Rendeiro, o banqueiro que não venceu os mercados

João Rendeiro ascendeu rapidamente ao topo do poder bancário português e atingiu o cume no final de 2008, quando o banco que criou acabaria por colapsar. Treze anos e meio depois, foi encontrado morto numa prisão na África do Sul.

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João Rendeiro fundou o Banco Privado Português, cuja liquidação ainda corre nos tribunais. MÁRIO CRUZ

Em Novembro de 2008, João Rendeiro surpreendeu o país financeiro com um pedido de ajuda ao Banco de Portugal: precisava de um empréstimo de 750 milhões de euros com garantia do Estado para equilibrar o Banco Privado Português (BPP). Os sinais vinham a acumular-se nos bastidores – com o sector já abalado pelas primeiras ondas de choque da crise financeira global –, mas naquele momento ficou claro que o banco que geria fortunas de poderosos, ricos, celebridades e poupanças de uma vida estava em dificuldades.

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