Ciberataques estão a aumentar e empresas portuguesas não estão preparadas para a “guerra híbrida”

Mais de 50% dos profissionais portugueses não estão confiantes de que o Governo possa defender-se na ciberguerra. Os dados são do novo relatório da tecnológica Armis sobre o estado da cibersegurança.

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O sector da saúde é um dos mais afectados na ciberguerra PAULO PIMENTA
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A pandemia revelou muitas das vulnerabilidades digitais Daniel Rocha
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“Com a ameaça crescente dos ciberataques globais, a higiene cibernética nunca foi tão importante”, alerta o director regional da Armis na Península Ibérica BILL HINTON/GETTY IMAGES

Os ciberataques estão a aumentar a nível mundial e grande parte das empresas e serviços em Portugal não sabe como responder. O foco deixou de ser apenas roubar dados e ganhar dinheiro e passou a incluir a interrupção do trabalho de empresas e serviços críticos, como hospitais, num cenário de ciberguerra. Em Portugal, 37% das organizações admitem não estar preparadas para estes ataques — é um valor bem acima da média europeia (24%). Apenas 53% dos profissionais portugueses estão confiantes de que o Governo nacional pode defender-se contra a ciberguerra.

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