A gente vai continuar

A “geringonça” valeu a pena pelas pessoas, mudou para melhor a vida de milhões e foi para isso que serviu, não para mudar a génese do PS ou de António Costa - só incautos poderiam achar que isso seria possível.

O empréstimo da música de Jorge Palma para título deste artigo não significa uma fuga para o romantismo, deixando para trás a análise nua e crua dos resultados eleitorais. O desfecho das eleições de domingo passado tem de ser encarado de frente e resume-se rapidamente: O PS teve uma maioria absoluta, derrotando os partidos à sua esquerda e toda a direita, mais fragmentada e radicalizada. Foi uma noite difícil para muitas pessoas de esquerda, para mim e para o Bloco de Esquerda, particularmente.

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