte responde à pandemia com uma canção: &lt;i&gt;Aqui&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O cantor e compositor André Viamonte estreia esta sexta-feira uma canção “feita em contexto onde o medo tenta predominar devido a um vírus que invadiu o nosso quotidiano”. Com dois álbuns gravados,   VIA   (2016) e   MONTE   (2019), esta nova canção,  Aqui , foi composta e gravada durante a pandemia da covid-19 e alude, segundo ele, a um “momento lamentável e dramático” em que “a cultura está em risco” e em que “as pessoas lutam por se manterem sanas e outras por sobreviver.” Um momento que é também, acrescenta, “de grande solidariedade e de compaixão.” 

 Nascido em Zurique, na Suíça, em 1983, filho de emigrantes, André Viamonte viveu depois em Singen, uma cidade do Sul da Alemanha, crescendo a ouvir diferentes sonoridades e culturas musicais, do folclore português ao fado, à ópera, ao jazz, à bossa nova, até vozes búlgaras. Começou aos 5 anos com aulas de canto e de representação em Zurique, descobrindo assim, diz a sua biografia, “o gosto pela música e pelo canto”. Aos 10 anos, utilizando a voz como instrumento principal, já compunha os seus primeiros temas, acabando por firmar aos 22 anos, e já em Portugal, um lugar próprio na música, ao mesmo tempo que, em 2013, em Lisboa, se formava em musicoterapia. 

 O seu primeiro álbum teve participações de Fernando Girão, Teresa Lopes Alves e Myriam Madzalik, enquanto o segundo, masterizado em Londres nos estúdios Abbey Road pelo produtor Alex Wharton (que trabalhou com músicos como Paul McCartney, The Pixies, Gilberto Gil, St. Germain, Radiohead, Massive Attack ou Coldplay), tem participações de Eunice Muñoz, Beatriz Nunes (Madredeus), do rapper B-Leza, de Ashwinder Nippy e do Gospel Choir de Coimbra.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Maria do Carmo Baixinho - &lt;i&gt;A mulher da fava rica&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em quase todo o lado existem os guardiões das tradições, normalmente ligados aos ranchos, que fazem com que tudo permaneça. Vão mantendo as coisas como são, não fazem grandes perguntas, se é assim, é porque tem de ser. Muitos fizeram gravações, procuram saber com os mais velhos e adaptam aos grupos. São fáceis de encontrar, têm um papel forte na comunidade. Depois existem as outras pessoas, que fazem sempre perguntas, que querem saber tudo e tudo colocam em causa. Ao fim de tantos anos a gravar pelo país, quero mesmo concluir que ambos são necessários. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Just the Two of Us&lt;/i&gt;: uma viagem de autocarro animada para recordarmos o “cantarolar da cidade”</video:title>
      <video:description>Quem diria que um dia íamos sentir a falta daquelas intermináveis viagens de autocarro? O drama dos 30 minutos de desespero e engarrafamento na Rua dos Clérigos em hora de ponta ou o caos na Baixa de Lisboa. A realizadora britânica Anna Ginsburg transformou um áudio de uma viagem peculiar nesse transporte público pela Old Kent Road, em Londres, numa animação de 50 segundos que desperta uma nostalgia pelo “cantarolar da cidade” – que agora não consegue ouvir da mesma maneira. 

 “Cantarolar” é mesmo a palavra mais apropriada. A criadora explicou a história à publicação   It’s Nice That  : num dia apressado e tipicamente londrino, com o autocarro previsivelmente cheio, uma mulher desconhecida entrou na paragem a seguir à sua e, “enquanto subia os degraus” para entrar, cantava a música  Just the Two of Us , originalmente gravada por Grover Washington Jr. e  Bill Withers . “Ela sentou-se à minha beira e fechou os olhos. Cantou serenamente e muito devagar, como se estivesse a flutuar por cima de nós, todos esmagados uns contra os outros. O meu corpo inteiro começou a relaxar. Ela cantou sem parar durante 30 minutos e eu comecei a sonhar acordada”, assinala. 

 A cineasta saiu lentamente “deste estado etéreo de felicidade” e leveza quando se apercebeu de que estava quase a chegar ao destino. Foi aí que decidiu tirar o telemóvel do bolso e registar o momento na forma de um pequeno áudio. Um modesto tributo às pequenas coisas do quotidiano, uma recordação da beleza que pode existir no meio daquele que, de outra forma, seria o  stress  intolerável de todas as manhãs. 

 Para a autora, uma viagem de autocarro vulgar pela Old Kent Road é “miserável”, um trajecto lento e angustiante por uma estrada “infernal que nunca acaba”. Mas  estes não são tempos vulgares  e, durante o confinamento, Ginsburg acabou por ouvir a sua gravação repetidamente, sentindo as inevitáveis saudades destes “encontros interessantes e inspiradores com pessoas que não conheces de lado nenhum”. 

 Estas saudades fizeram com que desenvolvesse  Ju</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Mali - &lt;i&gt;No meu canto parado&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Acredito que vivo perto de uma riqueza de diferenças e contrastes. Entre as velhas e os velhos e toda uma tradição que está a acabar, que leva repertórios, saberes, formas de falar, expressões e conhecimentos, e os estrangeiros que aqui vivem e aqui propagam a sua diversidade e os seus saberes. A toda uma nova geração de músicos, que se inventa, que escreve as suas razões, os seus credos de aqui viver. Cada vez mais sei que fizemos a decisão certa de vir para  viver para Serpins , abertos ao mundo, mas com a noção das montanhas. Que nos salvam a vida. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Vagabond: pôr no mapa aquilo que é português</video:title>
      <video:description>Pegar em artistas emergentes e em locais turísticos pouco conhecidos e pô-los no mapa: é esta a essência do Vagabond, um projecto multimédia que está nas mãos de um grupo de três jovens portugueses. A iniciativa partiu de Bernardo Marona, 24 anos e engenheiro de formação, e de uma vontade grande de "explorar as formas alternativas de viajar". Juntou-se a Rodrigo Rebello de Andrade e a Tiago Andrade, da área do vídeo e da fotografia, e juntos criaram a série  Vagabond Invites , que explora os recantos escondidos do país e dá espaço a artistas em ascensão. 

 "Sempre consumi muito conteúdo audiovisual e nunca percebi porque é que determinado tipo de conteúdos, principalmente documentários, nunca tinha sido feito. Não se explora a parte mais artística do turismo", explica Bernardo, produtor da série. 

 A parte de vídeo está a cargo de Rodrigo, um "jovem talento" de Lisboa com apenas 19 anos que estuda cinema. Na parte da fotografia e da promoção está Tiago, de 30 anos, que vive em Cascais mas é natural de Salvador, no Brasil.  

 A série Vagabond Invites conta já com dois dos seis episódios, lançados mensalmente, e até agora deu palco a  Picote, em Bragança , com a participação do músico Bruno Teixeira, e à  Praia do Tonel, na costa alentejana , com o artista Bruno Maurício. "Há destinos que as pessoas nem sequer conhecem. Quando lançámos o  primeiro vídeo, em Picote, houve muita gente a perguntar se tinha sido filmado na Noruega ou noutro país nórdico".  

 Bernardo Marona acredita que o Vagabond Invites assume um "papel importante" na fase de  pandemia do novo coronavírus : "N esta altura complicada em que o turismo português foi muito afectado, vamos ter de ter uma abordagem, enquanto povo, de voltar a  viajar para fora cá dentro ". Para o futuro, o  projecto  vai passar fronteiras e explorar novos países mas, para já, exalta o bom do que é português. "Viajo muito dentro de portas e sei o valor e a variedade de paisagens, gastronomia e até as pessoas que temos em Portugal e sinto-me sortudo por viver num</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Ana Maria Andrade Silva - &lt;i&gt;Vejam Bem&lt;/i&gt; de José Afonso</video:title>
      <video:description>Por imposição de saúde pública, a música precisa de ser gravada à distância. Mas ainda assim, porque tem de ser, grava-se. Se há coisa bonita é ouvir uma harpa na paisagem. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>"O Portugal Sou Eu representa o orgulho no que é nosso"</video:title>
      <video:description>A Casa Cadaval faz parte do programa e conta com o selo Portugal Sou Eu desde 2015, desde então notam que existe uma grande adesão por parte dos consumidores que reconhecem o selo.   

  Isto representa também uma valorização dos produtos portugueses. Permitindo mostrar não só a Portugal e aos consumidores portugueses, mas também além-fronteiras que é um produto nacional.  

 A responsável acredita que o vinho é um dos produtos que pode mostrar muito bem o que é o Portugal Sou Eu, ou seja, mostra que de facto fazemos produtos bons e podemos mostrar o que é nosso, o que é nacional. 

 "Para nós, o Portugal Sou Eu representa o orgulho no que é nosso, satisfação e acima de tudo qualidade naquilo que queremos apresentar aos consumidores", conclui Cátia Casadinho.</video:description>
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      <video:title>Para manter a distância, na Alemanha celebrou-se o fim do Ramadão num parque de estacionamento</video:title>
      <video:description>Depois de um  Ramadão  entre quatro paredes, cerca de 800 muçulmanos de uma mesquita perto de Frankfurt, na Alemanha, puderam celebrar juntos, respeitando as regras de distanciamento social.  

 O responsável pela mesquita em Wetzlar pediu autorização ao IKEA para usar o parque de estacionamento exterior. Para se  juntarem ao    Eid al-Fitr ,  a grande celebração que marca o fim do período de oração e reflexão correspondente ao nono mês do calendário muçulmano, os crentes teriam de usar máscara, trazer o próprio tapete de oração e manter a distância. Os menores de 12 anos tiveram de ficar em casa, respeitando as regras de contenção  da Alemanha .  

 Vídeos do encontro de domingo, 24 de Maio, mostram que, apesar de à entrada a distância não estar a ser cumprida, o grupo se dispôs depois em conformidade com os conselhos das autoridades de saúde  para conter a propagação do novo coronavírus.  

 Com peregrinações proibidas e  mesquitas encerradas , o  mês sagrado do Islão tornou-se mais solitário e introspectivo  sem os habituais encontros nocturnos em comunidade para quebrar o jejum, organizar trabalho comunitário e orar. Em conjunto.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Gabriel Matos - &lt;i&gt;Maxixe Poiarense&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Sonhei um dia com um vídeo assim: carros partidos e um músico a tocar um cordofone português. Durante anos lutei para que acontecesse, mas não foi fácil. Mas lá realizei o meu sonho, com o músico Gabriel Matos. Ele conta-nos mais sobre esta música: "Em 2006, ao realizar um trabalho sobre os três maestros da Filarmónica Fraternidade Poiarense da família Carvalho, para um livro desta instituição, em conversa com o maestro Eugénio Carvalho (Sr. Génito) tomei conhecimento que seu pai, Ernesto Henriques Carvalho, teria acompanhado no violão a guitarra portuguesa de Manuel Rodrigues Paredes na gravação de um disco da 78 rpm. Investigando um pouco, descobri que essa gravação tinha ocorrido em Lisboa em Fevereiro de 1928 sob a etiqueta da editora Columbia Records. Entre os vários temas gravados encontrava-se a  Maxixe Poiarense , uma composição de Manuel Paredes dedicada a Vila Nova de Poiares. Uma curiosidade: Manuel Paredes era tio-avô de Carlos Paredes e Eugénio Carvalho, trisavô da minha filha Sara. Passado quase um século da sua composição, fica a minha singela interpretação da  Maxixe Poiarense  em viola toeira." 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Samurai 6 - &lt;i&gt;Max Didge&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O que gosto no país é exactamente o facto de o não conhecer. Normalmente, as pessoas ficam sempre zangadas se lhes dizem que não conhecem o país. Eu não: eu adoro não o conhecer e, ainda assim, andar sempre a passear e a conhecer novas coisas. E a surpreender-me. Hoje foi com o Ricardo Lopes. Quem diria que no meio de Poiares, de repente, se poderia encontrar algo assim? 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Regresso às creches: "Se tivermos medo, o risco está em todo o lado. É preciso confiança"</video:title>
      <video:description>Uma semana depois da  reabertura das creches em Portugal , muitos pais preferiam manter os filhos em casa, aguardando para avaliar qual o impacto deste regresso na evolução da pandemia. É o o caso de  Maria do Céu Silva, que decidiu manter a filha Leonor, de dois anos e oito meses, em casa . "Ainda vamos fazer mais esse esforço". J á Rita Afonso e João Pereira optaram por reintegrar o filho Francisco, de um ano e meio , na creche em São Domingos de Rana, no concelho de Cascais, e o balanço é positivo. "Temos de assumir o risco e não viver numa bolha e termos medo de tudo o que está à nossa volta", acredita Rita Afonso. 

 Por toda a Europa os ritmos de reabertura das escolas têm variado, com as preocupações dos pais a serem, no entanto, muito semelhantes. A line Moreira, luso-francesa residente na região de Hauts-de Seine, perto de Paris , disse ao PÚBLICO que o peso de conciliar teletrabalho com a filha Mariana, de quatro anos e meio, levou-a, juntamente com o marido, a optar pelo regresso à escola já no dia 28. "Expliquei-lhe que não podia abraçar os amigos e brincar como antes. Espero que não fique traumatizada". Para já, a turma será dividida em dois grupos que apenas frequentarão a creche duas vezes por semana, com 9 crianças por sala. 

 Já  Basílio Coloma Martínez, residente em Múrcia, Espanha , está numa situação ambígua e ainda não é claro o que os próximos meses reservam para a filha Luna, de dois anos e meio. Até agora a informação é de que as creches em Espanha não voltarão a abrir antes de Setembro, mas tanto ele como a mulher terão de regressar ao trabalho presencial em breve. "Não sei como nos vamos organizar".  

 A excepção europeia foi a Suécia, que decidiu nunca fechar as escolas que recebiam crianças até aos 16 anos. Flávio Lapin de Murtinheira é coordenador de uma escola internacional em Estocolmo, e explica ao PÚBLICO o que mudou no dia-a-dia com o novo coronavírus. "Aqui  as recomendações são um pouco mais liberais do que no Sul da Europa", explica. As indicações do governo sueco eram</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;E Depois de Amanhã?&lt;/i&gt;: as conversas do desconfinamento</video:title>
      <video:description>Primeiro, monta-se o espaço. Enquanto o  chef  prepara a refeição, os arranjos florais são cuidadosamente espalhados pelo salão do Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto. Na mesa, os talheres já estão à espera. Colocam-se seis cadeiras, mas só três lugares vão estar ocupados. O tema de conversa neste almoço com distâncias de segurança e “novas regras de etiqueta”? De que forma conseguiremos “recomeçar praticamente do zero”.   E Depois de Amanhã? , série de quatro episódios que resulta de uma parceria entre o Canal180 e a produtora de conteúdos S.P.O.T. , pretende reflectir sobre “como os profissionais da cultura, da restauração, do turismo e do desporto estão a reagir” à paragem forçada a que foram sujeitos. 

 As mesas das conversas  E Depois de Amanhã? , montadas em “espaços que tiveram de fechar portas”, vão reunir, “simbolicamente”, agentes de turismo, produtores de eventos, músicos, técnicos de espectáculo,  personal trainers , jornalistas “e muito mais”. Dois a dois, trocarão inquietações a respeito de um fenómeno “que transtornou as nossas vidas”. Conversarão sobre os efeitos da pandemia nas suas rotinas, mas também aproveitarão este “breve momento de convívio” com reservas para tentar chegar a “um ponto comum entre duas pessoas que se encontram no desconhecido, a navegar à vista e, com sorte, a vislumbrar terra à distância”. 

 O primeiro episódio de  E Depois de Amanhã?  teve a participação da  rapper  Capicua e da jornalista Inês Nadais, do PÚBLICO, numa conversa com moderação de José Costa Reis, conservador do Museu Nacional de Soares dos Reis que desempenhou o papel de anfitrião; a refeição foi confeccionada pelo  chef  Pedro Braga, do Restaurante Mito. O próximo episódio, gravado no Coliseu do Porto, onde a presidente do equipamento, Mónica Guerreiro, acolheu João Carvalho, director da Ritmos, produtora que organiza o festival Vodafone Paredes de Coura, e António Guimarães, ou “Becas”, conhecido proprietário do Passos Manuel, chega na próxima sexta-feira.</video:description>
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      <video:title>Já podemos ver &lt;i&gt;Fé nos Burros &lt;/i&gt;, o documentário sobre a ruralidade “que resiste à modernidade”</video:title>
      <video:description>João Pedro Marnoto, fotógrafo e realizador, e Miguel Nóvoa, médico veterinário, percorreram as aldeias de Alfândega da Fé à procura de pessoas e dos seus animais. Na rua, recriaram o ambiente de um estúdio fotográfico e a jornada deu origem ao filme-documentário   Fé nos Burros ,  que celebra agora o 10.º aniversário. E que melhor pretexto do que o Dia Internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, para disponibilizá-lo online e gratuitamente? 

 O intuito do projecto era chamar a atenção para a preservação do gado asinino e muar de Alfândega da Fé, em Bragança. Em 2018, aquando do lançamento do também livro e documentário   Nove Meses de Inverno e Três de Inferno  ,   João Pedro Marnoto contava ao P3  como trocou o Porto pelo mundo rural durante dez anos , fotografando e filmando “uma certa ruralidade” em extinção.  Fé nos Burros  não esconde as semelhanças com aquele projecto: “Procura enaltecer e celebrar a cumplicidade da relação entre os donos e os seus animais, companheiros de trabalho e de vida, como também a cultura, as emoções, os contos e cantigas da tradição oral”, lê-se num comunicado enviado ao P3. 

  Fé nos Burros  deu origem a um livro e DVD, uma exposição itinerante e um documentário que em 2012 foi premiado no Cine'Eco — Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela com o primeiro lugar na categoria Lusofonia para melhor documentário nacional, tendo também sido galardoado com uma menção honrosa pelo júri da juventude. E agora está disponível para quem quiser ver este “retrato de um mundo antigo, parte da nossa história e memória colectiva, que ainda resiste à avalanche da modernidade.”</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Espero amanhã sair&lt;/i&gt;: quando duas irmãs se juntam para cantar a quarentena</video:title>
      <video:description>São irmãs e são artistas. Forçadas a estar em casa, em Lisboa, por causa da pandemia de covid-19, Ana Lua Caiano, de 20 anos, e Joana Caiano, de 19 anos,  aproveitaram a quarentena  para fazer canções e vídeos a quatro mãos. 

 "Comecei a escrever músicas porque sentia necessidade de reflectir acerca do que estava a acontecer, foram surgindo histórias", explica ao P3 Ana Lua, cantora e compositora. Quando Joana, realizadora e editora de vídeo, voltou de Inglaterra, onde está a estudar, a "vontade de fazer uma curta-metragem" alinhou-se com o que a irmã andava a criar. "Pensámos que, se calhar, podíamos juntar as nossas ideias e conjugar o nosso tempo livre para fazer um projecto em conjunto." Juntaram dois mais dois e assim surgiu o  colectivo Mindinho  e o Rua em Quarentena. 

 "Uma coisa que sempre quis experimentar era conjugar a música tradicional, utilizando as vozes, com a música electrónica, utilizando sintetizador", diz Ana Lua. Ao mesmo tempo, recorreu ainda a objectos do dia-a-dia, "como fitas métricas ou máquinas fotográficas", para produzir sons.  Já para o vídeo, Joana explica que valoriza muito a cor e a simetria: "Especializo-me em direcção de fotografia então ligo muito ao visual. Inspiro-me sempre nos mesmos artistas, como Jean-Pierre Jeunet,  Jean-Luc Godard  ou  Wes Anderson ." 

 Com o projecto Rua em Quarenta, querem tentar "transmitir através da arte a sensação de vazio e de medo" que a  pandemia  lhes trouxe. O quinto vídeo musical, que se estreia no P3, chama-se  Espero amanhã sair  e não podia estar mais alinhado com o sentimento comum — afinal, quem não espera também amanhã sair?</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Abel Carvalho - &lt;i&gt;Cesteiro e tocador de harmónica&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Os tempos são cruciais. É preciso enaltecer a humanidade me todos nós. Respeito muito as opiniões diferentes, as diferentes formas de ver. Cresci a emocionar-me com a liberdade, com o que foi conquistado em Abril. Os tempos mostravam valores em que acreditávamos, que nos davam ganas de lutar por eles. Ainda hoje tenho essa força de luta em mim. Mas, de vez em quando, gravo pessoas, elas falam da sua infância, dizem que o tempo era mau, que eram pobres, que saíam de noite para vender cestos com 7 ou 8 anos e andavam com eles às costas uma noite inteira, mas eram alegres e agora não há alegria nenhuma. Fico sempre dividido em pensamentos, mas as memórias afectivas deles e as suas nostalgias ditam o que pensam. E não é que digam que no tempo deles é que era. Normalmente, é sempre da alegria que falam. E não tinham rádio, nem televisão, nem Internet. Tinham-se a eles próprios e a uma gaita, quando havia. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Paulo Sena - &lt;i&gt;Cesteiro e poeta&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Hoje ninguém quer aprender a arte, o ofício. Talvez, um dia, se lembrem que se tem de mesmo acabar com os plásticos. Mas depois quem os ensina? Penso muito nisto. É que, segundo os mestres do ofício, isto não se aprende no YouTube. Tem muitas voltas. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Adolescência e pandemia: a história de &lt;i&gt;Quaranteen&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Um adolescente em quarentena: parece simples, mas é uma metáfora maior do que o trocadilho. Foi "uma brincadeira com a fonética" das palavras e  quarantine  e  teen  que inspirou o Favo Studio, do Porto, a realizar uma curta-metragem neste altura de pandemia:  Quaranteen .  

 "Tentámos fazer uma analogia com aquilo que está a acontecer e com este novo paradigma": quem o explica é Gustavo Carreiro, director criativo do  Favo Studio . "Começámos a achar piada à lógica de ser um adolescente que pudesse estar a passar por isto, até porque é também uma altura da nossa vida, em termos de escolhas e experiências, em que é tudo muito recente, existe alguma revolta e tomam-se decisões de maneira precipitada. É tudo novo para nós." 

 Tal como a adolescência, também  a pandemia trouxe insegurança e dúvidas , que se espelham em   Quaranteen  : "às vezes nem sabemos como estar ou como seguir um determinado protocolo e isso cria inseguranças em nós, quase como se nos sentíssemos de novo adolescentes por não sabermos como lidar com este novo normal". 

 O projecto foi lançado por partes, "numa lógica episódica", o que permitiu medir a recepção do público e "calibrar a história" conforme as notícias que iam sendo lançadas. O  feedback  positivo (e o destaque com um  Staff Pick  na plataforma Vimeo) deu confiança ao estúdio para seguir o "instinto" e continuar a trabalhar.  

 Gustavo Carreiro acredita que a pandemia trouxe uma nova realidade também para a produção artística. "Somos todos incrivelmente adaptáveis. No nosso caso, que nunca tínhamos feito nada deste estilo, isso despertou a vontade de arriscar e sair da nossa zona de conforto." 

  Texto editado por Ana Maria Henriques  

  Gostas de fotografar e tens uma série que merece ser vista? Não consegues parar de desenhar, mas ninguém te liga nenhuma? Andas sempre com a câmara de filmar para produzir filmes que não saem da gaveta? Sim, tu também podes publicar no P3.    Sabe aqui o que tens de fazer  .</video:description>
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      <video:title>Um passeio para esticar as patas: a visita privada de três pinguins a um museu no Kansas</video:title>
      <video:description>Foi a primeira experiência cultural de  Bubbles ,  Maggie  e  Berkley : uma visita privada ao  Museu de Arte Nelson-Atkins , no Kansas, para acabar com o aborrecimento de três pinguins em quarentena. Do Barroco ao Impressionismo, os animais de cinco, sete e oito anos, respectivamente, percorreram os corredores de um museu vazio — o que lhes deu tempo para apreciar devidamente as obras,  sem risco de serem incomodados .  

 Uma vez que os pinguins são nativos do Peru e Chile — apesar de serem residentes do Kansas City Zoo — as explicações das obras foram feitas em espanhol. Porque, além de um passeio para esticar as patas, a ideia da visita era perceber como os animais reagiam a arte.  "Pareceram gostar mais de Caravaggio do que de Monet", disse Julián Zugazagoitia, director do museu.  E Randy Wisthoff, director do zoo, assegura que os animais adoraram o passeio. Foi uma folga bem passada.</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Soul</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Peter Rabbit 2</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Jardim Secreto</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Soledade Lobo - &lt;i&gt;Como começou a fazer bonecas&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A simplicidade das coisas. A Soledade faz bonecas, perguntei-lhe como começou e a resposta foi das explicações mais belas que encontrei. Quando a tua criatividade te faz companhia e te torna melhor 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: João Francisco - &lt;i&gt;Se eu pudesse&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, com o apoio da  EFAPEL , cria agora os postais musicais da região Centro. São dez paisagens para dez músicos, práticas musicais e paisagens sonoras que serão colocadas num postal de grande formato, A5. Atrás terá, além da descrição, um código de barras, que a partir de uma aplicação do telemóvel (informação que também estará no postal) permite abrir um vídeo, em que podemos ver a mesma paisagem, mas agora com o músico ou grupo. O primeiro a ser convidado, com a bela paisagem da Albufeira de Santa Luzia na Pampilhosa da Serra, foi o músico João J. Francisco. Os postais estarão disponíveis em breve. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Arminda Gonçalves - &lt;i&gt;Fases do linho&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Gravámos pela primeira vez no concelho da Pampilhosa da Serra. O que sempre soube que iria ser especial e foi. Fomos parar a Malhada do Rei por acaso. Gravámos perto um vídeo com o João Francisco e ele conhecia a aldeia. Da Arminda já tínhamos ouvido falar. Tem 82 anos e nunca saiu dali, aprendeu a ler aos 16 anos e tem uma forma de falar única. A língua portuguesa a gostar profundamente dela própria. No princípio ficou tímida e com vergonha, depois soltou-se. Contou-nos as fases do linho e ficámos a perceber a urgência de gravar ali. Sempre contra o tempo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Uma janela por onde podemos espreitar o restauro dos &lt;i&gt;Painéis de São Vicente&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O novo laboratório onde vão ser restaurados os  Painéis de São Vicente  está nas galerias do museu e os visitantes vão poder ver a evolução do trabalho à janela. 

 Os Painéis de São Vicente (c.1470), atribuídos a Nuno Gonçalves, são a mais celebrada das pinturas portuguesas, uma obra que atrai e intriga desde que em 1882 foi descoberta no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Alfama. Muito danificado à data, com grandes lacunas, este políptico — são seis os painéis que o compõem, sendo dois grandes, os centrais, e quatro pequenos, dois de cada lado — foi restaurado em 1909-10 pelo pintor Luciano Freire e, desde então, ninguém lhe mexeu, o que não é de estranhar já que uma intervenção desta natureza, numa obra com tamanho valor artístico e simbólico, se faz, no máximo, uma vez em cada século. 

  Leia a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>César Prata e Vânia Couto celebram uma &lt;i&gt;Primavera&lt;/i&gt; nascida de rezas e benzeduras</video:title>
      <video:description>César Prata gosta da “ideia de ir metendo a tradição em caixinhas”, como ele já disse numa entrevista ao PÚBLICO. Já fez um disco com cantos de trabalho, reuniu romances, cantos de Natal da Galiza e de Portugal (e em 2017 fez com isso um espectáculo) e em 2018 encheu “outra caixinha” com   Cantos da Quaresma , que deu origem a um disco homónimo gravado com Sara Vidal , apresentado durante a Páscoa desse ano em vários pontos do país. 

 Agora, o trabalho mais recente de César Prata (que o público conhece dos Chuchurumel, Assobio e Ai!, entre outros grupos e projectos) chama-se  Rezas, Benzeduras e Outras Cantigas , foi gravado em parceria com a cantora e também multi-instrumentista Vânia Couto e acaba de estrear um novo single, Primavera, cujo videoclipe aqui se apresenta. Segundo a Sons Vadios, que mais uma vez é a sua editora (com apoio do Município de Trancoso), o disco recria “o mais ancestral e profundo da tradição oral, recorrendo a inúmeros instrumentos acústicos e samples de computador”, assentando num trabalho de “investigação e reinvenção etnomusicológica” entre “a antiguidade e a contemporaneidade”. Às vozes de César e Vânia juntam-se aqui vários instrumentos, quase todos tocados por ele: adufe, bandolim, bouzouki, caxixi, címbalos e taças, dulcimer, flauta, guitalele, guitarra, kalimba, laptop, programações, sanfona, sea drum, shruti box, tongue drum, ukelele e melódica (também tocada por Vânia). 

  Rezas, Benzeduras e Outras Cantigas , que já foi apresentado  ao vivo no Teatro Municipal da Guarda , em Setembro de 2019, inclui versões de temas do cancioneiro popular tradicional (Arganil, Guarda, Pinhel, Sabugal, Trás-os-Montes) e também de orações tradicionais, como  Agora e na boa hora ,  Benzedura da Lua ,  Benzedura dos olhos ,  Oração a Santa Bárbara  ou  Responso a Santo António . O single aqui apresentado,  Primavera , é um tradicional de Trás-os-Montes.</video:description>
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      <video:title>Madonna na banheira: "O coronavírus tornou-nos todos iguais"</video:title>
      <video:description>No dia 4 de Maio , a presidente da Comissão Europeia liderou uma iniciativa de angariação de fundos chamada "Resposta global ao Coronavírus". No final da cerimónia que decorreu online, em videoconferência, Ursula von der Leyen anunciou 7,4 mil milhões de euros para financiar os esforços em curso em todo o mundo para a investigação científica e o desenvolvimento, produção e distribuição — à escala planetária — de vacinas e tratamentos para o SARS-CoV-2. Madonna entrou em directo na videoconferência e, nua dentro de uma banheira, anunciou um contributo de um milhão de dólares. Ao som de piano como música de fundo, a icónica cantora afirmou que "é horrível e maravilhoso que o coronavírus tornou-nos iguais de várias maneiras".</video:description>
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      <video:title>"Portugal Sou Eu é o único programa que certifica que o produto é português"</video:title>
      <video:description>Branca Pereira, responsável da AEP , explica que o programa Portugal Sou Eu é um programa de valozição da oferta nacional, sendo transversal a todos os sectores da economia portuguesa. Assim, todos as empresas nacionais podem aderir ao Portugal Sou Eu. 

 Este selo significa que o produto ou serviço que o detém apresenta um elevando índice de incorporação nacional, ou seja, apresenta um elevado índice de valor acrescentado em Portugal. 

 Como vantagens, a responsável destaca principalmente o facto deste selo permitir  colocar uma marca ou serviço sob uma marca  umbrella  (o Portugal Sou Eu) que permite que o consumidor facilmente identifique que o produto é nacional. Sendo este o único programa que certifica que o produto é português.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Maria Isabel Precatado - &lt;i&gt;Eu tenho à minha janela&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Este trabalho tem tanto que se lhe diga que qualquer definição que lhe aponte um caminho único será sempre imensamente redutora. São tantos os seus caminhos, as suas ramificações. Para mim, e cada vez mais, é um trabalho de uma humanidade enorme, que tem o seu foco nas pessoas e no que elas têm para oferecer ao mundo, dando-lhes esse espaço, seja ele um enquadramento ou agora uma janela.  Todos os encontros acabam por ser, assim, especiais. Este, por muitas razões, é um dos mais especiais. A senhora Isabel faleceu 15 dias depois desta gravação. Fica assim a homenagem e os sentimentos à família e amigos.  

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Na Estrela da Bica vai ser tudo diferente, mas "é preciso avançar"</video:title>
      <video:description>Rita Borges e Marta Figueiredo, as duas proprietárias do restaurante Estrela da Bica, em Lisboa, fecharam as portas por causa da pandemia de covid-19 com estados de espírito muito diferentes. “A Marta achava que ia ser horrível e que íamos cair na miséria, e eu achava ‘daqui a 15 dias abrimos e vai ser óptimo e em Junho fazemos os arraiais’.” A meio do longo processo de dois meses de encerramento, inverteram os estados de espírito, mas, de uma forma ou de outra, foram percebendo que era preciso reagir.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Celeste da Silva - &lt;i&gt;Orações&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quero contar como foi, como se passou o dia. Acordámos cedo, saímos a correr e não descobríamos as chaves, mas fomos ainda assim. O rio não se via, tal era a névoa. Encontrámos o Gabriel e ainda vimos o pendurar do porco, já o tinham morto. Tirámos fotografias e olhámos para o infinito — tínhamos tempo, fomos procurar o pastor, tinha ido matar um cabrito. Fomos então visitar a Celeste, ela tinha responsos e orações — com 93 anos, é de uma de uma delicadeza extrema. Aceitámos os seus silêncios e gravámos com tempo e, quando isto acontece, quase vês a memória a operar-se. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>A fé em tempos de covid-19: "Ela manifesta-se ainda mais nestas alturas"</video:title>
      <video:description>A covid-19 fez suspender as missas, catequeses e outras celebrações de culto a 13 de Março. Depois de uma Páscoa inédita, a cujas celebrações os fiéis assistiram de casa, o Santuário de Fátima celebra os dias 12 e 13 de Maio sem peregrinos nos seus espaços, pela primeira vez na sua história. "Estes tempos foram e têm sido muito estranhos", diz ao PÚBLICO Luís Ribeiro, acólito na paróquia de Nossa Senhora da Fé, em Monte Abraão, Sintra.  

 Um pouco por todo o país, a comunidade católica adaptou-se: Eucaristias celebradas em directo através do Facebook, videoconferências para rezar o terço em comunidade, partilhas de cantinhos de oração nas redes sociais. "Ao fim e ao cabo, perante esta distância, acabámos por estar sempre muito próximos", conclui Luís. 

 Lucília Mateus, da paróquia de Olivais Sul, em Lisboa, concorda. Com 79 anos, é presença assídua todas as noites na página de Facebook da sua paróquia. "Todas as noites nos reunimos para rezar o terço. E pomos os nossos gostos, sabemos que 'aquela' está ali, vai um gostozinho, um comentário. É bom", explica, sorridente.  

 "Não se vive da mesma maneira, mas temos de nos adaptar", diz-nos Sandra Santos, da paróquia de Loures. Não fosse este novo coronavírus e, às seis da manhã de dia 9 de Maio, Sandra teria arrancado para Fátima. Em vez disso, recebeu uma mensagem pelo Whatsapp. "Ainda falta aqui gente. A Vitória já quer começar a pôr o grupo a andar! Vejam lá... Despachem-se!'". E estava dado o mote. A partir daí, a peregrinação seguiu virtualmente. "Olha, já me dói os pés! Já fiz uma bolha! Alguém que me venha ajudar?". "Não foi nada combinado, mas é uma maneira de nós conseguirmos viver esta peregrinação juntos, cada um em sua casa, e rezarmos juntos". 

 Sandra tem acompanhado o plano do Santuário de Fátima, que disponibilizou leituras para os peregrinos poderem "peregrinar pelo coração", e por agora basta-lhe. "Temos de ter todos consciência de que neste momento é aquilo que é possível fazer. Hei-de ir quando for possível. Este ano, para o ano... Qu</video:description>
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      <video:title>Sopa de Pedra empunham a colher dos cantares para espantar &lt;i&gt;A Praga&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Dizem-se “sintonizadas com a paragem global” forçada pela pandemia e “lançaram-se ao desafio de mexer nas inquietações do momento para escrever, a partir de casa, algo novo para sacudir os sentidos.” O resultado, a antecipar o próximo álbum de originais das Sopa de Pedra, é  A Praga , uma canção com letra e música de Sara Yasmine, que esta segunda-feira se estreou no canal de YouTube do grupo e que, em breve, estará também disponível nas restantes plataformas digitais. Uma canção “baseada nas contradições próprias de uma verdadeira mudança” e onde – dizem – “é ao jeito de uma quase fala que botam vozes e se fazem vizinhas, cantando umas para as outras, do que anda nas bocas do mundo.” 

 Grupo de canto feminino  a capella , criado no Porto em 2012, as Sopa de Pedra são dez cantoras: Benedita Vasquez, Inês Campos, Inês Loubet, Maria Vasquez, Mariana Gil Cunha, Rita Costa, Rita Sá, Sara Yasmine, Teresa Campos e Inês Rosa Melo. O seu primeiro disco,   Ao Longe Já Se Ouvia  , foi lançado em 2017 e estreado no Verão desse ano no Festival de Músicas do Mundo, em Sines, com apresentações posteriores no Porto, na Casa da Música, e em Lisboa, no Cineteatro Capitólio, esta já em 2019, por altura da reedição do disco  Ao Longe Já Se Ouvia . Neste momento, as Sopa de Pedra preparam para breve um novo álbum só com repertório original.</video:description>
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      <video:title>Covid-19. Porque falamos tanto de imunidade de grupo?</video:title>
      <video:description>Carla Nunes, especialista em estatística e epidemiologia, explica este conceito e avisa: "vai ser um ano em que vamos viver de forma diferente". 

 A directora da Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa, sublinha que esta imunização já existe com outras doenças como sarampo e a varicela, mas sobre o novo coronavírus ainda se sabe muito pouco. Não se sabe, por exemplo, quanto tempo poderá durar a imunização desenvolvida depois do contacto com a doença. "Há doenças [cuja imunização] dura para a vida e há doenças que têm imunidades muito curtas".</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;No escurinho&lt;/i&gt; do salão, cozinha ou casa de banho, Foggy convida-nos a dançar</video:title>
      <video:description>Não esperava receber tantos vídeos de tanta gente a dançar. Fechado num apartamento em Lisboa, e “em tempos muito tristes”, Francesco "Foggy" Pintaudi terminava a produção de “uma música bastante alegre”. Antes de Março, o italiano, que se apresenta como  Foggy , não esperava lançar esta canção que tem a colaboração de Daniele Pistone e letra de Marcelo Moraes. E se declara simplesmente assim: “ No escurinho do salão/Eu gosto de dançar ”. 

 Mas numa altura “em que  todos  estão  tristes, deprimidos, sem trabalho”, alguém gostaria de dançar? Reticente, ele fez o convite com uma música que  costuma apresentar ao vivo.  E quem espera para voltar a dançar numa pista rodeado de outras pessoas, começou a improvisar pela cozinha, pela casa de banho, varanda ou refugiado no secretismo do quarto. No videoclipe de  No Escurinho , editado pelo  Contra Campo Colectivo Audiovisual  e que se estreia no P3, cabem os “120 vídeos de pessoas de 11 países, todos a dançar a mesma música”, explica Francesco, que vive há quatro anos em Lisboa,  depois de passar uns meses no Algarve.   

  Foggy  é o primeiro projecto em nome próprio (ou antes, em alcunha própria) do músico que acompanhou outras bandas em Milão e Berlim. Nasceu em tardes de Inverno fechados em casa, "da amizade e de colaborações" com outros músicos, à distância e noutra línguas, como agora, na mesma festa e lado a lado num futuro próximo, espera. "O vídeo foi pensado para lembrar a importância de nos divertirmos e sermos criativos, mesmo em tempos difíceis. Na minha cabeça, era uma oportunidade para continuarmos a fazer algo juntos.” Vamos dançar?</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Rosa Mourato - &lt;i&gt;Giesteira (Saias)&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Os 30 dias de gravações  das modas de  Saias   acabam por agora. Foi uma forma de valorizar uma prática musical e coreográfica do Alentejo, com vídeos gravados pelos seus praticantes durante o período de confinamento, oriundos de 12 concelhos do Alto Alentejo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora  também os filma à janela . O P3 partilha regularmente estes vídeos.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria: Maria da Alzira - &lt;i&gt;Não Cortes o Teu Cabelo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Portugal, 2020. A poucos minutos de Coimbra, da Universidade, existem ainda pessoas, nascidas entre 1930 e 1940, que não sabem ler, nem escrever e que carregam na sua memória romances, cantigas, orações, benzeduras, tratados de plantas medicinais, rezas, estórias.  Diferentes maneiras de pensar, com quem se aprende muito. Por mim falo: aprendi mais com velhinhas analfabetas, ou com pouca escolaridade, que anos enfiado em aulas, que nada me diziam. Com estas pessoas aprendi a ser gente, enquanto na escola só aprendi que ser curioso e fazer perguntas não é bom para o sistema, que se quer suave e fluído, sem grandes questões. E ainda hoje aprendo com elas. Quando estas mulheres desaparecerem de vez, vai-me custar muito. A minha esperança ainda reside em se poder gravar estas pessoas, conhecê-las, estar com elas, ouvi-las. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Agente Super Secreto</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Agente Super Secreto</video:description>
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      <video:title>Joana Amendoeira estreia &lt;i&gt;Viver a mil&lt;/i&gt;, primeiro single do próximo álbum</video:title>
      <video:description>Ainda não há data de lançamento para o novo álbum da fadista Joana Amendoeira,  Na Volta da Maré , embora deva estar para breve. Mas o primeiro single, com videoclipe, acaba de chegar às plataformas digitais. Chama-se  Viver a mil , tem letra de Tiago Torres da Silva e música do cantor e compositor brasileiro Fred Martins e, segundo os promotores do disco, “fala de tudo o que perdemos quando vivemos a mil, sem nos preocuparmos com o que realmente importa nas nossas vidas.” Neste tema, e no álbum, com Joana Amendoeira (voz) estão os músicos Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Fred Martins (violão), João Filipe (viola de fado), Nilson Dourado (guitarra eléctrica),  Carlos Menezes (contrabaixo)  e Ruca Rebordão (percussões). 

 Nascida a 30 de Setembro de 1982, em Santarém,  Joana Amendoeira  concorreu com apenas 11 anos à Grande Noite do Fado, gravou o primeiro disco aos 15 anos e aos 16 já percorria vários palcos fora do país. Até hoje, já gravou oito discos:  Olhos Garotos  (1997),  Aquela Rua  (2000),  Joana Amendoeira  (2003)  Ao Vivo Em Lisboa  (2005),  À Flor da Pele  (2006),  Joana Amendoeira &amp; Mar Ensemble  (2008),  Amor Mais Perfeito  (2012, um tributo ao grande guitarrista José Fontes Rocha, com quem o disco era para ter sido gravado, mas que morreu antes, com 84 anos) e  Muito Depois  (2016).</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Artemis Fowl</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Artemis Fowl</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Liga dos Animais Fantásticos</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Cor da Ambição</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer SamSam</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer SamSam</video:description>
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      <video:title>Portugal Sou Eu: pelos consumidores e pelas empresas</video:title>
      <video:description>"Todos os produtos que tenham a marca Portugal Sou Eu, o consumidor tem a garantia que mais de 50% desse produto é de proveniência nacional e isso é uma referência extremamente importante para quem consome", explica Luís Mira, presidente da CAP em entrevista. 

 O responsável refere ainda que este programa disponibiliza às empresas alguns benefícios, como participação em eventos, em condições especiais; e permite-lhes ter uma identificação junto do consumidores, mostrando  a origem do produto e reforçando a garantia de que é nacional.  

 Por seu lado, para os consumidores é a garantia que ao comprarem produtos com este selo estão a impulsionar a economia portuguesa.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria em Vila Nova de Poiares</video:title>
      <video:description>O modelo mudou. Tem sido assim os últimos 15 dias. Muitos lugares e aldeias, muitas pessoas, muitas estórias, muitos momentos. Uns bem duros, outros bem felizes. Além de ouvir, além de gravar, fazemos companhia. É A Música Portuguesa, à Janela, a Gostar Dela Própria. Por enquanto ainda no município de Vila Nova de Poiares. Depois por outros lugares, por outras serras, planaltos e planícies. No meio da pandemia de covid-19 gravamos porque somos mais que uma colecção de vídeos. Por onde passamos, deixamos marca. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , começou a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção — é  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria . Agora também os filma à janela. O P3 partilha regularmente estes vídeos</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Patrick</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Patrick</video:description>
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      <video:title>No Porto, os comerciantes de Serpa Pinto já notam o desconfinamento</video:title>
      <video:description>É "o ano zero", o ano "em que não se pode fazer previsões". A  pandemia  virou o mundo de pernas para o ar e agora, um mês e meio depois, o  desconfinamento  chega devagarinho. Na Rua Serpa Pinto, no Porto, a "normalidade" começa a regressar. À entrada dos estabelecimentos, os papéis afixados avisam as normas a cumprir: "Apenas uma pessoa dentro da loja", "obrigatório o uso de máscara". Já toda a gente as conhece.  

 Devidamente equipados, os comerciantes fazem contas à vida e esperam por dias melhores. Muitos puderam manter portas abertas durante o estado de emergência, o que não foi suficiente para evitar o rombo no orçamento.  "No início baixou muito. Não digo 100%, mas 85%", lamenta   Alexandr Ghluhu, proprietário de uma oficina de mecânica. Paulo Correia, dono   de uma papelaria, diz que, apesar de "uma quebra" que aconteceu no início do estado de emergência, as vendas acabaram por "estabilizar" — e assim se têm mantido.  

 "Não ficar doente", "que isto melhore": os desejos de uns são os desejos de todos. Os medos também. Mas continuam a abrir as portas. "Vamos ver no que é que isto vai dar..."</video:description>
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      <video:title>Um treino para quem sente falta do ginásio</video:title>
      <video:description>Os treinos do Outdoor Training Camp (OTC), como o próprio nome indica, não aconteciam dentro de um ginásio, mas nem por isso passaram incólumes pela pandemia do novo coronavírus. 

 Antes de a pandemia começar, os treinos bi-diários do OTC juntavam até 70 pessoas no Parque da Paz, em Almada, Setúbal. Com a expansão da covid-19, o dever de confinamento e a proibição de ajuntamentos, a prática transitou para  as redes sociais , onde os  personal trainers  lançam desafios diários e fazem dois  lives  semanais. 

 Agora, em fase de desconfinamento, os treinadores do OTC estão ainda a tentar perceber como vai ser o futuro. João Cruz, um dos  personal trainers  do projecto, explica ao PÚBLICO que a ideia, para já, será voltar aos treinos nas próximas semanas, restringindo o número de pessoas em cada actividade e pensando treinos sem material. Até lá, continuam presentes nas redes sociais e lançaram o desafio aos leitores do PÚBLICO. 

 Apresentam-nos neste vídeo um treino com intensidade média-alta que pode fazer em qualquer sítio, só com a ajuda de uma cadeira e de uma carga adicional à sua escolha: uma palete de leite ou de água, uma mochila com peso ou aquilo que tiver mais à mão.</video:description>
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      <video:title>Idas à praia: “O que é que se pode fazer? Posso ir ao banho?”</video:title>
      <video:description>“Estamos com um volume de trabalho atípico para esta altura”, diz ao PÚBLICO o subchefe Morais Gomes, da Autoridade Marítima da Costa de Caparica. O PÚBLICO acompanhou durante uma manhã agentes da Polícia Marítima cujo trabalho, por estes dias, é sobretudo o de sensibilizar e informar sobre o que é ou não permitido nesta fase de transição, numa altura em que ainda não foi divulgado o guia para idas à praia que está a ser elaborado por uma comissão técnica liderada pela Agência Portuguesa do Ambiente. “ Nunca chegámos ao extremo da detenção. Mas quando as pessoas são abordadas pela polícia, e lhes explicamos que continua a haver restrições, há ali um choque” , relata Pedro Almeida, agente da Polícia Marítima. Práticas de desportos náuticos são permitidos, assim como caminhadas e exercício físico na praia. Já a fruição balnear – de toalha estendida e com idas a banhos – está interdita.  

 No fim-de-semana de 2 e 3 de Maio, a Autoridade Marítima contabilizou quase 30 mil pessoas nas praias portuguesas. Pela Costa de Caparica passaram cerca de 15 mil: 10 mil pessoas só no domingo. Com uma extensão de 20 quilómetros de praia, pela Caparica passam todos os Verões cerca de 60 mil pessoas, com praias cheias. 

 Este será um Verão com muitos desafios para as autoridades que percorrem a orla costeira, assume o subchefe Morais Gomes, que acredita que a chave pode estar no controlo dos acessos a montante das praias e no reforço do efectivo. Precisariam, pelo menos, de duplicar o corpo de 14 agentes que têm neste momento: “Mas é um problema que se coloca em todo o país”, explica. 

 A Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima já veio reivindicar reforços, avançando que existem  pouco mais de 300 agentes para todo o território nacional.  A  Marinha vai enviar fuzileiros para a vigilância da costa .</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Chairy&lt;/i&gt; é um desenfreado jogo da cadeira — e é tudo o que os Don Pie Pie são</video:title>
      <video:description>É uma espécie de  Fight Club  do jogo da cadeira. Um cenário clandestino, apostas desenfreadas e uma plateia em modo selvagem. A acompanhar, a música que “consegue transmitir bem todo o espectro sonoro” dos  Don Pie Pie  e que é a cereja no topo do bolo do primeiro álbum lançado pela banda portuense:  The Life of Pie , editado em cassete pela  editora independente Monster Jinx . 

 É assim o videoclipe de  Chairy —  “um tema bastante divertido” a fechar um álbum que é a combinação dos EPs já lançados pela banda portuense —, que agora se estreia no P3. A ideia veio durante um jantar de amigos, num “pré-concerto”, a meio de uma conversa sobre “campeonatos mundiais de coisas muito estranhas, como bumerangue”, conta o guitarrista Leonardo Rocha  aka  Saloio. “Achámos que tinha muita piada fazer um campeonato de jogo da cadeira. A partir daí, começámos a desenvolver um guião e acabou por se tornar num jogo clandestino.” 

 Ao longo de cerca de quatro minutos vemos a personagem principal — e pela qual, confessa Leonardo, estavam todos a torcer — a treinar exaustivamente, sempre vigiado pelos membros da banda: seja atrás de um jornal, num restaurante ou a recolher dinheiro das apostas. Bateria, teclas, guitarras, todas se juntam para dar vida ao rock matemático (“como lhe chamam os entendidos”) de Don Pie Pie. 

 Nascidos em 2017 da “vontade de fazer uma banda rock, sem preconceitos e muito animada”, os Don Pie Pie reunem os primos Leonardo e Miguel Moura e ainda Pedro Varela  aka  Liquid. Depois de  The Life of Pie , a vontade é a de continuar a fazer música e dar concertos. Por enquanto, ficamos a ver  Chairy  ganhar o jogo (perdão pelo  spoiler ). Mas, no final, ganhamos todos: no mínimo, um sorrisinho ou um pé a bater freneticamente.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Ana Carvalho - &lt;i&gt;Vira de Serpins&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Viemos para aqui,  Serpins, há dois meses ; mal nos instalámos, caiu a pandemia, a clausura. Fomos conhecendo , serviço a serviço, pessoas que nos ajudavam e comunicando com os poucos amigos que aqui tínhamos. Decidi criar uma  página de memórias presentes para um futuro próximo  e fomos gravando o que pudemos por aqui: o vizinho Pedro Alípio, o  rapper  da Lousã que vai de autocarro, o moinho do Ti Júlio Moleiro. De resto, pouco sabíamos — ainda não conhecíamos ninguém do Rancho Folclórico. Um dia, porém, em passeio vimos que havia aulas de concertina numa casa ao lado da sede do rancho, nem sabíamos quem era o professor. 

 Mas as notícias correm depressa e o Luís Carvalho veio ter connosco — tem uma oficina de motos e dá aulas de concertina, tudo de ouvido, pois não sabe música. A sua mãe também cantava e assim esta semana, com o processo de gravar à janela, lá fomos gravar o Luís e a mãe Ana, que afinal era de Vila Nova do Ceira, mas veio muito cedo para Serpins. É ex-vizinha da minha sogra-avó, que também já gravámos. E o plano é este, pouco a pouco vamos mapeando, vamos conhecendo e gravando. Estamos abertos a tudo e a gravar toda a gente, todas as estórias, as receitas, as rezas, os saberes. Agora recebendo quem se grava e também à janela. É disto que nos alimentamos, de estórias, de sons, de vida. Estamos aqui e gravamos. Um dia teremos a tal aplicação móvel que possibilitará a visita guiada sonora a este espólio todo; até lá, precisamos de gravar. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Miguel Ramos - &lt;i&gt;Se Não Soubermos Ser&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O Miguel que gravou para A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria uma canção, como Naco, em 2011, numa casa antiga na Ramada Alta, no Porto, também enviou um vídeo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>Amélia Muge e Marc Chagall no novo vídeo do projecto &lt;i&gt;Círculo da Música&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chama-se  Lisboa em alerta  e é a terceira canção a ser divulgada no âmbito do  projecto  Círculo da Música  , uma iniciativa do guitarrista André M. Santos (Melech Mechaya, Quarteto de Guitarras de Lisboa) que dará origem a um  disco de guitarra e voz , com 16 vozes convidadas, em processo de pré-venda. Escrita pela cantora e compositora Amélia Muge e inédita até agora,  Lisboa em alerta  nasceu como reacção a uma vaga de atentados terroristas na Europa. No entanto, o “ninguém está seguro, ninguém está descansado” dos seus versos pode também ser aplicado a estes tempos de pandemia. O videoclipe agora divulgado, com ilustração animada e guião de Amélia Muge e animação em vídeo de António José Martins, foi feito a partir de quadros do pintor surrealista russo-francês Marc Chagall (1887-1985), pintor que aliás é mencionado nos versos da canção: “Tal como um quadro pintado por Chagall/ voamos sobre as casas na horizontal”. A voz é de Amélia Muge (autora de letra e música) e a guitarra e arranjo são de André M. Santos. 

 O disco  Círculo da Música , que será lançado ainda este mês de Maio, terá um total de 16 canções, todas elas gravadas a guitarra (sempre a de André M. Santos) e voz. Além de Amélia Muge, de  Samuel Quedas  e de  Sofia Santos , cujos temas e vídeos já foram divulgados, o disco conta ainda com as vozes de Adriana Moreira, Ana Margarida, Ana Tomás, António Fragoso, Bruno Almeida, Carla Ribeiro, Cláudia Madeira, Diana Soares, Emanuel Soares, Miguel Ramos, Ophelia K, Rui Baeta e Sílvia Filipe.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Domingo&lt;/i&gt;, a curta que retrata a monotonia de um domingo de confinamento</video:title>
      <video:description>É uma história "muito simples", tal como aquilo que retrata: um domingo de quarentena, "onde nada acontece, apenas vemos o tempo a passar e a transformar-se". Acordar, comer, tomar banho e café. Ver o sol ou a chuva. O entardecer e o anoitecer. Não tão rapidamente como aqui descrito. Muito, muito mais monótono. 

  Domingo  é o que "têm sido os dias da grande maioria de nós", explica  Bruno Carnide  ao P3. A curta-metragem de animação de cerca de dois minutos foi feita em  tempos de confinamento , não só para o descrever, mas também para ajudar o realizador a passar o tempo e a abstrair-se "desta realidade". A animação, uma área que tem vindo a explorar — e com sucesso, já que  tem uma outra curta,   Equinox  ,  nomeada para Melhor Animação dos Prémios Sophia da Academia Portuguesa de Cinema  — , contorna as limitações que encontraria se optasse pela imagem real em tempos de pandemia.  

 Professor nas áreas de Cinema, Efeitos Visuais e Animação, Bruno Carnide espera estrear uma nova animação,  Solstice , ainda este ano. Mas, por agora, deixa-nos  Domingo , a curta que todos compreendemos e com a qual nos identificamos, e que vai buscar referências a "trabalhos de artistas contemporâneos", como  Fork,  do fotógrafo húngaro  André Kertész  — trocando o garfo pela colher. A imagem é pequenina, apertada, e há uma explicação para isso: "Tentei explorar um formato novo, 1:1, para dar à imagem limites mais sólidos e criar alguma sensação de prisão." Tal como "a que sentimos em nossas casas".</video:description>
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      <video:title>Como colocar a máscara em segurança? A DGS explica</video:title>
      <video:description>O Governo tornou obrigatório o uso de máscaras em transportes públicos e no comércio, em escolas e noutros espaços fechados com grande concentração de pessoas. A Direcção-Geral da Saúde já tinha recomendado o uso de máscaras após o confinamento. E fez um vídeo em que explica como devem ser colocadas e manuseadas. 

  Veja também:   Como, quando, porquê? O que precisa de saber sobre máscaras .</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Clara Camões Sobral - &lt;i&gt;Vira de Frielas&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Podemos pensar em conjunto o que significa receber um vídeo da Bretanha, com uma rapariga portuguesa de 11 anos a tocar ao ar livre um vira, numa harpa. Pode significar muitas coisas mesmo. Ela toca numa harpa celta um vira de uma região saloia. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A pandemia deu uma casa a Naraye e ele não quer voltar ao passado</video:title>
      <video:description>Naraye chega de sorriso rasgado e troca umas impressões com um técnico sobre o casaco novo que traz vestido. “Nice, nice.” Naraye é um nepalês de 29 anos que sucumbiu às drogas. Ele assume-o sem receios nem meias palavras. “Consumia muitas drogas e... a minha vida acabou. Ninguém quer saber de mim”.  

 Está em Portugal há cerca de um ano. Já antes tinha estado em Lisboa, mas esteve fora dois anos e regressou no ano passado. Trabalhou num restaurante “durante cinco ou seis meses” e, com a pandemia, ficou desempregado. A família está longe — tanto física como emocionalmente —, no Nepal. E ele caiu na rua, sozinho, acabando por entrar no centro de acolhimento temporário montado pela Câmara de Lisboa no Pavilhão do Casal Vistoso, no Areeiro.  

 “Estou aqui há um mês. É a minha casa. Deram-me um sítio para dormir, dão-me comida, apoiam-me. Sinto-me muito bem aqui”, diz o jovem. Aqui, também parou de consumir. “Estou a tomar metadona e estou bem agora.” Naraye é uma das 32 pessoas que, segundo dados da semana passada, estão neste momento nos quatro centros de acolhimento temporário criados pela autarquia para acolher a população sem-abrigo, e que estão inseridas no programa de substituição opiácea de baixo limiar — conhecido como metadona. 

 Como a estada nos centros se prolongou devido à propagação da covid-19, era preciso criar respostas “para pessoas com situação diversa”: casais, pessoas LGBTI, com mobilidade reduzida, com animais de estimação, mas também pessoas com dependências de álcool e drogas.  

  Veja a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>Agora, no cabeleireiro de Fernanda, "todos os cuidados são poucos"</video:title>
      <video:description>No primeiro dia de reabertura ao público, a preocupação de Fernanda Bastos, cabeleireira há mais de 30 anos, era não falhar. No salão de que é proprietária, na Cova da Piedade, em Almada, os clientes são amigos e por isso já sente falta "dos abraços e dos beijinhos". 

 Esteve de portas fechadas mais de um mês, fazendo apenas alguns atendimentos ao domicílio que a ajudaram a suportar as despesas correntes. "Deu para comprir as contas, ir ao supermercado e ao talho", conta. Vive com o filho de 19 anos e já não vê a filha, de 25 anos, desde o início da quarentena. Aos 49 anos anos, encara esta primeira semana de desconfinamento como um estágio para uma realidade que veio para ficar. Os dois primeiros clientes foram Rui Oliveira, invisual, e Carla Golaio, agente da Polícia Marítima. Clientes assíduos que também quiseram estar presentes no primeiro dia para apoiar o pequeno comércio de bairro.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Ana Rita Sousa - &lt;i&gt;Embalo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A Ana Rita tem 23 anos, é de Manhouce e canta no grupo  Vozes de Manhouce . Quando era pequena, já dizia que queria ser cantora. A mãe contou-o à Isabel Silvestre e, impulsionada por isso, a Isabel Silvestre criou o grupo das Vozes de Manhouce mais novas. Não imaginam a alegria que é ouvir cantar assim gente tão nova. E não é pela continuidade, as dinâmicas destas práticas podem sempre pregar-nos partidas; é pelo embalo, pela dedicação, pelo amor, pela diferença, pela herança. Olhando para ela, ninguém imagina que canta assim e depois é uma alegria. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Jone Silva - &lt;i&gt;Vida Amargurada&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Sempre ouvi dizer “quem canta seus males espanta”. Durante estes anos de gravações para A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, muitas velhinhas disseram-me que cantavam para “esconder a fome”. Memórias de tempos duros em que cantar ajudava a tristeza a passar. Para alguns portugueses, porém, não falamos de memórias, de tempos passados, falamos do momento presente, o aqui e agora. E hoje este texto e esta cantiga falam apenas de um grupo de portugueses que, desde a sua chegada a Portugal, tem  lutado contra um outro vírus : o do preconceito e do racismo. 

 A comunidade cigana continua a ser also de discriminação, a ter níveis de escolaridade muito baixos e a viver sem condições de dignidade, muitos ainda em barracas. A actual situação que vivemos veio amplificar a fragilidade desta comunidade com o encerramento das feiras e mercados. Sem elas, muitas pessoas perderam os rendimentos que lhes permitem alimentar as famílias. O Jone é cigano,  vive em Moura . Diz ele, a cantar, que a pandemia vai acabar. Todos esperamos que sim. Pudesse também ela levar de arrasto o vírus do preconceito, do racismo, que atira as pessoas para a pobreza, confina-as a uma vida sem oportunidades, em que cantar ainda esconde os efeitos de uma praga maior. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>Aulas por videochamada. “O importante é manter a ligação dos alunos com a escola”</video:title>
      <video:description>O director do agrupamento onde Ana lecciona, a Escola Secundária de João Gonçalves Zarco, em Matosinhos, explica que, no princípio, foi difícil professores e alunos adaptarem-se a este sistema de ensino. João Ramos lembra que tanto entre uns como entre outros havia quem estivesse mais ou menos à vontade com as novas tecnologias. 

 Outras desigualdades, já visíveis em sala de aula, mas elevadas para primeiro plano nesta situação de pandemia, tiveram que ser combatidas. “Tivemos que ver a desigualdade que existia no acesso às tecnologias, que mesmo nas actividades presenciais não era uma coisa invulgar.” 

 A escola fez um levantamento das necessidades tecnológicas do corpo escolar e acabou por emprestar cerca de 70 computadores que foram instalados por uma empresa em casa de alunos e professores. 

 Tanto o director como a professora de Português salientam que o mais importante nesta altura é manter a ligação da escola com os alunos. José Ramos aponta três prioridades: “Não deixar que os alunos se afastem da escola e que não tenham um contacto com os professores; tentar que eles consigam consolidar aprendizagens que já tenham efectuado; e tentar também que eles consigam, na medida do possível, obter novas aprendizagens.”</video:description>
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