Reacções com “emojis” no Facebook já disponíveis em Portugal

Portugal é o quarto país escolhido pela rede social para testar os pequenos ícones como resposta a conteúdos partilhados

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Portugal é o quarto país escolhido pela rede social para testar os ícones DR

Depois da Irlanda e de Espanha, e desde há duas semanas do Chile, os utilizadores do Facebook em Portugal e nas Filipinas podem a partir de agora assinalar mais que “gosto” em reacção a um post publicado na rede social. Além do conhecido polegar para cima, o Facebook disponibiliza a funcionalidade Reactions, através da qual sete "emojis" podem também manifestar outros estados de humor do utilizador.

A partir desta terça-feira, a Reactions passa a estar activa em Portugal, inicialmente para um pequeno grupo de utilizadores e depois para os restantes. Disponível para iOS e Android, a funcionalidade tem “recebido um excelente feedback” dos três países que já a testaram, adiantou ao PÚBLICO Chris Tosswill, gestor de produto no Facebook.

Reactions funciona como uma extensão do botão “gosto”, que depois de accionado pelo utilizador passa a dar acesso a sete "emojis", incluindo a famosa mão azul, criando uma “forma mais fácil de deixar 'feedback', menos complicada, por vezes, que deixar um comentário”, observou Tosswill. Gosto, adoro, riso, alegria, surpresa, tristeza e ira são os estados representados pelos pequenos ícones, que pretendem ajudar na reacção a conteúdos na rede social.

Questionado sobre a contínua ausência de um botão “não gosto”, e à semelhança do que tem até aqui defendido o co-fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, Tosswill explicou que um tal botão seria demasiado redutor, e impediria a continuação de uma conversação, possibilidade que fica aberta com os "emojis" apresentados.

Quando a Reactions foi apresentada, Zuckerberg explicou que existem momentos em que um “'gosto’ pode não ser a melhor forma de nos expressarmos”. “Não é um botão de ‘não gosto’ mas dá o poder de facilmente expressar pena e empatia”, explicou o CEO do Facebook.

Zuckerberg recusa-se a transformar o Facebook “num fórum onde as pessoas fazem apreciações positivas ou negativas sobre as publicações dos outros”. Segundo a rede social, os utilizadores “querem poder expressar empatia”.

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