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      <video:title>Tiago Bettencourt lança &lt;i&gt;Dança&lt;/i&gt;, uma “sátira ao culto da fórmula na escrita pop”</video:title>
      <video:description>Enquanto não é lançado o seu novo álbum, que terá por título   2019 Rumo ao Eclipse  , o cantor e compositor Tiago Bettencourt aproveitou o Dia Mundial da Dança, 29 de Abril, para lançar um novo videoclipe intitulado precisamente  Dança . Que, segundo Tiago, “é um hino à era do vazio, à corrida desenfreada pela fama prematura e ao desespero por mantê-la a todo o custo. Um hino também à falta de força ou vontade de parar de bater palmas ao ritmo desconcertante deste velho e admirável mundo, tudo isto, embrulhado num dançável e luminoso refrão que talvez soe bem familiar...” 

  Dança  conta com Ivo Canelas (como Amálio Só) e Helena Teasdale (dança) e, além de Tiago Bettencourt, que escreveu a letra e a música, canta e toca guitarras, sintetizadores e  drum machines , participam os músicos Fred Ferreira (bateria), João Hasselberg (baixo), João Bernardo (sintetizadores) e  Pedro Branco (guitarra eléctrica). A par disto, Tiago continua com o projecto Tiago na Toca, todas as segundas-feiras, às 22h,  no Instagram . Toca sempre sete canções: três dele, uma do projecto Tiago na Toca e três versões de um só artista. Na primeira edição, foi Bruce Springsteen. E dia 27 foi David Bowie.</video:description>
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      <video:title>"É um bicho minúsculo". O coronavírus explicado por crianças</video:title>
      <video:description>A covid-19 abalou a infância. As medidas de contenção fizeram com que não haja escola há mais de um mês. Confinadas nas suas casas e sem poder brincar com os amigos, as crianças aprenderam a dizer coronavírus e até a forma deste “bicho minúsculo”. 

 Sete crianças, dos 5 aos 11 anos, explicam pelas suas palavras que doença é esta e para quem tem sido mais perigosa; falam do quotidiano, com aulas à distância e revelam aquilo de que têm mais saudades dos dias pré-pandemia.  com Samuel Silva</video:description>
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      <video:title>Covid-19: as opiniões das crianças “não são ouvidas”?</video:title>
      <video:description>Como é a vida das crianças italianas em confinamento? De que sentem falta? De que têm medo? Em Itália, onde a epidemia de  covid-19  se revelou  mais letal do que noutros países , o medo da perda daqueles que se ama e a falta do afecto de avós e companheiros de escola assumem um papel preponderante na vida dos mais pequenos. O autor do vídeo  Children's Voices During Covid-19 Lockdown in Italy ,  Federico Borella , quis descobrir e, para isso, entrevistou vários meninos e meninas que se encontram encerrados nas suas casas há mais de cinco semanas. 

 "Acho que as crianças têm o poder de nos surpreender", disse ao P3 o fotógrafo e videógrafo italiano. "Elas vêem o mundo de uma forma diferente e, muitas vezes, mais sábia." Borella tem esperança de que as suas vozes possam "ajudar os adultos a olhar para este grande problema a partir de uma perspectiva diferente". "Apercebi-me que as opiniões das crianças não são ouvidas, neste período, por isso decidi dar-lhes voz." E o resultado pode surpreender.</video:description>
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      <video:title>Ainda não nos podemos abraçar — mas podemos treinar em casa</video:title>
      <video:description>“A  covid-19  virou o mundo ao contrário. Já sabemos que temos de ficar em casa. O futuro é assustador e incerto. Vão ser tempos difíceis. Mas precisamos de mensagens optimistas que nos façam desejar o que aí vem. Como abraçar as nossas famílias, amigos e entes queridos.” É assim que a Quiosque apresenta este pequeno vídeo. Com o país fechado em casa e isolado dos de quem mais gosta, o grupo de realizadores oferece abraços de todos os tipos, idiomas e climas: dos Estados Unidos, de Aruba, de Espanha, da África do Sul, de França, do Brasil, da Índia, do Cazaquistão e de Portugal (porque, claro, os abraços tipicamente portugueses não podiam faltar). 

 Não assinam porque dizem não querer protagonismo. Apenas querem fazer as pessoas sorrir e relembrar que, apesar de não estar tudo bem neste momento, o esforço vale sempre a pena e tempos melhores espreitam no horizonte. Até lá, “continuemos a treinar os abraços em casa”. “Em breve o mundo vai precisar dos melhores”: “ We will hug again ”, garantem.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Irregular</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Irregular</video:description>
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      <video:title>Uma viagem pelos transportes públicos com a distância social possível</video:title>
      <video:description>Saem do subúrbio às primeiras horas da manhã para trabalhar na capital. São empregadas de limpeza, auxiliares de hospitais, cozinheiras de escolas, cuidadoras de idosos, trabalhadores da construção civil que o PÚBLICO foi encontrando ao longo de três dias nos transportes públicos da Grande Lisboa. 

 A pandemia veio expor e acentuar as desigualdades entre os que podem ficar em casa, em segurança, e os que precisam de continuar a enfrentar os transportes públicos, juntamente com outros “estranhos”, que são igualmente obrigados a correr esse risco para garantir o seu sustento — e que, não raras vezes, têm hoje uma profissão essencial no combate à doença. 

  Veja a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Ricardo Costa - &lt;i&gt;Chulada&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>E o país está sempre a surpreender. Hoje a rabeca já não tem expressão, mas o Ricardo Costa, ainda sem ter ligação nenhuma ao violino, construiu uma rabeca e toca-a. Como aprendeu sozinho, aprendeu a repetir as gravações e então repete fórmulas e ornamentos e também erros, ficando o instrumento a soar (se calhar) mais tradicional. Porque o processo natural é esse, a repetição. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Marta Saraiva - &lt;i&gt;O Menino&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chegam vozes, canções de embalar reclusas nos quartos, mas que nos levam por esse mundo fora. Fazem-nos viajar, sonhar, lembram-nos que ainda assim há um mundo lá fora. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Rafael Carvalho - &lt;i&gt;Esperança&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>E a variedade vem também com os instrumentos: as diferentes violas, os repertórios, os géneros. As pessoas em casa cantam e tocam para elas próprias. Nunca na história d'A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria tivemos tão perto do seu maior propósito: gravar a música no seu sentido primordial, mesmo que longe. Aqui fica Rafael Carvalho e a sua viola da terra. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Cláudio Barruma - &lt;i&gt;Tu Andas na Roca&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O país está cheio de música. De Cerva, Ribeira de Pena, Trás-os-Montes, chega um vídeo cantado por Cláudio Barruma. Com ele vem uma explicação do amigo Nuno Costa, compositor nascido e residente em Cerva. "Como te tinha dito, essa é uma canção recolhida aqui na minha terrinha e harmonizada por Joaquim dos Santos (1936-2008). As canções que ele recolhia nesta zona tinham a particularidade de serem cantadas por um grupo daqui, no qual me iniciei ainda em miúdo e, olhando para trás, não tenho dúvidas de que muito me moldou. Grupo Coral Flor do Linho ,assim se chamava (1980-2005). Esta canção faz parte de um último ciclo que o Padre Joaquim dos Santos dedicou ao grupo, já em 2004, e pela razão de o grupo ter terminado em 2005 quero crer que esta gravação será mesmo a 'estreia' desta pecinha deliciosa!" 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;From Freedom to Freedom&lt;/i&gt;, ou como dez histórias podem significar “liberdade”</video:title>
      <video:description>O que significa ser livre? A pergunta pode ser de difícil resposta em tempos de confinamento. Daniel Brereton brinca: "Durante a  pandemia  que acontece enquanto escrevo, e em circunstância de isolamento, fazer um filme sobre liberdade parece algo brilhante." E João Diogo Marques ironiza: "A minha casa tem uma grade de aço e eles pediram-me para fazer um filme sobre liberdade." 

 Daniel e João são dois dos  realizadores desafiados pelo Canal 180 que , em jeito de celebração do 9.º aniversário do canal — que se assinalou a 25 de Abril, desafiou realizadores a mostrarem a sua perspectiva sobre a liberdade nos dias de hoje. Até porque este Dia da Liberdade,  celebrado de forma diferente , fez-nos repensar o próprio conceito da palavra.  

 "Num momento em que os nossos movimentos estão limitados a quatro paredes, conseguimo-nos sentir livres?" A pergunta é lançada no site do Canal 180, numa apresentação do projecto  From Freedom to Freedom , o filme colaborativo de cerca de uma hora que compila dez curtas-metragens sobre perspectivas da liberdade "que desafiam as narrativas dominantes". Foram convidados a participar realizadores de diferentes partes do mundo que, das suas casas, dizem o que é ser livres.  

  Vasco Mendes , Felipe Ríos Fuentes, Daniel Brereton, João Diogo Marques, Vincent Moon e Priscilla Telmon, Sophy Romvari e Mike Thorn, Nisha Jurairattanaporn, Diana Antunes, Miguel C. Tavares e José Alberto Gomes são os nomes que assinam o filme colaborativo. Cada um mostra a sua própria perspectiva do que é a liberdade, seja através de imagens do passado — como João Diogo Marques faz em  Nothing But The Mountains of the Past , onde, "por medo de olhar para o futuro", recorre a imagens de Wim Wenders ou Agnès Varda —, ou imagens do quotidiano, como faz o realizador chileno Felipe Ríos Fuentes, há 35 dias em confinamento e "com muito tempo para pensar". E porque a liberdade pode assumir diversas formas, a realizadora Diana Antunes apresenta uma  performance  que deixa a pergunta: "Será possível sermos livr</video:description>
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      <video:title>"Tenho orgulho na marca portuguesa"</video:title>
      <video:description>"Tenho orgulho na marca portuguesa", a frase é do  chef  Vítor Sobral, embaixador do Portugal Sou Eu e um representante da identidade nacional além-fronteiras. Na perspectiva do chef, existem países com produtos tão bons como os portugueses, mas melhores não. 

 "Há um grande caminho a percorrer na identidade e na marca portuguesa", afirma acrescentando que o Portugal Sou Eu tem tido um papel muito importante para melhorar este panorama.  

 O  chef  defende, ainda, que a marca Portugal Sou Eu permitiu dar identidade aos produtos/serviços e deu orgulho de consumirmos coisas que são portuguesas, assim como oferecê-las aos amigos ou a quem nos visita.</video:description>
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      <video:title>Fantasmas</video:title>
      <video:description>“Vou enviar-te um vídeo com fotografias minhas”. Envia. “Não são só sobre as ruas vazias, que já todos vimos isso. São sobre outra coisa, a noite, a ausência, o abandono, a dor da perda, os que não conseguem descansar”. Está bem. “Como eu.” O texto estava escrito nesta conversa, e o Paulo Pimenta não precisava de mim para nada, mas mesmo assim pediu que o escrevesse. O vídeo chegaria na sexta-feira, talvez no sábado. Chegou este domingo, com os fantasmas que ele conhece porque os procura, porque partilha com eles a noite e o silêncio que a escuridão traz. 

 Já todos vimos como as ruas das cidades se esvaziaram nas últimas semanas, disse-me. Mas estas pessoas não as largam. Porque não querem, porque não podem. Porque precisam de sentir o vento no rosto enquanto caminham. Porque a dor que sentem não cabe dentro de quatro paredes e precisa de espaço para se aligeirar. Porque não têm casa para se abrigar. “São imagens sobre o abandono que as pessoas sentem por tudo o que está a acontecer”, disse-me. “Eu depois explico-te melhor”, continuou. Não vale a pena. Já explicaste tudo aqui. 

  Fotografias de Paulo Pimenta, áudio e montagem de Ana Marques Maia, texto de Patrícia Carvalho</video:description>
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      <video:title>Todos juntos, mas separados: por todo o país cantou-se &lt;i&gt;Grândola, vila morena&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Este ano foi diferente: pela primeira vez, o  25 de Abril não se viveu nas ruas . Devido à pandemia de covid-19, as comemorações oficiais do 25 de Abril — como manifestações, concertos, exposições ou debates — foram canceladas. Mas o facto de os portugueses estarem confinados às suas casas não os impediu de festejar. 

 Às 15h, um pouco por todo o país, os portugueses foram à janela cantar  Grândola, vila morena , a canção escolhida pelo Movimento das Forças Armadas, há 46 anos, para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos.</video:description>
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      <video:title>Janeiro estreia dois novos vídeos e lança de surpresa &lt;i&gt;Sem Tempo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Sem aviso, o cantor e compositor Janeiro publicou esta sexta-feira nas plataformas digitais o lado B do seu novo álbum, que se chamará  Com Tempo, Sem Tempo . E foi precisamente a segunda parte,  Sem Tempo , que agora foi divulgada. Com produção de Janeiro e de Francesco Meoli, reúne 13 canções que contam com a participação, como convidados especiais, de músicos portugueses e brasileiros com quem tem trabalhado: Tiago Nacarato, Salvador Sobral, João Hasselberg, Tó Brandileone, Swilaw, Carolina Deslandes, Miguel Pité, Paulo Novaes, Beatriz Novaes e nāga. 

 O lado A do disco,  Com Tempo , ainda sem data marcada para publicação, terá as mesmas canções do lado B mas gravadas por Janeiro de um só fôlego e sem interrupções. O que só acontecerá, diz ele, quando tiver a certeza de ser o dia certo. A ideia expressa no título,  Com Tempo, Sem Tempo , é, diz Janeiro, “uma crítica subversiva à forma ultrarrápida com que andamos todos a viver - desrespeitando os tempos naturais das coisas e os fluxos terrestres. É, de alguma forma, sem saber quando compus estes temas, sobre este vírus – uma vez que ele nos afastou a todos e nos deixou isolados, cada um na sua casa, sozinhos.” A acompanhar este lançamento-surpresa, Janeiro publicou também dois videoclipes,  Sem singular  e   Se me tocas  , que vêm juntar-se a um outro, também recente e também do lado B do novo álbum, produzido e gravado com nāga,   Ya, Ta Td Bem  . Uma música, segundo Janeiro, “para motivar e fazer acreditar as pessoas que podem ultrapassar isto juntas.” Isto é a pandemia da covid-19, que acaba por marcar este seu novo trabalho. 

 Nascido em Coimbra há 25 anos, Janeiro estudou jazz na escola do Hot Clube e musicologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas em Lisboa. Lançou um EP aos 20 e o primeiro álbum aos 23,  Frag.men.tos . Em 2018, desafiado por Salvador Sobral, participou no Festival da Canção desse anos, com a canção  (sem título) , que depois gravou em  Frag.men.tos .  Com Tempo, Sem Tempo  estará completo em 2020. (Foto: Guilherme Cabral)</video:description>
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      <video:title>As portas do Zoo de Santo Inácio estão fechadas, mas a vida continua</video:title>
      <video:description>José Alves, ou Senhor José como é tratado por toda a gente, já trabalha no  Jardim Zoológico de Santo Inácio  há 20 anos — foi das primeiras contratações. Agora, no meio de uma pandemia mundial, integra o grupo de funcionários que  continua a trabalhar no zoo , que fechou portas em meados de Março. “Continuamos aqui a cuidar dos animais, tal como antes — as limpezas, as alimentações e o nosso carinho.” Metade dos funcionários encontra-se em  lay-off . Os que continuam a trabalhar, aumentaram as medidas de higienização e de distanciamento social, assegura a directora Teresa Guedes, à semelhança  do que está a acontecer com outros zoos a nível nacional . 

 Situado em Avintes, em Vila Nova de Gaia, o Zoo de Santo Inácio alberga 600 animais de 200 espécies, que parecem estar indiferentes à ausência de visitantes das últimas semanas. Abriu portas em 2000, numa altura em que o conceito de jardim zoológico já tinha sido transformado, através de novas regras internacionais estabelecidas nos anos 90. Antigamente, diz Teresa Guedes, os zoos eram “ um museu para os animais”, mas agora os parques zoológicos têm sobretudo como objectivo” dar a conhecê-los", mostrar as suas características e rotinas, de forma a incentivar a preservação.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Edgar Valente - &lt;i&gt;O Padeiro Já Não Vem no Natal&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Hoje  começa o Festival Liv(r)e , organizado pela Camaleão, a Música Portuguesa a Gostar Dela Própria e o 23 Milhas. O  festival celebra a liberdade , mesmo em águas paradas. O Edgar Valente é um dos artistas que podemos ver e ouvir e enviou um vídeo. Gozamos com a professora da telescola, criticamos as celebrações do 25 de Abril, mas esquecemos a educação, a televisão, a sociedade, toda a uniformização a que somos sujeitos, toda a crítica que levamos, todos os relatos de presos políticos que não ouvimos na escola. Todo o direito à diferença que não fomos habituados a aceitar. É tudo tão fácil: criticar, gozar, dizer mal, tomar consciência de que nos formam para sermos certos, bons alunos, machos, grandes jogadores de futebol de rua, aceites e no bom caminho, seja lá o que isso for. Ter consciência disso é que é difícil. Tudo o resto é básico e fácil. Grande professora de educação física que fez o seu papel, sabendo que podia ser gozada. E lá estava ela, por mais que falte imaginação e sentido de comunhão nestas celebrações do 25 de Abril. 25 de Abril sempre, fascismo nunca mais. E o  festival com artistas de Norte a Sul  celebra-se com este mote. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>Covid-19 trouxe corrida aos cabazes. O futuro da alimentação é local?</video:title>
      <video:description>Criado há mais de dez anos para  escoar produtos de qualidade de pequenos agricultores familiares , a rede de cabazes PROVE tem vindo a crescer em todo o país. São já 7000 consumidores registados num circuito que liga os produtores directamente ao consumidor, através da venda de cabazes de produtos frescos. Mas os números do último mês surpreenderam todos. Só na região de Setúbal, sede da Adrepes (Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal), que gere o projecto PROVE,  há 15 a 20 novos consumidores por semana. Mais 900 consumidores entraram na rede só no último mês .  

 “A ideia é aproveitar este crescimento para que isto não seja uma realidade temporária”, diz ao PÚBLICO Joaquim Carapeto, presidente da Adrepes. Cresceram também os pedidos de entrega ao domicílio, motivados pelo confinamento em estado de emergência. No PROVE, alguns produtores têm prestado esse tipo de serviço, em particular a clientes com idade superior a 70 anos ou com doenças crónicas. As entregas fazem-se na sua grande maioria como até aqui, n os núcleos regionais, onde agora se instituiu a utilização de luvas e máscaras e muitos optaram por aceitar os pagamentos antecipados por transferência bancária.   

  “As pessoas viram-se fechadas em casa e uma das primeiras perguntas que fazem é: ‘como é que me vou alimentar? ’”, diz-nos Alfredo Cunhal Sendim, agricultor biológico e proprietário da Herdade do Freixo do Meio, no Alentejo, que também viu as encomendas disparar. Inicialmente, defende, foi “um acto de medo” e não um pensamento profundo sobre uma alimentação saudável que motivou o pico da procura, mas acredita que a crise pode abrir de novo a discussão em torno da importância de um consumo e de uma agricultura sustentáveis. 

 No Algarve, há produtores a quadruplicar as vendas. “Estamos a falar de pequenos produtores que estavam fora do circuito económico tradicional”, explica Artur Gregório, da Associação de Desenvolvimento Local In Loco. Apesar das  dificuldades que produtores de pequena dimensão t êm na adapta</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer  Os Smurfs 2</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer  Os Smurfs 2</video:description>
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      <video:title>25 de Abril na AR: “Esta cerimónia não é luxo nenhum”</video:title>
      <video:description>Desvalorizando a polémica sobre o modelo das celebrações oficiais, na Assembleia da República (AR), dos 46 anos do 25 de Abril, Eduardo Ferro Rodrigues defende que “faria muito pouco sentido a AR estar ao serviço do país para  votar três estados de emergência  e, depois, fechar no dia 25 de Abril”. A cerimónia, preparada  com a colaboração da Direcção-Geral da Saúde , respeitará o distanciamento social, mas não obrigará ninguém a usar luvas ou máscaras. Contará com menos de cem pessoas. 

  Leia a entrevista completa.</video:description>
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      <video:title>Covid-19: vídeo mostra a (impressionante) redução do tráfego aéreo mundial</video:title>
      <video:description>O impacto da pandemia de covid-19 é notório em todos os sectores da economia; torna-se ainda mais evidente ao nível da  aviação . O gráfico animado,  disponibilizado pela organização internacional da aviação Eurocontrol , aponta para um decréscimo de 90% no tráfego aéreo europeu no mês de Abril de 2020, em comparação com o ano anterior. Na Península Ibérica, a redução do número de voos foi de 97%. E, por todo o mundo,  os aeroportos estão desertos e os aviões parados .</video:description>
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      <video:title>"As marcas portuguesas de qualidade devem ser potenciadas"</video:title>
      <video:description>Fátima Lopes dispensa apresentações, a apresentadora é uma comunicadora nata e é nesse papel que partilha connosco a sua preferência por produtos portugueses. Confessa que, mesmo antes de ser embaixadora do Portugal Sou Eu, sempre preferiu comprar o que é nacional.  

 Reconhece que este selo ajuda os consumidores a reconhecerem os produtos portugueses, ajudando assim não só na identificação mas garantindo também a qualidade. Estes produtos e serviços passam por critérios muitos rigorosos antes de obterem o selo, o facto de o conseguirem atesta a sua qualidade, defende.  

 A apresentadora acredita que este selo é bom não só para os consumidores, que assim sabem o que compram, mas também para as marcas que veem o seu trabalho e esforço reconhecido.</video:description>
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      <video:title>Covid-19: "Sem unidade nacional e solidariedade global, o pior ainda está para vir"</video:title>
      <video:description>Tedros Adhanom Ghebreyesus, director-geral da OMS, enfatizou esta segunda-feira a importância de um esforço global para combater a covid-19.  

 Ao longo da conferência de imprensa, congratulou o desenvolvimento acelerado e a validação de testes para detectar anticorpos contra a covid-19, o que poderá ajudar a entender a extensão da infecção na população. Alguns estudos mostram que só 2 a 3% da população parece ter sido infectada e que apenas uma pequena proporção da população global parece ter anticorpos no sangue, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Luís Antero - &lt;i&gt;Paisagem Sonora da Varanda&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O Luís Antero enviou a paisagem sonora da sua varanda. O que nos remete sempre para a importância de aprender a ouvir, não só fisicamente, mas psicologicamente e socialmente. Saber ouvir é das coisas mas importantes que há. Estar atento aos sons, saber distingui-los. Quando vim viver para Serpins, um das coisas mais difíceis com que tive de lidar foi o dormir à noite por causa dos sons. Nas cidades estamos habituados aos sons todos uns por cima dos outros; aqui os sons estão cada um no seu espaço, existe o rio, depois o passarinho, o ladrar do cão, um carro ou outro, os sinos. Todos os sons são espaçados. Qualquer som diferente despertava-me e colocava-me em guarda. São trabalhos como o do Luís, que grava paisagens sonoras por todo o lado, que nos fazem ter mais consciência, do que é de facto o acto de ouvir. Ouçam. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Matilde Rosário - &lt;i&gt;Meu Lírio Roxo do Campo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A Matilde vive em Vila Nova de São Bento e tem aulas de cante alentejano na escola. Quando a música local se ensina, faz toda a diferença. A minha amiga Mariana Cristina é amiga da mãe dela, Otília Fernandes, a quem pediu para me enviar o vídeo. Com ele, vinha um recado: "O cante alentejano está bem vivo e recomenda-se." 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Alexandre Curopos - &lt;i&gt;Nuvens&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O Alexandre enviou a sua música: "Parece imutável a nossa forma de comunicação e, ainda assim em circunstâncias diversas. conseguimo-nos adaptar e chegar ainda mais perto de cada um e cada uma. A minha história fala disso, de um amor à distância, contado pelas cores que o céu toma. A letra é:  Olha para o céu/Olha para as nuvens,/ Que estão a passar/E fazem de nós reféns/ Estão-te a contar/ Tu vais perceber/ Olha para o céu/ Que te estou a escrever/ Quando eu te vi /Fiquei logo a saber/ Que era contigo/ Que queria envelhecer/ Fizeste-me provar/ Vi debaixo do véu/ Estou a implorar/ Olha para o céu. " 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Maria Dinis Crisóstomo - &lt;i&gt;Saias dos Olhos da Preta Amora&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Tenho dito várias vezes: estes tempos precisam do melhor de nós, todos os minutos, todas as horas, todos os dias. Cada vídeo que recebo trato-o com carinho, vejo como o posso melhorar, tenho de ser um bom mensageiro. Esta moda de  Saias , a 13.ªa que publicamos em 14 dias, faz-me estremecer por dentro — a forma com ela canta, os trejeitos, o sotaque, o facto de estar a bordar um xaile — que me remete para a minha avó, para as minhas memórias de infância — os cortinados, todo o enquadramento que me leva logo para um Portugal que tão bem conheço. Eu faço isto, gravo, faço com que outros se gravem, divulgo, partilho. Quero passar o carinho que estas mulheres têm a estas modas, foram elas que se quiserem gravar, que quiseram ter brio no que são, no que representam, querem mostrar o orgulho que têm em ser dali. Em cantarem assim, em terem aqueles xailes bordados lindos, coloridos, cheios de vida. Este é o meu melhor, perante estes tempos. Também o melhor da Maria Dinis, do Florêncio Cacete, que  faz esta ponte . Não se esqueçam, o nosso melhor sempre, segundo a segundo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Fátima</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Impossibilidade de Estar Só</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Impossibilidade de Estar Só</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Bando de Ned Kelly</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Spiral - O Novo Capítulo de Saw</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Spiral - O Novo Capítulo de Saw</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Eu Ainda Acredito</video:title>
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      <video:title>Mesmo em confinamento, a violência doméstica não tem de ficar “entre quatro paredes”</video:title>
      <video:description>"Nem tudo tem de ficar entre quatro paredes." A mensagem chega num momento em que é precisamente dentro de quatro paredes que grande parte da população vive — e o  timing  foi propositado e estudado por activistas e voluntárias do projecto  Feminismos Sobre Rodas , em parceria com o Centro EIR ( Emancipação, Igualdade e Recuperação ), o projecto Viva (Vê, Informa-te, Vai e Age), a Umar ( União de Mulheres Alternativa e Resposta ) e a  Produtora Filtro . A campanha, lançada esta segunda-feira, 20 de Abril, quer alertar para a violência doméstica em tempos de quarentena e num momento em que "nas notícias há muita informação sobre a crise sanitária", mas nem sempre sobre "as formas como os grupos vulneráveis podem fazer denúncias", refere Patrícia Martins, do Feminismos Sobre Rodas, ao P3. 

 "Imaginamos que numa situação em que a ansiedade, o stress e o pânico aumentam, também o sentimento de insegurança face às respostas institucionais deverá aumentar", afirma Patrícia. Por isso, fizeram uma "avaliação bastante criteriosa" dos canais de apoio e decidiram divulgá-los via redes sociais. A ideia é potenciar as estruturas de apoio que o Estado criou e reforçou —  como um  e-mail  de emergência,   uma linha de SMS  , as   mais cem camas para abrigar pessoas em situação de abuso  — ao mesmo tempo que encorajam a denúncia.  

 O vídeo de cerca de um minuto mostra pessoas de grupos mais vulneráveis a viverem situações de violência e apresenta, no final, contactos — alguns silenciosos, como a SMS para o número 3060, que, além de gratuito, não fica registado na factura mensal. Todos podem ser utilizados não só pelas vítimas, como também pelos vizinhos, amigos ou todos aqueles que tenham conhecimento de algum caso de abuso. A campanha deverá começar a circular a partir desta segunda-feira não só em páginas de movimentos feministas e de igualdade de género, mas também em grupos diversificados, como "de lazer ou de clubes de futebol", para mais eficazmente chegar a um maior número de pessoas.  

 "Ao contrário do medo, a</video:description>
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      <video:title>Cientistas portugueses resolvem mistério de corante azul medieval</video:title>
      <video:description>Equipa interdisciplinar desvenda a complexa a estrutura química de um corante utilizado na iluminura de manuscritos da Idade Média. Os resultados foram publicados na revista  Science Advances .</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Carlos Loução e utentes da Casa do Povo de São Martinho das Amoreiras</video:title>
      <video:description>E quando não posso gravar velhinhos, eis que eles chegam a mim. Este foi o email que recebi um destes dias: "Olá, boa noite. O meu nome é Sofia Simão e sou directora técnica da Casa do Povo de São Martinho das Amoreiras, sita no interior do concelho de Odemira. Apoiamos diariamente cerca de 80 utentes, divididos por três respostas sociais: centro de dia, serviço de apoio domiciliário e lar. Pensei, repensei e decidi entrar  no confessionário da música portuguesa, pois tive o prazer de ler  a entrevista do Tiago, no jornal PÚBLICO . Fez-se luz e não me foi indiferente, uma vez que sou seguidora da página A Música Portuguesa a Gostar dela Própria e tive a honra de ouvir o seu testemunho, no Futuridade 2069, em Ílhavo. 

 Evidentemente, que passamos um momento difícil nas nossas vidas, nos nossos trabalhos e neste momento aquilo que nos distanciava tornou-se o fio condutor que nos une — refiro-me às redes sociais. Face ao exposto até aqui, vivem-se momentos dramáticos, com os "velhos" (permita-me a expressão), em particular dentro dos lares, não só pelo medo da covid-19, mas também pelo isolamento social, em que a palavra saudade ganha novos contornos, caminhando de mãos dadas com a ansiedade e angústia, da ausência das famílias, dos amigos, da comunidade e até dos técnicos e colaboradores. Nós fomos substituídos por equipamentos de protecção individual, em que o verde, o azul e o branco são as cores predominantes e dominantes, nos espaços institucionais. A equipa técnica, no momento, tenta a todo o custo amenizar os sentimentos dos idosos, pois estamos seriamente focados na sua saúde mental. Certo será afirmar que a nossa grande aliada no momento é a Internet e tudo o que esta permita aproximar. 

 Antes deste contexto epidemiológico, o nosso plano de actividades contemplava actividades direccionadas  às raízes, hábitos e costumes dos nossos utentes. Recentemente, criámos uma oficina de cante, agora parada devido às circunstâncias, com uma periodicidade semanal, envolvendo os utentes do centro de dia e do lar. </video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Rita Brás, Maria Dias, Diego Costa e Claudia Tirone - &lt;i&gt;Pingacho&lt;/i&gt; tocado pelo GEFAC</video:title>
      <video:description>O mapa das danças nunca foi feito. O mapeamento foi sempre mais musical, mas, ainda assim, o país dança em casa: de Trás-os-Montes chega o  Pingacho . A tocar está um dos grupos etnográficos mais simbólicos e relevantes do país, o Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC). Os amigos fechados em casa dançam em frente ao espelho. Parece simples? Nada disso. Nada tem de simples. Dançar danças tradicionais portuguesas em 2020 é tudo menos simples. Mas eu que luto pelas danças portuguesas, fico mesmo feliz. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>"Se todos comprarmos o que é nosso, estamos a contribuir para um Portugal melhor"</video:title>
      <video:description>Ao reconhecer uma série de produtos e serviços que são portugueses promovendo um consumo do que é português, Fernanda Freitas acredita que podemos contribuir para um Portugal ainda melhor. Pois, ao identificarmos produtos e serviços com este selo, os consumidores terão mais facilidade em identificar quais os produtos/serviços verdadeiramente portugueses. 

 Confessa-se uma apreciadora e consumidora do que é nacional, não só porque isso promove a nossa economia mas também porque é uma forma de ajudar o planeta. Isto é, ao consumirmos produtos nacionais estamos a diminuir a pegada ecológica do nosso consumo, se compararmos com o consumo de produtos que vêm do outro lado do planeta, e isso é algo também muito importante. 

 Defende ainda que ao sermos consumidores informados,que queremos premiar os nossos produtores e prestadores de serviços nacionais, estamos também a dar um carimbo de confiança a todos estas pessoas e, em simultâneo, contribuindo para um país muito melhor.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Quarto 212</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Quarto 212</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Puracura - &lt;i&gt;Vira o Vírus&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Se estás em casa, sê criativo. Neste artesanato digital, há sempre uns que se safam melhor que os outros. Os  Puracura , do Algarve, enviaram um vídeo para virar o vírus. E é francamente muito bom. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Coronavírus, o Viajante Indesejável&lt;/i&gt;, explicado às crianças</video:title>
      <video:description>Disponível no  YouTube ,  Coronavírus, o Viajante Indesejável  é uma curta animada de dois minutos, que foi criada por duas amigas para explicar brevemente às crianças o contexto actual do surto de  covid-19 . “Começámos a ver que havia uma excessiva informação sobre o coronavírus para os adultos, mas o que havia  para as crianças estava em escassez ”, conta ao P3  Tatiana Saavedra ,  realizadora  do filme, em conjunto  Maria Adriana Ventura . 

 O projecto inseriu-se no âmbito da  Nó , a colectiva audiovisual de ambas, em que se dedicam a animações sobre educação e intervenção comunitária. Começaram a trabalhar no filme em Março, sem terem em vista qualquer lucro – “foi simplesmente algo que quisermos fazer”. 

 A realizadora de animação  Julia Pott  foi uma inspiração visual para o  Viajante Indesejado  – “a palete de cores que usa, também o ar meio  naïve ”. O vídeo, que pretende não ser excessivamente condescendente, nem pintar uma calamidade às crianças, está também disponível em inglês, espanhol e italiano. No horizonte podem estar novos filmes. Por agora, a curta-metragem já foi emitida no bloco de programas infantil da RTP 2, o  Zig Zag .</video:description>
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      <video:title>A enfermeira que desenha os Cuidados Intensivos. “Coragem é calçar saltos altos no final de um turno”</video:title>
      <video:description>Marli Vitorino é enfermeira numa Unidade de Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos (UCIP) do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, dedicada ao tratamento de doentes com covid-19. Está habituada a lidar com doentes em estado grave, mas não com tantos de uma vez e a precisarem de tantos cuidados.  

 Foi no meio de um desses turnos, quando os ponteiros do relógio pareciam não andar e o desconforto com a máscara e os óculos se acentuava, que pegou numa folha em branco para se distrair. Costuma escrever, mas começou a desenhar.  

 “Estou a desenhar muito mais do que estou a escrever”, conta Marli, 30 anos acabados de fazer, em entrevista ao PÚBLICO, como se também ela estivesse surpreendida consigo mesma. Na mão traz um caderno onde, nas horas de descanso, prossegue o impulso que surgiu dentro da UCIP. “A ideia inicial era escrever algumas reflexões. Mas os desenhos prevaleceram e acabam por ser uma terapia”.  

 Os esboços feitos dentro da “zona vermelha” do hospital – a zona contaminada, onde estão os doentes infectados com o vírus SARS-CoV-2,  –  não podem sair de lá, mas o caderno já tem uma mão cheia de novos traços. Numa folha está “uma médica a analisar o raio x de um utente”, noutra está “uma assistente hospitalar exausta a calçar uns sapatos de salto alto numa saída de vela [no final do turno da noite]”. Para Marli, este foi um momento de “alguma coragem e boa disposição” depois de um trabalho “muito, muito desgastante”.  

  Subir uma montanha   

 Se os desenhos apareceram por acaso, o trabalho numa unidade de cuidados intensivos não. Marli tem uma pós-graduação na área de emergência médica, uma área que “sempre me apaixonou”. Mas não estava preparada para a exigência de cuidados que o novo coronavírus trouxe. Se antes eram raros os dias em que precisava de virar um doente (uma manobra utilizada nas pessoas que estão pior ou que não melhoraram com o ventilador), agora são raros os turnos em que não tem de o fazer.  

 “Eu recordo-me que no primeiro dia tive dores de cabeça bastante fortes. É como</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;You Clap For Me Now&lt;/i&gt;: um tributo aos imigrantes que salvam vidas no país do “Brexit”</video:title>
      <video:description>Darren James Smith escreveu um poema para nos lembrar que "a maioria dos trabalhadores essenciais" vem de famílias imigrantes. A lê-lo, a directora criativa  Sachini Imbuldeniya  pôs imigrantes de primeira, segunda e terceira geração: enfermeiros, médicos, proprietários de lojas de conveniência, dentistas, assistentes sociais, estafetas, jornalistas, professores. Muitos deles já se sentiram discriminados no Reino Unido.  You Clap For Me Now (Tu Aplaudes-me Agora , em português) é um tributo — e um lembrete para o  país do "Brexit" não esquecer a quem agradece às varandas . Ou em frente às câmaras: o primeiro-ministro britânico Boris Johnson  deixou um "agradecimento especial" a dois enfermeiros  estrangeiros depois de sair do hospital de St. Thomas, onde esteve internado com covid-19: Jenny, da Nova Zelândia, e  Luís, português .  

  A londrina Sachini Imbuldeniya espera que, depois das rondas de aplausos aos profissionais da saúde, entregadores de refeições ou trabalhadores de supermercados, "não voltemos a um tempo em que ignoramos, magoamos ou desrespeitamos pessoas por causa da sua religião, profissão, ou cor da pele".  "Porque nós sabemos que não importa de onde vens", escreve, na descrição do  vídeo  que ficou viral no Reino Unido e que aqui partilhámos. "Durante esta pandemia, somos todos humanos a combater juntos um inimigo comum."</video:description>
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      <video:title>Música em tempos de pandemia: “Hoje trememos, amanhã estaremos bem”</video:title>
      <video:description>Há muito que Hugo Veiga se queria dedicar a um projecto musical. O  publicitário português  mais premiado internacionalmente - tendo arrecadado em 2013 um Leão de Ouro no festival de publicidade Cannes Lions com uma  campanha viral da Dove   - teve a sua primeira experiência musical aos 16 anos, com um banda de  grunge . O sonho musical foi sendo adiado, até este ano: aos 40 anos, Hugo Veiga tinha tudo preparado para lançar a 23 de Março o seu primeiro single. Mas a pandemia causada pelo novo coronavírus minou-lhe o caminho. 

 “O single chamava-se 'Tá Tudo Fixe' e falava de um Portugal incrível que as pessoas  não valorizavam. Já tinha o videoclipe gravado quando chegou a covid.” Hugo decidiu não adiar os planos, mas sim reformulá-los. Regravou a letra e adaptou-a aos tempos de uma pandemia à escala global. "O momento é grave, com um vírus desconhecido que ameaça profundamente a saúde, sociabilidade e economia.  É vital seguir todos os cuidados para que o vírus não entre no nosso corpo, mas é igualmente fundamental não deixar que este contamine a nossa mente” , explica ao PÚBLICO.  

 O publicitário, que vive há 15 anos no Brasil, está de quarentena nos arredores de São Paulo com a mulher e a filha de 1 ano e meio, e viu também a sua agência, a AKQA , que co-fundou em 2014 com Diego Machado, ser afectada: todos os trabalhadores entraram em teletrabalho e muitos projectos foram suspensos ou cancelados. A  gestão da pandemia por parte do governo brasileiro  deixa-o apreensivo: “Bolsonaro continua alheio à grave ameaça do vírus para a saúde pública, preocupando-se com questões económicas”, diz. “Se o rei já era cego e louco, agora vai nú”, afirma. E elogia a gestão portuguesa desta crise: “O meu desejo era que o Brasil tivesse um governo tão esclarecido e unido como o português”.  Acredita que  as medidas implementadas em Portugal terão um forte impacto económico mas “primeiro salvamos as pessoas, e depois focamos em reconstruir os danos causados”.  

 Nesta sua primeira apresentação como compositor e cantor,</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Inês Martins - &lt;i&gt;Quando eu Fui ao Jardim&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Há que aprender a receber. Um dia, ao gravar uma adufeira em Proença-a-Nova, percebi a responsabilidade da continuidade: quando nos ensinam ou herdamos algo, temos a obrigação ética de perpetuar o que nos passaram. Sinto isso sempre que gravo, ou recebo gravações, assim, de jovens a cantar as nossas raízes. Este vídeo da Inês comove-me. Obrigado, João Branco.  

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Gabriel Matos - &lt;i&gt;Almas Santas de Poiares&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>“ A map of the world that does not include Utopia is not worth even glancing at, for it leaves out the one country at which Humanity is always landing. And when Humanity lands there, it looks out, and, seeing a better country, sets sail. Progress is the realisation of Utopias. ” Assim escreveu Oscar Wilde. E mesmo sabendo que não existe utopia, temos de estar sempre a lutar por ela. 

 Eu também tenho a minha. Sonho com um espaço onde podemos reunir toda a memória colectiva, tudo podemos ver, escutar, sentir, misturar. Um espaço aberto a todas as criações possíveis, incentivando a procura, a pergunta, a experiência, onde os limites não existem e onde se ensina isso mesmo, que não há limites. A 1 de Março viemos para Serpins,  para começar essa nova demanda ; em pouco tempo, iríamos começar a procura, gravando, juntando, criando bases, consciencializando todos para esse objectivo. 

 Íamos começar em Poiares, depois Lousã, depois Góis, depois Arganil, depois Penacova, o território, o nosso mapa estava cheio de utopia. Dias depois, a quarentena instalou-se, a mentalidade à volta limitou-se, começou-se a policiar. A utopia existe e existirá depois disto, nas nossas mentes e nos nossos objectivos. Sim, não existem limites, não neste mapa que traçámos para aqui, neste lugar, neste centro. Lutaremos e este é o manifesto. O Gabriel Matos ia começar a levar-nos a conhecer pessoas, a gravar o que tinham para dizer. Estamos à espera. Até lá, ele gravou as Almas Santas. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Pedro Rosário - &lt;i&gt;Palmela de Quarentena&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Lembro-me de um documentário sobre o cavaquinho, em que alguém referia que o instrumento comparado com o brasileiro era limitado. Nenhum instrumento é limitado, aprendi isso. Primeiro com o  Artur Fernandes  e a sua concertina — ele defende que é muito fácil quebrar preconceitos com o instrumento, basta apenas explorá-lo muito e ter conhecimento do mesmo. E depois com o grande  Ernst Reijseger  que, num projecto em conjunto no Porto, vi a tocar com as mão no violoncelo, a utilizar o espigão no chão, a usar o arco para fazer sons no ar e até a virar o violoncelo ao contrário. Claramente entendi que qualquer instrumento é limitado, apenas na imaginação do seu tocador. E o Pedro João vem aqui à Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria provar isso mesmo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>Impressoras, portáteis, máquinas de café: compra de produtos de tecnologia online aumenta 241%</video:title>
      <video:description>A venda de bens tecnológicos em Portugal caiu cerca de 20% durante o primeiro mês de isolamento social, com muitas pessoas incapazes de sair às lojas e a procura por smartphones e televisores a diminuir. Mas com um aumento na procura por impressoras, consolas e máquinas de café, muitos recorrem ao comércio online pela primeira vez. Na última semana de Março,  a compra de produtos de tecnologia na Internet aumentou 241% relativamente ao mesmo período de 2019 , representando um terço do total de vendas. 

 
	  Veja também:   Portugal a meio gás. O que mudou num país em suspenso  
 

 Os dados são do painel retalhista Gfk que está a tentar decifrar as mudanças nos hábitos dos portugueses ao comparar as vendas feitas em Março de 2020 e Março de 2019. “Nos próximos meses, se não mesmo anos, as pessoas terão outras cautelas e sempre que puderem evitar um contacto mais próximo farão isso”, sublinha Carlos Figueiredo, director de vendas da Gfk, que falou com o PÚBLICO sobre as mudanças nos consumos de tecnologia, o aumento das vendas online, e o apelo por “produtos de nicho” como máquinas de fazer pão.</video:description>
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      <video:title>Um folar pela mão do chef Vítor Sobral</video:title>
      <video:description>Fechados em casa e por estes dias em que não se trabalha ou se trabalha menos, a cozinha pode ser um escape para passar o tempo a fazer qualquer coisa de útil. 

 Na impossibilidade de sairmos e irmos às compras adquirir o borrego, aquele folar ou os ovos de chocolate pode haver duas soluções,  encomendar tudo online  e esperar pelos serviços de entrega ou um faça-você-mesmo. É esta a sugestão do   chef  Vítor Sobral , a cabeça dos projectos lisboetas  Padaria da Esquina , Tasca da Esquina, Peixaria da Esquina e o mais recente Talho da Esquina. 

  Folar da Páscoa  

 Ingredientes: 
600 gr farinha de trigo 
175 gr açúcar amarelo 
50 gr banha de porco 
50 gr manteiga 
100 gr massa de pão 
2 gr fermento de padeiro 
90 ml de leite 
1 ovo 
100 ml de água 
1 colher de chá de canela em pó 
1 colher de chá de erva doce em pó 
1 colher de café de sal 
1 ovo cozido para guarnecer 

  Confecção:  

 
	 Amornar a água com o leite e derreter a manteiga e a banha, juntar os restantes ingredientes e amassar. 
	 Deixe levedar a massa até ganhar o dobro do tamanho. 
	 Molde o folar de Páscoa de forma tradicional com o ovo cozido, pincele com a gema do ovo e leve ao forno a 150ºC por aproximadamente 30 min.</video:description>
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      <video:title>Recuperar da covid-19 e regressar à (possível) normalidade</video:title>
      <video:description>Sílvia Cunha foi a primeira doente em Portugal a ser tratada em internamento domiciliário. O marido, Vítor, trabalha na mesma fábrica onde trabalha Casimiro Sousa, o primeiro paciente positivo da covid-19. Quando começaram a apresentar sintomas, decidiram fazer o teste. O primeiro foi Vítor, que acusou a presença do vírus e ficou desde logo internado. No dia seguinte, Sílvia soube que estava também infectada e que o filho José Rodrigo, de 11 anos, tinha escapado.  

 Mais de duas semanas depois, o casal foi dado como recuperado. É agora altura de seguir em frente. Com a família novamente reunida, Sílvia fala ao PÚBLICO sobre como foi todo este processo, bem como sobre o que se segue: o regresso à (possível) normalidade. 

   Descarregue a app do PÚBLICO, subscreva as nossas notificações e esteja a par da evolução do novo coronavírus.</video:description>
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      <video:title>“Não nos cancelem”: artistas pedem que espectáculos sejam adiados</video:title>
      <video:description>A carta aberta, subscrita por mais de 1600 autores e artistas, ganha voz num vídeo que pede: "Adiem-nos, mas não nos cancelem agora". Às entidades públicas, a comunidade artística pede que reagendem os eventos ou espectáculos suspensos para conter a covid-19 e que procedam ao seu pagamento.  

 As medidas anunciadas até agora são "insuficientes" dizem, apelando à criação de um fundo de emergência. “É um contra-senso acreditar que todos estes profissionais do espectáculo podem exercer a sua actividade sem que o espectáculo exista”, escrevem, pedindo mais apoios para quem vemos actuar mas também para quem fica por detrás da cortina, como os “milhares de técnicos (de som, de luz, de palco, cenógrafos, produtores, assistentes de produção,  roadies  e tantos outros) que se encontram sem qualquer rendimento”. 

 Uma das medidas pensadas pelo Ministério da Cultura, o festival de música TV Fest,  foi suspenso um dia depois de ser anunciado . O festival, que tinha um orçamento de um milhão de euros a distribuir pelos participantes, levou a uma  petição  que em menos de 24 horas reuniu 20 mil assinaturas. 

 De acordo com a ministra da Cultura, Graça Fonseca, estava previsto que actuassem ao longo de um mês total de “160 músicos”, “de todos os estilos musicais”, a quem fora pedido que “envolvessem sempre equipas técnicas”. O festival vai agora ser repensado, disse. 

 A  carta aberta  é da autoria da Sociedade Portuguesa de Autores, da Gestão dos Direitos dos Artistas e da Associação de Gestão de Direitos de Produtores Fonográficos e foi publicada a 7 de Abril.</video:description>
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      <video:title>Porque é que a covid-19 não é como a gripe?</video:title>
      <video:description>Existem semelhanças entre o vírus que provoca uma gripe e o SARS-CoV-2, uma vez que ambos afectam o aparelho respiratório e os primeiros sintomas podem ser parecidos. Mas as parecenças ficam por aí: os estudos apontam para uma letalidade muito superior no novo coronavírus e, ao contrário do que acontece com a gripe, não existe nenhuma vacina ou fármaco que possa atrasar a sua propagação. 

 Esta nova ameaça coloca "todos em risco", explica o pneumologista Filipe Froes, que sublinha a importância de se manterem as medidas de protecção conhecidas: distanciamento social e lavagem frequente das mãos.  Com Filipe Ribeiro</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Hélder Bruno - &lt;i&gt;Tempestade e As Mulheres na Praia&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A música tem sempre, inerente a si própria, uma capacidade de fuga. De repente,  com todos fechados em casa , o Hélder Bruno envia-nos esta  Tempestade  e somos projectados para a costa, para a faina marítima, um ambiente em que as mulheres de lenço gritam, os homens puxam as redes com os bois e já nenhum de nós se sente em casa. Só temos de fechar os olhos e música faz o resto. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Joana Ribeiro Dimas - &lt;i&gt;Saias do Ti Feliz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O  Florêncio Cacete  é um folclorista, na dimensão mais profunda da palavra. Gosta das suas raízes, sabe mesmo de onde veio e honra-o. Defende o Alentejo e motiva as pessoas, tem motivado os jovens a gostarem das suas raízes e essa sua contaminação dá frutos — eles percebem que devem questionar, que devem ser críticos, porque são olhados como pessoas para além das instituições. Nessa senda, tem pedido a vários jovens para cantarem  Saias  e enviarem o resultado. Hoje temos a Joana da Vila do Cano. Grava também as tuas  Saias  e envia para  amusicaportugeusa@gmail.com . Se há uma coisa boa neste isolamento é estarmos mais próximos de nós próprios, na essência; a maior parte das vezes esquecemo-nos disso. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>Covid-19. Como fazer uma máscara caseira em seis passos</video:title>
      <video:description>Fazer uma máscara caseira não podia ser mais simples. Junta-se um tecido de algodão (quanto mais opaco melhor), um filtro de café e dois elásticos (podem ser os do escritório ou os do cabelo) e já está. Ficamos com uma máscara que deve cobrir a boca e o nariz e que pode evitar que espalhemos o SARS-CoV-2, caso sejamos portadores do vírus e não o saibamos.  Depois de utilizada a máscara, o tecido deve ser lavado na máquina e o filtro de café subsituído por um novo.  

  Esta máscara é descrita pelos   Centros de Controlo e Prevenção de Doenças americanos   (CDC, na sigla inglesa) como uma "medida de saúde pública voluntária", sublinhando que as máscaras cirúrgicas devem ser poupadas para os profissionais de saúde.  

  O Centro Europeu de Controlo de Doenças (CECD)  tem o mesmo entendimento : não descarta a utilização de máscaras caseiras, reconhecendo-lhe algumas vantagens, mas chama a atenção para a limitada protecção destas soluções, sublinhando que é importante utilizar qualquer protecção facial da forma correcta.  

 O relatório publicado esta quarta-feira pelo CECD sobre a utilização de máscaras pela população em geral refere que está provado que o uso de uma máscara cirúrgica pode diminuir a propagação de gotículas respiratórias por parte de pessoas infectadas. Não é certo, no entanto, que uma máscara ofereça protecção adicional a pessoas não infectadas. Por isso, o ECDC considera a utilização de uma máscara "um acto de solidariedade" praticado pelo portador para evitar contaminar outras pessoas. E as máscaras de tecido? 

 A maior parte das máscaras não médicas demonstraram ter "uma eficiência de filtragem muito baixa", lê-se no relatório do ECDC. O documento refere que existem "provas limitadas" de que a utilização de máscaras feitas com materiais diversos poderão conter a libertação de gotículas produzidas por alguém infectado com o vírus, mas salienta que estes materiais são menos eficazes do que as máscaras médicas. 

 O mesmo documento reconhece, no entanto, que as máscaras de tecido têm a v</video:description>
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      <video:title>No Porto, todas as noites, Às Dez no Largo “acontece alguma coisa”</video:title>
      <video:description>A hora está marcada e é cumprida escrupulosamente: às 22 horas, os moradores do Largo Curso Silva Monteiro, no Porto, abrem as janelas e saem às varandas. Porque a essa hora, todos os dias, desde 19 de Março, "acontece alguma coisa" que lhes anima o período de quarentena: um momento musical que se transforma numa festa. 

 Foi depois do  aplauso aos profissionais de saúde, que se reproduziu nas janelas de todo o país  — e inspirado nos  italianos que saíram às janelas para cantar com os vizinhos  —, que Leonor Cabral decidiu começar o Às Dez No Largo. Criou uma conta no  Instagram  e até uma  playlist  no  Spotify . Desde então, já ouviu os vizinhos a cantar Pedro Abrunhosa, Azeitonas ou Rui Veloso. Equipados com lanternas do telemóvel, luzes nas varandas ou pequenos LED nos dedos, todos cantam e dançam. E até receberam um vídeo de Quim Barreiros para ajudar à festa.  

 O que também ajuda é o facto de serem quatro os prédios que rodeiam o largo, com varandas e janelas a darem umas para as outras. O encontro diário — e à distância —  reforça o sentido de comunidade : "Isto vai contribuir significativamente para aumentar a união das pessoas", assegura  Sérgio Vieira, um dos moradores do largo.   "É engraçado ver as pessoas a despedirem-se. Uma coisa que era impensável há 15 dias."  

 "Olá, vizinho. Adeus, vizinho. Até amanhã, vizinho", dizem uns aos outros, antes de se recolherem nas suas casas, à espera das 22 horas do dia seguinte.</video:description>
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      <video:title>Se a pandemia é uma guerra, a máquina de costura é uma arma</video:title>
      <video:description>Por estes dias, na fábrica de Natália Guerreiro, no Barreiro, as rotinas são muito diferentes: o chão tem de ser lavado com lixívia de 3 em 3 horas e as máquinas de costura desinfectadas de meia em meia hora, assim com as mãos dos trabalhadores. Há mais de uma semana que as trabalhadoras de uma fábrica de malas, carteiras e cintos de cortiça estão a fazer, voluntariamente, material de protecção para os hospitais Garcia de Orta, em Almada, e para o Centro Hospitalar do Barreiro. "Temos feito cógulas (protecção para a cabeça e pescoço), perneiras e batas. As cógulas podem ter uma segunda utilização, mas as perneiras e batas apenas uma". 

 Quando Natália Guerreiro se cruzou nas redes sociais com um pedido de costureiras para ajudar a produzir materiais de protecção para centros hospitalares perguntou às trabalhadoras se se queriam juntar a ela. Trabalhadoras que tinha sido obrigada a mandar para casa dias antes. “Infelizmente tivemos de dispensar quem estava a terminar contrato e entrar em lay-off”, explica Natália Guerreiro. A Corkor empregava 16 pessoas e exportava quase 100% da sua produção. De um dia para o outro, as encomendas pararam.  

 As trabalhadoras responderam positivamente ao apelo de voluntariado. Numa semana apenas, produziram 62 batas, 500 cógulas e 200 perneiras. Todos os dias, cerca de sete costureiras trabalham nas suas máquinas de costura, “às vezes com menos intervalos do que se fosse no trabalho normal”, conta Natália. A fábrica serve ainda de apoio a costureiras do concelho que, a partir das suas casas, estão também a produzir os  materiais de protecção. 

 Ana Pimpista é uma delas. A modista de 31 anos, que juntamente com Inês Batista gerem o atelier Oficina, nos Anjos, em Lisboa, tem costurado cógulas a partir da sua sala de estar. O tecido - que está a ser fornecido quer pelo próprio Hospital Garcia de Orta, quer pela Câmara Municipal do Barreiro - é cortado na fábrica de Natália, que disponibilizou a máquina de corte industrial das suas instalações. Também o atelier de Ana fechou p</video:description>
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      <video:title>Um vídeo para explicar o novo coronavírus aos mais novos, um “bichinho” que obriga a “ficar em casa”</video:title>
      <video:description>O vídeo de animação mostra um “bichinho” que obriga a “ficar mais tempo em casa”, lavar bem as mãos e “manter as distâncias”. Foi produzido em parceria pela Câmara Municipal de Matosinhos e a produtora Esfera Cúbica para  explicar ao público infantil o surto de covid-19  e a necessidade de isolamento social. 

 “Neste momento, as pessoas estão presas em casa e com muita informação a entrar, o público mais infantil precisa de ter algumas ideias direccionadas para eles”, diz João Abrunhosa, director da Esfera Cúbica, ao P3. 

 Contactou o amigo de infância, José Pedro Rodrigues, vereador da Mobilidade e Protecção Civil da  autarquia , e voluntariou-se para ajudar a fazer conteúdos, já que a sua equipa estava parada. "Nós temos de nos manter ocupados e ajudar com as nossas maior valias", diz João. A ideia inicial era fazer um vídeo muito simples, “só com umas letras divertidas com alguns conselhos”, explica. 

 Ao longo do processo criativo, acabaram por adicionar mais dinâmica à animação e convidaram o actor Ivo Romeu Bastos, que também faz dobragens profissionalmente, para narrar a história. É "uma voz muito reconhecida pelas crianças", que o costumam escutar no  Cartoon Network,  evidencia João. A caminho podem estar mais vídeos, até direccionados para outras faixas etárias, como a terceira idade. 

 Este filme, como qualquer boa história infantil, termina com um tom positivo e optimista em relação ao futuro: “O tempo passa a correr e, quase sem dar por isso, qualquer dia vai-se a ver e já estamos livres disto.”</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Flor - &lt;i&gt;Passarinho&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>E a música, como será depois disto? Terá obviamente que mudar. De repente, as fronteiras e as hierarquias foram abolidas, com concertos em casa, não há cabeças de cartaz, tanto se pode ouvir violas campaniças em casa, como fado ou grandes nomes. Depois disto, a proximidade fica para sempre transformada. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Ricardo Ávila - &lt;i&gt;Velhas ao Covide&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Da ilha Terceira, uns versos escritos pelo Ricardo Ávila. "Uma velha passeava/ E às tantas encontrava/ Agente d’autoridade/ Pela sua protecção/ E saúde da nação/ Vá p'ra casa por piedade./ A minha casa tem porta/ E a porta tem postigo/ P'ra tu pores a cabeça/ E conversares comigo/ Ficou com as faces vermelhas/ Das bochechas às orelhas/ O agente bonitão/ Volte à sua moradia/ Não são dias de folia/ E esfregue as mãos com sabão/ Esfrego tudo o que quiseres/ Da cabeça aos calcanhares/ Vou p'ra casa num instante/ Mas só se me acompanhares/ Mais uma vez, o agente/ Considerou impertinente/ A atitude da avozinha/ Ouça a minha sugestão/ Senão vai para a prisão/ E só sai de manhãzinha./ Pois então para casa eu vou/ Fica aqui já a dois passos/ Mas meu coração ficou/ Na cadeia dos teus braços./ Foi cada um para seu lado./ Fica o amor adiado/ Para outra ocasião./ A avozinha no seu lar/ Lavou as mãos a pensar/ No agente bonitão./ Lavou braços, lavou pernas/ E nisto se entusiasmou/ Onde não chegava a escova/ Foi chegando meu avô/ Foi assim desta maneira/ Com as Velhas da Terceira/ Que aliviei minha pena/ Honro meus antepassados/ Que estarão bem resguardados/ Já não fazem quarentena/ Adeus e muito obrigado/ Não passou de uma graça/ Se ficaste entediado/ Lava as mãos que isso passa."  

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Eulália Crespo - &lt;i&gt;Mensagem para o mundo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O que mais me custa é os velhinhos estarem longe e não os poder gravar. Penso nos que morrem e no que vai com eles. Mas, de repente, o universo equilibra-se e eis que chega o vídeo de uma velhinha com uma mensagem. Chama-se Eulália André Rodrigues Lavos Crespo, tem 82 anos e cantou à janela, em Souto da Carpalhosa, Leiria, o que tem a dizer ao mundo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>No Dia Mundial da Actividade Física há exercícios de mobilidade para todos</video:title>
      <video:description>Nestes dia em que estamos mais fechados em casa, sente que passa da cama para a secretária e desta para o sofá? Quer começar a mexer-se mais e não sabe como? São muitas as propostas disponibilizadas online, por estes dias, por profissionais de treino. Mas, às vezes, pode ser difícil perceber o que se adapta a cada um. 

 No âmbito do Dia Mundial da Actividade Física, que se celebra esta segunda-feira, 6 de Abril, o PÚBLICO quer pôr toda a gente a mexer. Por isso, pedimos ao   personal trainer  Tiago Carvalho , mestre em Educação Física e pós-graduado em Reabilitação e Medicina do Exercício, que pensasse um treino para quem está menos habituado a fazê-lo. O importante é não parar! 

 Ao longo dos próximos dias, publicaremos treinos com outros níveis de dificuldade. Fique atento e em casa!</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Salve Satanás?</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Salve Satanás?</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Rainha de Copas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Rainha de Copas</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer 100% Camurça</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer 100% Camurça</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Monos</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Monos</video:description>
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      <video:title>“Devo a vida” ao SNS: o testemunho de quem recupera do coronavírus</video:title>
      <video:description>O termómetro atestava a febre e as dores musculares incomodavam, mas Miguel Duarte não se afligiu em demasia. A hipótese de uma constipação superava a possibilidade de ter o novo coronavírus: “Pensava que não me ia calhar logo a mim isto.” 

 Assim parecia, inicialmente. Durante uma semana, fez medicação para descer a febre e foi oscilando entre melhorias e retrocessos. Mas a dada altura juntava aos sintomas iniciais a falta de apetite e de força, a dificuldade respiratória. Na linha Saúde 24 mandaram-no para o São João, no Porto. Eram 16h. 

 O hospital pareceu-lhe “perfeitamente preparado”. Tudo estava “muito bem organizado, estruturado, dividido”. Os médicos passavam protegidos dos pés à cabeça. Fez um raio x, análises ao sangue, o teste à covid-19. Eram “três ou quatro da manhã” quando foi internado. O resultado era positivo. 

 Dividiu o “quarto com pressão negativa” com mais dois pacientes. E quando o médico fez a visita, perguntou a medo pelo prognóstico. “Estava estável mas tinha um prognóstico reservado porque tinha uma pneumonia muito floreada a afectar os dois pulmões. Só tempo diria o futuro.” 

 Não esmoreceu. Com uma “atenção sem igual” dos profissionais de saúde a funcionar como pilar, adoptou a música como “amuleto”. Ouviu vezes sem conta  Yellow ledbetter , dos Pearl Jam. Animava os colegas, ajudava os auxiliares a distribuir a comida, media a própria febre. “Dois minutos em 24 horas não é nada. Mas quando se está num quarto de hospital é complicado. Há tempo para pensar em muita coisa.” 

 A alta hospitalar chegaria uma semana depois. A recuperação é agora feita em casa, dentro de um quarto, isolado da mulher e dos quatro filhos. “A família está bem, ninguém teve sintomas”, congratula-se. Os filhos estavam em casa mesmo antes das escolas encerrarem oficialmente, entre eles cortaram beijos e abraços desde cedo. “Custou muito, mas a eficácia está provada”. Mesmo com Miguel infectado, o resto da família resistiu. 

 Ainda rouco, pensa agora em todos os profissionais de saúde. “É a esses</video:description>
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      <video:title>UHF relançam &lt;i&gt;Portugal – somos nós&lt;/i&gt; e têm novo momento musical caseiro este sábado</video:title>
      <video:description>Em Janeiro, quando deitaram contas ao ano findo, os UHF tinham uma boa lista para celebrar: a edição, pela primeira vez em CD, de três discos esgotados há muito e que só haviam sido editados em vinil,  Persona Non Grata  (1982),  Ares e Bares de Fronteira  (1983) e  Ao Vivo em Almada (no jogo da noite)  (1985), acrescidos de singles e lados B; a recuperação do primeiro disco do grupo,  Jorge Morreu , reeditado numa réplica do EP em vinil de 1979; e a reedição de  Comédia Humana  (1991), com três inéditos e bónus. Além disso, tinham vários concertos marcados para 2020, um dos quais no Bataclan, em Paris, já no 4 de Abril. Foi, como os demais, cancelado devido à covid-19, mas tem nova data: 29 de Novembro (um domingo), às 15h. Antes, porém, os UHF contam editar um novo álbum em Setembro, no qual estão a trabalhar,  Podem Os Oceanos Arder? , que incluirá o tema  Au Bataclan (canção pela paz) , “memorial sonoro que os UHF dedicam aos que em 2015 ali perderam a vida,  vítimas de um brutal atentado .” Até lá, porque a música não pára, os UHF relançam agora em single a canção  Portugal – somos nós , do álbum  Porquê  (2010), editada por altura da crise financeira de há 10 anos e cujo refrão diz: “Portugal – somos nós/ Mil histórias de coragem/ O exemplo dos avós/ Que fundaram esta casa”. Razão para a retomarem? “Porque juntos somos um todo capaz de ultrapassar mais este obstáculo”, justificam em comunicado. A RTP fez, a partir desta música,  um separador adequado ao momento . Este sábado, 4 de Abril, pelas 16h, o grupo está a preparar-se para transmitir  nas redes sociais , “directamente da sala de estar do António Manuel Ribeiro”, um novo momento musical caseiro, para o qual promete “temas incontornáveis da carreira dos UHF assim como algumas surpresas.”</video:description>
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      <video:title>Do bioterrorismo à covid-19. Laboratório militar converte-se para testar o novo coronavírus</video:title>
      <video:description>Esta unidade, composta por elementos formados em farmácia e veterinária e normalmente dedicada ao bioterrerorismo e à defesa biológica, tem testado uma média de cinquenta casos por dia, podendo este número vir a aumentar. A capacidade será, no entanto, limitada porque neste laboratório muitos processos são feitos manualmente. 

 Aqui têm chegado todos os dias amostras vindas do Hospital das Forças Armadas e do Instituto de Acção Social das Forças Armadas. 

   Saiba mais   

  Com Nuno Ribeiro</video:description>
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      <video:title>A mensagem de renovação do estado de emergência do Presidente da República</video:title>
      <video:description>O Presidente da República falou ao país para renovar o estado de emergência durante mais 15 dias. A partir do Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa anunciou que as medidas que entrarão agora em vigor se prolongam até ao dia 17, data em que o estado de emergência poderá, ou não, ser renovado. 

 "Este vai ser porventura o nosso maior desafio dos últimos 45 anos", avisou Marcelo. A pandemia covid-19 "agrava brutalmente a pobreza e a desigualdade", notou o Presidente da República. Também por isso, "os seus efeitos económicos e sociais serão mais profundos e duradouros do que as crises mais longas que já vivemos", antecipou. 

 "A vida exige que economia e sociedade não parem", disse Marcelo, numa palavra de agradecimento a todos os portugueses, dos operários aos médicos, passando pelos agricultores, que continuam diariamente a manter os serviços essenciais do país. 

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      <video:title>Do supermercado ao euromilhões. Vanderlei faz tudo para que os mais vulneráveis fiquem em casa</video:title>
      <video:description>Vanderlei Badalotti trabalha há seis anos no serviço de Acção Social da Junta de Freguesia de Santo António. Habituado a lidar com pessoas em situações de carência, disponibilizou-se para ajudar a combater o novo coronavírus fazendo "o que for preciso". A junta fez horários rotativos com duas equipas que trocam de 15 em 15 dias, mas Vanderlei não quis rodar -  vai esticando o turno e vem todos os dias "enquanto puder". 

 Faz as compras para aqueles que estão identificados pelas autoridades de saúde como o grupo de maior risco nesta pandemia. Vai ao supermercado, à farmácia, à padaria. 

 Se lhe pedirem, também vai comprar tabaco e jogar no Euromilhões, uma pequena "excentricidade" que Vanderlei explica com um sorriso. "Eu não consigo associar a um serviço essencial. Se calhar as pessoas jogam sempre o mesmo número e têm medo que não jogando, saia". 

  Leia aqui a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Já há um vídeo do novo disco de Bebel Gilberto, adiado para Agosto</video:title>
      <video:description>Nascida em Nova Iorque, em 1966, filha dos cantores João Gilberto e Miúcha (irmã de Chico Buarque), Bebel Gilberto já lançou até à data seis discos em nome próprio:  Tanto Tempo  (2000),  Bebel Gilberto  (2004),  Momento  (2007),  All in One  (2009),  Tudo  (2014) e  Live At The Belly Up  (2017).  Na última vez que actuou em Portugal , em Abril de 2019, só voz e violão (primeiro na Casa da Música, e depois no Tivoli BBVA), Bebel já estava a gravar um disco “totalmente electrónico”, como disse então ao PÚBLICO. Pois é esse disco, a que deu o nome de  Agora , que Bebel tem pronto, mas que, devido aos condicionalismos da pandemia da covid-19, só será lançado no dia 21 de Agosto, nas plataformas digitais e também em CD.  Agora  é produzido pelo pianista e produtor norte-americano Thomas Bartlett, que já havia tocado com Bebel no disco  All In One , o único que ela gravou para a Verve, participando em quatro dos seus doze temas. Como forma de antecipar o novo disco, a cantora e compositora brasileira acaba de partilhar nas suas redes sociais o videoclipe da música  Deixa , uma das onze faixas do seu novo álbum, com o selo da editora belga [PIAS] Recordings. As outras dez são:  Tão bom ,  Agora ,  Cliché ,  Bolero ,  Essence ,  Na cara ,  Raio ,  Yet another love song ,  O que não foi dito  e  Teletransportador . Filmado no final de 2019 no The Nomad Hotel, em Los Angeles (EUA), este vídeo foi realizado por Erik Sohlström.</video:description>
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      <video:title>"O Sonho do Corona". Uma história para explicar às crianças o tempo em que vivemos</video:title>
      <video:description>Porque é que temos de ficar em casa e não podemos ir ao parque? Porque é que não podemos ir às compras como de costume? A pandemia trocada por miúdos.</video:description>
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      <video:title>"Procuramos sempre divulgar Portugal"</video:title>
      <video:description>De acordo com o presidente da FPF, Fernando Soares Gomes da Silva, todos nós como portugueses temos o dever de defender o que é nosso, de defender Portugal e de de defender os produtos portugueses. Essa é também uma das missões da FPF, quer a nível interno, quer externo. 

 "Nós somos uma entidade que se afirma na defesa do nome de Portugal além-fronteiras", afirma o responsável. Refere, ainda, que como consumidores a Federação valoriza a aquisição de produtos portugueses, enquanto produtores a preocupação centra-se em detectar e formar talento. 

 Com o intuito de dar a conhecer o melhor de Portugal.</video:description>
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