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      <video:title>Pode Deus ser encontrado numa canção de Beyoncé?</video:title>
      <video:description>A Igreja do Convento dos Inglesinhos, em Lisboa, recebeu esta sexta-feira a primeira Beyoncé Mass fora dos EUA. Trata-se de uma celebração religiosa que usa a música e a história de vida da cantora norte-americana como fonte de ensinamento. Mas nem todas as músicas da cantora são adequadas para integrar uma missa, diz a professora e reverenda Yolanda Norton. É uma missa protestante contemporânea, com  "todos os componentes tradicionais. Oração, leitura das escrituras, homilia, comunhão. O que é diferente é que, em vez de cânticos do livro de oração comum, temos a música de Beyoncé” .  

 A Beyoncé Mass integra a 2.ª BoCA - Biennal of Contemporary Arts e tem este sábado mais uma sessão.</video:description>
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      <video:title>A Primavera chegou à redacção do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>O PÚBLICO vai mudar o regime de acesso aos conteúdos da edição online. A partir de 9 de Abril, parte das nossas notícias, artigos de opinião, entrevistas ou reportagens serão exclusivamente reservadas a assinantes. Nesta mudança, contamos com o seu apoio e o seu compromisso. Ser assinante representa muito mais do que o acesso livre e fácil ao jornalismo do PÚBLICO; representa também o seu apoio aos valores de uma sociedade aberta, tolerante e solidária que, hoje mais do que nunca, é fundamental defender.  Junte-se a nós. Pense bem, pense Público.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Noites Mágicas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Noites Mágicas</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Ausência&lt;/i&gt;, o primeiro videoclipe do novo disco de Mísia, &lt;i&gt;PURA VIDA (banda sonora)&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Mísia tem um novo disco. Chamou-lhe  PURA VIDA (banda sonora)  e vai apresentá-lo dia 11 no Museu do Fado, que o edita, na véspera de chegar às lojas. É um disco que, escreve ela, “ziguezagueia entre o céu e o inferno, a dureza e a paixão, construindo fados de amarga saudade e músicas de coração e osso.” Uma delas,  Ausência , é aqui estreada em videoclipe. Com letra de Tiago Torres da Silva e música do Fado Pajem (de Alfredo Marceneiro),  Ausência  conta com Fabrizio Romano (arranjo e piano), Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), Cláudio Romano (guitarra eléctrica), Luís Cunha (violino) e Paulo Gaspar (clarinete baixo). A realização do videoclipe é de Diogo Varela Silva.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>A Pereira Brava   de Nuri Bilge Ceylan, os   Fevereiros   de Marcio Debellian com Bethânia e o   Dumbo   na versão de Tim Burton estão entre os filmes em estreia.</video:description>
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      <video:title>“Pode justificar-se alterar a Constituição por causa da violência doméstica”</video:title>
      <video:description>A oito meses do final do mandato, Guilherme Figueiredo lamenta o desinteresse dos partidos políticos pelo pacto da justiça e pergunta onde está a oposição política. Embora reconheça melhorias na celeridade da justiça diz que já vinham de trás. Com a ministra Francisca Van Dunem “muitas questões que ficam por resolver, nalguns casos por exiguidade de meios”. 

 Leia  aqui a entrevista completa .</video:description>
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      <video:title>"A ponte sempre existiu e faz falta"</video:title>
      <video:description>A ponte que une as aldeias de Veral, em Boticas, e de Monteiros, em Vila Pouca de Aguiar, vai ficar submersa pela barragem do Alto Tâmega. Os (poucos) habitantes exigem a sua relocalização.</video:description>
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      <video:title>Procuram-se voluntários para o progresso científico</video:title>
      <video:description>Dedicada à investigação clínica e especializada em estudos de bio-equivalência em voluntários saudáveis e em doentes, a  Blueclinical  tem uma unidade própria com 61 camas para internamento de voluntários e colabora com vários centros hospitalares onde desenvolve ensaios clínicos em doentes com patologias diversas. 

 A actividade tem crescido significativamente e a expansão da unidade está para breve. No entanto, uma das maiores dificuldades é encontrar recursos humanos qualificados: “A nossa actividade é uma actividade global, e nós estamos sujeitos à concorrência global. Há falta de recursos humanos qualificados na Europa e no mundo porque a investigação clínica tem crescido muito, o que significa que a demanda por mão-de-obra qualificada é muito maior”, explica o director da Blueclinical, Luís Almeida. 

 O progresso científico que resulta de ensaios clínicos como os que a Blueclinical desenvolve e as centenas de pessoas saudáveis que participaram voluntariamente nestas experiências farmacológicas, sem danos para a saúde, ajudam a desmistificar a ideia de que não é seguro participar em experiências do género. 

 O próximo passo é a internacionalização mas, para isso, é essencial o recrutamento de recursos humanos qualificados. Nesse contexto, os  apoios à contratação  proporcionados por fundos europeus constituem um contributo muito relevante para o desenvolvimento desta e de outras actividades que dependem de capital humano especializado. 

  Conteúdo apoiado pelo NORTE 2020, no contexto do Acordo de Parceria Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.</video:description>
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      <video:title>Letrux ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Cantora, actriz, escritora e compositora, a brasileira Letrux vai abrir na noite de quarta-feira, com Lula Pena, o festival MIL, que atrai artistas e agentes musicais de todo o mundo ao Cais do Sodré, em Lisboa. De seu nome Letícia Pinheiro de Novaes, nascida no Rio de Janeiro e em 5 de Janeiro de 1982, Letrux teve na adolescência uma banda de rock chamado Letícios, depois uma banda de electrónica com o nome de Menage à Trois e em 2008 fundou com Lucas Vasconcellos o duo Letuce, que gravou três discos até se separar em 2016. 

 Mas o que a traz agora a Portugal (onde actuou com o duo, em 2013) é o seu primeiro disco a solo,  Em Noite de Climão , lançado em 2017. Isso e o lançamento em Lisboa do seu livro  Zaralha - Abri Minha Pasta , editado no Brasil em 2015, que ela apresenta como “uma colectânea de muitos momentos poéticos da minha vida, desde a alfabetização, desde o colégio, até à vida adulta.”</video:description>
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      <video:title>Manuel Guerra vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Nascido nas Caldas da Rainha e fixado em Évora, depois de mais de uma década a viver em Lisboa, Manuel Guerra fez o habitual percurso de muitos jovens na música: bandas de garagem, concursos, bares, espectáculos já mais estruturados, canções testadas nas redes e plataformas digitais e finalmente um CD,  Sem Porquês , lançado em 2018 pela Sony mas ainda a fazer o seu caminho. 

 O disco foi produzido pelo cantor e compositor João Só, que assina com ele uma canção em parceria,  Um só sentido . Outra parceria é com o fadista Carlos Leitão em  Faltam poemas , com Júlio Resende no piano. “Tenho sido várias coisas na vida, mas como me tenho encontrado e me reconheço melhor a cantar e a tocar, decidi gravar um disco”, escreveu Manuel Guerra na apresentação de  Sem Porquês . “Tanto canto sobre as minhas lutas e perdas como sobre coisas sem importância, como o amor e as minhas alegrias”.</video:description>
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      <video:title>Podem um português e um argentino abrir dois restaurantes asiáticos?</video:title>
      <video:description>Ter um bar que serve sopas “é um projecto só possível em Lisboa”, garante Estanis Carenzo, o chef argentino que se apaixonou primeiro pela cozinha asiática e depois por Portugal, e que, em parceria com José Avillez, abre agora no Chiado dois espaços: o Rei da China (a partir de hoje em soft opening) e a Casa dos Prazeres (com abertura prevista para a próxima semana). 

 Leia a  reportagem completa aqui .</video:description>
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      <video:title>Teresinha Landeiro ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Não nasceu na Lisboa bairrista nem começou pelos concursos ou noites de fado. Mas a voz de Teresinha Landeiro, nascida em Azeitão em 6 de Março de 1996, surge com frequência nos meios fadistas e com notas elogiosas. 

 Em 2018 lançou o primeiro disco,  Namoro , justificando assim o título em entrevista ao PÚBLICO: “Namoro pelos fados, namoro pela cidade, namoro entre duas pessoas.” No mesmo ano, participou no espectáculo de Celeste Rodrigues no Tivoli, ao lado de vários fadistas, participando também agora dia 21 no Tributo a Celeste (1923-2018), no CCB. 

 Mas é no dia 3 de Abril que se apresenta em nome próprio, no palco do Capitólio, em Lisboa, a mostrar ao vivo os fados de  Namoro , disco que teve produção do guitarrista Pedro de Castro, em cuja casa de fados, a Mesa de Frades, ela é fadista residente.</video:description>
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      <video:title>Um Corpo Estranho e uma máscara estranha</video:title>
      <video:description>Dos cinco vídeos adicionados esta semana na plataforma VIDEOCLIPE.PT, dois cativaram-nos a atenção pelo seu registo ficcional. O que é sempre um facto a realçar pelo desafio de produção que representa para qualquer banda nacional e sem grande alcance mediático. 

 Ainda que não tenha ganho o nosso destaque da semana aqui no P3, o videoclipe do trio  The Dust  é, no entanto, bem merecedor de visionamento. Há nele um inebriante gozo na criação de um pastiche “tarantinesco” de crime,  western ,  gore  e erotismo. E, além de se ajustar narrativamente às  nuances  da música, tematicamente bebe do imaginário de um bom rock rebelde e lascivo. Com  clichés , uma ou outra imperfeição assumida (membros da banda participam), mas bem esgalhado. Portanto, curtam à brava este   Double O’Nothing  . 

 Por outro lado, com o videoclipe  O Estrangeiro , o duo setubalense  Um Corpo Estranho  chama a atenção para o lançamento do seu terceiro álbum, intitulado  Homem Delírio . Surge agora com uma vertente mais intimista e ambiental do que a do passado, feita de canções  folk  ou pop-rock arreganhadas, das quais já havíamos apresentado aqui  duas   mostras  em vídeo, onde se brincava criativamente com a imagem do duo. E embora eles também apareçam algures por este videoclipe, há agora uma tentativa de criar uma encenação entre o surreal e o poético, presente no conceito desse álbum. Aliás, é da capa deste que se faz a máscara estranha de todos os figurantes. E ainda que seja uma ficção praticamente desprovida de dramaturgia, logo, sem uma fácil adesão, consegue suscitar alguma curiosidade pela beleza de algumas propostas visuais, e outras mais intrigantes. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Moçambique: 16 mil pessoas à espera do que lhes chega rio acima</video:title>
      <video:description>O PÚBLICO só conseguiu alcançar a vila com ajuda dos fuzileiros portugueses que foram entregar medicamentos e água potável rio acima, desde a cidade da Beira. 

 Toda a vila sede do distrito foi afectada pelas inundações. Sem excepção, todas as 16 mil pessoas de 4090 famílias foram atingidas. No distrito inteiro, onde vivem 177 mil pessoas, só escapou com estragos menores Chissinguana. “Quase a totalidade das pessoas ficaram afectados com o ciclone. Com as inundações foi a sede de distrito, Inharongué, Grudja, Estaquinha, Bandua e Guaguara”, disse ao PÚBLICO o director de Agricultura de Búzi, Miguel Rabeca. 

 “O assunto é sério. Nós vamos precisar de ajuda até à próxima campanha de 2019/2020. Só em Março de 2020 podemos sentir-nos sustentáveis. A segunda época não vai cobrir muito as necessidades do distrito. Para ter uma ideia, em anos normais, a segunda época era só em 10% das terras aráveis”, explicou Rabeca. 

 Leia  aqui a reportagem completa em Búzi .</video:description>
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      <video:title>Sete minutos para regressar ao Walk&amp;Talk, um festival “em mutação” (como o clima)</video:title>
      <video:description>Estrearam-se em 2018 no Walk&amp;Talk, a convite da organização, com uma missão: filmá-lo. Três amigos, três artistas, todos vindos do Porto e do Cinema: Bernardo Ferreira, Rui Nó e Cláudio Oliveira. De câmara nas mãos, aterraram em São Miguel, pisaram pela primeira vez os Açores e, o que viram, vemo-lo agora nós, quase um ano volvido. Num  vídeo  com pouco mais de sete minutos, que se estreia aqui no P3, tentaram condensar todas as impressões e sensações da oitava edição de um festival interdisciplinar dedicado à criação artística contemporânea que  gosta de esticar limites  e  esperar para ver no que vai dar . 

 Palavra a Bernardo, de 27 anos: "É um documentário sobre o que aconteceu no festival em 2018. É um filme muito próximo dos artistas que lá trabalharam, muito próximo de São Miguel e da experiência que tanto os artistas como o público têm do festival." Nele desfilam os trabalhos, os passos e as palavras de Caroline David, Gustavo Ciríaco, Sascha Pohflepp e Chris Woebken, Lígia Soares, João Mourão e Luís Silva, Miguel Flor, entre outros.  

 "Foi uma experiência incrível", diz Rui, que integra com Bernardo o colectivo de arte digital  berru . "E esperemos que, ao ver o vídeo, as pessoas sintam aquilo que nós sentimos." E o que foi isso? Que é "um festival diferente também pelo espaço" em redor, considera Cláudio. Uma beleza natural da qual, crê Bernardo, é "impossível escapar" e "contamina" qualquer trabalho artístico, que se quer diverso, pronto a derrubar barreiras, em permanente metamorfose. Como a geografia local. Como a metereologia local. "Embora a ilha seja muito pequena, à medida que viajamos contactamos com parques naturais belíssimos, mas muito diferentes. E há um clima quase exótico, em que tanto chove como faz sol, sempre em constante mutação." Como o próprio festival. 

 Ver para crer (ou querer) de 5 a 20 de Julho, quando o  Walk&amp;Talk  regressa a São Miguel com mais de meia centena de artistas, colectivos e curadores, vindos das artes plásticas, dança, música, cinema, de um pouco de tudo.</video:description>
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      <video:title>Sub-30: o corpo de João Pedro Fonseca é o pincel que dá forma ao que lhe vai na cabeça</video:title>
      <video:description>A arte surgiu na vida de  João Pedro Fonseca  por “uma questão de muitos acasos”. O primeiro terá sido o facto de ter sido uma criança “muito imaginativa”, mas cuja criatividade só começou a ser exteriorizada quando foi para a escola: “Fui obrigado a partilhar todo o meu processo criativo, que acontecia dentro da minha cabeça, com algo fora de mim, físico”, conta o artista plástico de 28 anos. “E acredito que tudo na arte veio através desse processo de dar e receber entre o mundo interior e exterior.” 

 Ainda agora é assim: o que faz nasce de uma ideia trabalhada interiormente e só depois exteriorizada. “E o processo de materialização às vezes é uma consequência da qual eu não estou à espera” — aquilo que durante um mês é idealizado em vídeo, pode nunca resultar quando extravasado. Vale-lhe, então, a versatilidade: se o primeiro plano não funcionar, parte para a fotografia, pintura, instalação ou performance. E é nesse “balancear de procura de materialização” que o artista trabalha o “aspecto criativo”, desprendendo-se de uma só vertente e conseguindo, desta forma, “explorar as ideias”. 

 Apesar de ter como base a pintura e o desenho, João Pedro expande as suas obras para outros campos artísticos. Quando foi para a Faculdade de Belas Artes, em Lisboa, entrou em contacto com a performance e percebeu como o próprio corpo "pode ser matéria, material riscador”, em vez dos tradicionais lápis e pincéis — e como há ideias que deixam de estar “estagnadas” se puderem ser contadas de outra forma, sem limitação de materiais e áreas artísticas. Em 2014,  o artista contava ao P3 como descobriu o mundo da perfomance  graças a uma mancha de tinta branca que lhe caiu na mão, enquanto pintava em tons de preto. 

 O convite do encenador Carlos Pimenta para trabalhar com vídeo e cenografia na ópera   L’Isola Disabitata   chegou em 2016 e foi uma espécie de passaporte para o mundo das artes performativas e cénicas. Nos palcos dos teatros, João Pedro encontrou uma tela semelhante à que estava habituado: “Um espaço branco, ond</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Emboscada Final</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Emboscada Final</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer The Kamagasaki Cauldron War</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer The Kamagasaki Cauldron War</video:description>
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      <video:title>A última viagem gastronómica de Anthony Bourdain</video:title>
      <video:description>A última viagem gastronómica de Anthony Bourdain</video:description>
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      <video:title>A nova vida do edifício dos Albergues Nocturnos do Porto</video:title>
      <video:description>É um edifício icónico da Rua dos Mártires da Liberdade, no Porto, e os tapumes que denunciavam as obras de reabilitação deram lugar a uma fachada de cara lavada, azulejos brilhantes e um nome bem visível:  Albergues Nocturnos do Porto . O projecto de recuperação do edifício da centenária Associação dos Albergues Nocturnos do Porto esteve a cargo dos arquitectos  Nuno Valentim , Frederico Eça e Margarida Carvalho e  foi distinguido, em Outubro de 2018, com o Prémio Nuno Teotónio Pereira 2017 . O objectivo da obra de reabilitação,  liderada por Nuno Valentim , foi “aumentar a capacidade, melhorar as áreas, a iluminação, o conforto e as condições gerais de utilização” do centro de acolhimento, gerido por aquela associação fundada em 1881 pelo rei D. Luiz I. No vídeo produzido pelo estúdio  Building Pictures , Laudolino Jesus apresenta a nova vida do edifício de cinco pisos, sentado numa escadaria iluminada por clarabóias. 

 Laudolino, agora funcionário dos Albergues Nocturnos do Porto, chegou a esta casa em situação de sem-abrigo. Nessa altura, conta, encontrou “um espaço bastante cinzento” que “não oferecia muitas condições de higiene”. “Dormíamos todos numa camarata, todos juntos. E era um bocado assustador estar rodeado por 24 pessoas (…) Era um bocado camarata de tropa.” De um único quarto passou a vários, com capacidades distintas, camas e armários novos, balneários recuperados “com grandes condições”, aquecimento, janelas operacionais, varandas acessíveis. “Isto é como a casa da mãe, não é?”, remata Laudolino. “Por muito mal que as coisas corram, temos um sítio onde nos podemos ir aninhar e lamber as feridas.”</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Samitério de Animais</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Cai na Real, Corgi</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Shazam!</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Shazam!</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ayka</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Diamantino</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Diamantino</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Piercing</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Piercing</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Tito e os Pássaros</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Tito e os Pássaros</video:description>
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      <video:title>"Já não chega uma empresa ter uma estratégia de cibersegurança"</video:title>
      <video:description>Todas as empresas estão dependentes da Internet e das tecnologias de informação, mas as preocupações com cibersegurança têm vindo a aumentar, as tecnologias são por vezes adoptadas a um ritmo que torna difícil assegurar a respectiva segurança, e a partilha de informação ainda é vista com relutância por muitos gestores – são conclusões de um  estudo  da consultora Accenture, apresentado no Fórum Económico Mundial, em Davos. 

 Com a ajuda de de sistemas de inteligência artificial, a Accenture analisou cerca de 11 mil transcrições de comunicações de resultados de empresas do S&amp;P 500 (um índice que lista as maiores cotadas dos EUA), relativas ao período entre 2012 e 2018. 

 Em 2018, todas as empresas diziam estarem dependentes da Internet (eram 76% em 2013), mas apenas 30% dos afirmavam ter confiança nesta tecnologia, um indicador que a consultora estima que caia para 25% em 2023, "se nada for feito para o melhorar". 

 Segundo os dados do relatório, 68% dos gestores afirmam que os riscos de cibersegurança estão a crescer, ao passo que 59% acreditam que a Internet está cada vez mais instável e que "as organizações não têm certeza sobre como reagir". Metade antecipam que os riscos de segurança na economia digital terão impacto no crescimento do negócio. 

 "As empresas, para gerirem este risco, que existe e é cada vez mais desafiante, têm de procurar soluções que sejam sectoriais, mais abragentes", observa Pedro Galhardas,  administrador responsável pela Accenture Strategy em Portugal, em entrevista ao PÚBLICO. "Já não chega uma empresa ter uma estratégia e um modelo de gestão de risco de cibersegurança devidamente implementado. Têm de preocupar-se com o sector, a sua cadeia de valor, os seus parceiros."  

 A cibersegurança, nota Galhardas, é também uma preocupação para lá da esfera das empresas privadas e "é um tema que está agenda dos líderes mundiais".</video:description>
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      <video:title>Projecto BINGO avalia impacto das alterações climáticas no ciclo da água</video:title>
      <video:description>A seca e a intrusão salina podem condicionar a utilização da água no Médio Tejo até 2025.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam esta semana às salas   Gabriel  , a estreia em cinema de Nuno Bernardo,   O Homem-Pykante - Diálogos com Pimenta  , documentário de Edgar Pêra, e   Nós  ,  thriller  psicológico de Jordan Peele.</video:description>
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      <video:title>Durante quanto tempo conseguirias carregar um balde com 19 litros de água?</video:title>
      <video:description>"Durante quanto tempo conseguirias carregar este balde com 19 litros de água?" Foi este o mote, em jeito de desafio, que lançou  a Oxfam numa campanha  para assinalar o Dia Mundial da Água, que se celebra esta sexta-feira, 22 de Março. A organização humanitária internacional quis desafiar alguns cidadãos norte-americanos a carregar um balde com cinco galões (quase 19 litros) de água durante o máximo de tempo que conseguissem.  

 "Está a ficar um bocadinho pesado", diz uma das participantes depois de caminhar alguns metros com o balde nas mãos. Duas queixam-se que "já lhes doem os braços" e que são "fracas". Tudo isto é mostrado  num vídeo  realizado pela organização que pretende alertar para o facto de que a água, um bem essencial para a sobrevivência do ser humano, não está ao alcance de mais de 2,1 mil milhões de pessoas. 

 Em países subdesenvolvidos, "um pouco por todo o mundo, mulheres e crianças carregam por dia uma média de cinco galões de água [quase 19 litros] e caminham 3,7 milhas [quase 6 quilómetros]. Isto é, são 200 milhões de horas por dia para ter água limpa",  refere a Oxfam  num texto sobre o Dia Mundial da Água. A isto, acresce o facto de que nos países subdesenvolvidos são as mulheres e meninas as responsáveis pelo transporte de água em oito em cada dez habitações onde não existe água por perto. 

 O lema da Organização das Nações Unidas (ONU) para o  Dia Mundial da Água  deste ano é "não deixar ninguém para trás" e vai ao encontro do 6.º Objectivo de Desenvolvimento Sustentável,  um dos 17 estabelecidos pela ONU em 2015 , que visa assegurar o acesso a água potável e saneamento a todos os cidadãos do mundo até 2030. Segundo a ONU, os cidadãos mais marginalizados são frequentemente negligenciados ou discriminados no que toca à disponibilidade de água, sobretudo mulheres, crianças, refugiados, povos indígenas e pessoas com deficiência. 

 No Iémen, mais de duas mil pessoas, inclusive crianças com menos de cinco anos, já morreram de cólera como resultado do acesso precário à água potável.</video:description>
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      <video:title>Os balões que sobem, sobem também descem, descem — e matam as aves marinhas</video:title>
      <video:description>" Sobe, sobe, balão sobe. " De certeza que já estás a trautear o resto. Mas esta versão acaba de forma diferente: desta vez, o balão não vai falar com "aquela estrela"; vai rebentar, cair e ser engolido por uma ave marinha. É uma adaptação "aos dias que se vivem no nosso planeta" feita por Carla Lourenço, bióloga marinha, e Rúben Silva, estudante de doutoramento em Biotecnologia e Biociências, para alertar para o perigo e sofrimento que os balões representam para os animais. Depois da reinterpretação da música que Manuela Bravo levou ao Festival da Canção em 1979, Carla mostra um balão (não vá alguém não saber o que é) e explica que este é o objecto de plástico "mais mortal para as aves marinhas" — "uma em cada cinco irá morrer", avisa a bióloga de 29 anos, que também é criadora da  Straw Patrol , um projecto que quer acabar com o uso de palhinhas.  

 No seu canal de YouTube criado há cerca de um ano,  Lourenço et al. , Carla alia a sua área de formação à vontade de comunicar e fala sobre os temas que considera "mais gritantes", como as alterações climáticas, o lixo marinho e a utilização de plástico. A ideia é "explicar as problemáticas de forma mais descontraída", mas sempre com "fundamento de artigos científicos", refere. 

 "Balão nem no ar, nem no mar, nem no chão", afirma no vídeo, e  apela para que acabem com as largadas de balões . A bióloga marinha lembra ainda que há mais hábitos a adoptar para "contribuir para um oceano mais saudável": "Não usar  palhinhas ,  comprar a granel  e reduzir a utilização dos plásticos descartáveis." Para lutar contra as alterações climáticas, Carla sugere a "utilização de transportes públicos e  bicicleta " e a redução do  consumo de carne . Em suma, "passa por consumir menos, consumir sustentável e de forma pensada".</video:description>
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      <video:title>Sabão, roupa, pastilhas de desinfecção de água. Moçambique precisa de tudo</video:title>
      <video:description>Artigos de primeira necessidade, roupas, pastilhas de desinfecção de água, alguidares, alimentos não perecíveis. O PÚBLICO acompanhou o carregamento de ajuda humanitária no porto de Maputo com destino à província da Beira.  O ciclone Idai atingiu Moçambique, Zimbabwe e Malawi e já foi considerado pela ONU a "pior tempestade de sempre no Hemisfério Sul" . Os portugueses residentes na cidade da Beira, Moçambique, pediram esta quinta-feira segurança e linhas de crédito de apoio ao secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que visita a região destruída pelo ciclone Idai. A tempestade terá afectado pelo menos 1,5 milhões de pessoas.</video:description>
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      <video:title>Alunos na rua: "Estarmos aqui é mostrar que queremos estudar"</video:title>
      <video:description>Ainda não passou uma semana desde que os estudantes portugueses se juntaram às greves marcadas por todo o mundo e marcharam em mais de 25 localidades contra as alterações climáticas. Esta quarta-feira, o tom reivindicativo mantém-se, mas a luta é outra: os estudantes das escolas secundárias de Lisboa querem “obras na escola, mais funcionários e o fim dos exames”.</video:description>
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      <video:title>“Devia-se acabar com a impunidade dos comentários"</video:title>
      <video:description>Ódio destilado contra os ciganos é o que Piménio Ferreira, 32 anos, activista e engenheiro físico, frequentemente lê nos comentários a notícias ou nas redes sociais. Difícil é encontrar quem defenda os ciganos entre as dezenas de comentadores.  Veja a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Num comentário escreveram: “Bosta do preto que se julga um ser humano"</video:title>
      <video:description>Ao longo dos anos, o activista Mamadou Ba construiu uma carapaça. Está habituado a receber mensagens de ódio, mas nunca tão frequentes como desde que criticou a actuação da PSP no caso da Jamaica.  Veja a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>“As palavras com intuito de retirada de direitos dos outros causam imensos impactos”</video:title>
      <video:description>Cyntia de Paula, 33 anos,presidente da Casa do Brasil de Lisboa, está habituada a ler comentários depreciativos sobre brasileiros, muitos deles focados nas mulheres. Numa notícia sobre a possibilidade da nova reitora da Universidade de Coimbra ser brasileira um dos primeiros comentários é: “E sabe falar e escrever português?” ​ Veja a reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Luca Argel ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Cantor e compositor, nascido no Rio de Janeiro em 1988,  Luca Argel  vive actualmente em Portugal, na cidade do Porto. Entre as duas cidades, foi desenvolvendo projectos musicais e, a par de uma carreira a solo onde já conta com três álbuns, é também vocalista e compositor dos grupos Samba Sem Fronteiras, Orquestra Bamba Social e Ruído Vário, este em parceria com a cantora portuguesa Ana Deus. 

 A par disso, tem livros de poesia publicados no Brasil, Espanha e Portugal e assina a rubrica semanal  Samba de Guerrilha , na Rádio Universitária do Minho. Aos dois discos que lançara nas plataformas digitais,  tipos que tendem para o silêncio  (de 2016, mais experimental) e  Bandeira  (2017), juntou este ano um álbum em CD, a que chamou  Conversa de Fila .  

 Disco de crítica urbana, feito com ironia e humor, Conversa de Fila chegou às lojas no início de Março e tem vindo a ser apresentado ao vivo, primeiro no Porto, depois em Coimbra e agora em Lisboa, dia 24, no Espaço Espelho D’Água, em Belém. Mas antes Luca Argel vai estar dia 21 no Auditório do PÚBLICO para apresentar alguns temas do novo disco e para conversar sobre o seu trabalho com o jornalista Nuno Pacheco.</video:description>
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      <video:title>“Desde a manifestação parece que os racistas acordaram. Agora está num pico.”</video:title>
      <video:description>Raquel Borges, 19 anos, esteve na manifestação do dia 21 de Janeiro, na Avenida da Liberdade, em solidariedade com a família do bairro da Jamaica, no Seixal, depois do episódio de conflito da PSP. Recebeu vários comentários insultuosos a atacar todos os manifestantes ou a insinuar que tinham falta de educação. “Qualquer coisa no Twitter ou no Instagram é logo para ofender”, comenta. Por exemplo, é comum ver comentários com a insinuação de que não nasceu em Portugal. Responde: “Lá porque tenho uma cor diferente não quer dizer que não seja portuguesa.”  Veja a reportagem  completa.</video:description>
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      <video:title>Biotecnologia: Guimarães no mapa da investigação científica</video:title>
      <video:description>Para Rui Sousa, CEO e  chairman  da  Stemmatters :“Um dos grandes problemas de empresas como a nossa, um dos grandes desafios, são essencialmente os custos de contexto: nós não dispomos em Portugal de um tecido sócio-económico tão desenvolvido como existe na Alemanha ou na Suíça”. Para a essencial contratação de recursos humanos qualificados, os programas europeus de  apoio ao financiamento  são um bom incentivo quer para as empresas, quer para os profissionais que querem progredir na área da investigação científica: “nós precisamos de conhecimento especializado porque estamos num sector também ele especializado. A maior parte destes quadros técnicos qualificados faz, na maior parte das vezes, uma carreira essencialmente académica.” 

   Conteúdo apoiado pelo NORTE 2020, no contexto do Acordo de Parceria Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.</video:description>
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      <video:title>O Carlão é mesmo bom. Ou não?</video:title>
      <video:description>Há um ponto em que nós, VIDEOCLIPE.PT, insistimos nesta curadoria no P3, para que melhor se entenda o videoclipe enquanto género audiovisual no atual ecossistema comunicativo da Internet: os videoclipes performativos, com o músico ou vocalista a interpretar, cantar ou “ rappar ”. Porque estes tenderão a ser hoje mais difundidos, ou seja, partilhados, quanto mais fugirem do convencionalismo da mera atuação dos músicos: no fundo, quanto mais surpreenderem, mais partilhados serão. E um bom exemplo é o vídeo de  Entretenimento  — tema título (fora o ponto de interrogação) do álbum que  Carlão  tem vindo a promover desde 2018, como nos habituou, com bons videoclipes. Porque se hoje a música se consome em grande medida através dos vídeos, estes são (como já  aqui  dissemos) o seu “verdadeiro palco atual”. A música faz-se comunicar por eles e leva à cena muita da sua expressão e significação. E, claro, o entretenimento, pois a música, muito ou pouco, sempre o teve e terá. 

 A surpresa acima referida começa por, nos primeiros 40 segundos, nos fazer questionar: será o Carlão a interpretar? O vídeo agarra logo a atenção de qualquer um, mais que não seja pelo forte impacto da figura e do seu visual inesperado, esse  rapper  histrião a exibir com pleno gozo um atrevido tom sardónico. Mas o mais importante é isso fazer sentido com a letra. Parabéns, portanto, ao realizador, o Fernando Mamede. 

 Sendo o Carlão conotado com as linguagens do  hip hop , seria lógica a expetativa da convenção:  rapper  a exibir os trejeitos e as marcas do género. Mas se a larga maioria se limita a seguir e copiar as referências americanas, o Carlão procura o que um artista musical deveria tentar atingir: criar uma identidade própria e pensar (ou fazer-nos pensar) o nosso mundo. Uma identidade construída na diversidade de referências, como o  álbum  evidencia. Na capa, as várias imagens dão logo sinal da temática das letras e da diversidade de estilos; pelo menos, o evoluir de uma instrumentação digital do seu álbum anterior para uma onde tam</video:description>
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      <video:title>Três países enfrentam a "pior tempestade de sempre no Hemisfério Sul"</video:title>
      <video:description>O ciclone Idai atingiu Moçambique, Zimbabwe e Malawi e já foi considerado pela ONU a "pior tempestade de sempre no Hemisfério Sul". A tempestade terá afectado pelo menos 1,5 milhões de pessoas, de acordo com um balanço feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Captive State - Cercados</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Captive State - Cercados</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Tripla Ameaça</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Tripla Ameaça</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Mirai</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Mirai</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Pereira Brava</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Pereira Brava</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Fevereiros</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Fevereiros</video:description>
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      <video:title>Nós pedimos, tu filmaste: a Greve Climática foi assim</video:title>
      <video:description>Milhares de jovens manifestaram-se esta sexta-feira em todo o país, nas ruas, nas escolas, com cartazes e palavras de ordem. O P3 pediu que nos mostrassem como tinha sido a Greve Climática e recebemos dezenas de vídeos. Estes são excertos de alguns deles. 

  Vê também:  

 
	  Clima: se fosses tu a mandar, o que é que mudavas?  
	  “Pára de negar, a Terra está a morrer”: as imagens da greve climática em Portugal  
	  Do Rio de Janeiro a Nairobi, mundo fora a gritar pelo clima  
	  Para salvar o planeta, as faltas às aulas são mais do que justificadas</video:description>
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      <video:title>Marisa Matias: "A questão do 'Brexit' não terá grande impacto em Portugal"</video:title>
      <video:description>Representante do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu, Marisa Matias volta a candidatar-se nas eleições europeias marcadas para o dia 26 de Maio.</video:description>
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      <video:title>Clima: se fosses tu a mandar, o que é que mudavas?</video:title>
      <video:description>A greve climática  levou-os para as ruas , de megafone na mão e causas em riste. Na manhã desta sexta-feira, 15 de Março, levámos uma pergunta até à Praça Luís de Camões, em Lisboa, onde milhares de jovens se concentraram antes de marcharem até à Assembleia da República. Se fossem eles a mandar, que medida ambiental tomavam? E que tal abandonar os combustíveis fósseis? Ou substituir todos os sistemas de iluminação por LED?</video:description>
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      <video:title>Carlos Moedas: "Ou mudamos o método ou destruímos o projecto europeu"</video:title>
      <video:description>Carlos Moedas: "Ou mudamos o método ou destruímos o projecto europeu"</video:description>
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      <video:title>Uma selfie da pegada de carbono: 50 quilos, 1.60m e três toneladas de C02</video:title>
      <video:description>Um apartamento, um carro, um ocupante, 81,5 quilos de dióxido de carbono emitidos na primeira semana, 65,3 quilos na segunda: catorze dias de vida chegam para baixar as emissões em 20%. A   experiência de Lurdes Ferreira, jornalista do PÚBLICO, para ajudar a salvar o planeta.</video:description>
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      <video:title>"É como andar no meio de uma Wikipédia viva"</video:title>
      <video:description>Quatro investigadores falam sobre a sua experiência no Instituto Universitário Europeu, em Florença, Itália. 

  Reportagem na íntegra</video:description>
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      <video:title>“A cooperação transnacional é mais necessária e mais difícil do que nunca”</video:title>
      <video:description>Migrações, alterações climáticas, segurança: os problemas da actual Europa não podem ser resolvidos por um país sozinho. Esta é a opinião de Renaud Dehousse, presidente do Instituto Universitário Europeu, situado em Florença, Itália. Para o especialista em Direito, esta é uma era paradoxal: a cooperação transnacional nunca foi tão precisa, nem tão contestada.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Bem-vindos a Acapulco</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Bem-vindos a Acapulco</video:description>
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      <video:title>Manuel Guerra estreia novo videoclipe de &lt;i&gt;Sem Porquês&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nascido nas Caldas da Rainha e fixado em Évora, depois de mais de uma década a viver em Lisboa, Manuel Guerra fez o habitual percurso de muitos jovens na música: bandas de garagem, concursos, bares, espectáculos já mais estruturados, canções testadas nas redes e plataformas digitais e, finalmente, um disco em formato físico, um CD, lançado em 2018 com chancela da Sony mas ainda a fazer o seu caminho. Produzido por João Só (que assina com ele uma canção em parceria,  Um só sentido , tal como sucedeu com o fadista Carlos Leitão,  Faltam poemas ), o disco chama-se  Sem Porquês  e tem agora um novo videoclipe, lançado esta quarta-feira:  Vou voltar , com direcção e fotografia de José Santos e Pedro Pinto.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos  , drama de João Salaviza e Renée Nader Messora,   Rosie - Uma Família sem Tecto  , assinado por Paddy Breathnach, e   Réplicas  , filme de ficção científica de Jeffrey Nachmanoff, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Marnie e os Amigos</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Marnie e os Amigos</video:description>
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      <video:title>Centro de Portugal: descobrir um país dentro do país</video:title>
      <video:description>O objectivo? Visitar os quatro Lugares Património Mundial do Centro. Pelo caminho mostramos-lhe paisagens únicas, locais imperdíveis e ainda desvendamos alguns dos segredos que envolvem estes lugares. Venha connosco – prometemos que não se irá arrepender! 

  A operação Lugares Património Mundial do Centro é promovida e coordenada pela Turismo do Centro de Portugal em colaboração com os municípios de Alcobaça, da Batalha, de Coimbra e de Tomar, a Universidade de Coimbra e em parceria com o Ministério da Cultura, através da Direcção Geral do Património Cultural e da Direcção Regional de Cultura do Centro.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Besta</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Besta</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Homem-Pykante - Diálogos com Pimenta</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Homem-Pykante - Diálogos com Pimenta</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;I'm a fighter&lt;/i&gt;: Joana tem 18 anos e é bi-campeã mundial de &lt;i&gt;muay thai&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Atingiu a maioridade há poucos meses e já carrega ao peito quase uma mão cheia de medalhas de ouro. Joana Alves, atleta de  muay thai  e  kickboxing , é uma jovem portuguesa que tem conquistado o mundo desportivo numa modalidade “onde 80% dos atletas são homens”. Apesar disso, a  bi-campeã europeia e mundial  de  muay thai  na categoria de juniores   não tem ainda o estatuto de atleta. Lutadora, dentro e fora do ringue, a jovem chamou a atenção do cineasta e fotógrafo  Tiago Xavier , de 33 anos. Ao longo de 2018, o  freelancer  produziu   I’m a fighter   ( Sou uma lutadora , em tradução livre), uma curta-metragem que dá a conhecer o trabalho de Joana. 

 Com o objectivo de “mostrar o sacrifício e a dedicação” da atleta portuguesa,  Tiago  compilou algumas imagens dos treinos de Joana acompanhadas por um guião em que conta a sua história. O resultado de duas semanas de filmagens, repartidas ao longo de 2018, foi um vídeo de três minutos onde as palavras “persistência”, “sacrifício”, “luta”, “esforço” e “sonho” se unem para caracterizar a atleta e o percurso, iniciado em 2014, nas modalidades de  muay thai  e  kickboxing . 

 “O meu maior sonho é conseguir a distinção de atleta para poder continuar a fazer aquilo que mais gosto: subir ao ringue e competir”, remata Joana no vídeo. É que, para Tiago, “não há grandes apoios para este tipo de atletas em Portugal”. Por isso, espera que  I’m a fighter  chegue "ao maior número de pessoas” para que a lutadora consiga patrocínios e apoios para poder continuar a competir no estrangeiro. A curta-metragem, disponível no  YouTube , já conta com mais de 23 mil visualizações.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer My Name is Now, Elza Soares</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer My Name is Now, Elza Soares</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;The End of Meat&lt;/i&gt;: um documentário para mostrar que “o futuro da carne é história”</video:title>
      <video:description>E se parássemos de comer carne?  The End of Meat , um documentário realizado por Marc Pierschel, mostra uma visão optimista de um mundo em que “o futuro da carne é história”. Durante uma hora e meia, o filme expõe a perspectiva de  activistas , advogados, académicos e cientistas de todo o mundo e tenta revelar "o impacto escondido do consumo de carne, explorar as oportunidades e benefícios de uma  mudança para uma dieta mais ‘solidária’  e levantar questões críticas sobre o papel futuro dos animais na nossa sociedade”, lê-se no   site  . Está desde terça-feira disponível para compra ou aluguer no  Vimeo  e no  iTunes .  

 “Em vez de me focar nas consequências negativas do consumo de carne, quis mostrar as enormes possibilidades benéficas de um mundo pós-carne e como isso seria para os humanos, animais e planeta”, disse o realizador alemão ao portal   Plant Based News  . Para isso, encontrou-se com a  famosa    Esther , a porca-maravilha , e com pioneiros do movimento vegan na Alemanha; visitou Palitana, a primeira cidade vegetariana na Índia, e observou métodos inovadores para produzir carne e queijo sem recurso a animais. Porque apesar das "evidências do  impacto negativo do consumo de carne no planeta e na saúde ", continua a existir "um caso amoroso entre as pessoas e os hambúrgueres, bifes,  nuggets  e nacos de carne". E este documentário quer provocar um divórcio.</video:description>
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      <video:title>A inovação é a nossa forma de agir</video:title>
      <video:description>Inicialmente dedicada ao sector da publicidade, a   Sketchpixel   rapidamente identificou novas oportunidades de negócio, complementares aos servidos oferecidos. “Surgiu como uma empresa nitidamente vocacionada para a área de 3D, para a publicidade, na altura eu tinha conhecimento que a grande parte da publicidade era feita no Brasil, eu fazia alguns trabalhos como freelancer lá, ia de Portugal ao Brasil fazer trabalhos 3D que depois vinham para Portugal”, conta Miguel Abreu, CEO da empresa.  

 Sobre os maiores desafios que enfrentam, Miguel Abreu enfatiza: “Normalmente os clientes pedem coisas que ainda não existem.” Para o tipo de projectos que desenvolvem, é essencial trabalhar com recursos qualificados e a maior dificuldade é encontrarem pessoas com as qualificações necessárias. 

 Especialmente para as Pequenas e Médias Empresas é essencial apostar na contratação de recursos humanos qualificados, reforçando as competências empresariais e diferença competitiva. 

  Conteúdo apoiado pelo NORTE 2020, no contexto do Acordo de Parceria Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Operação Fronteira</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Operação Fronteira</video:description>
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      <video:title>Fernando Cunha ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Guitarrista, compositor e produtor, Fernando Cunha é conhecido como co-fundador dos Delfins e membro dos Resistência. Mas também já gravou em nome próprio, estreando-se nessa qualidade com o disco  Invisível , em 1999. Vinte anos passados, assina um novo álbum, desta vez dedicado à guitarra, instrumento que ele diz poder estar “em vias de extinção” no actual panorama da música pop.  

  A Guitarra A Tocar , assim se chama o disco, inclui versões de temas dos Delfins (como  Afastei-me ,  Hoje  e  Se eu pudesse um dia ), a par de composições originais, e, gravado com João Gomes nas teclas, conta com a participação de guitarristas como Flak, João Alves, João Cabeleira, Mário Delgado, Paulo Gonçalves e Tó Trips. Não só. 

 Participam também nas gravações, onde Fernando Cunha assegura guitarras e voz, o baixista Jonathan Miller, o baterista Gary O’Toole (que acompanhou Steve Hackett, dos Genesis, ou Mick Taylor), João Pedro Pimenta (teclas) e o coro Gospel Collective, dirigido por Selma Uamusse.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Carteiro de Pablo Neruda</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Carteiro de Pablo Neruda</video:description>
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      <video:title>FÊMEA – uma história ilustrada das mulheres</video:title>
      <video:description>No Dia da Mulher, o PÚBLICO em parceria com a Santillana e o Museu Nacional de Etnologia apresentam o livro FÊMEA – uma história ilustrada das mulheres, promovendo o debate “Ser Mulher Hoje” com inauguração da exposição com as ilustrações do mesmo livro. 

 À conversa estarão Anália Torres, professora catedrática de Sociologia e Fundadora e Coordenadora do CIEG - Centro Interdisciplinar de Estudos de Género, Manuel Lisboa, professor catedrático de Sociologia e Director do Observatório Nacional da Violência e Género, Inês Brasão, autora do livro e Professora de Sociologia no ESTM (Instituto Politécnico de Leiria) e Ana Biscaia, ilustradora do livro e designer gráfica. 

 Um debate com moderação da jornalista do PÚBLICO Helena Pereira.</video:description>
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      <video:title>Paulo disse à mãe que não queria mais comer carne. Ela respondeu: "Eu também não"</video:title>
      <video:description>Juntámos um grupo de amigos vegan à conversa sobre o que os levou a fazer a mudança e deixar de comer carne.</video:description>
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      <video:title>É preciso perceber "porque é que a violência doméstica acontece"</video:title>
      <video:description>Susana Esteban, 49 anos, produtora de vinhos em Mora. "Todos os anos há casos de violência doméstica em Espanha [o país onde nasci]. Não tem vindo a decrescer, não é um problema que esteja solucionado e acho que não está em vias de ser solucionado." 

 Veja a reportagem  "O que fazer para acabar com a violência doméstica? Oito mulheres respondem"</video:description>
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      <video:title>"A mulher tem medo de denunciar"</video:title>
      <video:description>Lúcia Pessoa, 36 anos, produtora de queijos em Seia. "Temos aqui um meio muito pequeno e, por vezes, a mulher prefere sofrer. Para ela quase que é uma vergonha, porque as pessoas vão criticar. Por vezes, ela esconde-se porque tem vergonha de estar a passar por isso. Neste meio nota-se muito isso. Que as pessoas falam, que criticam... Acredito que existem muitas mulheres que sofrem e que não fazem nada com esse receio. Mesmo jovens. Acredito que há mulheres que preferem sofrer para não dar que falar." 

 Veja a reportagem  "O que fazer para acabar com a violência doméstica? Oito mulheres respondem"</video:description>
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      <video:title>"Falava-se em homicídios, não em violência doméstica"</video:title>
      <video:description>Guida Vaz Nunes, 67 anos, advogada em Boticas. "Vim do Brasil para Portugal nos anos 80. A minha primeira cliente em Boticas foi um caso de violência doméstica. Ela tinha um marido que não fazia nada e ela sustentava toda a casa. Os filhos e as irmãs achavam que ela tinha de dar o basta naquilo. Veio falar comigo para eu tratar do divórcio." 

 Veja a reportagem  "O que fazer para acabar com a violência doméstica? Oito mulheres respondem"</video:description>
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      <video:title>"Eu ouvia os meus pais dizerem: 'Aquela levou pancada a vida toda'"</video:title>
      <video:description>Aldina Catarino, proprietária de café, Mafra. "O meu pai iniciou a actividade com uma taberna e uma mercearia. Os homens, por nada, batiam nas mulheres. Era horrível. O que ouvia dos meus pais era que a separação era impensável, porque era uma vergonha e ninguém aceitava. As mulheres tinham que se sujeitar a viver com eles até ao resto da vida. Eu ouvia os meus pais dizerem que aquela levou pancada a vida toda." 

 Veja a reportagem  "O que fazer para acabar com a violência doméstica? Oito mulheres respondem"</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam às salas   John McEnroe: O Domínio da Perfeição  , documentário de Julien Faraut sobre o célebre tenista,   As Herdeiras  , drama realizado por Marcelo Martinessi, e   Capitão Marvel  , filme de super-heróis da dupla Anna Boden e Ryan Fleck, entre outros.</video:description>
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      <video:title>O Amante Negro: como erguer um pelourinho musical</video:title>
      <video:description>Esta semana, na plataforma de referência dos videoclipes nacionais, um anónimo adicionou o vídeo  Problemas , sendo este um tema assinado por uma nova personagem musical que pode vir a estalar o brilho à autoestima do macho conquistador e, ainda assim, abrilhantar muito corpinho feminino. Percebe-se: vive bem, veste bem — são às resmas.  O Amante Negro , assim se chama e muita chama deve ter acendido. Por isso, lá se queimou. No mínimo, está com problemas de consciência e de existência, ou seja, é rapaz assombrado pelo mulherio amado. E sobre elas está a erguer uma espécie de pelourinho musical, no sentido em que esse pilar fálico no centro dos municípios era onde se expunham e puniam os culpados. No fundo, bem fundo, um r&amp;b tenso, macerado, esguio, sinuoso, elegante, carnal, mas sombrio, misterioso, noturno, atordoado. No cimo, ou à tona, uma voz arrastada e que pesa tanto as mágoas como os desejos das palavras. 

 Musicalmente pode estar próximo do português Slow J ou dos canadianos  SUUNS , mas denota voz própria e lusa. Na verdade, é apenas um dos temas do novíssimo projeto do Fernando Fernandes, conhecido pelas danadas e inesquecíveis atuações como vocalista dos roqueiros Bed Legs, ou como rapper e produtor do seu hip hop experimentalista enquanto Ângela Polícia ou até como DJ Pink Da Sound. Prolífico, portanto; quantos filhos já fez, não sabemos. Sabemos pelo genérico (não por quem adicionou o vídeo, infelizmente) que também pensou o videoclipe, que é o verdadeiro palco atual da música, pelo qual esta, além de se fazer comunicar, leva à cena toda a sua carga emotiva e significativa. É certo que pode ter levantado aqui imenso convencionalismo do hip hop/r&amp;b americano (bastaria um simples truque visual para melhor “ler” as modelos como projeções mentais, e não como meras  babes ), mas aquele interior vermelho, aquele ar de  Drive / Nightcall  em plena Braga acaba por demonstrar como ele está a erguer algo bem promissor e... tentador. Vá, liguem, isto é, partilhem! 

  Texto escrito segundo o novo Acordo O</video:description>
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      <video:title>Elisa Ferreira, directora por um dia: “O que nos faz agir é a realidade ou o que percebemos dela?”</video:title>
      <video:description>Elisa Ferreira, directora por um dia: “O que nos faz agir é a realidade ou o que percebemos dela?”</video:description>
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      <video:title>A arte do mariscador: a mochila dos perceves encheu-se de plástico</video:title>
      <video:description>“Foi um ano muito mau de lixo e por alguma razão decidi agarrar nos meus filhos, ir à praia e começar a recolher materiais para fazermos presentes de Natal”, conta Ricardo Ramos, artista e ex-mariscador. Depois disso, ficou viciado no plástico em si e decidiu apanhar pedaços do material e transformá-los em arte. Tirá-los das praias para os pendurar nas paredes.  

 Ricardo é lisboeta, mas sempre teve uma grande relação com Sintra, para onde se mudou quando teve o segundo de três filhos. Usa as peças tal e qual como as encontra, porque diz que quando se parte um plástico duplica-se o problema. Para além de ser um desafio construir as suas obras assim, não modificar as peças dá-lhe muito gozo e acaba por ser a sua imagem de marca.</video:description>
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