Há “trapaças” (o mesmo que “burlas”) que exigem engenho e arte, pelo que só se conseguem em grupo e em teia.

  • Há “trapaças” (o mesmo que “burlas”) que exigem engenho e arte, pelo que só se conseguem em grupo e em teia.

  • A história do Torneio de Roland Garros nos últimos 37 anos também se conta através dos cartazes oficiais, numa aliança entre a arte contemporânea e o ténis. O torneio francês do Grand Slam começa este domingo.

  • Há um mito sobre a solidão que a considera uma característica dos mais velhos. Sabemos, no entanto, que a solidão é mais sentida no grupo dos 15-24 anos, descendo nas faixas etárias seguintes e crescendo novamente nas pessoas mais velhas, sobretudo com 80 ou mais anos.

  • A 28 de Maio de 1961, há precisamente 56 anos, o semanário The Observer, do Reino Unido, publicava o artigo de um advogado, Peter Benenson, que esteve na origem da criação da Amnistia Internacional.

  • A adaptação televisiva de , romance de Neil Gaiman, está disponível em Portugal no serviço Amazon Prime.

  • Não me enganem com unicórnios de plástico: o amor é em si mesmo uma coisa extraordinária, e é precisamente na rotina que ele se torna ainda mais extraordinário. Não precisa de néones para nos deixar zonzos.

  • A Amnistia Internacional calcula que pelo menos 17.723 pessoas morreram nas prisões sírias desde o início da guerra civil. É o mesmo que dizer dez pessoas por dia. Muitas morreram na famosa prisão de Saydnaya. A mesma onde os EUA acreditam, agora, que há um crematório.

  • Catarina Salgueiro Maia, filha de um dos líderes militares do 25 de Abril, foi candidata nas legislativas pelo Bloco de Esquerda ao círculo da Europa. Colabora como voluntária no portal online Bom Dia, um dos maiores meios de comunicação para emigrantes do norte da Europa, sediado no Luxemburgo.

  • Francisco Sassetti trabalhou no CCB com Mega Ferreira, e dali seguiu para a Filarmónica Jovem de Viena. É programador musical da Philharmonie Luxembourg para as áreas do Jazz e Músicas do Mundo desde 2015. Tem 34 anos.

  • Os portugueses no Luxemburgo rejeitam a ideia de que sejam uma só comunidade. Dos 100 mil que ali residem, cerca de metade chegou nos últimos 15 anos, muitos desde 2012. Os mais jovens e mais qualificados nem se vêem a si mesmos como emigrantes.