Rui Tavares, o homem que apenas quer ser do Livre e nunca “muleta” do PS

Uma viagem de comboio marcou o dia do Livre, mas a conversa não se ficou só pelos carris. Tavares não deixou ninguém sem resposta, embora a sua principal preocupação seja que o voto útil possa trair os objectivos do seu partido.

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Rui Tavares fez uma acção de campanha centrada nos problemas dos transportes na região de Lisboa LUSA/MANUEL DE ALM EIDA
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Cabeça de lista por Lisboa entregou panfletos EPA/MANUEL DE ALM EIDA
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Rui Tavares a falar sobre as propostas do Livre EPA/MANUEL DE ALM EIDA
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Acção de campanha do Livre realizou viagem de comboio entre Lisboa e Cascais LUSA/MANUEL DE ALM EIDA

Rui Tavares, número um do Livre na lista de Lisboa, fez esta quarta-feira a viagem de comboio entre Lisboa e Cascais. Objectivo: alertar para os problemas dos transportes na capital. Acabou, porém, por falar de quase tudo, até de Joacine Katar Moreira. Está confiante na eleição de um grupo parlamentar, mas há um assunto que o atormenta: que o voto útil possa “erodir a base de apoio do Livre”. Por isso, não se cansa de apelar a que ninguém falte ao partido na hora de votar. E deixa uma garantia: nunca será uma “muleta” do PS.

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