Pobre não entra lá em casa

A tudo o que não é ocidental, como os exemplos se sucedem, fecha-se com estrondo a porta na cara, uma ideia que, para além do vector humanitário, e até no contexto actual de concorrência mundial pela influência geopolítica, é mais do que discutível.

Cada casa é um cosmos. Colocamos fragmentos de nós nelas para dizermos que são nossas. A decoração, de forma pensada ou inconsciente, são pedaços dos nossos corpos espalhados pelas paredes, armários ou objectos. Reflectem-nos. São extensões de nós. Tanto podemos construir um espaço de intimidade, mas generosamente aberto ao exterior, como criar um lugar que funciona, mesmo que ilusoriamente, como fortaleza.

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