Contra os nacionalismos, Santos Silva defende um Parlamento patriota

Novo presidente da AR faz discurso duro contra o populismo que todos leram como sendo para o Chega. Santos Silva deixou PAN e Livre discursarem à margem da praxe parlamentar.

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Augusto Santos Silva foi eleito presidente da Assembleia da República LUSA/ANTÓNIO COTRIM
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Augusto Santos Silva foi eleito presidente da Assembleia da República LUSA/ANTÓNIO COTRIM

Sem contar com os presidentes dos anos 70, só Ferro Rodrigues tivera menos votação, em 2015: Augusto Santos Silva chega ao cargo de presidente da Assembleia da República (AR), o segundo lugar na hierarquia do Estado, com 156 votos a favor (63 brancos e 11 nulos), o que significa que nem toda a bancada do Chega terá votado nulo no seu nome. Mas o até anteontem chefe da diplomacia portuguesa fez jus a essa herança no primeiro (longo) discurso de posse: sem nunca nomear o partido de André Ventura, foram muitas as críticas que deixou aos nacionalistas e populistas e também alguns avisos. O tom da sua intervenção acabou por condicionar os discursos dos líderes parlamentares, e recebeu até, por várias vezes, aplausos do PSD e da IL – no Chega só abanos de cabeça.

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