China ensaia operação militar “para a reunificação” depois de Pelosi prometer “não abandonar Taiwan”

Speaker da Câmara dos Representantes dos EUA visitou o Parlamento taiwanês, reuniu-se com a Presidente Tsai e assegurou o compromisso norte-americano com a segurança do território reivindicado por Pequim. PC chinês prevê que os exercícios militares em redor da ilha passem a ser “rotineiros”.

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Governo chinês revela mapa com o local dos exercícios militares, em redor de Taiwan, através de um ecrã gigante, em Pequim Reuters/THOMAS PETER
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Manifestantes pisam fotografia de Pelosi e bandeira dos EUA em frente ao consulado norte-americano em Hong Kong EPA/JEROME FAVRE
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Pelosi (speaker parlamentar dos EUA) e Tsai (Presidente de Taiwan) cumprimentam-se EPA/HANDOUT/ TAIWAN PRESIDENTIAL OFFICE HANDOUT
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Joseph Wu (à esquerda), ministro dos Negócios Estrangeiros de Taiwan, despede-se do avião que transporta Pelosi e a comitiva norte-americana Reuters/TAIWAN MINISTRY OF FOREIGN AFFAI

Exercícios de “bloqueio conjunto” da ilha, de “assalto marítimo”, de “ataque terrestre” e de “combate aéreo” em seis zonas marítimas e aéreas e a menos de 12 milhas náuticas da sua costa; envolvimento de todos os ramos das Forças Armadas; mobilização e utilização de “caças”, “contratorpedeiros”, “mísseis de curto alcance” e “mísseis hipersónicos”, entre outros activos militares; e a “demonstração” de que a China “tem o controlo absoluto da questão de Taiwan”.

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