Querida Kitty

Anne escreveu o seu diário com a mesma idade que eu tinha quando o li. E aquela Anne confusa podia ser a Carmen confusa.

Há umas semanas, li um texto em que, algures pelo meio, uma frase dizia que “aqueles que morrem jovens permanecem jovens para sempre”. É facto que não conheço o autor da afirmação e que uma rápida pesquisa no Google também não me ajudou a encontrá-lo. Mas era eu uma menina de 13 anos quando me foi apresentada a jovem que melhor personifica esta eterna Primavera. Uma jovem rapariga que, tendo terminado a vida num inferno que lhe dominou corpo e alma, se tornou eterna através das suas palavras.

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