Portugal defendeu e aprovou uso livre da inteligência artificial pelas forças de segurança

Portugal esteve ao lado da França e da Hungria para garantir excepções ao regulamento da inteligência artificial. As forças de segurança “não devem ser impedidas de desempenhar as suas funções”

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Governo de Costa esteve entre os que defenderam as excepções na monitorização dos cidadãos Daniel Rocha
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Dentro de menos de um mês, a partir de 2 de Fevereiro, os governos de toda a UE terão o poder de utilizar tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA) que permitem seguir os cidadãos em espaços públicos, efectuar vigilância em tempo real para monitorizar os refugiados nas zonas fronteiriças e utilizar ferramentas de reconhecimento facial sobre pessoas suspeitas, com base nas suas opções políticas ou crenças religiosas.

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