Estados alterados e gatos psicadélicos

Uma surpresa, com S maiúsculo: um retrato tão excêntrico quanto comovente de uma figura verídica que dinamita as convenções da “qualidade britânica”.

Benedict Cumberbatch em grande forma
Fotogaleria
Benedict Cumberbatch em grande forma
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Benedict Cumberbatch em grande forma
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Benedict Cumberbatch em grande forma
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Benedict Cumberbatch em grande forma
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Benedict Cumberbatch em grande forma

Confrontando os dois filmes em que encontramos Benedict Cumberbatch no papel principal quase em simultâneo – O Poder do Cão, de Jane Campion, e esta Vida Extraordinária de Louis Wain – poder-se-ia pensar que acedíamos aos “dois lados” do actor britânico. De um lado, uma personagem dramática, reprimida, maior que a vida, entre o vilão e o anti-herói num denso estudo psicológico. Do outro, uma personagem excêntrica, arquétipo do cavalheiro diletante vitoriano e “inventor distraído” num biopic confortável baseado em história verídica.

Sugerir correcção
Comentar