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      <video:title>Incêndio na Praça Mouzinho de Albuquerque, no Porto</video:title>
      <video:description>Um incêndio deflagrou nesta tarde de quarta-feira num edifício da Praça Mouzinho de Albuquerque, conhecida como rotunda da Boavista, no Porto. Há pelo menos uma pessoa ferida.  Trata-se de uma mulher que teve de saltar pela janela de uma habitação situada no segundo piso do prédio e que caiu desamparada no chão. Outras duas pessoas que se encontravam no interior do prédio, conseguiram escapar às chamas sem necessitarem de saltar.</video:description>
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      <video:title>Festival P: "Venha ajudar-nos a fazer um jornal melhor para si"</video:title>
      <video:description>Para celebrar o 28.º aniversário do PÚBLICO, o jornal organiza um encontro no próximo dia 3 de Março, no Hard Club, no Porto, para juntar jornalistas e leitores.  "Quando um jornal faz anos, quem está de parabéns são os leitores", explica Diogo Queiroz de Andrade, director-adjunto do PÚBLICO, num convite dirigido a todos os leitores.  O festival terá três palcos que irão receber conversas sobre política,  youtubers,  jornalismo e a cultura do Porto. "Vamos juntar numa pequena conversa todas as grandes instituições que hoje dão a cara pela cultura do Porto", antecipa Diogo Queiroz de Andrade.  "Vamos estar de portas abertas e, mais do que isso, vamos estar todos disponíveis para conversar consigo", explica o director-adjunto do PÚBLICO. "Venha, venha dizer bem do jornalismo, venha dizer mal do nosso jornalismo, venha conversar connosco, venha desafiar-nos, venha ajudar-nos a fazer um jornal melhor para si", desafia.   Conheça o programa do Festival P .</video:description>
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      <video:title>Baptiste salta com vara... e um skate eléctrico</video:title>
      <video:description>Será um skate eléctrico incompatível com a prática desportiva do salto com vara? Baptiste Boirie diz que não. Entre os cinco melhores atletas franceses desta modalidade, o jovem contou à  RedBull  que tudo começou em 2012, quando numa prova se questionou o que aconteceria se usasse o skate para transpor a fasquia. A resposta foi evidente e  está à vista  de todos.   Conseguindo ultrapassar os 4,60 metros — o equivalente ao mínimo para a qualificação olímpica feminina —, o gosto por desafios maiores começou e a ideia de ter um skate eléctrico surgiu. Com um protótipo de uma marca francesa de skates conseguiu superar os cinco metros. E depois? Nunca mais parou.    Ultrapassou os 5,70 metros  em 2016 e, nos treinos, diz conseguir registar valores entre os 5,80 e os  6 metros . O próximo destino é o  Livro do Guinness , para onde o atleta profissional diz esperar entrar até ao final do ano. Admitindo que (talvez) não tenha sido o pioneiro desta ideia — uma vez que há registo de, nos anos 70, um atleta ter tentado a proeza com um skate normal (porém, falhando) em Nova Iorque —, o jovem refere que esta modalidade "vai para além do atletismo".     Em declarações à RedBull, Baptiste refere que depois de  alguns testes de radar  se chegou à conclusão que a velocidade do skate pode ser menor do que a atingida por um corredor de alta velocidade. "Tenho  feedback  de vários colegas que tentaram, mas não conseguiram", conta o atleta. "Tentei com amigos de nível superior. Conseguiram ir além dos 4,50 metros e, no final, já quase atingiam os cinco metros." "Não estando muito habituados a andar de skate, assim que a velocidade aumenta, desestabilizam-se" e a aventura fica por aqui. Mas não para Baptiste. Confiante de que a moda vai pegar, principalmente nos Estados Unidos, a fasquia é apenas uma: superar os seis metros.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer The Strangers - Predadores da Noite</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer The Strangers - Predadores da Noite</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Escolhe Tu!</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Escolhe Tu!</video:description>
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      <video:title>Pedro Abrunhosa assina fotoconcerto no Festival P. Porque "As fotografias contam histórias"</video:title>
      <video:description>Pedro Abrunhosa é o artista convidado para fechar a segunda edição do Festival P, que se realiza no sábado dia 3, no Porto. O músico e compositor vai responder ao desafio que é ilustrar com música as imagens captadas pelos fotojornalistas do PÚBLICO, porque “as fotografias contam uma história” e porque esta é uma “ligação imperdível” que celebra o legado do jornal. Não perca este concerto especial no Hard Club, no próximo sábado.  Inscreva-se no site do Festival P .</video:description>
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      <video:title>Uma viagem da América de Trump à Europa na era do populismo</video:title>
      <video:description>Sónia Sapage, editora de política do jornal PÚBLICO, convida os leitores para a conversa que irá moderar na segunda edição do Festival P, no dia 3 de Março, no Hard Club, no Porto. Ao seu lado, para conversarem sob o mote "A política na era da pós-verdade", estarão os eurodeputados Francisco Assis e Paulo Rangel e a investigadora Marina Costa Lobo. O  programa do Festival P  está disponível no site do PÚBLICO. Faça o seu registo.</video:description>
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      <video:title>Há 14 anos que Alexandro recria a Eurovisão em LEGO</video:title>
      <video:description>Chama-se Alexandro Kroger Degerfeldt e se o obrigassem a ter de escolher entre os LEGO e o Festival Eurovisão da Canção, certamente não seria capaz. Então porque não juntar as duas paixões e criar algo nunca antes visto? Alexandro apresenta-se como um “construtor de LEGO”, uma espécie de brincadeira para ser levada a sério. Mas também como um grande fã do Festival da Eurovisão — e, por isso, não perde nenhuma edição. Assim, decidiu que o melhor seria começar a recriar todos os espectáculos a que assiste com peças LEGO.      O projecto começou como uma forma de escape ao mundo real: ao aliar os seus dois maiores interesses, conseguiu encontrar um refúgio para quando precisa de se esconder. A verdade é que tudo começou quando era vítima de  bullying  na escola, por ter assumido a homessexualidade. Foi, nas palavras do jovem, uma oportunidade para "criar um lugar onde o preconceito não existe".     Até ao resultado final, Degerfeldt enfrenta um processo criativo. Em primeiro lugar, dedica-se a estudar os desenhos do palco. Depois, constrói um modelo à escala no computador. O terceiro passo é encomendar figuras LEGO que sejam o mais parecidas possível com os cantores apurados a concurso. Por último, filma e publica o vídeo online. Catorze anos depois da primeira experiência, Alexandro já alcançou milhares de visualizações e, ainda, a oportunidade de concretizar um dos seus desejos: trabalhar no festival. "Ser bem-sucedido nisto prova que é possível alcançarmos os nossos sonhos", conta, no vídeo da plataforma  Great Big Story .     No  canal  do jovem, podes reviver vezes sem conta o  momento  em que Salvador Sobral venceu a edição 2017 do Festival da Eurovisão.</video:description>
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      <video:title>Contagem decrescente para os Óscares: quem será o Melhor Actor?</video:title>
      <video:description>Timothée Chalamet em   Chama-me pelo Teu Nome  , Daniel Day-Lewis em   Linha Fantasma  , Denzel Washington em   Roman J. Israel, Esq.  , Daniel Kaluuya em   Foge   e Gary Oldman n'  A Hora Mais Negra   são os nomeados.</video:description>
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      <video:title>Contagem decrescente para os Óscares: quem será a Melhor Actriz Secundária?</video:title>
      <video:description>Mary J. Blige em   Mudbound – As Lamas do Mississípi  ,   Laurie Metcalf em   Lady Bird  ,   Allison Janney em   Eu, Tonya  , Lesley Manville em   Linha Fantasma   e Octavia Spencer n'  A Forma da Água   são as nomeadas.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Wonderstruck: O Museu das Maravilhas</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Wonderstruck: O Museu das Maravilhas</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ready Player One: Jogador 1</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ready Player One: Jogador 1</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Aparição</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Aparição</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Último Retrato</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Último Retrato</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Journeyman</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Maria Madalena</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Maria Madalena</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Hostis</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Hostis</video:description>
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      <video:title>Best Youth, feridas e raios catódicos</video:title>
      <video:description>Toda a gente o sabe: o termo single já não se refere a um objeto físico, nem comercial ou sequer promocional, mas toda a gente continua a reportar que "tal banda lançou um single", apesar de mostrar outra coisa. Por isso, se alguém perguntar a um adolescente o que é um single, não se estranhe se ele responder que é um videoclipe. Ora, sendo este o paradigma atual, quer da comunicação, quer da audição musical, é natural que hoje muitos músicos pensem nele como uma extensão umbilical da criação musical. Há três anos, nós, VIDEOCLIPE.PT,  dizíamos  que o Ed Rocha Gonçalves dos Best Youth crescia como autor visual. No final do ano passado recebemos tardiamente na nossa plataforma o sonhador   Sunbird  , um convencional registo de veraneio expondo um excecional paraíso nacional, para marcar o fecho do ciclo anterior (álbum e  tour ), agora os  Best Youth  acabam de lançar o videoclipe  Midnight Rain  para anunciar material novo para este ano. E se Ed o concebe como um diálogo de surdos, doloroso e inquisidor, é porque na música terá versado sobre perda e ferida amorosa. Agora se o som apresenta novas cambiantes "eletro-pop" dos idos oitentas à sua sofisticada e aveludada "pop-noir", não será estranho ver nesta nova imagem cambiantes cromáticas de raios catódicos. Faltariam mais desenvolvimentos ficcionais e concetuais para ganhar mais asas criativas, mas o princípio de criar uma encenação para a interpretação vocal já é um bom voo criador face à vulgar vocalização frente à câmara.      Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido de autor.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Lady Bird</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Lady Bird</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Correspondências</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Correspondências</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Categoria 5</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Categoria 5</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Marvin</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Marvin</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Idade da Pedra</video:title>
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      <video:title>Contagem decrescente para os Óscares: quem será o Melhor Actor Secundário?</video:title>
      <video:description>Sam Rockwell e Woody Harrelson em   Três Cartazes à Beira da Estrada  , Willem Dafoe em   The Florida Project  , Richard Jenkins n'  A Forma da Água   e Christopher Plummer em   Todo o Dinheiro do Mundo   são os nomeados.</video:description>
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      <video:title>"Há um excesso de produção de regulação bancária que corre o risco de afastar capital"</video:title>
      <video:description>Para Carlos Rodrigues, presidente do Banco de Investimento Global (BIG), o excesso de regulação que temos hoje em dia pode fazer afastar capital e pessoas do sector, assegurando nunce ter visto "tal quantidade regulatória como a que estamos a assistir". Em entrevista ao PÚBLICO, o responsável do banco afirma ainda não ver as Fintech como uma ameaça.</video:description>
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      <video:title>"É muito difícil pensar em fusões e aquisições no nosso mercado"</video:title>
      <video:description>O presidente do Banco de Investimento Global (BiG), Carlos Rodrigues, critica a falta de concorrência resultante da solução que, em 2014, se encontrou com a resolução aplicada ao Banco Espírito Santo e a consequente criação do Novo Banco.</video:description>
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      <video:title>"Não penso sair nos próximos três, quatro, cinco anos"</video:title>
      <video:description>Aos 65 anos, Carlos Rodrigues não esconde que há planos para a sua sucessão à frente do Banco de Investimento Global. Mas a saída não será para já. "Se me for permitido pelos accionistas, se me escolherem, e se os reguladores deixarem, não penso sair nos próximos três, quatro, cinco anos", afirma.</video:description>
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      <video:title>“A eternidade é irrelevante. O que fica é o tempo do quotidiano”</video:title>
      <video:description>A Culturgest inaugura esta sexta-feira a exposição  O Som da Neve , sobre o trabalho do conceituado artista canadiano Michael Snow. Segundo o curador Delfim Sardo, esta não é uma exposição retrospectiva: as obras foram todas escolhidas com base na relação entre a imagem e o som, característica do trabalho do multifacetado artista. O PÚBLICO acompanhou a montagem de uma das obras desta exposição, que ficará patente até 22 de Abril: “#720 (Thanks to Robert Crumb)”, uma história sobre a escala do tempo.</video:description>
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      <video:title>Contagem decrescente para os Óscares: qual será o Melhor Documentário?</video:title>
      <video:description>Olhares, Lugares   (de JR e Agnès Varda),   Abacus   (Steve James),   Icarus   (Bryan Fogel),   Last Men in Aleppo   (Feras Fayyad) e   Strong Island   (Yance Ford) são os nomeados.</video:description>
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      <video:title>Um convite para se juntar ao PÚBLICO num dia para falarmos de tudo</video:title>
      <video:description>Num convite dirigido a todos os leitores do jornal, David Dinis, director do PÚBLICO, destaca alguns dos pontos altos do Festival P, o evento que se vai realizar no Hard Club, no Porto, a 3 de Março - assinalando também o 28.º aniversário do diário. As inscrições para este dia - cujo acesso é gratuito mas que vai contar com eventos exclusivos para assinantes - já  podem ser feitas na página do PÚBLICO .</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Pequena Grande Vida  , comédia de Alexander Payne,   Eu, Tonya  , um drama biográfico assinado por Craig Gillespie, e   O Nosso Último Tango  , documentário de German Kral, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Um “breve momento lúdico” de Medeiros/Lucas a caminho do &lt;i&gt;Sol de Março&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A banda de Carlos Medeiros e Pedro Lucas, autora dos celebrados  Mar Aberto  e  Terra do Corpo , edita no próximo mês  Sol de Março . Para atenuar a ansiedade da espera, oferecem-nos agora a luminosa  Elena Poena , uma das doze canções que compõem o novo álbum, num vídeo estreado em exclusivo para o PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Vídeo - Marcelo canta "Grândola, Vila Morena" em São Tomé e Príncipe</video:title>
      <video:description>Vídeo - Marcelo canta "Grândola, Vila Morena" em São Tomé e Príncipe</video:description>
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      <video:title>Proposta de Rui Rio para as pensões “pode ter consequências indesejáveis”</video:title>
      <video:description>Proposta de Rui Rio para as pensões “pode ter consequências indesejáveis”</video:description>
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      <video:title>The Legendary Tigerman ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>O sexto álbum de estúdio de Paulo Furtado como Legendary Tigerman, intitulado  Misfit , editado a 19 de Janeiro, começou por ser apresentado numa digressão por terras de França. A primeira data portuguesa de apresentação será no Lux, em Lisboa, a 22 de Fevereiro, seguindo-se passagens por Porto, Aveiro, Évora, Castelo Branco, Alcobaça, Tondela ou Braga.  O Homem-Tigre esteve na redacção do PÚBLICO para tocar alguns temas desse novo disco e conversar com o jornalista Vítor Belanciano, antecipando o que vem aí. Álbum de sombras e explosões, gravado no deserto californiano, o antes projecto para um homem só é agora uma banda, com João Cabrita no saxofone-barítono, Paulo Segadães na bateria e Filipe Costa nas teclas, ao lado de Paulo Furtado, o homem das catarses e exaltações eléctricas.</video:description>
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      <video:title>Viagem a bordo de um trenó que atinge 140 quilómetros por hora</video:title>
      <video:description>Mal veste o fato de corrida, Aja Evans, atleta olímpica de bobsleigh, sente-se uma super-heroína. O superpoder? Descer uma pista de gelo curvilínea a bordo de um trenó que pode atingir 140 quilómetros por hora. A atleta norte-americana confessa que, durante os cerca de 50 segundos de prova, sente “literalmente o mesmo que um piloto de um caça”, diz, neste  vídeo do Great Big Story  que acompanha uma dessas viagens. “É como se alguém saltasse para cima de ti, e do nada tu simplesmente sentes imensa pressão na parte inferior das tuas costas.” Aja, 29 anos, ganhou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, juntamente com  Jamie Greubel Poser, a outra metade da dupla.  Agora, prepara-se para a segunda metade da competição em Pyeongchang, na Coreia do Sul, onde ainda pode chegar ao pódio. E se dizes que nunca te meterias dentro de um destes trenós, pensa outra vez: é que  Aja  não ficou fã logo na primeira viagem. “Assim que acaba, posso inspirar e voltar a respirar”, desabafa, no final de mais uma.</video:description>
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      <video:title>Vídeo (viral) ensina negros a “sobreviver” aos polícias no Rio</video:title>
      <video:description>Já foi visto mais de dois milhões de vezes no Facebook e  partilhado  por mais de 60 mil pessoas. Chama-se  Intervenção no Rio: Como sobreviver a uma abordagem indevida  e é um vídeo feito por três jovens brasileiros, moradores de favelas do Rio de Janeiro, com dicas para agir em caso de abordagem impróprias das polícias.      O vídeo, conta a agência Lusa, tornou-se viral após o Governo brasileiro  decretar uma intervenção  na área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Nele, o publicitário Spartakus Santiago, o repórter Edu Carvalho e o  youtuber  AD Junior explicam que, por serem negros, são mais vulneráveis a acções indevidas e à violência da polícia. Decidiram, por isso, alertar a população das favelas. "Estamos aqui a fazer este vídeo porque, infelizmente, nós negros somos sempre vítimas de abusos e retaliações", justifica Edu Carvalho.     Entre as dicas mais polémicas estão conselhos para evitar o uso de guarda-chuvas longos ou até mesmo de berbequins dentro das favelas porque estes objectos podem ser confundidos com armas, uma alusão a uma situação ocorrida em 2010, quando um homem morreu alvejado por tiros disparados por engano no Morro do Andaraí após um polícia confundir o berbequim que usava para fazer uma reparação em casa com uma arma de fogo.     Os jovens também recomendam aos moradores das favelas que saiam sempre com um documento de identidade, informem familiares ou conhecidos do seu paradeiro e que estejam sempre com o telemóvel carregado, não só para comunicar em caso de emergência, mas também para registar qualquer tipo de abuso. "Se eles vos pararem e estiver num zona pública, grave com seu telemóvel. É o melhor registo que se pode fazer", afirma Edu Carvalho. Em reacção à popularidade do vídeo, os autores disseram aos meios de comunicação do país que a ideia não era criticar a intervenção do Governo que colocou o comando da segurança nas mãos dos militares, mas sim alertar as pessoas, principalmente os jovens negros que vivem nas favelas.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Geada</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Geada</video:description>
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      <video:title>JUKA MANO junta poeira ao hip hop</video:title>
      <video:description>Ainda há uma semana abordávamos a necessidade de um rapper apresentar algo que o diferencie, para assim se distinguir dos imensos replicadores de estereótipos americanos (no fundo, que seja criativo e não reprodutivo), e logo na seguinte recebemos este  Calma  de  JUKA MANO que, parece de propósito, abdica mesmo de quase toda a representação convencional do hip hop. Género que é já tão universal e socialmente abrangente, logo, sem necessidade de obedecer à recorrente temática de exclusão, repressão, identidade racial ou materialismo exacerbado.     Por isso, convém pôr isto em três pontos:  1. É mais um nome do interessante núcleo do hip hop de Coimbra, no caso, a crew/proto-label  Velha Capital .  2. O  flow  de uma clareza rítmica é afirmação de singularidade de JUKA MANO, na qual o rap tem jeito " raggamuffin " ou eventual canto, e o som é já uma mescla, quer de batidas hip hop ou de balanços  reggae , com elementos  folk  (harmónica) ou ambiências de ancestralidade (é segundo avanço do vol. II da mixtape  Rebeleão ).  3. O videoclipe é obra do também coimbrão André Carvalho, que dinamiza a produtora/marca criativa  Lazy Eye , e que tem vindo a explorar uma visão diferenciadora da estafada imagem "urbe/bairro" e do chapado formato " rapper -a-cuspir-rimas-prá-câmara", ficcionando  personagens   perdidas  na paisagem beirã. Neste caso, experimentando até um registo histórico de inícios do século XX.     Se os fãs admitem que a terra, a poeira e a interioridade possa fazer parte da mensagem e do imaginário do hip hop, não sabemos, ao menos que admitam que este é um caminho criativo, e que merece aplauso por isso, mesmo que... lá está, acabem enterrados.      Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Fernando Negrão: “Há uma articulação a fazer-se entre o grupo parlamentar e a direcção" do PSD</video:title>
      <video:description>A jornalista do PÚBLICO São José Almeida conversa com o deputado do PSD Fernando Negrão sobre a sua candidatura à liderança do grupo parlamentar do partido.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Como Nossos Pais</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Como Nossos Pais</video:description>
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      <video:title>Quando os ladrões acertam no alvo errado (ou são simplesmente desastrados)</video:title>
      <video:description>As imagens difundidas pelas autoridades chinesas a respeito uma tentativa falhada de assalto a uma loja em Xangai estão a ser partilhadas como se se tratassem dos "piores ladrões do mundo".   O episódio foi registado por uma câmara de segurança de uma loja em Xangai, durante a madrugada desta quarta-feira e está a provocar o deleite dos internautas. As imagens recolhidas mostram duas pessoas — aparentemente de sexo masculino — a aproximarem-se da entrada da loja, recolhidas em casacos com capuz, para tentarem proteger a sua identidade.  Quando querem partir o vidro do estabelecimento, falham rendondamente o objectivo (acertando no alvo errado). Enquanto um deles se aproxima da loja e arremessa uma pedra do tamanho de um tijolo contra o vidro, o segundo, uns passos atrás, tenta repetir o gesto. Porém, em vez de acertar no vidro, acaba por acertar, e aparentemente ferir, o colega assaltante, que cai no chão. O colega corre imediatamente na sua direcção e, vendo-o inanimado, arrasta-o para fora da cena.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>The Florida Project  , drama assinado por Sean Baker,   Black Panther  , filme de Ryan Coogler, e   15:17 Destino Paris  ,  thriller  de acção baseado em factos reais e realizado por Clint Eastwood, são alguns dos filmes em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ramiro</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ramiro</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Segredo de Marrowbone</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Segredo de Marrowbone</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Agente Vermelha</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Agente Vermelha</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Fidelidade Sem Limite</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Fidelidade Sem Limite</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Mark Felt - O Homem Que Derrubou a Casa Branca</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Mark Felt - O Homem Que Derrubou a Casa Branca</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Actos de Vingança</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Actos de Vingança</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Rudolfo, o Gatinho Preto</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Rudolfo, o Gatinho Preto</video:description>
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      <video:title>Um órgão de Furbies num coro… bizarro</video:title>
      <video:description>Lembras-te de ainda brincares com o Furby no final dos anos 90? Pois bem, ele  continua a existir , mas Sam Battle deu-lhe uma função ligeiramente diferente da original. Ao longo dos anos fomos habituados às (estranhas) experiências do "cientista dos sintetizadores" no seu canal de YouTube,  Look Mum No Computer . Mas nada nos preparava para o que viria a seguir.   Há mais de um ano, Sam  desvendou  a todos os subscritores do seu canal (e não só) um plano que tinha anunciado em 2011: o "órgão de Furbies" (ou  Furby organ , no original). A ideia mostrava-se simples: criar um órgão com estes pequenos animais robóticos de forma a criar um coro de Furbies – uma ideia que teve após ter descoberto um  circuito mecânico , baseado numa viela de roda ou sanfona.   O engenho demorou cerca de sete anos a ganhar forma. Após todas as modificações exercidas, Sam percebeu que o melhor modo de colocar os bonecos a cantar seria mesmo transformando-os em "Furbies com esteróides": criou, por isso, uma voz sintética para cada um deles.   No  início deste ano , Sam retomava o assunto e prometia trazer o órgão brevemente para a ribalta. E cumpriu. No início deste mês foi apresentado um vídeo onde 45 Furbies (ou 44, segundo as contas – erradas – do  youtuber)  dão voz à nossa infância, mas de uma forma mais bizarra do que a esperada. O engenho foi um sucesso – ninguém tira esse troféu a Sam –, mas diga-se que o britânico já tem muitas mais máquinas estranhas no seu currículo, desde um  órgão lançador de chamas  a um  sintetizador  que traduz o "que se passa dentro das plantas" em música.</video:description>
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      <video:title>“Decidimos não investir mais em Portugal, não vale a pena”</video:title>
      <video:description>António Costa Silva, presidente da Partex, diz que há no país uma política energética muito errática e um “clima de hostilidade” em relação às empresas. No caso do projecto de gás no Algarve, diz que se  governou “em função do que dizem os autarcas e a opinião pública”. Com o fim dos investimentos que fez também em Peniche e no Alentejo, a empresa viu desaparecerem 25 milhões de dólares.</video:description>
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      <video:title>"Não podemos desenvolver uma civilização digital, avançada, dependente só de fontes intermitentes"</video:title>
      <video:description>Para a equipa de gestão da Partex é um “desafio aliciante” trabalhar com uma companhia “que vai estar no centro da geopolítica mundial, da geoeconomia e das transformações energéticas”. A aposta nas energias renováveis pode passar pelo futuro da companhia, ainda que António Costa Silva ressalve o factor intermitente destas fontes energéticas.</video:description>
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      <video:title>Accionista chinês "é uma espécie de renascimento" da Partex</video:title>
      <video:description>O negócio ainda não está fechado, mas o presidente da Partex, António Costa Silva, está confiante que é só uma questão de tempo. Do lado do vendedor está a Fundação Gulbenkian e do comprador o grupo CEFC, conglomerado chinês que quer também os seguros do Montepio. Com o novo accionista, que tem vindo a crescer no petróleo e no gás (é accionista do gigante russo Rosneft e entrou em mercados como Abu Dhabi), a empresa terá capacidade para chegar a novas geografias e voltar às renováveis.</video:description>
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      <video:title>Viajar pela história da arte em apenas 60 segundos</video:title>
      <video:description>One Minute Art History : o nome do vídeo não engana. Um (e apenas um) minuto de viagem pela história da arte foi o desafio lançado pelo cineasta e professor Cao Shu a si mesmo.     O trabalho,  descrito  pelo Whistler Film Festival como “uma montagem fascinante em que cada século de tendência artística está representado apenas num minuto de filme”, ganha vida através das mais de cem pinturas criadas para o efeito. A viagem começa no Egipto e leva-nos até aos dias de hoje, passando por diversas técnicas e estilos, com a personagem a realizar acções básicas do dia-a-dia, como fumar, beber ou até mesmo verificar as horas.      "A história da arte é um conto longo que nos diz o que aconteceu no passado, mas que não nos consegue dizer onde estão as novas oportunidades", explica o realizador chinês, citado pelo portal  Scroll.in . "O filme inteiro é sobre a espera. Esperar é absurdo, como a arte, uma espécie de comportamento eterno sem propósito, sem fim.”     O filme  Um Minuto de História da Arte  foi agora disponibilizado pelo realizador no Vimeo, que o destacou na rubrica  Vimeo Staff Pick , uma selecção dos melhores vídeos submetidos na plataforma.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Figurante</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Figurante</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Pequena Grande Vida</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Pequena Grande Vida</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Kickboxer: Retaliation</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Kickboxer: Retaliation</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Todas as Cartas de Rimbaud</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Todas as Cartas de Rimbaud</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Eu, Tonya</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Eu, Tonya</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Nosso Último Tango</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Nosso Último Tango</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Snow: Uma Viagem Heróica</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Snow: Uma Viagem Heróica</video:description>
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      <video:title>O armamento luso da &lt;i&gt;rapper&lt;/i&gt; RUSSA</video:title>
      <video:description>Esta semana alguém voltou a adicionar um link em VIDEOCLIPE.PT de forma anónima e sem qualquer menção à autoria, o que não impede de o destacarmos nesta nossa curadoria deste género artístico. É pena, mas pelo menos regista-se o facto de ele revelar um novo nome feminino no  hip hop  nacional. Uma  rapper  cheia de garra e atitude que assina como  RUSSA  e, pelo que se ouve e vê, munida de bom armamento lírico que é lançado com forte arreganho. Isto sobre uma bem interessante produção assinada por MAF que transpira suores sintéticos e uma pastosa arritmia saída de poros  trap . Da ambição manifesta na letra deste curto  Imperatriz , transpôs para o videoclipe a qualidade profissional da imagem, o que não é pouco para a realidade nacional de um nome emergente, é certo, mas ainda longe das práticas concetuais de nomes cimeiros de outras galáxias, como já  aqui  afloramos. Porque uma coisa é fazer um vídeo com um aspeto cinematográfico da imagem, outra é elaborar a linguagem cinematográfica, já que esta requer a formulação de ideias pela conjugação de imagens diversas e jogar com a desconstrução da norma visual do  rapper  perante a câmara, e não pela insistência desta. Fixe-se o nome, apesar de faltar ainda marcar a diferenciação lusa para almejar já um trono (deixar os estereótipos da cultura americana — o desporto, neste caso), é de enaltecer o surgimento de alguém que privilegia a atitude e a força das palavras face à sedução do corpo.      Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Conhecer Marrocos em vídeo, para “fugir da rotina”</video:title>
      <video:description>Viajar está-lhe no sangue e a arte de capturar momentos foi-lhe ensinada no outro lado do Atlântico. Francisco Miranda, 26 anos, nasceu no Porto e foi nesta cidade que, pé-ante-pé, já com o "bichinho" do audiovisual, ingressou na produtora FilmesDaMente, como estagiário. A ganhar o gosto pelo que fazia, passou para a Krypton Films e dali até querer usufruir do menu completo foi um saltinho — ou um voo, para sermos mais exactos. De malas e bagagens mudou-se para Nova Iorque, para aprender como nunca pensou ser possível na  New York Film Academy.      Agora,  Francisco  produz vídeos a partir das suas viagens, com o objectivo de inspirar as pessoas a ”fugir da rotina, explorar [e] encarar diferentes perspectivas”. Um dos mais recentes trabalhos retrata uma viagem a Marrocos e nele espelham-se imagens coloridas e impressionantes da arquitectura e beleza natural do país norte-africano. Um vídeo que é tão culturalmente explorador como autobiográfico, tal como tem acontecido com  outros vídeos do género  que produz.     Vencedor de vários prémios, entre os quais o Galp Create Grand Prize — com uma curta que lhe valeu um ingresso para o festival Cannes Lions, em França —, o jovem portuense não pára e recentemente criou a  Yank Creative Media , a sua própria produtora audiovisual especializada em vídeo e fotografia.</video:description>
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      <video:title>Marcelo levanta taça e tira &lt;i&gt;selfie&lt;/i&gt; com a selecção</video:title>
      <video:description>Marcelo levanta taça e tira &lt;i&gt;selfie&lt;/i&gt; com a selecção</video:description>
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      <video:title>Uma cidade para descobrir à boleia do Nos Primavera Sound</video:title>
      <video:description>Há uma televisão a dar banda e um rapaz a distribuir  flyers , com música, à frente do Asa de Mosca (haverá melhor nome de café?). Há um relógio que não pára, uma escada cinematográfica e novas notícias novas em jornais, muros, torres. E há uma cidade à descoberta, o Porto, à boleia do novo vídeo do  Nos Primavera Sound , aquele que esta semana anunciou, com toda a pompa e circunstância, a programação do festival para a edição de 2018. Uma produção audiovisual tripartida (NOS, Pic-Nic e Canal 180) que vale a pena espreitar, quanto mais não seja pela torrente de nomes que, promete-se, vai desaguar no Parque da Cidade do Porto, de 7 a 9 de Junho. Como Nick Cave, Lorde, Tyler, The Creator, A$AP Rocky, Breeders, War on Drugs, Father John Misty, Rhye e Arca. E  muitos, muitos mais .</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Esta semana chegam aos cinemas  Amor, Amor , romance de Jorge Cramez,   As Estrelas Não Morrem em Liverpool  , drama realizado por Paul McGuigan, e   Olhares, Lugares  , documentário de JR e Agnès Varda, entre outros filmes.</video:description>
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      <video:title>Caminhar nas cidades é cada vez mais difícil</video:title>
      <video:description>Caminhamos cada vez menos. Porquê? De acordo com o Instituto de Transporte e Políticas de Desenvolvimento ( ITPD ), as cidades não estão desenhadas para os pedestres, tornando a caminhada do ponto A para o ponto B em algo potencialmente perigoso. O ITDP critica a forma como as cidades estão construídas para os automobilistas, fazendo com que as pessoas adoptem os automóveis como veículos de transporte primário. Perpetua-se, assim, um ciclo vicioso, no qual as pessoas se sentem obrigadas a usar os automóveis.     Passeios largos e bem iluminados, com sombra e resguardo para suavizar as condições climatéricas: esta pode ser uma das soluções mais imediatas para que as pessoas se desloquem a pé. Outra pode passar por garantir a proximidade de bens e serviços, de modo a que os cidadãos não tenham obrigatoriamente de pegar no carro quando necessitam de adquirir bens essenciais.     "Uma mudança para uma comunidade em movimento é uma mudança em direcção a uma comunidade mais saudável", alerta o vídeo, que chama também a atenção para o papel que os governos deveriam ter em defender o direito básico que é caminhar. A nível orçamental é dito que os países devem canalizar fundos para o desenvolvimento de ciclovias e vias exclusivas para peões — e não dar prioridade a mais infra-estruturas rodoviárias.     No final do vídeo, é feito um pedido para os espectadores se juntarem à  Vision Zero , que pretende adoptar medidas rodoviárias para que as mortes nas estradas desçam para zero, através da implementação de barreiras,  lombas que reduzam a velocidade  e outros instrumentos. Esta iniciativa tem recebido  cobertura   mundial  pelo impacto que pretende ter na sinistralidade rodoviária.</video:description>
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      <video:title>“Um deputado responsável só pode votar contra” a legalização da eutanásia</video:title>
      <video:description>O deputado do PSD Ricardo Baptista Leite quer legalizar a produção e venda de cannabis. E espera que o congresso também discuta a eutanásia. Aqui, é contra — mas admite que há em Portugal “um excessivo prolongamento artificial da vida”.</video:description>
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      <video:title>Felicia perdeu as pernas mas nunca desistiu de cavalgar</video:title>
      <video:description>Há seis anos, Felicia Grimmenhag esteve legalmente morta durante 15 minutos. Quando acordou, a jovem sueca percebeu que tinha ficado sem pernas depois de um acidente de viação aos 17 anos  —  o que não a impediu de, dez semanas depois, voltar a tomar as rédeas de um cavalo. Agora, o que a cavaleira que já compete a nível internacional quer é chegar aos Jogos Paralímpicos de 2020.     O primeiro incentivo para voltar a treinar chegou da parte da mãe de um amigo que a foi visitar ao hospital. “Se quiseres voltar a montar, eu ajudo-te”, prometera-lhe. E ela acreditou. O que no início foi um desafio por si só passou a ser disputado em competições cada vez maiores, das quais já faz parte da lista um campeonato europeu.     “O que aprendi com isto tudo é que tens de te desafiar a ti mesmo e lembrares-te que és tu que defines os teus próprios limites.” Os cavalos, acredita, tiveram um papel central na sua recuperação física e emocional. “Quando me sento no cavalo não me sinto a Felicia deficiente. Sinto-me a cavaleira Felicia”, remata, num vídeo do  Great Big Story .</video:description>
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      <video:title>Uma cópia de outra cópia: será isto o Instagram?</video:title>
      <video:description>Alguma vez estiveste no Instagram e pensaste “tenho de tirar uma fotografia neste exacto local”? Pois bem, não és o único. Cada vez mais viajar é sinónimo de dar o  update  nas redes sociais, geralmente em forma de fotografia. De modo a receber  likes  ou para mostrar a paisagem magnífica que temos diante dos nossos olhos, qualquer pretexto é bom para uma boa actualização fotográfica no Instagram. Quem o demonstra, desta vez, é Oliver Kmia, um produtor de vídeos premiados em pequenos festivais que, para criar este  Instravel,  utilizou imagens encontradas a partir de  hashtags  no Instagram.     Em  declarações  à  Fstoppers , Oliver diz que teve a ideia aquando de uma visita a Roma, ao pé da famosa Fonte de Trevi: “[Quando fui] descobri que a praça estava cheia de pessoas e não consegui sequer chegar perto da fonte. Andavam centenas de pessoas por toda a parte, algumas delas a formar uma fila gigante apenas para tirar a fotografia perfeita no tão famoso ponto da cidade. No momento achei a situação deplorável e ridícula”, conta.     Diante de toda a situação, lembrou-se de um famoso vídeo do artista francês  Hiérophante  e rapidamente decidiu focar-se no “lado da viagem” que dali poderia ser retirado. “Não há um ponto ou uma mensagem, apenas quis criar um vídeo pequeno e divertido e explorar técnicas diferentes de edição”, assegura o produtor, que vive em Miami.     Apesar disto, admite que a compilação de fotografias reflecte a importância das redes sociais nas nossas vidas. “Durante a minha viagem senti que muitas pessoas não aproveitam e estão sempre agarradas ao  smartphone , como se o objectivo principal de viajar fosse colocar tudo  online  de forma a ter  likes  e seguidores”, prossegue no portal online. Apesar disto, o fotógrafo e produtor de vídeo reconhece que, por outro lado, esta faceta dos viajantes cria “boas mem ó rias que podem ser partilhadas com os amigos, a família e toda a gente próxima”.</video:description>
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      <video:title>Depois do activismo de Lady Gaga, Timberlake devolveu o Super Bowl ao &lt;i&gt;showbiz&lt;/i&gt; (em tons púrpura)</video:title>
      <video:description>Cry me a river, Suit &amp; tie, SexyBack, Senorita  e  Mirrors.  No intervalo da Super Bowl houve palco para os êxitos de Justin Timberlake, o artista responsável pela animação da 52.ª edição da competição de futebol americano.   Depois de uma actuação política de Lady Gaga na edição do ano passado, quando os EUA viviam as primeiras semanas da Administração Trump, Timberlake apostou num arranque com o seu novo álbum  Man Of The Woods  com o tema  Filthy,    e pôs o estádio a cantar ao som de  Rock your body  e  Can't stop the feeling.   Justin Timberlake regressou ao palco da Super Bowl 14 anos depois de ter actuado com Janet Jackson, num espectáculo que ficou marcado por um por um problema com o guarda-roupa de Jackson, quando, num movimento coreográfico entre os dois artistas, Jackson ficou com o seu mamilo exposto.  Sem outros artistas convidados, foi noticiado que Timberlake iria fazer-se acompanhar por um holograma de Prince, numa homenagem ao músico de Minneapolis, cidade para decorreu o confronto entre as Eagles e os Patriots. No entanto, a decisão acabou por ser alterada face à onda de críticas recebidas por Timberlake. Em causa estava o ódio de Prince pela representação digital de artistas já mortos, uma tecnologia que o autor de  Purple rain  considerava “demoníaca”, de acordo com uma  entrevista à revista  Guitar World   em 1998.  Sem holograma, mas com uma projecção gigante, a homenagem a   Prince   acabou por ser um dos momentos altos da actuação com a  cover  de  I would die 4 u . Por momentos, a cidade de Minneapolis foi pintada de roxo, com as luzes da cidade a acenderem-se para lembrar Prince.  Essa foi a terceira participação de Timberlake no evento, o que o torna o artista que mais participou no espectáculo do intervalo. A primeira vez foi em 2001, ainda enquanto membro da  boysband   'N Sync.</video:description>
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      <video:title>O bom assédio “saxual” dos Lola Lola</video:title>
      <video:description>É das mais antigas fórmulas do videoclipe: filma-se a banda a interpretar a música (a promoção da imagem a isso obriga) e, paralelamente, na montagem, intercala-se com uma ficção — para que esta crie maior envolvência com o espetador (hoje ainda mais fundamental para as partilhas sociais) e para que da letra haja possibilidade de maior eloquência visual. Criativamente, o desafio atual passa por inseri-la dentro da narrativa, como neste  exemplo , mas isso não tira o mérito ao realizador Nuno Barbosa por usar a velha estrutura, quando a ficção é uma pequena maravilha (com algumas imagens e pormenores memoráveis — as gaivotas!, o cão, etc), e com o volte-face final protagonizado pela vocalista dos  Lola Lola . Banda portuense surgida das cinzas d'Os Tornados, que usa o "cliché" musical, e no vídeo também o fotográfico, para nos hipnotizar e magnetizar com a sua recriação inebriante do rock'n'roll dos anos 50 e 60, e despudoradamente dirigido às ancas. Este  Voodoo Man  aponta-nos uma mistura de  rhythm'n'blues  e  rockabilly , com um saxofone barítono a assediar-nos a guarda insistentemente. E se é assédio, e se vem do "sax", só pode ser "saxual", logo, será impossível que alguém não diga "me too" a este som. Se consentirem, saibam também que na mesma cidade há ainda TT Syndicate e Marta Ren, e se esta última lança discos numa editora italiana especializada em retro-soul, correndo já meia Europa em concertos, os Lola Lola editam numa das mais importantes editoras europeias independentes de  rock'n'roll , a  Sleazy Records , portanto não estranhem vê-los também em vários palcos europeus. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>“Temos de viver com o sistema que temos” na fiscalização da zona franca</video:title>
      <video:description>É à autoridade tributária regional da Madeira que cabe fazer o controlo fiscal das operações da zona franca. O Governo, diz Mendonça Mendes, acompanha o assunto com o executivo regional, e não se prevêem mudanças. “As decisões tomadas lá atrás estão tomadas”, considera.</video:description>
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      <video:title>"A Autoridade Tributária guarda bem a informação, os contribuintes podem estar descansados"</video:title>
      <video:description>Depois das falhas do fisco que omitiram dados sobre 10.000 milhões de euros de transferências para  offshores , o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais tranquiliza os cidadãos e garante que a informação recebida pela Autoridade Tributária (AT) está “bem segura”. Sobre o “apagão” comenta: “Esperemos que não se volte a repetir, evidentemente.”</video:description>
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      <video:title>“Temos uma despesa com benefícios fiscais muito elevada”</video:title>
      <video:description>O Governo vai avançar com um estudo sobre todos os benefícios fiscais atribuídos nos vários impostos. A ideia passa por olhar para o sistema que hoje existe para avaliar a função de cada incentivo. A despesa fiscal, de 9400 milhões de euros em 2016, corresponde à receita a que o Estado “renuncia” nas mais diferentes situações fiscais que estão previstas na lei - das deduções à colecta à redução de taxas específicas, passando por isenções, amortizações ou incentivos. Sem adiantar se o tema já foi conversado com o BE, o PCP e Os Verdes, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais não abre o jogo sobre o que pode mudar, nem sobre que benefícios fiscais podem acabar ou ser ajustados. Sobre o IRS de 2019, atira as decisões para a hora do próximo Orçamento. Para já, quer avançar com um mecanismo conciliatório que permita aos contribuintes recorrer a uma espécie de arbitragem antes de entrar em conflito com a autoridade tributária.</video:description>
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      <video:title>O rio Tejo a morrer</video:title>
      <video:description>O rio Tejo a morrer</video:description>
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      <video:title>O estranho ritual do Sr. Silva</video:title>
      <video:description>“O Sr. Silva chega sempre a casa ao final do dia. Vem cansado. Mora mesmo no cimo de um prédio com 96 andares”, lê-se no início do livro, ao mesmo tempo que se mostra o protagonista a subir uma escada bastante íngreme. Percebe-se imediatamente que estamos a entrar no domínio do absurdo. E gostamos.  O autor, Pierre Pratt, emprestou-nos a voz e o sotaque, ao ler  Boa Noite!  no estúdio do PÚBLICO, aumentando assim a nossa lista de  Livros para Escutar /Letra Pequena.  O Sr. Silva tem um ritual estranho antes de ir dormir. Diz “boa noite” ao chapéu, “até amanhã” ao casaco, à gravata, ao cinto e a tudo o mais que usara nesse dia. Outras despedidas se seguem a vários objectos: “Também está na hora de o livro e os óculos irem dormir.” Até os dentes postiços merecem um simpático “boa noite” do Sr. Silva.  Um livro com um certo humor surreal, que faz rir crianças e adultos. Foi publicado pela primeira vez em 2014, em francês,  Bonne nuit! , pelas edições Thierry Magnier (Paris). Mas esta história foi inicialmente pensada para adultos, chegando a ser divulgada em formato de banda desenhada.  “Era uma história mais pesada”, conta o autor. Mas, como tinha potencial para ser adaptada ao público infantil, “pelo ritual antes de ir dormir”, decidiu fazer esta versão. Ainda bem.  Pierre Pratt nasceu em Montreal, Canadá, onde se formou em Design Gráfico. Nos 1980 publicou algumas bandas desenhadas, mas a ilustração acabou por se impor como trabalho. Já publicou cerca de 50 livros para crianças.  O ilustrador vive em Portugal há dez anos, altura em que leccionou Ilustração e BD no ArCo (Centro de Arte e Comunicação Visual), em Lisboa. Recebeu vários prémios internacionais e foi finalista do Prémio Hans Christian Andersen em 2008.  Por cá, ilustrou títulos como  A Fábrica do Tempo , texto de Sílvia Alves (Livros Horizonte);  Lusco-Fusco , de Cristina Carvalho (Sextante Editora),  O Sapateiro , de Alice Vieira (Caminho),  A Galinha Que Cantava Ópera , de Luísa Costa Gomes (Dom Quixote),  O Homem Que Engoliu a Lua , de Mário de Carv</video:description>
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      <video:title>Benjamim ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Luís Nunes ficou conhecido no meio musical português como "Walter Benjamin". Em 2013 regressou de Londres, onde viveu quatro anos, e instalou-se na vila de Alvito, no Alentejo. Foi lá que, já como  Benjamim , fez o álbum  Auto Rádio , o primeiro em que cantou em português, considerado pela crítica como um dos melhores de 2015.  Em 2017 editou, com o britânico Barnaby Keen, um disco bilingue a que chamaram  1986 . Falámos desta viagem numa conversa moderada pelo jornalista Vítor Belanciano.</video:description>
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      <video:title>Nas Daily quer árabes e judeus a ver para lá do ódio</video:title>
      <video:description>Quando Nuseir Yassin fez as contas, pesou mais o tempo de vida que sentia estar a perder do que os milhares de euros que estavam a entrar na sua conta. Nascido em Israel, Nas — o diminutivo significa pessoas em árabe — estudou em Harvard e trabalhava numa empresa de tecnologia com um salário anual de 120 mil dólares. Mas havia algo mais importante: "Percebi que tinha vivido 32% da minha vida e queria fazer muito mais, por isso despedi-me", explicou à   Reuters   há coisa de um ano. Por essa altura, Nuseir Yassin já se tinha tornado conhecido pelos vídeos de um minuto que realiza (sempre com uma t-shirt onde mostra a percentagem de vida gozada: 34% actualmente) enquanto viaja por todo o mundo ( Açores  incluídos) tentando torná-lo melhor. E pelo sucesso estrondoso em que se tornou: tem um  site  e mais de quatro milhões de seguidores no  Facebook .     Agora, o jovem israelita quebrou a regra dos 60 segundos para falar de um assunto muito sério: "Esta experiência fez-me perceber que os vídeos que faço já não são uma brincadeira. São necessários. É preciso encontrar uma forma de chegar ao  feed  de notícias destas pessoas", escreveu no Facebook O jovem de 25 anos referia-se ao que lhe aconteceu enquanto gravava um vídeo em Jerusalém, um episódio que o deixou sem palavras: o ódio que persiste entre judeus e árabes. Ao P3, Nuseir explicou por  e-mail  que "é fácil falar sobre o conflito e estudá-lo", mas "é muito mais difícil quando se trata de uma experiência pessoal". "Fiquei sem palavras", sublinhou, para logo pôr em destaque a sua forma de "mudar mentalidades": "São 60 segundos de cada vez, através de vídeos do Facebook". Nas quer mostrar que a narrativa ainda muito difundida entre os judeus (que todos os árabes são maus) e a defendida entre árabes (todos os judeus são maus) não faz sentido. Nuseir surpreendeu-se sobretudo pelo "ódio" que uma menina de 15 anos mostrava: "Não há nenhum árabe que não seja terrorista", disse-lhe. Ao ouvir aquele discurso, o jovem percebeu a urgência de mostrar a estas pessoas que há</video:description>
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      <video:title>O piano está a tocar o que ele está a dançar</video:title>
      <video:description>O piano que aparece neste vídeo não está a tocar sozinho. E também não se trata de um truque de ilusionismo com um pianista fantasma. O instrumento musical está a a ser “tocado” por Kaiji Moriyama, o bailarino japonês que, ao mesmo tempo, está a dançar, longe dele. Como é que é possível? Devido ao sistema de inteligência artificial que a Yamaha apresentou a 22 de Novembro último, em Tóquio, no Japão.     No palco, Moriyama, acompanhado pelo Ensemble Scharoun da Orquestra Filarmónica de Berlim, é bailarino e pianista. Através de quatro sensores, colocados nas costas, nos pés e nas mãos, o sistema de inteligência artificial, que continua em desenvolvimento, consegue identificar os movimentos do bailarino em tempo real e traduzi-los em informação. Depois, o sistema de inteligência artificial cria a música a partir de uma base de dados de código MIDI, enviada para o piano  Disklavier da Yamaha , que a traduz para som.     A empresa acredita que a performance representa “o progresso na procura de novas formas de expressão artística” — “muito necessário nas artes”. “Encontrei muito potencial para a música através deste desafio”, diz Isao Matsushita, um dos compositores envolvidos no projecto. “Continuaremos a desenvolver a tecnologia que irá ligar as pessoas de forma mais directa aos instrumentos musicais.” “Não digo que não existam alguns problemas”, diz Moriyama no final do vídeo. “Mas estou muito contente por finalmente me ter tornado num pianista”.</video:description>
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      <video:title>Vídeo mostra poluição no fundo do rio Tejo</video:title>
      <video:description>O PÚBLICO teve acesso ao vídeo que foi feito por mergulhadores profissionais no Rio Tejo, na zona de Vila Velha de Rodão, junto ao local onde as empresas de celulose fazem as descargas para o rio. O vídeo, realizado no dia 31 de Janeiro, foi feito pelas diversas equipas que estão a trabalhar no rio, na sequência das investigações que foram ordenadas pelo Ministério do Ambiente, depois de ter sido detectada uma  enorme mancha de espuma poluidora junto ao açude insuflável de Abrantes .  O primeiro-ministro, António Costa, comprometeu-se nesta quinta-feira, no Parlamento, a  alterar as licenças de descargas das celuloses  por não estarem adaptadas ao caudal no rio Tejo. Na quarta-feira, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) concluiu que as descargas das empresas de pasta de papel a montante do açude de Abrantes, onde há uma semana foi detectada uma grande mancha de espuma, tiveram um “impacto negativo e significativo” na qualidade da água do rio Tejo, que resultaram num acumular de carga orgânica. A agência detectou níveis de celulose “cinco mil vezes” acima do normal.  Recorde-se que no dia em que o vídeo foi feito estava em vigor o período de dez dias em que o Ministério do Ambiente ordenou à Celtejo a redução da sua produção em 50%. A Agência Portuguesa do Ambiente revelou na quarta-feira que esta celulose é responsável por 90% das descargas feitas no rio na zona de Vila Velha de Ródão.   Reportagem:    O Tejo corre para a morte</video:description>
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      <video:title>"Estamos aqui para tirarmos notas altas e termos muito sucesso"</video:title>
      <video:description>A Escola Básica e Secundária Henrique Sommer, na Maceira, no distrito de Leiria, foi criada em 1985 para dar resposta às necessidades dos maceirences, cujos filhos, na altura, tinham de se deslocar cerca de 15 quilómetros até Leiria para frequentar o ensino básico e o secundário. A escola, situada nos terrenos da antiga Companhia de Cimentos de Leiria, subiu 194 lugares no ranking do secundário e ficou este ano em segundo lugar, se contarmos apenas as escolas públicas. Num ano, a média nos exames de Matemática duplicou (de 7,33 em 2016 para 13,64 valores em 2017), e em Português também se sentiu uma melhoria (de 11,56 para 13,47 valores), tendo sido a disciplina que obteve o terceiro melhor desempenho entre as escolas públicas. A pequena dimensão da escola - que tem apenas uma turma de 10.º, 11,º e 12.º na área de ciências e tecnologias - pode explicar o seu sucesso. "Há aqui um filtro. Naturalmente que ficam cá aqueles alunos que querem e isso dá-nos uma dimensão de trabalho mais directa", explica o director Jorge Bajouca. "Para além disso, grande parte dos professores acompanha o percurso do aluno desde a primária, o que lhes permite conhecer a sua realidade e ter uma base de dados muito completa acerca desses alunos".</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Linha Fantasma  , filme de época com assinatura de Paul Thomas Anderson,   A Forma da Água  , drama realizado por Guillermo del Toro, e   Loveless - Sem Amor  , de Andrey Zvyagintsev, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>“Não calamos as contradições que existem e que podem tornar-se insanáveis”</video:title>
      <video:description>Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP desde 2004, fala, nesta entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, dos avanços registados nesta legislatura, mas também diz que eles são insuficientes.</video:description>
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