Index: uma bienal para “problematizar”, a partir de Braga, as relações entre arte e tecnologia

Através de um extenso programa de performances, conferências, projectos expositivos e actividades educativas, cruzando artistas e investigadores como Dele Adeyemo, Bruno Latour & Frédérique Aït Touat, Federico Campagna ou Jonathan Uliel Saldanha, a ecologia emerge como uma das principais linhas temáticas da primeira edição “oficial” do evento, que arranca esta quinta-feira.

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o arquitecto e académico britânico-nigeriano Dele Adeyemo propõe a instalação Demonic Strata, que “visa desenvolver um paradigma para a produção arquitectónica resultante de práticas não-extractivas de globalização” DR

Organizado em torno de quatro eixos de programação (performances, conferências, exposições e actividades educativas), o Index propõe-se “olhar e a questionar o mundo”, a partir de Braga, através “da produção artística e do pensamento crítico”, com a tecnologia a servir de ponto nevrálgico para chegar à ecologia, à geopolítica, à economia, à geologia ou à filosofia, numa contaminação entre disciplinas que vão da música ao design, da arquitectura à performance. Entre a comitiva de nomes nacionais e internacionais do cartaz da bienal de arte e tecnologia que arranca esta quinta-feira e se prolonga até ao próximo dia 22 destacam-se investigadores, filósofos, sociólogos e artistas como Dele Adeyemo, Delfina Fantini van Ditmar, a dupla Bruno Latour & Frédérique Aït Touati, Federico Campagna, Michael Marder, André Barata, Florian Hecker, Ryoichi Kurokawa, Carlos Sfeir Vottero, Jonathan Uliel Saldanha, People Like Us, Bethany Rigby ou o colectivo Berru.

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