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      <video:title>&lt;i&gt;Andrà tutto bene&lt;/i&gt;, uma “crónica emocional” para nos unir em tempo de covid-19</video:title>
      <video:description>O cantor e compositor Cristóvam e o realizador Pedro Varela conheceram-se nos “míticos” estúdios Namouche, enquanto Pedro filmava   Os Filhos do Rock  . Criaram uma amizade que se foi mantendo ao longo dos anos e dos projectos, o mais recente surgui durante a quarentena: a música  Andrà tutto bene  (em português,  Vai ficar tudo bem ). Cristóvam escreveu a letra, Pedro Varela criou o filme e o resultado final percorreu a Internet, comovendo quem está de quarentena em casa ou na linha da frente a combater o surto de covid-19. 

 “A música surgiu da mesma forma que surgem quase todas. É sempre o meu escape, a forma como coloco cá fora os meus sentimentos. Sempre que sinto algo mais forte, agarro na minha guitarra. E desta vez não foi exceção“, conta Cristóvam ao P3. Numa altura em que todos partilham um sentimento de ansiedade, o músico colocou-o em palavras. O título em italiano foi inspirado nos desenhos de arco-íris das crianças  nas varandas de Itália . Para Cristóvam, a fé inocente das crianças, sem noção da gravidade da situação, é o que falta aos adultos agora. “O principal é mandar uma mensagem de esperança, de fé e de que estamos todos unidos nesta situação.” 

 Logo nos versos iniciais, Pedro Varela percebeu a mensagem e convenceu Cristóvam de que era preciso fazer um filme “num tom de crónica e identificação deste momento que estamos a viver”. Habituado a trabalhar à distância, o processo criativo separado pelo oceano não foi problema — Pedro em Lisboa e Cristóvam na Terceira, nos Açores.  

 Juntou imagens de arquivo de projectos passados e outras de órgãos de comunicação social. Pediu ainda a amigos que partilhassem partes da sua vida, coisas do quotidiano, como "imagens da avó ou gravações a fazer ginástica na sala". "A história vai-se descobrindo dentro dos pedaços da vida real.” Como fio condutor aparece Chloe, uma jovem portuguesa que estuda cinema em Paris. Inspirado pelo vídeo do tema de Bob Dylan   Subterranean Homesick Blue  , Pedro dirigiu, pela internet, as gravações de Chloe, que segur</video:description>
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      <video:title>Covid-19. Adoecer nos EUA “pode levar uma família à bancarrota”</video:title>
      <video:description>Isabelle Coelho-Marques vive em New Rochelle, Nova Iorque, uma das cidades mais afectadas pelo novo coronavírus. Ao PÚBLICO, fala sobre o sistema de saúde americano. "Cá, temos de ter seguros de saúde. Ter o azar de ficar doente pode levar uma família à bancarrota", diz  a presidente emérita da New York Portuguese American Leadership Conference (NYPALC), uma associação que congrega 69 organizações luso-americanas do Estado de Nova Iorque . 

  Mais de 33 milhões de trabalhadores norte-americanos (num total de cerca de 157 milhões) não têm baixas pagas.   

 Os dados mais recentes, divulgados esta segunda-feira, dão conta de 156 818 infectados com covid-19 nos Estados Unidos da América, 66 497 só no estado de Nova Iorque. 

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      <video:title>Já não se vêem as chaminés da antiga central termoeléctrica de Setúbal</video:title>
      <video:description>A central foi desactivada em 2013 e está a ser desmantelada num processo que está previsto durar mais um ano. Pertencia à EDP, que adianta em comunicado querer utilizar o terreno para a criação de um projecto "sustentável no futuro". "Gostaríamos que pudesse ser, por exemplo, um parque solar", explica no mesmo documento Rui Teixeira, presidente da EDP Produção. 

 Símbolo de outros tempos, a central termoeléctrica de Setúbal chegou a ser o maior centro produtor de energia nacional até à abertura da central de Sines,  que também já tem o fecho anunciado . Chegou a fornecer energia a 25% da população portuguesa em território continental. 

 Era também uma das centrais mais poluentes do país, produzindo electricidade a partir de fuelóleo (cerca de 5.280 toneladas por dia).</video:description>
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      <video:title>De porta a porta, entre compras e conversas, eles saem para ajudar quem tem de ficar</video:title>
      <video:description>Os voluntários da Impac'tu têm feito o que lhes é pedido e ficado em casa. “Mas, de certa forma, quisemos também fazer o contrário”, atreve-se Filipe Ribeiro: “Sair de casa para poder ajudar quem tem mesmo de ficar.”  “Então, surgiu o projecto  Porta de Impacto ”, apresenta o presidente da associação de jovens universitários que vivem ou estudam no Porto e que, habitualmente, apoiam famílias e pessoas carenciadas na cidade. 

  Com as actividades regulares da associação suspensas, que vão desde o acompanhamento social ao jurídico, eles não quiseram “ficar parados”. Há cada vez mais gente a precisar de ajuda e as  redes solidárias , mais ou menos organizadas,  têm-se multiplicado por várias partes do país . No Porto , desde há duas semanas, que pessoas jovens, e que não pertencem a grupos considerados mais vulneráveis à covid-19, entregam as compras e conversam brevemente com quem, segundo os conselhos da Direcção-Geral da Saúde, deve estar resguardado em casa. Quem precisar de ajuda, só tem de os contactar  por email . 

 O P3 acompanhou-os numa manhã de entregas, numa ilha na Travessa da Arrábida, no Porto. Porta a porta.</video:description>
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      <video:title>Duas portuguesas em quarentena restrita em Itália: “O primeiro passo é aceitar”</video:title>
      <video:description>A viver em Veneza há mais de um ano, Madalena Corrêa Mendes e Francisca Gigante estão desde dia 10 de Março fechadas em casa. Desde então, saíram duas vezes, para fazer compras e pagar a água.  Itália é o país europeu mais atingido pela pandemia do novo coronavírus . 

 Numa tentativa de controlar o aumento rápido e preocupante do número de casos infectados e de vítimas, já lá vão mais de duas semanas desde que Giuseppe Conte pôs o país de quarentena.  Toda a Itália deve ficar em casa e só sair por “motivos comprovados de saúde ou trabalho”, diz decreto do Governo italiano publicado no dia 9 de Março.  Desde então, um novo decreto já foi publicado, estendendo a quarentena restrita até pelo menos dia 3 de Abril. 

 Madalena, coordenadora de estágios no museu Colecção Peggy Guggenheim, e Francisca, que trabalhava como guia externa no mesmo museu e se preparava para integrar a equipa da Bienal de arquitectura de Veneza, já não se lembram do que é ver Veneza cheia de turistas. Mas reforçam o positivo de estar a viver esta quarentena na primeira pessoa: já que Portugal está “umas semanas atrasado”, ao menos conseguem ir tranquilizando as famílias.  “Nós já passámos por algumas coisas que eles estão a passar agora. Isso é bom”. 

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      <video:title>"Fique em casa". Drones percorrem marginal do Porto com mensagem para a população</video:title>
      <video:description>Desde esta manhã que dois drones sobrevoam a zona marginal da cidade do Porto avisando a população que deve ficar em casa face à situação provocada pela pandemia de covid-19. 

 Através de mensagens gravadas audíveis a significativa distância, os drones recomendam aos cidadãos que permaneçam no interior das suas casas, relembrando que o país está sob Estado de Emergência e que é necessário cumprir as medidas anunciadas. “Estamos sob uma ameaça muito grave. Regresse a casa”, “Não permaneça no espaço público, senão por necessidade absoluta. Permaneça em casa”, “Não corra riscos desnecessários. Proteja-se da pandemia e regresse a casa”, são algumas das mensagens transmitidas. 

 O controlo com o recurso a drones da linha de fronteira e de cercas sanitárias estabelecidas, como em Ovar, ou a estabelecer, foi autorizado pela Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). 

  Saiba mais .</video:description>
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      <video:title>Portugueses em Timor: “Chamavam-nos ‘Malae’ (estrangeiro). Agora, chamam-nos ‘Corona Malae’”</video:title>
      <video:description>Com a ameaça global de covid-19, a escola em que dava aulas fechou ainda antes da confirmação do primeiro infectado, conta ao PÚBLICO Carlos Vilar, residente em Timor-leste há quatro anos. Como o país ainda não tem capacidade para testar a população, "a insegurança de haver uma pessoa ou mais [infectadas] era grande”, explica, por isso decidiu também fechar o seu  hostel . “Suponho que o meu último salário foi este e, portanto, isto vai complicar”. 

 O país, de fronteiras fechadas, recebe apenas um voo ao domingo, e quem chega nele, estrangeiro ou residente, é obrigado a cumprir 14 dias de quarentena.  Mas a população não tem visto com bons olhos estas viagens.  “Parte das comunidades não aceita que as pessoas cumpram a quarentena ao pé dessas mesmas comunidades. Em alguns lugares mais remotos, as pessoas vêem o estrangeiro como o transportador do vírus”, explica Carlos. Se antes a população tratava os estrangeiros por “ malae ”, agora chama-lhes, nem sempre a brincar, “ corona malae ”.   

  Perante a hostilidade dos timorenses, José Ramos-Horta, o prémio Nobel da Paz e ex-presidente de Timor, pediu esta quarta-feira desculpas, enquanto cidadão timorense, pelas críticas que alguns compatriotas têm feito contra os cidadãos e agências estrangeiras.  “Peço desculpas a todos os nossos hóspedes que trabalham nesta terra amada quando algum timorense vos desrespeita. Como cidadão de Timor-Leste curvo-me, baixo a cabeça, e peço-vos desculpas”, escreveu.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Pam Pam - &lt;i&gt;Coronavírus&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O projecto não era completo se não incluísse  música cigana . O Pam Pam não é cigano, mas cresceu entre ciganos, e decidiu tornar sua essa música. Criou esta canção para o momento em que vivemos. Cada vez mais, se mostra a diversidade e a criatividade das pessoas deste país. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Pedro Mestre - &lt;i&gt;Lencinho a Quarar&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Conheço o  Pedro Mestre  desde 2005. Acho que ele é a pessoa que mais gravei na vida, entre  vídeos para A Música Portuguesa a Gostar Dela Própri a e outros projectos. Ele sempre foi de uma generosidade gigante comigo e com os mais velhos — sim, neste momento é dos mais velhos que temos de falar todos os dias, pois são bibliotecas vivas que devemos proteger a todo o custo. Com o Pedro conheci tantas cantadeiras e cantadores, tocadores de viola, poetas populares e muitos mais. Lembro-me de férias inteiras da Páscoa, em que o Pedro não dava aulas, e percorríamos de Este a Oeste esse Alentejo enorme, gravando e gravando. Não ficando indiferente a tudo isto, o Pedro também enviou uma música. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Daniel Machado - &lt;i&gt;Adeus ó Serra da Lapa&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Muitas vezes perguntam-me se ter crescido  com um pai músico , naquele tempo e naquele contexto, não condicionou o que sou hoje. A resposta é clara e óbvia: sim, condicionou, mas estranhamente não pela música, mas pelas pessoas que conhecia, pelo seu lado humano. Ainda noutro dia tive um problema com uns músicos e fiquei a pensar nisso — por mais bons músicos que sejam, o que me importa é as pessoas que são. E o Zeca Afonso, que escreveu esta  Adeus ó Serra da Lapa , influenciou-me muito. Lembro-me de um dia na Fuzeta, deveria ter uns 9 ou 10 anos, íamos apanhar o barco para a ilha e, numa casa abandonada e partida, um homem tratava mal uma mulher. O Zeca começou a refilar e queria ir lá, até que o homem fugiu. Esse momento ficou-me para sempre na memória. O Daniel mandou este vídeo e eu fiquei emocionado ao recordá-lo. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Profissionais de Saúde da Azambuja - &lt;i&gt;Cantiga Sem Nome&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em 2013, no dia de Natal, gravei uma música  cantada pela Adélia Garcia , ela não sabia o nome, tinha aprendido com a sua mãe. A canção foi partilhada, misturada, teve várias versões, foi indicativo de programa de rádio. Na semana passada, estava eu já deitado, o meu amigo médico e gaiteiro, Óscar De Barros, enviou-me uma mensagem: primeiro um vídeo, depois outros, com pessoas de máscara. Eu começo a ouvir um a um, várias pessoas, profissionais de saúde do centro de Saúde da Azambuja a cantar uma frase da música que a Adélia cantava. As lágrimas vieram-me aos olhos. Ele escrevia-me: "Ouve. O que mais me custa nesta crise toda são os velhinhos. É toda a memória que vai ser apagada. Nós não sabemos cantar, mas sabemos tratar. Para que as memórias não fiquem só memória, fique em casa." 

 Fiquei sem palavras. Estou em casa para poder continuar a gravar, quando isto acabar. Tenho de parar, para o salvar. No fim, ele ainda escreveu: "Nestes tempos tenho-me lembrado muito de ti e do que tens feito, Tiago. Admiro-te." Eu respondi que eu é que o admirava, mas ele replicou: "O que eu faço existe em manuais, qualquer um pode aprender. O que tu fazes vale ouro." O que ele faz neste momento é salvar-nos a todos, grande Serviço Nacional de Saúde. Obrigado a todos vós que andam na linha da frente. Nós ficamos em casa. Obrigado por isto, mostra-nos que ainda há esperança. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Ricardo Macedo &lt;i&gt;aka&lt;/i&gt; Anxious Myopic Boy - &lt;i&gt;Hora de fechar&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Um dia, jantei com o Ricardo Macedo em casa da Nicole Sánchez. Ele falou muito do sonho que tinha de abrir um restaurante vegan em Lisboa. Era mais que um sonho, estava para acontecer — ia chamar-se Las Vegan. O nome dizia tudo. Imaginei logo um espaço cheio de luzes, um oásis de vida no meio do deserto. Ele lá abriu o restaurante, estavam abertos até há umas semanas. Agora, estão fechados, como muitos outros. Eu queria gravar um vídeo dele a cantar no seu restaurante, mas tal não aconteceu. O Ricardo, porém, fez o vídeo em casa, na sua quarentena. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>O Hino Nacional por Amélia Muge com ilustrações e um poema inédito</video:title>
      <video:description>Cantora e compositora, com vários discos editados e muitas canções escritas também para outras vozes, Amélia Muge gravou em 2013,  a capella , o Hino Nacional para um projecto do artista plástico Martinho Dias. O projecto, intitulado  Pangea , deu origem a uma exposição e um vídeo onde se cruzavam “dois retratos, um mais ideal, outro mais real” de 26 países, a partir de recortes de jornais, postais idílicos e interpretações inéditas dos hinos desses países por cantoras convidadas. Agora, neste período de recato que é também de reflexão sobre o trabalho feito, Amélia pegou nessa sua interpretação (que era só áudio) e procurou adaptá-la aos dias que vivemos, com ilustrações suas, feitas agora e animadas em vídeo por António José Martins. No final do vídeo, incluiu um poema seu, acabado de escrever, que reflecte estes novos tempos em que as vozes se ouvem nas varandas ou estão confinadas ao interior das casas, por vezes feitas palcos improvisados de encontros com o público. Começa assim: “Já saem canções/ Da boca das casas./ Já vibram os muros/ Com outro pulsar./ Cantamos os hinos/ Apenas cá dentro/ Como que vestígios/ De todos num centro…” Para ver, ouvir e ler.</video:description>
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      <video:title>Imagens da pandemia. Lisboa prepara hospital de campanha com 500 camas</video:title>
      <video:description>O espaço é da Universidade de Lisboa, as camas são do Exército, e a montagem e preparação das estruturas, bem como o aluguer de material ficam a cargo da Câmara Municipal de Lisboa. O objectivo é instalarem-se aqui os pacientes que estão nas enfermarias do Hospital de Santa Maria e que não estão diagnosticados com covid-19, libertando assim camas para o previsível aumento de casos nos próximos tempos. 

 A autarquia vai gastar 300 mil euros por mês e prevê que o hospital de campanha funcione durante três meses. 

 
	  Saiba mais</video:description>
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      <video:title>Javier não pára as entregas: “É um trabalho simples, mas que ajuda”</video:title>
      <video:description>Javier Giordano, 39 anos, venezuelano de ascendência italiana, vive a situação de pandemia que obrigou à declaração de emergência nacional do lado de fora das janelas.  

 O estafeta da Uber Eats conduz agora por estradas “quase vazias” para  entregar os pedidos à porta (ou à janela) de pessoas resguardadas nas suas casas , no Porto.  

 Consciente de que o que faz “é um trabalho simples, mas que ajuda”, principalmente nesta fase de recolhimento domiciliário, espera que os pedidos de entrega sejam suficientes para conseguir trazer a sua família para Portugal, em breve. Por isso, não pára.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Antónia Gomes Direito - &lt;i&gt;Acordai&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Há algum tempo, os alunos da Voz do Operário tinham uma professora com quem cantavam uma música alentejana que a Celina da Piedade cantava muito: a  Pêra Verde . Um dia, decidiram escrever uma carta à Celina a convidá-la para conhecer a escola e cantar essa canção com eles; ela disse-lhes que tinha um amigo que gravava pessoas a cantar e que a gravava muitas vezes a cantar essa moda — e que ele devia gravar esse momento. Assim, acabei por  gravar a Celina com todos os alunos , numa escadaria enorme. Uma dessas alunas era a Antónia Direito, que é filha do Carlos Gomes, mas eu não o sabia nessa altura. Quando  este projecto começou , o Carlos enviou um vídeo: era a Antónia, sozinha, a cantar o  Acordai,  do Lopes Graça, à lareira. É muito intenso, ela de pijama a cantar aquilo como um hino de resistência. É tão simples, mas ao mesmo tempo tão real, tão verdade. 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria: Sandra Martins - &lt;i&gt;Chamateia&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Cada vídeo acaba por ter várias histórias: aquela que é inerente ao vídeo e outras, que têm a ver com o projecto, comigo ou outras curiosidades. Conheci a  Sandra Martins  em 2008, ela estudava violoncelo na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), eu andava com o  Ernst Reijseger , o  António Tavares  e a  Mariana Figueroa  a produzir um grande projecto para o serviço educativo da Casa da Música sobre o  Aniki Bóbó —  projecto esse que viria a mudar a vida de todos nós para sempre, e nós sentíamos isso. Fomos várias vezes à ESMAE gravar com o Ernst que fazia coisas incríveis com o violoncelo e os alunos. Mais tarde na vida, a Sandra começou a tocar com o meu pai; um destes dias, enviou-me este vídeo. Pelo meio, foi filmada para A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria com o projecto  A Caixa de Pandora . 

  Em tempos de  isolamento social  devido ao surto do  novo coronavírus , Tiago Pereira, fundador do projecto  A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria , está a convidar artistas de todo o país a filmarem-se a tocar uma canção. É  A Música Portuguesa a Gravar-se a Ela Própria  — e agora o P3 vai partilhar regularmente vídeos desta série.</video:description>
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      <video:title>Autarcas italianos exaltados com passeios da população. "Isto não é um filme, nem vocês são o Will Smith"</video:title>
      <video:description>Com mais de seis mil mortos, ultrapassando até mesmo a China, as cenas de serenatas comunitárias nas varandas estão a dar lugar a apartes resmungados e ressentimento contra aqueles que parecem não respeitar as proibições de reuniões públicas. 

 
	   Saiba mais</video:description>
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      <video:title>"Tudo o que é português é sempre melhor"</video:title>
      <video:description>Cuca Roseta é embaixadora do Portugal Sou Eu desde 2014 e, para a fadista este é um papel que combina com ela. Defensora do que é português, a artista leva a cultura portuguesa além-fronteiras, assim como a defesa dos produtos nacionais.  

 Em entrevista, destaca que é importante que os portugueses valorizem aquilo que é nosso. Defendendo que, coisas incriveis não nos faltam, assim como talento. 

 Segundo Cuca Roseta, ao apoiarmos o que é português estamos a apoiar economia nacional e o país.</video:description>
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      <video:title>Sub-30: trança a trança, entre cerâmica e cestos, Eneida resgata raízes</video:title>
      <video:description>"Cuidado, isto está tudo armadilhado" é a recomendação que  Eneida Lombe Tavares  faz à entrada do "caos arrumado" do seu atelier. "Desde miúda que sabia que queria seguir uma área de expressão", conta a designer de produto, que sempre gostou de arte. Aos 30 anos, recorda o imaginário com que cresceu, que só conhecia "através de imagens, de histórias, de familiares”. Daí foi criando a sua "própria imagem daquilo que poderia ser" a sua herança cultural, angolana do lado da mãe e cabo-verdiana do lado do pai. 

 Da “procura pelas técnicas e materiais que tinham a ver com as raízes”, nasceu um corpo de trabalho marcado maioritariamente pela cestaria — “é uma coisa que tem aquela ligação à natureza, se se fizer o percurso todo", elabora; "ir buscar as fibras, prepará-las, é todo um processo”. O interesse pelo entrançar das fibras naturais pode vir da relação próxima que sempre teve com a trança. Lembra-se, com uma paciência inabalável que ainda transparece, de passar em criança "umas quantas horas a  entrançar o cabelo ”. 

 De entre todos os seus projectos, o "mais conhecido" deverá ser  Caruma , série composta por três peças em que cruza cerâmica com cestaria — disponíveis em amarelo, azul ou cor natural. Dedica-se a esta obra artística desde 2014 e "as encomendas continuam a chegar". “Quando percebi que ia juntar a cerâmica e a cestaria, joguei muito com os contrastes, entre as medidas exactas do primeiro e a liberdade de produção do segundo”, explica. A parte “orgânica” da peça, pouco a tem desenhado, preferindo jogar com as formas que a caruma dá, “à medida que a peça se vai produzindo”. "Isto nunca é erro, é particularidade", graceja, enquanto trabalha. 

 Actualmente, está a morar nas Caldas da Rainha, cidade para onde se mudou aos 18 anos, para se formar em Design Industrial na Escola Superior de Artes e Design. Terminado o mestrado, a artista nascida no Barreiro percebeu que  ficaria por ali – “a minha primeira reacção foi ‘onde é que vou guardar as minhas coisas?’, estava cheia de tralha”. Assim, deci</video:description>
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      <video:title>Pais em isolamento à beira de um ataque de nervos</video:title>
      <video:description>Há uma semana, José, Adélia e Francisca,  fecharam-se em casa com as suas famílias com planos  para pelo menos quinze dias com nenhuma saída à rua ou apenas as imprescindíveis idas ao supermercado. Prepararam actividades para fazer com a família, abasteceram a despensa e fecharam a por tempo indetermindado a porta de casa. 

 Uma semana depois, algumas regras ficaram pelo caminho. Não têm fórmulas para ajudar outros pais na mesma situação, mas a convicção mantém-se. "Vive-se um dia de cada vez. O único conselho que tenho é: relaxem", resume Francisca Ramalhosa. 

  Com João Pedro Pincha.  

 
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      <video:title>Imagens da pandemia. A desinfecção dos transportes públicos</video:title>
      <video:description>Os transportes públicos estão a ser limpos com um desinfectante que já demonstrou ser 99,99% eficaz na eliminação do SARS-CoV-2 e que cria uma película nas superfícies protegendo-as durante cerca de um mês. 

 Um  estudo divulgado recentemente  revela que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode permanecer activo durante até quatro horas nas superfícies de cobre das moedas, 24 horas em superfícies de cartão e entre dois a três dias nas superfícies de plástico ou de aço inoxidável como as torneiras. 

 Até esta quinta-feira, havia 785 casos de infecção pelo novo coronavírus no país. 

 
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      <video:title>Como entreter as crianças dentro de casa?</video:title>
      <video:description>Criar rotinas dentro de portas, envolver os filhos nessa organização, dar-lhes responsabilidades. A partir dos três anos, as crianças já têm capacidade para desenvolver alguma autonomia e gostam de assumir as suas próprias tarefas. 

 E, sobretudo, não ter medo "de deixar que as crianças se aborreçam", lembra a especialista. "Não é obrigação dos pais entreter os filhos 24 horas por dia". 

 Veja a resposta a outras perguntas: 

    

    

    

  Com ilustração de Filipe Ribeiro.  

 
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      <video:title>&lt;i&gt;Choices Made&lt;/i&gt; antecipa CD de homenagem ao herói do atentado de Sydney</video:title>
      <video:description>Há cinco anos, no dia 15 de Dezembro de 2014, um homem fez vários reféns no café Lindt, em Sydney, na Austrália, e o sequestro teve um desfecho trágico: duas vítimas mortais, uma delas executada a sangue frio pelo sequestrador (depois morto pela polícia australiana). Foi Tori Johnson, de 34 anos, gerente do café, que teve uma acção heróica: conseguiu abrir uma porta para que vários reféns pudessem escapar. Distinguido como herói em 2018, vai ser homenageado num disco, a editar este ano,  Songs for Tori . Gravado no Atlantic Blue Studios, em Lisboa, contou com a participação de músicos do Nepal, Brasil, Espanha, Itália e Portugal e é preenchido integralmente com dez canções cujas letras foram escritas por Ken Johnson, pai de Tori, e musicadas pela cantora e compositora portuguesa Susana Travassos e pelo músico brasileiro Thiakov, que também produziu o disco. O primeiro single e videoclipe do disco,  Choices Made , é agora publicado e foi filmado entre a Austrália e Portugal (na casa de fados Mesa de Frades) e está a partir de 19 de Março disponível em todas as plataformas digitais.</video:description>
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      <video:title>Governo dá parecer favorável a decreto presidencial sobre estado de emergência</video:title>
      <video:description>O primeiro-ministro, António Costa, discursou esta tarde ao país, informando do parecer favorável do Governo ao decreto presidencial sobre declaração do estado de emergência nacional.   

 O decreto presidencial que vai agora ser debatido e votado na Assembleia da República volta ao Palácio de Belém, depois de aprovado, para assinatura do Presidente da República, e depois segue para a Imprensa Nacional, para ser publicado em Diário da República.</video:description>
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      <video:title>Fronteiras com Espanha fechadas. Quem pode passar?</video:title>
      <video:description>Uma medida que irá manter-se, para já, até ao dia 15 de Abril, mas que pode ser prorrogada caso a evolução da pandemia assim o justifique. 

 Existem nove pontos de passagem para Espanha com brigadas da GNR e da Guardia Civil espanhola a controlarem as entradas e saídas: Valença, Vilaverde, Quintanilha, Vilar Formoso, Termas de Monfortinho, Marvão, Caia, Vilaverde de Ficalho e Vila Real de Santo António. 

 
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      <video:title>Coronavírus: como pode ajudar o seu educando com a escola?</video:title>
      <video:description>Está em casa com o seu educando e não sabe como o acompanhar durante a suspensão das actividades lectivas presenciais? O Ministério da Educação preparou um vídeo com dez conselhos práticos para o ajudar.</video:description>
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      <video:title>E Portugal saiu à janela para homenagear os profissionais de saúde</video:title>
      <video:description>Depois de, em Itália, se terem  entoado cânticos de união vindos das janelas , por cá, este sábado à noite, saiu-se para as varandas e janelas com um tocante objectivo: aplaudir os profissionais de saúde que, por estes dias, travam duras batalhas contra o  novo coronavírus . Em resposta a um apelo que começou a circular nas redes sociais, o gesto repetiu-se um pouco por todo o país, como se mostra nestes vídeos captados em Aveiro, Almada, Seixal, Lisboa, Porto, Coimbra e outras localidades. Já circula uma nova mensagem: repetir a acção todos os dias, pelas 22h.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Retrato de Uma Rapariga Em Chamas  , drama histórico escrito e realizado por Céline Sciamma,   Liberté  , assinado pelo catalão Albert Serra, e   A Minha Vida Como JT Leroy  , filme de Justin Kelly, são algumas das estreias da semana.</video:description>
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      <video:title>Que cuidados devemos ter com os mais idosos?</video:title>
      <video:description>Entre os números que se sabem sobre o novo coronavírus, há uns que levantam maiores preocupações:  a taxa de mortalidade da covid-19 aumenta com o avançar da idade , estando em 14,8% entre a população com mais de 80 anos.  

  Por isso, os cuidados com os mais velhos precisam de ser redobrados e, em caso de dúvida, o melhor é fazer uma chamada ou uma video-chamada.  

 Até ao momento, há 112 casos confirmados em Portugal de infecção por coronavírus. 

 
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      <video:title>Porque não se fazem testes a mais pessoas?</video:title>
      <video:description>Os testes servem sobretudo para tentar conter a propagação da doença, explica Carlos Palos, mas a partir do momento em que houver transmissão comunitária do vírus, como já acontece em alguns países, Portugal entra numa nova fase de resposta em que as análises deixarão de fazer sentido. 

 O país está em  fase de contenção alargada da doença covid-19 , com medidas de mitigação em simultâneo. Esta quarta-feira, a ministra da Saúde, Marta Temido, referia que seria inevitável "dentro de horas ou dias" a passagem para a fase de mitigação, que prevê a transmissão local em ambiente fechado e a transmissão comunitária. 

 O Governo declarou “estado de alerta” na quinta-feira, suspendendo aulas e visitas a lares de idosos em todo o país. Há 78 casos confirmados no país. 

  Acompanhe aqui os últimos desenvolvimentos .</video:description>
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      <video:title>Dos sintomas aos cuidados a ter: o que sabe sobre o novo coronavírus?</video:title>
      <video:description>Já sabe tudo sobre o novo coronavírus? Este vídeo da Organização Mundial de Saúde, traduzido pela Direcção-Geral da Saúde, explica como surgiu o novo coronavírus, como se propaga, quais os principais sintomas e quais as medidas de protecção a adoptar.</video:description>
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      <video:title>O que fazer se regressou agora de uma zona afectada pelo novo coronavírus?</video:title>
      <video:description>Regressou de uma zona afectada ou esteve em contacto com alguém que tem covid-19? Sabe o que tem de fazer? Siga as recomendações da Direcção Geral de Saúde (DGS).</video:description>
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      <video:title>Como proteger a mim e aos outros do coronavírus? As dicas da DGS</video:title>
      <video:description>Como se propaga a covid-19? Quem deve utilizar máscara? O que podemos fazer para nos protegermos? O vídeo explicativo da Direcção-Geral de Saúde (DGS) procura esclarecer estas e outras questões.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Os Conselhos da Noite</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Os Conselhos da Noite</video:description>
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      <video:title>Estou de quarentena? E agora?</video:title>
      <video:description>O número de casos confirmados como o novo coronavírus em Portugal tem aumentado de dia para dia, assim como os contactos em vigilância pelas autoridades de saúde. Existem seis cadeias de transmissão identificadas – em todas as regiões onde existem casos confirmados. 

 Carlos Palos apela à tranquilidade da população e lembra que quem apresentar sintomas deve manter-se em casa e contactar as autoridades de saúde. Nem todos os casos suspeitos de contaminação precisam de assistência hospitalar e deve evitar-se o congestionamento dos hospitais. "Nós não sabemos qual é a percentagem de pessoas que têm o vírus mas não têm sintomas. E algumas pessoas têm o vírus e têm sintomas, mas os sintomas são tão leves, tão leves, tão leves, que não vão procurar, felizmente, apoio médico". 

 
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      <video:title>Quando sair de quarentena, Belchior Lopes quer estar com a namorada e "apanhar ar fresco e sol na cara"</video:title>
      <video:description>Belchior Lopes, 21 anos, que está no 3º e último ano do curso de História da Universidade do Minho, está em casa, onde vive com os pais, e diz estar a cumprir as regras da quarentena. No entanto, diz ao PÚBLICO que, de acordo com a Unidade de Saúde Pública de Braga, que tem monitorizado estes alunos,   há estudantes a desrespeitar a quarentena . “Acho uma irresponsabilidade muito grande. Não me sentiria confortável a fazê-lo", diz ao PÚBLICO. 

 Belchior Lopes é um dos alunos do curso de História da Universidade do Minho que está em quarentena profiláctica voluntária, depois de ter sido  confirmado o caso de um aluno do 1º ano desse curso infectado com o novo coronavírus . No total, segundo o reitor da Universidade, Rui Vieira de Castro, são cerca de 180 os estudantes que terão frequentado os mesmos espaços do aluno infectado e que estão a ser acompanhados e monitorizados pelas autoridades de saúde. Parte desses alunos de quarentena encontra-se instalada na residência Carlos Lloyd e nos blocos B e D da residência de Santa Tecla. Os restantes estão em casa. 

 Não sabe quando será retomada a normalidade na vida académica: por agora, apenas uma professora enviou textos para lerem e analisarem. A namorada, que é colega de turma, também está de quarentena. Em casa, evita o contacto próximo com os pais, que mantêm a rotina normal nos empregos mas que têm "cuidados redobrados, evitando espaços com muita gente e andar de transportes públicos", explica Belchior.</video:description>
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      <video:title>Os diabretes de Idalécio Metalúrgico aparecem-lhe nos sonhos</video:title>
      <video:description>Há uma casa na Piedade onde as mesas não são para comer, as cadeiras não servem de assento e ninguém dorme nas camas. Na aldeia em Aveiro, a casa transformada em galeria (quase secreta) não está vazia – antes, alberga muitas centenas de diabos, bestas e outras criaturas surrealistas. 

 Saíram todos dos sonhos de Idalécio, “metalúrgico sexagenário”, que também lhes dá forma com restos de madeira, um martelo e poucas preocupações com fazer bonito ou feio. “Isso não sei. É louco. Aberrações completas”, diz-nos, muito sério. “Não sou artista, sou metalúrgico. Isto são coisitas que faço nos tempos livres para relaxar da pressão do trabalho. Não é vendável, mas é divertido.” Pousa o machado: “Podia ver futebol, mas não gosto tanto.” 

 Em agendas de anos passados, desenhou figuras coloridas de bocas largas e olhos atentos, uma por cada página, mas muitas por dia. O bestiário dá origem a criaturas, quadros ou peças de barro que nunca são iguais umas às outras. “E se são é porque algo correu mal”, diz quem as faz quase obsessivamente, enquanto mergulha nas caixas de cartão onde guarda obras que ninguém viu. “Isto não tem fim”, comenta, divertido. 

 Não tem séries de trabalhos, nem as quer ter, porque, para isso, já chega a fábrica onde passa o dia. Também não faz inventários, nem do que cria nem das peças que compra em feiras de artesanato ou troca com outros artesãos. Gosta de resultados rápidos, de misturar muitas cores nas pinturas e de "ver os objectos não pelo que eles são, mas pelo que poderiam ser". 

 Na antiga adega da casa do tio, onde cresceu, o metalúrgico montou uma oficina que manteve um segredo bem guardado. Foram precisas semanas e muitas idas à Piedade para Idalécio aceder a mostrar a colecção à  Cruzes Canhoto , galeria de arte bruta, primitiva e popular no Porto, desejosa de catalogar o “caos organizado” que a casa fechava. Numa das divisões repousam as obras escolhidas por José Carlos Soares, um dos responsáveis pela galeria, que apesar de várias visitas "ainda não viu metade" da colecção. 
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      <video:title>Animais ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Chama-se  15 Anos Sem Paredes  e é assinado por um colectivo: Animais. Por detrás deste nome, estão quatro músicos: Raquel Ralha, voz (ex-Belle Chase Hotel e Wraygunn), Ricardo Dias, guitarra portuguesa, Pedro Lopes, guitarra acústica (ambos membros do Quinteto de Coimbra) e Pedro Renato, coros e vários instrumentos (também ex-Belle Chase). 

 A história que os juntou é antiga, e remonta a 2003, quando na então Coimbra Capital da Cultura se realizou um espectáculo chamado “Mondego Chase”, com alguns temas de Carlos Paredes e outros dos Belle Chase Hotel, unindo em palco este grupo com o Quinteto de Coimbra. Mas a ideia de fazer um disco só a partir de temas de Carlos Paredes concretizou-se agora, em 2020, com o álbum  15 Anos Sem Paredes , onde os instrumentais (que ainda se mantêm em temas como  Noite  ou  Verdes anos ) dão, na sua maioria, lugar a canções, com letras de Pedro Lopes ( Canção de Alcipe, Sede e morte, Frustração, Canto da rua ) e de Susana Ralha ( Canto do rio ). Do palco para disco, volta agora aos palcos.</video:description>
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      <video:title>"Todos somos embaixadores de Portugal"</video:title>
      <video:description>Carolina Piteira percebeu - depois de se tornar embaixadora Portugal Sou Eu - que muitos dos produtos que utilizava no seu dia-a-dia eram portugueses, até mesmo quando vivia no estrangeiro.  

 Carolina confidenciou que a primeira peça de roupa que comprou no tempo em que viveu em Inglaterra foram uma botas. Qual não foi o seu espanto quando percebeu que as botas tinham sido feitas em Portugal. Na verdade, mesmo de forma insconciente as escolhas da artista sempre recaíram nos produtos nacionais. 

 Refere, ainda, que: "Nós todos, como portugueses, somos embaixadores da marca Portugal Sou Eu. É bom para as pessoas, é bom para as empresas e é bom para o nosso País".  

   

 Conteúdo Comercial</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ofélia</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ofélia</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer My Hero Academia: Ascensão dos Heróis</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer My Hero Academia: Ascensão dos Heróis</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Um Lugar Silencioso 2</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Um Lugar Silencioso 2</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Terra Nova</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Terra Nova</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Espaço Entre Nós</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Espaço Entre Nós</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;As paredes não têm ouvidos&lt;/i&gt;. Por isso, a dupla Y.azz x B-mywingz fez-se ouvir no EDP Live Bands</video:title>
      <video:description>Na  apresentação da 7ª edição do EDP Live Bands Portugal , Y.azz x B-mywingz, a dupla vencedora do EDP Live Bands 2019, falaram da experiência que têm vivido nos últimos meses e como o concurso foi “uma catapulta” para a carreira musical. 

 Com álbum para breve, editado pela Sony Music, Mariana Prista (Y.azz) e Margarida Adão (B-mywingz) descrevem a participação no concurso EDP Live Bands como uma “experiência brutal”. 

 As inscrições para o EDP Live Bands 2020 já estão abertas. Consulte o regulamento,  inscreva  a sua banda até 20 de Abril e conquiste um lugar no palco do NOS Alive’20 e Mad Cool Festival, em Madrid. O vencedor conquista, ainda, a oportunidade de gravar um álbum com a Sony Music Portugal e um videoclipe – tal como a dupla  Y.azz x B-mywingz.   

  Desde a   fase de inscrição ,  é possível ouvir no site do concurso todas as bandas inscritas e votar na sua favorita. Uma das seis bandas finalistas é escolhida pelo público através de   votação online  . Saiba mais em  edplivebands.edp.com   

 ______________ 

 CONTEÚDO COMERCIAL</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Verdade</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Verdade</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer #AnneFrank - Vidas Paralelas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer #AnneFrank - Vidas Paralelas</video:description>
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      <video:title>António Costa: "Temos muitas empresas que são 'Ronaldos' do seu sector económico"</video:title>
      <video:description>O país não tem uma Ericsson, mas, recorda o Primeiro-ministro, produziu nos últimos anos três unicórnios - startups com valor de mercado acima dos mil milhões de dólares. Empresas com a sueca "não são as empresas das novas gerações". 

 Excerto da entrevista de António Costa ao PÚBLICO.   Leia-a na íntegra</video:description>
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      <video:title>António Costa: "Tenho dificuldade em ser optimista sobre a Europa"</video:title>
      <video:description>A braços com focos crescentes de discursos populistas e xenófobos, "as lideranças europeias têm de ter a capacidade de serem impermeáveis a estas pressões", sublinha António Costa. 

 "Se não forem, é evidente que a União Europeia pode entrar num processo de desagregação", conclui. 

   Leia a entrevista de António Costa ao PÚBLICO na íntegra</video:description>
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      <video:title>António Costa: "Rui Rio não tem pensamento nenhum sobre qualquer matéria de fundo da sociedade portuguesa"</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao PÚBLICO, António Costa caracteriza o comportamento de Rui Rio como o de alguém que se adapta em função do ambiente político e dos títulos de jornais. Exemplo disso, argumenta, é a posição do antigo autarca do Porto em relação à localização do novo aeroporto da capital: "Acha que a lei que permitiria a um município vetar é estúpida e que deve ser mudada, mas não vai mudar a lei porque saiu um título no  Expresso  a dizer que, nesse caso, ele seria a muleta do PS. Quem se determina perante grandes projectos desta dimensão nacional em função de títulos de jornais, desqualifica-se politicamente." 

  Entrevista a António Costa na íntegra:  “A existência de um Estado social não é uma despesa, mas uma condição de sucesso”</video:description>
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      <video:title>Activistas feministas: duas gerações à conversa</video:title>
      <video:description>Se no tempo da ditadura em Portugal as mulheres lutavam pela libertação da sexualidade, hoje são as questões de género e laborais, a par de muitas outras — o racismo, a ecologia — que marcam o activismo feminista. O PÚBLICO sentou à mesa duas gerações de activistas. 

 De um lado Isabel do Carmo, 79 anos, médica endocrinologista e activista política (participou na revolta estudantil de 1962 e foi fundadora das brigadas revolucionárias) e Helena Neves, 74 anos, uma das fundadoras do Movimento Democrático das Mulheres; do outro, Carolina Almeida, 24 anos, e Andreia Quartau, 27 anos, ambas activistas da Rede 8 de Março. 

 Uma conversa moderada pela  jornalista Andreia Friaças.  

 Mais:  8 de Março de 1962. A manifestação das mulheres que não está nos livros</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Mosquito  , drama de guerra realizado por João Nuno Pinto,   Para Sama  , documentário da jovem síria Waad Al-Kateab, e   Bora Lá  , filme de animação de Dan Scanlon produzido pelos estúdios Pixar e Disney, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Celebrar 30 anos de PÚBLICO a pensar no futuro de Portugal</video:title>
      <video:description>Após uma “década perdida”, Portugal foi capaz de resistir a um processo de ajustamento e ganhar músculo para recuperar. Mas agora, quando o país está numa fase de transição entre o passado duro e um futuro mais esperançoso, que caminhos vai querer trilhar? Para ajudar a pensar nesses caminhos, o PÚBLICO organizou, esta quinta-feira, a conferência   Portugal… e agora?  –  uma forma de celebrar 30 anos de jornal a discutir o presente, a determinar o futuro. O primeiro-ministro, o Presidente da República, António Barreto e Paulo Portas foram algumas das personalidades presentes.</video:description>
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      <video:title>Fadista Tânia Oleiro vai lançar um EP a 8 de Abril e revela &lt;i&gt;De pé sobre o silêncio&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nascida em Lisboa, em 1979, filha de pai alentejano e mãe fadista, Tânia Oleiro gravou  Terços de Fado , o seu primeiro álbum a solo, em 2016, como corolário de década e meia a cantar em várias casas de fado e em palcos nacionais e internacionais. Agora, prepara-se para lançar um novo disco, desta vez um EP, cujo mote foram as noites de quarta-feira n’ “A Muralha, Tapas e Vinhos”, em Alfama, e que será apresentado ao vivo no Teatro Villaret, em Lisboa, no dia 8 de Abril. O EP tem cinco temas:  De pé sobre o silêncio (Fado Oleiro) , com letra de Rui Manuel e música da própria Tânia;  Fado da solidão , de Nelson de Barros e Frederico Valério;  Lisboa e o fado , de Mário Rainho e José Fontes Rocha;  Lisboa cidade , de Lima Brumon e Helena Moreira Viana; e  Fado do miradouro , com poema de Ary dos Santos e música do Fado Puxavante (de Joaquim Campos) e do Fado Versículo (de Alfredo Marceneiro). O primeiro destes temas é o que agora se apresenta, neste videoclipe, com Pedro Amendoeira na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na viola de fado e Paulo Paz na viola baixo.</video:description>
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      <video:title>Carla Pires antecipa em &lt;i&gt;Cartografado&lt;/i&gt; o álbum que sairá em 20 de Março</video:title>
      <video:description>É o tema que dá título ao álbum e reflecte também o seu espírito:  Cartografado  antecipa em single e videoclipe o álbum homónimo, a editar este mês pela Ocarina, e que será o quarto álbum a solo da fadista Carla Pires, depois de  Ilha do Meu Fado  (2005),  Rota das Paixões  (2012) e  Aqui  (2016). Com arranjos, produção musical e edição de André M. Santos, direcção artística de Amélia Muge e produção executiva de Joaquim Balas, o disco tem treze canções, embaladas num mesmo espírito, assim sintetizado no texto que abre o seu libreto: “Entre tudo o que não há e o tempo de acontecer ressoa a incompletude e o esplendor de nos sentirmos com esta voz, de ir com ela, sendo outros constantemente. É esse o fado que aqui soa e se partilha. Viajar assim, é viagem.” Isto com “uma capacidade [da cantora] de tornar o fado ainda mais mundo, mas também ainda mais fado, cantado em nome próprio.” Este é o primeiro tema a ser revelado antes da edição do disco, a 20 de Março.</video:description>
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      <video:title>O PÚBLICO faz 30 anos e continua um jornal "adolescente"</video:title>
      <video:description>Trinta anos e 10.907 edições depois, o jornal multiplicou os seus formatos – pode agora ser lido em papel, online, ouvido em podcast e os vídeos ajudam a compôr esta janela dinâmica da realidade – mas mantém a mesma preocupação dos primeiros tempos: olhar para além da espuma dos dias. 

 
	  Veja o especial 30 anos</video:description>
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      <video:title>30 anos de PÚBLICO: Uma edição que é o retrato de uma geração</video:title>
      <video:description>Afonso Reis Cabral, escritor, director convidado da edição especial dos 30 anos do PÚBLICO, explica como foi criar este número especial.</video:description>
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      <video:title>Acolher um desconhecido em casa? Sophie conta a sua história no Cinenova</video:title>
      <video:description>“O que implica hospedar alguém? E alguém que não tem nada?” Estas são as perguntas que surgiram a Sophie Abraham, realizadora da curta  Elle s’appelle Kenny , quando teve de acolher alguém no seu apartamento desarrumado. O filme nasceu a propósito de um  workshop    que desafiava os participantes a fazerem um filme em casa. Nervosa com a perspectiva de acolher uma desconhecida, decidiu gravar o momento. “Os planos são muito simples, é a voz que é mais importante. Eu queria captar tanto a urgência do presente como a expectativa”, desconstrói Sophie, em declarações por escrito ao P3. 

 O vídeo final vai ser apresentado esta sexta-feira, 6 de Março, a partir das 21 horas, no único festival de cinema universitário em Portugal, que acontece na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o  Cinenova . Sophie submeteu o seu filme porque, após passar uma semana com outros estudantes realizadores, percebeu “como os pontos de vistas são diferentes”. “Os filmes de estudantes costumam ser feitos com orçamentos pequenos, o que obriga a serem criativos, e isso pode ser realmente interessante.” 

 Os filmes universitários já competem em vários festivais, mas em categorias com menos visibilidade, explica ao P3 Patrícia Lima, produtora executiva do festival. “Aqui nós deixamos mesmo um espaço para os estudantes universitários terem possibilidade de mostrar o seu trabalho e verem-no ser reconhecido. É importante que a produção cinematográfica em Portugal comece a ser valorizada desde o início. ”  

 A primeira edição, em 2019, foi muito “experimental”, porque não existia “nenhum ponto de referência", explica Patrícia. Este ano, o festival regressa com uma “equipa mais organizada e experiente”, composta quase exclusivamente por alunos. O tema geral é Cinema e Conhecimento, um assunto abrangente já que as produções submetidas são normalmente elaboradas em contexto de aula e com temas mais específicos. O objectivo é compreender como “todas as áreas que alguém estuda e as aulas que frequenta influenc</video:description>
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      <video:title>Kim Gordon “cozinha” Bernie Sanders em vídeo de apoio ao candidato</video:title>
      <video:description>Kim Gordon,  a cantora que não se considera cantora , tem demonstrado publicamente apoio ao democrata  Bernie Sanders  na corrida para a nomeação democrata às presidenciais norte-americanas. Agora, nesta  super-terça-feira , publicou na sua conta de  Instagram  um vídeo de apoio ao candidato. 

 Intitulado  What’s cooking, America? , o vídeo mostra Kim Gordon a “cozinhar” a “receita para um futuro melhor ” . O seguro de saúde para todos, o “New Deal Verde”, a proibição das prisões com fins lucrativos, o fim das dívidas universitárias e os direitos das mulheres são os ingredientes necessários para fabricar este bolo chamado “Bernie”, cozido com o voto desta terça-feira, 3 de Março. 

 A par da vocalista dos extintos Sonic Youth (que agora actua em nome próprio e  vai estar no Nos Primavera Sound, no Porto, a 11 de Junho ), são várias as figuras públicas que têm partilhado a sua preferência pelo democrata e, até, participado na campanha. The Strokes, Public Enemy, Cardi B, Roger Waters, Neil Young, Diplo, Dave Matthews, Dua Lipa, Killer Mike, Soccer Mommy, Vampire Weekend e Bon Iver são alguns dos apoiantes no mundo da música. Foi, inclusive, criado o movimento  Artists4Bernie , que já conta com mais de 1200 assinaturas.</video:description>
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      <video:title>Liana volta aos discos e aos palcos e &lt;i&gt;Velha Mãe&lt;/i&gt; é o primeiro single</video:title>
      <video:description>Nascida em Coimbra, em 1979, e desde muito cedo ligada ao fado, Liana regressa em 2020 aos discos e aos palcos. Depois de  Foi Deus  e  Barco Negro , editados respectivamente em 1994 e 1996, anos em que obteve vitórias na Grande Noite do Fado, gravou  Fado.pt  (2004),  Sombra  (2005) e  Embalo  (2013). Agora, anuncia um novo álbum,  Mãe , a sair até ao Verão, com a participação dos músicos José Manuel Neto na guitarra portuguesa, Pedro Jóia na guitarra clássica, Marino Freitas no baixo, e Tiago Machado (como convidado) no piano. Produzido por Tiago Machado, o disco tem letras ou composições de António Zambujo, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Tiago Torres da Silva, José Rebola (Anaquim), Nuno Figueiredo (Virgem Suta), Nuno Nazareth Fernandes, Carlos Baleia, Custódio Castelo, Mário Pacheco, António Dias, Pedro Pinhal e da própria Liana.  Velha Mãe , com letra de Tiago Torres da Silva e música de Liana, é o primeiro single, agora lançado num videoclipe com realização de Luís Azevedo Silva.</video:description>
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      <video:title>Um mês de mochila às costas pela cordilheira dos Andes</video:title>
      <video:description>Rafael Marques, 28 anos, e Daniela Diogo, 27,  passaram, em 2019, um mês na América Latina a percorrer grande parte da cordilheira dos Andes. Consigo levaram, cada um, uma mochila de 50 litros e toneladas de curiosidade. 

 A ideia da viagem estava guardada no fundo da cabeça de Rafael desde que viu  Diários de Motocicleta , de  Walter Salles . O filme, baseado no livro de Che Guevara, retrata a viagem do guerrilheiro argentino com o seu amigo, Alberto Granado, pela América Latina, em 1952. “Há uma frase do filme que eu até uso no meu vídeo em que ele diz que aquela viagem o mudou mais do que ele queria: 'Eu já não sou eu, pelo menos já não sou o mesmo eu interior'. Essa frase foi, sem dúvida, marcante e fez-me ter um fascínio imediato por aquela rota”, explica Rafael Marques  ao telefone com o P3. 

 Quando conheceu Daniela, percebeu que a sua paixão por viagens era compatível. “Não nos identificamos muito com as típicas férias de duas semanas para estar no mesmo sítio de praia ou piscina para descansar fisicamente”, explica Rafael. Os poucos dias de férias que têm são para “conhecer algo novo e enriquecer mentalmente, mesmo que seja desgastante a nível físico”, completa Daniela. Por isso, partiram de mochila às costas. Colocar tudo o que necessitavam lá dentro foi um desafio, porém concluíram que precisam de muito pouco para viver — “quanto menos se tem, menos se precisa”. 

 Amante de cinema e de vídeo, Rafael guardou um espaço na sua mochila para a câmera e o  drone . Faz sempre vídeos para recordar as suas viagens e partilhar com a família, os amigos e o mundo, através do  YouTube  e  Instagram , e esta aventura não foi excepção. “Tento transmitir num vídeo absolutamente normal de viagem uma visão mais pessoal e poética do assunto. Basicamente, é um relato da nossa viagem.” 

 Para Rafael, o ponto alto foi a Patagónia, onde, diz, a pureza da natureza ainda não foi corrompida pelo turismo em massa e os rios têm água tão pura e transparente que se podia beber sem medo de contaminação. Já Daniela  gosto</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Minha Vida Como JT Leroy</video:title>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Liberté</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Galveston - Vingança e Redenção</video:title>
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