No Crivo, o Douro quer mostrar (e ensinar) o que sabe fazer

Tem artes plásticas, cutelaria, escultura, cestaria, olaria, instrumentos musicais e máscaras de Lazarim. O Centro de Artes do Saber Fazer do Douro abriu na Régua e é uma “casa inacabada”.

museu-douro,unesco,douro,peso-regua,fugas,patrimonio,
Fotogaleria
O luthier António Santos Silva Teresa Pacheco Miranda
museu-douro,unesco,douro,peso-regua,fugas,patrimonio,
Fotogaleria
Crivo Teresa Pacheco Miranda
museu-douro,unesco,douro,peso-regua,fugas,patrimonio,
Fotogaleria
Crivo Teresa Pacheco Miranda
museu-douro,unesco,douro,peso-regua,fugas,patrimonio,
Fotogaleria
Crivo Teresa Pacheco Miranda
artesanato,museu-douro,unesco,peso-regua,fugas,patrimonio,
Fotogaleria
Crivo Teresa Pacheco Miranda

Numa das mesas está Marta Barata, a moldar um dos seus corações-assinatura de cerâmica (desta feita, “derivado apenas para artérias”); noutro canto, é António Paredes quem tece um cesto para a lenha; e numa bancada de carpinteiro, António Santos Silva segura a tampa do bandolim que está a construir (a armação já está na forma). Está visivelmente abaulada: em vez de uma peça recta, vemos uma peça encurvada no meio.

Sugerir correcção
Comentar