<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns:video="http://www.google.com/schemas/sitemap-video/1.1" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/29/video/eutanasia-em-caso-nenhum-20180329-002138</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/bispoT0288314.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Eutanásia? “Em caso nenhum”</video:title>
      <video:description>"A pessoa humana é o mais sagrado que temos", diz o bispo de Santarém em entrevista ao PÚBLICO à Rádio Renascença, colocando-se claramente contra a eutanásia. Neste excerto fala também dos católicos recasados.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/262302150</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/28/video/instituicoes-sociais-nao-estavam-preparadas-para-serem-empresas-20180328-233426</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/BispoT0888313.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Instituições sociais não estavam preparadas para serem “empresas”</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, D. José Traquina, bispo de Santarém, defende que as instituições de solidariedade social são afectadas pelo vaivém de prioridades dos ministros que tutelam o sector. E que precisam de um maior acompanhamento da Segurança Social.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/262296956</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/28/video/cinema-num-minuto-ok-as-estreias-da-semana-20180328-143443</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Custodiaok88312.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Custódia Partilhada , um drama de Xavier Legrand,  O Terceiro Assassinato , de Hirokazu Koreeda, e  Operação Entebbe , assinado por José Padilha, são algumas das estreias desta semana.</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/2018328143428_service_20180329_750x422.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/27/video/olha-para-cima-nao-para-baixo-e-la-que-esta-esta-lua-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/776/119776.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Olha para cima, não para baixo: é lá que está esta Lua</video:title>
      <video:description>Ao ver a Lua ali tão perto só há uma reacção possível: “Uau!”. Foi isto que  Wyile Overstreet  ouviu vezes sem conta quando, uma noite, decidiu tirar o telescópio de casa e levá-lo a passear pelas ruas de Los Angeles, nos Estados Unidos da América. Queria dar a outras pessoas a oportunidade de ver o satélite natural tão próximo como nunca tinham visto. “Parece que acabei de aterrar na Lua”, diz uma mulher, perante a nitidez das crateras. O videógrafo decidiu repetir a experiência e, durante dez noites, filmou a reacção de quem espreitava pelo telescópio. “Isto puxa-nos para fora da rotina diária e enche-nos com um sentimento de admiração de que há algo muito maior do que nós e que nos esquecemos que ali está”,  disse Overstreet, à Verge . E, por isso, o vídeo, partilhado no YouTube, é “uma óptima maneira de lembrar as pessoas de olharem para cima” e perceberem o “tamanho real” do que se passa cá em baixo.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/XCrJ3NflOpE</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/26/video/as-voltas-em-tenerife-dos-golfinhos-ao-carnaval-20180326-141222</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/tenerife88311.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Às voltas em Tenerife, dos golfinhos ao Carnaval</video:title>
      <video:description>Sentado na proa do barco, em pleno oceano Atlântico, Ancor Robaina ainda se lembra de ver nascer o primeiro centro comercial em Tenerife e de passar férias na zona sul, onde ainda não existiam casas. Recorda as histórias do seu avô, que deixou a agricultura para percorrer as estradas antigas num camião, transportando solo fértil do norte da ilha para o sul, uma área que, devido ao clima, permaneceu desertificada e subdesenvolvida durante muito tempo. Desse solo, viu nascer várias plantações de bananas - actualmente o produto mais exportado da ilha, cerca de 140 mil por ano. Já o tio de Ancor não seguiu os passos do pai, antes acompanhou o crescimento massivo do turismo em Tenerife. Ainda adolescente, deixou os estudos para trabalhar na construção civil. “Enquanto que o meu avô passou mais de dez anos a transportar terra para as plantações de bananas, o meu tio passou vinte anos a destruir o trabalho do pai, a construir hotéis no lugar das plantações”, conta Ancor, que há 37 anos vive na maior ilha do arquipélago das Canárias. “Nos anos 1980, a cada mês nascia um novo hotel. A mudança foi tão rápida que o Tenerife antigo ainda existe e vive juntamente com o novo”.  Tal como a sua família, Ancor dá corpo a essa evolução da ilha. Depois de estudar Turismo, viveu durante um curto período de tempo na Alemanha e Inglaterra, até decidir voltar para Tenerife. Trabalhou em hotéis e é guia turístico há dez anos. Acabou por também dar resposta ao aumento de turistas que se verificava de ano para ano, assim como a maioria dos agricultores, que venderam os seus terrenos para a construção de hotéis e infraestruturas turísticas, ou os pescadores que converteram as suas embarcações para actividades ligadas ao turismo de mar como a observação de cetáceos.  Todos os anos, milhares de turistas chegam a Tenerife atraídos pelo Carnaval de Santa Cruz de Tenerife, conhecido por ser o segundo maior do mundo. “Acho que a minha percepção de Carnaval já não é a mesma de quando era adolescente, que só gostava de beber, sair e era tudo sobre</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/j8ue9dKn-uY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/26/video/ela-e-monday-e-o-rosa-e-cor-de-meninos-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/854/119854.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Ela é MONDAY e o rosa é cor de meninos</video:title>
      <video:description>Esta semana alguém adicionou em VIDEOCLIPE.PT o da irmã. Melhor, o novo videoclipe dos Vaarwell, onde a irmã toca e canta, e assina o vídeo: muito amador, muito lo-fi, mas adoravelmente pop e muito  rosa pálido . Aliás, os meninos é que vestem de rosa. Fazendo lembrar o que lá chegou há duas semanas: este  Change  em que ela deseja que o menino mude. Ela, a Catarina Falcão, que com a acima citada Margarida forma o duo folk-pop Golden Slumbers, mas que por estes dias é apenas  MONDAY  e apresenta   One  . O álbum deste seu projeto pessoal de sensibilidade indie-pop, mas bem adornado por uma madura produção folk-rock de inspiração americana (por um rapaz ligado aos Tape Junk), sobressaindo a sua voz terna e a lírica nostálgica, a versar sobre si e a adolescência feminina. Mas o vídeo é sem meninos. Apenas ela e a irmã Matilde a pincharem numa realização da jovem Filipa Simão (também do anterior  Yo-yo ) feita de simplicidade pop, mas bem adornado por um colorido pálido, sobressaindo as mudanças entre o rosa claro e o azul bebé. Ora, até há uns 100 anos, o vermelho era a cor do fulgor masculino, logo todos os meninos vestiam de um clarinho rosa, e o azul era a cor da melancolia feminina, assim todas as meninas vestiam de azul clarinho, mas os  Mad Men  que há uns 70 anos inventaram o Pai Natal mudaram isso. Hoje, tanto faz. Na música dela, é ela que  Monday , portanto, ele que mude.        Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/tVi1z2b9oAQ</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/23/video/-a-historia-nao-serve-para-nada-se-nao-for-divulgada-20180323-192149</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/historiaahistoria88309.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“A história não serve para nada se não for divulgada”</video:title>
      <video:description>Fernando Rosas, José Arantes e Bruno Moraes Cabral estiveram esta quinta-feira no auditório do PÚBLICO a apresentar a nova colecção “História a História”, que começa esta sexta-feira a ser distribuída nas bancas, com o PÚBLICO.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/261540197</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/23/video/cinecartaz-trailer-chavela-1157169018</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Chavela</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Chavela</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381188_service_chavela-um-filme-de-catherine-gund-e-daresha-kyi-na-medeia-filmes_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/23/video/380907serviceencontro-silencioso--trailer-1640x350-792912800</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Encontro Silencioso</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Encontro Silencioso</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380907_service_encontro-silencioso--trailer-1_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/23/video/380311servicemanifesto640x350-858800338</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Manifesto</video:title>
      <video:description>Manifesto</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380311_service_manifesto_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/23/video/cinecartaz-trailer-madame-1681202051</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Amanda%20SthersTrailer88305.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Madame</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Madame</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/180658_service_madame_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/22/video/cinema-num-minuto-as-estreias-da-semana-20180322-191239</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/hostis_VIDEO88299.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Hostis  ,  western  de Scott Cooper,   Wonderstruck: O Museu das Maravilhas  , drama assinado por Todd Haynes, e   No Intenso Agora  , documentário de João Moreira Salles, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/261368199</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/22/video/381305servicejogocena640x350-5261595</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Jogo de Cena</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Jogo de Cena</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381305_service_jogocena_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/22/video/381304serviceedificiomaster640x350-1130980648</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Edifício Master</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Edifício Master</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381304_service_edificiomaster_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/22/video/o-desejo-acoriano-de-antonio-zambujo-20180322-142805</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Sequence%200188296.00_02_20_1988296.Still00188296.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O desejo açoriano de António Zambujo</video:title>
      <video:description>O músico alentejano António Zambujo anunciou recentemente, em Ponta Delgada, uma digressão inédita por todas as ilhas do arquipélago dos Açores. “A ideia surgiu há mais de um ano numa conversa com o meu  manager .”  O PÚBLICO acompanhou o compositor numa curta visita a três ilhas açorianas, São Miguel, Faial e Terceira, que serviu para anunciar as datas. A digressão está agendada para  Maio .  A partir desta sexta-feira, 23 de Março, António Zambujo inicia uma viagem ao Canadá e aos Estados Unidos, onde irá realizar oito concertos.   O PÚBLICO viajou a convite do Turismo dos Açores.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/261313182</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/22/video/as-vitimas-tinham-uma-grande-desconfianca-em-relacao-ao-estado-20180322-102111</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Untitled188295.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>As vítimas tinham "uma grande desconfiança" em relação ao Estado</video:title>
      <video:description>Desde que iniciou funções, esta é a  primeira entrevista  da jurista Maria Lúcia Amaral, na condição de Provedora da Justiça. Desde o dia 14 de Dezembro tem em mãos a tarefa gigantesca de determinar indemnizações às vítimas dos incêndios. Diz que não há compensação possível pela morte, mas diz-se confortável com os valores que fixou. Agora vem outra parte dura: a dos feridos graves.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/261280448</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/21/video/cinecartaz-trailer-custodia-partilhada-634851998</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/jusqu-a-la-gardetrailer88294.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Custódia Partilhada</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Custódia Partilhada</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381181_service_custodia-partilhada-de-xavier-legrand-trailer_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/21/video/cinecartaz-trailer-soldado-milhoes-1621984610</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Soldado Milhões</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Soldado Milhões</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381194_service_trailer--soldado-milhoes_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/21/video/sindrome-de-down-o-karaoke-viral-de-50-maes-comuns-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/677/119677.jpg</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Síndrome de Down: o “karaoke” viral de 50 mães comuns</video:title>
      <video:description>Rebecca Carless inspirou-se nos vídeos do grupo   Singing Hands  , que usa língua gestual para ajudar crianças a comunicar através da música. Com Archie, o seu filho de quatro anos, gravou um vídeo onde cantam a música  A Thousand Years , de Christina Perri. E pediu a mais 49 mães de meninos e meninas de quatro anos que fizessem o mesmo. Mães comuns, meninos comuns, mas com um cromossoma a mais. "Queremos que toda a gente veja [este vídeo]. A ideia é mostrar que somos mães normais, amamos os nossos filhos, eles amam-nos a nós e são tal e qual outras crianças de quatro anos. Não os mudaríamos", disse à   BBC   Rebecca Carless, que integra um grupo chamado  Designer Genes , para pais com filhos que têm Síndrome de Down.     O vídeo "50 mães, 50 crianças, um cromossoma a mais", partilhado na passada sexta-feira, emocionou milhares de pessoas um pouco por todo o mundo e já tem mais de um milhão de visualizações no  YouTube . As famílias gravaram esta espécie de  karaoke  num carro, ao estilo do que James Corden faz. E a celebridade britânica emocionou-se: "Fez-me chorar", confessou no Twitter. Esta quarta-feira, 21 de Março, assinala-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. E há um apelo para consciencializar para a síndrome: neste dia,  usem meias "descasadas" . A Associação de Pais 21 - Down Portugal também lançou um vídeo de sensibilização. A mensagem diz tudo: " O mundo é melhor contigo ".</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Biex1XR_mpo</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/19753servicecinema-paraiso640x350-940351281</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Cinema Paraíso</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Cinema Paraíso</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/19753_service_cinema-paraiso_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/pedro-abrunhosa-entrevista-20180320-153235</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Screen_Shot_Pedro_Abrunhosa88291.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Pedro Abrunhosa: "O PÚBLICO é o meu jornal"</video:title>
      <video:description>O músico e compositor Pedro Abrunhosa foi o artista convidado da segunda edição do  Festival P , que decorreu no passado dia 3 de Março no Hard Club, no Porto. Aceitou o desafio de fazer um foto-concerto, numa homenagem ao fotojornalismo do PÚBLICO. Nesta entrevista, explica como foi conceber este espetáculo, mas também por que se mantém um leitor assíduo do jornal. Uma das razões: "O PÚBLICO manteve-se uma voz independente, fora do poder".</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260983504</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/luis-afonso-entrevista-20180320-153135</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Screen%20Shot%20Luis%20Afonso88290.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Entrevista a Luís Afonso, o cartonista que faz o "Bartoon"</video:title>
      <video:description>O cartonista Luís Afonso foi um dos protagonistas da segunda edição do  Festival P , que decorreu no passado dia 3 de Março, no Porto. Em entrevista, explica como surgiu o "Bartoon", que hoje ocupa o topo da última página do jornal PÚBLICO. Desde há 25 anos, um desafio diário.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260973285</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/cinecartaz-trailer-no-intenso-agora-624441940</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer No Intenso Agora</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer No Intenso Agora</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380897_service_no-intenso-agora-de-joao-moreira-salles-trailer_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/tania-oleiro-ao-vivo-no-auditorio-do-publico-20180320-132938</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Foto_Tania%20Oleiro_0288288.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Tânia Oleiro ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Tânia Oleiro tem sido uma revelação no fado. “De uma forma discreta e serena, sem poses artificiais de show business nem pretensões filosóficas pós-modernas”, como escreve Rui Vieira Nery na introdução ao seu disco de estreia,  Terços de Fado . É este disco, marcado pelo fado tradicional e por uma experiência de 15 anos a cantar em casas de fado, que Tânia apresenta agora e para o qual convidou três diferentes naipes de músicos, cada qual a acompanhar o seu “terço” do disco (Mouraria, Alfama e Cercanias), que tem tantos fados quantos os anos que ela já leva de carreira.  Tânia Oleiro esteve no Auditório do PÚBLICO a cantar alguns destes fados e a conversar sobre o disco com o jornalista Nuno Pacheco. Com ela, estarão os músicos Ricardo Parreira (guitarra portuguesa), José Elmiro Nunes (viola de fado) e Francisco Gaspar (viola baixo).</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/261324460</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/incendios-31-milhoes-de-euros-em-indemnizacoes-2018320115254</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://cdn-images.rtp.pt/icm/images/f6/f66e87810367965f0ac8c8934ad83981_N.jpg?rect=190,5,737,403&amp;w=860&amp;q=50&amp;auto=format</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Incêndios. 31 milhões de euros em indemnizações</video:title>
      <video:description>Incêndios. 31 milhões de euros em indemnizações</video:description>
      <video:player_loc>https://www.rtp.pt/noticias/share/iframe/publico/video/1065133</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/20/video/hong-kong-uma-nova-geracao-a-combater-preconceitos-2018524103748</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/566/119566.jpg</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Hong Kong: uma nova geração a combater preconceitos</video:title>
      <video:description>Tinha deixado Hong Kong aos 11 anos e sentia um incómodo crescente pela perda de ligação à sua cultura. Por isso, Alexandra Leese regressou a casa, com um "forte desejo de conexão e descoberta" em relação àquilo que sentia ter negligenciado. Assim, de um forma muito pessoal, principiou um projecto que se revelou um retrato social sobre uma realidade a que tinha perdido o rasto. Em  Boys of Hong Kong  — um documentário e uma  revista  —, a fotógrafa percorre os caminhos de uma nova tendência em Hong Kong: uma geração com uma identidade de género menos rígida na cultura masculina. E procura fazer cair preconceitos sobre a diversidade dos homens asiáticos e os preconceitos à volta deles. "Na sociedade ocidental os homens asiáticos tendem a ser considerados menos atraentes", explicou numa entrevista à plataforma   Dazed  , onde lamenta a persistência de estereótipos como o de que os chineses "são todos iguais". "Pretendo mostrar a diversidade masculina asiática e celebrar a sua beleza", diz. Mesmo para a fotógrafa baseada em Londres, e cuja principal aposta se faz na área do retrato e da moda, a surpresa aconteceu. "Não estava à espera que adolescentes das escolas de Hong Kong tivessem ideias tão profundas e progressivas em relação ao género", aponta. Eis a nova geração de rapazes de Hong Kong: a desmontar preconceitos.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260212910?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/306407servicemanifesto640x350-172577692</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/ManifestoTrailer88286.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Manifesto</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Manifesto</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/306407_service_manifesto_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/380906servicepacificrimuprising640x350-1063308876</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Batalha do Pacífico: A Revolta</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Batalha do Pacífico: A Revolta</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380906_service_pacificrimuprising_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/cinecartaz-trailer-o-ultimo-golpe-1445956415</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Último Golpe</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Último Golpe</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380908_service_o-ultimo-golpe_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/cinecartaz-trailer-madame-1850202180</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>erro</video:title>
      <video:description>erro</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/207822_service_madame_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/cinecartaz-trailer-replica-violenta-647972324</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Réplica Violenta</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Réplica Violenta</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/379539_service_cm_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/cinecartaz-trailer-cinema-novo-1522286598</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Cinema Novo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Cinema Novo</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/373606_service_cinema-novo-de-eryk-rocha-trailer_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/381353servicecm640x350-1755925394</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Nada</video:title>
      <video:description>Nada</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381353_service_cm_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/poemas-para-as-quatro-estacoes-20180319-162253</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/primavera88278.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Damos as boas-vindas à Primavera com mais um Livro para Escutar</video:title>
      <video:description>As autoras de  Poemas para as Quatro Estações  (ed. Máquina de Voar) emprestaram-nos a voz e ajudaram-nos a dar as boas-vindas à Primavera. Mas as outras estações não foram desprezadas. Houve dois poemas para o Verão, para o Outono e para o Inverno. Mais um  Livro para Escutar do Letra Pequena .  Já não são muito nítidas todas as características das quatro estações do ano que nos cabem a esta latitude, mas Manuela Leitão (texto) e Catarina Correia Marques (ilustração) recuperam poeticamente os sinais, os tons e os sabores de cada uma delas. Sem preferências, antes contemplando e respeitando o que nos oferecem.  Escreve-se (com verdade) na contracapa: “Para que as plantas floresçam na primavera, é preciso que, antes disso, o inverno as embale na terra, que o outono lhes espalhe as sementes ao vento, que o verão lhes amadureça os frutos. Os animais vão e vêm, conforme faz mais frio ou mais calor, e até nós nos comportamos de maneira diferente, com alegrias e afazeres próprios de cada tempo. Nenhuma estação faria sentido sem as restantes. Bom mesmo é sabermos contemplar a beleza de cada uma delas – essa espécie de poesia de que nos apercebemos não só com os sentidos, mas, sobretudo, com o coração.”  Comecemos pelas cerejas, um fruto da Primavera que aqui se evoca com uma tradição de muitas famílias de as usar como brincos. “Quando ela come cerejas,/ Daquelas gordas, vermelhas,/ Põe sempre quatro ou cinco,/ Como se fossem um brinco,/ A enfeitar as orelhas! // (Eu sei, eu sei… A minha mãe, às vezes, parece uma criança!)”  Passemos agora por uma esplanada, que é Verão: “Desculpe,/ Posso fazer-lhe o pedido?…/ Traga-me um dia comprido, / Em copo alto, de vidro,/ Com gelado,/ insetos e flores. (…)” Seguem-se pedidos de melão, ameixas, coco ralado e, “no fundo do copo, um pêssego alaranjado”. E porque o sol está forte há-de ser preciso uma sombrinha.  Vamos depois passear nas serras, que o Outono já chegou e traz com ele um belo menu serrano: “Fui à serra da Lousã,/ Levei comigo a Isabel:/ Comemos castanhas assadas,/ Compr</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260789369</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/380904servicepeter-rabbit--trailer-oficial-dobrado-sony-pictures-portugal640x350-221986489</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Peter Rabbit</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Peter Rabbit</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380904_service_peter-rabbit--trailer-oficial-dobrado-sony-pictures-portugal_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/380901servicecm640x350-427181791</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Braven</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Braven</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380901_service_cm_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/cinecartaz-trailer-o-terceiro-assassinato-822388230</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Sandome%20no%20satsujintrailer88275.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Terceiro Assassinato</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Terceiro Assassinato</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380705_service_o-terceiro-assassinato-trllegpt-hd_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/cinecartaz-trailer-jogo-de-cena-200804502</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Jogo de Cena</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Jogo de Cena</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381305_service_jogo-de-cena_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/381352serviceeveryday640x350-1984760588</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Cada Dia</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Cada Dia</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381352_service_everyday_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/helder-moutinho-ao-vivo-20180319-144802</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201806/Helder%20Moutinho88272.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Helder Moutinho ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Irmão do meio num trio de notáveis fadistas, Helder Moutinho (os irmãos são Camané e Pedro Moutinho) já gravou até hoje cinco discos:  Sete Fados e Alguns Cantos  (1999),  Luz de Lisboa  (2004),  Que fado é este que trago?  (2008), 1987 (2013) e  O Manual do Coração  (2016). Agora preparou um espectáculo, que vai estrear no próximo dia 22 de Março, no Teatro São Luiz, com o nome de  Escrito no Destino  e anunciado assim pelos promotores: “Helder Moutinho canta o amor e a saudade, o passado e o futuro, a vida e as viagens – musicais, poéticas, metafóricas, temporais, geográficas.”  Helder esteve no Auditório do PÚBLICO, para cantar alguns dos fados que levará a palco e para falar do espectáculo, em conversa com o jornalista Nuno Pacheco. Com ele, estarão Ricardo Parreira (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de fado) e Ciro Bertini (baixo).</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/261323238</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/sou-povo-o-novo-videoclipe-dos-lavoisier-em-estreia-no-publico-20180319-140424</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/lavoisier%20banda88271.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;Sou povo&lt;/i&gt;, o novo videoclipe dos Lavoisier em estreia no PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Estreados em 2014 com  Projecto 675 , os  Lavoisier  são um duo formado por Patrícia Relvas e Roberto Afonso. Estudaram nas Caldas da Rainha e aventuraram-se depois musicalmente por Berlim. O contacto com as recolhas de Michel Giacometti abriu-lhes horizontes e, num cruzamento entre raízes tradicionais portuguesas, modernismo brasileiro e electrónica, criaram a sua própria linguagem.  É Teu , o seu segundo álbum, foi lançado em finais de 2017, no Festival do Silêncio.  Sou povo , tema que fecha o disco, tem agora um videoclipe, aqui em estreia, realizado por Cláudia Batalhão e com a participação do actor Eduardo Frazão.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260767680</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/x-wife-e-os-amores-avariados-2018524103750</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/604/119604.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>X-Wife e os amores avariados</video:title>
      <video:description>Atualmente, lançar um single sem um videoclipe já não faz sentido, mas fazê-lo e não anunciar um álbum para breve já não faz ninguém perder o senso. Aliás, foi sobre essa particularidade que já há três anos aqui iniciámos também o texto sobre o    Movin’ Up   . Chegados a 2018, a esta semana, e alguém adiciona na plataforma VIDEOCLIPE.PT o novo  This Game , com que os   X-Wife   fazem, agora sim, anunciar o seu quinto e homónimo álbum (para 6 de abril). Um tema no qual se sente outra vez, e logo de início, a novidade do sopro dos metais a acalorar o habitual e contagiante frenesim histriónico do pós-punk. E também, mais uma vez, um videoclipe do André Tentugal a retratar a deriva emocional da adolescência. Para além do acima mencionado, basta rever o    Heart of The World    e o    Keep On Dancing   , que ele também realizou para esta banda, e verificar que há aqui coerência temática e autoral, e não um gesto blasé de quem filma qualquer coisa a marimbar-se para a música. Todos eles apresentam uma juventude à deriva, movida a impulsos e a humores tresvariados, ou a amores avariados. A modernidade deste pequeno gesto cinematográfico está em procurar refletir os cenários, os espaços em abandono e as mercearias sem dono, na psicologia das próprias personagens. E isso, lê-se em qualquer livro sobre o Neo-Realismo ou sobre a Nouvelle Vague.      Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Mfc0j71TQM0</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/19/video/descobrir-o-medio-oriente-atraves-do-estomago-20180319-113622</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/brunch88270.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Descobrir o Médio Oriente através do estômago</video:title>
      <video:description>Tudo começou no terraço de uma amiga. Aliás, tudo começou quando, em crianças, Ana e Rita giravam o globo de olhos fechados e pousavam o dedo num país para descobrir tudo sobre ele: a sua cultura, o tempo, a comida e os monumentos mais famosos. A Rússia era o país que conheciam melhor. Rita lembra-se de admirar a construção do Kremlin de Moscovo que se assemelhava a um gelado soft, daqueles que saem de uma máquina em espiral. “Sempre me entusiasmei muito com a comida e depois mais tarde criei um blogue sobre restaurantes, ia lá e escrevia o que achava sobre eles”, conta Rita. Em Outubro do ano passado, as irmãs instalaram-se na Kitschen, um espaço com uma decoração vintage semelhante à casa de uma avó, na LxFactory, e desde então organizam todos os sábados o Brunch do Mundo.  O menu é constituído por sete pratos de sete países de um continente e está disponível durante algumas semanas, depois muda para outra região do globo. Durante o brunch, Ana e Rita, de 33 e 30 anos respectivamente, vão trazendo um prato de cada vez à mesa e explicam os seus ingredientes e a história por detrás. “Cada vez que vamos viajar trazemos coisas que sirvam para tranformarmos e adaptarmos para as pessoas conhecerem”, conta Ana. “Desde o início do ano que começámos a fazer viagens já com o intuito de trazer coisas para o projecto. Antes disso fazíamos muito por gosto e exploração pessoal”, completa Rita. “As viagens que constribuíram mais para o projecto foi a minha à Argentina e a da Ana ao Irão, de quase um mês”.  O Brunch do Mundo tem 20 lugares disponíveis e realiza-se aos sábados, das 12h às 15h. O preço por pessoa é 18 euros e a reserva é feita  online, com um e-mail  a solicitar a data pretendida.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260742923</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/18/video/a-sonolenta-de-marta-monteiro-vence-premio-melhor-filme-portugues-no-monstra-20180318-131331</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/sonolenta88269.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;A Sonolenta&lt;/i&gt; de Marta Monteiro vence Prémio Melhor Filme português no Monstra</video:title>
      <video:description>O filme  A Sonolenta  de Marta Monteiro arrecadou o Prémio de Melhor Filme/Sociedade Portuguesa de Autores/Vasco Granja na Competição Portuguesa do Monstra - Festival de Animação de Lisboa, anunciou no sábado organização. O festival, que tinha inaugurado a 8 de Março, apresentou mais de 500 filmes para adultos e crianças, com destaque para a Estónia, o país convidado, e para o mais recente cinema português</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/243317169</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/16/video/lado-a-lado-com-os-suricatas-no-zoo-20180316-193127</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/a88268.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Lado a lado com os suricatas, no Zoo</video:title>
      <video:description>Quem é que alimenta os animais do Jardim Zoológico? O que é que cada espécie come? Como se reproduzem os animais? Qual é o trabalho dos tratadores? O programa “Sábados Selvagens” do Jardim Zoológico de Lisboa organiza visitas guiada por um biólogo para responder a estas e outras perguntas.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/uT3HsZF36Nw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/16/video/o-festival-p-foi-ao-porto-20180316-181408</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/aaaa88267.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O Festival P foi ao Porto. Veja o resumo</video:title>
      <video:description>Conversas,  workshops , convívio e um foto-concerto: o PÚBLICO transformou-se novamente num festival, desta vez, no Hard Club, no Porto. O evento aconteceu no passado dia 3 de Março, contou com a presença de ex-diretores, políticos,  youtubers  e com muitos dos jornalistas que fazem o PÚBLICO todos os dias. O artista convidado foi o músico e compositor Pedro Abrunhosa.  Encontra mais informação sobre esta edição do Festival P no  link   publico.pt/festivalp . A reportagem final do evento pode ser lida  aqui  e a fotogaleria vista  aqui .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260462234</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/16/video/parem-de-matar-gente-um-video-que-e-um-grito-por-marielle-2018524103748</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/542/119542.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“Parem de matar gente”: um vídeo, que é um grito, por Marielle</video:title>
      <video:description>"Hoje saí do banho e a luz piscou. Vi na janela uma chuvarada e lembrei da TV queimada, mas mal sabia que o Rio de Janeiro chorava. Mais uma mulher assassinada. Não apenas uma mulher: mais uma mulher negra."  Ana de Cesaro , 29 anos, começa assim um vídeo de homenagem à vereadora e activista Marielle Franco que foi assassinada na quarta-feira, 14 de Março, com quatro tiros na cabeça, numa acção violenta que também roubou a vida ao seu motorista Anderson Gomes e comoveu milhares de pessoas. Nascida numa favela, negra e lésbica,  Marielle  destacou-se na defesa dos direitos humanos e na luta contra a discriminação. A vereadora do PSOL de 38 anos era também conhecida pela crítica impiedosa à  actuação da Polícia Militar  nas favelas do Rio de Janeiro e da intervenção do Exército brasileiro nas ruas da cidade por ordem do presidente Temer.     Ana de Cesaro começou a fazer vídeos em 2010, com uma mochila às costas e a Europa como destino, e apaixonou-se por essa forma de comunicação. É conhecida pela promoção de dietas saudáveis (fez um programa onde registou a sua perda de 40 quilogramas), adora música, teatro e até já escreveu um livro. No  Facebook  é seguida por mais de 175 mil pessoas e até a Globo decidiu partilhar a sua homenagem, na quinta-feira, dia do funeral de Marielle, no intervalo do Jornal Nacional. "Quantos mais vão precisar morrer para que essa guerra acabe?", interroga Ana de Cesaro.     Em Portugal, a indignação com o assassinato de Marielle também se faz sentir. O Festival Feminista do Porto e o movimento Parar o Machismo, Construir a Igualdade estão a promover uma  manifestação  em frente ao consulado do Brasil, no Porto, para o dia 19 de Março (18h30), "em solidariedade com as brasileiras e os brasileiros, com todos os actos públicos que estão a ser convocados no Brasil". Em Lisboa há uma  vigília  nesse mesmo dia (18h), na Praça Luís de Camões. E ainda um  outro evento , esta sexta-feira, 16 de Março, às 18h no mesmo local.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/vkyMJUYjhgU</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/15/video/cinema-num-minuto-as-estreias-da-semana-20180315-175239</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/ComoNossosPais_VIDEOS88266.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Como Nossos Pais  , drama de Laís Bodanzky,   Colo  , assinado por Teresa Villaverde, e   O Último Retrato  , filme de Stanley Tucci, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260285173</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/15/video/forca-aerea-regista-imagens-do-resgate-na-praia-da-ursa-20180315-171205</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/forcaaerea188265.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Força Aérea regista imagens do resgate na praia da Ursa</video:title>
      <video:description>A Força Aérea Portuguesa registou em vídeo vários momentos da missão de resgate de duas pessoas feridas com gravidade na sequência de uma derrocada na Praia da Ursa, em Sintra. Segundo o comandante da Capitania do Porto de Cascais, Pereira da Terra, das cinco pessoas a acampar junto à arriba, verificou-se uma vítima mortal, um homem de nacionalidade brasileira com 23 anos, e uma jovem ferida com gravidade, alemã, com 18 anos, que sofreu poli-traumatismos.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260277690</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/15/video/david-construiu-o-proprio-braco-com-pecas-de-lego-2018524103748</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/519/119519.jpg</video:thumbnail_loc>
      <video:title>David construiu o próprio braço com peças de Lego</video:title>
      <video:description>"Quando era pequeno, era obcecado por Legos. Construía carros, planetas ou helicópteros." Agora, construiu um braço. A história é contada na primeira pessoa por David Aguilar, um jovem de Andorra que criou a própria prótese com recurso a peças de Lego. David nasceu com uma deformação no braço direito. "Enquanto crescia, era um pouco irritante", confessa, porque ouvia comentários como "Oh, não tens uma mão". Agora, e em tom de brincadeira, gosta de se apelidar "Hand Solo". 

 Tinha nove anos quando se aventurou a construir o primeiro braço, em forma de barco. No entanto, as peças não eram fortes o suficiente e, nove anos mais tarde, decidiu tentar novamente. É assim que surge a nova prótese — a MK1. Demorou cinco dias a ser feita e, com ela, David consegue "fazer flexões". "É bastante forte." Não satisfeito, rapidamente aperfeiçoou o design e lançou a MK2, a prótese com capacidade para dobrar e pegar em objectos. 

 David "era apenas um rapaz normal", confessa, mas, quando construiu a prótese e a levou pela primeira vez para a escola, "todas as pessoas disseram que era realmente inteligente", conta, no vídeo da plataforma  Great Big Story . O caso de David, contudo, não é o primeiro.  Aidan , uma criança norte-americana que nasceu sem a mão esquerda, também desenvolveu uma prótese a partir de Legos, com apenas nove anos.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/vFymKqUwodY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/15/video/cinecartaz-trailer-operacao-entebbe-371297403</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Entebbe88264.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Operação Entebbe</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Operação Entebbe</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380903_service_operacao-entebbe--trailer-legendado_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/15/video/contribuintes-poderao-ter-de-dar-mais-dinheiro-para-a-banca-20180315-091854</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Contribuintes poderão ter de dar mais dinheiro para a banca</video:title>
      <video:description>Contribuintes poderão ter de dar mais dinheiro para a banca</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260201552</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/14/video/as-frases-que-fazem-olhar-para-as-estrelas-20180314-122548</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/a88262.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>As frases que fazem “olhar para as estrelas”</video:title>
      <video:description>O físico britânico morreu nesta quarta-feira, aos 76 anos. Eis algumas das suas frases que ficaram para a história — sobre a vida e o Universo.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/260040457</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/14/video/381243servicevinhosetembro640x350-2102226960</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Setembro a Vida Inteira</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Setembro a Vida Inteira</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381243_service_vinhosetembro_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/13/video/a-noite-vista-do-espaco-a-terra-brilha-2018524103748</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/437/119437.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>À noite, vista do espaço, a Terra brilha</video:title>
      <video:description>Já imaginaste o que sentirias se estivesses no espaço a olhar para o planeta Terra encoberto pela escuridão, a tentar localizar países e continentes enquanto o mundo dorme? A agência especial norte-americana NASA dá uma ajuda neste vídeo, que mostra o que os astronautas vêem quando espreitam por uma das janelas da Estação Espacial Internacional (EEI). O  timelapse  foi realizado pela  NASA  em parceria com o serviço  Gateway to Astronaut Photography of Earth , mostrando-nos os períodos de escuridão nos continentes americano, europeu e africano.     A cada 90 minutos, a EEI dá uma volta completa ao globo terrestre. Desta vez, os astronautas decidiram transformar em vídeo uma série de fotografias que nos mostra os vários espectáculos visuais da Terra. O  timelapse  arranca com o brilho das auroras. Depois, entre as luzes das cidades, surgem  flashes  momentâneos de luz — são relâmpagos de trovoadas. Estrelas muito distantes podem ser vistas a surgir num brilho dourado-esverdeado que se levanta do planeta.     Este vídeo foi o destaque de segunda-feira, 12 de Março, no  site   Astronomy Picture of the Day , plataforma em que a NASA apresenta diariamente uma fotografia ou um vídeo do universo, incluindo também uma breve explicação que simplifica o que está a ser apresentado. "Descobre o cosmos" é o mote do  arquivo , que compila as entradas desde 16 de Junho de 1995. Não é a primeira vez que a NASA aposta neste género de vídeos em  timelapse —  o  site  que agrega os conteúdos capturados pelos astronautas permite, por exemplo, que cada visitante veja o seu país do espaço. Também disponibiliza vídeos que mostram fenómenos simples, como a transição entre a noite e o dia, a outros que, até a um passado recente, eram verdadeiros enigmas para o ser humano. Resta esperar as cenas dos próximos episódios, em que a EEI continuará a mostrar-nos a nós, meros terrestres, como tudo acontece lá em cima, no infinito vácuo espacial.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/zIqG42AD4Gw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/381183servicetrailer-the-wailing--o-lamento-de-na-hongjin640x350-938736819</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer The Wailing - O Lamento</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer The Wailing - O Lamento</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/381183_service_trailer-the-wailing--o-lamento-de-na-hongjin_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/380897servicesherlock-gnomes-640x350-1827205031</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer  Sherlock Gnomes</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer  Sherlock Gnomes</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380897_service_sherlock-gnomes-_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/cinecartaz-trailer-gringo-1566435499</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Gringo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Gringo</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/205067_service_gringo-_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/cinecartaz-trailer-ultimas-conversas-934812356</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Últimas Conversas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Últimas Conversas</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/372790_service_ultimas-conversas-de-eduardo-coutinho-_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/cinecartaz-trailer-o-capitao-1858129485</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Capitão</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Capitão</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380899_service_o-capitao-um-filme-de-robert-schwentke_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/380369servicetomb-raider-filme--trailer-legendado-640x350-1140552983</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Tomb Raider: O Começo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Tomb Raider: O Começo</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380369_service_tomb-raider-filme--trailer-legendado-_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/12/video/papillon-a-soltar-amarras-ao-hip-hop-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/402/119402.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Papillon a soltar amarras ao hip hop</video:title>
      <video:description>É inevitável não referir isto: desde o início do ano, nós, VIDEOCLIPE.PT, já aqui destacámos da nossa plataforma cinco vídeos de hip hop. Indício de movimentação criativa nacional neste género musical, não só sonoro, como visual. Nesse  início  alertávamos, contudo, para as nossas ainda enormes discrepâncias concetuais, contrapondo até com o exemplo de Kendrick Lamar, que "explora o sentido das palavras através de metáforas visuais, carregadas de simbolismos e surrealismos, com pendor narrativo e cinematográfico". Parece estranho, mas estas palavras fundamentam agora este  Impasse  de  Papillon . Nome de um dos  rapper  do coletivo GROGNation, e que se serve deste videoclipe para anunciar para breve  Deepak Looper , álbum em nome próprio e produzido pelo autor do momento, o Slow J. Daí o piano a marcar presença dramática, as evoluções entre a calma e a tensão, e até guitarras elétricas e eruptivas em solo, o que lembra mais Orelha Negra do que GROGNation — aliás, na bateria conta com Fred Ferreira. E nas guitarras com Vasco Reis Ruivo. Sendo este, curiosamente, o realizador do ambiente onírico do videoclipe, no qual se manifestam metaforicamente, embora sem dramaturgia, as projeções mentais e autobiográficas do  rapper  a partir dos seus medos e bloqueios angustiantes, assim como da libertação destes. Esperando nós que esse soltar de amarras também se manifeste no resto do álbum como prova duma abertura do hip hop nacional à diversidade sonora e à criatividade visual. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/VhXSyiXtyRA</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/11/video/a-publicidade-pode-ser-cinema--que-o-diga-este-jovem-portugues-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/324/119324.jpg</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A publicidade pode ser cinema — que o diga este jovem português</video:title>
      <video:description>João de Botelho conta os passos que deu de Braga até Copenhaga como se de uma história de amor se tratasse — e talvez se trate. Apaixonado por fotografia, comprou uma câmara e depressa se focou em aprender "por conta própria". "Primeiro fiz parte de uma banda em Portugal e ia tirando fotografias, sempre interessado por captar imagens (...). E depois houve ali uma altura em que fizemos uma  tour  pela Europa e passámos por Copenhaga", conta ao P3. Mais tarde, por ali ficou. Agora, João grava filmes para marcas internacionais. O mais recente foi realizado por Meeto — dinamarquês que venceu o  Young Director Award  no Festival de Cannes em 2016 — e chegou mesmo a ganhar o maior galardão do   Copenhagen Fashion Film  , competindo com marcas como a Gucci.      Desta vez, o português trabalhou para a  Soulland  — uma "marca de roupa dinamarquesa que também está nos Estados Unidos" — e a história gira em torno de um casal "que sente que a relação vai acabar". "Não se percebe bem como, quando ou porquê", explica o director de fotografia, mas a ideia está lá. "Não queríamos fazer um filme de um minuto, onde se vissem só modelos a usar roupas, porque isso há em todo o lado. Então criámos um guião e fomos filmando durante dois dias e meio." A ideia foi desconstruir o conceito de publicidade e transformar o vídeo num pequeno segmento cinematográfico.     "Acho que tenho um estilo próprio. [Mas] creio que consegues apanhar um bocadinho de outros estilos em tudo o que faço", admite. E o Netflix ajuda. "É uma vergonha se dissesse a quantidade de tempo que passo à frente da televisão." Sem esconder que a inspiração no trabalho de outros directores de fotografia, como ele próprio, faz parte do processo de criação, João refere que  tudo o que produz  é sinónimo daquilo que gosta e ambiciona.     "Quando faço este tipo de filmes, tenho sempre a esperança de poder levar este trabalho para Portugal, de poder fazer isto com realizadores portugueses." Aos 30 anos – e um desejo enorme de voltar para o seu país —, o jovem diz conhecer (d</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/253693738</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/09/video/um-ponto-de-vista-para-perceber-melhor-o-mundo-20180309-200911</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/jorge88253.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Um &lt;i&gt;Ponto de Vista&lt;/i&gt; para perceber melhor o mundo</video:title>
      <video:description>Adelino Gomes, jornalista que esteve na fundação do jornal, lembra-se da primeira vez que viu Jorge Almeida Fernandes: de pé, em cima de uma mesa no bar da Associação Académica da Faculdade de Direito, a falar – a dar o seu ponto de vista. Em 2001, nascia no PÚBLICO uma rubrica com o mesmo nome — um espaço que viria a dar a conhecer análises sobre assuntos internacionais, e uma forma de olhar — e perceber — o mundo, assinada actualmente por um dos jornalistas mais antigos na redacção, o mesmo Jorge Almeida Fernandes. Dezassete anos depois, a convite do jornal, o jornalista recolheu várias dezenas de artigos, entre mais de 700, para dar origem a uma obra que "é quase sempre uma análise fria, uma disciplina de interpretação racional e objectiva que esconde e submete a paixão política, ou a paixão pela política, à ética da responsabilidade", assim se lê no prefácio, escrito por Carlos Gaspar.  Ponto de Vista  é um livro que ajuda a perceber as mudanças no mundo, que, muitas vezes, acabam por não chegar.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/259393869</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/09/video/gal-gil-e-nando-reis-somos-tres-amigos-no-palco-20180309-094834</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/687719139-8ee5c65b77cea3a0bb6e63f617ae56a5567dfc2d5ff65ce552163be5492dfdf1-d_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Gal, Gil e Nando Reis: “Somos três amigos no palco"</video:title>
      <video:description>Gal Costa, Gilberto Gil e Nando Reis criaram juntos um espectáculo muito aplaudido no Brasil. Conversa com os três Trinca de Ases, antes dos concertos em Lisboa (Campo Pequeno, sexta e sábado) e no Porto (Coliseu, domingo). Para o PÚBLICO, tocaram a canção inédita, Tocarte, "um tema delicado, o do assédio", diz Gil. "O limite entre o que é invasão e o que é o desejo. É uma letra extremamente bonita…”, diz Nando Reis.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/259304474</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/08/video/cinema-num-minuto-as-estreias-da-semana-20180308-173604</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/LadyBird_VIDEO88250.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Esta semana chegam aos cinemas   Lady Bird  , de Greta Gerwig,   Correspondências  , assinado por Rita Azevedo Gomes, e   Marvin  , de Anne Fontaine, entre outros filmes.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/259205625</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/08/video/o-campus-da-microsoft-e-uma-minicidade-20180308-172352</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/microsoft88249.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O &lt;i&gt;campus&lt;/i&gt; da Microsoft é uma minicidade</video:title>
      <video:description>A sede da Microsoft, em Redmond, nos Estados Unidos, tem 125 edifícios espalhados por cerca de 500 hectares. No campus, há um centro comercial só para trabalhadores, uma sala para testar equipamento para jogos e casas nas árvores, para quem quiser trabalhar mais perto da natureza. O PÚBLICO visitou o  campus  da Microsoft e agora leva-o até lá.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Zp1A9uec3Gg</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/08/video/conduzir-a-verdadeira-independencia-para-as-mulheres-na-arabia-saudita-20180308-121355</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/saudi188248.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Conduzir, a verdadeira independência para as mulheres na Arábia Saudita</video:title>
      <video:description>Na universidade Effat, em Jeddah, há mulheres sauditas a ter aulas de condução pela primeira vez. “Conduzir, para mim, é a verdadeira liberdade e independência para as mulheres”, diz à  Reuters  Fatmah Haroon. “Para as mulheres é uma espécie de libertação, em vez de ficarem dependentes, agora vamos onde queremos. Teremos mais liberdade para fazermos as nossas coisas, mais liberdade para desempenhar o nosso trabalho devidamente, e para a carreira das mulheres, vai simplificar bastante", explicou. A taxa de desemprego das mulheres no Médio Oriente é o dobro da dos homens, revelou esta semana a ONU. Homens e mulheres não têm igualdade nas oportunidades de trabalho nem tão pouco equivalência salarial. A Arábia Saudita está, de resto, na lista dos cinco países do Médio Oriente com a menor participação das mulheres na economia. Apesar da autorização para conduzirem (que já havia sido anunciada e entrará em vigor em Junho), as mulheres continuam a não poder prescindir da autorização de um homem para se poderem deslocar. Na Arábia Saudita, as mulheres estão submetidas à tutela de um homem da família, normalmente o pai, o marido ou um irmão, para estudarem ou viajar.   A possibilidade de conduzir um automóvel, na Arábia Saudita, tornou-se símbolo da libertação das mulheres no país que tem, nos últimos anos, apostado em reformas na economia mas também na sociedade. Quando no final de 2015 as mulheres foram, pela primeira vez, autorizadas a votar e a candidatar-se a  eleições na Arábia Saudita , houve uma excepção: as mulheres que defendiam publicamente o direito a conduzir não foram autorizadas a concorrer às eleições. No quadro de um  ambicioso plano de reformas económicas e sociais  para o horizonte de 2030, no sentido de limitar a dependência do petróleo, Riade parece estar a amenizar restrições que eram impostas às mulheres, apesar da oposição dos ultraconservadores.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/259147453</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/08/video/igualdade-de-genero-ate-estas-criancas-entendem-o-que-esta-mal--2018524103748</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/356/119356.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Igualdade de género: até estas crianças entendem o que está mal</video:title>
      <video:description>A função: separar as bolas azuis e cor-de-rosa e colocá-las nos respectivos recipientes. Os trabalhadores: três pares de crianças, cada par composto por um menino e uma menina. A recompensa (isto é, o salário): um copo de gomas para cada membro da equipa. Afinal, os dois exerceram a mesma função, durante o mesmo período de tempo e com igual aproveitamento. Então porque é que o copo do rapaz está cheio e o da rapariga a meio? 

 Explicam-lhes: “Molly, a razão de receberes menos do que o Thomas é por seres rapariga”. Continua a não fazer sentido, respondem, tanto eles como elas. “Isso não é bom”; “Não é justo”; “É só estranho”; “Isso é tão errado.” 

 O vídeo é uma iniciativa do  Sindicato do Sector Financeiro da Noruega  para denunciar as diferenças salariais entre homens e mulheres. E não é uma questão de ver o copo meio cheio em vez de meio vazio:  Portugal é o país europeu onde o fosso salarial mais se agravou . 

 Segundo  dados divulgados esta quarta-feria, 7 de Março, pela Eurostat , as trabalhadoras portuguesas ganham em média 82,5 cêntimos por cada euro que um homem ganha por hora. É uma diferença de 17,5 cêntimos, acima dos 16 cêntimos pagos a menos às mulheres na média europeia. Portugal tem ainda a quinta menor percentagem de mulheres no Governo da União Europeia. E se prestares atenção às placas toponímicas, vais reparar que só  15% das ruas com nomes próprios são de mulheres: "Santas, mães, rainhas " 

 Estes são alguns dos títulos no destaque que esta quinta-feira, 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, o PÚBLICO levou à primeira página. Porque vale a pena noticiar a desigualdade até todos os copos estarem cheios — ou pelo menos iguais.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FfinansforbundetNO%2Fvideos%2F10156793637468273%2F&amp;show_text=0&amp;width=560</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/08/video/a-funcao-do-cds-nao-e-casarse-com-o-ps-20180308-014949</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/@f14%20%205col%20%20%20%20%20%20nfs%20A%20M%20Nunes%2045%2006031888247.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“A função do CDS não é casar-se com o PS”</video:title>
      <video:description>“A função do CDS não é casar-se com o PS”</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/259091785</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/07/video/debate-feminismo-20180307-155833</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Procura_novos_Feminismos_li88246.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Debate: À procura de novos feminismos</video:title>
      <video:description>Na véspera do Dia da Mulher fomos descobrir, com mulheres, o que é hoje o feminismo. É muito diferente do final da década de 1960? Quais são as lutas das mulheres no início do século XXI? Continua a fazer sentido falar de feminismo nos dias de hoje?  Para responder a estas e a outras questões, num debate moderado por Bárbara Wong, convidámos:   Catarina Marcelino  47 anos. Deputada à Assembleia da República e ex-secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade. Licenciada em Antropologia com uma pós-graduação em Género, Poder e Violência, foi presidente das Mulheres Socialistas entre 2010 a 2013. Enquanto secretária de Estado, trabalhou de perto com ONGs que actuam em todo o país na defesa dos direitos das mulheres e da não-discriminação.   Manuela Tavares  60 anos. Com mais de quatro décadas de activismo, demorou a assumir-se como feminista. Fundadora da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), foi uma das mulheres que, em 1982, se mostrou nas galerias da Assembleia da República envergando T-shirts com "Eu abortei". Há dez anos, defendeu a tese de doutoramento Feminismos em Portugal (1947-2007).   Margarida Balseiro Lopes  28 anos. Deputada e primeira mulher candidata à JSD. Licenciada pela Faculdade de Direito de Lisboa, onde foi dirigente da Associação Académica e da Associação Europeia de Estudantes de Direito, a parlamentar é ainda mestre em Direito e Gestão pela Universidade Católica e está neste momento a fazer a especialização em Direito Fiscal.   Alexa Santos  31 anos. Autora do blogue Queering Style. Para Alexa, o feminismo é “uma forma de ler o mundo”, que descobriu quando fazia um mestrado em Género, Sexualidade e Teoria Queer, no Reino Unido. Em Lisboa, tem estado presente em vários colectivos e iniciativas, ouvindo os pontos de vista das outras mulheres e trazendo também “o feminismo que acha importante”.  Encontra mais informação sobre este tema em  publico.pt/novos-feminismos .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/259379450</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/06/video/a-mouraria-de-tania-oleiro-no-primeiro-videoclipe-de-tercos-de-fado-20180306-143404</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/mouraria88245.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A Mouraria de Tânia Oleiro no primeiro &lt;i&gt;videoclipe&lt;/i&gt; de &lt;i&gt;Terços de Fado&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Tânia Oleiro tem sido uma revelação no fado. “De uma forma discreta e serena, sem poses artificiais de show business nem pretensões filosóficas pós-modernas”, como escreve Rui Vieira Nery na introdução ao seu disco de estreia,  Terços de Fado , editado em 2016 pelo Museu do Fado e agora em fase de relançamento. É dele que aqui se estreia um primeiro  videoclipe , o do fado  A nova Rosa da Mouraria , com letra e música do também fadista Marco Oliveira. Filmado na Maria da Mouraria, conta com Ricardo Parreira na guitarra portuguesa, José Elmiro Nunes na viola de fado e Francisco Gaspar na viola baixo.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258949021</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/05/video/380368servicecom-paixao--trailer-legendado640x350-1539547239</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/marcyPass88244.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Com Paixão</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Com Paixão</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380368_service_com-paixao--trailer-legendado_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/05/video/profjam-e-uma-boa-pedra-nas-aulas-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/188/119188.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>ProfJam e uma boa pedra nas aulas</video:title>
      <video:description>O videoclipe que esta semana é aqui destacado na única galeria deste género audiovisual em Portugal, a partir dos links que as pessoas adicionam em VIDEOCLIPE.PT, foi apenas o terceiro que lá chegou do rapper  ProfJam , o nome pelo qual Mário Cotrim é tratado na instituição do hip hop nacional. A sua instrução sobre essa matéria tem mais anos, mas é desde 2016 que este "profe" começa a lecionar com uma "pasta" editorial própria (Think Music). Colocado naquele quadro que por cá tem esticado a estética  bass  ao género musical, juntamente com  Mike El Nite ,  MGDRV ,  Nerve , etc, etc, naquele veículo primordial pelo qual hoje se transmite ao público estas matérias das batidas e das rimas, ou seja, o videoclipe, as fórmulas ainda estavam por esticar. No anterior  Mortalhas  havia apenas um padrão formatado da velha escola: poses e maneirismos miméticos, apesar da boa imagem. Curiosamente, há meses destacámos uma boa " receita " visual para um hip hip pedrado e agora, com este  Yabba , ProfJam tem já uma base ficcional e algo mais natural para enquadrar para a câmara o seu "flow speedado", arrítmico, dopado e de rimas cifradas. Mas talvez se deveria reparar que o autor do manual visual pelo qual o  rapper  dá esta aula, sobre a moca da vida e dos poderes "maçónicos" da música — daí a régua, o compasso e rituais malditos —, é o mesmo André C. Santos que já  aqui  evidenciava o saber sobre a forma como estes "profes" devem bem lecionar através dos videoclipes.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/BW8VScttYzE</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/04/video/de-nada-serve-termos-um-modelo-de-prevencao-e-combate-se-a-paisagem-nao-mudar-20180304-203603</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/f02a_4col_dro%20T%20M%20Oliveira%204%2028021888243.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>“De nada serve termos um modelo de prevenção e combate se a paisagem não mudar”</video:title>
      <video:description>“De nada serve termos um modelo de prevenção e combate se a paisagem não mudar”</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258521214</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/04/video/a-fotografia-que-nao-fiz-para-o-meu-jornal-20180304-172131</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/188242.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A fotografia que não fiz para o meu jornal</video:title>
      <video:description>Em Março de 2000, fui enviado pelo meu jornal a Moçambique, meu país de origem, para cobrir as dramáticas cheias que o assolavam. Mais uma vez, os Rios Limpopo e Save tinham-se entornado para lá das suas margens. O sul e o centro do país estavam agora como que submersos em toda a água que noutras épocas faltara. Já não visitava os meus pais, em Maputo, fazia cinco anos. Era urgente deslocar-me a Moçambique para dar a conhecer ao mundo aquele drama. Como era urgente, também, um abraço dos meus pais.  Foi com dois grandes camaradas que trabalhei nesta reportagem: o Marcelo Mosse e o João Manuel Rocha. Quando se é enviado especial, o peso da responsabilidade pode pôr a profissão acima dos laços familiares. Desembarcado em Maputo, entre abraços e lágrimas, senti-me de novo aquele menino que adorava correr nu, a fintar os fios de água que caíam em dias de chuva tropical. Ocorreu-me o que apreendera um dia sobre o rio Limpopo: que corria muito disciplinado na vizinha África do Sul, sobretudo durante as chuvas. Mas a caminho da sua foz, em Moçambique, libertava algumas vezes toda a sua irreverência. Soltando-se do seu percurso sem avisar ninguém, levando vidas e bens. A minha avó materna vivia nas margens do rio Limpopo, cerca de 200 quilómetros a norte de Maputo, onde a situação era crítica. A estrada nacional estava cortada na Manhiça. Uma ponte tinha desabado, levada pela corrente, e não havia comunicações telefónicas. O distrito de Chokwé estava literalmente isolado. Soube que uma criança nascera em cima de uma árvore. Em Maputo, a família não sabia da minha avó, da minha tia mais nova e dos meus primos há alguns dias.  Duas horas depois do desembarque em Maputo, fiz-me à estrada, a caminho do Chokwé. Os meus avós maternos eram agricultores e criadores de gado nas margens do Limpopo, outrora denominado o “celeiro da nação”. Este vale foi também a minha escola. A maior parte das férias da escola primária foram lá vividas e foi ali que, ainda menino, aprendi a “domar” um tractor  Massey Ferguson. O meu avô Luís, padra</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258497369</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/contagem-decrescente-para-os-oscares-qual-sera-o-melhor-filme-20180302-232007</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/tnfilme88241.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Contagem decrescente para os Óscares: qual será o Melhor Filme?</video:title>
      <video:description>Lady Bird  ,   Três Cartazes à Beira da Estrada  ,   A Hora Mais Negra  ,   Linha Fantasma  ,   A Forma da Água  ,   The Post  ,   Dunkirk  ,   Chama-me pelo Teu Nome   e   Foge   são os nomeados.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258389899</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/festival-p-um-olhar-sobre-o-presente-e-o-futuro-da-cultura-no-porto-20180302-182910</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/ines88240.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Festival P: Um olhar sobre o presente e o futuro da cultura no Porto</video:title>
      <video:description>Inês Nadais, editora de Cultura, vai moderar este sábado o debate "Cultura: como programar a partir do Porto?", no Festival P, no Porto. Juntam-se à mesa João Ribas (director do Museu de Arte Contemporânea de Serralves), António Jorge Pacheco (director artístico da Casa da Música), Nuno Carinhas (director artístico do Teatro Nacional de São João) e Tiago Guedes (director do Teatro Municipal do Porto).  Junte-se a nós no Hard Club, no Porto, para a segunda edição do Festival P.  Inscreva-se .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258311722</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/uma-viagem-no-tempo-no-28-aniversario-do-publico-20180302-165709</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/vicente188239.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Uma viagem no tempo no 28.º aniversário do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Vicente Jorge Silva, fundador e antigo director do PÚBLICO, voltou à redacção como director convidado para coordenar a edição que marca os 28 anos do jornal esta segunda-feira, 5 de Março.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258296939</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/380367serviceciume-jalouse-640x350-673341747</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ciúme</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ciúme</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380367_service_ciume-jalouse-_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/380893serviceque-o-diabo-nos-carregue640x350-866678578</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Que o Diabo Nos Carregue</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Que o Diabo Nos Carregue</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/380893_service_que-o-diabo-nos-carregue_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/cinecartaz-trailer-colo-639820507</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinecartaz: Trailer Colo</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Colo</video:description>
      <video:content_loc>https://stream.publico.pt/Videos/201803/190393_service_colo_640x350.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/quem-apanhava-bacalhau-era-rei-20180302-104804</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/pimenta88234.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O mar não fala. Os que lhe sobrevivem, sim</video:title>
      <video:description>Em Caxinas, de onde eu venho, o mar é como a gente. Cresce e mingua, mata e dá de comer. Como se dizia da  Quinita  e do  Alan , pastores alemães que levavam o dinheiro da lota e o peixe do Tio Fernando para casa, ao mar só lhe falta falar. E é pena que não fale, pelo tanto que haveria de nos dizer dos que no seu dorso se fizeram homens, ou dos que ele, espumando de amores pela Lua, engoliu. Houvesse um búzio que nos  salvasse desse silêncio...  Para sabermos do mar, é preciso, pois, procurar na língua da maré os homens e mulheres que se tornaram escravos dos seus humores, e que conseguiram sobreviver a essa incerteza. Elas esperando, com uma roda de filhos e mil tarefas em terra; eles pescando, na ânsia do regresso, dos corpos delas, e de um copo na loja do  Caramelho . Para sabermos do mar, e das suas gentes, é preciso escutar o rumor do tempo que se espraia das suas bocas nos dias de brisa, e escrever na areia, para não esquecer.  Há um quarto de século, quando o Fernando Alves, com a sua amada TSF, me abria o  Postigo da Noite  para o jornalismo - profissão que continuo a namorar, no PÚBLICO, desde 2002 - decidi que não queria esquecer. Ao mesmo tempo que, em Braga, dedicava muito do meu trabalho académico a estudar os meus, em Caxinas, com um amigo, o António Flores Coentrão, iniciei um projecto de entrevistas a antigos pescadores. Tinha, então, o intuito de entregar as respectivas cassetes a António Ferreira Vila Cova, que, provisoriamente, fundara, em 8 de Dezembro de 1991, o seu, nosso, Museu do Mar, numa garagem. Vila Cova sonhava com uma casa definitiva para o nosso património, para a nossa curta, mas intensa, história. Eu sonhava completar esse espólio com a voz e os rostos dos seus protagonistas.  Por motivos diversos, os nossos sonhos desviaram-se do rumo. O museu haveria de fechar no final dessa década, aguardando, desde então, a sua reactivação. E eu entrevistei apenas o António Flores, o Manuel Pontes — que já morreram — e o Fernando Matias Marques. O tio Fernando, com o seu cabelo branco, e a voz</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258272831</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/02/video/181228-20180302-103005</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/adriano88233.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>18+12=28</video:title>
      <video:description>Eles e o PÚBLICO. O PÚBLICO e eles. As memórias fundem-se como o metal. É impossível separá-los. Todos estes anos em que decidi fazer do jornalismo modo de vida, eles ouviram sempre a palavra PÚBLICO.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258240245</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/01/video/festival-p-um-cafe-com-activismo-20180301-171717</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/amandaribeiro88232.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Festival P: "Um café com activismo"</video:title>
      <video:description>Amanda Ribeiro, editora do P3, vai moderar este sábado o debate "Um café com activismo", no Festival P, no Porto. Juntam-se à mesa Maria Pinto Teixeira (Animais de Rua) e Diogo Vieira da Silva (coordenador europeu da Tudo Vai Melhorar), as duas personalidades mais votadas na iniciativa  P3rsonalidade 2017 , promovida pelo P3. Será uma conversa sobre activismo e sobre vidas que se dedicam à defesa de causas.   Junte-se a nós no Hard Club, no Porto, para a segunda edição do Festival P.  Inscreva-se .</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258125719</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/01/video/cinema-num-minuto-as-estreias-da-semana-20180301-163100</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/Ramiro_VIDEO88231.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Ramiro  , filme de Manuel Mozos,   Mark Felt - O Homem Que Derrubou a Casa Branca  , assinado por Peter Landesman, e   Passo a Passo  , de Grand Corps Malade e Mehdi Idir, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258111054</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/01/video/se-te-sentes-a-afundar-isso-nao-e-amor-2018524103749</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://stream.publico.pt/Fotos//bin/ot/104/119104.jpg</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Se te sentes a afundar, isso não é amor</video:title>
      <video:description>“Nunca o amor romântico pode justificar a violência”,  dizia a presidente  da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), Maria José Magalhães, ao PÚBLICO, um dia depois do Dia dos Namorados. Declarava isto em resposta a um estudo da associação, divulgado em Fevereiro de 2018, que diz que um em quatro jovens portugueses acha a violência sexual no namoro “natural”. É banal (40%) impedir alguém de se vestir como quer. É normal para 20% dos jovens com idade média de 15 anos trocar insultos numa discussão. E se não deixar marcas, então não é agressão, dizem 320 jovens, entre os 4 mil inquiridos.     Todas estas situações também eram naturais para a jovem que surge na animação da   Day One  , uma organização norte-americana que luta para acabar com os abusos no namoro. Sempre ao som da  Walking on Sunshine , uma música aparentemente alegre, as personagens caminham de uma relação aparentemente saudável  —  desde logo se notam alguns indícios que mostram que o personagem masculino poderá ser controlador e possessivo  —  para um namoro abusivo. O objectivo é mostrar que a violência nem sempre é física. Mas que isso  não a torna “natural” .</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/1L6HB97lbrQ</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2018/03/01/video/contagem-decrescente-para-os-oscares-quem-sera-a-melhor-actriz-20180301-114113</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/201803/tnactriz88229.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Contagem decrescente para os Óscares: quem será a Melhor Actriz?</video:title>
      <video:description>Frances McDormand em   Três Cartazes à Beira da Estrada  , Sally Hawkins em   A Forma da Água  , Margot Robbie em   Eu, Tonya  , Saoirse Ronan em   Lady Bird   e Meryl Streep em   The Post   são as nomeadas.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/258064430</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
</urlset>