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      <video:title>Como é a vida de um dirigente associativo da Universidade de Aveiro?</video:title>
      <video:description>No ano em que se celebram os 45 anos da  Universidade de Aveiro  e os 40 da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), os estudantes quiseram mostrar como são as suas vivências: para isso, criaram uma websérie sob o mote “40 anos de acções, 40 anos de mudança, 40 anos de histórias que culminam na vida académica na prática".  Depois do  primeiro episódio , dedicado aos grupos académicos, como o grupo de teatro e a tuna, chega agora o segundo, focado no associativismo e representatividade estudantil. Este vídeo, escreve ao P3 Francisco Coelho, vice-presidente da   AAUAv  , quer "demonstrar a singularidade do projecto associativo aveirense", acompanhando o dia-a-dia dos dirigentes associativos, tanto da direcção da associação académica como dos núcleos dos diversos cursos da universidade — e até mostra como nasceu o hino da academia aveirense. Agora, resta esperar pelas cenas dos próximos episódios — os últimos capítulos, dedicados à vida boémia, à inovação e a casos de sucesso, prometem.  

  Gostas de fotografar e tens uma série que merece ser vista? Não consegues parar de desenhar, mas ninguém te liga nenhuma? Andas sempre com a câmara de filmar para produzir filmes que não saem da gaveta? Sim, tu também podes publicar no P3.    Sabe aqui o que tens de fazer  .</video:description>
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      <video:title>Raiz: Daniel nasceu num “caldeirão” de rebuçados Dr. Bayard</video:title>
      <video:description>A história da Dr. Bayard é também a da família Matias: depois do avô Álvaro e do pai José António, Daniel está aos comandos da comunicação da marca de rebuçados da Amadora, onde vive. Após alguns anos em Berlim,  voltou a olhar para a fábrica, onde cresceu , e passou a dar “ainda mais valor” ao negócio familiar. O desafio? Transformar esse olhar fresco numa forma de atrair novos públicos. Uma forte presença online — com destaque para o  Instagram  —, vídeos promocionais como  aquele que Mike El Nite protagonizou  e uma linguagem  mais jovem  foi aquilo que procurou implementar no regresso a casa. 

 Não mexeu no produto, no logótipo nem na marca em si. Tentou, isso sim, “fazer uma coisa paralela em que as pessoas reconheçam a marca na mesma e a qualidade do produto”. Nas fotografias e nos vídeos da Dr. Bayard estão os rebuçados, sim, mas também a visão de Daniel — um dos herdeiros — e os brinquedos dos seus filhos, Benjamim e Alice, cuja história também se vai misturando com a da marca que, desde 1949, promete o alívio da tosse maldita. A culpa é  do caldeirão de açúcar, mel, glucose e plantas medicinais onde Daniel diz ter nascido . 

   

  Na série  Raiz , o P3 dá a conhecer jovens criadores portugueses que dão uma nova vida a empresas familiares ou artes tradicionais.</video:description>
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      <video:title>Nuno Melo acusa Costa de "crime de lesa pátria" e de fomentar populismos</video:title>
      <video:description>Nuno Melo acusa Costa de "crime de lesa pátria" e de fomentar populismos</video:description>
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      <video:title>“No Bloco, as gerações todas têm de discutir umas com as outras”</video:title>
      <video:description>“Não há gerações que sabem e gerações que não sabem”, diz ao PÚBLICO Catarina Martins, coordenadora Bloco de Esquerda (BE). “No Bloco, as gerações todas têm de discutir umas com as outras.” O PÚBLICO ouviu diferentes gerações sobre o que movia o partido há 20 anos e sobre as lutas da juventude militante de hoje. Luís Fazenda e Fernando Rosas estiveram no grupo de fundadores. Catarina Martins juntou-se mais tarde ao partido e é hoje coordenadora do BE. Mariana, Tomás e Gabriela são jovens militantes e estudantes: dois deles irão votar este ano pela primeira vez.  20 anos depois formação, o partido  que faz parte de uma solução inédita de governo  viu recentemente 26 bloquistas abandonar  o colectivo invocando um “caminho de institucionalização”. “Não vemos o partido como um fim em si mesmo, mas como uma forma de mudar a sociedade”, afirma Tomás Marques, 19 anos, estudante de História na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. “Temos a mesma mensagem há 20 anos”, diz Luís Fazenda. “Esperemos que não seja necessária daqui a 20.” 

  Veja mais do Especial 20 anos de Bloco de Esquerda:  

 
	  Catarina Martins: "Não estamos nada cansados, temos muito pela frente"  
	  BE, a revolução possível  
	  Onde estavam os 19 em 1999?  
	  Fundadores, dirigentes, dissidentes. Duas visões de um partido que entusiasmou e desiludiu</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>As Cinzas Brancas Mais Puras  , com assinatura de Jia Zhangke,   A Portuguesa  , filme histórico realizado por Rita Azevedo Gomes, e   Bucha e Estica  , comédia biográfica de Jon S. Baird, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Estação do Diabo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Estação do Diabo</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ladrões de Tuta e Meia</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ladrões de Tuta e Meia</video:description>
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      <video:title>TOMARA: uma maravilha ao colo</video:title>
      <video:description>Como a curadoria (de sentido pleno: seleção e compromisso educacional) desta galeria é efetuada a partir dos vídeos que as pessoas adicionam ao longo da semana em VIDEOCLIPE.PT, por vezes somos levados a abordar o paralelismo concetual entre alguns, para assim melhor clarificar o processo criativo deste género artístico com vertente comercial. Neste caso, sobre como projetar a imagem de um artista musical (a  performance  ou a vocalização) construindo também um universo visual que dê asas à imaginação, tanto para adesão à sua música quanto para dar eloquência visual à letra. 

 Assim, no de  IVY  (projeto a solo da vocalista dos Grandfather’s House), o seu rosto monocromático é trabalhado com ligeiros efeitos visuais de animação 3D, o que não deixa de captar a atenção e intrigar o espetador, mas prolongando talvez demasiado o plano quase estanque, sem algum do sentido de sedução que a música contém, apesar de um bom epílogo. Enquanto o que aqui destacamos de  TOMARA , do tema título do álbum  Favorite Ghost , a estreia a solo de Filipe C. Monteiro (colaborador e/ou co-produtor de Márcia, Rita Redshoes, entre outros), a sua figura monocromática ganha rosto e corpo inteiro múltiplo, perante uma paisagem animada de colagens diversas em cores e formas até ao patamar de uma exuberante fantasia. O que além de captar a atenção do espetador o seduz pelo sentido de encantamento e de fantasmagoria. Fazendo lembrar uma outra  maravilha  animada cá destacada (faltando imenso a uma animação que chegou esta semana para os  Defrosted Pork Chops ). 

 É certo que são músicos, músicas e letras diferentes, assim como os primeiros videoclipes do Filipe também eram bem mais simplistas na forma de representar a sua figura. No entanto, além de este agora possuir aquele aparato lúdico que tende a ativar boas difusões digitais (partilha), é também aquele que melhor traduz visualmente a sua  folk  intimista e reflexiva que, apesar de melancólica e delicada, está também carregada de luminosidade e enlevo. Como aquela intimidade de emb</video:description>
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      <video:title>Rir, chorar, fantasiar: André Rieu junta os “órfãos” da música clássica</video:title>
      <video:description>Nos concertos de André Rieu há muitas lágrimas. Pelo menos é isso que uma pesquisa pelos vídeos publicados nas redes sociais mostram. Em 2010, num concerto em Maastricht, o maestro e violinista holandês anuncia  Ave Maria , de Schubert, e logo os rostos se contorcem. As notas saem do violino e os olhos dos espectadores ficam vermelhos e brilhantes. 

 A cena repete-se com outras músicas, noutros cenários. Em Veneza, em 2014, Rieu é acompanhado pela jovem Amira Willighagen, que, com apenas dez anos, interpreta a Lauretta da ópera  O Mio Babbino Caro , de Puccini. A voz de menina não trai a pequena solista, e logo se vêem mãos que esfregam os olhos como se tivessem sido picados. 

 Os espectáculos de André Rieu são do “outro mundo”, “um mundo de fantasia”, garante Jorge Cavalheiro, guarda-nocturno com 57 anos de idade e fã do maestro há cinco ou seis anos – desde que viu um DVD dele a passar numa loja. “Pus os auscultadores e gostei”, recorda. “Eu não gostava de música clássica, mas desta gosto...” 

 Trouxe o disco e entretanto juntou outros à colecção. Com a ajuda da Internet, foi acompanhando as digressões do músico, sempre à distância. No Natal de 2016, teve uma surpresa: dois bilhetes para ver André Rieu em Paris. Foi “espectacular, não tem nada a ver com os filmes”. 

 Jorge Cavalheiro não fala de lágrimas, mas de emoções à flor da pele. “Fui passado um ano da morte do meu pai e esqueci-me de tudo. Vi o espectáculo com uma paz de espírito... Não nos lembramos do que se passa cá fora. Levantei-me, dancei, brinquei.” 

 Não é só de música clássica que se fazem estes espectáculos que conquistam público em todo o mundo, mais de 600 mil espectadores por ano, de acordo com a organização. Há também lugar para canções da música pop ou do cinema que se tornaram populares, como  Supercalifragilisticexpialidocious , cantado pela primeira vez por Julie Andrews no papel de Mary Poppins no filme de 1964. Aqui, em vez de lágrimas, soltam-se sorrisos. As canções são escolhidas para não deixar ninguém indiferente. 
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      <video:title>“Loucas?” Serena Williams mostra do que as mulheres são capazes</video:title>
      <video:description>Dramáticas, malucas, delirantes, desequilibradas, erradas, histéricas, irracionais e, acima de tudo, “loucas”. Serena Williams aproveita o mais recente anúncio da Nike para trazer para a mesa os preconceitos que as mulheres sofrem no desporto. 

 Durante os 90 segundos do anúncio, a tenista Simona Halep, a ginasta Simone Biles, a esgrimista Ibtihaj Muhammad, a snowboarder Chloe Kim, a futebolista Sam Gordon e outras atletas dão cor às palavras de Serena Williams, que vai enumerando uma série de marcos da história do desporto assinados por mulheres, descrevendo-as como "loucas"  por quebrarem barreiras e irem mais além.   “Uma mulher a correr a maratona era louca. Uma mulher a praticar boxe era louca. Uma mulher a afundar, louca. Treinar uma equipa da NBA, louca. Uma mulher a competir com um   hijab  ; mudar de desporto; aterrar um  double-cork 1080 —  são todas 'loucas'", afirma a tenista.   O discurso não termina sem um piscar de olho à sua carreira enquanto exemplo de sucesso — “Vencer 23 Grand Slams, ter um bebé e regressar para mais.” No final, um apelo para derrubar preconceitos: “Então, se eles querem chamar-te louca, porreiro. Mostra-lhes do que a loucura é capaz.”  

 De recordar que, no ano passado, a final feminina do Open dos EUA  esteve envolta em polémica , quando Serena Williams discutiu com o árbitro da partida acusando-o de  “sexismo".  "Se és mulher só podes fazer metade do que um homem faz”,  reagia  na altura a tenista.  Envolto em controvérsia esteve também o   último anúncio da Nike  , lançado em Setembro de 2018, que contava com a narração de Colin Kaepernick, o ex- quarterback  dos San Francisco 49ers. A marca foi criticada por recorrer a um jogador que em 2016 se ajoelhou durante o hino nacional em forma de protesto contra a brutalidade policial para com os afro-americanos, gesto que foi visto, por muitos, como desrespeitoso.  

 Dias antes de o anúncio de Serena ser apresentado durante a  cerimónia dos Óscares , a vice-presidente da Nike declarou,  em comunicado , que se vive “um po</video:description>
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      <video:title>A rua onde Mariana e Daniel actuam é um palco aberto a todos</video:title>
      <video:description>Mariana Filipe e Daniel Gonçalves escolheram as suas artes e mostram-nas muitas vezes na rua. Ainda que a ideia não seja consensual, ambos defendem que as artes de rua deveriam ser mais organizadas. Associação, sindicato, liberdade total: que futuro se espera para os artistas de rua? 

  Reportagem na íntegra.</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Miss XL</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Poder da Palavra</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer John McEnroe: O Domínio da Perfeição</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer John McEnroe: O Domínio da Perfeição</video:description>
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      <video:title>O encontro de Paulo Rangel com Juan Guaidó</video:title>
      <video:description>O eurodeputado português,  que integra uma delegação do Partido Popular Europeu que viajou na quinta-feira para a Colômbia , reuniu-se com Juan Guaidó, reconhecido pela União Europeia como Presidente interino da Venezuela.  Acompanhe as últimas informações da crise venezuelana ao minuto .</video:description>
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      <video:title>Exclusivo. Ouça e veja &lt;i&gt;NU&lt;/i&gt; dos First Breath After Coma</video:title>
      <video:description>Tornaram-se sensação  indie  emergente em Portugal, com  Drifter  (2016), entre o pós-rock e a canção.  NU , o novo disco dos leirienses First Breath After Coma, dá passos rumo à recusa de uma classificação simples. Há outra surpresa:  NU  é um disco, sim, mas é também um filme – que o PÚBLICO estreia aqui, em exclusivo. 

  NU , com edição da Omnichord Records (ponta-de-lança da  fértil cena musical de Leiria ) agendada para 1 de Março, é uma peça audiovisual em que First Breath After Coma e o Casota Collective, que integra todos os membros da banda, se confundem. Cada tema é uma cena do filme, que tem o actor Rui Paixão como protagonista. "O filme explora o conceito de labirinto, como um intrincado caminho para as profundezas da natureza humana. A fragilidade do ser humano, os seus maiores medos e forças, são expostas de uma forma crua e única. Uma epopeia sobre o nascimento, vida e morte", reza a sinopse do filme. 

 “Desde o primeiro álbum que temos vindo a fazer os nossos próprios videoclipes, sendo a nossa paixão, não só o som, mas também a imagem”, afirma ao PÚBLICO a banda, por e-mail. “Essa simbiose, que temos vindo a desenvolver cada vez mais de disco para disco, não poderia estar mais presente neste último trabalho, já que as duas vertentes fazem parte do nosso dia-a-dia. Foi um conceito idealizado desde o início, mas sem termos forçado muito, foi ganhando forma de maneira natural. Cada capítulo é pensado numa composição de imagem e som, os oito capítulos juntos são o NU.” 

 Esta foi a “maior produção da banda”, fruto de “dias de trabalhos bastante intenso”. “Chegámos a gravar seis capítulos do  NU  numa semana”, explicam. O que, tratando-se de uma produção do Casota, habituado a fazer vídeos extravagantes, implicou uma enorme logística: “Entre dirigir quarenta e tal pessoas nuas no topo do monte, escavar um labirinto à mão, construir uma casa modular em Leiria e levá-la para o Alentejo, cobrir o chão de um corredor com brita, ensinar uma tartaruga a representar… foi de loucos!”. 

 Uma evoluç</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Uma Criança Como Jake</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Uma Criança Como Jake</video:description>
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      <video:title>Susana Travassos ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Nascida no Algarve, Susana Travassos é uma cantora portuguesa que desde o seu disco de estreia criou e reforçou laços musicais e afectivos com o Brasil e a América Latina. Primeiro com  Oi Elis  (2008), só com músicas do repertório de Elis Regina, depois com  Tejo Tietê  (2013), lançado apenas no Brasil. 

 Agora, vai lançar dia 22 em Portugal  Pássaro Palavra , disco com título inspirado num poema de Hilda Hilst e inteiramente gravado em Buenos Aires, com canções inéditas da autoria de Melody Gardot, Luísa Sobral e Mili Vizcaíno, a par de temas seus e de composições de Fred Martins (com poema de Ana Terra), Chico Pinheiro, Chico César ou Dea Trancoso. 

 O tema de Luísa Sobral é uma canção de protesto contra a violência doméstica e, já lançado em 28 de Novembro de 2018 (Dia Internacional Contra a Violência Doméstica), foi escolhido para single do disco, com videoclipe de Pol Turrents, gravado em Barcelona. Para apresentar alguns temas do disco, Susana Travassos estará dia 21 no Auditório do PÚBLICO, onde falará do seu trabalho com o jornalista Nuno Pacheco.​</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Se Esta Rua Falasse  , drama assinado por Barry Jenkins,   Os Irmãos Sisters  , um  western  de Jacques Audiard, e   Monrovia, Indiana  , documentário de Frederick Wiseman, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Sub-30: Sofia Neto não sabe onde “andam as pessoas interessadas em BD”</video:title>
      <video:description>Começa quase sempre assim, com Sofia Neto a obrigar corpo e criatividade a atirarem-se ao estirador. A mão direita a rabiscar livre na folha de aquecimento, o pensamento longe, noutro sítio qualquer. “Até que te aparece uma cara e tu pensas: 'Ok, pode ser'. Então vais redesenhando o personagem em situações diferentes, até alguma coisa começar a fazer sentido.” Parte do processo de criação vem ainda da licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia, onde lhe repetiram vezes sem conta que “dar espaço ao acidente” não só não era mau, como era bem-vindo. “Traz coisas à história que não estavam planeadas, dá-lhe mais força e não depende de ti, é só uma coisa que aconteceu” — e qualquer metáfora é pura coincidência. 

 Também começa quase sempre ali: no escritório que montou em  São João da Madeira , a meia hora de viagem do Porto. “Há muito a ideia de que um artista tem de poder trabalhar em qualquer lado, mas eu preciso mesmo do estirador.” O dela está na antiga casa dos avós. “Foi uma batalha instalar-me de novo aqui. Mas temos um jardim e uma casa que recuperámos com as nossas mãos, tem vantagens.” 

 Perto dali, em casa dos pais, encontrou revistas de banda desenhada (BD) francesa dos anos 1970 — erotismo, muita violência. “Faziam parte do movimento da contra cultura de então e tinham muita violência, erotismo, coisas mais viscerais.” Não é esta a linha que, vários anos depois, segue ou gosta de tirar das prateleiras que lhe revestem o atelier, mas acha piada “à possibilidade”. Tornou-se “leitora não obsessiva”. Interessa-lhe “principalmente a técnica do desenho”, não discrimina “géneros ou geografias”, vai além do vício da história. E das históricas: “Se calhar por isso é que nunca entrei muito nos  comics . Da mesma maneira que nunca entrei muito no  Astérix  ou no  Tintim . Interessam-me, mas não me entusiasmam.”   

 O que é que a entusiasma? A primeira BD com princípio, meio e fim que desenhou foi sobre uma tarte de lima. A do café ao lado da Faculdade de Belas Artes do Porto (FBAUP), onde se licenciou, q</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Monrovia, Indiana</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Monrovia, Indiana</video:description>
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      <video:title>Cosmic Mass, antes putos que patos</video:title>
      <video:description>Fazer a seleção para o destaque desta semana aqui no P3 dos vídeos adicionados pelo público na plataforma VIDEOCLIPE.PT não se afigurava particularmente motivadora, por não haver uma proposta fortemente criativa ou interessante visualmente. Ainda assim, este  I’ve Become The Sun , da banda  Cosmic Mass , acaba de certo modo por vir reforçar a mensagem que deixámos no anterior destaque, relativa ao princípio que deve orientar a conceção de um videoclipe de tipo performativo. 
 
Assim, quanto a uma das funções da nossa curadoria (a de cativar os visitantes desta galeria para olharem de outro modo — o criativo — para as peças audiovisuais que muitas pessoas ainda tendem a ver apenas de acordo com a sua vertente funcional de promoção), recomendamos ao leitor interessado que desça esta página (se vista através de um  browser  e não de uma  app ), onde encontrará sempre os nossos três últimos destaques. E no relativo à banda Melquiades, ler o texto que acompanha o nosso  quadro audiovisual  aí exposto. 

 Se aqui as “fugas” não são particularmente criativas, pelo menos há alguma brincadeira audiovisual com a figura dos intérpretes/músicos. E para quem vê tanto vídeo por aí a insistir do princípio ao fim na performance musical, já não é mau. Aliás, é até salutar ver uma banda consciente que o seu garage rock frenético, psicadélico, hipnótico ou até alucinado é fruto do puro gozo e de uma intrínseca adrenalina juvenil que visa divertir e fazer pular uma audiência. Mas, em vídeo, isso não se transmite apenas pela atuação, antes em tentar brincar com essa mesma convenção. Bem, é o primeiro videoclipe projetado do álbum que sairá já em março, intitulado de  Vice Blooms . No fundo, putos a verem estrelas, mas a serem putos, e não patos pacatos. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer As Cinzas Brancas Mais Puras</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer As Cinzas Brancas Mais Puras</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Estação do Diabo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Estação do Diabo</video:description>
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      <video:title>Manicómio: ninguém fica de fora</video:title>
      <video:description>No Beato, em Lisboa, há um espaço de  coworking  onde trabalham criativos, empresas, e agora também artistas com doenças mentais. Entre computadores portáteis, há as esculturas dos monstros da Anabela, os desenhos detalhados de Cláudia e a letra incerta de Pedro nas folhas de um caderno de linhas. Há uma luta pela conquista da dignidade, pelo reconhecimento da autenticidade. Isto não é terapia, é arte, é trabalho. O PÚBLICO acompanhou as primeiras semanas destes três artistas. Bem-vindos ao Manicómio.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;"No come back, I swear"!&lt;/i&gt; Nas fronteiras da Europa, as missões são uma mistura de sentimentos</video:title>
      <video:description>"É complicado". Explicar como é participar numa missão da Frontex "é complicado" para o tenente Diogo Gomes, da GNR, que comandou uma missão na Grécia entre Agosto e Outubro do ano passado. Por um lado, há a missão de proteger as fronteiras da Europa, por outro, há o drama diário de receber milhares de pessoas desesperadas. 

 São missões que deixam marcas nos militares, mas que são acompanhadas de perto e preparadas ao máximo. "Os militares, quando vão para esses países, já sabem muito bem aquilo que vão encontrar", garante a capitão Ana Lopes,  que em 2016 coordenou toda a missão da GNR na Grécia durante três meses . 

 "Mesmo lá, nós continuamos a ser acompanhados, podendo fazer videoconferências com os psicólogos da GNR a qualquer momento". 

 Em 2018, o número de entradas ilegais através das fronteiras europeias foi de 150 mil, um quarto do número de entradas em 2017 e muito longe do pico da crise migratória registado em 2015. 

 Cerca de um em cada cinco migrantes ilegais alegaram ter menos de 18 anos e quatro mil menores não acompanhados foram detectados nas fronteiras exteriores da Europa. 

 A descida deve-se sobretudo à redução do número de migrantes que arrisca a travessia do Mediterrâneo a partir da Líbia e da Algéria com destino à Itália.</video:description>
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      <video:title>Na Gardunha, a esperança do &lt;i&gt; Renascer &lt;/i&gt; é cantada</video:title>
      <video:description>A primeira vez que Anabela Fians levou os idosos do centro de dia de Alcongosta à Serra da Gardunha, depois dos incêndios de 2017, todos choraram. A serra, que é o orgulho de todos, estava de negro. Um ano e meio depois da tragédia, a animadora da Santa Casa da Misericórdia do Fundão diz que a serra está finalmente a reflorescer.   

 Para celebrar a força das gentes do Fundão e a recuperação da Gardunha, o compositor Luís Cipriano escreveu a peça  Renascer , que apresentou no fim de Janeiro na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Nela, juntou o Coro Misto da Beira Interior, o Coro das Lamentações das Almas da Fatela, de que Anabela faz parte, e o Coro Infantil da Beira Interior, que representa o futuro da terra.</video:description>
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      <video:title>"Nós precisamos mais de ser pais, avós, tios do que professores"</video:title>
      <video:description>Veja a reportagem completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam às salas   Todos Sabem  ,  thriller  psicológico com assinatura de Asghar Farhadi,   Vice  , biografia de Dick Cheney com realização de Adam McKay,   Alita: Anjo de Combate  , filme futurista de Robert Rodriguez, e   Feliz Dia Para Morrer 2  , sequela de terror realizada por Christopher Landon.</video:description>
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      <video:title>Márcia ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Cantora e compositora, nascida em Lisboa e com um percurso em contínua ascensão, Márcia lançou o primeiro disco em 2009 ( Márcia ) e o mais recente em 2018 ( Vai e Vem ). Entre ambos, gravou mais três:  Dá  (2010),  Casulo  (2013) e  Quarto Crescente  (2015). A par disso, estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes, estagiou em cinema documental, fez um curso de canto na escola de Jazz Hot Clube e integrou o grupo Real Combo Lisbonense. 

 Com um total de doze canções e parcerias vocais com António Zambujo ( Vai e vem ), Samuel Úria ( Emudeci ) e Salvador Sobral ( Pega em mim ), o novo disco de Márcia foi  assim descrito no Ípsilon , do PÚBLICO, por Gonçalo Frota: “ Vai e Vem  é mais imaginativo e atraente sempre que soa mais directo e não tem medo de expor as canções nas suas aparentes fragilidades. E é encantador quando, de um jeito muito pessoal, Márcia deixa que o seu registo acolha um travo  soul .” 

 Lançado em Outubro de 2018, o disco vai ser apresentado no próximo dia 20 no Porto, na Casa da Música. Mas antes, no dia 14, Márcia estará dia no Auditório do PÚBLICO para apresentar alguns dos novos temas e falar do seu trabalho com o jornalista Nuno Pacheco.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Fantasma da Sicília</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Fantasma da Sicília</video:description>
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      <video:title>Gisela João “embala” as jogadoras de futsal rumo ao Europeu de Gondomar</video:title>
      <video:description>"Abre os olhos e encara a vida. A sina tem que cumprir-se." Gisela João declama não só "A uma Rapariga", mas sim a "todas as mulheres", em antecipação do Europeu de Futsal Feminino de 2019. As palavras de Florbela Espanca, numa adaptação do poema "A uma Rapariga", inspiram as jogadoras portuguesas, que procuram a vitória na primeira edição da prova, em Gondomar. 

 Num vídeo  publicado pela Federação Portuguesa de Futebol  (FPF) — e visto por mais de 168 mil pessoas no Facebook —, as atletas são as protagonistas de uma história de "muitos sacrifícios" para conseguirem representar a selecção das quinas. "Nessa estrada da vida que fascina", as jogadoras portuguesas não vivem só dentro das quatro linhas: preenchem os dias com treinos, jogos e trabalho. 

 "Adorámos o resultado final. Não imaginávamos que traduziria tão bem o esforço e a mentalidade com que encaramos o trabalho e os objectivos da selecção", revelou Ana Azevedo, em declarações à FPF. A capitã da selecção de futsal acredita que o vídeo transmite uma "mensagem forte", com "o estímulo e a carga emocional" necessárias para empurrar Portugal rumo à conquista do título. 

 A  primeira edição do Europeu de Futsal Feminino vai ser disputada entre 15 e 17 de Fevereiro , no Pavilhão Multiusos de Gondomar. No primeiro dia, às 21h45, as anfitriãs portuguesas enfrentam a Ucrânia. Na outra partida, às 19horas, Espanha e Rússia medem forças por um lugar na final, dia 17. 

 Os bilhetes estão à venda por um euro e a capitã da selecção nacional deixou um último apelo: "Que venham todos apoiar Portugal, pois tudo faremos para lhes dar as maiores alegrias em Gondomar. Este é o primeiro Europeu da história do futsal feminino. É um evento imperdível no nosso país".</video:description>
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      <video:title>"Ninguém aprende se estiver contrariado"</video:title>
      <video:description>Junto à Coudelaria de Alter do Chão, há uma escola profissional pública onde chegam muitos jovens de que outras escolas desistiram. "Eram rebeldes, faltavam às aulas. O aluno se não gostar de aprender as matérias vai ter maus comportamentos", explica ao PÚBLICO Conceição Matos, directora da escola Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Alter do Chão (EPDRAC), no distrito de Portalegre. Nesta escola, onde actualmente estudam 160 alunos, a directora recebe com frequência pais que gostariam que os filhos seguissem o ensino regular. "Tem de se virar este paradigma de o ensino profissional ser a segunda opção. Tem de ser a primeira opção", afirma.</video:description>
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      <video:title>Melquiades: aquela cor de banda quando foge</video:title>
      <video:description>Dois dos vídeos adicionados esta semana na plataforma VIDEOCLIPE.PT (ambos, curiosamente, sem creditar as autorias) são de tipo performativo. Termo usado para referenciar aqueles vídeos em que predomina a atuação/performance musical, seja só a tocar os instrumentos ou só a cantar, ou as duas coisas ao mesmo tempo. No dos  The Lazy Faithful , a performance da banda no cimo de uma penha serrana é filmada por um  drone , dando uma perspetiva ampla da zona e até de uma eventual queda. Mas se o tema  Warnings Signs  dá razão à opção, a lógica da Internet não. Ou a banda cai ou a banda sobe. Ou invente-se outra coisa qualquer. Inventividade sim, banalidade não. É este o lema de campanha para obtenção da partilha, e essa é a melhor contribuição do espetador para poder eleger um vídeo à hipotética viralidade. 

  Já em  Freakavoid!  dos lisboetas Melquiades, que hoje aqui destacamos, a banda é raptada, amarrada, cozinhada, alterada, truncada, enfim, mal tratada por uns “Dexter” de fancaria, e tudo isto enquanto — horrores dos horrores — jorra muita tinta! É certo que a banda faz do seu rock instrumental um vortex de experimentação rítmica e sonora. No passevite entra progressivo, psicadélico, jazz-rock, post-rock e sai um puré divertido de grooves exóticos e com variações rápidas, como se pode ouvir no EP    Oyster Eggs   . A lembrar os Memória de Peixe ou um Bruno Pernadas mais rock. Ou seja, estava mesmo a pedir uma mixórdia de cores e salpicos que lhe desse aquela coloração de banda a fugir do convencional. Uma viagem surreal com partida na noite fria dos vídeos chapa cinco, ou talvez uma abdução aos vídeos performativos banais. No fundo, para quem pretende criar neste género artístico do audiovisual tem aqui um bom exemplo para os conselhos que   aqui     damos     regularmente  : mais do que a iluminação, a direção de arte ou a pós-produção, é quando vemos uma banda a fugir da vulgar performance que o videoclipe ganha verdadeira cor.  

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Katia Guerreiro ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Com uma carreira iniciada em 2000 e nove discos editados até 2014 (entre os quais uma gravação ao vivo no Olympia de Paris), a fadista  Katia Guerreiro  experimentou ao décimo disco trabalhar com o cantor, compositor e arranjador José Mário Branco, que até agora, no âmbito do fado, trabalhara quase em exclusivo com Camané. 

 Foi um encontro improvável entre uma voz (a dela) e um método (o dele), que acabou por resultar em  Sempre , um disco digno de boa nota que, na discografia de Katia, sucedeu a  Até Ao Fim , produzido por Tiago Bettencourt. Fruto de “muitas conversas, muitas horas de trabalho, muitas discussões”, a primeira escolheu reuniu 33 temas, acabando por ficar 16, com um prólogo e um epílogo ( A minha vida é ) a fecharem um lote de fados apurados ao pormenor, como  Quem diria, Fora de cena, Distante, Aqui, Dia não, Fado Pessoa, Na volta  ou  Sempre , o tema-título. 

 Katia vai apresentar  Sempre  ao vivo no CCB, no dia 15, mas antes estará no Auditório do PÚBLICO, dia 12, para cantar e falar do seu trabalho com o jornalista Nuno Pacheco.​</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Kursk</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Kursk</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Uns Pais do Pior</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Uns Pais do Pior</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Imagens Proibidas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Imagens Proibidas</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Backtrace - Rasto de Violência</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Backtrace - Rasto de Violência</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Dead Trigger</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Dead Trigger</video:description>
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      <video:title>“Mulheres como a minha já não choram”</video:title>
      <video:description>Uma família cigana de Torre de Moncorvo tem uma filha licenciada em Direito, mestre em Direito Criminal e advogada estagiária e outra a seguir as mesmas pisadas. “Estamos no meio do fogo cruzado. Para os não-ciganos somos ciganos e para os ciganos não somos bem ciganos”, diz a mãe. Ler reportagem  aqui .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Chuva É Cantoria Na Aldeia Dos Mortos</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Chuva É Cantoria Na Aldeia Dos Mortos</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Chegam às salas   A Favorita  , filme de época do grego Yorgos Lanthimos,   Cafarnaum  , drama dirigido pela libanesa Nadine Labaki, e  Clímax ,  thriller  psicológico com realização do argentino Gaspar Noé, entre outros.</video:description>
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      <video:title>Os seis segundos de bateria que “mudaram a música para sempre”</video:title>
      <video:description>De certeza que já ouviste este solo de bateria. Em músicas de Salt-N-Pepa, David Bowie e Skrillex ou em milhares de outras possibilidades. São seis segundos de batidas pelo baterista G. C. Coleman, retirados da canção  Amen, Brother , dos The Winstons, que revolucionaram o mundo. E o portal  Great Big Story  explica, neste vídeo, como é que o fenómeno aconteceu: Louis Flores, também conhecido como Breakbeat Lou, lançou o  sample  numa compilação —  Ultimate Breaks and Beats,  de 1986 — que captou a atenção de produtores da indústria. Desde então, já foi utilizado em mais de três mil músicas de diversos géneros — e "mudou a música para sempre", como escreve a plataforma de vídeos.</video:description>
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      <video:title>O caso de Adnan Syed chegou à HBO</video:title>
      <video:description>No final de 2014, o mundo ficou obcecado pela morte de Hae Min Lee e pela figura de Adnan Masud Syed, o ex-namorado condenado a prisão perpétua em Fevereiro de 2000 pelo homicídio da jovem de 18 anos, em Baltimore, EUA. Durante algumas semanas, milhões de pessoas reviveram os eventos ocorridos 15 anos antes, presumiram inocência ou apontaram o dedo, comoveram-se e irritaram-se. Tudo à boleia de um  podcast ,   Serial  , e da voz da jornalista Sarah Koenig.   

 Os 12 episódios (e os três  updates ) da  primeira temporada , que se debruça precisamente neste caso, terão sido descarregados 175 milhões de vezes,  dizia  a  Variety  em 2017. O  podcast , e respectivo sucesso,   deu uma nova visibilidade a toda a história e expôs as  debilidades  da investigação do crime. O caso acabou por ser reaberto e Sayed, hoje com 35 anos, aguarda um novo julgamento.  

 Ora, agora é a HBO que vai mergulhar na história com   The Case Against Adnan Syed  , uma série documental de quatro episódios. Realizada por Amy Berg, chega ao mundo na Primavera e promete "novas revelações". Entretanto, o  trailer  anda aí — e deixa água na boca.</video:description>
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      <video:title>Chuva</video:title>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Gabriel</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Gabriel</video:description>
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      <video:title>A Web Summit deu um empurrão à Wayve para criar carros que aprendem com os erros</video:title>
      <video:description>A Wayve foi a primeira  startup  a sair do concurso da Web Summit em Portugal sem prémio monetário - em 2016, havia 100 mil euros para a vencedora,  a Kubo, que depois os rejeitou ; e em 2017,  foram entregues 50 mil euros à Lifeina , mais um programa de mentorado. Para a empresa britânica que ganhou em 2018, porém, tal não foi problema. O objectivo da  Wayve  sempre foi usar a feira de tecnologia em Lisboa para apresentar o seu projecto ao mundo: um sistema para ensinar carros a conduzir com os erros que cometem (em vez de muitas regras programadas), e em menos de 20 minutos. 

  “A maioria das empresas de carros autónomos usa programas de simulação para validar os sistemas que criam. Nós treinamos os nossos carros com estes programas”, explicou Alex Kendall ao P3. Descreve a vitória em Lisboa como uma oportunidade para ter acesso a “exposição, publicidade e oportunidade”.  

 Para já, a empresa está a testar os carros no Reino Unido e a aperfeiçoar os algoritmos que usam para pôr carros a aprender com aquilo que vêem. Os desafios ainda são muitos: “O mundo real é mais diverso e complicado do que aquilo que podemos simular”, admite Kendall.</video:description>
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      <video:title>Robert Schwarz filma as auroras que a Antárctida lhe dá</video:title>
      <video:description>A combinação de manchas verdes, vermelhas e amarelas a pairar sobre o ar pode, às vezes, parecer magia. Mas, na verdade, é um dos fenómenos físicos naturais mais populares do planeta: as auroras polares. Durante os últimos anos, com a Via Láctea como cenário e munido de equipamentos adequados para combater os ventos fortes e o ar seco do local, o astrofísico alemão  Robert Schwarz captou as auroras austrais  a partir da estação no Pólo Sul Amundsen–Scott, uma base de investigação americana na Antárctida. O vídeo mais recente, produzido pela  Timestorm Films  e destacado nas  Staff Picks  do Vimeo, é composto por filmagens em  timelapse  feitas pelo   astrofísico no Inverno de 2014 e presenteia o espectador com um espectáculo de jogos de luzes e cores durante quase seis minutos.  

 Viver seis meses em completa escuridão e com temperaturas que atingem os 70 graus Celsius negativos pode não ser propriamente cativante para toda a gente, mas parece ser o cenário ideal para Schwarz. Nos últimos 22 anos,  o astrofísico passou 14 invernos na estação no Pólo Sul . Ocupa, por isso, um lugar único na História: nunca ninguém esteve tanto tempo no hemisfério Sul do planeta. Entre experiências e observações com o  telescópio Keck Array , Schwarz tem partilhado vídeos   na sua página do Facebook   South Pole Skies  dos momentos mais extraordinários no Pólo Sul, um "lugar absolutamente incrível",  diz . 

 Este ano será o último Inverno do astrofísico na Antárctida. "Mal posso esperar para dar ao Martin Heck [da Timestorm Films] o resto das minhas filmagens no próximo ano", diz Schwarz, em jeito de promessa por mais vídeos que nos aproximem das mágicas auroras. Por cá  também há um "caçador de auroras" português .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Chuva</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Chuva</video:description>
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      <video:title>Será a banda First Breath After Coma do outro mundo?</video:title>
      <video:description>Ainda há oito semanas recebíamos, na nossa plataforma, o videoclipe  Heavy , destacando-o  aqui  no P3, nesta que é a única galeria dedicada ao mundo criativo do vídeo musical nacional. E também já nos tinha chegado, na semana passada, este  Change , um dos tijolos com que os  First Breath After Coma  constroem o seu mais ambicioso empreendimento artístico: um álbum visual. 

  NU , assim em maiúsculas, é, portanto, nome de filme, que deriva do álbum, que deriva de um conjunto de temas musicais, os quais estão a derivar, um a um, em capítulos do filme. Entendido? Bem, também ninguém entende porque toda a gente continua a dizer que se lança um  single  quando, afinal, é um videoclipe. Mas lançar o capítulo III do filme só pode ser coisa do outro mundo. Por isso, veja-se o vídeo, onde forças enigmáticas (quiçá as “ stranger things ”) nos atraem para uma narrativa que tenta metaforizar sobre essa coisa misteriosa de criar uma banda. A tal que, apesar de arriscar nesta nova sonoridade mais densa e sinuosa, como referíamos, tem já uma digressão com uma trintena de concertos internacionais para os próximos três meses. No próximo, pelo menos, será lançado o álbum. E sabendo-se que os membros da banda são os do  coletivo CASOTA  — que tem criado e produzido das melhores peças vídeo musicais que nos últimos anos esta galeria tem vindo a promover — não faltarão pessoas que adicionem em VIDEOCLIPE.PT os próximos capítulos. Mas, espera! Vai ser um filme? Ou isto é já uma série? Enfim, este mundo artístico português anda a espantar esse mundo e o outro. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Ana Catarina estava no bingo e o telefone tocou: "És a melhor guarda-redes do mundo"</video:title>
      <video:description>Começou a jogar à bola no infantário e um dia foi para a baliza. "Fiz um brilharete. A partir daí foi sempre." Se os remates lhe parecessem fracos, ela "pedia para rematarem normal." No final de 2018, Ana Catarina, guarda-redes da selecção nacional feminina de futsal e do Benfica, foi eleita a melhor guardiã do mundo pela Umbro Futsal Awards by Futsal Planet. A jogadora já foi nomeada para estes prémios seis vezes, quatro delas consecutivas. 

 Hoje, com 26 anos, Ana Catarina e mais 13 futsalistas portuguesas estão nos  últimos preparativos  para defender as cores nacionais na fase final do campeonato da Europa de futsal feminino. Esta sexta-feira, Portugal defronta a Ucrânia nas meias-finais, no Pavilhão Multiusos de Gondomar (21h45, RTP1). Ucrânia e Espanha são as outras selecções semifinalistas.  

 A principal inspiração e conselheiro de Ana Catarina é o pai, que também já foi avançado de futebol. Todos os títulos e esta distinção individual foram festejados por ambos com muita emoção. O Europeu não será excepção e é o título que todas querem conquistar, até porque é o primeiro de sempre a ser acolhido pela UEFA. 

 Em casa, com o hino nacional a tocar e a ser cantado a uma só voz, tudo está pronto para que seja dado o passo na profissionalização do futsal feminino. "Era algo necessário e que todos nos desejamos", confessa Ana Catarina, que concilia as balizas do futsal com os estudos na área das finanças.  

 A "voz activa e o protagonismo" estão lá, mas "faltam direitos iguais". Mas, lembra, também "o desporto masculino ainda não tem assim tantas condições comparado com outros países". 

 A qualificação e os jogos de preparação deram muitos golos marcados. O objectivo "é sempre zero golos sofridos", mas o pensamento é "jogo a jogo". Em caso de vitória, festa rija é garantida e há "uma lista de promessas e loucuras" que estão guardadas. "Fica entre nós até porque a lista ainda não está completa."</video:description>
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      <video:title>Lisboa é um corpo com cem cabeças</video:title>
      <video:description>Tudo começou na Alemanha há onze anos. O Teatro Hebell convidou os Rimini Protokoll para fazer um retrato da cidade de Berlim, por ocasião do seu 100.º aniversário. “Dissemos, na brincadeira, ‘vamos convidar a cidade inteira para subir ao palco’”, conta ao PÚBLICO Helgard Haug, um terço dos Rimini Protokoll. 

 “Como percebemos que provavelmente não seria possível, chegámos ao número 100”, continua. 100 anos de Teatro Hebell, 100 pessoas, 100% Berlim. O elenco foi escolhido com base nas estatísticas oficiais da população: idade, nacionalidade, naturalidade, agregado familiar e língua materna. Uma centena de pessoas, sem ligação ao mundo do espectáculo, no palco para fazer o retrato de Berlim em 2008. 

 Desde então, os Rimini Protokoll já aplicaram o mesmo molde a outras 35 cidades, como Paris, São Paulo, Montreal, Amesterdão, Filadélfia, Londres ou Tóquio. Agora, chegou a vez da capital portuguesa. 100% Lisboa para nos contar o que é esta cidade nos dias 1, 2, 3, 8, 9 e 10 de Fevereiro. 

  Veja neste especial multimédia os rostos que compõem a peça de Lisboa.</video:description>
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      <video:title>Apoio a Maduro em Lisboa. "Hasta la victoria siempre!"</video:title>
      <video:description>Num discurso muito combativo, em que por vezes chegava a gritar, o embaixador venezuelano disse que “a Venezuela está a ser atacada por todos os lados, por governos que se crêem amos do mundo”.  Veja a reportagem na íntegra</video:description>
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