Saúde, a reforma que tarda em chegar

O ano de 2023, que arrancou com um forte investimento político na saúde, arrisca-se a chegar ao fim com mais intranquilidade e incertezas.

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A Direcção Executiva do Serviço Nacional de Saúde foi aprovada numa reunião de Conselho de Ministros em Setembro do ano passado. Fará em breve um ano. Na cerimónia de apresentação da equipa, liderada por Fernando Araújo, o primeiro-ministro, António Costa, destacava que se tratava de “uma reforma não só fundamental como imprescindível” e que, para além de se investir dinheiro, seria necessário "melhorar a gestão” do SNS.

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