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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Bergman - Um Ano, Uma Vida  , documentário de Jane Magnusson,   O Ben Está de Volta  , drama de Peter Hedges, e   Dogman  , assinado por Matteo Garrone, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>“O receio com as fake news pode levar à censura privada e pública”</video:title>
      <video:description>“O receio com as fake news pode levar à censura privada e pública”</video:description>
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      <video:title>Os "coletes amarelos" prometeram parar Portugal. Não conseguiram</video:title>
      <video:description>Os "coletes amarelos" prometeram parar Portugal. Não conseguiram</video:description>
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      <video:title>O cibercrime "é quase um jogo do rato e do gato"</video:title>
      <video:description>O cibercrime "é quase um jogo do rato e do gato"</video:description>
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      <video:title>Insultos, cânticos e polícia. A manhã tensa dos "coletes amarelos" no Porto</video:title>
      <video:description>Ainda o sol não tinha nascido e os manifestantes já se concentravam junto à rotunda de Francos, no Porto. A manhã dos " coletes amarelos " no Porto teve um momento mais tenso, com insultos entre manifestantes e automobilistas.</video:description>
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      <video:title>A Apollo 8 faz cinquenta anos</video:title>
      <video:description>Às 7h52 locais, 12h52 de Lisboa, há precisamente 50 anos, o foguetão espacial Saturno V descolava do Centro Espacial Kennedy, Florida, Estados Unidos da América. Começava assim a  missão Apollo 8, a primeira viagem do Homem à Lua . Frank Borman, William Anders e Jim Lovell foram os primeiros a entrar na órbita lunar, na véspera de Natal de 1968. Estava assim lançada a rampa para, no ano seguinte, na missão Apollo 11, o Homem pisar finalmente a Lua.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>O Regresso de Mary Poppins  , musical de Rob Marshall,   Ou Nadas ou Afundas  , comédia de Gilles Lellouche,   A-X-L: Uma Amizade Extraordinária  , ficção científica de Oliver Daly, e   Bumblebee  , assinado por Travis Knight, são as estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>“Há formas de greve que vão longe de mais”</video:title>
      <video:description>“Há formas de greve que vão longe de mais”</video:description>
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      <video:title>Enigmática nudez para First Breath After Coma</video:title>
      <video:description>No ano passado, aquando do lançamento do último vídeo a partir de temas do álbum  Drifter ,  afirmávamos , indicando o critério, que o  Nagmani  era um dos mais belos videoclipes portugueses recentes. Depois dele, em ano e meio, os  First Breath After Coma  atingiram uma interessante visibilidade e projeção além fronteiras com a sua “melodiosa expansividade” de um “pós-rock coral, delicado e volúvel”. 

 Porém, esta semana alguém adiciona em VIDEOCLIPE.PT este  Heavy , com o qual anunciam novo álbum (para março de 2019) de nome  NU  — assim em português, mas com o inglês nas letras. E, de repente, esse romantismo melancólico e ambiental da sua música evolui para uma turbulência perturbadora: batidas tensas e opressivas, vozes sufocadas, sons entorpecidos e, em vídeo, uma enigmática e exacerbada performance teatralizada. No fundo, aquilo que era liberto, esperançoso, aberto, dá lugar a um fechamento, à introspeção, à sinuosidade. 

 Podendo desiludir alguns, não deixa de se poder tirar o chapéu ao espírito aventureiro do som e do seu conceito: a procura de uma saída libertadora. Para o interesse desta galeria do P3 importa o facto de o videoclipe, produzido e realizado pelo projeto criativo e paralelo à banda, o coletivo  CASOTA , tentar fazer das fraquezas força. Isto é, tentar com os recursos mínimos, mas não fáceis (corpos nus, plano sequência), desenvolver um conceito metafórico do som, apesar da extensão da cena poder provocar desistência no espetador online, dada a volatilidade que o carateriza neste contexto. Será interessante saber como esse  NU  se vai desvelar, sobretudo, sabendo que este videoclipe é apenas a primeira cena de um filme maior. Corajosos, os de Leiria. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Um dia no Freeport com… Vera Kolodzig</video:title>
      <video:description>Vera Kolodzig dispensa apresentações. Actriz e mãe, é conhecida pelos papéis que desempenha em televisão bem como no grande ecrã. Em plena época natalícia, o Público acompanhou a actriz num dia pelo  Freeport Lisboa Fashion Outlet  para fazer as últimas compras de Natal. 

 Sendo a actriz uma apaixonada por moda e espaços ao ar livre, o centro revela-se o sítio ideal para um dia bem passado. Com amigos, em família ou mesmo sozinha. 

 A Vera confessou-nos que gosta de um estilo mais descontraído sem, porém, deixar de aderir às tendências com as quais mais se identifica. Além das  trends , no seu guarda roupa não faltam peças intemporais, sendo a qualidade uma condição prioritária.</video:description>
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      <video:title>João Ferreira. "Não é necessário sair da União Europeia"</video:title>
      <video:description>Volta a ser o cabeça de lista da CDU ao Parlamento Europeu. Diz que o que é preciso é fazer frente às imposições da União Europeia e implementar as políticas de que o país precisa. E que não é obrigatório deixar a UE para tal. 

  Leia a entrevista na íntegra aqui .</video:description>
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      <video:title>Um urso gigante feito à mão para iluminar o Natal</video:title>
      <video:description>Catarina Monteiro deixa ursos (e pássaros, gatos, tartarugas, crocodilos) de madeira e papel nas ruas — e depois diz que foi  Catarina Glam , artista urbana, a soltar os cães. Ainda no início de Dezembro, a artista abandonou um ouriço-cacheiro na Trofa, feito a partir de 200 vassouras. Já para o Natal, em Lisboa, construiu um urso gigante e, como amigo, fez-lhe um pinguim: “duas personagens construídas em forma piramidal” para criar “a sensação de uma árvore de natal gigante”, explica por  email  Catarina, de 32 anos. A instalação artística no Parque Verde do LoureShopping chama-se  Polar Light  e simula “uma noite natalícia” à volta da fogueira, no meio da floresta. 

 As esculturas com formas geométricas — um urso polar onde se pode entrar, com duas patas como bancos, um pinguim e quatro pinheiros — foram construídas em madeira e são todas iluminadas. Mas há mais instalações de arte pública para ver "ao longo do percurso de luz e cor” no Parque Encantado de Natal, do centro comercial em Loures, que está aberto todos os dias, entre as 14h e as 23h, até 6 de Janeiro. 

 Glam, fã de carpintaria (não apenas como hobby), cria  personagens tridimensionais  nos locais das exposições que oscilam entre monstros e animais,  normalmente a partir da   reciclagem de materiais  — e é este processo que se vê no vídeo de  Francisco Freitas .</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Segundo Acto</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Segundo Acto</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Ursinho Procura-se</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Ursinho Procura-se</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Holmes &amp; Watson</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Holmes &amp; Watson</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Cavalheiro e a Arma</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Cavalheiro e a Arma</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Crimes Sombrios</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Crimes Sombrios</video:description>
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      <video:title>Quem são os cibercriminosos mais procurados pelos EUA?</video:title>
      <video:description>Quem são os cibercriminosos mais procurados pelos EUA?</video:description>
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      <video:title>Acidente com eléctrico em Lisboa faz vários feridos</video:title>
      <video:description>O  descarrilamento de um eléctrico da Carris na zona da Lapa , em Lisboa, causou pelo menos onze feridos, esta sexta-feira, no cruzamento da Rua Garcia de Orta com a Rua de São Domingos à Lapa. 

 Ao PÚBLICO, uma testemunha no local contou que o eléctrico falhou uma paragem, aparentando estar desgovernado, e descarrilou numa curva após uma tentativa falhada de travagem, embatendo ainda num edifício de esquina. A mesma testemunha disse ter ouvido "um estrondo" e "pessoas a gritar".  

 Algumas pessoas que passavam no local resgataram um bebé e uma criança dos destroços do veículo, que capotou.  

 O PÚBLICO assistiu no local ao resgate de vários passageiros que estavam encarcerados. Várias pessoas foram transportadas de maca, com ferimentos visíveis.  

 A Protecção Civil indica que há naus de 60 socorristas no local, incluindo elementos dos Bombeiros de Campo de Ourique e dos Bombeiros Sapadores de Lisboa. 

 O eléctrico fazia a carreira 25E, que liga os Prazeres (em Campo de Ourique) à Praça da Figueira (na Baixa). A Carris cortou a electricidade em toda a linha.</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Roma  , filme autobiográfico de Alfonso Cuarón,   Colette  , realizado por Wash Westmoreland, e   Homem-Aranha: No Universo Aranha  , animação de Peter Ramsey, Rodney Rothman e Bob Persichetti, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>Cati Freitas ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Nasceu em Braga, há 33 anos, e o primeiro disco,  Dentro , gravou-o fora, em São Paulo, Brasil, em colaboração com o pianista Tiago Costa (que acompanhou a filha de Elis Regina, Maria Rita, nos primeiros trabalhos). Isso foi em 2013 e, no disco, tinha versões de temas de Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Maria Gadú, Caetano Veloso, Vinicius de Moraes e Baden Powell ou Chico Buarque e Edu Lobo, todas elas cantadas em português de Portugal, a par de três temas escritos inteiramente por ela. 

 Cinco anos passados,  Cati Freitas  voltou ao Brasil para gravar um disco que, diz ela, “é totalmente um olhar para dentro” e onde assina grande parte das composições, letra e música. E deu-lhe o nome  Estrangeira . Tem, de novo, a participação do pianista Tiago Costa (com quem divide a produção) e conta com vários músicos brasileiros, entre eles, Jaques Morelenbaum. 

 Com influências do jazz, da pop e também da música tradicional portuguesa,  Estrangeira  define com maior clareza o seu caminho na música. Cati Freitas está esta terça-feira, dia 18, no Auditório do PÚBLICO para cantar alguns temas do novo disco e falar do seu trabalho com o jornalista Nuno Pacheco.</video:description>
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      <video:title>Uma websérie para mostrar como é ser estudante universitário</video:title>
      <video:description>Frases feitas há muitas. Mas só quem por lá passa sabe como é, realmente, a vida académica. Entre livros, copos e amigos, cada um “define o seu próprio percurso dentro da universidade e acaba por ter a melhor experiência possível”. Agora, no ano em que se celebram os 45 anos da  Universidade de Aveiro  e os 40 da  Associação Académica da Universidade de Aveiro  (AAUAv), os estudantes querem mostrar como são as suas vivências: para isso, criaram uma websérie, sob o mote “40 anos de acções, 40 anos de mudança, 40 anos de histórias que culminam na vida académica na prática". 

 A websérie   documental tem quatro episódios e os criadores esperam "que qualquer estudante universitário do país se identifique" com ela, como conta ao P3 Xavier Vieira, presidente da AAUAv. Retrata "a vida académica de qualquer estudante universitário, bem como o quotidiano da academia e o papel que ela assume enquanto dinamizadora da cidade, do contexto cultural e até mesmo nacional". Este primeiro episódio tem 12 minutos e é dedicado aos grupos académicos: na primeira pessoa, é contada a dinâmica do Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro, da equipa masculina de basquetebol e da tuna feminina. Três grupos que representam “a diversificação do projecto associativo”, refere Xavier. 

 Segue-se um capítulo sobre "associativismo e representatividade estudantil", que será lançado a 17 de Janeiro do próximo ano. "A vida boémia e a inovação e casos de sucesso" são os temas dos dois últimos capítulos. Todos os vídeos podem ser visualizados através do  Facebook ,  YouTube  e Vimeo.  

  Artigo actualizado às 14h01 de 16 de Dezembro de 2018: a Universidade de Aveiro celebra 45 anos e não 40.</video:description>
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      <video:title>Paulo Sande: “Portugal não está imune a populismos”</video:title>
      <video:description>Paulo Sande, cabeça de lista da Aliança às eleições europeias, defende que “o eurocepticismo não serve a ninguém”.  Nesta entrevista , numa parceria do PÚBLICO com a Rádio Renascença, o consultor do Presidente da República assume que só suspenderá funções quando formalizar a candidatura.?</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Dogman</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Dogman</video:description>
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      <video:title>Kubo: o robô que ensina miúdos a programar também aprendeu coisas novas</video:title>
      <video:description>Não é todos os dias que se ganha um prémio em dinheiro. Nem é qualquer um que o rejeita. A  startup   Kubo Robotics  fez ambas as coisas em 2016: foi a Lisboa ganhar o prémio do melhor  pitch  da Web Summit,  mas depois rejeitou os 100 mil euros , porque o dinheiro chegaria sob a forma de investimento e os fundadores tinham outra estratégia para desenvolver a empresa. 

 Preferiram lançar uma campanha de  crowdfunding  e estabelecer parcerias locais em Odense, um " cluster  da robótica" na Dinamarca, descreve Daniel Lindegaard, chefe de operações da empresa. A terra natal de Hans Christian Andersen, criador de famosas histórias infantis, continua a ter alguém preocupado com o ensino de crianças — para o robô criado pela Kubo, o importante é que se aprenda programação desde tenra idade. 

 A equipa alia o interesse comercial — "queremos ser a melhor solução" — com preocupações sociais: querem colocar o robô em escolas e bibliotecas públicas, para evitar que o Kubo se torne um produto para ricos e, dessa forma, contribua para uma sociedade mais desequilibrada. Desde a vitória em Lisboa, a empresa vendeu cinco mil exemplares do robô, lançou uma aplicação para telemóvel e tem vindo a adicionar novas funcionalidades ao Kubo, que também ensina música aos mais pequenos ou a escrever correctamente. 

 No rescaldo da Web Summit, lançámos a pergunta: o que aconteceu às  startups  que ganharam a competição que todos os anos é organizada pela Web Summit para distinguir o melhor  pitch ? Também já descobrimos que a Lifeina, vencedora em 2017,  quer salvar corações .</video:description>
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      <video:title>Oleg Sentsov, o prisioneiro que o Parlamento Europeu quer ver libertado</video:title>
      <video:description>Oleg Sentsov, o prisioneiro que o Parlamento Europeu quer ver libertado</video:description>
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      <video:title>"O tecido económico é o alvo privilegiado dos ciberataques"</video:title>
      <video:description>"O tecido económico é o alvo privilegiado dos ciberataques"</video:description>
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      <video:title>Gaspar Varela ao vivo no auditório do PÚBLICO</video:title>
      <video:description>Foi o mais jovem guitarrista a apresentar um concerto em nome próprio no ciclo Há Fado no Cais, parceria do Museu do Fado com o CCB. Isso foi em 24 de Novembro, porque agora o “palco” é outro: Gaspar Varela, bisneto de Celeste Rodrigues, lança aos 15 anos o seu disco de estreia onde mostra do que é capaz na guitarra portuguesa, instrumento que quis aprender desde muito cedo para acompanhar a bisavó. 

 Fê-lo pela primeira vez aos 7 anos, na Gala da Rádio Amália, acompanhando-a depois noutras ocasiões. Tendo por mestre Paulo Parreira e por principais referências Artur Paredes, Carlos Paredes e Jaime Santos, inclui no seu disco (intitulado apenas  Gaspar ) composições dos três, a par de outras de Armandinho ou José Nunes. Isso além de um tema escrito em parceria com o irmão Sebastião Varela ( Lisboetas ) e de uma sentida interpretação à guitarra de  Fado Celeste , onde se ouve, num apontamento, a voz de Celeste Rodrigues (1923-2018). 

 Para tocar e falar do disco com o jornalista Nuno Pacheco,  Gaspar Varela  estará dia 11 no Auditório do PÚBLICO, na companhia dos músicos com quem gravou: André Ramos (viola de fado) e Francisco Gaspar (viola baixo).</video:description>
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      <video:title>"Municípios e regiões vão ter mais peso" na transição energética</video:title>
      <video:description>O Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, que o Governo apresentou a 3 de Dezembro, abriu, para Jorge Vasconcelos, “um debate decisivo” não só para a actual geração mas também para as futuras. Implica “provavelmente a decisão colectiva mais importante que temos de tomar nos próximos tempos”, diz ao PÚBLICO. 

 As primeiras linhas do roteiro colocam os sectores da energia e da mobilidade a liderar a transição para uma sociedade com energia cada vez mais limpa e com menos impacto sobre o clima. Admite também que os municípios e regiões terão um papel crescente, em detrimento dos Estados, nas soluções para lutar contra a alterações climáticas. 

 Jorge Vasconcelos foi o primeiro presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), presidiu em 2014 à Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde e em 2016 colaborou com o gabinete do presidente da Comissão Europeia na elaboração do pacote Energia Limpa para todos os Europeus. 

 Considera que os governos que continuam a subsidiar os combustíveis fósseis “repetem receitas do passado”.</video:description>
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      <video:title>OUPA!, que é rap e é do Porto!</video:title>
      <video:description>Se um leitor tiver curiosidade em conhecer as anteriores “exposições desta galeria” (a forma como nós, VIDEOCLIPE.PT, gostamos de apelidar o resultado da curadoria semanal que fazemos aqui no P3) só tem que memorizar esta ligação:  publico.pt/p3/videoclipe . Aqui se agrega a etiqueta que se apresenta nesta página mesmo por baixo do logótipo P3. 

 Uma das curiosidades, ao percorrer todos esses destaques da nossa plataforma (onde qualquer pessoa adiciona o link do vídeo e a ficha técnica), é o facto de só neste ano estarmos a apresentar o décimo vídeo de hip hop. Demonstração da vitalidade deste género musical em Portugal, mas, sobretudo, que nos videoclipes do género também por cá se vai adotando aos poucos a tendência internacional de fugir a um modelo repetitivo: o rapper a gesticular e a verbalizar para a câmara. 

 Convém, no entanto, explicar que este  Nosso Fado  é o primeiro videoclipe a sair para divulgação do álbum  Cidade Líquida  do projeto  OUPA! . Nome que é fruto de uma iniciativa, da Câmara do Porto, de intervenção social, cultural e artística, desenvolvida junto dos jovens de alguns bairros sociais da cidade. Promovendo-se uma formação, orientação e capacitação escrita e musical, coordenada artisticamente por Capicua e na vertente vídeo (porque hoje está indissociável da música) por André Tentugal e Vasco Mendes. Assim, estes últimos assinam o videoclipe no qual procuraram, através de algumas imagens simbólicas (figura solitária na urbe com algo para arremessar ao mundo...), sintetizar de forma metafórica o sentido das palavras deste rap coletivo que fluem com o vagar do  beat . E da plasticidade visual da tradição do fado traça-se num preto e branco rugoso um fascinante desenho dinâmico de luzes e sombras. Porque uma boa dinâmica visual nos videoclipes é bem mais cativante do que o afrontamento da câmara por um rapper, como  aqui  se demonstra numa anterior “exposição” desta galeria. 

  Texto escrito segundo o novo Acordo Ortográfico, a pedido do autor.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Bergman - Um Ano, Uma Vida</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Bergman - Um Ano, Uma Vida</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Wasted Waste&lt;/i&gt;, um documentário sobre o desperdício que é o lixo</video:title>
      <video:description>Não é a "necessidade" que leva as pessoas retratadas no filme  Wasted Waste  a "sobreviverem com o mínimo ou mesmo sem dinheiro". Pedro Serra, o autor do documentário que está desde domingo disponível no Vimeo na íntegra, explorou um movimento anti-capitalista e de desperdício zero que também tem praticantes em Portugal: o  freeveganism  (a junção das palavras  free  com veganismo). Os  freegans,  como se intitulam, "rejeitam qualquer forma de exploração humana e animal" e resgatam, por exemplo, alimentos em bom estado dos caixotes do lixo — para consumo próprio e para partilha —  porque, como  dizia o realizador em entrevista ao P3, em 2017, aquando da estreia do filme , “numa sociedade onde ainda há pessoas a passar fome", desperdiçar "3,6 milhões de quilos de comida todos os dias" é "escandaloso".</video:description>
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      <video:title>As bicicletas de bambu estão a mudar o Gana — e o mundo</video:title>
      <video:description>A economia do Gana assenta essencialmente naquilo que a terra dá: de um lado, a indústria do  cacau ; do outro, a do petróleo. Ambos os sectores são altamente poluentes e provocam danos nefastos na natureza. Mas deste país da África ocidental também chegam tendências contrárias que demonstram como, afinal, os recursos naturais podem ser aproveitados de forma sustentável. 

 É o exemplo da  Boomers Internacional  que produz bicicletas de bambu ( não é caso único no país ) como alternativa às bicicletas convencionais, que utilizam materiais mais poluentes, como aço, alumínio e titânio. Mas a empresa, além da vertente ecológica do negócio, contribui decisivamente para o bem-estar da comunidade local. Isto porque  recruta, sobretudo, jovens de zonas rurais, desempregados, que abandonaram precocemente a escola, e dá-lhes formação e emprego. Além disso, também paga a mais de 200 agricultores para irem para as florestas extrair bambu. Trata-se afinal da "planta mais forte que existe" e "pode servir para tudo, afiança Kwabena Danso, o CEO da empresa, neste vídeo do portal   Great Big Story . 

 Neste momento, a produção já vai em mais de quatro mil bicicletas por ano, mas ainda querem chegar às seis mil — e já podem ser encontradas  à venda  na Europa.  “A minha parte preferida do trabalho", diz o responsável, "é acordar todas as manhãs e perceber que não estou só a pensar em mim mesmo, mas a pensar numa comunidade inteira, pensar em como fazer uma comunidade melhor”. E, quem sabe, num mundo melhor.</video:description>
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      <video:title>Matthieu Paley, um nómada que fotografa comunidades sem fronteiras</video:title>
      <video:description>Pergunte-se a um vencedor de um  World Press Photo , fotógrafo há duas décadas, colaborador regular da  National Geographic,  quando é que soube que podia viver da fotografia pela primeira vez e a resposta pode ser desarmante. “Acho que ainda duvido hoje em dia”, ri-se à gargalhada  Matthieu Paley , para logo a seguir se recompor: “É esta a realidade de ser  freelancer . Duvido do meu trabalho e duvido sempre do que irá acontecer nos próximos meses. A diferença é que agora sou mais confiante do que há 20 anos, quando comecei.” 

 Resposta mais curta: soube no Butão, em 2000, aquando da primeira missão para uma das mais relevantes revistas do mundo que, desde aí, já o vê como um dos fotógrafos da casa. “Senti que com a  National Geographic  tinha finalmente um nome grande com quem podia dizer que já tinha trabalhado. E estava pronto para me afirmar como fotógrafo.” 

 Nessa altura, Matthieu, agora com 45 anos, estava a  viver no Norte do Paquistão  depois de três anos a estudar Fotografia em Nova Iorque. Em França, onde nasceu, ficou o curso em Comércio Internacional, com especialização nos mercados asiáticos — porque não sabia "ainda" o que fazer;  porque é o percurso “tradicional a seguir  em França e tantos outros países”; porque era pela Ásia que queria viajar. Ainda na faculdade, aprendeu coreano e desde aí que as várias línguas que fala são “ferramentas essenciais do  kit  de fotógrafo” especialista em comunidades remotas e nómadas que construiu. 

 São elas que ajudam, também, a explicar a dispersão no mapa de trabalhos, viagens, casas, família que Matthieu tem vindo a traçar. Se tem o francês como língua nativa, no dia-a-dia o fotógrafo fala mais em inglês. É casado com uma mulher alemã e por isso fala alemão. O filho mais velho nasceu em Hong Kong e o segundo na Turquia, onde a família viveu sete anos , tempo suficiente para ele aprender turco. Outros cinco anos foram passados na Índia e no Paquistão, daí o hindi e o urdu que fala fluentemente. Trabalhou ainda com organizações não governamentais no </video:description>
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      <video:title>Lobos congelados e leões queimados: chegou o novo &lt;i&gt;teaser&lt;/i&gt; de &lt;i&gt;A Guerra dos Tronos&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Sem revelar quaisquer cenas ou falas da nova temporada,  a série  A Guerra dos Tronos   – cuja temporada final chega em 2019 – prefere manter-se no campo metafórico, quiçá de antevisão. O  teaser  da oitava temporada, intitulado “Dragonstone”, começa com o gelo a alastrar-se por um tabuleiro, congelando figuras de madeira: lobos (símbolo da casa Stark), dragões (insígnia da casa Targaryen); do outro lado, o fogo avança pelo cenário e queima um leão (que representa a casa Lannister), acabando por colidir com o gelo e anunciando a temporada final da série, que chega em Abril do próximo ano. 

 A derradeira temporada contará com seis episódios e não se sabe ainda em que dia do mês será exibido o primeiro episódio, que passará primeiro na HBO norte-americana e no dia seguinte no canal Syfy, em Portugal. A  data de estreia foi anunciada no início de Novembro  com um vídeo em que são mostradas imagens de temporadas anteriores: “Só há uma guerra que interessa – e essa guerra chegou”, ouve-se pela voz de Jon Snow, um dos protagonistas. 

 Criada por D.B. Weiss e David Benioff, a série que se estreou em 2011 tem dado novas temporadas aos fãs de ano a ano, com excepção do hiato de 2018. Mais tempo têm demorado os livros do escritor George R. R. Martin, que inspiraram a série de fantasia: a saga  As Crónicas de Gelo e Fogo  surgiu há mais de 20 anos e soma mais de 90 milhões de exemplares vendidos. Entre a angústia e o peso de criar uma obra de excelência, falta ainda ao escritor terminar  The Winds of Winter . Enquanto não chega, George R. R. Martin  publicou em Novembro o livro  Sangue e Fogo  , uma bifurcação da trama original, desta vez centrada no passado da linhagem Targaryen.</video:description>
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      <video:title>Depois de ganhar a Web Summit, a Lifeina quer salvar corações</video:title>
      <video:description>O que é que aconteceu às  startups  que ganharam a competição que todos os anos é organizada pela  Web Summit  para distinguir o melhor  pitch ? Perguntámos a Uwe Diegel, fundador da  Lifeina , que ganhou em 2017 com a proposta de um minifrigorífico para conservar medicamentos. Chama-se Life in a Box e será posto à venda em Janeiro de 2019, com 40 mil unidades. A empresa será distinguida na  CES Las Vegas 2019  com o prémio Inovação. Na calha estão dois novos produtos, um dos quais é o Life in a Heart, uma solução para conservar por mais tempo órgãos humanos doados para transplante.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Que a Noite Rouba ao Dia</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Que a Noite Rouba ao Dia</video:description>
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      <video:title>Cinema num minuto: as estreias da semana</video:title>
      <video:description>Silvio e os Outros  , biografia assinada por Paolo Sorrentino,   Parque Mayer  , de António-Pedro Vasconcelos, e   O Livro de Imagem  , de Jean-Luc Godard, são algumas das estreias em cartaz.</video:description>
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      <video:title>O que uma Rede de Patrulheiros e uma &lt;i&gt; app &lt;/i&gt; podem fazer pelas florestas</video:title>
      <video:description>Os voluntários realizam rondas semanais ou diárias pelas florestas de Albergaria. Em 2019, o projecto quer formar a maior rede de patrulheiros do país para combater um problema que também é europeu.  Leia a  reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Ana Paula Vitorino: “Se continuarmos assim, o Porto de Setúbal deixará de ser viável”</video:title>
      <video:description>Ana Paula Vitorino: “Se continuarmos assim, o Porto de Setúbal deixará de ser viável”</video:description>
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      <video:title>Desperdiçar comida num mundo onde há fome é “escandaloso”</video:title>
      <video:description>A ideia andava a ganhar lastro desde 2014, quando, a preparar o documentário   Que Estranha Forma de Vida  , Pedro Serra começou a ouvir falar mais de freeganismo. Nessa altura, o produtor e realizador de 26 anos não conhecia nenhum adepto desse estilo de vida que é também um movimento anti-capitalista. Quando há coisa de um ano decidiu investigar o tema mais a fundo não demorou a perceber que tinha de partilhar aquelas histórias. A busca não foi fácil. Em Portugal, o movimento é ainda escasso — e são também alguns os adeptos que se recusam a dar a cara: “Algumas destas coisas não são consideradas legais, por isso não se querem expor”, explicou ao P3 Pedro Serra, que vai estrear o documentário   Wasted Waste   no dia 18 de Novembro em Lisboa e no dia 25 no Porto. Mas voltando ao  Freeganismo . A expressão junta as palavras  free  e vegan. Parte, portanto, do veganismo, “mas vai mais além”. Os  freegans  procuram “sobreviver com o mínimo ou mesmo sem dinheiro” e, para isso, uma das coisas que fazem é recolher alimentos em bom estado dos caixotes do lixo — para consumo próprio e para partilha ("é um movimento muito altruísta”, sublinha Pedro). “Este ainda é um tema tabu em Portugal, há muito estigma para com estas pessoas que vão buscar algo ao lixo”, lamenta. Para o realizador de Proença-a-Nova é incompreensível que assim seja — mesmo porque “um terço da comida que produzimos não é consumida”. Vamos a números apresentados no documentário: em todo o mundo, são desperdiçados todos os dias 3,6 milhões de quilos de comida, o que poderia alimentar 870 milhões de pessoas. E, contraditoriamente, 800 milhões de pessoas passam fome. 

 O documentário com 1h24, filmado entre Porto e Lisboa, mostra o estilo de vida de vários  freegans  e de movimentos que contribuem para um estilo de vida mais sustentável (Fruta Feia, Reefood, Maria Granel, Banco do Tempo, GoodAfter) e entrevista do deputado do PAN, André Silva, que chegou a propor uma lei que obrigasse as grandes cadeias a doar os excedentes alimentares a instituições. Pa</video:description>
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      <video:title>Há que celebrá-las: &lt;i&gt;Viva La Vulva&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já há um hino para todas as vulvas e para todas (e todos) aqueles que ousem descobri-las, celebrá-las, elogiá-las e, espera-se, normalizá-las. É pelo menos esse o objectivo do anúncio publicitário  Viva La Vulva , onde uma panóplia de objectos, alimentos, fantoches e ilustrações — todos provocadoramente semelhantes a vulvas— ganham lábios que, alegres, fazem  playback  ao som de  Take Yo' Praise , de Camille Yarbrough (canção conhecida, sobretudo, por causa de  Praise You , a versão de Fatboy Slim).  A mensagem: não há duas vulvas iguais.  

 O vídeo foi realizado por  Kim Gehrig , realizadora australiana a viver em Londres, e mostra, por exemplo, uma mulher a ver ao espelho a sua vulva e uma boneca que fica chocada ao descobrir que não tem uma. A campanha "de celebração da variedade" foi produzida para a Libresse — a mesma marca sueca de produtos de higiene que usou um líquido vermelho, e não azul como é norma, para simular sangue menstrual. A campanha de 2017   Blood Normal   (“o período é normal, mostrá-lo também deveria ser”) acabou por receber o grande prémio este ano em Cannes, na área da publicidade “capaz de mudar o mundo”. 

 Agora, a marca justifica a mais recente campanha com estudos próprios que mostram que quase metade das pessoas questionadas se sentiam envergonhadas pela forma como a sua vulva é ou cheira e quase 70% dizia não saber descrevê-la. Falam também no aumento registado na última década do número labioplastias (redução dos pequenos lábios vaginais) por razões estéticas. O raciocínio: como é que se cuida de algo que não se conhece?</video:description>
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      <video:title>Na rota de Alcobaça</video:title>
      <video:description>A operação Lugares Património Mundial do Centro é promovida e coordenada pela Turismo do Centro de Portugal em colaboração com os municípios de Alcobaça, da Batalha, de Coimbra e de Tomar, a Universidade de Coimbra e em parceria com o Ministério da Cultura, através da Direcção Geral do Património Cultural e da Direcção Regional de Cultura do Centro.  

  Este texto é da responsabilidade de</video:description>
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      <video:title>Menos vacas e incêndios florestais: como descarbonizar um país</video:title>
      <video:description>Para além dos carros eléctricos a 100% e partilhados que aí vêm, o plano do Ministério do Ambiente e da Transição Energética prevê uma redução entre 25 a 50% de bovinos e de metade da média da área de floresta ardida. 

 O roteiro do Governo para a neutralidade carbónica em 2050 preconiza mudanças profundas, para que o saldo líquido de emissões de dióxido de carbono do país passe das 60 megatoneladas em 2015 para zero em 2050, explica o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes. Governo leva plano à conferência de Katowice, na Polónia. 

  Leia a entrevista na íntegra .</video:description>
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      <video:title>Li Yin não pensa regressar à China</video:title>
      <video:description>Leia a reportagem completa aqui.</video:description>
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      <video:title>X-Wife e o rambo da sucata</video:title>
      <video:description>Quando alguém adicionou esta semana um videoclipe dos  X-Wife  na plataforma VIDEOCLIPE.PT, surgiu logo uma ideia musical que tem em conta os anos de existência da banda, mesmo que seja já o segundo videoclipe de chamada de atenção do seu quinto e  homónimo álbum , lançado em abril deste ano. Embora os primeiros momentos até pareçam estranhos, com umas borbulhadas de eletrónica  démodé . No entanto, logo logo, o ritmo “funkeiro” das guitarras começa a impor-se, o baixo a balançar, e surgem mais outros apontamentos rítmicos e eletrónicos, agora até com um saxofone a dar outro calor, e claro, a reconhecível voz chamativa e instigadora. 

 Porém, sendo este  Boom Shaka Boom  um dos temas com mais vincada propensão rítmica, o vídeo não ajuda a imprimir visualmente essa noção. O que era suposto, sendo esse um dos princípios básicos dos videoclipes: ter também “ uma vibração visual ” para reforçar a memorização do tema. Mas, nós, que aqui fazemos a curadoria, e zeladores que somos do passado “videoclipédico” nacional na nossa plataforma, também já temos uma ideia visual e concetual do trabalho do habitual colaborador da banda, o André Tentugal. Pois este, sabendo da banalidade que são os vídeos com a performance de uma banda, tem vindo a propor-lhes antes ideias metafóricas dos estados de alma geracionais. O que tanto dá sentido às explosões corporais de uma jovem, no primeiríssimo tema do álbum (leiam aqui sobre o   Movin’Up ),  ou às derivações emocionais no primeiro videoclipe que anunciou a edição do álbum (leiam aqui sobre o   This Game  ). 

 Não interessa tecermos uma consideração sobre a qualidade de uma metáfora (uma curadoria não é fazer crítica, mas dar propostas de interpretação), na qual um rambo ridículo atiça fogo à sucata com um sentido libertador da lógica da obsolescência, ou se esta proposta é a mais eficaz no atual contexto comunicativo online. Interessa sim falarmos da coerência do gesto, pois é de enaltecer a continuada aposta da banda na forma diferenciadora de vincar o nervo intrínseco que s</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Roma</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Roma</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Maria, Rainha dos Escoceses</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Os Irmãos Sisters</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Os Irmãos Sisters</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Homens do Diabo</video:title>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Vox Lux</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Astérix: O segredo da Poção Mágica</video:description>
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      <video:description>Cinecartaz: Trailer Escape Room</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer A Árvore da Discórdia</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer A Árvore da Discórdia</video:description>
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