Escolas dizem que medidas urgentes do Governo não resolvem falhas de professores até ao fim do ano

O recurso a cinco mil professores que foram afastados dos concursos “pode ser uma solução pontual para alguns casos”, mas o “tempo útil” para a sua aplicação será “muito pouco”, já que as férias escolares estão à porta.

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O ministro da Educação reuniu-se nesta quarta-feira com os 12 sindicatos de professores Nuno Ferreira Santos

Já não há “tempo útil” neste ano lectivo para que as medidas de urgência do Governo destinadas a minorar a falta de professores possam ser eficazes, afirmam directores de escolas e sindicatos. Que duvidam também que as decisões anunciadas permitam atrair mais professores.

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