“Vamos propor que o peso dos exames na média de candidatura ao superior seja menos de 50%”

O director executivo da Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo defende que a experiência vivida nos dois anos da pandemia não permite que as escolas continuem iguais. Colégios querem avançar “já” com uma mudança. Quanto ao financiamento a ofertas do ensino particular, Rodrigo Queiroz e Melo diz que continua a existir um “preconceito” em relação ao privado por parte do Governo.

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Rodrigo Queiroz e Melo diz que 99% dos alunos do privado entram no ensino superior Rui Gaudêncio

O ensino particular quer que o Governo lhe dê mais liberdade de modo a que possa ter um modelo próprio de recrutamento de professores, autonomia para implementar novos percursos educativos e poder optar por manter um modelo híbrido de aprendizagem, intercalando o ensino presencial e o digital, entre outras vertentes. São desafios que já foram colocados ao novo ministro da Educação, João Costa, pela Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo (Aeep). “Não queremos soluções do passado para um mundo que mudou”, resume o seu director executivo, Rodrigo Queiroz e Melo. Quanto a consensos com o Governo, há principalmente um: manter os exames nacionais apenas como provas de acesso ao ensino superior. Mas a Aeep também quer ir mais longe neste campo.

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