Falta de professores: “É um problema de gestão de recursos”

A reitora do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa, Maria de Lurdes Rodrigues, foi ministra da Educação entre 2005 e 2009, o seu mandato ficou marcado pela contestação dos professores à avaliação.

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"Por que há um tabu da parte dos professores em relação à sua avaliação, quando defendem exames para os alunos?", questiona Maria de Lurdes Rodrigues MATILDE FIESCHI

Foi ministra da Educação entre 2005 e 2009. Foi no seu mandato que os alunos do 1.º ciclo passaram a ter escola a tempo inteiro, que o ensino do Inglês chegou aos primeiros anos do ensino básico, que se apostou na obrigatoriedade de concluir o ensino secundário ou de permanecer na escola até aos 18 anos. A avaliação dos professores foi a decisão mais polémica e aquela que mais rios de tinta fez correr; levou os docentes à rua em manifestações e fez nascer os blogues dos professores que a contestavam. Mais de uma década passada, os docentes acusam-na de ter denegrido a sua profissão. Leia-se a última crónica do professor universitário Santana Castilho no PÚBLICO em que afirma que Maria de Lurdes Rodrigues “tornou a docência num inferno e dilacerou a vida dos professores”.

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