O rei vai nu

Uma bela colecção de corpos, sobretudo masculinos, mas também femininos, inclusiva de muitas variações da morfologia humana ditadas pela idade, pela cor da pele, pelo género, pela envergadura.

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Umas vezes mais do que outras (e Fogo-Fátuo é das vezes que mais), mas o cinema de João Pedro Rodrigues é sempre uma questão de corpos, apanhados entre a sua realidade (entre a sua nudez, no sentido mais directo do termo) e, se não a sua transfiguração, pelo menos uma espécie de re-figuração (que pode implicar também uma nudez, mas de outro tipo, aquela que vem “revestida” de um imaginário pictorialmente alusivo).

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