“Uma vítima de violência não anda com um caderninho para apontar todas as vezes que é agredida”

Silêncio de vítimas de violência doméstica e testemunhas, que muitas vezes são familiares directos, é determinante nas absolvições. Só a secção especializada de Lisboa acompanha os casos até ao fim.

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Secções especializadas em violência doméstica forma criadas há dois anos Paulo Pimenta

O modelo que está a ser testado em Matosinhos, Porto, Lisboa, Sintra e Seixal assenta numa separação clara entre quem faz a investigação criminal e quem assume a representação do Ministério Público em julgamento. Só a Secção Especializada Integrada de Violência Doméstica (SEIVD) de Lisboa trata de não perder o rumo dos casos que investiga e de fazer um registo do desfecho.

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