Mar, uma aposta eternamente adiada

Com avanços e recuos, o mar parece não ter cumprido ainda a sua promessa. A solução poderá passar pela orgânica do Governo, mas também por um equilíbrio entre a valorização económica e a protecção dos oceanos, segundo antigos governantes e investigadores que o PÚBLICO ouviu.

Foto
Conferência dos Oceanos das Nações Unidas decorre em Lisboa Stelios Misinas

Com a aproximação da Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que este ano decorre em Portugal, o mar voltou à agenda mediática. O sector já foi secretaria de Estado, ministério autónomo ou integrado noutros ministérios, como actualmente ou durante o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território de Assunção Cristas, mas independentemente da orgânica adoptada, apesar de existir, governo atrás de governo, um consenso entre os decisores políticos sobre a importância do sector, os apelos para se apostar (finalmente) no mar não cessam.

Sugerir correcção
Comentar