Os portugueses esquecidos da Cidade Imperial

A comunidade que imigrou nos anos 40 sofreu xenofobia, manteve-se fechada sobre si mesma, mas hoje orgulha-se das suas tradições.

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Investigadores Lucas Ventura da Silva e Natália da Paz Lage cortesia LUCAS VENTURA DA SILVA
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D. Pedro e Dona Teresa, imperatriz consorte do Brasil, nos jardins do Palácio Imperial em Petrópolis wikicommons

Quando pensamos na história de Petrópolis, são geralmente os imigrantes alemães que vêm à memória. “Os primeiros colonos, todos imigrantes alemães que para cá vieram com o objectivo de trabalhar inicialmente na construção da estrada, erguiam suas moradas, plantavam suas hortas e davam existência real a Petrópolis”, descreve Lilia Schwartz em As Barbas do Imperador. “Os navios continuavam chegando da Europa, as famílias crescendo e em 1859 a população alemã compunha-se de 3300 pessoas.”

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