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      <video:title>Em votação histórica, Argentina legaliza o aborto</video:title>
      <video:description>Numa votação histórica, o Senado argentino legalizou o aborto: as mulheres que decidirem fazê-lo poderão interromper a sua gravidez de forma legal, segura e gratuita no sistema nacional de saúde até às 14 semanas.  

 Até agora, a lei argentina, que estava em vigor há quase cem anos, só permitia o aborto em casos de risco grave para a saúde da mãe ou de violação. Esta não foi a primeira vez que a legalização do aborto foi discutida pelo Parlamento argentino. Há cerca de dois anos, o tema também tinha chegado ao Senado, mas acabou por ser chumbado. A falta de apoio do então Presidente, Mauricio Macri, foi fundamental para o desfecho. 

  Leia mais aqui .</video:description>
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      <video:title>Brexit: “O nosso futuro é feito na Europa”</video:title>
      <video:description>A União Europeia “está pronta a trabalhar lado a lado com o Reino Unido” nas grandes questões, que vão exigir discussões regulares entre dois “parceiros estratégicos”, afirmou esta quarta-feira o presidente do Conselho Europeu, após assinar o novo acordo de parceria. 

 Sublinhando que é agora “da maior importância para a União Europeia e para o Reino Unido olharem em frente, com vista à abertura de um novo capítulo nas suas relações”, Charles Michel aponta que, “nas grandes questões, a UE está pronta a trabalhar lado a lado com o Reino Unido”. Apontou a título de exemplo o combate às alterações climáticas, à luz da conferência da ONU que decorrerá no próximo ano em Glasgow, bem como na resposta global a pandemias. 

 “Nos Negócios Estrangeiros, procuraremos a cooperação em questões específicas, com base nos valores e interesses partilhados”, acrescenta Charles Michel, apontando que “estas são grandes questões que terão de ser discutidas numa base regular”, como a UE faz com os seus “parceiros estratégicos”. 

 
	  Boris Johnson completa ciclo político do “Brexit” com apoio esmagador no Parlamento</video:description>
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      <video:title>Vamos lembrar o nosso 2020 mais uma vez?</video:title>
      <video:description>Do choque inicial ao confinamento em casa, numa casa que passou a ser casa-mundo, dos “abraços” virtuais e através do vidro da janela ao primeiro pezinho fora de casa e aos mergulhos no mar, das ruas vazias ao regresso da fila para a sopa, da vida normal ao novo normal. 

 A vida foi diferente este ano, mas continuou. E há momentos que nos marcarão para sempre, não é? 

 Obrigada a todos pela partilha e que 2021 traga mais momentos para recordar do que daqueles que muitos querem esquecer.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Sibéria</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Sibéria</video:description>
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      <video:title>Começou a vacinação contra a covid-19 na Europa. "É uma luz ao fundo do túnel"</video:title>
      <video:description>Uma semana depois da aprovação pela Comissão Europeia da vacina BioNTech-Pfizer, os primeiros cidadãos europeus já foram vacinados. As estratégias de vacinação de cada país diferiram: uns começaram pelos profissionais de saúde, outros pelos idosos. Mas o sentimento é geral: "É uma luz ao fundo do túnel".  

  Leia mais:  

 
	  “É quase como ser o primeiro homem na Lua”, diz um dos primeiros vacinados na Europa  
	 
	  “Confiança, optimismo e esperança” no lançamento da vacinação contra a covid-19 em Portugal  
	 
	 
	  Covid-19: vacinação é “momento importante de solidariedade da UE”, diz comissária europeia da Saúde  
	 
	 
	  Ritmo de vacinação em Israel surpreende, Hungria, Eslováquia e Alemanha já começaram a vacinar</video:description>
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      <video:title>Lika celebra aniversário de &lt;i&gt;Back To ZerØ&lt;/i&gt; com uma “caixa mágica”</video:title>
      <video:description>Um ano após o lançamento do seu álbum de estreia,  Back To ZerØ , a cantora e compositora  Lika  relançou-o numa “caixa mágica” com múltiplos formatos. Na verdade, consoante o preço (que vai dos 10 mil aos 20 euros) a embalagem de madeira que envolve o disco pode “conter” concertos, sessões acústicas ao vivo, temas personalizados e outras experiências musicais, à escolha de quem se propuser adquiri-la. É uma forma, encontrada pela cantora, de contornar a menor procura de discos em formato físico e de chegar, em sessões ao vivo, aos admiradores do seu trabalho. 

 Nascida no Cazaquistão, onde aos 11 anos descobriu a sua paixão pela música (a primeira canção que tocou foi   The fool on the hill  , dos Beatles), estudando viola clássica durante 4 anos e criando aos 14 anos a sua primeira banda de rock só de originais, entrou depois para o Tchaikovsky Almaty Music College, participou em festivais e concursos e trabalhou como professora numa escola de jazz, ainda em Almaty. Em 2015, numa das suas viagens, descobriu Portugal, onde a desafiaram a estudar música no Hot Clube. Pensava ficar apenas uns meses, mas ficou cinco anos, até hoje. E tem sido a partir de Portugal que difunde a sua música. Lançou  Back To ZerØ  em 2019 e desde essa data tem apresentado as canções desse disco em vários locais e nas plataformas digitais. 

 No início da pandemia, foi uma das primeiras artistas a intervir ao vivo a partir de casa, logo  no dia 16 de Março . Essa experiência multiplicou-se por várias, com o  primeiro ao vivo no YouTube , transmitido em directo no dia 24 de Abril ou aquilo a que chamou  “Musical Stereo Experience” , também no YouTube, esta feita especialmente para ouvir com auscultadores. O primeiro single e videoclipe de  Back To ZerØ  foi   Thousand  , e o mais recente foi  He said , primeiro vídeo de uma colaboração com o realizador Paulo Seabra, subordinada ao mote “Made in Tramagal”.</video:description>
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      <video:title>Um vírus, muitas variantes, em Portugal e no Reino Unido. O que é que está a acontecer?</video:title>
      <video:description>Nos últimos dias assistimos a uma escalada de atenção dada a uma variante do coronavírus SARS-CoV-2  detectada no Reino Unido  e que levou vários países a impor restrições a viagens e voos para cidadãos oriundos da região. O que é uma variante do vírus? Que impacto tem nos testes? E nas vacinas? 

 "Os vírus sofrem mutações com o tempo. É natural e expectável", esclarece Tedros Adhanom, director-geral da Organização Mundial de Saúde. Também em Portugal já foram detectadas a circular algumas variantes do vírus, diferentes da que predominou durante a primeira vaga. 

 Saiba mais:  O que se sabe sobre a variante do coronavírus encontrada em Inglaterra</video:description>
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      <video:title>“Quem poderá mudar este Natal?”, cantam Fernando Tordo e Paulo de Carvalho</video:title>
      <video:description>A canção é de Fernando Tordo, letra e música, mas é cantada em dueto por ele e por Paulo de Carvalho, parceiro antigo de projectos musicais como os Sheiks ou Só Nós Três (este com Carlos Mendes, também um ex-Sheiks), num videoclipe agora divulgado. Chama-se  O possível Natal  e procura responder com música ao período em que vivemos, marcado pela pandemia da covid-19 e onde a desolação e a tristeza são notas dominantes. Como diz Fernando Tordo ao PÚBLICO: 

 “O tema é justamente o assumir dessa tristeza, dessa desolação. E também desta dúvida: ‘Quem poderá mudar este Natal?’ Questiona-se inclusive, na sociedade em que vivemos, na educação que temos: Será Deus? Seremos nós? Será o esperado dia, semelhante a um milagre, em que alguém diz ‘acabou’? Não há dúvida é que isto se arrasta. Já passámos por um tempo eufórico, até um bocado patético, em que quase se anunciava que isto tinha acabado! Mas isto é uma coisa mundial e de repente passámos a perceber que éramos todos iguais, altamente frágeis. Esta canção é o reconhecimento dessa fragilidade e com muitas dúvidas do tempo que estamos a viver.” 

 O videoclipe  O possível Natal , com Valter Rolo a acompanhar ao piano as vozes de Fernando Tordo e Paulo de Carvalho, tem produção e arranjo musical de Valter Rolo e Lino Guerreiro, coro e arranjo vocal de João Castro e Teresa Rico e foi gravado, misturado e masterizado nos Estúdios Saffran por João Portela. A captação, produção e edição vídeo é de Miguel Ferro (Videoplanos). 

 Fernando Tordo, que no início de 2019 (em Janeiro) lançou  um disco de duetos  e no final desse mesmo ano (em Novembro)  esgotou a lotação do Teatro Nacional de São Carlos  com um concerto com a Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida pelo maestro Jorge Costa Pinto, tem um novo disco pronto. Chama-se  Os Fados Que Eu Fiz  e deverá ser lançado em Fevereiro de 2021.</video:description>
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      <video:title>Milhares de camionistas retidos em Inglaterra à espera para entrar na Europa</video:title>
      <video:description>Assim que a fronteira fechou, as filas começaram a crescer no lado inglês, com  milhares de camionistas encurralados  numa fila imóvel na auto-estrada M20. Muitos podem ver-se impedidos de passar o Natal em família nos seus países de origem. 

 Em causa estão os receios da rápida transmissão de  uma nova variante do vírus  que provoca a covid-19 e que foi detectada em Inglaterra. Mais de 40 países cancelaram as chegadas de voos britânicos e o Governo francês barrou a entrada de pessoas provenientes do outro lado do Canal da Mancha durante 48 horas, até às 24h de terça-feira. 

 De acordo com Boris Johnson, as restrições impostas pelo Governo francês e por outros parceiros comerciais do Reino Unido só afectam 20% das mercadorias – as que são movimentadas por camionistas. A grande maioria dos alimentos e medicamentos – 80% do total, disse o primeiro-ministro britânico – chega aos seus destinos em contentores por via aérea e marítima. 

 
	  Europa fecha portas ao Reino Unido assustada com nova variante do coronavírus  
	  O que se sabe sobre a variante do coronavírus encontrada em Inglaterra</video:description>
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      <video:title>Estes ingleses queriam continuar a pertencer à União Europeia. Por isso, mudaram-se para Portugal</video:title>
      <video:description>Beth, James e Samantha são cidadãos ingleses que não querem deixar de pertencer à União Europeia (UE). Por isso, quando o  "Brexit"  se começou a desenhar, procuraram alternativas. Catorze países da UE, incluindo Portugal e Espanha, comprometeram-se a conceder o direito a cinco anos de residência aos britânicos que chegassem antes de 31 de Dezembro. Beth, James e Samantha mudaram-se para Portugal. 

 Os pedidos de residência de ingleses em Portugal têm vindo a aumentar à medida que o acordo do "Brexit" se aproxima do fim. Só em Março de 2019 foram quase 1 500, mais do que o dobro do recorde anterior de pedidos mensais, e os dados provisórios de Novembro mostram que esse número quase dobrou novamente para 2 407.</video:description>
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      <video:title>Numa garagem escura, a explosão de Stereoboy tem a luz do “talento escondido” do Porto</video:title>
      <video:description>À medida que a realidade ficava cada vez mais louca,  Kung Fu     tocava em  loop . O novo álbum de Stereoboy acompanhou o confinamento de Luís Sobreiro e João Parra, desde que Luís Salgado os atiçou:  “ C urtam aí, durante quarentena  ” . Quando meses depois chegou o convite para realizar o videoclipe de um dos temas, Luís Sobreiro quis pôr uma câmara a vaguear  por uma garagem escura,  numa sequência única, a 360º. Pelo caminho, mas sempre do mesmo ponto de vista, quatro instalações passam-nos à frente,  ao som de  Yip Man  . O resultado?  “ Na verdade, eu quase sinto que só musiquei aquilo ” , graceja Salgado.  

 Rebobinemos. O vídeo começa com o músico,  programador e produtor do Maus Hábitos , no Porto, a acender um cigarro.  “ O que é que tenho de fazer? ” , perguntou-lhes;  “ Nada, entra só a seres tu ” , responderam-lhe. Não são precisas muitas voltas para este primeiro gesto contemplativo se agitar e fundir com as outras histórias que a câmara vai desvendando, uma a uma e depois todas ao mesmo tempo. 

 Sinais dos tempos (ou não).  “ Há um excesso de informação, que, por ser tanta, depois se vai diluindo, quando a velocidade do movimento aumenta ”,  comenta o realizador.  Kung Fu  também tem um bocado de 2020:  “ Mesmo que não seja de propósito, há uma certa ansiedade, angústia, raiva. Uma mistura de sentimentos que estamos todos a viver  porque estamos há nove meses nisto  ” . Mas tanto o músico como o realizador querem acreditar que há mais ingredientes no  cocktail  de um ano para esquecer:  “ A quantidade de pessoas que se reuniu e se juntou à ideia. Conheci muita gente que não conhecia do Porto. Dá-me esperança, a cidade tem muita potência escondida no audiovisual ”,  acredita  Luís Sobreiro . 

 Luís Salgado também não esperava entrar na garagem escura da Casa da Música e encontrar mais de 20 pessoas, artistas e colectivos, a  “ trabalhar juntas ” , todas elas mencionadas nos créditos do vídeo. “Se calhar enganei-me no sítio”, provocou, ao chegar as filmagens.  “ Toda e ssa energia, no fim, </video:description>
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      <video:title>“Proteger o Natal, sacrificar o Ano Novo”: o plano do Governo para as festas</video:title>
      <video:description>O primeiro-ministro, António Costa, puxou pelo “travão de mão” e acabou com as celebrações de Ano Novo em todo o país, para evitar uma multiplicação de casos de covid-19 após o Natal, mas até lá manteve as regras que já anunciara há 15 dias, as quais permitem alguma celebração natalícia, mesmo nos concelhos de risco muito elevado e de risco extremamente elevado. 

 
	  Conheça ao detalhe as medidas que vão entrar em vigor a 24 de Dezembro.</video:description>
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      <video:title>Ilhas Fiji: as imagens do impacto do ciclone Yasa</video:title>
      <video:description>O ciclone Yasa atingiu as ilhas Fiji na noite de quinta-feira e causou a morte de pelo menos duas pessoas, deixando um rasto de destruição após a sua passagem. O ciclone de categoria 5 – a mais elevada – na escala de Saffir-Simpson destruiu um número indeterminado de casas e e várias áreas da região estão sem acesso a energia eléctrica e comunicações. 

  Leia aqui a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Ondjaki estreou o Encontro de Leituras, o novo clube do PÚBLICO e da &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Esta  primeira sessão  reuniu cem leitores de diferentes sotaques. Ondjaki falou da relação entre a obra de há 20 anos e os livros que escreveu a seguir e que completam a, para já, tetralogia que dedicou à Angola dos anos 80 e cuja última peça foi publicada em 2020,   O Livro do Deslembramento  .</video:description>
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      <video:title>Covid-19: um mês de solidão à espera de um negativo</video:title>
      <video:description>Rita Bolieiro  chegou a duvidar do diagnóstico. Tinha olfacto, paladar, não tinha tosse ou dores de qualquer ordem. Nem um único sintoma de covid-19. "Foi com surpresa que recebi o resultado do teste: positivo", contou ao P3, em entrevista. A artista visual de 24 anos, natural da ilha de São Miguel, reside desde 2018 em Amesterdão, nos Países Baixos, e, aquando do episódio que partilhou com o P3, decorrido em meados de Agosto, preparava-se para passar duas semanas de férias na ilha. "Queria visitar a minha família, rever os meus amigos", explica. Mas o  SARS-Cov-2  trocou-lhe os planos. "A partir do momento em que recebi o resultado do teste, fiquei fechada em casa." Os pais e a irmã, que a receberam, foram testados, mas o resultado de ambos saiu negativo. 

 "Na altura, não permitiam que ninguém saísse de casa com um positivo; então, periodicamente, fui realizando o teste. Só quando o resultado fosse negativo é que poderia sair." Completamente isolada numa ilha, em pleno Verão e sem sintomas, Rita sentiu-se enclausurada. "Era difícil acreditar que estava infectada", explica. "Só o teste confirmava a presença do vírus. Além disso, nenhuma das pessoas com quem tinha contactado estava infectada. Era estranho." 

 As semanas passaram. Teste após teste, positivo após positivo, o tempo dilatava, a ansiedade acumulava-se. "Não conseguia concentrar-me a ver filmes ou séries e precisava de sentir que estava a fazer alguma coisa. Então decidi fotografar o que estava a acontecer comigo." Assim nasce a matéria-prima que dá corpo ao vídeo  Oranges and Elixir , agora exibido no P3. "Passar tantas semanas em isolamento sem um objectivo é dificil. Nessas alturas é quase impossível imaginar o futuro. Ficaria ali presa para sempre?" Rita sentia estar de castigo. "Sempre gostei de estar rodeada de amigos, de estar ocupada. Agora não podia fazer nada." 

 "E o que é que podia fazer para curar-me? Nada." Apesar de saber disso, a açoriana não conseguiu, simplesmente, cruzar os braços. "Tentei fortalecer o meu sistema imunitário</video:description>
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      <video:title>A pandemia empurrou Mariana para os &lt;i&gt;tuk-tuk&lt;/i&gt;. Agora, conduz com fado</video:title>
      <video:description>Durante anos cantou todas as noites numa casa de fados, que viu fechar quando chegou a pandemia. Sem sinais de que o estabelecimento fosse voltar a abrir em breve, teve de se reinventar. Agora, Mariana de Figueiredo é condutora de  tuk-tuk  e leva o fado consigo em cada  tour .   

  Lê aqui a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Rei da Suécia admite que país "falhou" no combate à covid-19</video:title>
      <video:description>O rei da Suécia, Carlos XVI Gustavo, admitiu esta quarta-feira que a estratégia nacional para lidar com a pandemia de covid-19 falhou, tendo classificado como “terrível” o “grande” número de mortes registadas em território sueco devido ao novo coronavírus. 

 “Acho que falhámos. Temos um grande número de mortos e isso é terrível”, afirmou Carlos XVI Gustavo durante um programa televisivo, que se realiza anualmente e durante o qual a família real faz um balanço do ano que passou. “Terrível” foi também o adjectivo utilizado pelo rei sueco para classificar o ano de 2020. 

  Leia mais aqui .</video:description>
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      <video:title>No Japão, há uma loja que compra e vende as caras das pessoas</video:title>
      <video:description>Uma loja de máscaras em Tóquio apresentou uma nova ideia sobre o tema da camuflagem facial — uma máscara hiper-realista que reproduz as características de um desconhecido em três dimensões. As máscaras de Shuhei Okawara não vão te proteger ou a outros contra o vírus. Mas vão emprestar-te a aparência exacta de um adulto japonês não identificado. 

 Okawara é proprietário de uma loja que normalmente faz máscaras para festas e representações teatrais e "comprou" os rostos de pessoas reais por 40.000 ienes (cerca de 317 euros) cada um, para fazer máscaras hiper-realistas. 

 Lançou o projecto em meados de Outubro e pediu às pessoas que enviassem as suas fotografias através do seu site e da comunicação social. Depois digitalizou os seus rostos reais para  criar as máscaras , que são vendidas a 948 dólares (779 euros) cada. Okawara disse ter recebido ofertas de 100 pessoas para venderem os seus rostos, incluindo de outros países. "É inacreditável, mas tantas pessoas de todo o mundo estão a pedir-me para comprar a sua cara", disse Okawara.</video:description>
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      <video:title>"Morre-se de fome em Luanda. A pobreza está galopante"</video:title>
      <video:description>Depois de cinco anos de recessão seguida, três deles com o novo Presidente João Lourenço que, ao suceder a José Eduardo dos Santos, trouxe uma ideia de mudança e de esperança que, agora, parecem desajustadas, tal a dimensão da crise económica e social. A fome, que era algo familiar no resto do país, é agora uma constante na capital, Luanda, onde as pessoas procuram nos caixotes do lixo qualquer coisa para comer. 

  Leia aqui a entrevista completa com Adalberto Costa Júnior .</video:description>
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      <video:title>Em Angola, "o próprio chefe de Governo incentiva a corrupção"</video:title>
      <video:description>Eleito presidente da UNITA  em Novembro do ano passado , Adalberto Costa Júnior teve tudo menos um primeiro ano normal como líder da oposição em Angola, devido às consequências da pandemia de covid-19 que permitiu ao Governo adiar mais uma vez a criação das autarquias e das eleições locais. Num ano de  muita contestação pública  da acção do Presidente João Lourenço, por causa do agravar da crise económica com a pandemia e das dificuldades generalizadas, os protestos são, para Adalberto Costa Júnior, um sinal da crise generalizada que faz com que hoje “haja fome em Luanda”, algo que se sentia no resto do país há muito, mas não na capital, diz. 

  Leia aqui a entrevista completa com Adalberto Costa Júnior .</video:description>
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      <video:title>Brincar com a pandemia. Bonecas com máscaras e laboratórios caseiros</video:title>
      <video:description>Desde Março que praticamente não há festas de anos. Um "enorme tsunami" atingiu as vendas dos brinquedos, explica Miguel Pina Martins, criador da Science4You, uma empresa portuguesa que produz brinquedos educativos e científicos. 

 E assim nasceu o "laboratório antivírus", construído em "tempo recorde". Um pacote de actividades que ensina os mais novos a lidar com os vírus, fungos e bactérias, construindo a sua própria viseira ou fabricando um sabonete, por exemplo. 

 "Se nós tornarmos [o vírus] divertido, as crianças vão aprendar muito mais sobre ele e sobre como se protegerem", acredita Miguel Pina Martins. 

 Em Espanha, as bonecas da Famosa também se tentam proteger do vírus. Há uma colecção de bonecas com máscaras e até um centro de testes que procura sinais do vírus. Neste caso, a cura é outra brincadeira: umas cócegas nos bonecos bastam para afastar a doença.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Amor é Uma Aventura</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Amor é Uma Aventura</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Mulher Que Fugiu</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Mulher Que Fugiu</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Felicidade das Pequenas Coisas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Felicidade das Pequenas Coisas</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer As Verdadeiras Mães</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer As Verdadeiras Mães</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Filmes de Wong Kar-wai</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Filmes de Wong Kar-wai</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Malmkrog</video:title>
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      <video:title>João Gil lança &lt;i&gt;O exacto oposto&lt;/i&gt;, de novo em defesa da democracia</video:title>
      <video:description>Em Junho publicou o single e videoclipe   A marcha da polícia   e classificou-o como “um manifesto pela democracia”. Agora, João Gil lança  O exacto oposto , em single e videoclipe, como “chamada de atenção para os movimentos anti-democráticos que têm crescido um pouco por todo o mundo, colocando em causa regimes democráticos e a estabilidade social.” É mais um passo na sua carreira a solo, a par do trabalho que, ao longo de anos desenvolveu em vários grupos de foi co-fundador, como o Trovante, Moby Dick, Ala dos Namorados, Cabeças no Ar, Filarmónica Gil, Baile Popular, Tais Quais ou Quinteto Lisboa. 

 Como forma de apresentar esta nova canção, com letra e música sua, João Gil escreveu: “Não é de agora, nunca será fácil mudar as mentalidades. É uma tarefa árdua, persistente e que atravessa todas as gerações. Não tem idade, nem uma personalidade ou cara à vista. Entranha-se ao longo de anos e custa a sair das suas garras. Precisamos de tolerância, sim, mas é necessária coragem e bravura para mudar. Salva-se o Amor, como sempre.” No vídeo, com João Gil (voz e guitarra), está o seu filho Rafael Gil, na guitarra eléctrica. 

 A par das canções que tem vindo a escrever e divulgar, João Gil tem vindo a promover, desde meados de Novembro, uma série de mini-concertos com conversas no seu estúdio-garagem 20’21, intitulados “João Gil convida”, todos eles disponíveis para visualização no YouTube. O primeiro convidado foi  Frankie Chavez  (11/11), seguindo-se  Dino d'Santiago  (18/11),  Tatanka  (25/11),  Bárbara Tinoco  (2/12) e  António Zambujo  (9/12). Haverá mais.</video:description>
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      <video:title>“Porquê?”: o mundo nunca tinha perguntado tantas vezes isto ao Google</video:title>
      <video:description>Em 2020, o mundo exigiu explicações mais do que nunca. Pelo menos, nas perguntas que fez ao Google.  “ Porquê lavar as mãos? ” ;  “ Porque é que se chama covid-19? ” ;  “ Porque é que o  filme    Parasitas   é tão bom? ” : “Porquê?” bateu recordes, segundo a retrospectiva da multinacional norte-americana.  

 Num  vídeo narrado por Kofi Lost , poeta e músico guineense, radicado em Boston, as  perguntas mais vezes feitas ao motor de pesquisa reflectem a preocupação com  uma pandemia que vitimou mais de um milhão e 500 mil pessoas. Mas também mostram algumas das tendências procuradas por milhões de pessoas fechadas em casa, bem como as causas que as fizeram sair à rua. 

  “Como começar uma horta” foi pesquisado duas vezes mais do que em 2019. “ Que dia é hoje? ”  bateu recordes em Abril.  “ Como cortar o meu cabelo ”  e  “ partidas com pais ”  também. A receita mais procurada foi  como fazer pão com massa fermentada (isco), sal e água . E toda a gente quis saber como começar a aprender a programar, com  python  a ser a linguagem mais desejadas. Em Junho de 2020,  “  como ser anti-racista  ”  foi mais procurado do que  “ como ser milionário ”  e, durante o ano, as pesquisas sobre  “ como parar as alterações climáticas ”  atingiram máximos históricos ( tal como as temperaturas  globais).  

 Se  “ coronavírus ”  foi a pesquisa mais popular em todo o mundo,  em Portugal ,  “ Pedro Lima ” ,  “ eleições nos Estados Unidos ”  e  “ Zoom ”  foram dos temas mais procurados.</video:description>
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      <video:title>Sara Vidal lança disco a solo esta sexta-feira com videoclipe e directo no Youtube às 21h30</video:title>
      <video:description>Matriz , o primeiro disco a solo de Sara Vidal, cantora e harpista que já passou por diversos grupos, desde um dos mais célebres da Galiza, os Luar na Lubre, até à mais recente Companhia do Canto Popular, é editado esta sexta-feira com um lançamento adequado à época de pandemia em que vivemos: às 21h30 é estreado no YouTube, no canal de Sara, o videoclipe do primeiro tema do disco,  Baile da meia volta , seguindo-se uma sessão em directo onde ela e os músicos falarão deste trabalho. O videoclipe tem gravação e edição de Rita Carmo, conta com a participação das bailarinas Ema Dias, Inês Gomes e Matilde Correia, tem coreografia e direcção artística de Catarina Moreira o conta com o apoio da Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional. 

 O disco, que reúne  músicas tradicionais de várias regiões do país sob a perspectiva da condição feminina , concretiza uma ideia antiga de Sara, com quase uma década, mas só agora foi possível o seu lançamento. “Como um parto demorado, mas desejado, este disco é o alento de uma vontade longa em afirmar o cancioneiro português como expressão cultural única”, escreve Sara no texto introdutório de Matriz, acrescentando que o nome “evidencia essa ligação à terra, à origem, mas reivindicando-a para os dias de hoje e para as sonoridades actuais, quase como um renascimento.” 

 Matriz conta com doze canções, sendo três da Beira Alta ( Romance da Claralinda ,   Adelaidinha   e  Fiando o linho ), duas da Beira Baixa ( Descante aos noivos  e  Arvoredo ), duas da Madeira ( Baile da meia volta  e  Baile do ladrão ) e a restantes cinco surgem repartidas por igual número de regiões: Minho ( Verde Gaio / Lengalenga ), Trás-os-Montes ( Agora vou-me deitar ), Ribatejo ( A Rosa (Já os galos cantam) ), Alentejo ( Idalina Delgadinha ) e Algarve ( Faça Ai Ai, meu menino ). Nos novos arranjos, trabalharam Manuel Maio, Rogério Cardoso Pires, Rui Ferreira e Sara Vidal.</video:description>
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      <video:title>Sem filhos e sem culpas: estas mulheres nunca quiseram ser mães</video:title>
      <video:description>Inês, Andreia, Ana e Luz não se conhecem, mas são capazes de completar as frases umas das outras.  Com idades na casa dos  30 e dos 40 anos, têm em comum apenas o facto de  nunca quererem ter sido mães . Isso e uma experiência semelhante de se sentirem incompreendidas numa sociedade que as considera "egoístas" e que espera que "mudem de opinião" a qualquer momento. 

 Inês Antunes tem 32 anos. Não sabe se abdicou conscientemente da maternidade. Fala com naturalidade de uma vontade que nunca sentiu, mas que tem dificuldade em explicar quando lhe exigem uma razão. Precisa de ter uma razão? "Às vezes, pode magoar-nos um bocadinho. Como, se calhar, pode magoar eu perguntar a alguém porque é que quer ser mãe? Porque é que me dizem que eu vou mudar de opinião?" 

 Andreia Conceição, seis anos mais velha, reconhece este comportamento, mas recusa entrar numa discussão. Família e amigos sabem que nasceu "sem relógio biológico" e fora do círculo íntimo não há espaço para grandes argumentos. Se fala sobre o assunto é porque considera importante "desmistificar a questão de não ter filhos". "Eu não vou ser uma pessoa que não sou. E filhos não se têm para fazer o favor a ninguém", remata. 

 Também sem filhos e sem qualquer intenção de os vir a ter, Ana Filipe já se habituou às "bocas" no trabalho. "Tu não tens filhos, tens muito tempo livre", dizem-lhe muitas vezes. Mas, aos 40 anos, Ana tem outros planos. "Toda a gente interiorizou que a mulher tem que nascer, crescer, reproduzir-se e depois morrer. E eu digo não." 

 Luz Rito tem 46 anos e não sabe bem quando é que deixaram de lhe dizer "que ia mudar de ideias". Mas tem uma revelação a fazer, diz, entre gargalhadas: "Não estou arrependida e continuo fervorosamente  childfree ".</video:description>
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      <video:title>As avós querem ir trabalhar — mas o projecto está em risco de perder a casa</video:title>
      <video:description>As avós vieram trabalhar, mas um vírus mandou-as para casa. Agora, correm o risco de ficar sem a outra morada: a sede do  projecto de reinvenção de saberes tradicionais  e promoção de envelhecimento activo, no bairro da Penha de França, em Lisboa. 

 É lá que  “  mais de 70 avós  ”  se encontram para (re)descobrir talentos, pintar máscaras à mão, fazer almofadas, bonecos de pano ou  bordados sobre fotografia , participar em sessões de fotografia, videoclipes, festivais de Verão ou semanas de moda e design internacionais.  

 Com a maior parte das parcerias com marcas e eventos em espera, e com os  workshops  cancelados por causa da pandemia de covid-19,  A avó veio Trabalhar , projecto com seis anos da associação Fermenta, lançou uma  campanha de angariação de fundos  para  manter o espaço por mais um ano . O objectivo é conseguir 12 mil euros em dois meses para cobrir a renda (900 euros) e as despesas fixas (100 euros). O resto as avós explicam no vídeo que aqui partilhamos — aviso aos netos: conseguem ser muito persuasivas.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Primeiro Amor</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Primeiro Amor</video:description>
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      <video:title>Pedro de Tróia na Lisboa da pandemia, com &lt;i&gt;Salvadora&lt;/i&gt; a prenunciar 2021</video:title>
      <video:description>Nasceu em Coimbra e mudou-se Lisboa em 2008.  Depois Logo Se Vê , o seu álbum de estreia a solo depois de encabeçar os Capitães da Areia, foi por ele apresentado como uma “biografia escrita em disco”, que contava a sua vida desde a chegada a Lisboa. E foi com ele, sobretudo a partir dos singles   Embaraçado   e   Nunca falo demais  , que se impôs com uma “pop luminosa sobrevoada por nuvens sombrias”, como a classificou Mário Lopes no suplemento  Ípsilon  do PÚBLICO em Maio, já em plena pandemia. 

 Agora, Pedro de Tróia despede-se de 2020 com novo videoclipe, do single  Salvadora , e um concerto no  SBSR.FM Em Sintonia , que decorrerá na Altice Arena, em Lisboa, nos dias 17 e 18 de Dezembro, actuando no dia 18, no Palco Santa Casa, às 18h30. Depois entrará em estúdio para gravar novo álbum a solo, com edição prevista para 2021. 

 Realizado por Gonçalo Guerra, o videoclipe do single  Salvadora , que será lançado no dia 11 de Dezembro mas se antecipa hoje no PÚBLICO, foi, diz-se no texto que o apresenta, “gravado recentemente numa Lisboa em recolher obrigatório, um vídeo que aborda essa mesma cidade deserta, silenciosa e quieta”, tornando-se “também numa reflexão sobre o medo do futuro”. Escreve Pedro de Tróia: “Lisboa deserta. Uma voz que chama. Um coração que confia. É esta a atmosfera revelada no vídeo de Salvadora, filme de natureza descomplicada, que nos conta e canta que o maior encontro pode existir sem se notar. Vale mais sentir sem poder ter. Do que ter sem saber sentir.” E mais adiante: “Tenho medo. Só deixarei de ter quando me esquecer de mim e me deixar levar sem que nada importe. O futuro começa quando dizemos sim a alguém ou a alguma coisa que nos devolva à vida, enquanto se vislumbra a magia de uma promessa resguardada. Uma decisão lúcida, que mais tarde nos resgata da obscuridade.”</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Amá sem mêde&lt;/i&gt; antecipa novo álbum de Cremilda Medina, a editar em 2021</video:title>
      <video:description>O seu primeiro álbum lançou-o em Cabo Verde em 2017 e chegou a Portugal no início de 2018. Chamava-se   Folclore   e nele gravou mornas, mas também coladeiras e até um fado,   Sou criola  , com letra de José Eduardo Agualusa, a par de   Sonho dum criola   (de Morgadinho),  Doce guerra  (de Antero Simas),  Um sonho cordode  (de Paulino Vieira),  Divôrce um’ ca ta sená  (de Manuel D’Novas) ou  Mata morte  e  Falta di força  (ambos de Ti Goi). Nascida na ilha de São Vicente, em 18 de Março de 1991, Cremilda Medina tem vindo a impor-se entre as novas vozes cabo-verdianas, a par de cantoras como  Ceuzany, Kadi ou  Elida Almeida. Agora prepara novo álbum, a publicar em 2021. 

 Mas a antecipá-lo, neste dia 11 de Dezembro em que faz um ano a classificação, pela UNESCO, da morna como Património Imaterial da Humanidade, Cremilda Medina antecipa no PÚBLICO, em videoclipe, o single  Amá sem mêde , desse seu novo disco, depois de já ter estreado, em Outubro, a morna   Tributo final  , de Manuel D’Novas. 

 O single será publicado nas plataformas digitais no dia 18 de Dezembro e com Cremilda (voz) estão Nando Andrade (piano e percussão), Armando Tito (guitarra 6 e 12 cordas), José António (cavaquinho), Fredy Pereira (baixo), Daniel Salomé (clarinete) e Luís Machado (percussão). A letra e música de  Amá sem mêde  são de Morgadinho e os arranjos de Nando Andrade. A realização do vídeo, em Cabo Verde, é da Clacket.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Voz Humana</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Malmkro</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Sério Fernandes - O Mestre da Escola do Porto</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Sério Fernandes - O Mestre da Escola do Porto</video:description>
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      <video:title>Santa Maria: “O que fazemos aqui? Tentamos salvar pessoas" e ninguém baixa os braços</video:title>
      <video:description>O Hospital de Santa Maria tem 14 aparelhos ECMO colocados em várias unidades de cuidados intensivos. No piso 3, onde está também o serviço de medicina 2 — dedicado desde o início da pandemia à covid —, a unidade divide-se por duas alas. Em tempos passados, ainda antes da era covid, este espaço foi uma enfermaria. O sol entra pelas janelas de uma das salas, constituída por dois quartos independentes e um com quatro camas, das quais apenas uma está vazia. Há um clima de paz e tranquilidade. “A luz natural é muito importante, ajuda a orientar. São doentes que chegam a estar dois meses em coma e têm alterações cognitivas”, explica a enfermeira Patrícia Belo. 

 Até ao final da última quinta-feira, dia em que o PÚBLICO esteve em vários serviços covid, estavam internados no Hospital de Santa Maria 31 doentes em unidades de cuidados intensivos e 96 em enfermaria. Acompanhámos o início do turno das enfermeiras Patrícia Monteiro, Patrícia Belo e Marta Pinto. As duas últimas já tinham experiência em cuidados intensivos de adultos e em ECMO. Estavam colocadas noutros serviços do Hospital Pulido Valente — que com Santa Maria forma o Centro Hospitalar Lisboa Norte. Na primeira vaga da pandemia foram chamadas ao Santa Maria e agora voltaram de novo para reforçar o serviço. 

 “O que fazemos aqui? Tentamos salvar pessoas”, diz Patrícia Belo. 

  Veja aqui a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Depressão &lt;i&gt;Dora&lt;/i&gt;: neve surpreendeu muitas zonas do país — veja o vídeo</video:title>
      <video:description>A passagem da depressão  Dora  fez cair um manto de neve  no Norte e Centro do país nesta sexta-feira. Até às 12h, a  Protecção Civil tinha registado   144 ocorrências  relacionadas com a queda de árvores e neve.   

 A neve caiu principalmente nos distritos de Viseu e Vila Real, mas não foi só o interior que se vestiu de branco: Fafe, Braga, Guimarães e Melgaço também presenciaram neve, e as escolas em Vieira do Minho e  Montalegre fecharam . O PÚBLICO recolheu alguns vídeos publicados nas redes sociais que ilustram o momento.  

 Carlos Pereira, da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, alerta para o agravamento das condições meteorológicas, prevendo-se um aumento da intensidade do vento, precipitação, a descida da temperatura e o aumento da agitação marítima na costa ocidental. Prevê-se  agitação marítima forte, o que levou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a emitir aviso vermelho para Lisboa e Leiria.   

 O Norte é a zona que está a sofrer mais com a  passagem da depressão  Dora  , mas o resto do país não passa ao lado do mau tempo. Até pelo menos sábado devem ainda sentir-se ventos fortes, chuva e uma descida de temperatura em todo o continente, além de agitação marítima junto à costa. Entre esta sexta-feira e a madrugada de domingo, a tempestade  Dora  vai continuar por aí. A Protecção Civil decretou um “estado de alerta especial” do dispositivo nacional.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Apaga o Histórico</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Apaga o Histórico</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Disponível Para Amar</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Disponível Para Amar</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Caso de Sarah e Saleem</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Caso de Sarah e Saleem</video:description>
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      <video:title>Como é que a pandemia é sentida por alguém com deficiência? "Isto é mais duro do que parece, mas a vida tem de continuar"</video:title>
      <video:description>Já passaram nove meses desde o início da pandemia e dentro dos portões da AFID não há um "novo normal". Há uma gestão diária que procura dar segurança e estabilidade emocional aos jovens e adultos com deficiência que procuram a instituição. 

 A rotina diária foi toda alterada: Catarina Seixo, de 23 anos, e que frequenta o Centro de Recursos para a Inclusão, deixou de trabalhar na creche da Santa Casa da Misericórdia. A jovem explica que os seus tiques e manias obsessivo-compulsivos aumentaram e reconhece que passou a chatear mais os pais "sempre com as mesmas perguntas". 

 Noutra sala, Isabel Silva, 22 anos, confessa ter saudades da amiga Filipa. Isabel frequenta a AFID apenas durante o dia e por isso não pode ter contacto com os amigos que vivem no lar. Ricardo Galante, 47 anos, vive no lar, e lamenta a falta de liberdade. Se sair, tem de fazer quinze dias de quarentena ao regressar. Já não vai aos treinos de boccia nem à escola onde trabalhava como telefonista. 

  Gerir todas estas expectativas não é fácil , mas o mais difícil já passou, revela Cristina Santos, técnica do atelier de cerâmica. "A grande mudança foi no princípio. Depois, fomo-nos adaptando e percebendo um bocadinho melhor." 

 Foram feitas as adaptações necessárias. A fundação tem espaço interior e exterior suficientes para criar diversos circuitos que minimizam os contactos e permitem o funcionamento de algumas actividades, apesar da pandemia. Mas nada disto se tornou normal, sublinha Cristina. "Isto é mais duro do que parece. Nós não nos entendemos neste tempo, eu acho que é isso. Não nos entendemos numa sociedade que está assustada." A questão é que "a vida tem mesmo de continuar".</video:description>
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      <video:title>Das bolhas inglesas às excepções francesas. Como vai ser o Natal na Europa?</video:title>
      <video:description>Alemanha, França, e Reino Unido são alguns dos países que já anunciaram as medidas para a época natalícia. Para as semana do Natal e do Ano Novo prevêem-se alguns alívios no confinamento, que se esperam assegurar com medidas mais apertadas até lá. 

 António Costa prepara-se para anunciar no sábado as medidas que vão vigorar em Portugal. O Primeiro-ministro  já adiantou que "não vai poder ser um Natal normal"  e que a passagem do ano "vai ter todas as restrições". 

  Leia mais sobre como os vários países europeus estão a preparar a época festiva . 

  Com Teresa Abecasis.</video:description>
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      <video:title>Em &lt;i&gt;De Norte a Sal&lt;/i&gt;, João Kopke conta a história das praias portuguesas</video:title>
      <video:description>Uma viagem "extremamente desorganizada". João Kopke partiu do Norte, das  praias  do distrito de Viana do Castelo, sentou-se numa bicicleta com um realizador e um amigo e foi assim que, confinado no país durante todo o Verão, o  surfista  encontrou uma forma de contar histórias sobre Portugal. 

 Surgiu assim   De Norte A Sal  , uma série de oito episódios,  publicados semanalmente no YouTube , em que João Kopke, surfista profissional de 25 anos, conta histórias, conhece pessoas e, acima de tudo, salta para a prancha e sai para o mar. "De repente, ficamos encurralados: não há aviões, não há saídas, há fronteiras fechadas e uma incerteza muito grande em relação ao que se pode fazer, e eu sempre tive como objectivo transformar o meu Verão em algo memorável", contou o surfista ao P3. 

 A decisão de "aproveitar o Verão" de bicicleta também foi simples. O objectivo era ver pontos de uma perspectiva diferente e, "de carro, a paisagem passa super rápido"; já de bicicleta, "as coisas passam mais devagar e conseguimos aproveitar os detalhes todos". Mesmo partes da costa que já conhecia "um bocadinho", especialmente devido ao seu currículo no surf - quando corria por "campeonatos aqui" e "estágios ali", conhecer praias "era algo muito mais presente na vida" graças à competição -, desta vez, disse, conseguiu "aproveitar o país de uma maneira completamente nova". 

 A viagem foi feita em cima do joelho e à medida que ia pedalando. O documentário foi realizado com apoios de algumas câmaras municipais, que lhe ofereciam guarida, mas muitas vezes o pequeno grupo tinha de improvisar. "Nunca sabia o que ia acontecer dois dias antes de ir. Uma vez, estava a fechar parceiros em Vila do Bispo estando em Odemira, a um ou dois dias de viagem. Foi em geral um misto de tudo e mais alguma coisa. Dormimos entre tendas, entre casas de amigos, entre hotéis que as câmaras nos proporcionaram, na praia literalmente... Uma vez ficamos num  chalet  para dez pessoas com piscina interior, até convidamos as nossas namoradas para irem lá ter;</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Fuga de Pretória</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Fuga de Pretória</video:description>
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