Andy Warhol e o seu legado de visita à Casa de São Roque

A exposição Warhol, Pessoas e Coisas, que se inaugura este domingo no Porto, mostra como o ícone da Pop Art marcou gerações de fotógrafos, cineastas e músicos.

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Capas da Interview e réplica de uma das câmaras usadas por Warhol NELSON GARRIDO
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A exposição inclui 40 impressões a preto e branco de fotografias que Andy Warhol realizou nos anos 80 NELSON GARRIDO
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À esquerda, o filme Kiss (1963-64). No outro ecrã, um episódio da série Andy Warhol TV Productions, no qual se alude à sua colaboração com Jean-Michel Basquiat NELSON GARRIDO

Um conjunto de 38 polaróides coloridas e de 40 impressões fotográficas a preto e branco produzidas por Andy Warhol nos anos 70 e 80, e nunca antes apresentadas em Portugal, forma o núcleo da exposição Warhol, Pessoas e Coisas, que se pode ver a partir das 13h30 deste domingo na Casa de São Roque, a par de dois importantes filmes do criador da Factory, Kiss (1963-64), que durante cerca de uma hora mostra uma sucessão de casais a beijar-se, e The Chelsea Girls (1966), um marco do cinema experimental, concebido para dois ecrãs, um colorido e outro a preto e branco, com bandas sonoras diferentes, filmado sobretudo no mítico Chelsea Hotel, mas também na Factory e noutros lugares de Nova Iorque e protagonizado pelo grupo de estrelas que rodeavam o artista, de Nico, episódica vocalista dos Velvet Underground, a Ondine (nome civil Robert Olivo) ou Ingrid Superstar, uma das suas mais enigmáticas colaboradoras, que no dia 7 de Dezembro de 1986 saiu para comprar cigarros e nunca mais foi vista.

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