Associações unem-se pelo parque da Pasteleira e contestam abate de árvores

Projectos da Câmara do Porto sacrificam mata da Pasteleira e implicam abate em zonas arborizadas, acusam onze associações ambientalistas. Este domingo, apresentam ideias alternativas e pedem diálogo. Autarquia não lhes reconhece qualquer razão

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Ambientalistas concordam com unificação do Parque da Pasteleira, mas não com novo arruamento Paulo Pimenta

“Andamos há 40 anos a tentar que a mata da Pasteleira não seja sacrificada e não conseguimos.” A declaração de Belmiro Cunha é de desalento, mas não de desistência. O presidente do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Lordelo do Ouro - grupo ecológico (NDMALO-GE) sublinha a união de onze associações ambientalistas da cidade em torno da mesma matéria para provar que algo vai mal nas políticas de Rui Moreira. “O grande desígnio desta câmara são os metros quadrados de construção”, acusa. Este domingo (10h, junto ao hotel Ipanema Park), as associações vão juntar-se para contestar a anunciada reformulação do parque da Pasteleira e o projecto de habitação acessível previsto para um terreno hoje arborizado.

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