Retirada de estátuas associadas ao racismo tem cada vez mais apoio do poder político

Protestos anti-racistas intensificaram planos políticos de revisão e de retirada dos memoriais a figuras históricas no espaço público nos EUA, Reino Unido ou Bélgica. Paralelamente, aumentaram os casos de derrube e vandalismo de estátuas por iniciativa popular.

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Estátua de Colombo foi lançada a um lago, em Richmond Reuters/INSTAGRAM/@VIDEOGUNS
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Memorial de Colombo vandalizado, em Miami Reuters/MARCO BELLO
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Estátua de Colombo em Boston foi decapitada Reuters/BRIAN SNYDER
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Memoria de Colston em Bristol já não tem a estátua do esclavagista LUSA/ANDY RAIN

O acto de remover uma estátua apaga, relembra ou reescreve a História? O debate não é novo, nem sequer é recente, mas ganhou novo ímpeto com a onda de protestos anti-racistas à escala mundial, iniciados com o assassínio do afro-americano George Floyd pela polícia de Mineápolis. E o destaque que determinadas cidades e nações dão a heróis e figuras históricas ligadas a um passado colonial, esclavagista e segregador, seja através de estátuas, memoriais, edifícios públicos ou nomes de ruas, está a ser cada vez mais posto em causa pelo poder político.

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