Eleições locais britânicas podem revelar a extensão das sequelas do Partygate

Johnson e o Partido Conservador enfrentam o primeiro teste eleitoral depois do escândalo das festas em Downing Street e numa altura em que o elevado custo de vida no país aflige os eleitores. Labour procura reforçar a narrativa da alternativa credível aos tories.

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Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, em campanha eleitoral em Southampton, no Sul de Inglaterra Reuters/POOL

Não serão muitos os países do mundo com uma tradição tão forte, como o Reino Unido, em matéria de aprofundamento e desenvolvimento do seu poder local e da proximidade estreita que existe entre eleitores e eleitos. Também por isso, Boris Johnson e o Partido Conservador devem estar, por esta altura, a fazer figas para que os milhões de eleitores que se deslocarem esta quinta-feira às urnas, para participar nas eleições locais em Inglaterra, no País de Gales e na Escócia, preencham os respectivos boletins de voto a pensar exclusivamente nas preocupações de sempre neste tipo de votações: transportes, criminalidade, recolha de lixo e habitação.

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