Na Birmânia, milhões de pessoas navegam na Internet pela primeira vez. Sem experiência prévia, são vítimas fáceis de propagandistas extremistas e de um código penal herdado da ditadura.

  • Na Birmânia, milhões de pessoas navegam na Internet pela primeira vez. Sem experiência prévia, são vítimas fáceis de propagandistas extremistas e de um código penal herdado da ditadura.

  • Regressa à ribalta com três espectáculos de stand up no Netflix, 11 anos depois de ter recusado 50 milhões de dólares para dar continuidade a Chappelle’s Show.

  • Em tudo o que nos sucede, de bom e de mau, é possível encontrar a oportunidade de crescimento psicológico. A psicoterapia dá-nos os recursos e um guião para que este crescimento aconteça em todas as fases da vida.

  • Perante a claustrofobia geral, há um blogue, espécie de comunidade emocional de mães 3.0, onde estas rompem o estereótipo da mãe perfeita e reivindicam o seu direito ao espaço público.

  • Violeta é nome de mulher, é nome de instrumento musical, é nome de flor. É também uma cor resultante da mistura do azul com o vermelho. Fomos à procura das flores. Não são fáceis de encontrar. Em Portugal, o sector das flores movimenta 450 milhões de euros.

  • A cidade que nos anos 50 era o centro da indústria automóvel, mas que em 2013 declarou falência, ensaia agora uma retoma baseada na aposta no empreendedorismo.

  • O mais provável é que o pão que hoje comeu ao pequeno-almoço tenha saído de uma fábrica. Também é quase certo que a farinha de que é feito tenha levado aditivos. Mas há pão e pão, dizem.

  • Há quem semeie trigos antigos como o barbela, há quem aposte na recuperação de moinhos tradicionais, há cada vez mais gente a aprender o ofício de padeiro e interessada nas formas artesanais de fazer pão, com leveduras naturais e fermentações longas. Alguma coisa está a mudar no pão em Portugal.

  • Fresh off the boat, centrado numa família americana de origem asiática, estreia-se para emissões de segunda a sexta na Fox Comedy.

  • Mais activista, mais politizada, mais feminista e mais negra. É também assim a América, que defende a cultura da inclusão e diversidade, da justiça social e racial e onde a academia está consciente das desigualdades e empenhada em desafiá-las. Como se coaduna isto com a presidência de Donald Trump?