Seis universidades portuguesas entre as mil melhores do mundo

Com Harvard em primeiro lugar pelo 20.º ano consecutivo, as universidades norte-americanas continuam no topo do ranking.

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No topo da lista, Harvard está mais uma vez à frente da também norte-americana Stanford BRIAN SNYDER/Reuters

Seis universidades portuguesas foram incluídas entre as mil melhores do mundo no Ranking de Xangai, publicado esta segunda-feira, com Harvard a aparecer no topo da lista, dominada pelos Estados Unidos.

A Universidade de Lisboa e Universidade do Porto surgem entre as 201.ª e 300.ª melhores do mundo. Seguem-se a Universidade de Aveiro e Universidade do Minho, entre as 400 e 500 melhores, e a Universidade Nova de Lisboa e a Universidade de Coimbra entre os 500.º e 600.º lugares.

Com Harvard em primeiro lugar pelo 20.º ano consecutivo, as universidades norte-americanas continuam no topo do ranking.

Tal como no ano passado, as instituições anglo-saxónicas continuam entre as dez melhores: oito universidades norte-americanas e duas britânicas estão no topo da edição de 2022 deste ranking global das melhores instituições de ensino superior, que tem sido levado a cabo desde 2003 pela empresa independente Shanghai Ranking Consultancy.

No topo da lista, Harvard está mais uma vez à frente da também norte-americana Stanford. Este ano, outra universidade norte-americana, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), ficou em terceiro lugar no pódio, relegando a britânica Cambridge para quarto lugar. Seguem-se as universidades norte-americanas Berkeley (5.ª) e Princeton (6.ª) e a britânica Oxford (7.ª).

No total, 39 universidades norte-americanas aparecem entre as 100 melhores. A primeira instituição não anglo-saxónica, a universidade francesa Paris-Saclay, está em 16.º lugar.

O Ranking de Xangai tem em conta seis critérios, incluindo o número de medalhas Nobel e Fields — o Nobel da Matemática — entre estudantes e professores de pós-graduação, o número de investigadores mais citados na sua especialidade e o número de publicações nas revistas Science e Nature.

Este ano, mais de 2500 instituições foram examinadas para estabelecer a classificação.

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